Nunca encontrei à venda no Brasil, mas gostaria muito: por exemplo baterias solares para carregar celulares, players de mp3 ou mesmo notebooks. A National Public Radio dos EUA vende dois modelos.
Há uma miríade de produtos para controlar ou economizar o consumo de energia que não estão disponíveis por aqui. Um display de parede, por exemplo – que, além de tudo, tem seu charme.






42 Comentários até agora ↓
1 confetti // 11/December/2007 às 4:15
no brasil nao ha uma atitude de preservaçao ecologica….nem recycling tem…jogam lixo em cachoeira…:-(
da vergonha de ver a maior floresta do mundo vandalizada….
bateria solar ? sonha pd…..
2 confetti // 11/December/2007 às 7:08
bom dia pd….cade o open ? quero falar da tenda de kadhafi em pleno paris, quero falar de bali, quero falar do afilhado de poutine, quero falar de f fillon fazendo lobby na argentina, quero mandar beijos pro pax….:-))
3 proftel // 11/December/2007 às 7:30
Tem razão confetti, cachoeira é só prá despacho.
:-)
4 Ana da China // 11/December/2007 às 8:15
Enquanto isso, a China mata e morre por água, energia, madeira. Segurem a onda, porque os olhinhos apertados vão partir para cima da Amazônia. Se já não partiram com a destruição de quilômetros de floresta para plantar a soja que eles comem. Quero ver o nosso polpudo Brasil, um dia, enfrentar a crise que hoje o Império do Meio tenta controlar. Isso aqui também já foi uma terra cheia de madeira e petróleo!
5 bitt // 11/December/2007 às 8:33
Bom…
Tá legal - podemos ficar fascinados pelos gadgets do Império (provavelmente feitos na China ou na Indonésia, em condições ecologicamente de arrepiar). E podemos reclamar de nossa “falta de consciência ecológica”… “Nossa”??? Ora, o q digo. Deles! Do vizinho! Eu sou mto consciente… Tão consciente qto os gringos… :c) Mas… Bem, eu, poluidor e desperdiçador de carteirinha, instalei o seguinte na minha casa de três cômodos, dependências de dez pontos de luz - no lugar de cada interruptor, um tipo de célula foto elétrica q acende a luz qdo tem movimento no cômodo, e apaga dois minutos depois de o cômodo ficar vazio. Isso se compra em qq casa de material elétrico, e vc mm instala, se souber mexer com um alicate bico de pato (o Alexandre certamente sabe)… Deixei t odos os aparelhos elétro-eletrônicos em q é possível fazer isso regulados para modo econômico. Os monitores do comutador (uso dois) apagam depois de cinco minutos sem demanda do máusi.
Reciclagem, confetinha? Todas as cidades brasileiras têm programas disso, não é por outro motivo q este país é o terceiro reciclador de alumínio, quinto de papel e primeiro de PET (estatísticas disponíveis na rede). Aqui em BHz existe um negócio chamado ASMARE q organiza povo de rua pra viver de reciclagem.
Tudo perfeito? Não, claro q não. Mas não faria mal algumas iniciativas tipo o pessoal q se reúne de 15 em 15 dias pra limpar um parque na Serra da Moeda, cheio de chachoeiras. A PUC MG fornece biólogos, químicos e arquitetos pra não deixar o pessoal, de tanta boa-vontade, fazer besteira. É tudo voluntário. Já estive lá duas vzs.
Não sou propriamente patriota, pq concordo com B. Shaw sobre o patriotismo ser o refúgio dos cavardes. Mas temos de dar um jeito nesse complexo de viralata - bom mesmo é ficar se masturbando na frente de páginas de anúncios de bugingangas em inglês…
6 proftel // 11/December/2007 às 8:47
Bitt:
Sei sim, em casa não entra lâmpada incandescente, cozinha/escritório 1 lâmpada de 40w fluorescente em cada, quarto/sala/área de serviço/corredor fluorescentes comuns, uma das TVs descobri que não desliga totalmente no stand by (é só desligar a noite e na manhã seguinte colocar a mão atrás, se estiver quente tem esse problema) essa eu tiro o fio da tomada, as outras duas ficam em stand by normal.
DVD e vídeo, tiro da tomada.
Geladeira de baixo consumo, não tenho microondas nem freezer, consumo mensal por volta de R$ 100,00/R$110,00, por aí.
Lixo, separo, os catadores daqui já sabem, sou freguês, o saco de lixo aqui de casa é dos poucos que não são abertos na rua.
hehe
7 Ana da China // 11/December/2007 às 9:04
Ok, bitt, não esqueça de considerar que os nossos altos índices de reciclagem de alumínio se devem muito mais a um fator social do que de conscientização ecológica - tem uma galera que vive dessa grana. E ponto. Concordo que as iniciativas particulares podem resultar em imensos resultados. Mas, existe uma coisa chamada política pública que seria um grande alavancador da conscientização em massa. Não sei se ao governo é tão interessante ter uma população inteira pressionado de fato pela preservação da Amazônia. Já dizia Marx, a economia é amior das forças.
8 confetti // 11/December/2007 às 9:05
tenho parentes em varias cidades brasileiras, inclusive no riodeja e nenhum tem recycling !! eu mesma ja constatei, que separo o lixo em salvador, p.e. e os caras dizem que “nem precisa ainda nao temos como”….
9 confetti // 11/December/2007 às 9:06
ana, eu ia dizer isso sobre a recuperaçao do aluminio : é uma profissao !
10 confetti // 11/December/2007 às 9:10
“complexo de viralatas”….eu hein….nao se pode dizer nada que la vem etiquetazinha na testa !
recuso, nao concordo com shaw : mesmo nao morando no brasil sou patriota e faria o impossivel pro pais melhorar !
11 Nat // 11/December/2007 às 9:23
Bem, eu também tento fazer a minha parte. Aqui em casa tem sensor em todas as lâmpadas. O boiler é aquecido com energia solar. Eu comprei aquela lixeira de seis partes para reciclagem (não é tão barata, mas fica mais organizado) e eu compro os sacos de lixo coloridos (também é mais caro, mas é fundamental para que o lixo na hora da separação não seja confundido). A reciclagem de lixo doméstico em Niterói é uma das pioneiras, começou em 95. Toda terça o caminhão vem pegar os vidros, papéis, plásticos, alumínio e óleo do prédio inteiro. O lixo orgânico vai embora todo dia. O condomínio ainda ganha uma grana, e diminuiu bastante.
Além disso a água do chuveiro é armazenada e processada para limpar as áreas comuns do prédio e regar as plantinhas.
E isso é na cidade quase toda.
12 Pax // 11/December/2007 às 9:32
Tendo a concordar com a confetti, grande Bitt.
É lógico que há uma galera consciente, que recicla, que vai lá e limpa a floresta. Aqui onde moro rola dessas. Em algumas comunidades caiçaras que vou rola o mutirão do lixo, que é um pente fino da comunidade depois que os turistas de São Paulo vão embora e … deixam seus sacos plásticos, suas latas, e suas misérias pra trás.
O Brasileiro (sim, em maiúscula) é porco. De todas as classes. Já peguei um barco num reveillon em Angra e fiquei impressionado com o lixo no mar jogado das lanchas dos milionários.
Falta-nos um bocado pra andar. E os governos não ajudam em nada. O pouco que fazem, é pra aparecer na TV.
Não é uma questão de complexo de vira-latas (aliás, adoro vira-latas, espertos e pegam pouca doença), é uma questão de degradação absoluta da nossa educação (essa, infelizmente, em minúscula). Vocês devem ter visto a nova prática dos grileiros da Amazônia agora nas reportagens da TV. Estão jogando agente laranja em cima da mata e até das populações. Não dá pra dizer que somos educados. E dá pra dizer com todas as letras, os governos brasileiros são de uma eficácia abaixo do cu da cobra nessa questão.
13 Nat // 11/December/2007 às 9:43
… Bem, existem vários pontos aí …
A classe média é que exige do governo uma eficácia para cobrar a reciclagem do lixo, a conscientização da população…
Se eles não dão conta nem de dar comida pro povo, pedir pra reciclar é um pouco demais não?????
Acho até que isso deveria ser uma questão de governo sim, mas não no nosso país. Nesse caso quem tem que começar a fazer sua parte é a sociedade mesmo. A reciclagem do lixo no Brasil é avançada porque dá dinheiro e tem muito morador de rua comprando casa na favela com esse dinheiro.
Alguns de classe média reciclam porque sabem que precisam, outros o fazem porque tá na moda. Enfim, os motivos não me importam. O que importa é que se um faz, os outros vão fazer também.
Essa coisa de bota a culpa toda no governo já deu. Deixemos ele com as suas milhões e mal porcamente resolvidas atribuições.
14 Pax // 11/December/2007 às 9:46
Mas eu gostei de uma idéia que vi por aí. Tanto tv quanto micro podiam ter a opção de serem alimentados por energia criada pelo usuário, ou seja, uma esteira, ou uma bicicleta que gerasse energia pra essas duas modernidades que nos deixam paradões.
Matava dois coelhos numa só cajadada (tadinhos dos coelhos). Fico cá imaginando a Nat com sua hipérbole suada na frente do micro, pedalando para gerar energia e as coxobas da confetti todas inteirinhas de andar na esteira onde repousa o notebook carregado pelo gerador. E a Alba, a Tíchia, enfim, o Clube das Lingeries Pretas Com a Confetti Nua seria formado de gostosonas saradas pacas.
Hum…
15 Nat // 11/December/2007 às 9:57
Ok, Pax. Em parte tudo bem, mas quantas horas eu iria ter que pedalar para ter a autonomia necessária para usar a quantidade imensa de horas de computador que eu uso hein?
Além do mais, a hora que eu teria para pedalar, seria a hora que eu teria para usar o computador, e fazer os dois ao mesmo tempo acho que não ia dar muito certo.
16 santista // 11/December/2007 às 10:02
http://www.multienergy.com.br/site/
17 Pax // 11/December/2007 às 10:07
Nat, não posso contar tudo, mas fique atento aí na sua telinha do micro. Se sair uma notícia assim: “Brasileiro fica milhardário com invenção de energia pra eletrodomésticos” você saberá que serei um velho sukita cheio da grana.
18 Nat // 11/December/2007 às 10:14
Ah, entendi, seria a deixa pra eu ir correndo atrás de você ;- )
19 Dr. Miranda // 11/December/2007 às 10:15
Com relação aos catadores de latas de alumínio, deixo a pergunta: qual o problema de ser profissão? O resultado prático é o aumento da reciclagem, e ninguém vendeu a alma ao diabo por causa disso.
Confetti, numa boa, Paris é uma cidade extremamente suja. Culpa dos turistas? Sei não, turista não leva cachorro para fazer o número 2 nas ruas de Paris, por exemplo.
Além do mais, a coleta seletiva de lixo em Paris e região é coisa recentíssima, 2002 ou 2003 no máximo. Fora que, fontes seguras me afirmam, o lixo “reciclável”, excetuando vidro, não é reciclado nada, mas icinerado, por falta de equipamentos públicos adequados.
Fazer nossa parte é importante, mas reconhecer o que é feito e o que falta fazer também é.
20 confetti // 11/December/2007 às 10:32
dr miranda, nao é problema nenhum catar aluminio…quis dizer , como a ana, que nao é uma “atitude politica de ecologia” mas sim uma profissao, faute de mieux ! alias, eu nao falei em paris no meu coment….nao se engane sobre mim, nao desprezo nada nem ninguém ! sobre paris, que alias nao é cidade, mas “megalopolis”, ja foi mais suja ! digo isso pra explicar que nem so parisienses “sujam” a cidade…é o spot mais turistico do planeta, e turista nao ta nem ai pra lata de lixo todo 10 metros ! a prefeitura multa em 100€ a primeira vez e bem mais caro a segunda , dono de cachorro que nao “ramasse” ! tem funcionado, o contrario é mentira !o reclycling total é mesmo recente, 6 anos so….o exemplo europeu foi todo dado pela alemanha….e em uk, estavamos falando nisso outro dia com gwyn, o sistema de recycling pra vidro é o mais sofisticado da europa !
me expliquei melhor ? parou de me dar porrada ? :)
21 Chesterton // 11/December/2007 às 10:35
essas células foto-voltaicas levam 75 anos para produzir a energia gasta na própria fabricação….são uma peste ecológica.
22 Chesterton // 11/December/2007 às 10:36
profissão d catador de aluminio é igual a do bandeirinha nas lavouras de arroz, quando o avião passa com o veneno…
23 confetti // 11/December/2007 às 10:37
chest vc recicla ?
24 Pax // 11/December/2007 às 10:44
Qual o veneno que joga no arroz Chesterton, velho e bom Chesterton?
Por isso que compro os orgânicos.
25 confetti // 11/December/2007 às 10:46
pax tou com saudade de vc
26 bitt // 11/December/2007 às 11:04
Bem, retiro algumas coisas. O intuito não é agredir, é provocar, mas… Bom, falha minha. Perdoem-me.
Mas mantenho outras. O Alexandre toma as mesmas atitudes q eu, e consegui reduzir minha conta de luz a meros 94,35, este mês. Meu objetivo, mais do q ecológico, é econômico, mesmo. Mas, e daí? A maioria das empresas q conheço implantam políticas de preservação ambiental e sustentabilidade por motivos econômicos - acaba saindo mais barato colocar filtros nas chaminés e reaproveitar os resíduos.
Claro q o governo tem q fazer a parte dele, e a parte dele é fiscalizar - e multar. E construir sistemas de esgoto, tratamento de dejetos e resíduos, etc, etc. A situação ainda é ruim mas é mto melhor do q 20 anos atrás. E prover os miseráveis de uma fonte fixa de rendimentos ao mm tempo q se implanta uma política de desenvolvimento sustentável é, em minha opinião, uma vitória.
Espero q as belas políticas européias de reciclagem, reaproveitamento disso e daquilo dêem certo. Afinal, eles contribuem para estourar o meio-ambiente com seus investimentos na China, Tailandia, àfrica (já viram o tamanho dos buracos abertos pela exploraçã ode diamantes?..) E prá onde vai a madeira retirada da Amazônia (não só brasileira, mas peruana, colombiana, etc, etc)?
A questão é - qdo o Al Gore fala em “investimentos ecológicamente responsáveis”, e o pessoal cai nas costas dele, ele está chamando atenção para um ponto q, na minha opinião, é o q vale: essa é uma questão política, decorrente do desequilíbrio econômico entre centro e periferia. Políticas ecologicamente responsáveis e economicamente sustentáveis só poderão ser plenamente factíveis caso alguns ajustes sejam feitos, e esses ajustes pressupõem que as sociedades centrais abram mão de um pouco do conforto q a prosperidade gera.
27 Dr. Miranda // 11/December/2007 às 11:09
Confetti,
pra começo de conversa, eu não te dei porrada hora nenhuma. Só expus algumas idéias que são contrárias às suas. Longe de mim querer agredir quem quer que seja aqui (exceto, é óbvio, os direitobas carentes). Isso posto, vamos continuar:
Os catadores de alumínio levantam um tema importante: a reciclagem funciona quando é do interesse das empresas. Não sei dizer do custo da reciclagem de materiais, mas me parece evidente que se é menor que o custo de fabricação a partir de matérias primas, recicla-se. No caso contrário, não.
Mas, fora isso, continua sendo uma boa experiência de reciclagem. Se é ou não “atitude política de ecologia”, são outros quinhentos. Mesmo na Europa, e por isso minhas considerações sobre Paris (volto à cidade-luz no próximo comment), a “atitude política de ecologia” é recente, coisa de trinta anos, talvez um pouco mais. E começou na Europa porque neguinho usou tudo o que podia durante séculos. Não prego o mesmo para o Brasil, é lógico, mas é lógico também que a tomada de consciência num contexto de abundância é naturalmente mais lenta. A pressão internacional pode ajudar a pressar as coisas, mas jogar a culpa no brasileiro é uma simplificação que não resolve nada.
Inclusive, você citou os exemplos pioneiros da Alemanha e da Inglaterra. Dois países, não por coincidência, fustigados pela segunda guerra mundial. No caso da Alemanha, a adoção de práticas hoje conhecidas como ecológicas nada mais foram que experiência de sobrevivência na época da guerra e no pós-guerra imediato.
28 Dr. Miranda // 11/December/2007 às 11:20
Sobre Paris:
Tenho que dscordar de você, Confetti, justamente no ponto em que você diz que discordar é mentira. A multa do cocô não teve impacto importante na limpeza da cidade. Normal, francês adora as leis e ama ainda mais descumpri-las, nem que seja só pra discutir horas com o policial. A lei Evin, que proíbe fumar em espaços públicos fechados, como dentro das estações de metrô, é de 1992 (não se assustem, a proibição de fumar dentro dos elevadores é de dez anos antes), só começou a ser realmente cumprida no início dos anos 2000, e até hoje o governo edita novas regulamentações todos os anos (a próxima começa em 1° de janeiro, com o fim das áreas de fumantes nos bares de restaurantes).
Mas volto ao cocô e à sujeira concreta. Talvez se veja menos cocô na área mais turística ou mais rica da cidade, mas vá passear no norte ou no leste de Paris pra ver se alguém (desculpe a expressão) se cagando pra multa. Se você sai da cidade e passeia pela megalópolis (não entendi direito o que você quis dizer com isso, imagino que você estava se referindo à “região metropolitana” de Paris), aí é que a coisa desanda mesmo. É cocô pra todo lado.
Talvez daqui a dez ou vinte anos a coisa melhore. Política pública de conscientização é sempre a médio e longo prazo. Não adianta fazer um massacre publicitário em todas as mídias, o progresso é lento. Isso serve tanto para a França quanto para o Brasil.
29 Dr. Miranda // 11/December/2007 às 11:21
E enquanto eu escrevia meus dois testamentos, vi que o bitt escreveu sobre a mesma coisa que eu com relação ao interesse econômico na reciclamgem. Desculpem pela repetição.
30 confetti // 11/December/2007 às 11:34
…………………………………………..
31 Dr. Miranda // 11/December/2007 às 11:56
Voltando à vaca fria, já que o Dória não achou o carregador ecológico dele, talvez possa tentar com esse aqui:
http://youtube.com/watch?v=GfPJeDssBOM
32 Jean // 11/December/2007 às 12:14
2 coisas.
1 - O negócio dos 75 anos que o Chesterton falou é relacionado a tecnologias antigas, com as atuais o tempo de retorno da energia varia de 1 a no máximo 20 anos, sendo que na grande maioria fica abaixo dos 5. A partir daí é só lucro, a duração estimada das células é de 25 a 30 anos.
2 - Recentemente descobri uma espécie de 1,99 online gigante que vende varios produtos referentes a energia solar, não faço idéia das políticas de preservação do ambiente dos fabricantes chineses desas quinquilharias, mas o frete é grátis para o mundo inteiro e os preços são excelentes, tão bons que eu não esperaria coisa de grande qualidade… o site é esse:
http://www.dealextreme.com
33 Chesterton // 11/December/2007 às 12:26
Pax, jogo veneno no arroz com GPS, sem bandeirinha.
Sim, reciclo, mas de modo amador.
34 Chesterton // 11/December/2007 às 12:34
Aliás, eu gostava muito deste assunto antes de ele ser invadido por políticos espertalhões e vagabundos profissionais (fiscais da natureza). Claro que sempre em beneficio imediato do homem.
Semana passada li um comentário sobre um sujeito que queria usar placas solares para ligar um ar-condicionado no sitio “ecológico” dele (se é ecológico, o sujeito não deveria se expor às variações de temperatura? Ar condicionado não altera a ecologia? Pois é, ecologista é ecologista até começar a suar…)
Bem, o gasto seria de 30 mil reais , mais 10 mil reais de montagem, e chegaram a conclusão que era inviável. Melhor um gerador Honda?
35 Dr. Miranda // 11/December/2007 às 12:48
Aliás, eu gostava muito deste assunto antes de ele ser invadido por políticos espertalhões e vagabundos profissionais (fiscais da natureza).
Tá falando da invasão da direita no campo ecológico, Tender? No lo puedo creer…
36 Ricardo Cabral // 11/December/2007 às 12:58
Tenho um grande amigo trabalhando na Solar Electric Light Fund (SELF), fundação essa que tem projetos de eletrificação rural em várias partes do mundo. Vale uma olhada!
37 Ana Pulg // 11/December/2007 às 15:20
As campanhas de conscientização da população de Porto Alegre começaram em 90 com mega eventos em parques, praças, panfletos e mídia.
Em 1996 toda a cidade passou a ter coleta de lixo reciclável, que são distribuídos entre 8 usinas. A formação dessas usinas deu-se com investimentos disputados no Orçamento Participativo.
Visitei uma quando já estavam num galpão maior e pleiteavam verba, para transformar numa espécie de clube o galpão menor ( a administração deveria permitir o uso do equipamento público, para esse fim). Conseguiram. As aulas de música são ministradas por uma ong ligada à Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. As enormes portas foram doações de um banco. Engenheiros deram um trato, organizando o espaço em salas para cursos ( inclusive de cabelos afros) e num auditório raso, para assistirem filmes e reunirem-se.
Esta vila era considerada a mais violenta daqui. Com altíssima criminalidade, onde as mulheres apanhavam e conforme a hora não podiam nem sair para parir. Isso foi conseguido graças a elas.
Mas há uma disputa pelo lixo seco. Os papeleiros e carroceiros madrugam e conseguem recolhê-lo antes do Caminhão do Lixo.
Mas, com tudo isso, Porto Alegre continua suja. Tem fedor de mijo entorno do Mercado Público, que dá náuseas. Nossos riachos estão cheios de plásticos, pets e até de sofás. A Prefeitura gasta uma nota para desassoreá-los.
Acredito que outras normas deveriam ser baixadas, por exemplo: levar sacolinhas ao mercado evitando embalagens plásticas, multar de fato quem coloca lixo fora do horário….
Concordo com a Confetti, está faltando atitude.
38 Microempresário // 11/December/2007 às 19:14
Infelizmente, os movimentos ecológicos foram tomados pelo marketing. Empresas e políticos estão se esforçando para parecer responsáveis ecologicamente, sem necessariamente ser.
Um exemplo: as indústrias de automóveis se esmeram em mostrar modelos de luxo “ecológicos”, com motorização híbrida, células de combustível, motores a hidrogênio, etc. Só que ainda assim são muito mais poluentes que um veículo “normal”, pelo tamanho, peso e quantidade de acessórios. Enquanto isso, as mesmas indústrias fabricam, em países de “terceiro mundo”, carros baratos e altamente poluentes.
E concordo com o Pax: Brasileiro é porco mesmo.
39 Renato Guimaraes // 12/December/2007 às 13:18
Aqui no Peru ja vendem nos supermercados uma bateria solar como a mencionada que custa mais ou menos R$ 100,00. Já comprei a minha.
40 confetti // 13/December/2007 às 7:32
renato, que maneiro deve ser morar por ai ! exotique pra caramba ! :-)) curtir os vestigios pré colombianos ! conta pra gente….
41 Chesterton // 13/December/2007 às 10:38
Dr. Miranda, a direita polui, porque produz riqueza.
42 Rodrigo // 18/December/2007 às 22:22
http://www.americanas.com.br/AcomProd/590/666552
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