Ao longo do dia de ontem, o governo do Chade resistiu ao segundo ataque brutal dos rebeldes à capital, N’Djamena. O primeiro havia sido no sábado. Não é a primeira vez que a ditadura do general Idriss Déby sofre um ataque. Da última, em 2006, os rebeldes foram espantados por caças Mirage franceses que abriram fogo contra as colunas rebeldes. Acontece que o governo Nicolas Sarkozy mudou sua política externa – prefere não intervir.
Isto talvez seja um problema.
Foi também ontem que Bernard Kouchner, o ministro das relações exteriores francês, veterano fundador da ong Médicos sem Fronteiras, se preparava para comemorar duas vitórias. O governo do Sudão enfim concordou com o envio de 26.000 soldados das Forças de Paz da ONU, os ‘capacetes azuis’, para a região de Darfur. E seu retrato esteve, domingo, na capa da prestigiosa e influente revista dominical do New York Times: Kouchner, o estadista sem fronteiras. O homem certo no local certo.
A confusão no Chade não permitirá que ele abra um único champanhe no Quay d’Orsay, seu local de trabalho. Trabalho, aliás, que começou a ficar particularmente mais complicado.
Dá para explicar compreendendo o mapa: o Chade fica logo abaixo da Líbia, cravado no centro geográfico do continente africano. A leste, fica o Sudão. A região de fronteira entre os dois países é justamente Darfur, onde acontece há alguns anos um dos maiores desastres humanitários do planeta. Lá, grupos humanitários dizem que o genocídio vem porque o governo central quer expulsar a população que vive no terreno desértico rico em petróleo. E não é à toa que os rebeldes engajados em derrubar o general Déby são financiados pelo governo do Sudão.
Afinal, como no Sudão, há petróleo no Chade naquela exata região.
A produção é recente. Em 2000, foi construído um oleoduto operado pela Exxon Mobil e financiado pelo Banco Mundial que leva combustível do Chade até o Golfo da Guiné, na costa do Atlântico, atravessando os Camarões. Era um projeto experimental e a produção do país só teve início em 2003. A contrapartida é que o dinheiro do petróleo seria depositado numa conta corrente em Londres gerenciada por uma organização independente. O Bird financiava o projeto mas o dinheiro do petróleo deveria servir ao combate à pobreza no país. Segundo dados do governo norte-americano, 80% da população está abaixo da linha da pobreza.
Em 2005, a ong Transparência Internacional declarou que o Chade é o país mais corrupto do mundo.
Déby chegou ao poder em 1990, derrubando o ditador Hissène Habré e implantando um regime de reconciliação e transição democrática. Uma constituição foi aprovada e, em 1996, Déby foi reconfirmado no poder pelo voto em eleições multipartidárias. Reelegeu-se em 2001. E, com a justificativa de que a pressão dos rebeldes era grande demais, livrou-se da constituição que impunha um limite de dois mandatos para concorrer – desta vez sozinho – em 2006. No mesmo ano, mudou as regras do jogo do oleoduto e passou a usar o dinheiro do lucro petroleiro para comprar armas. Uma típica história africana.
Este, 2006, é um ano chave. O governo francês afastou os rebeldes com seus caças, Déby rompeu relações com o Banco Mundial e o Sudão, mudou a constituição e reconheceu oficialmente a República Popular da China com quem começou de presto a negociar. Quem, afinal, precisa do Banco Mundial com um parceiro desses – os chineses sempre aparecem nestas horas.
Agora em dezembro, os dois principais grupos rebeldes se uniram. São a Mudança, Unidade e Democracia, liderada por dois jovens sobrinhos de Déby (a questão também é familiar) e o Grupo pela Democracia e Liberdade, comandada por Mahamat Nouri, que até princípios de dezembro era o ministro da defesa do Chade. Quando não estão em guerra, os dois grupos montam acampamento em Darfur, enquanto as milícias sudanesas janjaweed cometem seu genocídio no entorno.
O acordo assinado ontem pela ONU e negociado com os franceses é para enviar os capacetes azuis para esta região. O território seguro no qual teriam sede era o Chade. Mal assinado o acordo, não há mais território seguro.
O problema de Kouchner é que ele escolheu a crise humanitária em Darfur como símbolo de sua política externa. E bate na tecla da não intervenção, um forte contraste perante a doutrina Bush, como aquilo que a França oferece ao mundo. Ele já ofereceu asilo a Déby – a oferta foi recusada. A Líbia, que costuma se apresentar como mediadora entre Sudão e Chade, permanece cautelosa. Kouchner não descarta por completo o envio de tropas francesas para evitar que de um banho de sangue localizado nasça o caos em grande escala no centro da África.
É mais complicado que uma briga de etnias – embora, no Chade, também rivalidades étnicas floresçam. Naquela região, os bandidos estão disputando o petróleo. E a França, que manteve o país como colônia até 1960, não sabe o que fazer.
Se pode piorar? A resposta está no arremedo de país que atende pelo nome República da África Central. Darfur, parte do Sudão, faz fronteira com o Chade a oeste e com a República da África Central, localizada ao sul. Na avaliação da ONU, este é um estado fantasma sem nem mesmo os arremedos institucionais que podem dar face a um Estado nacional. Os rebeldes do Sudão e do Chade, que estão sempre por lá aprontando alguma, ainda não apareceram.
E não custa lembrar as qualidades daquele terreno desértico e infértil.






24 Comentários até agora ↓
1 Nat // 5/February/2008 às 11:47
:- )
2 Pax // 5/February/2008 às 11:56
Muito bom PD, tava faltando.
Já disse aqui e repito, uma dica de cinema documentário da melhor qualidade, Les Invisibles, de 5 grandes diretores, incluindo o Win Wenders. Dá uma excelente visão dos horrores que acontecem na África de hoje.
http://vandehugo.com/2008/01/24/ishmael-beah-nao-e-mais-um-invisivel/
3 proftel // 5/February/2008 às 12:43
Esse é o Iraque dos franceses (se eles se envolverem, o que é bem provável).
:-/
4 Boto // 5/February/2008 às 12:49
Pedro,
Eu tenho uma publicação da Legião Estrangeira francesa de 2000. Lá aparecem os legionários acampados no Chade. O cenário é imprecionante, as fotos são lindíssimas. Pelo jeito, eles sairam de lá, pois a França parece ter deixado o local. Mas eles ainda têm um forte de legionários na Eritreia.
5 Mr X // 5/February/2008 às 13:17
F***-se a África, tenho meus próprios problemas.
Kkkk. Sério, qual o problema da África? Vai dar errado assim lá na China.
6 Andre Fucs // 5/February/2008 às 13:44
po, não faz muito tempo eu estava pensando em me alistar na legião estrangeira. Fiz bem em adiar o projeto! hehehehe. :-)
7 anrafel // 5/February/2008 às 13:55
Com o fim do colonialismo, que lhe sugou até o tutano, a Áfrrica ficou entregue aos conflitos étnicos, que às vezes são utilizados como disfarce para disputas por petróleo ali, diamantes acolá e outras commodities mais adiante.
Transitando nessa conjuntura meio mundo de veteranos de guerra, mercenários que fazem o jogo dos contrabandistas e da indústria de armas.
Que essa indecisão francesa e esse pragmatismo chinês não acrescentem mais problemas a uma situação farta deles.
8 A. Wasserman // 5/February/2008 às 15:13
Geopolitical Diary: Implications of a Sarkozy Presidency
May 7, 2007 | 0200 GMT
Early returns from the second round of France’s presidential election indicate the center-right’s Nicolas Sarkozy has won, defeating Socialist Segolene Royal. The vote brings to a close a half-year election season as well as a half-decade power struggle between Sarkozy and his mentor, President Jacques Chirac. It also ends the past half-century of French foreign policy dominated by the ideology of former French President Charles de Gaulle.
De Gaulle viewed the French Republic as occupying a powerful position in global affairs, independent of either side during the Cold War. As the most recent successor to de Gaulle’s ideology, Chirac attempted to sustain this stance in the years after the Cold War’s end — implementing a series of policies that often complicated Washington-Paris relations. That period of French history — and the attendant rancor in trans-Atlantic relations — is over.
But enough about the past. What will the future — and specifically, the immediate future — bring?
The short answer is violence. Royal’s April 4 warning of impending political violence in case of a Sarkozy win was not solely a last-ditch effort to scare up some votes, but a very real prediction of what could happen. There are three power groups in France that consider such violence justifiable.
The first group comprises France’s 2.3 million farmers. Based on whose numbers you use, 40 percent to 75 percent of a French farmer’s income is provided by government subsidies.
The majority of these come from the European Union. The source of that money, the EU Common Agricultural Policy (CAP), has been enshrined in the EU budget since the multinational body’s predecessor, the European Economic Community, was formed more than 50 years ago. When the CAP disappears, the entire French way of life in the countryside will change. Faced with the prospect of destitution, the countryside will thus go up in flames.
But not today. Any decision on the CAP must be made along with the other 26 EU member states. Existing agreements mean the CAP is theoretically safe until 2013. That bit of violence will therefore be for another day.
The second group is France’s roughly 6 million Arab Muslim immigrants, most of whom hail from North Africa. These are people who have faced cultural and institutional discrimination and have been ghettoized into France’s rundown suburbs. This group got its first taste of rioting in 2005. Sarkozy has, to put it lightly, advocated a very firm hand against them. No group stands to be affected more if Sarkozy is able to implement his policies, so the real surprise in the next few days would be if France’s Muslims did not rise up in some way involving fire.
The final group is the French left, and specifically the French youth. Whereas in the United States society largely has frowned on public uprising since the American Revolution, violence against the state has become part of the French cultural mythos. The French Revolution and the subsequent Reign of Terror stand out in the French mind because they were the most extreme cases of popular violence, not the only cases. In every generation France has experienced a boiling over of rage against the state, with the most recent iteration being the student riots of 1968.
The cultural grip of those riots persists even today — something Sarkozy made much of during his campaign — intimidating the state into allowing a rich set of social benefits for the French. Ultimately, Sarkozy’s manifesto boils down to “it is time for France to get with the program” and run a tighter ship. That means less money for state spending, and dare we say, Anglo-style labor reforms.
While farmers will cause problems in the future, and Arabs will cause problems now, it is the left that will determine whether Sarkozy goes down in history as a revolutionary leader or a failed one.
France: Sarkozy and Changing Relations With Africa
June 21, 2007 | 1727 GMT
French prosecutors opened an investigation June 18 into possible embezzlement charges against several African leaders over alleged improprieties in the acquisition of luxury homes in France possibly purchased with stolen money. The accused include Presidents Denis Sassou-Nguesso of the Republic of the Congo and Omar Bongo of Gabon, along with their families. The investigation indicates shifting French priorities and foreign policy under the mandate of newly elected French President Nicolas Sarkozy. It also signals an end to the immunity African leaders enjoyed under previous French presidents and the beginning of a wider French disengagement from its former African colonies.
Analysis
Acting on legal complaints filed by two nongovernmental organizations (NGOs), prosecutors in Paris are investigating charges against the leaders of Gabon, the Republic of the Congo, Burkina Faso, Equatorial Guinea and Angola over the purchases of French luxury homes and other property with allegedly stolen or unaccounted-for money.
African leaders enjoyed full diplomatic immunity from France’s post-World War II presidents, who actively courted African interests. Most recently, African leaders enjoyed the tacit protection of former President Jacques Chirac. By contrast, newly inaugurated President Nicolas Sarkozy — who ran on a platform of reform and anti-corruption — appears intent on overhauling the relationship between France and its former colonies, a relationship that has dominated French foreign policy for the last half-century.
The first step of this plan seems to be changing the relationship between the French and African presidents. The Paris prosecutor’s office traditionally has been relatively politically independent, though it seemed to follow unspoken rules under Chirac. During that period, it appeared to prosecute cases selectively, often not pursuing politically sensitive cases. It is not clear whether Sarkozy ordered the current investigation, but certainly the tacit protection African heads of state previously enjoyed in France has been lifted. Although, as heads of state, the African leaders continue to be immune to prosecution while in office, their families — in whose names many of the suspect homes are registered — are not. Undoubtedly, the probe will target these family members as well as shell companies owned by them.
France has long coveted its ties with its former colonies in Africa as its influence waned elsewhere, clinging to them as a sign of prestige and as part of the Gaullist doctrine that dominated French foreign policy for the latter half of the 20th century. At the beginning of the 21st century, France is finding that its position as patron to Third World countries is becoming untenable due to the increasingly unacceptable political, economic and security-related situations in many of these countries.
French help previously has been indispensable in propping up undemocratic regimes in Central Africa nations, including Chad and the Central African Republic (CAR). Such places have not proven so economically beneficial for France, but Paris nevertheless supported its former colonies, partly out of a sense of obligation and partly for purposes of power projection. Crises in Chad and CAR tend to be self-contained, internal disputes with little regional impact.
France’s consistent offers of military and economic support to the embattled leaders of these countries may now be withdrawn as Sarkozy tightens France’s sphere of influence.
He is now focusing on the area around the Mediterranean where France’s core interests lie, including the former colonies of Lebanon and Algeria, where much of France’s non-European population hails from and where France’s colonial ties run deepest.
As part of this pullback, French troops — the mainstay of Cote d’Ivoire’s peacekeeping force — have begun to withdraw after a March 4 peace deal was agreed upon between President Laurent Gbagbo’s government and the leader of the rebel New Forces, Guillaume Soro. With this withdrawal, France will lose a key political and military foothold in West Africa. As French intervention in Central and West Africa becomes increasingly unpopular in France, Paris will continue to concentrate its influence closer to home, leaving French oil companies and NGOs behind to maintain a small French footprint.
Sarkozy maintained throughout his candidacy that his foreign policy objectives in Africa would revolve around immigration and trade, concentrating mostly on France’s former colonies in North Africa. He even spoke of a possible Mediterranean Union with the framework of the European Union in mind.
Sarkozy himself is wildly unpopular in many African countries. Violent protests have greeted him on his previous visits to African countries such as Mali and Benin. Moreover, Sarkozy does not have the touch or personal relationships that his predecessors maintained with many African leaders, and he is therefore not beholden to them in any way.
The investigation into the personal finances of these African leaders are a sign that they may no longer rely on the French for their political legitimacy and regime security, and the investigation could even result in domestic changes within their countries as they realize France soon might no longer be there to prop them up.
9 Moisés // 5/February/2008 às 15:24
Tá difícil, hein!!
Legal esse governo do Sudão, né!? Depois que limparam a região de Darfur, para poderem explorar o seu petróleo (sabe-se agora), acabaram aceitando o envio dos 26.000 capacetes azuis. Infelizmente, o comboio da ONU chegou tarde demais! Agora só lhe resta recolher os corpos dos milhares de civis brutalmente assassinados!!!
10 Mr X // 5/February/2008 às 15:37
Só 8 comments… Ninguém liga pro imperialismo francês. Imperialismo bom é o americano.
11 Mr X // 5/February/2008 às 15:39
Moisés,
A ONU não serve pra nada, só pra chorar pelos terroristas palestinos e alimentá-los com mingau. A única coisa que os “capacetes azuis” vão fazer lá no Sudão agora é praticar sexo com criancinhas sudanesas.
12 Zé Bush // 5/February/2008 às 15:52
well….o Sudão é um país muçulmano que promoveu a maior limpeza étnica do século 20. Hitler perde feio. Milhões foram mortos e expulsos sem contar os outros milhões que morrem de fome e Aids. A África continua atolada em disputas tribais e parece que nunca sairá disso. Na verdade, certos “países” nem deveriam existir por aquelas bandas, seguindo a denominação clássica de país, vez que não tem povo , governo e muito menos formam uma “nação” nos moldes clássicos.
Li recentemente que embora ricos em recursos minerais, a maioria é cronicamente inviável economicamente, pois a população é analfabeta, a corrupção é endêmica ,morre-se até de gripe e o povo ainda vive no nível do extrativismo.
Existe “país” africano que tem aproximadamente 40% da sua população acometida pelo vírus da Aids. Não tem futuro nenhum, a não ser viver da caridade internacional que até piora a situação, pois estimula a corrupção e os conflitos tribais que fortalecem palhaços fantasiados de general com o peito cheio de medalhinhas de tampinha de garrafa….
Sem futuro e sem saída.
13 Lucia Malla // 5/February/2008 às 16:12
Pedro, talvez vc se interesse, mas eu publiquei hoje em meu blog trechos de um email q um amigo meu que trabalha numa ONG no Chade escreveu ontem para mim. É uma visão mais pessoal da situação, mas não menos complexa nem triste.
14 Mr X // 5/February/2008 às 16:44
> “Se pode piorar”?
Tudo sempre pode piorar. Lei de Murphy, Artigo 666, Parágrafo 13.
15 Alba // 5/February/2008 às 17:24
Lucia Malla,
Obrigada pelo relato.
Realmente sabemos muito pouco sobre a Àfrica, o continente esquecido e sistematicamente espoliado. :((
Pelo que li, o ditador anterior, mantido pela França, nos tempos de Guerra Fria - desculpem, alguma coisa, Haché, está aguardando julgamento pelo Tribunal de Haia por 40.ooo mortes. É morte demais!
Soma-se a isso a descoberta de petróleo, segundo o texto do PD, e temos o paraíso da batalha dos gangsters por recursos e aí, gangster pode ser qualquer Estado nacional ou os intermediários que use.
Não vejo muita diferença da briga nas favelas, com o tráfico. Mas sou uma besta..:((
16 Alba // 5/February/2008 às 17:25
Salve, Mister!
Tô gostando de ver essa disposição, viu? :))
17 proftel // 5/February/2008 às 18:15
O assunto interessa, é curiosidade e só.
Na minha idade não há mais aquela gana de sair pelo mundo afora mas, em pintando oportunidade é bom saber onde não ir né?
hehe
18 Alba // 5/February/2008 às 18:16
E como uma contribuição o debate, um trecho tomado do “Mais” da FSP:
“Apesar da violência e da miséria, é comum ouvir que “a situação hoje é muito melhor”. Antes do atual presidente, Idriss Déby, quem governava o país era Hissène Habré, considerado um dos mais violentos ditadores da história da África.
Habré perseguiu, prendeu e torturou membros de quase todas as 200 etnias do país. Se achava que um integrante de seu governo era desleal, mandava massacrar regiões inteiras onde viviam membros da etnia do suspeito. “Um dia, os homens de Habré chegaram e incendiaram minha vila. Morreram meu irmão, a mulher e seus cinco filhos”, conta a dona-de-casa Ruth Riguilar, nascida no sul do país, onde, no início dos anos 80, a polícia de Habré matou centenas de pessoas em um episódio conhecido como “Setembro Negro”.
19 Moisés // 5/February/2008 às 19:00
Mr.X,
A ONU dá mingau para os palestinos, e os EUA dão caviar pra Israel!!
20 Alba // 5/February/2008 às 19:47
Pô, Moisés,
Eu realmente queria dicutir a questão da África (uma delas, aliás) sem ter que lembrar da questão palestina, onde, grosso modo, concordo com você, viu?
21 Moisés // 6/February/2008 às 3:07
Valeu, Alba!!!
22 Moisés // 6/February/2008 às 3:09
Eu também, Alba!! Mas o MrX começa com as suas provocações tolas e aí não dá pra ficar calado!!
Valeu, novamente!!
23 Lá e de Volta » Blog Archive » Um mundo para esquecer // 29/February/2008 às 13:04
[…] pelos EUA, no Zimbabwe de inflação superior a 100.000% ao ano e taxa de desemprego de 80%, na PQP. Aproveitem o ensejo e esqueçam a China, que também ajuda a patrocinar tudo isto enquanto ouve […]
24 Fernanda // 28/August/2008 às 11:46
Nesse mundo onde a ganância seduz a quase tosos os homens, o que mais me assusta é fato de se ter milhares de pessoas mortas, simplesmente por estarem na hora errada e no lugar errado…
Se nós não nos sensibilizarmos com o massacre alheio, o que será deste mundo?
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