Mitt Romney pediu o chapéu. Restam no jogo, além de McCain, Mike Huckabee e Ron Paul.
Nenhum tem sequer a mais vaga chance de ultrapassar o primeiro lugar.
Pedro Doria | Weblogum pouco do mundo, todos os dias |
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Mitt Romney pediu o chapéu. Restam no jogo, além de McCain, Mike Huckabee e Ron Paul.
Nenhum tem sequer a mais vaga chance de ultrapassar o primeiro lugar.
Tags: EUA
Ou seja, é melhor Obama e/ou Clinton resolverem logo essa parada, senão a coisa pode complicar para os Democratas…
rara, eu ! o proximo presidente americano sera mrs hillary clinton !!
ah darw, esse lugar é meu ((
A dúvida agora é quem é o vice. Huckabee? Rudy?
E se ele vai enfrentar Hillary ou Obama. Ou os dois (em chapa única, o que parece cada vez mais difícil, pois o Obama tá grandão demais pra se conformar em ser vice dos Clinton).
Dá-lhe McCain! Aliás, dizem que ele é velho por ter 72 anos, mas sua mãe tem 96 e dizem que ele escuta todos seus conselhos políticos, kkkk.
meu sonho de consumo é ser coach de hillary clinton, durante toda a semana que vem….so isso …..:))))
meu outro sonho de consumo é viajar em buzness class com chose, indo pra qualquer lugar….kkkk
Cuidado confetti… Olha se a Hill ou o Bill te pegam num corredor escuro e dão vazão a seus instintos…
Kkkkk.
Desculpa, confetti! Eu sempre esqueço disso. Com todo o respeito ao Pax, vou ficar mais atento a você. :-)
Sei não, cada dia que passa vejo mais chances pro McCain. Não é minha torcida.
Caro Mr. X.
‘Xeutexplicá: vai dar Obama.
O McCain vai concorrer coisa e tal, como você sabe. Aí, bem antes da eleição oficial o Obama vai fazer um discurso como daquele último (”Yes we can”) e todos vão se emocionar, inclusive ele.
O discurso deve estar sendo preparado nesse momento. Lembra dos finais dos filmes americanos quando o carinha que se ferrou o filme inteiro pede a palavra e todos aqueles que discordavam veementemente dele passam a concordar? Então. Americano gosta disso, e pelo que indica o sapo barbudo, o brasileiro também.
Gosto do Obama. Torço por ele.
painho no blog
Reitero, mais uma vez: Se a Billary for a candidata do partido democrata a presidência, o McCain despedaça, come e engole. E é justamente isto que vai acontecer; os democratas sao mestres em dar tiro no próprio pé.
A boa chapa seria Obama presidente/Billary vice, mas isto nao irá acontecer.
E’, finalmente o McCain consegue ser candidato. E o que se ouve por aqui e’ que ele ate’ pode levar se o candidato democrata for a Hillary. Ela polariza tanto as opinioes que periga alienar parte dos democratas, que nao teriam pudores em votar em um republicano mais “light” como o McCain.
Eu sei lá, acho que vai dar republicano na cabeça.
A fatia WASP do eleitorado americano, na minha opinião, vai votar republicano só pra não dar o gosto pros negros ou mulheres de colocar um representante na Casa Branca.
Taí, o RW e eu vamos pro mesmo rumo. E a Sabrina está cheia de razao no 2° parágrafo. Porém, o ticket Obama/Billary será duro de bater. Se acontecer, nao tem pro McCain. EM GERAL, mulheres, negros, mulatos, os jovens (massivamente) e mesmo alguns republicanos e outros WASPS votarao no Obama/Billary.
Quanto aos rednecks americanos, estao ficarao órfaos com um McCain na chapa republicana. Mas, se a chapa for McCain/Huckabee, os born again christians e os rednecks votarao neles (e aí o páreo nao será fácil para o Obama/Billary)
ou nao sairao pra votar.
Essa eleição vai dar uma boa mostra do quanto a fatia WASP é importante para o eleitorado americano. Interessante foi o Obama ter tido boas votações entre os mais jovens nos estados do Sul, talvez os mais novos não sejam tão racistas quanto seus antepassados.
até ao lavar dos cestos é vindima… o Bloomberg entra na corrida em Agosto e ganha….
O problema do Obama não é ser negro, ele daria um ótimo candidato Republicano, eu acharia ótimo. O problema dele são suas idéias socialistas, abortistas, pacifistas, estatistas, reducionistas, relativistas, pára-quedistas, etc etc etc
Bem, como disse o Marcos acho que os rednecks e conservadores em geral vão ser os grandes orfãos dessa eleição. E sua orfandade pode mudar o jogo.
Pessoalmente gosto do Mcain.
PD,
Dá pra sair uma análise, ainda que prospectiva, da posição desse pessoal que ainda está no páreo em relação à América Latina de modo geral, e ao Brasil em particular?
A meu pensar, um presidente democrata privilegiaria o crescimento econômico, o que pode ser bom para as exportações brasileiras.
Por outro lado, os democratas têm a tradição do protecionismo, o que pode ser péssimo para o Brasil (e geralmente é).
Já os republicanos têm a tradição do pé-frio econômico. Um republicano na presidência acaba em recessão, mais cedo ou mais tarde. Os republicanos sempre arranjam um jeito de ferrar com tudo. E isso é pior, ainda, pra todo mundo.
O melhor para o Brasil seria um democrata mandando ver no crescimento econômico, mas sem o peculiar ranço protecionista. Ao que parece, madame Clinton tem esse ranço de estimação dormindo junto à sua cama, vitaminado com ração de jumento, como os comunistas do Mr X.
E o Obama? E o MacCain (ele é descendente daquele cara que matou o irmão)?
elias, mrs clinton é smart e open mind, ela vai pensar antes de continuar o “ranço protecionista” ! nao é por corporatismo feminino, mas uma mulher no comando americano pode mudar muita coisa ! sobretudo pq o leadership dos usa esta no fim….agora tem que contar com a china, a europa, a india, o brasil, a russia…hillary sabe disso….seria interessante ela e obama dirigindo
Elias, ainda é cedo para dizer – não tenho informação o suficiente. Essa história de que os democratas são ‘protecionistas’ e os republicanos, não, acabou. Esse velho Partido Democrata não existe mais – seu candidato era o Edwards e ele se foi. Tanto Hillary quanto Obama tem em suas campanhas gente que foi da equipe econômica do Clinton. É tudo gente que acredita em livre comércio, seja para o bem, seja para o mal.
Vai ter muito dinheiro rolando para combustível alternativo. Agora, veja, o lobby dos produtores de milho é forte. Não sei como os novos presidentes vão lidar com ele.
O Bush fez um governo particularmente protecionista. A tendência do McCain era de seguir para o rumo oposto, mas ele tem dado sinais de aproximação com a banda Bush do partido. Enfim… é cedo. Mas eu torceria prum democrata.
Eu também.
Salvo engano, no segundo mandato Clinton agravou-se uma pendenga entre os EUA e o Brasil na OMC. Pendenga que se manteve agravada por toda a era Bush.
Naquela época, a questão era a ALCA. Os EUA queriam a ALCA, mas o conceito de “livre comércio” que eles traziam só tinha de “livre” o apelido.
O tal conceito não se aplicava a vários dos mais importantes itens da pauta de exportações brasileiras. Exatamente os itens onde o Brasil era mais competitivo que os EUA (siderurgia, cítricos, etc).
Mais ou menos como num jogo de futebol onde, se um zagueiro brasileiro pegasse a bola com as mãos dentro de sua pequena área, seria pênalti. Já se um zagueiro americano fizesse o mesmo, não seria.
Aí a brincadeira não prosperou. Do lado de cá, claro, não faltou maluquete achando que isso se devia à babaquice brasileira de resistir à aplicação da cartilha liberal, etc e tal.
A verdade é que o buraco era — e ainda é — em outro lugar.
Não sei como os candidatos americanos estão vendo esse treco. Nos últimos anos, a agenda deles se voltou totalmente pra terrorismo, Afeganistão, Iraque, etc., e a integração com a América Latina foi deixada de lado.
Ao mesmo tempo, porém, a gringolândia reduziu drasticamente as importações de calçados brasileiros, p.ex., dando preferência aos produtos chineses que, além da qualidade inferior, estão contaminados por subsídios que o mandarinato nem tenta disfarçar.
Ou seja: os chineses podem. Já o Brasil…
Por causa disso, boa parte da indústria de calçados brasileiros foi detonada, sobrando o desemprego para milhares de pessoas.
Exatamente o que eles diziam que aconteceria com os empregados siderúrgicos norte-americanos, se eles abrissem as portas para o Brasil, na ALCA.
O mesmo aconteceu com vários outros setores das exportações brasileiras.
Vai daí que passei a achar que os EUA usaram — e usam — a China TAMBÉM pra forçar o Brasil a abrir de vez as perninhas na OMC.
Isso é que, segundo penso, levou o Lula a atuar como caixeiro viajante, tentando abrir oportunidades de negócio em países com algum tipo contencioso com os EUA. O tal “mercado alternativo”. Para a Venezuela, p.ex., as exportações brasileiras cresceram de US$ 600 milhões em 2002 para US$ 3 bilhões em 2005.
Não cobre o estrago feito pelos chineses, mas ajuda a minimizar.
Sempre simpatizei mais com os democratas e, agora, até que torço pelo Obama. Mas gostaria de saber o que passa pela cabeça desse cara com relação ao Brasil.
Se for pra fazer o que fizeram seus antecessores, em relação ao nosso país — Clinton incluso — ele que vá roçar nas ostras.
Elias,
Concordo com cada palavra. De nada nos adianta especular sobre quem será o próximo presidente, se não tivermos claro qual o compromisso de cada candidato para a América Latina.
Com relação não só aos sapatos, mas à soja, houve uma queda de quase 90% nas exportações para lá. E isso tem sido compensado por exportações para vários países, o que me parece mesmo o comportamento mais sensato, como já escrevi por aqui.
Agora, o simpático Obama foi bastante enérgico opondo-se ao etanol de cana, por mais que o lobby dos produtores de álcool de milho sejam fortes..
Vai daí…
Hoje saiu um artigo do Der Spiegel, no UOL, falando que, na verdade, no frigir dos ovos, a posição dos três principais candidatos sobre política externa, não muda muito, apesar de hoje os democratas declararem desejar encerrar o conflito no Iraque, ao contrário de McCain.
Alguns trechinhos:
“De fato, quando chegar a realidade do governo, é possível que até os democratas rapidamente busquem razões para não retirar as tropas tão rapidamente. “Eles terão que explicar como planejam estabilizar o arco da crise que é o grande Oriente Médio”, diz Will Marshall, presidente do Instituto de Política Progressiva, um centro de estudos com tendências democratas.”…
“Todos os candidatos tornaram a melhoria da situação no Afeganistão um pilar de sua política externa. Isso vai requerer mais atenção, não menos; mais soldados, não menos; mais ajuda dos aliados europeus, não menos. Como a controvérsia sobre a carta do secretário de defesa Robert Gates ao ministro de defesa alemão Franz Josef Jung e outros aliados deixou claro, a vontade nos EUA, até entre os democratas, é fazer os europeus carregarem mais peso da guerra no Afeganistão. Os alemães, que estão sentindo (e rejeitando) a pressão de Washington mais do que os outros, não devem esperar uma postura mais tranqüila de um presidente democrata. De fato, se o pedido vier de alguém na Casa Branca que de fato gostem, talvez seja mais difícil dizer não do que era para Bush, gerando uma crise para o governo de coalizão da chanceler Angela Merkel e seu partido conservador cristão democrata e a centro-esquerda social-democrata.”