A Europa, o Holocausto e a cegueira
Não se consegue pensar a sério o holocausto porque isso implica mexer na história de todos os países. A Alemanha ficou com as culpas todas; o anti-semitismo passou a ser sinónimo de Alemanha. Mas na verdade o anti-semitismo era de toda a Europa. Toda. Era uma espécie de anti-americanismo, mas a sério; do que mata. E todos os países - todos (talvez a Dinamarca escape) – colaboraram com os nazis neste particular. Sarko quer ensinar aos miúdos franceses o holocausto feito pelos alemães maus. Pois, que jeito dá Hitler: assim Vichy fica convenientemente debaixo do tapete. Ao lado, os austríacos criminalizam quem nega o Holocausto, mas a Áustria nunca assumiu nada, nunca pediu desculpas. Sim, a Áustria foi um aliado (melhor, um anexo) completo e consciente da Alemanha nazi. A Áustria, tal como a Alemanha, quis o Holocausto (um 1/3 dos guardas dos campos eram austríacos; aquele tipo do bigode, by the way, era austríaco). A Áustria mete na prisão um idiota que nega o Holocausto, mas continua a vender banha da cobra, continua a dizer que foi a primeira vítima dos alemães. Coitadinhos dos austríacos.
Mais noBlogue Atlântico.
Ainda sobre o assunto:
- Alfred Hitchcock e seu documentário
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E Darwin….cuidado com pragmatismo….o Zé Dirceu se f….por causa dele!EEEEEEEE
E Darwin….cuidado com o pragmatismo….o Zé Dirceu se f….por causa dele!
EEEEEEEEEE
Que nada HRP! O Zé foi perseguido pela imprensa golpista! Ele é inocente! hehehe
“As crianças por essa Europa fora são treinadas para sentir emoção pelo holocausto, mas nunca ninguém lhes ensina o porquê daquilo. Sentir emoção, sim. Usar a cabeça, não. O Holocausto é uma espécie de semi-segredo: devemos sentir dor por aquilo, mas não podemos perguntar por que razão aquilo aconteceu. A única resposta que temos é “ah, os nazis eram maus”. A História fica reduzida a um cartoon: Hitler era mau.”
Pois é… O cara tá coberto de razão…
E nada mudou…
EEEEEE….mas quem te padrinho não morre pagão!
Dr. Carlos Slim protege o menino!
EEEEEEEE
Esse mal absoluto encobriria e justificaria erros de hoje, dos descendentes dos martirizados?
O ex-estudante Stephen Kazmierczak, que cursou sociologia na Northern Illinois University, nos Estados Unidos, e era considerado um aluno brilhante, matou cinco estudantes da universidade a tiros, na quinta-feira, 16, e feriu 15. Depois se suicidou. O assassino não deixou pista sobre a razão do crime
Chest, querido,
Seja justo. Sempre fui muito gentil com você. Ou não?
E, meninos, sacanear por erro de digitação realmente é sacanagem pra ser bem repetitiva..:))
Beijos a todos que preciso mesmo sair.
“E todos os países - todos (talvez a Dinamarca escape) ”
Houve outros paises que se recusaram a ceder aos nazistas tb, em graus variados. A (aliada da alemanha) Finlandia se recusou a implementar qualquer tio de legislação discriminatória; judeus finlandeses continuaram servindo no exercito lutando contra os Soviéticos (eles tinham até um rabino-capelão e uma sinagoga de campo). O Rei da Bulgaria (outra aliada) disse para um nazistinha de merda enviado em embaixada que se os judeus bulgaros fossem obrigados a usar uma estrela amarela, ele seria o primeiro a costurar uma na roupa (mais tarde o governo búlgaro entregaria judeus à SS, porém). E na Albânia, ocupada, um movimento popular liderados pelas mesquitas conseguiu salvar a maior parte dos (poucos) judeus locais, em adição à algumas centenas de refugiados. No final da guerra, haviam mais judeus na Albânia do que no começo.
Outros, por outro lado, aderiram ao holocausto com um entusiasmo que surprendeu até os nazistas, e.g. a Romenia e os paises bálticos.
É por essas e por outras que eu não sou fã de qualquer tipo de determinismo histórico. O mundo é complicado demais para ser previsivel; e as escolhas humanas são seu verdadeiro motor (e não meras engrenagens).
“Sociologia mata.”
Acho que essa frase pôs um ponto final na racionalidade desta caixa de comentários. Que descanse em paz!
Fim do expediente…hoje acabou cedo….volto quando puder!
E cuidado com os tiros vindos lá da Australia!
meudeusdocçéuquemeajude! Reli o meu comentário acima, e procuro urgentemente professor de português que me ensine a conjugar o verbo ‘haver’…
Bruno;
Haviam= havia. Simples assim.
Todo mundo erra.
Holocausto é uma oferenda, sacrifício que se faz a Deus em agradecimento ou intentando alguma coisa. Daí a inadequação do termo para designar o genocídio.
Os espanhóis chegantes à América no século 16 eram ignorantões, homens de mentalidade necessariamente estreita (claro, o mundo era pequeno) e cegos pela cobiça. Tinham como justificativa ideológica a Santa Madre Igreja, para quem os nativos, a não ser que pudessem ser convertidos, não eram seres humanos plenos.
Os massacres, alianças, traições e roubos foram feitos nesse contexto. Não dá para justificar, mas podemos tentar entender.
No caso nazista há diferenças. O massacre dos judeus foi resultado de um cálculo político frio, levado a cabo com manipulações de dados, técnicas de convencimento da opinião pública, métodos científicos, organização, aproveitamento econômico (inclusive de restos mortais) e muita, muita perversidade.
Estiveram envolvidos técnicos, cientistas, políticos e militares de alto gabarito num país que sempre produziu cérebros de alto gabarito. Sem medo do paradoxo, aquela loucura foi produto da rationale política.
E isso torna mais assustador o (vamos lá) holocausto. por não ter sido obra da ignorância de uma nação atrasada e por ter acontecido a tão pouco tempo.
Portanto, o holocausto nazista é indesculpável. É coisa para não ser esquecida nunca na esperança que a memória intimide intenções ou tentativas.
Negar ou “revisionar” é inadmissível. O sujeito que tenta isso é um imbecil, seja ele cristão, muçulmano, kardecista ou vascaíno.
O caso da Dinamarca é realmente digno de análise. Lá, um governo social-democrata estava a frente quando Hitler invadiu, e continou governando até o final da guerra.
O sociais-democratas dinamarqueses não podem esquecer do genocídio nazista. Mas, dessa parte da história não parecem ter boas lembranças.
Anrafel,
Ok, concordo plenamente…é indesculpável e indiscutível.
Mas o que estávamos discutindo não era isso. Era, primeiro, como a Europa lida com a questão (o presidente francês agora quer que toda criancinha se sinta mal pelo que aconteceu - trauma é pouco. Não se ensina história traumatizando crianças do primeiro grau…).
Segundo, que o fato de ter havido o holocausto não dá aos judeus o direito de terem um estado artificial (e, eu não quero que destruam israel, o que acho é que foi um grave erro ter permitido a instalação do estado de israel).
Aiaiai,
É que no decorrer do bate-papo surgiu aquela conversa de revisionismo (sempre surge).
Essa do Sarko é uma tremenda idéia de bush. Talvez fosse pensando em coisa desse tipo quando ele fazia a defesa de uma maior aproximação com os EUA.
161 HRP Mané Reloaded! // 18/Fevereiro/2008 às 17:31
“Fim do expediente…hoje acabou cedo….volto quando puder!
E cuidado com os tiros vindos lá da Australia!”
Prezado: Você continua colocando pulga na minha orelha. Mas quem é mesmo que anda atirando lá da Austrália?
Alba, 158, este é o padrão desejado.
Estiveram envolvidos técnicos, cientistas, políticos e militares de alto gabarito num país que sempre produziu cérebros de alto gabarito. Sem medo do paradoxo, aquela loucura foi produto da rationale política.
chest- é o que falo sempre, no cienticismo (ainda que a ciencia na qual se baseava fosse completamente fajuta) e no politicismo.
Como vocês já sabem, porque fui eu quem ensinou, são os pilares do subjetivismo, uma das 2 causas ( a outra é o relativismo moral) da insanidade intelectual de nossos tempos.
well….convem lembrar que o anti-semitismo também era muito popular na Rússia Stalinista, sendo que na Ucrânia milhares de judeus foram executados pelos próprios ucranianos, com total apoio e incentivo de Hitler.
Na Romênia, o ditador Ceausescu foi o responsável direto pela execução e deportação de milhares de judeus, tornando-se um “queridinho” de Hitler.
Os próprios russos foram responsáveis pelo exterminio de vilas e populações inteiras no seu território. Alvos preferidos: judeus e poloneses.
Na Polonia ocupada, grande parte da população via com bons olhos a limpeza étnica feita pelos nazistas e ninguém se preocupava muito com deportações e execuções de judeus.
Se é pra contar a estória certa, tem que contar bem direitinho,viu?
“Na Polonia ocupada, grande parte da população via com bons olhos a limpeza étnica feita pelos nazistas e ninguém se preocupava muito com deportações e execuções de judeus.”
é mesmo ! e nao assumiram isso até hoje….ta saindo novo filme de andrej wajda que fala no assunto…..
Holocausto palestino
http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3822
Quando tinha 10 anos pensava que o povo europeu era educado. Quando vejo os problemas de fronteiras em toda a Europa, a imposição pelo poderio militar, a sujeição das minorias pela força, confesso a minha ingenuidade.
Me falaram que os EUA eram símbolo de democracia. A Constituição americana um marco. E as intervenções militares mundo a fora, visando interesses escusos e particulares?
O Brasil, com todos os nossos problemas, ainda é um paraíso com toda esta miscigenação, este convívio com os diferentes (há intolerância mas, de uma minoria, portanto, não prevalece), nossa filosofia de não intervenção, nossa bagunça. Há muito o que fazer, principalmente em matéria de distribuição de rendas e oportunidade para todos.
Mas, repito, comparando com a Europa ou os EUA e, mesmo sem comparar, aqui continua o paraíso.
MR X:
Desejei fazer uma colagem do texto mas está protegido e não consegui. Mas aqui vai o que consegui copiar”
“Quantos índios haviam na América Latina quando os conquistadores espanhóis e portugueses aqui chegaram?
Vejamos uma informação abalizada e fidedigna de Enrique Dussel em sua obra: “A History of the Church in Latin América.”
“Estima-se que havia uma população entre 40 a 80 milhões de indígenas. Não se sabe ao certo o número exato, porém, o que sabemos com certeza é que está claramente documentado que houve extermínio em massa de milhões de índios por causa de moléstias trazidas pelos brancos, guerras e maus tratos por parte dos conquistadores.
Exemplificando, somente no México, foi registrado documentalmente em 1532 o número estimativo de 16.871.408 índios, mas já em 1608, ou seja, oitenta anos depois, o número havia sido reduzido para 1.069.255 indígenas.”
Página 18 do
http://www.ipb.org.br/uph/imagens/forum_social_valadares/palestra_antoniojose_02_.pdf -
Como prezado pode constatar, se neste contexto eu sou “burro” também são esses registros históricos.
Abraços.
Linda, espero que vocë seja realmente linda.
Charlemagne, e a peste trazida da Ásia, foi parecida? Tem um livro interessante, com conclusões equivocadas, mas ainda assim interessantes,
http://compare.buscape.com.br/armas-germes-e-aco-diamond-jared-8501056006.html
onde o autor explica que o convivio com animais domesticados fez do ocidental e do ASIÁTICO CONTINENTAL um ser protegido contra germes.
outro que fala nisso, e é na linha que eu comento é o Peninha
http://www.rollingstone.com.br/materia.aspx?idItem=1191&titulo=P%C3%A9+na+hist%C3%B3ria&Session=Especiais
O caso da Dinamarca na segunda grande guerra?
Que se negou a revelar quem era judeu dentro de seu país?
E que de alguma forma tentou ludibriar os demonios nazistas…..que exterminavam qualquer um que se atrevesse a lhes contrariar?
Gente….todos aqueles que de algum modo foram chargeados pelos nazistas, por não saber como reagir a tamanha truculencia e barbarie, e ou, tenham se acovardado diante deles , não pode ser acusado de ser leniente, colaborador ou seja lá o que for…..o nazismo foi uma peste negra que usou todos os metodos industriais e pisicologicos de opressão que a era industrial proporcionava a maniacos ditadorees e carrascos modernos tinham a disposição! para chegar a seus objetivos maléficos…A Dinamarca foi um farol naquela perdição….e por isso muitos pagaram caro……..
Boa noite….E cuidado com a artilharia vinda da Australia.
Ok. Chest.
Anotado.
Confetti…..os poloneses viraram escravos de luxo dentro da alemanha e na polonia….pagaram certos preços pela ocupação..mas não eram santos…..aliás nós não somos santos…….mas poderiamos perceber que é preciso melhorar….o que é obvio não estamos querendo fazer até agora……
Ninguém é santo…..
RUY CASTRO
Samba do cientista louco
RIO DE JANEIRO - Nelson Rodrigues contava que, toda madrugada, acordava com a úlcera em chamas e, de pijama e meias, ia à cozinha tomar um copo de leite para aplacá-la. Com o leite, a úlcera amansava e, dizia, só faltava ronronar como uma gata amestrada. Nelson morreu em 1980, de outras causas. Imagino seu choque, hoje, se soubesse que, segundo as últimas descobertas da ciência, leite é um veneno para quem tem úlcera.
E a manteiga? Depois de séculos sendo louvada, com justiça, como uma das maiores invenções do homem, levou os últimos 50 anos acusada de vilã para vários órgãos, inclusive o coração. Para a ciência, boa mesmo era a insípida, insossa e inodora margarina. Agora a mesma ciência, num lance de gênio, concluiu que a margarina é que é a vilã, por causa da mortal gordura trans.
E temos a saga e anti-saga do ovo. Certo dia, decretaram que ele era o pior inimigo do colesterol e do coração, e só faltaram proibir as galinhas de produzi-lo. Pois, há pouco, descobriram que, ao contrário, ele faz bem ao coração, porque ajuda a emagrecer, não influi no colesterol e até protege nossos olhos dos raios ultravioleta -o que é ótimo, porque nos permitirá ir à praia sem óculos escuros.
Sem falar no café. Por conter cafeína, ele também já freqüentou todas as listas negras. Criaram inclusive o café descafeinado. Pois os cientistas vêm de concluir que a cafeína é uma maravilha: estimula o sistema nervoso central, o coração, os vasos sangüíneos e os rins. Já o café descafeinado faz subir a pressão e aumenta o colesterol e o risco de doenças cardíacas.
Finalmente, esta semana, a ciência mandou dizer que, ao contrário do que ela própria afirma há anos, o açúcar é uma beleza e são os adoçantes que engordam! É o maravilhoso samba do cientista louco, em cuja letra certeza rima com dúvida.
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Índice
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Surf! postei lá no Caerlão!
Tá tudo novo e ela sempre escrevendo livros e de férias em alguma paria!
A mina é esperta e arisca!
EEEEEEEE….Boa noite amigão!
Boa noite Alex!
Abs a todos!
Chesterton:
Você foi felicíssimo em trazer o texto do Ruy Castro.
Sempre me debati contra os “inventores” da modernidade científica alimentar.
Sou vegetariano, como margarina Qualy, tomo coca-cola, fumo de vez em quando e bebo leite gelado antes de dormir.
Não tenho doença alguma. Minha pressão é de garotão saudável e jamais baixei hospital.
Qual será o novo terrorismo alimentar que inventarão esse ano?
Carlos Magno,
Mea culpa:
O número que eu pesquisei em fonte parecida não chegava a vinte milhões, mas de qualquer modo eram milhões.
Quantos morreram ao certo, entre doença e guerra e destruição, não sei, mas foram muitos. :-(
Já Montaigne, em 15…, criticava o tal genocídio dos “selvagens”, embora sem usar esse termo.
sempre achei que bom colesterol era picanha mal -passada…..
Ok. Mr. X.
Tudo em ordem na casa.
Abraços.
Impressionante como tanto conhecimento acaba em discussões superficiais e disputas pessoais. E quando alguém finalmente parece ter um argumento mais forte, ou simplesmente tem razão, a discussão continua num esforço patético de relacionar conhecimento histórico com crenças ou preferências políticas pessoais.
Mas definitivamente, definitivamente, nada é mais embaraçoso do que o esforço para levar a sério os comentários de participantes com nomes que certamente seria mais apropriados a mágicos, rapers e personagens de quadrinhos adultos…
M\acelo, falando nisso, você já ouviu falar do cara que jura que comeu o Obama numa limousine, e os dois cheiraram todo pó do mundo?
Chest,
E estou desprezando especialmente o seu comment 191, sabe que você é um cavalheiro engraçadíssimo? :)
vou dar o link
http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=56626
Marcelo,
Comigo não adianta essa insinuação ou provocação, não entro nessa mediocridade.
Agora, não sei de Mr. X. É com ele responder ou não.
Chesterton,
Começou cedo a baixaria. Antes era o Bush, agora o Obama.
É só ver no que vai dar. Aposto que o cara será diagnosticado doido por ser drogado.
pois é…
Pedro,
O texto do Navegar Impreciso já está disponível, mas nada do link por aqui. Ainda bem que o Michel Lent publicou a coluna no seu blog ;)
Belo texto.
Gande abraço e boa semana!
Carlso magno, o Bussh já foi acusado de boiolismo?
Lí isso por aqui, nesse blog.
Que ele teria tido um caso com um colega de universidade. Não sei se foi passivo ou ativo.
Agora, com sinceridade, nunca antes li na mídia.
PD,
Não seria interessante discutir a questão do sumiço dos laptops da Petrobrás e o poassível envolvimento da halliburton, com o perdão do off-topic?
Já vou dormir. Boa noite para todos.
a culpa é do nostradamus… influenciou muuuita gente com previsões catastróficas…
Alba, tem que discutir é se a Petrobras jogou fora esses lapitopis, se criou o caso para tapar alguma coisa que fez ou se estão se vendendo aos estrangeiros pela corrupa. Me desculpe, mas PQP, vá existir tanta incompetencia assim nos raios que a Partam!
O Pedro Dória poderia variar um pouco, né?!
Que tal o genocídio armênio (já que holocausto é palavra exclusiva), perpetrado pelo Império Otomano?
Mais uma do MrXucro:
“Mané,
O que quero dizer é que não existiam “palestinos”, existiam árabes.”
Existiam árabes na Palestina (Palestina existe desde os romanos, é bom que se saiba), que eram (e ainda são) chamados de palestinos. Na Síria existiam (e ainda existem) árabes, que são chamados de sírios. Os árabes do egito, são chamados de egípcios., e etc.
BRASÍLIA - O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aceitou o agravo de instrumento interposto pelo advogado Luiz Nogueira, em nome da família Ortiz Monteiro, contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que indeferira a subida de recurso especial apresentado contra acórdão julgando prescrito o processo contra a família de Roberto Marinho para retomada do controle acionário da TV Globo de São Paulo (ex-Rádio e Televisão Paulista S/A).
Cabe agora aos ministros da 4ª Turma do STJ decidir sobre a validade e a legalidade da transferência do controle acionário da TV Globo de São Paulo para o empresário Roberto Marinho, obtida por meio de recibo em valor equivalente, à época, a apenas US$ 35 (trinta e cinco dólares) e por meio de procurações fotocopiadas em nome de acionistas falecidos, consideradas enganosas pelos herdeiros dos antigos controladores daquela emissora.
Esses documentos foram tidos como apócrifos e montados, segundo laudo do Instituto de Datiloscopia Del Picchia, já que os originais estariam desaparecidos. Com datas de 5 de dezembro de 1964 e 23 de julho de 1975, os documentos têm idêntico teor. Nas procurações, datadas de 1953 e 1964, estão inadvertidamente anotados os números de CPF dos representantes de Roberto Marinho, com endereços falsos.
Assim, a existência de fraude nessas procurações ficou mais do que comprovada, pois o cadastro de controle da Receita Federal, conhecido como CIC ou CPF, só foi instituído na década de 70 - portanto, era inexistente em 1953 e 1964 e jamais poderia ser inserido em procurações com fins específicos.
Carlos Magno #25 perfeito. Concordo em genero, numero e grau. Lembremos de todos e não so de uns. Os palestinos por exemplo estão hoje sendo vitima de genocídio.
Incomptencia é deixar ir ao fundo do mar uma PLATAFORMA DE PETROLEO INTEIRINHA. O governicho fhc “Vós sois m… numa meia de seda”foi capaz dessa proeza.
OFF URGENTE : fidel castro renuncia oficialmente e para sempre ( ! ) à presidencia de cuba……
Sem falar nos desastres ambientais que foram os vazamentos e derrames de óleo que contaminaram rios e a baia de guanabara, proeza das proezas dignas de um Saddam Hussein.
• “No quadro da perseguição cristã, o judeu era perseguido em sua condição de praticante do judaísmo. Uma vez que se convertesse ao cristianismo, a coisa começava a mudar de figura.
O cristianismo pregava a extinção do judaísmo, não do judeu. Nem poderia ser diferente. Para o cristianismo, a fonte de todo o mal é o demônio, e este continuaria a existir, com ou sem judeu. Para o cristianismo, exterminar os judeus seria contraproducente. Assim, desde que o judeu abjurasse o judaísmo…” Elias comentário 40.
Elias, numa época em que a Europa era monopolizada cultural e institucionalmente por uma única crença, penso que o termo judeu possa ser trocado sem maiores consequêcias para turco, cátaro, albigense, valdense, menonita, hussita, anabatista, feiticeiro, bruxo, enfim herético. Portanto não era uma perseguição dirigida exclusivamente aos judeus, mas diante daquele monolitismo vigente, dirigia-se a qualquer minoria, ou pensameto discordante, principalmente se fosse religioso, que o atingiria no âmago e seu núcleo irradiador.
Abraços.
aiaiai
Eu procurei o uso da palavra Israel em meus comentários e vi apenas um uso:
“as acusações de libelo de sangue que continuam a pipocar, incluindo uma feita por um líder muçulmano em Israel.”
Se você não conhece o caso, é de bom gosto perguntar antes de escrever essas bobagens que escrevestes.
O caso em questão, caso lhe interesse, é a seguinte declaração de Ra’ad Salah:
“Nós nunca nos permitimos sover o pão que quebra o jejum no mês sagrado do Ramadan com sangue de crianças”… “Quem quiser uma explicação mais profunda, que pergunte o que costumava a acontecer a certas crianças na Europa cujo sangue era misturado na massa do pão sagrado”
(A fonte vem no comment abaixo para evitar a moderação)
Se isso é o que você chama de “anti-sionismo”, parabéns, você há de ter companhia por aqui…
Agora, cá pra nós, você vai precisar tentar um pouco mais, afinal você afirma:
“de repente vc começou a falar que todo mundo é anti-semita, que o holocausto pode acontecer de novo porque as pessoas ainda acham que os judeus tem grande influência no mundo…”
Eu podia jurar que escrevi
“não estou afirmando que o César é anti-semita,”
e continuo a explicar:
“muitas vezes repete-se esse tipo de coisa de forma automática, sem muito parar para pensar mas é justamente em torno da “influência judaica” que o anti-semitismo continua a se propagar.”
Seu pensamento é tacanho, você recorreu rapidamente à retórica mas esqueceu de uma coisa, em momento algum estou falando de Israel, até mesmo porque o César não havia até então feito nenhum comentário sobre Israel.
Portanto eu diria que a sua frase abaixo é tão incorreta como ofensiva:
“blablabla e a brigar com todo mundo que não concorda… Toda vez que começa esse papo, vc parte para acusar todo mundo de anti-semita e a defender a criação de Israel.”
Ficaria feliz caso você tivesse a dignidade de se retratar, compreendo que esses são assuntos que despertam emoções fortes em muitos de nós leitores e volta e meia acabamos pisando na bola… Eu mesmo fiz isso com o Pax certa vez.
Ainda assim acho que vale discutir um pouco mais sobre o meu post original.
Como estava a dizer, não falei de Israel mas sim de preconceito. Em minha opinião preconceito e preconceito e racismo caminham MUITO juntos mão não são exatamente a mesma coisa.
Todos nós carregamos um pouco de preconceito. Todos ao adquirirmos uma nova informação costumamos enquadrá-la em um formato, fazemos isso mesmo que de forma inconsciente.
Dizem alguns que esse enquadramento pode ser acentuado através de diversas maneiras, em um processo que um sujeito chamado Walter Lippmann descreveu muito bem (Tenho a impressão que Chomsky gostou tanto que usou uma das expressões de Lippmann como título de um de seus livros).
É justamente pela facilidade com que símbolos podem ser usados para fixar uma determinada mensagem que vejo com particular desgosto qualquer associação entre poder/dinheiro/mídia e qualquer etnia. No ocidente os judeus costumam levar a culpa, ainda que como bem observou o faraó, os muçulmanos sejam canditados a substituto. Na Indonésia o frenesi inclui judeus, isso sem esquecer do vilão da vez, os Cingapuras, acusados de tentar comprar o país.
A idéia não era “defender Israel” e sim comentar como anti-semitismo e outras formas de racismo se beneficiam de que pequenas concepções tal como “não existe país pobre”, “chinês é muito porco”, “francês fede”, “americano é tudo burro”, “brasileira é tudo puta”, “palestino é tudo terrorista”, “o habitat dos negros”, etc etc etc etc.
Vale lembrar que o anti-semitismo não é fruto de demônios mas das pequenas contribuições de pessoas comuns que em determinado momento passam a enxergar as dinâmicas do mundo tudo de forma “tão clara” que se tornam cegos.
Prudência aiaiai, prudência.
como prometido acima…
http://www.haaretz.com/hasen/spages/949262.html
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/02/19/AR2008021900152.html
fidel prefere melãaaoooo
dr andré, depois eu é que absorvo thc….kk
André,
Você é que faz uma confusão danada e usa retórica para dizer uma coisa sem a dizer de fato. Responda às minhas questões, e depois a gente conversa.
Quanto ao pedido de prudência …não faço a mínima idéia do que você está pedindo. Eu não sou contra nenhuma religião e nenhuma cultura, raça para mim não existe, somos todos seres humanos. Só me coloco contra a criação do estado de israel porque acho que não resolveu problema algum, ao contrário, é uma semente do mal. Só trouxe guerra, mortes e destruição.
a criaçã o israel resolveu o problema dos judeus e ainda deixou um enclave de civilização no meio da barbaridade que é o mundo islamico…
Aiaiai
o que traz guerras, morte e destruição é o homem.
Seja em Israel, no Brasil, no Iraque, no Japão, na Europa, em qualquer país do mundo em qualquer época da existencia do homem.
Isso desde que o homem existe.
Colocar a culpa de tudo em Israel, ou nos judeus, é outra caracteristica do homem (de hoje), que precisa de um culpado que lhe expie os seus pecados.
Não será contra nenhuma cultura, religião mesmo que entre seus rituais estivessem o sacrifício humano? Ou o que ocorre até hoje, meninas que tem seu clitóris extirpado a sangue frio?
Esse é o problema do discurso politicamente correto……
o relativismo moral é um problema…..cortar o pipi das meninas, não pooooooooode. E ponto final. Quem vier com papo de que tem que respeitar esse costume milenar deve ser ovacionado (atingido com ovos).
aiaiai
se você não consegue ler a resposta, não sou eu que vou repetir…
Faraó,
Não perca seu tempo
Na boa, nunca vou entender os esquerdistas defendendo esses fanáticos islâmicos.
Vejo em gente como Aiaiaiai, Moisés, Dino e tal, o mesmo destino do Angelo Frammartino, jovem comunista italiano que foi “ajudar os palestinos” em Gaza, pois achava que eles tinham “direito à resistência violenta”, foi esfaqueado no meio da rua por um fanático que “o confundiu com um judeu”, e sua família ainda terminou reclamando da polícia israelense, “que não chegou a tempo para salvá-lo com vida”. Um fenômeno dos tempos.
http://pt.danielpipes.org/article/3986
saco essa história de holocausto, vamos mudar de disco gente!!!
isso já foi, já passou, faz tempo e há controvérsias sobre muita coisa.
vamos olhar pra frente!!!!
Existiam árabes na Palestina (Palestina existe desde os romanos, é bom que se saiba), que eram (e ainda são) chamados de palestinos. (Moisés)
É óbvio que as terras existiam desde o tempo dos romanos, teras não costumam saindo voando por aí, o que mudam são os povos que a percorrem. O Moisés acha que descobriu a América, e informa que “a Palestina existe desde os romanos.” Clap, clap, clap, gênio! “Palestina” é um termo que os romanos deram após a revolta dos hebreus ao território que antes chamavam Iudea. De qualquer modo nada tem a ver com o povo que hoje chamam hipocritamente de “palestinos”.
Palestina vinha de filisteus, povo que nada tem a ver com os árabes. Mais: em textos do fim do século XIX e XX, o nome “Palestina” era sempre associado aos judeus e sua imigração. Nunca se falou em “Palestina” como algum país árabe com “povo palestino”.
Me mostre um texto, um único, em que se fale em “povo palestino” antes de 1967.
Vamos lá, Moisés! Mostre!
Senhor Chesterton (218),
Não tenho procuração do “mundo islâmico”, mas é absolutamente intolável a leitura de que se tratam de bárbaros.
Tente imaginar, apenas como exemplo, o que significou a ocupação da maior parte da península Ibérica pelos muçulmanos.
Aquela região conheceu esplendor econômico e cultural nunca dantes experimentado, justamente pelo domínio mouro. As guerras da chamada “Reconquista” só ocorreram em razão da opulência então alcançada.
Antes dos califados, aquela região eram ocupadas por grupos semi-tribais. Após a instauração dos califados, restaram cidades organizadas, serviços públicos, estradas, vida econômica e muita, muita cultura, que resiste até a atualidade. Córdoba e Sevilha, meros exemplos, são obras muçulmanas, não espanholas. E é importante lembrar que nelas haviam “juderias”, ou seja, bairros judeus, que participavam com absolutas paz e tranquilidade daquela sociedade.
As contribuições árabe/muçulmanas à filosofia, artes, ciência e cultura são historicamente reconhecidas. Portanto, insinuar que se tratam de bárbaros é, isto sim, ato de barbárie que pode ensejar preconceito e continuidade de estigmas, partam eles de cristãos, judeus, ou o que seja.
A contribuição judaica à humanidade é inquestionável. As contribuições cristãs e muçulmanas, idem. O correto, portanto, é superar o patamar meramente religioso e estabelecer que povos de culturas distintas deram e continuam a oferecer contribuições à humanidade.
Ciência não é obra de divindades. O conhecimento é obtido por indivíduos mamíferos e racionais, não raras vezes em sentido contrário às supostas divindades.
intolável = intolerável
região eram ocupadas = região era ocupada
Nada,
Os árabes copiaram muito dos persas e hindus, quer dizer, muito que se chama “contribuições árabes” ou “muçulmanas”, eram coisas da cultura persa e hindu anteriores ao surgimento do islamismo. O número zero é um exemplo.
Não que os árabes não tenham algumas contribuições próprias, ou que não tenham ao menos o mérito de ter levado as inovações persas e hindus à Europa, ou construído obras magníficas como a Alhambra.
Porém, não confundamos alhos com bugalhos.
Mr X,
É notável sua idiossincrasia anti-árabe/islâmica.
Quer dizer que muito, então , se deve aos hindús e persas ? Exponha, por favor, quantos persas e hindús estiveram presentes à ocupação ibérica.
Nenhuma cultura, isoladamente, produz autosuficiência em qualquer área. O mérito maior consiste, justamente, em buscar subsídios , aprofundá-los e obter utilidade.
Caramba! Foi escarafunchado o tema a fundo, entrou até neologismos nos comentários e eu que não sabia se podia comentar, pois não tinha a autorização expressa da FIERJ, dona da história e fiquei com medo da meritíssima juíza Juliana me condenar…
Detalhes que passaram desapercebido.
1- Os judeus não foram massacrados pelos nazis por causa da religião, os nazis sequer eram seguidores do cristianismo; nem por motivação econômica “inveja” como quer fazer crer uns e outros. O povo judeu serviu muito mais, como motivação concreta de inimigo interno para a massa ígnea que não se encontrava no front. Já havia o antecedente de “judeus” que eram comunistas e tinham tentado tomar o poder anteriormente, supostamente enfraquecendo a Alemanha. Tudo isso serviu como pretexto para a população ter para a onde direcionar seu rancor.
2- Anti-semita é um termo apesar de muito usado, totalmente incorreto. Um árabe que na verdade é o único que ainda pode ser chamado de semita, pode ser contra os judeus e é interessante se fossemos chamá-lo por isso de anti-semita, o termo correto seria anti-judaismo.
3- Sionismo que entende os judeus mais como raça e não religião (tem bastante adeptos por aqui) tem como um de seus objetivos levar os judeus de seus lugares de origem de centenas e até milhares de anos, para um estado sionista, é apesar de controverso, até compreensível. O que é muito mais execrável, (olha o neologismo) é o Nazi-Sionimo que é a utilização dos meio que os vitimaram no passado contra populações mais fracas, no intuito de estabelecer a meta de um grande estado sionista de Israel(o que tem bastante adeptos por aqui).
“Um árabe que na verdade é o único que ainda pode ser chamado de semita”
…
Para quem se interessa pelo assunto, uma leitura bacana é “As Origens do Totalitarismo”, de Hannah Arendt. Um trecho oportuno:
“antes de acionarem as câmaras de gás, [os nazistas] haviam apalpado cuidadosamente o terreno e verificado, para sua satisfação, que nenhum país reclamava aquela gente [os judeus]”
Mr cheese, dizem que os árabes copiaram o kibe dos chineses, homus dos japoneses, tabule dos indonésios e até o Beirute dizem que foi feito pela primeira vez no McDonald, a receita do McCamelo foi abandonada depois dos atentados de setembro…
Nada,
Você entendeu. Os árabes invadiram Pérsia e Índia e, como persas e hindus se tornaram muçulmanos, aí os feitos de tais civilizações passaram a ser vendidos (e ainda são, hoje) como se fossem uma criação da própria religião islâmica, quando nada tem a ver com ela, ou com o Corão, ou mesmo com a cultura árabe original. Um caso emblemático é o dos tais “números arábicos”, que eram criação dos hindus.
Concordo que não existe cultura isolada, etc, nem nego contribuições árabes, o que digo só é que a religião islâmica em si se arvora ter trazido muito mais coisas do que realmente trouxe, e me incomoda que seus apólogos posem de portadores do iluminismo e tal, quando hoje tudo o que oferecem são homens-bomba e clitóris extirpados.
Nazi-Sionismo
Do mesmo idiota que disse que “anti-semitismo” não é igual a “anti-sionismo”. Então tá… Comparar propositalmente o nazismo com Israel é ser “esclarecido”…
Bem mr xixi, verdade seja dita, Israel não atinge o grau de crueldade nem o tamanho do massacre como era perpetuado pelos nazis alemães e imperialistas japoneses contra os chineses na Manchúria, mas isso graças aos tempos serem outros e a nossa eterna vigilância, se deixássemos correr solto…
Mr X (236),
Quem costuma confundir árabes com islamismo é o senhor.
E é um verdadeiro ABSURDO afirmar que …”hoje tudo o que oferecem são homens-bomba e clitóris extirpados”.
Preconceito em estado puro !!!
Isso merece intervenção do dono do blog.
Nasca 227, o que é intolável?
Nasca 228, intolerável não é nem o que os muçulmanos fizeram aos outros povos que conquistavam no fio da espada, mas o que fazem até hoje com suas proprias meninas: não pode!
Dino,
Em 12 anos de nazismo, os judeus praticamente desapareceram da Europa.
Em trinta anos de “ocupação”, a população “palestina” QUADRUPLICOU.
Qualquer comparação é esdrúxula.
E digo mais: procure se informar sobre as condições de vida do pessoal nas favelas do Egito ou outros países árabes (acha que não tem favela por lá?). As condições de vida lá são BEM PIORES do que em Gaza. Em Gaza ao menos tem água tratada, e eletricidade cortesia de Israel.
A diferença é que não dá pra culpar a “opressão israelense” pela situação nas favelas árabes, então o negócio é falar de Gaza (que aliás nem está mais sob “ocupação” como se fosse o inferno na Terra. Não é, longe disso.
Alias, é comum entre os inimigos do ocidente e de Israel a referencia ao passado árabe para desculpar “qualquer coisa”.
Mas a questão é bem simples. Como é que uma cultura que já foi a mais refinada do mundo (em determinado período) descambou nessa merda que se vê hoje?
Os árabes que funcionam são os ocidentalizados, os cristãos, os que migraram para o Brasil, por exemplo. A cultura árabe é completamente disfuncional , incompatível com o século21. Daí as tentativas que elesfazem esporadicamente de “abrir”, quando são logo duramente rechaçados. Que que um imâ tem a oferecer ao mundo hoje em dia? Nada que preste.
E o nasca, (nada será como ants) rpetende que tudo fique como está, desde que se trate de árabes, muçulmanos ditadores marxistas. Da um tempo….
Nasca,
Não sei, com o que os muçulmanos de hoje (não falo de séculos atrás, as de hoje) estão contribuindo ao mundo? Ciência? Literatura? Cultura? Arte?
Bom, talvez tenha um que outro escritor (que é perseguido pelos fundamentalistas, como Omar Pahmuk ou Talima Nasrim), ou censurado pelo regime iraniano (como o Kiarostami).
Já os homens-bomba estão em tudo que é lugar, não deixa de ser uma inovação. Os Alquedistas já inovaram com o cachorro-bomba, o sapato-bomba, o garoto-com- síndrome-de-Down-bomba, etc.
Senhor Chesterton (240),
“Intolável” é o que se costuma chamar de erro de digitação que, no caso, foi por mim corrigido no espaço seguinte, de # 228. Entendeu ?
Mas, usando de sua prática de neologismos e de sua afirmada condição de médico, bem poderia significar a situação ou condição de alguém imune à prática de “tolices”. Ou, ainda, a salvaguarda contra comentários de tolos.
e mais, os refinados islamitas foram mortos e continuam sendo mortos e perseguidos pelos animais que dominam hoje radicalmente o mundo islâmico. Que espécie de argumentação é essa? Usar os méritos dos inimigos que acabou de matar em proveito próprio..
Senhor Chesterton (243),
Não pretendo que …” tudo fique como está”, em se tratando de árabes, muçulmanos ou o que seja.
Ao contrário, sou adepto das mudanças permanentes, inclusive em respeito à natureza das coisas e do universo.
Também não defendo qualquer religião, pois sou ateu.
Sua incompreensão de meus pontos-de-vista e apoios políticos decorre de conhecimento deficiente do que vem a ser ação política. Tem muito a ver com estratégia e tática.
Ao contrário, sou adepto das mudanças permanentes, inclusive em respeito à natureza das coisas e do universo.
chest- claro, claro, você é um mestre tátcio….vá lamber sab”ao. Quer dizer que a natureza das coisas e do universo estão aptas a mudanças….mas você não tem idéia dos disparates que diz?
chest- claro, claro, você é um mestre tático….vá lamber sabão. Quer dizer que a natureza das coisas e do universo estão aptas a mudanças….mas você não tem idéia dos disparates que diz?
Identifico um candidato a revlolucionário neo-comunista como você à distância. Inclusive seu discurso “dialético” é mais velho que mijar para baixo. Iguais já vi passar dezenas…..
Xi, acho que o Nada tomou ácido de novo, kkkk.
Senhor Chesterton (248 , 249),
Suas palavras constituem piadas muito engraçadas.
Há não muito tempo, pessoas de seu tipo eram chamadas de folclóricas.
Me divirto muito com suas “pérolas”.
Nasca, não pare, dê-nos mais alegrias vamos, continue…..
fazia tempo que não aparecia um “verdadeiro bolchevique” por aqui…..
que pena, sumiu….
Pausa para refeição marxista. Provavelmente filet com fritas e pão francês.
As fritas, em homenagem aos incas. Se pudesse, tomaria uma dose de “chicha blanca” , como aperitivo.
Saudações revolucionárias a todos !
e o filet em homenagem a quem, aos latifundiarios criadores de gado? Ou você acha que tem carne para comer em Cuba? Ou existia carne para comer na URSS e seus satelites. No inicio dos anos 80, acompanhei um tio que recebia um pessoal da Tchecoslovaquia para comprar e vender máquinas. Numa churrascaria eles confessaram, comeram mais carne num dia que na década passada inteira. E olha que lá, quando tinha, era enlatada.
Passei quase 6 anos na ex-URSS vivendo em republica estudantil e comprando em mercados e feiras livres, sempre comi, carne de boi, frango (inclusive brasileiro) e peixe quando quis e quanto quis… As deficiências existiam, mas não dessa ordem, comida nunca faltou e nunca vi ninguém com fome e ou desnutrido, muito pelo contrario eu tenho 1,82m e sempre pareci um anão por lá…
Os tchecos então, alem de terem uma industria alimentícia muito mais desenvolvida que a russa, tem as mulheres mais lindas do mundo…(depois das brasileiras é lógico)
Dino, ex-URSS= Russia, pelo jeito você não pegou os anos bolcheviques.
Explique-se, o que vem a ser “anos bolcheviques” em sua confusa mente? A guerra civil? Acredito que você também não, meu caro Matusalém…
Churrasco não existe até hoje em boa parte do mundo… Questão de cultura e característica regional, sabe como é né?
218 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/Fevereiro/2008 às 8:24
“….enclave de civilização no meio da barbaridade que é o mundo islamico.”
O Chupacabra nao tem a mínima pelota do que fala. É tao ignorante que nao tem a mínima idéia do que foi e o que é o mundo e a civilizaçao islâmica. Mundo islâmico pra esse tapado sao os fundamentalistas islâmicos que sao uma minoria dentro do Islamismo.
Vai ser pedante assim lá na caixa-prego…
bolcheviques são os anos até a revolução na qual Gorbatchev libertou a Russia . Grande gobby.
Caramujo-Shazan, me conte as maravilhas islamicas de hoje em dia. Uma coisinha só que não seja uma dsgraça. Conte-nos Shazam.
Chupacabra: Conte-nos também as maravilhas que o enclave sionista trouxe ao Oriente Médio. “Uma coisinha só que nao seja uma desgraça” para o povo palestino. Conte-nos, general da banda.
Olha lá uma historinha. Meu avô tinha um amigo alemão em Blumenau que tinha sido guardinha do campo de Belsen..quando os ingleses libertaram o campo ele foi preso e solto seis meses depois….aí veio por Brasil e ficou trabalhando numa madereira até se aposentar e morreu já velho (80 anos) de causas naturais, digamos, sem sofrimento. Era um Hans feinho, baixinho e não falava nunca sobre os anos de chumbo…mas as vezes dizia que seis anos na vida é pouco tempo e as pessoas conseguem esquecer.
Desculpe marujo, mas sou obrigado a discordar de você. Israel ao contrario dos países árabes da região, desenvolveu tecnologia de ponta em diversos segmentos que irei te citar abaixo para sua ciência:
- Tecnologia nuclear com a construção de algumas bombas atômicas
- Eletrônica, usada em radio comunicações militares e segurança.
- Lapidação de diamantes que vem daquele povo que tem como “habitat” a África (tudo nos conforme).
- Armamentos militares tipo: carros de combate, pistolas, metralhadoras e fuzis.
Viu como você está errado?
Dino e Marcos Araujo,
que tal o Aaron Ciechanover, premio nobel de quimica em 2004 ? ou o Daniel Kahneman, premio nobel de economia em 2002 ? Isso so para citar os que nasceram em Israel…. se for para citar os que nasceram em outros paises e hoje em dia moram em Israel…
Da pra citar algum arabe ganhador de premio Nobel (que nao seja literatura) ?
Viuje! O Brasuca não tem nenhum premio Nobel! Nem de literatura… Seriamos uma sub-raça imunda? Snif, snif… Vocês estão aceitando novos membros nessa religião aí de vocês? Não quero ser um ogro… (já sou circuncidado).
Muito bom o artigo desse Blog portugues. De fato a Europa precisa superar essa sua “dependencia” pelo holocausto e essa banalizacäo do mesmo.
O que aconteceu na Europa durante o período do regime nazista da Alemanha é um fato único na história da humanidade. Todos os acontecimentos que se passaram aqui nos anos de 1933-45 näo tem paralelo possível, em relacäo as proporcöes em que se deram, ao modo como se deram, a maneira como foram executados. Da forma como foi, nunca aconteceu antes e nunca acontecerá novamente( näo há outro momento histórico em que a barbárie atingiu tamanho grau de eficacia e isso entre nacöes ditas as mais civilizadas).
Por isso näo se pode banalizar tais fatos. Ou mesmo lidar com eles de forma leviana.
Porém já passou da hora da Europa encarar racionalmente o holocausto. Entender o que ocorreu, assumir as culpas e erros de cada um( näo foi só culpa da Alemanha, como bem disse o artigo), aprender com esse erros para que fatos sequer parecidos com aqueles se repitam na Europa, e entäo seguir adiante.
Sobre a discussäo- países arábes x Israel, que se formou aqui nos comentários, creio que foge do tema tratado no Post.
RW in Miami,
Vale registrar que Daniel Kahneman, Nobel de economia de 2002, não é economista. É psicólogo, e seu trabalho premiado tem a ver com o desenvolvimento de um modelo que antecipa o comportamento de operadores de bolsa de valores.
Também vale lembrar que só a Universidade Hebraica produziu 4 ganhadores do Nobel em menos de 10 anos.
E que aproximadamente 20% dos alunos e professores dessa universidade são árabes.
Elias,
Que o diga a Intel… :-)
http://seattletimes.nwsource.com/html/businesstechnology/2003658346_intelisrael09.html
Um dos principais especialista da Intel por sinal é brasileiro que foi para Israel adolescente e não mais voltou mas ainda assim encara uma feijoada. :-)
RW em Miami: Rapaz, bem sei que existem judeus que foram e sao gênios - e os admiro. E quantos mais, melhor. Ganha a raça humana. Porém, o assunto que abordei é outra coisa. Trata-se da minha resposta à afirmaçao do Chupacabra das benesses - que ele nao conseguiu e nem conseguirá descrever - trazidas ao Oriente Médio pelo tal “enclave de civilizaçao”, aka Israel, por lá.
Acho que o Dino aí acima descreveu bem a coisa…
Quanto a fugir do assunto do post do Doria (vide o Uli no 269), informe que meu primeiro comentário, e vários outros, foram justamente sobre o Holocausto do judeus e o genocídio de outros povos. O problema aqui, Uli, é que, cada vez que o Doria publica um artigo sobre o Israel ou judeus, a coisa descamba para o combate de idéias Israel X palestinos. O que, afinal, nao é tao ruim assim, mesmo que fuja ao propósito inicial do post do Doria.
E lá vem gente listando premios Nobel (a maioria ganho por vários judeus AMERICANOS ou vivendo nos USA, como se isso levasse algum benefício importante ao Oriente Médio como um todo.
Pô, que sacanaggggggggggg……….
Hoje já terça feira e até agora nenhum kibe foi mandado pras virgens nessa semana.
Tá faltando kibe ou tá faltando virgem?
MrXucro, cada vez mais xucro!!
Existiam árabes na Palestina. Vamos contentar o MrXucro, senão ele entra em parafuso. Então, os árabes da Palestina, “tiveram que sair de lá”, porque os judeus que vinham da Europa, precisavam construir o seu país, que passou a se chamar “Israel”.
Sobre o primeiro comentário da confetti:
Põe excessivo nisso!! É coisa de maluco, de Fanático!!
dE GENIOS E POVOS…..A CHINESSADA DOS eua É A MAIOR ONDA DE GENIALIDADE DA ATUALIDADE!
sEM PRECONCEITOS……EM TODAS AS MODALIDADES!
Moisés,
Havia árabes, havia judeus na “Palestina”. (Nem todos os judeus vieram “da Europa”, como você preconceituosamente fala, muitos vieram dos países árabes - aliás a maioria dos árabes que passaram a morar na “Palestina” quando começou a haver trabalho por causa da chegada dos colonos judeus, também vieram de outros lugares, as pessoas migram, se mexem, sabia?)
Well, o que mudou nesse tempo?
Ainda há árabes, ainda há judeus. A diferença é que os judeus construíram um país, e os árabes estão até hoje chorando as pitangas porque não aceitaram o acordo de 1948 nem o de Oslo nem nenhum outro acordo, sempre se lamentam que não tem um país exatamente do tamanho que querem e colocando bombas e vivendo na desgraça e tocando fogo na biblioteca da YMCA e se matando entre si e, quer saber? Acho que vão continuar assim por outros 500 anos. São um bando de losers, como você.
O Mr.Xucro só não explica porque que os árabes da Palestina tiveram que se retirar daquelas terras em 1948.
Pedro,
Dá próxima, publica aí alguma cosia sobre o genocídio armênio. Até hoje o governo turco não admite esse assassinato em massa perpetrado pelos otomanos no início do século XX. O mais interessante é que o governo de ISRAEL, também, não se posiciona sobre isto.
RW,
Não precisa ser arrogante. Não dá para comparar. Os judeus, sempre beberam das fontes ocidentais. Eles eram europeus; sem contar o fato de que sempre foram um povo dedicado aos estudos. Isso é mérito deles.
Os árabes, até o final da segunda guerra, viviam sob domínio otomano, com pouco contato com o ocidente. É bem diferente. Pura bobagem ficar fazendo esse tipo de comparação.
Para encerrar em clima de confraternização, vamos nos lembrar de que na Idade Média, na Andaluzia, muçulmanos, cristãos e judeus, construíram uma das mais ricas civilizações. Os próprios judeus reconhecem esse período como O Período de Ouro do Judaísmo.
da série tem sempre espaço para mais revisionismo.
“Os judeus, sempre beberam das fontes ocidentais. Eles eram europeus“
“Os judeus, sempre beberam das fontes ocidentais. Eles eram europeus”.
Na verdade esta frase não é revisionismo, ela não passa de desconhecimento do nobre colega comentarista na minha nova “teoria da evolução catalisada da espécie humana”. Que é baseada na teoria de Darwin, o original (não o que comenta aqui no blog) só que de modo acelerado. Essa teoria explica de modo detalhado como o povo Hebreu, na Etiópia, por exemplo, ficou moreno, basicamente negro de tanto tomar sol, e pela falta do mesmo ficaram louros de olhos azuis no norte da Europa e do leste, mantendo um grau altíssimo de assimilação cultural (ao contrario desses árabes bárbaros que se fecham em guetos) isso tudo sem se misturarem geneticamente à população local para que mantivessem a população homogênea das 12 tribos esperando o dia que voltassem a terra prometida. O mais importante é que todos os povos para onde os hebreus se exilaram os receberam amistosamente e aceitaram as condições imposta pelos exilados, pois sabiam que eram gente muito culta e que em breve (cerca de 2000 anos depois) iriam ganhar vários prêmios Nobel.
Marcos,
“Benesses ao Oriente Médio” proporcionadas por Israel?
Veja, cada país deve, em primeiro lugar, fazer por si e por seu povo. Depois, conforme for, deve ajudar a quem possa, necessite e queira.
Israel está nessa, como um monte de outros países. Volta e meia, alguém consegue fazer algo que extrapola de muito os limites de seu país. Melhor, ainda.
Jovens israelenses pesquisadores da Motorola inventaram o telefone celular. Hoje, a geringonça é usada por muita gente fora de Israel, né? Além do mais, agora tem um monte de gente ganhando dinheiro — como empregador ou empregado — graças à telefonia celular, não é?
A mesma coisa pode ser dita sobre o protocolo IP (finalmente, um protocolo feito por judeus!), o anti-vírus, etc.
Vamos ao outro lado.
A partir de 1974, os países árabes produtores de petróleo passaram a acumular reservas de US$ 64 bilhões. Os assim chamados “petrodólares”.
Agora, passados 34 anos, o que melhorou para a população em geral desses países, fora dos estreitos círculos da aristocracia petroleira?
Quase nada, não é?
O analfabetismo não recuou, as condições estruturais de vida, de modo geral, até pioraram, as taxas de morbidade e mortalidade — infantil inclusa — não se mexeram, e assim por diante.
Não foi por falta de meios, certamente.
Ficar passando a conta para os outros certamente que não é a melhor solução.
264, tecnologia, luz elétrica, gaz, hospitais de primeira linha, democracia, industrias de ponta, essas coisinhas que a civilização ocidental inventou…
Em parte dou razão ao Elias. Não apenas os judeus, mas todos os povos que tem tradição cultural ocidental, ou que souberam assimilar os conhecimentos e a filosofia do ocidente fizeram grandes progressos científicos e tecnológicos. Não se trata de superioridade racial e outras bobagens. Vamos pegar um exemplo bem extremo. Daria para esperar que indígenas aqui do Brasil, ou se outro lugar (sem demérito algum para com esse povo que tem, ao seu modo, uma cultura riquíssima) fizessem progressos científicos e tecnológicos desse tipo? Os judeus europeus, ninguém pode negar, por tradição, sempre se esforçaram para serem os melhores alunos, os melhores profissionais e etc. É tradição que vem de longe, de família. É coisa de europeu, também. Já viram algum judeu falacha ou árabe, antes da criação de Israel, se destacar nessas áreas científicas? Só acho pedantismo e arrogância ficar se gabando, ao dizer os judeus são os melhores e coisa e tal.
você quer que eles finjam inferioridade?
Não jumento, simplesmente é gente como qualquer um bosta de ser humano, que unidos pela religião e ideal sionista resolveram foder outro povo ao extremo. Não sei se dá para uma pessoa com o raciocínio tão tacanho como o seu notar, que a fonte da segregação racial nazista é exatamente essa, de haver raças mais inteligentes e especiais que outras.
Chesterton,
Fingir inferioridade é bem diferente de ter humildade.
Entre fingir inferioridade e se gabar ao extremo, zombando de outros povos, existem uma série de posturas que poderiam ser adotadas.
Pra finalizar,
Não tenho problema nenhum em admitir que o holocausto foi a maior barbaridade cometida contra seres humanos. Não dá pra conceber que uma nação da EUROPA CIVILIZADA como a Alemanha, tenha praticado está barbárie. Isso nunca será esquecido.
PS: Mais uma vez pediria ao Pedro Dória que colocasse algum texto, tratando do genocídio armênio, poxa vida!! Eles também sofreram pacas!!
Moisés,
Não é que os judeus sejam melhores. Mas a Universidade Hebraica é danada de boa. Ela recruta o que há de melhor, inclusive entre os árabes.
Güenta só mais um pouco, e você verá cientistas árabes, saídos da Hebraica, dando o maior show de bola. Pelo que ouvi dizer, tem uns carinhas lá, árabes, jogando um bolão.
Elias,
Tomara mesmo!!!
Eu quero mais é ver árabes e judeus convivendo, miscigenando e interagindo, em um único país!!! Um país laico. Sempre pensei assim. Não adianta demonizar um ou outro. Temos que, antes compreender a história. Não podemos negar que os judeus sempre foram vítimas de perseguições e preconceitos. Não podemos negar, também, que os palestinos foram tremendamente injustiçados, quando da criação de Israel. Temos, sim, que recorrer à história para ver, por exemplo, como árabes, judeus e europeus, souberam construir uma das civilizações mais belas que já existiu: “Al Andaluz”. A Era de Ouro do Judaísmo, como os próprios judeus reconhecem. Se conseguiram no passado, por que não agora?
Moisés e Elías. A era de ouro do Judaísmo é parte de uma recordação ligada ao arabismo que culminou com a tomada do estreito de Gibraltar (que separava a península Ibérica da Africa). Esse feito, embora meio esquecido, marcou profundamente a história do judaísmo devido a atitude do general mouro (muçulmano) não permitir que os judeus continuassem sendo martirizados pelos cristãos (que habitavam Portugal e Espanha) como até então vinha sendo feito .
Alias isso é uma demonstração que os Iranianos e também os árabes, não reconhecem a história do modo como esta sendo usada ( incluindo o holocausto ) para endossar a criação do estado de Israel na Palestina.
Quando eu era criança achava que os nazistas eram maus e o judeus, bonzinhos. Hoje vejo que não é bem assim, se olharmos a História (que os judeus, donos da mídia mundial, tentam encobrir), percebo que eles (os judeus) foram os maiores assassinos da Terra. Quem discorda acesse http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2005/05/317192.shtml, lá poderão ler as atrocidades que os “judeus bonzinhos” fizeram e fazem com os gentios (não judeus).