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China e o medo da crise
que vem com a neve

February 1st, 2008 · · 103 Comentários

Para os padrões chineses, os números não impressionam: são 60 mortos nos últimos dias por conta das fortes nevascas que atingem o país. Mas outros números dão uma idéia do impacto. Até o momento, 1,8 milhões de pessoas tiveram que deixar suas casas nas 19 províncias atingidas; 223.000 casas foram destruídas e outras 862.000 seriamente danificadas; o prejuízo para o país, no momento, se conta em 54 bilhões de yuan – 13 bilhões de reais; é a pior crise climática em 50 anos.

Calhou de as tempestades chegarem justamente na semana de ano novo, quando gente de toda parte do país pega os trens para se reunir com a família. Com trens descarrilados ou impossibilitados de se mover, multidões se aglomeraram nas estações. O nível de frustração é violento – até porque, ver família de novo, só no ano que vem. A alta administração chinesa se viu obrigada a descer do pedestal, coisa rara, e se encontrar com o povo. Ministros e governadores pediram desculpas nos megafones num curioso ritual de humilhação; ontem, o presidente Hu Jintao passou simpaticamente em revista os trabalhadores de estrada que estão retirando neve.

O medo atual é impacto econômico. O aumento do preço de combustível e a falta de produtos como porco e carne, já vinha elevando a inflação chinesa ao longo de 2007, alcançando o nível recorde de 6%. Agora, teme-se que bata os 7%. No momento, a neve fez mais para gerar insatisfação popular num período de viagens do que qualquer outra coisa. Mas, se ela se estende, irá comprometer a produção de frutas e vegetais. Os preços de alimentos, diga-se, já estão aumentando até em cidades como Beijing, que não foram atingidas.

A última coisa que o mundo precisa, em 2008, é da China enfrentando uma crise econômica.

Tags: China

103 Comentários até agora ↓




  • 1 obnubilado // 1/February/2008 às 10:12

    estou prometendo para este ano…rsrsr

  • 2 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 10:14

    no problemo, o aquecimento global vem aí para salvar a China, certo?

  • 3 HRP....o H.Romeu Pinto Reloaded! // 1/February/2008 às 10:17

    Estava demorando para acontecer algo assim.

  • 4 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 10:31

    isto é para se ter uma ideia de como uma era glacial seria muitissimas vezes mais prejudicial a qeconomia do que um aquecimento de 0,7 graus no seculo 21.

  • 5 Antonio M // 1/February/2008 às 10:37

    E a culpa será do neoliberalismo, aquecimento global e FHC.

    A natureza não tem nada a ver com isso. Aliás, é a primeira vez que neva na China……

  • 6 nada será como antes // 1/February/2008 às 10:49

    Há algumas semanas, a pedido da confetti, escrevi comentário a respeito da iminência da “crise chinesa”.

    Ela virá, sem dúvida.

    A disparidade cambial yuan/dolar/euro é gritante, mantida artificialmente devido à continuidade da economia centro-planificada. A questão principal acerca do momento em que a crise inflacionária será mostrada depende , fundamentalmente, da capacidade de os controles (inclusive de preços) serem mantidos. Parece mera retórica, mas o Brasil do final da ditadura experimentou situação bem semelhante. A diferença, no caso chinês, é o confortável (por enquanto) superavit comercial, inexistente no Brasil daquela época.

    Porém, o mais importante é que as atuais reservas monetárias chinesas serão, em grande parte, “queimadas” na etapa seguinte. O reequilíbrio cambial tornará os produtos exportáveis não-competitivos. Assim, a China passará, rapidamente , a exportar muito menos do que na atualidade; as importações também devem cair, para acompanhar a queda de exportações ; estará formado um quadro em que a economia chinesa perderá seu ímpeto e exemplaridade.

    A inflação chinesa terá, assim como a brasileira, o caráter parcial de servir como “disfarce” do reequilíbrio dos preços relativos. A duração do período inflacionário e sua magnitude são imprevisíveis , no momento. Mas existem complicadores bastante desfavoráveis, porque fatal e simultaneamente emergirão profundas alterações na conjuntura política.

    O sistema político chinês é lento, a população é enorme, a inclusão econômica é parcial, a inflação gera maiores disparidades do que as rotineiras, de modo que a inflação não será , apenas, um problema monetário. Junto com a crise político/inflacionária haverá a emergência de uma série de conflitos associados.

    Países com problemas monetários passam, historicamente, por drásticas mutações sócio/políticas. Por que a China haveria de inaugurar uma exceção ?

    Em tempo : a crise chinesa, que certamente trará repercussões aos vizinhos asiáticos, também poderá abrir uma “janela” oportuna a alguns países africanos melhor posicionados. Nigéria, Angola, talvez o Congo (talvez), talvez Moçambique, Quênia ( se resolver os conflitos atuais, talvez Uganda, poderão se transformar em “leões” africanos , substituindo os “tigres” asiáticos.

  • 7 Douglas // 1/February/2008 às 10:54

    O “Aquecimento Global” muda temperaturas de correntes marítimas e todo o tênue ciclo climático do mundo. Não necessariamente o mundo aqueça em todos os cantos - noutros ele pode congelar mesmo.
    Prova de que algo está errado é Santa Catarina. Grande Florianópolis com vários pontos de alagamento, BR-101 interditada por queda de barreiras, alagamentos na pista… E ainda por cima o Beto Carreiro morre.

  • 8 nada será como antes // 1/February/2008 às 10:57

    Quênia(se resolver os conflitos atuais, talvez Uganda = Quênia (se resolver os conflitos atuais), talvez Uganda…

  • 9 Ricardo Cabral // 1/February/2008 às 11:16

    Meu caro Chest (# 2), por que vc insiste em se mostrar tão ignorante no assunto “aquecimento global”? Não dá para entender, de uma vez por todas, que o aquecimento não tem como resultado um aumento homogêneo de temperatura por todo o planeta, e que do que se fala é da velocidade e intensidade das variações climáticas, com a ação do homem sendo a principal variável?

    A questão não é a de ter havido ou não temperaturas mais extremas na história do planeta, até porque é evidente que a resposta é sim. A questão, repito, é a velocidade dessa variação. Exceto por eventos de outra natureza — como o tal meteorito que atingiu a Península de Yucatán, no México, há 65 milhões de anos, e que teria causado a extinção dos dinossauros —, não há registros de outra variação tão intensa. Até falei no assunto no blog do Mr. X, vou reproduzir aqui só um trecho de entrevista com um expert no tema, e que deixei por lá:

    “(…) entre a última idade do gelo e o presente, a temperatura média da Terra aumentou 7 graus centígrados. Isso levou mais de 12 mil anos para ocorrer. Em 140 anos, nós já aumentamos um décimo disso. O que preocupa é que, na velocidade com que estão ocorrendo essas mudanças do clima, os organismos não têm tempo suficiente para se adaptar e se desenvolver. Quando os processos são mais lentos, nós mesmos nos adaptamos. Uma coisa é absorver as mudanças internamente, tanto do ponto de vista biológico, no caso dos animais, quanto sob o aspecto cultural e tecnológico, no caso da humanidade. Quanto mais rápido o processo de mudança, mais agressivo ele é.

    (Entrevista com o glaciologista Jefferson Cardia Simões, único PhD no assunto aqui no Brasil).

    Espero não ter que ler mais algumas dessas tuas bobagens sobre o tema, meu caro Chest… :-)

  • 10 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 11:23

    Prova de que algo está errado é Santa Catarina. Grande Florianópolis com vários pontos de alagamento, BR-101 interditada por queda de barreiras, alagamentos na pista

    chest- realmente nunca cairam barreiras em floripa nem houve alagamentos….que novidade.

  • 11 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 11:26

    Meu caro Chest (# 2), por que vc insiste em se mostrar tão ignorante no assunto “aquecimento global”? Não dá para entender, de uma vez por todas, que o aquecimento não tem como resultado um aumento homogêneo de temperatura por todo o planeta, e que do que se fala é da velocidade e intensidade das variações climáticas, com a ação do homem sendo a principal variável?

    chest- aqui o ricardo ingenuamente confessa a trama ambientalista. Como eles viram que as previsões catastroficas de aquecimento global não se realizavam, e os dados coletados eram incompativeis com os modelos matematicos, resolverem rebatizar o movimento como “alerações climáticas”, isto é, não mais aquecimento, ams um suposto desarranjo climático.

    Qualquer criança nota que esta esparrela é uma sinuca de bico, dos not hol water, não fica em pé. Quer dizer que o clima antes permanecia inalterado?

  • 12 Pedro Doria // 1/February/2008 às 11:34

    Chesterton-Dracul- El Cid, burro você não é. Também não creio que o problema seja de desonestidade intelectual. É só tacanhice, mesmo, no sentido de teimosia. Você chega a uma conclusão por si mesmo e se fecha obtusamente a qualquer argumento contrário. Se recusa a compreender mesmo o óbvio.

    Achar que aquecimento global não existe é uma opinião anti-científica, mas é uma opinião que você tem o direito de ter. Mas, para contradizer os argumentos que garantem que há um aquecimento global, você ao menos deveria compreender minimamente o que dizem os cientistas que observam o fenômeno.

  • 13 nada será como antes // 1/February/2008 às 11:35

    Senhores,

    Lamento informar, mas o tema deste post não é “mudanças climáticas”.

    A nevasca na China é apenas pano de fundo, uma espécie de metáfora do “inverno” econômico que se aproxima.

    O assunto clima também é interessante, sem dúvida, mas este não é o caso.

  • 14 Pedro Doria // 1/February/2008 às 11:39

    nada será como antes, você tem toda razão. Desculpe.

  • 15 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 11:41

    venho acompanhando o que os cientistas dizem sobre o fenomeno e não me impressiono, nem com mestres, nem com phds.

    A única coisa que meteorologistas podem afirmar com certeza é: o clima vai mudar, se está sol, pode chover, e se está chovendo, pode fazer sol. E tenho experiência com os meteorologistas de todos aeroportos da região sudeste, inclusive tenho amigos e amigas que lá trabalham.

    Não tentem usar o clima como arma política, por que não cola.

    Não tentem transformar a vida das pessoas numa grande neurose com previsões catastrofistas que não cola.

    Não tentem tomar medidas que prejudiquem as pessoas com uma ciência que não está estabelecida … e que , como toda ciência, pode mudar de idéia (como já mudaram, lembrem do catastrofosmo congelante dos anos 70).

  • 16 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 11:42

    13, nasca, o PD entra no assunto por caminhos misterioros.

  • 17 nada será como antes // 1/February/2008 às 11:44

    Pedro Doria,

    Não há porque se desculpar.

    Sua intervenção (12) é pertinente e propícia.

  • 18 nada será como antes // 1/February/2008 às 11:49

    Senhor Chesterton (16),

    Não concordo com “caminhos misteriosos”.

    Pedro Doria escreve bem e sabe manejar assuntos , criando textos agradáveis à leitura. Quase sempre apresenta paralelos , com assuntos acessórios ao tema central.

  • 19 Ricardo Cabral // 1/February/2008 às 11:49

    nada será como antes, apesar do assunto do clima ser central neste post, é verdade o aquecimento global não é. E neste caso, a urgência dos fatos ocorridos na China, e suas conseqüências econômicas ainda difíceis de avaliar, valem mesmo que voltemos ao tema proposto, concordo com você.

  • 20 Marcelo P. // 1/February/2008 às 11:52

    Acho que o governo chinês vai fazer de tudo para segurar a situação até as Olimpíadas, pelo menos. Pode parecer fútil, mas será um momento em que todos os olhos do mundo estarão voltados para a China e medidas anti-inflacionárias são impopulares.

    Depois deve vir um pacotão…

  • 21 nada será como antes // 1/February/2008 às 11:53

    Ricardo Cabral,

    Entendi o que você escreveu.

    Só uma micro-correção : o assunto “clima” não é central neste post, mas paralelo/associado ao tema central.

  • 22 Darwinista // 1/February/2008 às 11:54

    “valem mesmo que voltemos ao tema proposto, concordo com você”

    Ricardo e nsca,

    Até porque, em relação ao assunto “alterações climáticas e aquecimento global”, discutir com o Chest é perda de tempo… Deixa a cigarra cantar…

  • 23 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 11:55

    Continuando, os ambientalistas criaram uma nova religião, com seus padres , seus pecados, seu inferno, sua Biblia, e os ateus, que em geral são viuvas do Muro de Berlim, aderiram a esta religião quando a religião marxista perdeu prest~igio.

    Resumindo o problema

    1. o mundo está esquentando?
    A- sim
    B- Não

    1A- se está esquentando, faz naturalmente ou o homem tem algo a ver com isto?

    1Aa-natural
    1Ab- antropogenico
    1A- não se sabe

    1Ab- se o homem está provocando o aquecimento, isto é bom ou ruim
    1Ab1- bom
    1Ab2- ruim

    1Ab2 -se o homem stá provocando o aquecimento e isto é ruim (não sei como a recuperação de enormes áreas para cultivo no hemisferio norte possa ser ruim para o homem…), vai fazer o quê?

    1Ab2a-nada (já que se os catastrofistas estão certos, a humanidade vai acabar diminuindo a população por conta de condições extremas na face da terra- despopulação forçada)
    1Ab2b- vai paralizar as indústrias “quentes” com a consequente diminuição da população humana na terra (despopulação espontanea)
    1Ab2c- procurar caminhos alternativos mantendo o ritmo de crescimento populacional.
    (migração em direção aos polos)

    Agora, Nasca e PD, como é que isto não tem a ver com o tal inverno econômico chinês, se as decisões tomadas pelo governo chines podem perfeitamente servir de modelo prático em menor escala para os dilemas que enfrentaremos inevitavelmente - gente para caralho na face da terra- ????????????

    PD , obrigado pelo elgio a minha inteligencia, mas na verdade não sou mais inteligente que ninguem, em geral as pessoas é que tem preguiça de pensar.

  • 24 nada será como antes // 1/February/2008 às 11:55

    Senhores,

    Compromissos alimentares me levam.

    Voltarei à tarde, se as “condições climáticas” permitirem.

  • 25 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 12:08

    -= Corrijam-me se eu estiver errado, pode ser o caso, mas sempre acreditei que as alterações violentas do clima na China já fossem inseridas como fator de risco na delicada equação da nova superpotência.

    – X –

    Não foi lá que em torno de 2 milhões (olho no número, please, posso estar exagerando) de chineses morreram em consequência direta de tempestades torrenciais no início do século XX ?

    Sem falar as do século IX, que também estavam na casa do milhão.

    – X –

    A lógica seria de se pensar que o fator climático fizesse parte da cultura das massas chinesas e de seus governantes.

    – X –

    O japão tem problemas com terremotos? Fizeram algo a respeito. Por que a China não evoluiu neste sentido?

    – X –

    É caso de se perguntar à atriz Lucélia Santos o que ela acha disso ?

  • 26 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 12:10

    PS: há de se criar um open pré-carnavalesco… todo mundo quer comentar o que vai fazer, falar da morte do Beto Carreiro e das rainhas de bateria.

  • 27 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 12:24

    You’re no climatologist! Or, who is allowed to criticize? - There is a distressing commonality when discussing climate science lately: many people skip past the data and arguments offered by a skeptic and ask the question, “Are you a climatologist?” The implication, sometimes flatly stated, is that, if you are not, then you have no business offering a negative opinion on the state of “the” science.

    It is distressing because I repeatedly have to point out that it is a logical fallacy that because a person is not a climatologist their skeptical argument is therefore false. If you like labels, this fallacious retort is called the Appeal to Authority. Each argument must be assessed on its merits and cannot be dismissed because the person offered it does not meet a certain credentialing standard. Climate theory arguments from non-experts cannot be banned or forbidden tout court.

  • 28 Dom Casmurro Patriarca // 1/February/2008 às 12:51

    Caro Pedro Doria,

    eu gostaria de escrito o comentário nº 12.
    Concordo com tudo.

  • 29 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:01

    pucha çaku

  • 30 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:04

    Achar que aquecimento global não existe é uma opinião anti-científica

    chest- isso não quer dizer absolutamente nada, a ciência nem mesmo deve ser a única voz a ser ouvida em qualquer tipo de questão.

  • 31 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:07

    O que o PD deveria ter escrito é

    Achar que aquecimento global não existe é uma opinião anti-consenso….

    chest- aí eu digo, ciência é ir contra o consenso.

    lembram do episódio que eu já relatei, do Helicobacter pilorii?
    O consenso era, bacterias não existem no estômago por causa do Ph ácido…
    Um (1) autor, discordou de todos os outros (consenso), e teve que tomar um copo de bacterias para desenvolver úlcera e provar a relação. Este é um grande cientista, não os babões consensuais.

  • 32 Darwinista // 1/February/2008 às 13:09

    “chest- isso não quer dizer absolutamente nada, a ciência nem mesmo deve ser a única voz a ser ouvida em qualquer tipo de questão.”

    Tem razão. Precisamos ouvir também a Igreja Católica, o Silas Malafaia, a seita dos Raelianos, o Conselho Mundial dos Duendes, a CBF, o Lula, a Fiesp, o Blairo Maggi, o Chest…

  • 33 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:11

    Silas, os cientistas em geral mudam diametralmente de opinião. Você confiaria em pessoas que dize, não coma ovo….aliás, coma ovo sim?

  • 34 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:13

    Cienticismo , uma espécie de subjetivismo, desemboca em positivismo, ateismo e totalitarismo.
    é a ciencia a única fonte de conhecimento e o que não pode ser medido não existe? Decida.

  • 35 Darwinista // 1/February/2008 às 13:17

    A ciência não é a única fonte de conhecimento. Se você quer conhecer como funciona a psicografia, recorra a um médium. Se você quer saber como interpretar Moliére, procure um dramaturgo. Se você quer entender as mudanças climáticas, procure um cientista.

  • 36 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 13:24

    -= Odeio dizer isso, mas o Chest tem razão em um ponto… só um.

    Cientistas dicordam entre si e não raro mudam de opinião, supracitando, diametralmente.

    – X –

    É quase uma questão de fé, em alguns casos, acreditar na ciência. Parece absurdo, mas não o é.

    – X –

    Agora…até um leigo em climatologia como eu, cujo conhecimento se baseia apenas na enciclopédia Conhecer ( dos anos 80 ) e, recentemente, no livro “Breve História de Quase Tudo” - que, aliás, recomendo - SENTE que o clima não é mais o mesmo de 20, 30 anos atrás.

    – X –

    Eu não acredito em duendes, mas acredito do Aquecimento Global.

  • 37 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:25

    ai, meu Deus.

  • 38 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 13:28

    - SENTE que o clima não é mais o mesmo de 20, 30 anos atrás.

    – X –

    Eu não acredito em duendes, mas acredito do Aquecimento Global.

    chest- essa piada do nobre colega ilustra muito bem o assunto.

    A ciencia tem um carater de transitoriedade. Ela é o que se sabe, HOJE. Amanhã, tudo pode mudar.

    James Bond, se você concorda com este ponto, e continuar pensando no assunto, vai chegar as mesmas conclusões que eu.

    Por exemplo, um cientista diz para o Darwinista:
    -para salve]ar o mundo, você tem que dar o fiofó para o Lula

    Aí, o cara se ferra e o cientista diz:
    - estava enganado, o mundo não vai acabar.

  • 39 Darwinista // 1/February/2008 às 13:30

    James,

    Sabe porque você concorda com o Chest? Porque essa é uma das características inerentes da Ciência. Ela não é estática, é dinâmica. AINDA BEM que os cientistas mudam de idéia.

    O problema do nosso colega é que ele usa isso como argumento pra dizer que a ciência é falha, que ela não é confiável. E portanto, essa história de alterações climáticas é falácia.

    Mas nem adianta eu especular muito sobre isso, o PD já falou tudo no #12…

  • 40 Darwinista // 1/February/2008 às 13:33

    Hahahahaha…

    Existem cientistas e cientistas. Tem gente que faz péssima ciência, taí o prêmio IgNóbil pra provar isso. E, com um pouco de inteligência, dá pra diferenciar a boa ciência da má ciência.

    Como eu sou razoavelmente inteligente, nunca daria o fiofó pro Lula. Agora Chest, se o Reinaldão cafungasse no seu caongote, não sei não hein…

  • 41 Darwinista // 1/February/2008 às 13:33

    E o assunto original do post já era mesmo né?

  • 42 Antonio M // 1/February/2008 às 13:34

    “21/1/2008 - Vulcão na Antártida amplia aquecimento global

    Cientistas britânicos identificaram uma camada de cinzas sob o gelo da Antártida e sugerem que a descoberta pode ser a primeira prova de uma erupção vulcânica subglacial. O relato, dos pesquisadores Hugh Corr e David Vaughan, da British Antarctic Survey (BAS, na sigla em inglês), foi publicado na edição desta semana da revista científica Nature Geoscience.

    Com a ajuda de radares, os cientistas identificaram uma camada de cinza vulcânica que teria sido depositada na superfície de gelo e depois enterrada pela neve no que hoje seriam as Montanhas Hudson. As cinzas se estendem por uma área maior que o País de Gales (20.779 km²). No centro da área coberta pelo gelo, os cientistas identificaram uma rocha de um quilômetro de altura do formato de uma montanha.

    Segundo os pesquisadores, pela espessura do gelo encontrado acima da camada, o vulcão, localizado na Antártida Ocidental, teria entrado em erupção há 2 mil anos e continua ativo.

    - A descoberta de uma erupção vulcânica ’subglacial’ já seria única, mas nossas tecnologias nos permitem identificar quando ocorreu e determinar a força da erupção. Acreditamos que esta foi a maior erupção na Antártida nos últimos 10 mil anos. Ela produziu um buraco considerável na camada de gelo e gerou uma nuvem de gás e cinzas que se elevou no ar por cerca de 12 quilômetros - disse Hugh Corr, principal autor do estudo. …”

    É mentira ou não?! Um vulcão desse em plena atividade faria que tipo de “estrago”? E quem detonou o vulcão? O homem? E tsunamis junto com vulcões fariam quanto estrago?

    Obviamente que o homem interferiu no clima, basta andar nas cidade e perceber a poluição mas, com o desenvolvimento de tecnologias e melhorar seu uso em larga escala, como catalisadores, e outras dontes de geração podemos contornam bem os problemas.

    Mas quem controla a natureza?

  • 43 Antonio M // 1/February/2008 às 13:36

    Quanto ao assunto original, todo mundo que sente “a água bater na bunda” fica esperto….

  • 44 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 13:41

    -= Chest, preste atenção no meu segundo parágrafo.

    Particularmente falando, é uma questão de acreditar em algo mais palpável e que vai de acordo com o que eu sinto.

    Não sei outras pessoas.

    – X –

    É como sentir sintomas de uma doença e bastiões de medicina dizerem que é grave e que pode evoluir para a morte e você não fazer nada, porque não acredita nos médicos, e sim, e somente, em outras forças.

    – X –

    Utilizando seu chiste homoerótico para exemplificar:

    Se dar o fiofó para o Lula pode salvar o mundo, fazer pode te custar apenas o seu orgulho na pior das hipóteses. E só, caso o cientista esteja errado

    Não crer pode te custar a vida de milhões de pessoas, se o cientista estiver certo.

    É uma escolha moral? Não sei dizer.

    – X –

    Nota Pessoal:
    Não me escolham para essa tarefa, pois eu vou querer que o mundo se f… :-j

  • 45 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 13:42

    PS: Aceitem, ladies and gentlemen… o assunto do post já babou faz tempo…

  • 46 Proftel // 1/February/2008 às 13:46

    Darwinista #32:

    Pô, o Lula não, ele nunca sabe de nada.
    Ô meu, cê anda muito esquecido.

    KKKKKKKKKK rsrsrsrsrsrsr

    :-))))))))))

  • 47 josef mario // 1/February/2008 às 13:47

    Companheiro chesterton
    Eu, josef mario, devo dizer que o companheiro pedro doria quando escreveu que o companheiro não é burro (comentário 12), não está fazendo, absolutamente, nenhum elogio a sua inteligência. Uma anta, um paquiderme, uma ameba ou um cagalhão também não são burros.
    Muito obrigado

  • 48 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 13:49

    -= #47:

    hahahahaaha haahahaha… que fio da putha.

  • 49 Darwinista // 1/February/2008 às 13:54

    hahahahahaha…

    Pode crer proftel, deu um branco aqui…

  • 50 obnubilado // 1/February/2008 às 13:56

    O chest é onipotente, onisciente e onipresente…..descupe DEUS supremo, caso alguma vez tenha discordado de vossa magnanimidade, mas como és misericordiador, meu castigo será brando. DEUS-CHEST, sua verdade é absoluta e o PD um relés instrumento de Vossos designios

  • 51 Darwinista // 1/February/2008 às 13:59

    Misericordiador?????????? No Houaiss não tem…

  • 52 obnubilado // 1/February/2008 às 14:05

    misericordiador = abundante em misericordia….. Darwin, esta palavra está contida em algumas passagens do Corão e os mulçumanos não aceitam traduzir a palavra de Alá… mas eisto é outra assunto

  • 53 Darwinista // 1/February/2008 às 14:09

    Valeu, obnub.
    Esses livros sagrados tão cheios de palavras estranhas. Na minha fase cristã meu vocabulário aumentou muito por causa da Bíblia.

  • 54 obnubilado // 1/February/2008 às 14:09

    Darwinista, a fonte é o prof. Mamed Mustafá Jarouch. prof. de poesia árabe na faculdade de letras da USP. se errei o nome do prof, desculpem-me.

  • 55 Pixotte // 1/February/2008 às 14:10

    Pô,

    Eu, Pixotte, devo dizer que companheiro maoísta e bolivariano josef mario falou tudo (47).

    Assino embaixo.

  • 56 Monsores // 1/February/2008 às 14:13

    Por fim tenho pena dos chineses.
    A gente sabe como é a vida dos caras por lá. Na única época do ano que poderiam aproveitar a presença da família dá nisso.

    Acho ótimo que o Chesterton continue com essas opiniões tão peculiares sobre as coisas. Vejam só o que acontece: o Ricardo Cabral coloca uma boa entrevista e ainda põe o link inteiro, o PD participa mais dos comentários, o Darwinista chega a conclusões interessantes, o James faz piadas sarcásticas, Josef Mario, o cafetão, complementa com mais piadas…

    Enfim, é ótimo.

    Chesterton, falemos de religião agora? Estou precisando rir um pouco mais essa tarde.

  • 57 Darwinista // 1/February/2008 às 14:16

    Tá deprê aí Monsores?

    A idéia de debater religião é boa, bem queria saber o que o Chest pensa sobre coisas espirituais. A questão é se a gente faz isso no Open de ontem ou se o PD abre outro.

  • 58 Monsores // 1/February/2008 às 14:17

    Darwinista,

    A coisa por aqui não anda lá essas coisas. E sobre a outra coisa, eu estava sendo sarcástico.

  • 59 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 14:21

    -= Darw & Monsores… olha que vocês querem abrir a Caixa de Pandora.

  • 60 Darwinista // 1/February/2008 às 14:23

    Po Monsores, foi mal não perceber o sarcasmo. Eu realmente acabei ficando curioso a respeito do lado religioso do Reinaldinho.

    No mais, espero que as coisas melhorem por aí.

  • 61 nada será como antes // 1/February/2008 às 14:23

    Senhores,

    Boa tarde.

    James Bond (45),

    O assunto “babou” ou foi babado ?

  • 62 nada será como antes // 1/February/2008 às 14:25

    Josef Mário (47),

    Ótima.

  • 63 Gerson B // 1/February/2008 às 14:35

    Tenho medo da China.

    Mais de 50 etnias, países mantidos juntos pela força, necessidades não satisfeitas, falta de liberdade e tradição democrática e mais de um milhão de pessoas. Mais devastação ecológica e poder nuclear.

    A impressão é de uma gigantesca bomba-relógio. O que apertará o botão de contagem?
    E ainda tem a profecia de Nostradamus. Não acredito em brujas, mas não contem pra elas.

  • 64 obnubilado // 1/February/2008 às 14:38

    Chest SUPREMO mandou-me avisar ao cia(o) bolivariano, maoísta e com um pé na cozinha, Josef Mario, que seus dias estão contados….

  • 65 britadeira // 1/February/2008 às 14:43

    Raul seixas compôs ” Eu nasci há 10mil anos atrás” quando o tal Chesterton Dal Rabhu contou-lhe sua história. KARA vc gosta de ser contra, nada mais que isso. suas opiniões são tão sólidas quanto à estação pinheiros do metro em sp.

  • 66 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 14:44

    -= N.S.C.A. #61:

    Acho que o povo está mal acostumado com o Opens.

  • 67 Darwinista // 1/February/2008 às 14:50

    Gerson B,

    Nostradamus? China? Explica melhor, que eu não entendo nada disso…

  • 68 nada será como antes // 1/February/2008 às 15:23

    James Bond (66),

    Costume interessante.

  • 69 Burn the Witch! // 1/February/2008 às 15:59

    O terroristas não têm limites mesmo. E ainda querem ser chamados de mártires:

    “Two mentally disabled women were strapped with explosives Friday and sent into busy Baghdad markets, where they were blown up by remote control, a top Iraqi government official said.”

    http://edition.cnn.com/2008/WORLD/meast/02/01/iraq.main/index.html

  • 70 Eterna moradora do luzente // 1/February/2008 às 16:20

    nada será como antes,

    Com o meu acompanhamento durante os últimos meses e, pedindo licença á Pedro Doria:

    Tornei-me sua fã! rs

    Embora tenhamos uma bela diferença etária, creio eu, pois o sexto sentido femino muito me aflora… entrego meus carinhos.

  • 71 Maria // 1/February/2008 às 16:21

    A nevasca chegou no ano novo chinês, foi?

    É castigo divino para os gananciosos e poluidores chineses.

    Só não entendo porque é que o Brasil ainda não foi duramente castigado. Motivos não faltam.

  • 72 Monsores // 1/February/2008 às 16:25

    Esse Deus de vocês é bem agressivo mesmo.
    Os gananciosos e palpérrimos chineses (em sua grande maioria, por favor) devem pagar pela ganancia dos ricos da elite. Esses que, por terem ganância, herdarão, certamente, o reino do inferno.

    Quanta coerência nessa religião. Incrível.

  • 73 Maria // 1/February/2008 às 16:36

    E quem foi que disse a você que os pobres também não são castigados por Deus? A pobreza seria um passaporte para a salvação? Conheço tanto pobre malvado.

    Lá no céu não cola esse papo politicamente correto, não.

  • 74 Antonio M // 1/February/2008 às 16:48

    “…Lá no céu não cola esse papo politicamente correto, não….”

    É verdade! Básico em se tratando da lei da gravidade…….

  • 75 Ricardo Cabral // 1/February/2008 às 16:49

    Pronto: do clima na China chegou-se à”falácia” do aquecimento global, às “mentiras” dos ambientalistas e, finalmente (e por sua culpa, Monsores, hehehe!), à religião e a Deus. Felizmente veio o comentário # 71, juntando as peças e voltando à China, oficialmente submetida à ira divina em função de sua ganância e da poluição do meio-ambiente. Obrigado, Maria!

    P.S. Esse castigo divino aos chineses não diria respeito tb a sua ideologia e ao ateísmo nela inserido? Poderia ser uma nova linha de debate, não? ;-P

  • 76 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 16:50

    -= Ahn… Maria… me explica esse papo de imaculada concepção de novo, please…

  • 77 Jåµë§ ßønd™ // 1/February/2008 às 16:50

    -= Faz de novo, pra gente ver?

  • 78 Eterna moradora do luzente // 1/February/2008 às 16:56

    Senhores,

    Estas tempestades já provocaram grandes perdas de colheita e acho que não devemos nos preocupar:

    A “culinária da fome” já foi criada e para quem abriga 1/4 da população total mundial… até o dia 7 de fevereiro o governo fará o possível. hahah

  • 79 Pedro Doria // 1/February/2008 às 17:16

    ‘E quem foi que disse a você que os pobres também não são castigados por Deus?’

    Maria, quem disse foi Jesus Cristo. É deles o Reino dos Céus, sabe…

  • 80 nada será como antes // 1/February/2008 às 17:19

    Eterna moradora do luzente (70),

    Toda essa declaração e… só vi (li) agora !

  • 81 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 17:24

    eru acho que a tempestade da China tem tudo a ver com o lero dos ambientalistas. na China catastrofada temos a dimensão real do problema da humanidade. Pão e água para alimentar a humanidade cada vez maior. E frio, muito frio, que se fizer um calorzinho, vou para a praia.
    Senhores, a qualquer hora parto para um rincão praiano no litoral norte-fluminense onde não há internet.
    Caso sumir por uma semana, fiquem tranquilos que estrei gozando de férias (e da cara de vocês).

  • 82 Maria // 1/February/2008 às 17:29

    Pedro Dória, querido, encheram sua cabeça com a Teologia da Libertação, foi?

    Baby, não seriam os pobres (humildes) de espírito? (ver Mateus, 5:3)

  • 83 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 17:30

    claro que fala dos humildes, e dos mansos.

  • 84 Eterna moradora do luzente // 1/February/2008 às 17:32

    nada será como antes (80),

    Tomei coragem, enfim, de participar desta grande preciosidade: Feliz em escrever-lhes!

    A timidez prevalece, embora acredito ter mais coragem.

    A partir de então, torno-me mais uma colega, assim o espero =].

  • 85 nada será como antes // 1/February/2008 às 17:33

    Senhores,

    Retirada. Compromissos.

    ____________________________
    Senhor Chesterton (81)

    Se o senhor “sumir” por uma semana (ou mais) , não se preocupe, ficaremos tranquilos.

  • 86 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 17:35

    e como ficarão tranquilos…e com saudades como das outras vezes.

  • 87 nada será como antes // 1/February/2008 às 17:36

    Eterna moradora do luzente (84),

    Não se preocupe. É fácil perder a timidez.

    _____________

    Agora tenho de sair, mesmo.

  • 88 Monsores // 1/February/2008 às 17:43

    “Lá no céu não cola esse papo politicamente correto, não.”

    Finalmente conheci alguém que já esteve no céu e voltou pra contar. Fale-me mais, Maria.

    Aquela coisa chata de harpas, pessoas bonitas e com cabelo encaracolado é verdade?

    Anjo não tem sexo mesmo?

    Conta, vai.

  • 89 josef mario // 1/February/2008 às 17:46

    Companheira maria
    Eu, josef mario, devo dizer que “ver Mateus, 5:3″ do seu comentário 82 me fez lembrar de meteus, meter, carnaval, help, cicciolina, gringos, dólares, euros e o pão das crianças. Portanto, aproveito a oportunidade e me despeço dos companheiros para só voltar na 5ª feira, com certeza, com o bolso cheio.
    Muito obrigado

  • 90 Bárbara // 1/February/2008 às 17:56

    Na CNN tavam falando que o governo chinês deu um exemplo de como lidar com um desastre natural. Se referiam ao Katrina, claro.

  • 91 Gerson B // 1/February/2008 às 17:58

    Darwinista // 1/Fevereiro/2008 às 14:50

    Gerson B,

    Nostradamus? China? Explica melhor, que eu não entendo nada disso…

    __________________________________

    Eu li um vez que havia uma profecia dele dizendo que “a águia e o urso iam se unir pra combater o dragão”. Não sei se é verdade. Meu livro com as profecias dele não está comigo pra confirmar.

    Mas mesmo sem isso a China me parece mesmo um problema sério para o mundo. Espero estar errado.

  • 92 não interessa // 1/February/2008 às 18:27

    Santo Bakunin!!
    Justamente agora que o imperialismo ianque sofreria seu golpe de misericórdia das mãos de seus próprios defensores, Deus, este capitalista incorrigível, inicia uma manobra diversionista e inaugura o juízo final logo aonde? Para cima dos camaradas chineses…
    Com certeza também para obnubilar o esplendoroso sucesso eleitoral de nosso companheiro fidel.

  • 93 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 18:48

    :)

  • 94 Chesterton-Dracul- El Cid // 1/February/2008 às 19:02

    Está todo mundo indignado com a asneira que a ministra do turismo falou lá na Espanha.

    Pois eu digo aos espanhóis: bem feito!

    Quem convida selvagem para falar tem que aturar grunhido e rosnado.

    Queria o quê? Tirar leite de pedra?

  • 95 Hugo Albuquerque // 1/February/2008 às 19:06

    Pedro Doria,
    Numa boa, pode ser só um palpite meu, mas eu acho que a inflação na China está alta há anos, entretanto, só agora com uma maior abertura o governo chinês está admitindo isso.
    Uma economia que está crescendo mais de 9% há décadas dependendo do mercado externo não pode ter tido uma inflação tão baixa quanto o BC chinês alegou por anos (os gráficos indicam que a inflação em praticamente todos os anos da década de 90 ficou abaixo dos 4%).
    O recente Programa de Comparação Internacional do Banco Mundial sucitou essa minha hipótese; Os dados dos preços internos da China foram coletados de maneira mais precisa pela primeira vez na História e eles estavam mais altos que as estimativas com as quais trabalhavam todo mundo para calcular o PPC chinês e achar o valor real da economia daquele país.
    Pode ser que só tenha havido um lamentável erro nessas estimativas antigas, ou pode ser que os preços tenham subido de maneira mais radical do fim dos anos 80 para cá.
    F0ra esse comentário, a economia da China continua aquecida esse ano, talvez nem tanto quanto nos anos anteriores, mas vai ter um crecimento excepcional.
    Esse tragédia “natural”, no entanto, leva a um ponto que talvez seja recorrente na China nos próximos anos: alterações climáticas e problemas ambientais gerando problemas na economia que se sustenta na exportação de produtos industralizados produzidos sem preocupações ambientais, nem sociais.
    Essa é uma das variáveis, a outra é a que o Nada levantou num comentário lá em cima; problemas macroeconômicos podem se abater na China assim como se abateram no Brasil da ditadura militar e em outras ditaduras como consequência da política econômica “pau na máquina” própria de regimes autoritários.

  • 96 A. Wasserman // 1/February/2008 às 20:24

    China: The Blizzards’ Consequences

    China remains in the grip of major winter storms. The blizzards have had three main consequences: power outages, accentuated inflation and stranded migrant workers. Of the three, energy outages merit the most concern.

    More than 178 million Chinese Spring Festival vacationers traveling by rail probably will be affected by the blizzards currently lashing China, the Chinese-language Global Times reported Jan. 29. This year’s blizzards have been more serious than usual because the hardest-hit regions have rarely seen snow, such as Fujian and Hunan provinces. The storms’ wide geographic spread and China’s poor infrastructure and immature disaster recovery procedures — Beijing’s national emergency response system was only established in 2006 — are the other main reasons for the severity of the situation along with the overwhelming volume of people on the move.

    As a result, most of the areas hit were unprepared, meaning the impact of the storms will likely be felt for weeks — if not months — after the storms have ended.

    The blizzard gripping China has had three major ongoing impacts: energy outages, bottlenecked migrant workers and accentuated inflation. Of the three, energy outages merit the most concern because of their consequences for transporting resources.

    Coal-fired energy plans account for more than 80 percent of China’s electricity generation, approximately 75 percent of which is consumed by China’s mining and manufacturing sectors and approximately 11 percent of which is used by Chinese households. To date, the weather has not notably affected the areas where China’s largest coal mines are located, such as Liaoning and Shandong provinces, but the ability to deliver coal to the rest of the country has been.

    Guangdong, one of China’s key manufacturing hubs, has been the hardest-hit province by power outages, with power grid closures shutting down both factories and rail lines. In just one incident, a Shenzhen-Shanghai train was stranded for more than seven hours because of the power outages. Stratfor sources confirm that transportation of coal has been made a nation priority, with Beijing is prioritizing coal allocation in the following order of descending importance: strategic state-owned enterprises and state industry; the largest important Chinese cities, such as Beijing, Shanghai, Tianjin and Guangdong; and smaller cities and villages.

    Importing coal to the coastal cities is not an option. China used to export coal to the Asia-Pacific region, but the countries that used to import Chinese coal — namely Korea and Japan — now are sucking up all the coal on the international market. The ports also are ailing from breakdowns in China’s rail system, which has affected the flow of cargo and manufactured goods to the ports.

    The crippling of China’s railway system primarily caused by energy outages is the second major consequence of the blizzards. It means that millions of Chinese migrant workers are bottlenecked at strategic gateways in China’s manufacturing network, mostly around the Pearl River Delta. Stratfor sources confirm that the public at large realizes the current crisis is more a freak of nature than a government failure. This explains for the relative lack of riots to date, despite situation such as the stranding of more than 50,000 travelers in Guangzhou in Katrina-esque accommodations. If Beijing sits back and does nothing, however, social unrest among the millions of migrants could escalate in coming weeks. To forestall this, Beijing is pulling out all the stops in both word and deed to signal something is being done.

    The third major consequence of the blizzards is inflationary pressures. Though these will be accentuated by the current weather crisis, given that inflation’s root causes extend beyond just immediate shortages of goods such as oil, the problem of rising prices will last well beyond the coming days. Beijing will ensure that government-supplied food is directed to the worst-hit regions to prevent spiraling prices from triggering explosive social unrest. To this end, Chinese Premier Wen Jiabao has traveled to Hunan province to personally oversee government recovery efforts

    In sum, energy shortages are the most urgent concern. Although industries of strategic importance will remain safe, as will China’s primary-tier cities, small and midsized private sector operations, rural areas, and countries that import Chinese coal will be the main losers. (The last category will suffer from a temporary ban on coal exports that went into effect Jan. 25.) But Beijing will not be able to appease rural areas with food aid forever — so much depends on how long the blizzards last.

    **************

    Global Market Brief: Emerging Markets’ Power Shortages

    Recent blizzards in China left some of the country’s coal-fired power plants with as little as three days’ worth of coal after five days of snow (most U.S. facilities have at least a 10-day supply at all times and only feel secure with a 15-day supply), shutting down turbines in approximately 7 percent of China’s power plants. For a coal plant manager, a three-day reserve is a potentially career-ending disaster waiting to happen. After all, shutting and restarting coal plant boilers is not as easy as flicking on a light switch. If southeastern China’s coal plants had gone off line, houses would have gone dark and factories would have shut down. The effects of massive power outages in China could have created as severe an effect as Hurricane Katrina, which took the largest U.S. port off line for three days.

    That China’s infrastructure was so endangered by a blizzard — albeit a historically bad one — gives a sense of the infrastructure’s fragility. In fact, during annual snowfall in recent years, transportation delays have caused coal supplies to drop, which in turn caused blackouts and brownouts throughout the country. The risk of a Katrina-magnitude blackout in China has been increasing for some time. Beijing has used a mix of Band-Aid remedies each year, but focusing on coal supplies and trade is not enough. For example, much could be done to reform China’s fixed power tariff system — a main reason for China’s excessive reliance on coal. (About 80 percent of the country’s electricity is driven by coal.)

    China is not alone in running close to full power capacity. South Africa and Argentina both experienced massive power outages in January that shut down industry and left houses without power. The South African outages disrupted mining operations throughout southern Africa; some mines were shut down for three days. Electronics and heavy construction firms that depend on South African, Zimbabwean and Botswanan minerals very nearly needed to find alternative sources. In a global economy dependent on prompt delivery, where little inventory is built up in many supply chains, such disruptions can be disastrous.

    This tightness in the global energy generation system is a gaping vulnerability for the global economy, and while power shortages are not unknown in the United States, Europe and Japan, the fast-growing developing economies are where problems are most acute and where a remedy will prove extremely difficult to implement.

    The Need for Power
    Morgan Stanley recently estimated that developing countries will invest $21.7 trillion in infrastructure over the next decade. This includes roads, sewer systems and rail lines, in addition to power plants and distribution lines, but a sizeable chunk of the funds will be spent on electricity generation.

    Emerging economies grow quickly, and as they grow, a wealthier public looks more to the government to provide basic services, such as electricity. At the same time, increased investment from multinational and indigenous firms tends to beget greater energy demands. Thus, the demand for electricity rises faster than countries can build power plants. The South African blackouts are an example of what happens when demand surges on investment and growth and power capacity stagnates. (Power plants commissioned in 2003 and 2004 in South Africa have yet to be built.) In fact, the country’s existing infrastructure was designed to facilitate economic growth at approximately 3.5 percent annually, but the average annual economic growth has been 5.1 percent in recent years. In time, of course, new facilities commissioned in the first half of this decade will come on line, but the economy — and thus, demand — will have grown by then, and the governments are likely to be as far behind as they were before.

    Economic growth is not the only factor pressuring emerging markets to manage their energy supplies; demographic growth is a factor as well. In most emerging markets, more than 15 percent of the public remains without electricity. In India, the figure is 44 percent, representing approximately 500 million people who do not have power. In Indonesia, the world’s fourth most populous country, only 39 percent of the public has electricity. Few African countries have electrification rates above 50 percent, even though their economies are growing at 6 percent per year. Thus, emerging markets must build significant capacity just to satisfy growing public demand.

    Southeast Asian nations with high economic growth rates, particularly Vietnam and Thailand, are struggling to meet electricity demands. Vietnam, which experienced national electricity shortages in early 2007, is expected to see demand rise as much as 16 percent annually until 2010. Thailand’s electricity chief said in late 2007 that power shortages are imminent because of increased demand of as much as 1,600 megawatts annually while new electricity generation is absent.

    Every country’s power generation horror story is different. In Brazil and Vietnam, long droughts can cripple hydroelectric generation. In Thailand, local politics threaten to reverse past energy privatizations, and there are protests of new plant construction. Sub-Saharan Africa must deal with conflict and vandalism.

    India faces several power generation problems. Poor planning has led to frequent load shedding; the Indian state of Karnataka’s power provider resorted to unscheduled load shedding after six generators failed Jan. 25. Power cuts are worst in the summer and can last for as long as six hours; even Mumbai experiences lengthy blackouts. Furthermore, India’s electricity is controlled by state governments and thus is subject to bloated and inefficient bureaucracies that prefer to ration electricity instead of working to expand supplies. As India’s energy demand grows — it is expected to more than double by 2030 — such problems will only worsen, particularly as consumers compete for electricity when the government extends access to India’s rural poor. However, New Delhi will still give urban areas priority, since that is where businesses are located.

    Expectations of Electricity
    In truth, people and businesses (even manufacturers) in developing countries are accustomed to power outages, brownouts and other service disruptions. The problem is that, as the world economy becomes more reliant on dependable production, manufacturers have less and less room for uncertainty. Even though a reasonable margin for unexpected shutdowns is figured into most budgets and business plans, when such disruptions occur, costs are incurred. With time, businesses can learn to work around almost any challenge, but they generally are not nimble enough to adjust to surprise facility shutdowns.

    During the California power shortages of 1999, Toyota led major West Coast manufacturers to agree to ration their power usage at specific times of day in an effort to ensure certainty in the power distribution system. The company knew it could get its vehicles built if it knew when it would (and would not) have power. It could not, however, absorb the cost of an unpredicted shutdown. Thus, even if there were a less than 50 percent chance that it would face a surprise power outage, Toyota was better served by going without power at a scheduled time.

    California — despite the regulatory maze that exacerbated the 1999 brownouts — is a well-run place with what has turned out to be a cooperative business environment. The same cannot be said of many developing countries, where even the same manufacturers who play well together in California fight tooth and nail for any advantage. Without a spirit of cooperation and a well-run utility system, businesses in most developing countries deal with a different set of often nonmarket-based rules (especially where state-capped power tariffs exist).

    One remedy for businesses can be found in stabilization clauses, under which a developing country’s government guarantees power and water to facilities and also guarantees that environmental, consumer and labor laws will not change suddenly after a company has fully invested in a facility. When infrastructure fails, these clauses give companies first draw on water and power, even if the effects on the local communities are disastrous. Because of the conflicts they could cause to local populations, lawyers are working on the international level to establish codes of conduct or legal norms to help resolve issues raised by stabilization clauses, but it is still ambiguous territory. Such clauses also have limits; in cases such as the South African and Argentine blackouts and the Chinese near miss, stabilization clauses would probably have been useless because power simply was not available. Furthermore, emerging market governments often have no qualms about reneging on past promises when faced with an angry populace.

    Remedies in the Short and Long Term
    The power crisis is hitting just as the world is working toward a revolution in generating technologies. Environmental and health concerns associated with coal — along with geopolitical factors regarding supply — are leading industrialized countries to seek new methods of power generation. Most experts agree that next-generation clean coal technology, super-efficient gas turbines, safer and less wasteful nuclear power, solar panel efficiencies and concepts such as wave power are only a decade away. These technologies will go far toward solving many of the issues that currently plague power generation.

    As with emerging markets, industrialized economies have outgrown their power generation abilities. Still, for a number of reasons, industrialized countries can wait a decade for new technologies (though they are making minor expansions in modern power technologies), and they appear to be settling in to do just that. The percentage increases of power they need are far less than in developing countries, and in most industrialized countries, a patchwork of forced and voluntary energy savings and efficiency, the introduction of new technologies and the construction of small distributed energy generators likely will be able to satisfy domestic demand until revolutionary new technologies come on line.

    The emerging economies do not have this luxury. China perhaps epitomizes the problem developing countries face. If it does not tighten up its energy consumption (the efficiency of which is about 10 times worse than Japan’s) and/or expand power capacity immediately, people and businesses will be without power. The regime sees that as a potential trigger for civil unrest and does not intend to allow it to happen. (According to Morgan Stanley, China will be responsible for 43 percent of the roughly $22 trillion it sees invested in infrastructure in the next decade.)

    China is the epitome of the problem, but it is not the only foreign direct investment destination in the world. South Africa, Argentina, India and a host of other developing countries know that they too face a severe power problem. If they do not fix it, investment will dry up. With reduced investment comes unemployment, a return to poverty and civil unrest.

    Investors are beginning to take notice. On Jan. 28, the British government-owned private equity group CDC Group said it will earmark $1 billion for infrastructure projects in developing nations. Much of it will go toward power generation in southern and southeastern Asia and Africa. Projects such as natural gas-to-electricity ventures in Tanzania, heavy fuel oil turbine power plants in Kenya and electricity grid enhancements in Uganda are in the works. The CDC investments represent the convergence of targeted investment from an industrialized nation (in this case, from a government-run investment firm) that will ultimately benefit the home country’s overseas operations. (The British investment in Ugandan electricity will benefit the numerous British-owned operations in that country.)

    Increasing regional power cooperation is always proposed to overcome insufficient domestic supply. Increased electricity cooperation in southeastern and southern Asia and Africa is a prominent portion of future energy plans. However, exporting nations — such as China and South Africa — are becoming increasingly wary of giving up what excess capacity they have. Nations that do not invest significantly in homegrown power generation are taking huge risks for their economic growth.

    Power will remain a brake on developing countries until those countries get ahead of demand. Given the amount of planning, risk acceptance and optimism required of developing country governments, it is clear that not all developing countries will successfully get ahead of their power needs. The most successful emerging manufacturing countries, especially Vietnam and Malaysia, have shown the organization and planning acumen to address these problems. Sub-Saharan Africa, on the other hand, does not show the same history of planning, and power uncertainty could decisively stunt the growth of many sub-Saharan economies.

    A key mystery is India, which has a history of ignoring infrastructure needs. Still, recent moves by the government and businesses suggest that this could be changing. A Morgan Stanley study says that India will invest almost $5 trillion in infrastructure in the coming decade. This — in addition to recent comments by representatives of industrialists Mittal Steel and Tata Motors — suggests that India has acknowledged the need to build up infrastructure. There is a second question raised by India’s history, however: Even with the will to build infrastructure in place, will the bureaucracy and lack of organization allow it? On this, we are less optimistic.

  • 97 proftel // 1/February/2008 às 22:05

    Bom, podia ao menos colocar o link né?

    Olha aqui:

    http://www.stratfor.com/memberships/109742

    No mais, é interessante.
    O carvão é o “calcanhar de Aquiles” dos chineses.
    Não havia encarado por esse lado.
    Por isso gosto daqui, outros prismas.

    :-)

  • 98 A. Wasserman // 2/February/2008 às 10:40

    Ok, só não pus o link pq a Stratfor é um serviço pago, só assinante pode ler, e pq ainda não postei isso no meu (estou sem tempo).

  • 99 proftel // 2/February/2008 às 11:19

    A. Wasserman, olha, há alguma coisa errada aí, eu entrei direto e não sou assinante.
    Bom, vê lá, numa dessas você tá pagando sem precisar, posso estar errado, sei não.

    :-)

  • 100 Monsores // 2/February/2008 às 12:36

    Alexandre,

    Não é aberto não. Ele pede login.
    Se você conseguiu, talvez seja pelo seus esquemas de mafioso da internet e suas super ferramentas burladoras de login heheh.

    Abraço :P

  • 101 A. Wasserman // 2/February/2008 às 19:16

    Infelizmente, não conheço nenhuma forma alternativa de entrar lá, burlando o sistema de login deles.

    Eu entrei de graça na Stratfor por 4 anos, e olha q não sou mafioso de internet (quem me dera fosse…). Bastava criar um novo perfil a cada 2 semanas, tempo q durava o trial deles. Depois reduziram o tempo de teste pra uma semana, mas tudo bem, bastava criar um novo perfil e acessar. Acessar direto mesmo, nunca consegui. A partir do início de 2007, eles ficaram espertos e passaram a checar todos os IPs e perfis, bloqueando quem fazia isso. Não houve outra maneira a não ser assinar, mas me deram um desconto, 149 US$, aos invés dos 349 normais.

  • 102 Anônimo da Pérsia // 3/February/2008 às 6:00

    Aqui no Irã também já morreram (segundo as estatísticas oficiais) cerca de 60 pessoas por causa do inverno. A coisa ainda não chegou aos patamares da China porque são apenas 70 milhões de iranianos contra 2 bilhões de chineses.

  • 103 proftel // 4/February/2008 às 14:08

    A. Wasserman & Monsores:

    Olha, IP a gente troca, mesmo do modem.
    O IP externo muda a cada entrada na net (no discado, ADSL é o do servidor mas aí já é outra coisa)
    O que não rola é a identificação da placa de rede (e aí você não vê hacker usando rede on-board)

    hehe.

    Tem jeito, eu só catei por conta do comentário, não é um site visito, aliás, nem conhecia.

    :-)

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