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Daisy, Daisy

December 10th, 2007 · · 35 Comentários

HAL 9000

Arthur C. Clarke completa 90 anos domingo.

Tags: Cinema · Gente · Livros

35 Comentários até agora ↓




  • 1 Chesterton // 10/December/2007 às 14:51

    Eumir Deodato, Zaratrusta ,vale procurar no youtube….

  • 2 Guilevy // 10/December/2007 às 15:07

    Simply the best.
    Rama (I) é um primor de concisão.

  • 3 Mr X // 10/December/2007 às 15:55

    Lembram quando 2001 era o futuro? :-D

  • 4 Mr. WRITER // 10/December/2007 às 16:15

    Excelente…
    Muito bem lembrado a trilogia de Rama.

    Um dos grandes pilares da ficção cinetífica e da literatura universal.

  • 5 guimas // 10/December/2007 às 16:41

    Pequena (sugestão de) correção: diz lá que o aniversário dele é 16 de dezembro.

    E Rama é muito bom. :-D

  • 6 "¿Por qué no te callas?" // 10/December/2007 às 17:23

    So de pensar que os olhos de Daisy escritos a mais de trinta anos seriam tão atuais e cada vez mais presente…na padaria..nos bancos…nos lobbys…nos correios..nas ruas…DAISY MAIS DAISY MAIS DAISYDAISY MAIS DAISY MAIS DAISYDAISY MAIS DAISY MAIS DAISYDAISY MAIS DAISY MAIS DAISY……….

  • 7 Radical Livre // 10/December/2007 às 17:43

    Guilevy e Mr X,

    eu particularmente não gosto tanto da trilogia Rama, considero um pouco chato.

    Mas é um dos meus autores de FC preferidos, junto com Robert Heinlein e Isaac Asimov.

    E não se esqueçam que o cara, além de escritor de ficção científica, inventou o conceito do satélite de comunicação, lá pelos anos 40…

  • 8 Gerson B // 10/December/2007 às 19:05

    Rama 1 foi bom.

    O Jardim de Rama não foi ruim como livro de aventura, mas quebrou a proprosta (perfeita) do 1°.

    E O Fim da Infância? Tristíssimo.

    Encontro com Medusa foi demais. E Missão de Resgate tambem.

    Acho esses até melhores que a série 2001.

  • 9 bitt // 10/December/2007 às 20:50

    Não sou propriamente fascinado por SciFi, mas quem disse q 2001 é um romance de SciFi? Aquilo estava totalmente na linha das angústias da contracultura, da fenomenologia e da cibernética (a informática da época). SciFi é apenas o envelope.

    Diria q Clarke está fazendo 180 anos. 2001 vale outros 90.

  • 10 bia // 10/December/2007 às 21:41

    Enquanto Petrobras confirmou a descoberta de novas reservas de gás natural ao Norte do Campo de Camarupi, na Bacia do Espírito Santo. O secretário de desenvolvimento do Espírito Santo, Guilherme Dias, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 10, que esse campo vai produzir quase a mesma quantidade de gás natural que o Brasil importa da Bolívia

  • 11 bia // 10/December/2007 às 21:42

    Enquanto isso no Brasil, A Petrobrás….

  • 12 Alba // 10/December/2007 às 22:09

    bitt,

    Adorei!

  • 13 Alba // 10/December/2007 às 22:57

    bitt,

    Adorei!
    :)))

  • 14 Brancaleone // 10/December/2007 às 23:05

    A intelectualha sempre torceu o nariz (ou focinho) para a Ficção Científica ou a ciência de ficção (sim, há uma diferença).
    A F.C. sempre foi considerada uma literatura menor ( e Julio Verne? H.G. Wells? e a Ilíada?) mas para mim não. Sempre lí e ainda leio e Arthur é bom, muito bom. Contos da Taberna é excelente. Encontro com Rama espetacular no aspecto descritivo de como seria uma nave-arca de noé (talvez um dia precisemos…).
    Ray Bradbury então? Le Sprague de Camp e tantos outros!!! Minha infância, minha juventude e minha vida.
    90 anos? que chegue aos 180…

  • 15 Zé Bush // 10/December/2007 às 23:11

    well….bem lembrado o Julio Verne.
    …….brincava de futuro…

  • 16 HAL // 10/December/2007 às 23:16

    Happy Birthday and long life, master.

  • 17 Arnoud // 11/December/2007 às 0:24

    O recorde de poucos comentários mostra que a FC ainda sofre muito preconceito.

    Clarke tem uma longa e muito produtiva carreira. Dá pra citar muitos livros de ótima qualidade como A Cidade e as Estrelas, Rama, 2001, A Fontes do Paraíso e outros.

    O Fim da Infância é um livro simplesmente primoroso.

    Mas além de romances o cara escreveu alguns contos excelentes como A Estrela e o famoso 5 Bilhões de Nomes de Deus. A maioria facilmente encontrada nas redes de P2P.

    Hall9000 é um dos personagens mais interessantes do Século XX!

  • 18 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/December/2007 às 0:29

    quais angustias da contra-cultura, Bitt? O filme foi acusado de ser sobre Deus.

  • 19 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/December/2007 às 0:31

    http://www.youtube.com/watch?v=74nv1_lqHeo

    Deodato.

  • 20 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/December/2007 às 0:35

    http://www.youtube.com/watch?v=e_ngjYnlO9E

    mais Deodato

  • 21 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/December/2007 às 0:36

    http://www.youtube.com/watch?v=ENl4JK6LJ0Y&feature=related
    Zaratustra

  • 22 Brancaleone // 11/December/2007 às 0:46

    A Estrela!!! Fantástico!!!
    Mas tenho uma especial preferência por Contos da Taberna.
    Mas é assim mesmo. Clark não se meteu em impor nada, em pensar pelos outros ( imaginar sim, mas pensar pelos outros não!!). Como a intelectualha adora os que pensam por eles e formam aquels clichês bem “facinhos” prá se usar por aí (em especial nos blogs…) ignoram Clark. Melhor assim. A intelecualha que vá lá nos pensamentos pasteurizados, nos chavões, nas palavras de ordem. Deixem nós, os meio loucos com a F.C. . Melhor assim.

  • 23 Gerson B // 11/December/2007 às 1:03

    Passou A Estrela na TV. Só que inverteram o conto em 180°. Perdeu todo o sentido.

  • 24 Candido // 11/December/2007 às 2:04

    hmmm… e aquelas histórias de que o Arthurzinho adora um garotinho do Sri Lanka, que bicho(com o perdão do trocadilho) deu?

  • 25 Mr. WRITER // 11/December/2007 às 2:11

    Arthur C. Clarcke, Philip K. Dick, Isaac Asimov, Arthur Adams, Kurt Vonnegut, H.P. Lovecraft, Stanislaw Lem, William Gibson, Ray Bradbury e alguns outros são fantásticos escritores de ficção científica…
    Acho que há uma relação muito forte que liga um ao outro.
    Pena que a grande maioria da pessoas não goste do estilo. Se bem que a grande maioria das pessoas sequer gosta de ler…

  • 26 RW in Miami // 11/December/2007 às 2:52

    Quase meia noite aqui em Miami, e eu esperando o PD postar de novo para ser o primeiro e roubar o lugar da confetti…. ;-)

    To com sono, Pedro !!!

  • 27 confetti // 11/December/2007 às 4:17

    7 da manha em paris, ja inaugurei o post ai de cima !! beijos rw, sleep tight ! kkk

  • 28 bitt // 11/December/2007 às 7:19

    Albinha… :c))
    Mas não é? Se somar com “O fim da infância” dá 270 anos. Conhece esse?

    Branca,
    tolice dizer q a “intelectualha” (qual o prob com os intelectuais, compadre - parece milico da época da ditadura…) tem problemas com SciFi. Alguns dos melhores q conheço adoram. E suponho q vc tamb não goste de alguma coisa - isso o desabilita? Que bobagem! - parece q as pessoas vivem procurando alguma coissa pra implicar…

    Agora, o interessante é q os escritores de SciFi não brincam com o futuro - brincam com o presente. O deles. Alguém citou Jules Verne. Grande pedida! Mas pensem bem - nas histórias de JV tem alguma coisa q não fosse perfeitamente factível com os meios da época? Vejamos:
    - Submarino - já existia
    - Helicópetero (em “Robur, o conquistador”) - já estava concebido
    - Automóvel (em “Paris no ano 2020) - já existia
    -Avião (em Paris no ano 2020) - já existia
    -”Raio da morte” (em “A ilha misteriosa”) mta gente viajou na maionese com as possibilidades da luz elétrica

    E qdo ele resolveu fazer uma viagem à lua? Usou um canhão, pq foguete não existia; a mesma coisa com as “mochilas voadoras” de “Paris…” - eram à hélice…

    Clarke faz a mesma coisa em “2001″. Basta ver, por exemplo, o tamanho do HAL, q, no livro, ocupava todo o último nível do módulo de vida da espaçonave. Pq ele não pensou em algo como um servidor, ou coisa assim? Simples - não existia. Leon Uris, tb um ótimo escritor bissexto de SF, em um livro chamado “Esse mundo perfeito” imaginava computadores que podiam ser levados em maletas, mas tinham de ser ligados nas “comportas de memória” da cidade onde viviam os personagens.

    Por sinal, essas idéias não são minhas - são de Ciro Flammarion Cardoso e de Simon Schama. Dois tremendos intelectuais… :c)

  • 29 Gerson B // 11/December/2007 às 10:18

    Concordo que o J.Verne não estava a frente da sua época. Ele utilizava o que estava disponível ao seu conhecimento, diferente de um H.G. Wells.

    A. Clarke usa tanto o conhecimento básico da época, como em Encontro com Medusa e Luz da Terra (com pequenas variações como a propulsão espacial) como viaja livre como em A Cidade e as Estrêlas. Domina todos os campos da FC.

  • 30 Chesterton // 11/December/2007 às 10:39

    mas todo autor de FC mescla o que existe, com a possibilidade de modificar o que existe e com a própria imaginação.

  • 31 bitt // 11/December/2007 às 12:17

    Gerson,
    HG Wells era o de “A máquina do tempo”? Pq se for, aquilo é uma leitura do universo newtoniano com certos aspectos da física positivista. Infelizmente não conheço o livro q vc citou, de Clarke. De qq forma, cai no q o chest falou. Concordo totalmente - disse em duas linhas o q eu tenteni e não consegui em 30.

  • 32 Brancaleone // 11/December/2007 às 23:15

    De qualquer maneira, FC é ótimo!!!
    Bom, claro né, tem os que preferem os escritores “in”, “intelectuais”, aqueles sujeitos que dão um mundo mastigado, pensado, explicado e justificado. Aqueles caras que escrevem ululantes obviedades de um jeito complicado para parecerem importantes. Chamam estas pessoas de intelectuais e alguns chegam ao pico (ou profundezas) de serem considerados “filósofos”, seja lá o que isso for…

  • 33 Arnoud // 12/December/2007 às 1:05

    Chest gosta mesmo de FC?

    Legal!

    Finalmente temos algo em comum!

  • 34 confetti // 12/December/2007 às 7:21

    adoro chest pq so ele faz comentario assim :

    “mas todo autor de FC mescla o que existe, com a possibilidade de modificar o que existe e com a própria imaginação.”

    hhhh

  • 35 Antonio // 12/December/2007 às 15:36

    Chest, finalmente nós concordamos em alguma coisa: Deodato é foda!

    A fase sambajazz é boa, mas eu curto menos; já o funkão-psicodélico (de “Live at felt forum”, por exemplo) eu acho mais bacana. John Tropea arregaçando a guitarra…

    Estive na apresentação dele aqui no Rio, no início deste ano, na Sala Cecília Meireles. Foi gravada e vai virar um CD + DVD, da Biscoito Fino.

    abs,

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