dica do Denis Fonseca
Uma estante às quintas
January 31st, 2008 · · 11 Comentários
Tags: Estantes
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11 Comentários até agora ↓
1 rafael // 31/January/2008 às 2:04
Seria mais bonita se não tivesse as cores do São Paulo.
2 Fidel // 31/January/2008 às 2:31
Nesta estante não tem nehuma das “obras” q?
3 Fidel // 31/January/2008 às 2:31
que escrevi?
4 Nat // 31/January/2008 às 7:51
Essa eu gostei muito!!!! E se tirar o branco deixa de ter as cores do São Paulo e passa a ter as cores do meu Mengão querido hehehe ;- )
5 Rachel // 31/January/2008 às 8:15
Meio comercial né? Parece de livraria ou aqueles quiosques que vendem pocket books em estações do sub nos estados unidos.
6 Chesterton // 31/January/2008 às 8:50
simpatica
7 Monsores // 31/January/2008 às 9:37
Não consigo valorizar uma estante dessas. Gosto das que tem espaço. Muito espaço.
8 Pax // 31/January/2008 às 10:06
É André Monsores, acho o mesmo. Mas, pra não sermos chatos demais, pode ficar ao lado da cama, desses livros que a gente fica enrolando pra ler. Não seria tão ruim assim.
Só discordo das opções de cores. Teria uma branca e uma preta, claro.
9 Pax // 31/January/2008 às 10:12
Aliás, estou mesmo precisando de uma nova. Aqui tem uma que já está com 3 fileiras de livros e mais outros largados por aí.
Eu já gosto de móveis usados, ou feitos com madeiras de lei usadas. Aqui na cidade há duas marcenarias especializadas em móveis feitos de cruzetas e postes tratados, desses elétricos que hoje são substituídos por concreto e galvanizados. As cruzetas são aquelas peças que ficam na horizontal lá no alto, por onde passam os fios da alta tensão. Normalmente de arueira ou alguma outra dessas madeiras que duram até acabar. Temos alguns móveis do jardim assim e na cozinha também. Aguentam o tranco. Pena que os caras sabem não só fazer os móveis quanto cobrar por isso. Não são nada baratos.
10 Pax // 31/January/2008 às 10:24
E vou aproveitar o tranco e engatar a terceira. Madeira é um problema, o velho e bom desmatamento que o velho e bom Chesterton adora. E uma renca de nós se preocupa pacas.
Numa casa você usa madeira em muitos lugares, na caixilharia (acho que é assim que se escreve), no telhado, móveis etc, etc, etc. E essas madeiras que o Josué conhece de cor e salteado, mas ainda bem que não trabalha mais com isso, são as madeiras cortadas no Mato Grosso, em Rondônia, no Pará e por aí afora, na nossa Amazônia e nos outros biomas. Cerejeira, cedro, angelim-pedra, curupixá, cumaru, goiabão, ipê, jatobá, louro-vermelho, marupá, massaranduba, muiracatira, pau-amarelo, pau-marfim, pequiá e por aí afora. Uma parte minúscula é de madeira certificada, ou seja, de extração planejada, de forma que a floresta se recomponha.
E aí temos o outro lado, os plásticos que sobram do nosso consumo desenfreado e mesmo do nosso consumo natural, necessário. Mas que sobram e vão para os aterros ou para nossos rios e mares.
E aí vem a idéia que ainda não vingou de todo, mas que há de vingar tanto pela viabilidade quanto pelos modismo, que é a reciclagem desse plástico substituindo a madeira onde for possível. Claro que algum desenvolvimento tecnológico há que ser trabalhado para garantir a resistência e adequação desses materiais em substituição das madeiras.
Enfim, uma viagem que gosto de pensar. Já há algumas iniciativas interessantes, mas ainda muito pouco significativas no contexto geral. Mas o caminho parece bom.
11 Marcos Araujo // 31/January/2008 às 15:36
E o PAX afirmou, com muita razao:
”E aí vem a idéia que ainda não vingou de todo, mas que há de vingar tanto pela viabilidade quanto pelos modismo, que é a reciclagem desse plástico substituindo a madeira onde for possível. Claro que algum desenvolvimento tecnológico há que ser trabalhado para garantir a resistência e adequação desses materiais em substituição das madeiras.”
Pax, tal desenvolvimento tecnolo’gico ja’ existe. Fabricam-se ripas, toras e ta’buas de pla’stico, com o material reciclado, de va’rias cores de madeiras, para uso em cercados de casas, terraços, a’reas de lazer exteriores, etc. Sao tao parecidas com madeira que ha’ de tocar para notar que nao é madeira. O produto é lindo, a cor é incorporada ao produto durante o ciclo de fabricaçao; nao desbota, nao desgasta, resiste a toda e qualquer intempérie e dura milênios - sem manutençao alguma. Além disso, este produto também é recicla’vel.
E sabe mais? Uma das grandes exportadoras deste produto é justamente uma cia. brasileira. Ano passado li’ uma reportagem no JB sobre a mesma. Um exemplo de inovaçao e gerência, mas nao me lembro mais do nome.
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