John McCain: enfim um favorito no pleito dos EUA
Com as primária da Flórida de ontem é possível dizer, enfim, que há um favorito na disputa pela candidatura de um dos partidos: é o senador republicano John McCain. McCain é favorito por três motivos.
O primeiro é que, no Partido Republicano, o vencedor leva todos os delegados em vários estados. A Flórida é um deles. A vitória pode ter sido apertada – 36% contra 31% – mas, para o veterano senador do Arizona, valeu muitos votos na Convenção Nacional.
A segunda questão é que Mitt Romney, seu principal concorrente, gastou em campanha na Flórida oito vezes mais do que McCain. Romney é um homem rico e McCain, cuja campanha depende de doações, estava nas bicas de ficar sem dinheiro. Se, mesmo com este gasto desproporcional, Romney perdeu, é porque não há dúvidas de para que lado se inclinam os republicanos. Além do mais, com esta vitória as doações para John McCain já estão voltando e ele estará bem financiado para a Super Duper Terça-Feira.
Por fim, a Flórida foi o primeiro estado no qual McCain venceu exclusivamente com votos republicanos. Em outros estados, mesmo quem não é afiliado ao partido tem direito de votar e havia quem sugerisse que, sendo liberal demais, McCain atraía eleitores independentes mas não gente de seu partido. A Flórida desmentiu essa teoria.
Ainda há muita disputa em jogo. Mas McCain é favorito em vários estados muito grandes que concedem ao vencedor todos os delegados, casos de Califórnia e Nova York. A próxima terça-feira, quando 24 estados da União realizam suas prévias, deve consolidar sua liderança. Se é possível sair derrotado? Claro que sim. Ficou difícil.
John McCain é favorito a sair candidato à presidência dos EUA.
Para os democratas, ele é um candidato perigoso. Não é um homem profundamente conservador que cederá em todas suas exigências à direita religiosa. Isso atrai eleitores independentes no centro e, em alguns casos, até mesmo democratas. McCain, diga-se, no distante ano 2000, foi a primeira vítima, ainda nas prévias republicanas, das táticas eleitorais sujas da campanha de George W. Bush.
Outra imensa qualidade de John McCain é sua franqueza. Ele é simpático a um projeto de anistia para imigrantes ilegais, causa que divide com muitos democratas, mesmo consciente de que o eleitorado republicano não quer nem ouvir tal idéia. Com passado militar, ex-prisioneiro do Vietcongue, ele se mantém favorável à permanência das tropas norte-americanas no Iraque. É outra posição que, hoje, é extremamente impopular para uma grande parcela da população.
Apenas franqueza não vence eleições. Mas este é o Partido Republicano de George W. Bush. Um homem íntegro como John McCain faz, neste cenário, uma imensa diferença. Ele é alguém em quem não republicanos cogitam votar e há pelo menos dois cenários que podem levá-lo à vitória.
O primeiro é que algum acontecimento imprevisto faça com que a população norte-americana volte a ver com bons olhos a intervenção no Iraque.
O segundo é caso Hillary Clinton seja escolhida a candidata democrata. Hillary é tão odiada pela base eleitoral mais conservadora do Partido Republicano quanto Bush é pela base do Democrata. Não quer dizer que isto vá acontecer, mas ódio é coisa que não se mede. Então seria assim:
A dificuldade que McCain tem, numa eleição geral, é atrair os votos dos eleitores da direita religiosa e dos setores mais conservadores da sociedade. São eleitores que, por hábito, não costumam votar sempre. Em duas eleições presidenciais muito apertadas, saíram às urnas para levar George W. Bush à presidência. E, cumprindo o que este naco do povo esperava dele, Bush sempre que pôde impediu experimentos científicos com células tronco embrionárias, propôs emendas para tornar inconstitucional o casamento gay e por aí afora. McCain não faria nada disso mas precisa mobilizar estes mesmos eleitores. A única chance que tem de fazê-lo é, mesmo incapaz de inspirar essa gente, pode apresentar uma vitória de Clinton como um pesadelo. (E, para este eleitor, seria mesmo.) O voto anti-Clinton poderia conceder-lhe uma vitória.
Mas nada é tão simples. A Guerra do Iraque é terrivelmente malvista e isso afasta de McCain muitos eleitores ao centro. Ele é franco e suas posições políticas estão distantes demais da direita profunda. Mesmo que odeiem Clinton, ainda é uma tarefa hercúlea transformar tal ódio em votos para McCain.
Esta, no entanto, é conversa para o segundo semestre, quando a campanha presidencial estiver em pleno curso. Hoje, há um favorito na corrida pela candidatura republicana. É o senador John McCain.
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Muito bom esse artigo. Vc traduziu mais ou menos o que eu penso disso tudo. McCain é mesmo interessante. Acho Obama fraco, inexpressivo. Bill Clinton não foi um mau presidente, digamos que foi mediano com alguns bons momentos (acho o mesmo sobre Bush). Hillary tem fama de corrupta e fraca, não inexpressiva como Obama, mas fraca. E é isso mesmo q vc escreveu: não será fácil para o McCain atrair votos de certos setores republicanos, mas o ódio aos Clinton pode ajudá-lo. Clinton, repito, não foi horrível como dizem os que o detestam. Mas a Hillary não é confiável. Nem ela nem Al Gore, o picareta do suposto aquecimento global (pra mim, uma tendência natural, a cada 30 anos, mais ou menos, ocorre um aquecimento, depois vem um período de resfriamento). Ambos não valem muita coisa, a meu ver.
Bom, vamos ver o que acontece…
Boa semana pra vc.
“o picareta do suposto aquecimento global”
Incrível, simplesmente incrível…
Esse Mac Cain me dá calafrios……..
PD
Quando você chama o McCain de íntegro, essa é a visão que o eleitorado americano em geral tem dele, ou é a sua visão? Se for o segundo caso, em que você fundamenta essa opinião?
Abraço.
Entre um cara chamado “Barack”, que parece uma versão gringa do Collor e uma corna, esse parece ser uma opção melhorzinha. Pelo menos não fica com aquele joguinho sentimental de “trazer nossos rapazes de volta do Iraque”.
Agora chamar Al Gore de picareta do aquecimento global até que passa em relação ao Al Gore, mas negar as alterações ambientais em pequena e grande escala que são causadas pelo homem já é desconhecimento. Que acha que o homem não altera o ambiente que vá fazer surfe onde fizeram o terminal de suape. O molhe tá fazendo a tubarãozada preferir surfista…
“mas negar as alterações ambientais em pequena e grande escala que são causadas pelo homem já é desconhecimento.”
Boa Branca! E isso porque ontem já houve uma discussão exaustiva sobre o assunto! Parece que pra certas coisas as cabeças são mais duras que diamante.
Darwinista, um candidato que manifesta opiniões impopulares dentro de seu partido e fora dele é íntegro. Quando ele tem uma carreira política de décadas sem nenhum escândalo, isso parece confirmar a idéia.
Com relação à Hillary, até hoje não me sai da cabeça aquelas imagens do Bill Clinton se explicando de suas atitudes com a Mônica e a Hillary sentadinha do lado, com aquele arzinho de “sou corna mais sou feliz”.
Pode parecer insignificante aguentar um chifre de maneira tão “inteligente”, mas eu não confiaria em alguem que é traído - no casamento, na política ou nos negócios. Esta falta de ação demonstra uma falta de caráter impressionante…
A maior porrada foi no Giuliani que apostou todas suas fichas lá e perdeu feio. E parece que ele apoiará o McCain agora.
Dos candidatos republicanos me parece o menos pior.
Quem acompanhou sua atuação no Senado contra as torturas praticadas em Abu Ghraib e em Guantânamo sabe do que digo. Achei aqui um artigo que fala disso.
“I think Abu Ghraib and Guantanamo have done a lot of damage to the image of America and have been used to arouse anti-American feelings,” McCain told
http://www.azcongresswatch.com/?p=2263
Enfim, gostei.
Retirando os fatos óbvios que qualquer candidato que vencer a eleição será a mesma mer…para o Brasil, tirando o fato que não gosto de direitões…..as dicas do PAX me sensibilizaram e amenizam as dúvidas em relação a esse Mac Cain……pode ser …pode ser…..
Os republicanos hardcore não gostam do McCain devido à sua proposta de mexicanização dos EUA. Temo que estejam com a razão. Porém, entre Hillary e McCain, ainda é melhor, ou menos pior, o McCain.
O grande pesadelo seria a Hillary com o Obama de vice, seria imbatível. Temo que seguirão esse caminho.
A proposta de Obama é “change”. Ou seja, ele não tem plataforma, acena com uma vaga mudança que seria no fundo apenas sua própria eleição. Ao subir ao poder, provavelmente seria uma presidência errática como a de Carter.
A proposta de Hillary é “trazer os anos 90 de volta”. Esquece-se que o passado não volta. Não dá pra rebobinar 9/11, nem o crescimento da China, nem a crescente antipatia russa. A única vantagem que vejo numa hipotética vitória dela é o fato de ser mulher, o que irritaria profundamente os fanáticos islâmicos.
O curioso de tudo isso é que o povo americano é bem mais conservador que seus políticos: ninguém quer a tal lei da anistia.
Aliás, isso é válido para quase todo o mundo atual. O povo brasileiro é bem mais conservador que seu governo petista. O povo europeu é bem mais conservador que seus governos politicamente corretos e pró-islâmicos. É estranho: os povos não têm um líder à altura. Na minha experiência, a população entende bem mais o perigo da imigração descontrolada e do islamismo, mas os líderes estão completamente “clueless”. A Hillary, por exemplo, reagirá ao radicalismo islâmico oferecendo mais e mais concessões. Abandonará o Iraque. Oferecerá Israel numa bandeja aos árabes. Deixará o Irã ter armas atômicas. E depois, como todos os bem-pensantes, ficará surpresa ao constatar que o único resultado será mais radicalismo e mais violência e mais atentados e mais anti-americanismo.
Talvez esse ajuste entre os líderes e o povo seja coisa para a próxima geração.
Por ora, caos e desgraça.
Cidadania é faculdade disponível a qualquer sexo.
É notável o machismo de certos comentários a respeito da senhora Clinton. Variam de “fraca” a “chifruda”.
Engraçado que nestas terras brasílicas tivemos um presidente corneado e corneador e, até onde se sabe, tais termos nunca lhe foram dirigidos.
Fica evidente o preconceito sexista contra referida senhora, o que demonstra existir um longo caminho a ser percorrido para a supressão dos preconceitos.
NADA…querido companheiro de blog…..voce já é quase um veterano nesse blog….me admira não haver se acostumado ao brilhantismo de certos “comentadores”!
EEEEEEEEE…….
De bumbum de de nenê e da boca deles sai sempre a mesma coisa…….
O problema da Hillary não é ser corna, é ser cínica. De fato, o seu casamento com Bill não é mais do que fachada, por motivos políticos. Billy jamais foi fiel, e Hillary, muitos dizem, é lésbica.
Mas o que excita mesmo Hillary é o poder.
Para obtê-lo, venderia a alma ao Capeta, e só não o faz porque não tem nenhuma.
Não acho a Hillary “fraca”. Ao contrário, é forte como um touro. E não é a única coisa que tem em comum com esse animal.
Dizem que Hillary subornava ou chantageava as amantes de Bill para que ficassem em silêncio e não atrapalhasem a campanha.
HRP,
Realmente a ladainha é a de sempre. O problema é que não consigo me acostumar.
Rapaz….e quanto aos itens….homem(ou mulher) de visão, bom administrador, integridade no execicio da função, e ideologia?
Ou só conta quem chupou quem?
Ou quem trepou com quem?
Ou quem ferrou quem?
Bom… me digam com sinceridade…
Qualquer deles irá acabar mesmo com a guerra do Iraque caso seja esse seu intuito ou tudo depende mesmo dos grandes conglomerados norte americanos?
Presidente dos EUA manda ou quem manda são os empresários?
EEEEEEEE
Ou são todos farinha do mesmo saco?
Primeiro, acho que a chance de uma chapa Hillary-Obama, ou vice-versa, é algo entre zero e coisa nenhuma. Os últimos dias de confronto jogaram essa hipótese para o ralo..
Segundo: é dose ter que aguentar certas organizações feministas americanas em sua cruzada cega pró-Hillary.
Vejam só isto aqui:
http://politicalticker.blogs.cnn.com/2008/01/29/womens-group-slams-kennedy-for-betrayal/
Nenhum chefe de governo (presidente, primeiro-ministro, etc.) tem poder para cambiar diretrizes de Estado, em país algum.
Quem acha que chefia de governo equivale a poder mudar estratégias é um duende político.
HRP (17),
Suas perguntas são o fulcro da questão.
Nada…e em se falando dos EUA isso é mais verdadeiro ainda!
HRP,
Verdadeiro mesmo!
Hahahaha! Quequessses dois estão falando?
Olha aí: o Edwards acabou de jogar a toalha. Falta o Giuliani agora.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u368212.shtml
O Edwards acaba de abandonar a disputa.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u368212.shtml
Já mencionei antes e várias vêzes e repito: Num páreo entre John McCain e Hillary Clinton OU Barak Obama, ganha McCain. Contra o ticket Hillary + Obama, como mencionou Mr. Xixi aí acima, McCain perde. Mesmo assim, será um páreo duro, e os candidatos democratas deverao trabalhar duro e formar uma sólida equipe, numa campanha sem falhas. Se bobearem levam ferro; McCain é popular.
Daí, seria lógico supor que o próximo presidente dos USA seria ou a Hillary ou o Obama, caso um ou o outro seja o candidato democrata à presidência, levando o outro na chapa como vice.
Outro ponto que quero abordar: Nao compreendo o porquê de alguns perebas por aqui chamarem a Hillary de “corna”, com asco e quase que escarrando no chao . Aposto todas as minhas fichas que a grande maioria das mulheres desses otários também sao cornas. Teriam eles o mesmo desprêzo por elas??
Em alguns casos, poderia até ser o inverso. O corno xingando a cara-metade corna! Tragicômico mas possível… Vamos rir, minha gente! Enfim, é carnaval…
grandes dúvidas…..grandes dúvidas!
Além disso, ganhe o McCain, Obama ou Hillary, NADA, absolutamente NADA mudará na política externa americana. As guerras irao continuar no Iraque e Afeganistao, Guantánamo nao será fechada, nao haverá estado palestino tao cedo e a americanalhada continuará a ser ostracizada e mesmo odiada mundo afora. Como potência econômica e “faro do mundo livre e da democracia” (que piada!) os USA continuarao a declinar. É a decadência lenta e inexorável de um império; de qualquer império. Nada a fazer, é a marcha da História.
Companheiro hrp mané
Eu, josef mario, devo dizer e não canso de repetir, que o companheiro pela nossa grande identificação política e espiritual, é o melhor amigo que tenho neste prestigioso blog. Em 2º lugar ficaria o companheiro seu walter - seu patrão - pelo qual nutro infinita admiração pela enorme bondade, grandeza, caridade, humanidade e, sobretudo coragem, de manter o companheiro neste abençoado emprego.
Agora, companheiro hrp mané, o companheiro vai me desculpar mas este negócio de ter calafrios, referido no seu comentário 3, é coisa de viado.
Muito obrigado
Marcos , concordo quase com tudo que voce escreveu…mas Guantanamo acaba dois meses depois de Obama ou Hillary tomarem posse….e mesmo Mac Cain vai por esta direção…..
Aquilo é algo que só idiotas podem aceitar continuar…….é um território sem lei…como a faixa de Gaza e aqueles lugares aonde Israel empilha palestinos….tem que acabar.
HRP, aprecio seu otimismo, mas quando se trata de Tio Sam, pessimismo é de praxe. Afinal, a americanalhada ainda nao enterrou definitivamente sua própria guerra civil. É só dar uma passeada pelo sul dos USA, com olhos bem abertos, para constatar. Essa turma gosta adora uma guerra; paz para eles é coisa de fracos.
Bom estava comentando isso aqui com meus dois colegas de trabalho no laboratório……precisam de guerras , celebridade e poder……
terrivelmente mal vista…pelo PD?
Hmmmm…..A provável futura prefeita de-novo de São Paulo Martaxa Suplilixo chifrava o Eduardo com o argentino falsificado de francês, quando emitiu um sugestão para passageiros mal-tratados foi “relaxa e goza” e com certeza usará o 2º mandato como trampolim para presidência.
Mas decadente e imoral, só os outros……
A atual primeira dama anda sumida dos noticíarios, da mídia em geral.
Será que é para não ter que ficar dando satisfações sobre seus gastos com os cartões corporativos do governo?
Deve ser uma tarefa muito desagradável mas mesmo assim repito, decadente e imoral só os outros……
Ô Antonio, que negócio é esse de ficar rogando praga pra cidade dos outros? Marta futura prefeita de São Paulo? Bate na madeira aí rapaz.
Se bem que, considerando que as outras opções são Kassab e Soninha…
Se o Kassab sair candidato, quase certeza que ela ganha.
Mas de qualquer forma tem razão. O “menu” de candidatos é de provocar azia……
Caríssimos(as):
Parte da imprensa tem divulgado McCain como o mais liberal dos candidatos republicanos. Não custa lembrar que o termo liberal, nos EUA, possui sentido oposto ao que detém no Brasil. Um liberal, nos EUA, é um esquerdista. Defensores do livre-cambismo são denominados libertários. Um exemplo é o candidato Ron Paul, cuja campanha não decolou.
Dito isso, pergunto o motivo de se considerar McCain liberal (na acepção americana). Ele sempre pregou o controle orçamentário e a redução dos impostos, sendo inclusive elogiado por Greenspam em “A Era da Turbulência”. Eis aí uma bandeira da “direita”.
Ele defende o porte de armas, outra das bandeiras libertárias.
Por fim, defende o projeto de anistia aos imigrantes. Mas o livre trânsito já era defendido por libertários de boa cepa, como Ludwig von Mises.
McCain sequer defende o retorno imediato das tropas americanas do Iraque, o que poderia lhe acentuar os traços liberais à americana.
Não entendo, portanto, como classificá-lo como um liberal (acepção americana), muito embora, consideradas as opções, seja possível considerá-lo como mais progressista que Romney e Huckabee, neocons fundamentalistas.
Cordialmente,
RAdS.
‘‘Além disso, ganhe o McCain, Obama ou Hillary, NADA, absolutamente NADA mudará na política externa americana.’’ M.A. — Ok.
Portanto … tudo como dantes no quartel d’Abrantes.
Obama é, usando o jargão militar, um diversionismo. Hillary e McCain, ambos competentes. Palpite: McCain será o vencedor.
Curiosidade: Ok. Há várias interpretações. Escolho esta. Na Guerra Civil Americana quando não havia baixas nas batalhas anotava-se O killed (nenhum morto). Na forma abreviada, Ok.
Antonico nos comentários 32 e 33: Ô bichim, nao é que você tem razao? Palmas…
Essa história toda parece que está se armando para o Obama, isso sim… Se os democratas nas próximas prévias começarem a pensar em um candidato para vencer McCain, provavelmente as chances da Hillary devem diminuir cada vez mais. Não dá pra dizer quem venceria entre Obama e McCain, mas o país está dividido mesmo, há muito tempo. Mas a impressão que dá é que os americanos estão passando pelo que nós costumamos passar a cada eleição: “Pô, mas os candidatos são ESSES AÍ? Tem outro, não?”
Pelamordedeus, pára com essa cafonice de Super “Duper” Terça-Feira… Todo mundo já entendeu que o Duper tem a ver com o maior número de primárias a serem realizadas na já tradicional Super Terça-Feira, então colocar um “Duper” não informa nada.
So mais o Obama mano
Pedro, quais foram essas táticas sujas do Bush?
“Mas o que excita mesmo Hillary é o poder.
Para obtê-lo, venderia a alma ao Capeta, e só não o faz porque não tem nenhuma.” (Mr X, #14)
Informo que as compras de almas estão suspensas em razão do número record de doações voluntárias…