Pedro Doria | Weblog

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Uma estante às quintas

January 10th, 2008 · · 28 Comentários

Bookman

Dica da Cynthia Semíramis

Tags: Estantes

28 Comentários até agora ↓




  • 1 Nat // 10/January/2008 às 0:32

    Não muito prática, mas engraçadissíma!

  • 2 Chesterton-Dracul- El Cid // 10/January/2008 às 0:43

    gay

  • 3 RW in Miami // 10/January/2008 às 0:44

    Decorativa… mas se eu tirar um livro que esta no pe
    da estante, ela desaba, ne’ ? ;-)

  • 4 Chesterton-Dracul- El Cid // 10/January/2008 às 0:47

    http://www.news.com.au/story/0,23599,23031587-2,00.html

    aí, PD, para você que gosta de uma zona…

  • 5 Deise Guelfi // 10/January/2008 às 2:19

    Bonitinha, mas oridinária.

  • 6 Gabriel // 10/January/2008 às 2:50

    Kitch. E esse eh um dos piores adjetivos a se dar a um objeto em design.

    Entrei no site e li: “(…)Designed by East Anglian artist Kazmierz Szmauz who also designed the CDMan, the DVDMan and Videoman.(…)

    Procurei por esse Kazmierz Szmauz para ver outros trabalhos dele e, para minha surpresa vi uns 420 links pelo google. Todos eles comecando exatamente com a mesma frase!

    Ou seja, o cara nao existe e esse link foi chupado mais de 420 vezes com exatamente o mesmo texto! E em diferentes linguas!

  • 7 rafael // 10/January/2008 às 6:12

    rs, boa… parece com o logo da copa de 90.

    De resto, estes livros estão com cara daqueles que se compra por metro, em casas de decoração.

  • 8 rafael // 10/January/2008 às 6:48

    A estante me remete à copa de 90, eu disse, que é a primeira de que me lembro. Torci para a Tchecoslováquia só para ser do contra.

    Naquele tempo eu ainda nem sabia que era brasileiro, ainda “achava que os ladrões moravam no morro atrás de casa e tinham cara de pau”.

  • 9 HRP Mané Reloaded // 10/January/2008 às 8:10

    Decorativa , mas pouco funcional………..
    Quero deixar aqui minha solidariedade com os colegas PAX, CLARA, e PROFTEL ALEX….não nos abandonem….fui um dos culpados pelos tristes dias que passamos aqui nesse blog
    , assim, a voces peço desculpas pelos transtornos e ofensas que possam ter-vos sido dirigidas por qualquer outro ou eu….abração e muita paz!
    Bom dia.

  • 10 Chesterton // 10/January/2008 às 9:43

    este amigo do Pax é ducacete…olhem

    Liberdade para o quê?
    Liberdade não consiste em escolher nas prateleiras do supermercado

    QUANDO JANTO fora, prefiro os restaurantes onde sou um cliente conhecido, porque, em princípio, eles aceitam com um sorriso meu comportamento, que é um pouco atípico: não gosto de ler o cardápio, peço o prato do qual estou a fim naquela noite, que ele esteja ou não no menu. Caso a cozinha não disponha dos ingredientes necessários, o maître e eu imaginamos um compromisso próximo de meus desejos.
    Nota: às vezes os que lêem o cardápio do começo ao fim, à força de hesitar entre massas, risoto, carne ou peixe, acabam se entupindo de pão e couvert -e assim perdem o apetite.
    Pensei nisso ao reler “O Paradoxo da Escolha, Por que Mais é Menos”, de Barry Schwartz, recentemente traduzido em português (ed. Girafa). Schwartz constata, com razão, que a multiplicação das possibilidades de escolha (que é própria da sociedade de consumo) constitui, de fato, um fardo.
    Exemplo: queremos comprar uma calça jeans e descobrimos que existem infinitos cortes, desbotamentos, preços etc. Ótimo, somos LIVRES PARA escolher entre centenas de jeans. Mas, de repente, eis que NÃO somos LIVRES DE uma tarefa, no fundo, fútil: a de encontrar a calça que nos veste melhor na perfeita relação custo/benefício.
    Na hora de escolher um carro, uma faculdade, uma profissão, um país ou uma cidade em que morar, as escolhas possíveis são, hoje, incontáveis. Portanto seríamos mais livres, não é? Pode ser. Em compensação, temos a trabalhosa (e, às vezes, desanimadora) incumbência de escolher.
    Schwartz opõe dois tipos subjetivos: os “maximizadores” e “os que se contentam com algo suficientemente bom”. Os maximizadores querem absolutamente fazer a escolha certa; os outros sabem se satisfazer sem ter que alcançar a certeza de que fizeram o melhor negócio.
    Ora, constata Schwartz com razão, o maximizador não é nunca feliz: ele é corroído pelo remorso e pela dúvida (será que examinou efetivamente todas as possibilidades?).
    Schwartz chega a imaginar que a epidemia de depressão das últimas décadas tenha uma relação com a multiplicação das escolhas possíveis e, portanto, com a insatisfação crônica de nosso lado maximizador. Obviamente, os que sabem se satisfazer vivem melhor. Conclusão de Schwartz: o excesso de liberdade nem sempre é bom.
    Tudo bem. Mas vamos aplicar a visão de Schwartz ao campo amoroso. É claro que, se a tradição nos obrigasse a nos casar com a moça escolhida pelos anciões de nossa aldeia, a vida amorosa seria mais fácil. A liberdade para se juntar com quem quisermos é, de fato, uma complicação: para ter a certeza de que Fulano é meu homem fatal, com quantos Sicranos deverei compará-lo?
    Por outro lado, se adotarmos a sabedoria dos que sabem se contentar com o que lhes agrada, nossos parceiros e parceiras não vão gostar.
    Em geral, preferimos ser amados por quem acha que somos a melhor escolha possível, em absoluto.
    Ou seja, na vida amorosa, os maximizadores sofreriam como sempre, enquanto os que “se contentam” seriam detestados por parceiros e parceiras. Como fica? Pois é, talvez a vida amorosa seja um bom exemplo para descobrir os limites das idéias de Schwartz, porque, nela, a liberdade certamente não consiste em poder escolher o amado numa lista de pretendentes. Amar tem mais a ver com “encontrar” do que com “escolher”.
    O livro de Schwartz é ótimo e divertido sem contar que pode ajudar todas as pessoas que se inibem diante da multiplicidade dos possíveis. Mas Schwartz parte de um pressuposto, que está implícito desde seu primeiro exemplo (o dos jeans): ele considera a pluralidade das escolhas possíveis como o índice da liberdade. Quando constata que essa liberdade é fonte de tormentos, ele conclui que talvez seja melhor sermos menos livres e mais felizes.
    Ora, a visão que Schwartz tem da liberdade é parasitada pelo próprio modelo do consumo, cujos impasses ele castiga.
    Ser livre não significa poder escolher entre os objetos disponíveis nas prateleiras do supermercado; ser livre significa saber criar o que queremos e encontrá-lo, mesmo e sobretudo quando não está em lista alguma de liquidações e promoções. Certo, o mal-estar do maximizador é uma patologia da liberdade de escolha. Mas a liberdade de escolher entre as ofertas que estão nos cardápios é, por sua vez, uma deformação da verdadeira liberdade -a de inventar.

    ——————————————————————————–
    ccalligari@uol.com.br

  • 11 Pax // 10/January/2008 às 10:40

    Interessante mesmo, mas vamos por partes:

    Estande: bonitinha, mas ordinária no sentido prático. E estou precisando de uma, pois tá cheio de livros aqui, já em fileiras de três e os outros por cima, além de outros em outros lugares. Não compraria essa. Fico cá imaginando como seria a do Pedro Doria, se é que ele tem algum livro (brincadeirinha, calma PD, calma, easy, easy…).

    Calliagaris: Realmente ele é ótimo Chesterton, velho e bom Chesterton. Agora, só pra contrapor, inúmeras vezes vou a restaurantes e faço meu prato, mudo o que tem no cardápio. Tenho um restaurante de preferência, um italiano de uns amigos. Lá há pratos que só saem pra mim. Um deles é Fazzoletti com Filé ao alho.

    Lá ou você pode pedir o Fazzoletti, ou o filé ao alho que vem acompanhado de salada. Eu, glutão, inventei esse que só sai pra mim, por privilégios adquiridos.

    Ou seja, sim, estamos num mundo “poluído” de opções. Há demais. Em qualquer megalópolis você pode escolher a tribo, ou roupa, ou comida, ou espetáculo, ou o que quiser que há. Mas continuo fazendo minhas escolhas, ou tentando.

    Por fim, já disse que adoraria que o Contardo fosse meu amigo, mas só posso dizer que somos conhecidos, nos encontramos algumas vezes em eventos ou casa de amigos comuns e ele já esteve aqui não me lembro se uma ou duas, em saraus que fazemos. Nos prometemos uma cavalgada juntos pra falarmos da vida, mas nunca aconteceu. Quem sabe um dia. Ele gosta de cavalos árabes também. E, sim, é um cara muito legal pessoalmente e tão interessante quanto nos seus escritos.

    Mas voltemos ao post antes que o carioca vire a mesa e nos chame de anarquistas, já que a moda aqui virou por rótulos em todo mundo.

  • 12 Nhé! // 10/January/2008 às 11:07

    Texto: me deu vontade de comprar o disk bijú e personalizar minhas calças… hehehe!
    Estante: feia e estranha. Os livros são de coleção de sebo?
    Calligaris: cara super gente fina e simpático.

  • 13 Chesterton // 10/January/2008 às 11:46

    Vou no Fazoletti (fabrica de guarda-chuvas) pedir um file a moda de Pax. se perguntarem que diabos é isto, vou dizer que é o amigo do calligaris. Se não me servirem o tal filé, vou-me embora com sinais externos de extrema indignação…..

  • 14 Samoça // 10/January/2008 às 13:17

    Desproporcional…fração imprópria…as pernas muito finas para agüentar o tronco. Já tá até cambeta pro lado,né não!!!

  • 15 Samoça // 10/January/2008 às 13:19

    Isso é estante para quem não lê…pura marra…olha só a pose dela…

  • 16 De La Silva // 10/January/2008 às 14:02

    Sem preconceito…(apenas parafraseando um personagem cômico!!!)

    Essa estante…

    ISSO É UMA BICHONA!

  • 17 De La Silva // 10/January/2008 às 14:07

    Estante: Bichona!

    Caligari: Não li até o final! (desculpe…não me provocou)

    Restaurante: só o que esta no cardápio!

  • 18 Samoça // 10/January/2008 às 14:44

    Caligari …leio sempre na Folha.Muito bom.
    Esolhas…escolho o restaurante pelo cardápio.
    Estante…brega.
    Cavalos…Marchador tropeça,Percheron puchando ,Andaluz para show,Árabe esperto,Crioulo pequeno ,Manga Larga legal,Inglês fresco .Fico com o Árabe,tem um trote bom e é valente no galope.

  • 19 De La Silva // 10/January/2008 às 14:48

    Samoça,

    Eu tenho descendentes árabes…

  • 20 Samoça // 10/January/2008 às 14:51

    Ô La Silva,

    ÀÀàààssim eu me apaixono…

  • 21 El Torero // 10/January/2008 às 15:14

    Conhece esta, Samoça!?

    Quem vive no mato conhece madeira,
    quem faz a farinha conhece o monjolo,
    quem sabe das voltas da lida campeira
    conhece o valor do Cavalo Crioulo…

  • 22 Samoça // 10/January/2008 às 15:30

    El Torero,

    Te gusta cavalo Crioulo???
    Não…não conheço esse verso…ou música.Mas gostei…
    Com certeza ele tem seu valor.Mas não me enche os olhos.

  • 23 Pax // 10/January/2008 às 15:38

    Gosto dos cavalos crioulos. Montei muitos na vida, quando pequeno, nas fazendas lá do RS. Aqui em São Paulo pra onde migrei, já acho que eles estão fora do seu lugar. Mas são cavalos maravilhosos, bons de lida, fortes pra caramba. Dá pra passar o dia inteiro montado e eles aguentam o tranco.

    Aqui tenho árabes e mangas larga marchador. Mas monto mesmo é nos árabes.

    Nas voltas da lida campeira, como diz o El Torero, o grande lance são os crioulos, principalmente nos pampas de campos plainos a perder de vista. Lá pras bandas do Alegrete e Uruguaiana, por exemplo.

  • 24 Samoça // 10/January/2008 às 15:47

    O cavalo Crioulo é bom para a lida…no plano.O árabe,que eu montava,enfrentava sem tropeço,qualquer ambiente .A fazenda era na serra. Ele é cavalo para estrada…pasto…e atalhos.Agora…ele é assustado.

  • 25 Samoça // 10/January/2008 às 15:50

    Ah…dá cada passarinhada…bobeia e ele joga você barranco abaixo!!!rs

  • 26 El Torero // 10/January/2008 às 16:29

    Si, me gusta…crioulo pra lida, Quarto de Milha pra tiro de laço…pero hace tiempo.

    E quanto aos pelos…

    Um zaino negro de pechar num touro
    Bem na paleta e de cruzar por cima
    E cabresteando no costado um mouro
    Mais agarrado do que amor de prima

  • 27 Jose // 24/January/2008 às 18:54

    Esta é uma estante muito intressante!

  • 28 Pedro // 16/June/2008 às 21:03

    Que nome vc daria a estante?

    XD

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