As coisas que circulam nos emails de jornalistas… ou as coisas que jornalistas fazem quando não têm mais o que fazer.
(Não recomendado a corintianos.)
Pedro Doria | Weblogum pouco do mundo, todos os dias |
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As coisas que circulam nos emails de jornalistas… ou as coisas que jornalistas fazem quando não têm mais o que fazer.
(Não recomendado a corintianos.)
Mas o que tem a ver o corinthians com as calças?
Humm…
A polêmica se inicia. Estou disposta. Alguém mais?
Você ainda não desceu ao inferno, Rachel?? O caminho parece longo…
Pedro sabe provocar!
Clara, se vc quiser, minhas aulas sobre futebol são gratuitas e sensacionais. Consigo resultados até em acéfalos da bola como vc.
Rachel, você é uma heroína. Admiro a sua garra para enfrentar essa turba, ainda não vi nenhum outro corinthiano com a sua fibra aparecer por aqui!
Rachel, Clara, gosto muito de ambas, vamos lá. Um pouco de jogo de cintura e senso de humor, a briga não é necessária.
Então ensina para o time do Corinthians, Rachel.
Pedro, sinto mto, mas se descem meio tom, não sou eu que subirei uma oitava.
Além do mais, é futebol. Vc realmente espera racionalidade e cordialidade qdo o assunto é futebol?
O post foi seu.
Ensinar? Aprendi com ele.
Pena que o Flamengo não te ensinou tanto…
Mas o Corinthians vai ter um especial na Globo,não sabiam? Só falta acertar o dia da semana.
Vejamos; o Luciano Huck está no sábado, o Faustão está no domingo, e o Corínthians?
Pedro, não estou brigando, de jeito nenhum. Meu filho é tricolor, que já esteve na terceira divisão, então no fundo tenho empatia pelos torcedores que estão caindo. É que sou carioca, então…
Sexta é dia de jogo, Luiber.
Vai tentando, vai…
Tricolor carioca bem entendido é Fluminense.
“Sou carioca” - aaaaaaahahahahaha
Verdade, desculpem. Só existe rivalidade no futebol do RJ, eu que me esqueço. No resto do país a gente brinca de jogar e aperta a mão do adversário. Amamo-nos todos, claro.
Rachel, já estou vacinada. Aqui em casa, é praticamente semana sim, semana não. A gente adora! Tem que levar no humor.
Pois é, olha que distinto: aqui em SP, não. As TO, na verdade, servem para organizarmos almoços familiares antes dos jogos nos fds. É realmente mto lindo, tomamos cerveja sem álcool e suco de frutas orgânicas.
Terminamos sempre com uma oração interreligiosa.
Enfim, uma coisa mto civilizada e bem diferente dos cariocas, sabe?
Como é que é essa coisa das orações interreligiosas, Rachel? Fiquei curioso… E a culinária dos almoços é ecumênica também?
rachel e clara !! kkk
( lendo atentamente ! )
Saiu a tabela do Segundão 2008
http://brainreset.blogspot.com/2007/12/tabela-do-campeonato-brasileiro-srie-b.html
ricardo e luiber, vocês estao otimos na foto de grupo ai cas meninas ! :))
TO aqui em SP é coisa de família, tá? Dps do alomoço as crianças brincam de amarelinha e tem aula de reforço praquelas com pobrema na escola.
CONFETTI!!!!
QUE SAUDD DE VC!!
Confetti, eu estou neste post só porque quero aprender, vc sabe bem que sou um observador inveterado da condição humana, inclusive aquela das TOs… (e melhor não dizer mais nada, porque não quero cair da arquibancada do Fonte Nova…)
Confetti - Dificilmente tem um post divertido e com tão boa companhia.
Rachel - As orações podem até ser interreligiosas, mas se tiver algum torcedor do adversário do dia…
Quando o Palmeiras estava na segundona eu fui assistir ao jogo contra o Avai, o time mais simpático de Santa Catarina.
Terminou 6 x 1 para o Verdão. No meio do jogo, já ganhávamos por quatro gols de diferença, metade da torcida ficou de costas para o campo. Protesto? Que nada. Mais um avião aterrissava no aeroporto, logo atrás do estádio. No mesmo instante o Wagner Love marcou mais um gol, numa rebatida, que poucos viram. Surreal…
As músicas das organizadas do Avai também são dose pra cavalo…Tinha uma assim: “Até o Bob Marley, queimou um com a gente! A Mancha Azul é chpa quente! Até o Bin Laden, tem medo da gente! A Mancha Azul é imponente!”.
A segundona é isso aí. Se prepare, Rachel.
Lembro de um jogo Sport x Palmeiras, lá em Recife. Tinha um palmeirense enorme, musculoso, todo pintado de verde, só de calção. Era o incrível Hulk. Cada vez que a câmera filmava, ele fazia cara de mau, cerrava os punhos, inchava, parecia que ia estourar. Isto é a segundona bizarra. É imperdível.
Cara… vivo por esses momentos…
Esse cara aí, estilo Hulk, foi filmado e passou nos programas esportivos do outro dia. Mas a verdade é que em qualquer estádio maluco é o que não falta.
Outro dia, num Palmeiras x Atlético, em Curitiba, o cara ao meu lado estava empolgado cantando o hino. A letra oficial é “(…) que a dureza do prélio não tarda (…)”. E o cara berrava: “(…) que a dureza do velho não pára (…)” !!!!!!!! Hahahahaha!!!!
com o atual nível técnico da série a, eu não entendo os comentários colocando a segundona como outro nível ou coisa bizarra.
a série b é um campeonato quase igual à série a, a diferença é que o número de estádios ruins é um pouco maior e você pode assistir um maior número de partidas sem medo de ser morto por um animal de torcida organizada.
tenho experiência no assunto porque sou torcedor do remo (belém-pa, mas hoje morando em sampa). tenho 11 anos de segundona nas costas, um ano de terceirona (2005, fui em todos os jogos) e agora em 2008 estaremos de volta nessa rotina.
não tem nada de triste não, futebol não é título, futebol é diversão. coisa que são-paulino, por exemplo, não entende.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaahahahahahahahahahahahaha
fui no estádio uma vez e tinha um moleque ao meu lado berrando TODAS as canções da torcida. TODAS. Ele sabia todas e não errava nenhuma entrada.
problema: passou o jogo inteiro me perguntando o nome dos jogadores e se o Nilmar não ia entrar.
ahahahahahahahahha
Eeee, Doda. Sempre representando.
Tu é um corinthiano enrustido, rapaz.
Hehehe, o moleque pedindo pelo Nilmar…
Teve um moleque, uma vez, que também me matou de rir. Era Palmeiras x Figueirense, em 2002. Havia sérios indícios de que seríamos rebaixados. A zaga era uma droga. O Alexandre, sempre que tocava na bola, causava preocupação.
Na arquibancada, no degrau abaixo do meu, tinha um cara de uns trinta e poucos anos, tatuagens do Verdão, uma camisa velha pra caramba. Ao lado, um pai com um molequinho. O menininho, de uns quatro anos, no pescoço do pai, gritava e comemorava até quando o Palmeiras passava o meio campo.
Bom, lá pelas tantas, o Alexandre tenta dominar a bola, que bate na canela e sobra pro meia do Figueirense. Por milagre o cara consegue perder um gol feito. Daí o cara tatuado fala assim pra mim: “Mano, esse Alexandre é tão ruim, mas tão ruim, que até parece o Baroninho. Lembra do Baroninho?” Eu digo que sim, mas só me lembro dele por um pôster de uma Placar de 81. Tinha cinco anos na época.
O fato é que, a partir daquele momento, cada vez que o Alexandre pegava a bola, o cara berrava: “Vai, Baroninho do caralho”. E o moleque assim: “Pai, o que é caralho”. “Meu filho, é um nome muito feio”. Hahaha!!!
Ao lado do pai e do moleque tinha uns dois adolescentes. Desses que não sabem a escalação do time nem quando ele ganha campeonato. A zaga vacila, o Figueirense faz um a zero e os caras, que tinham escutado a conversa pelo meio, começam a falar assim: “Também, com essa bosta desse Baroninho na zaga”. Hahaha!!!
Futebol é mesmo fascinante.
Aí, Doda.
Acertou um sem-pulo, no ângulo. Futebol é diversão. Mas para aprender isso é preciso passar pela segundona e viajar por esses brazis mundão afora. Das cidades que fui - poucas, é verdade - a que mais gostei foi Recife. O estádio todo, a torcida toda parece uma enorme geral - lembra da geral no Maracanã? - e a diversão é garantida. É lá que saboreia-se um legítimo ‘comeu-morreu’, sanduíche de carne moída que eles também chamam de cachorro-quente.
doda,
título não é divertido?
como são-paulino eu devo dizer o contrário.
aliás, por que mesmo que a torcida do curíntia tentou invadir o gramado do pacaembu no jogo contra o river quando perdeu mais uma liberadores?
bom, acho que não tinha nenhuma diversão extra campo, como o garoto que conhece todos os hinos da torcida e não sabe qual é o time.
libertadores
penta,
títulos são sim muito divertidos, mas um torcedor que só espera isso do seu time está perdendo a melhor parte da coisa, que é saber rir de todos os outros muitos detalhes que cercam a mística futebolística.
já fui ver o seu time em jogo de libertadores no morumbi. é legal, o time é bom, o estádio é ótimo, mas falta um charme, falta a piada, o chiste. isso só um times e torcedores que já sofreram muito sabem como é.
claro que ser campeão brasileiro da série a é muito melhor que estar na terceira divisão, mas se eu for esperar só isso do meu remo, corro o risco de virar um torcedor de copa do mundo.
mas enfim, sei que não sou parâmetro pra ninguém, pois ñão consigo tratar o assunto amor pelo time com fanatismo e sim como diversão, sempre e somente.
Doda
É por isso que, apesar de ser rubro-negro, eu admiro o botafogo e, principalmente, sua torcida. Como diz um grande amigo meu, “o botafoguense não disputa apenas uma partida ou um campeonato. Disputa lateral, escanteio…”
abs,
ACT
acho que vai chover…
@Rachel
“mas se descem meio tom, não sou eu que subirei uma oitava.”
Mesmo detestando futebol esta foi a mais divertida para mim. Virei fã.
“claro que ser campeão brasileiro da série a é muito melhor que estar na terceira divisão, mas se eu for esperar só isso do meu remo…”
Soh isso???
Quem me dera meu vascao fosse campeao ano sim, ano nao.. fala serio..nao tem NADA melhor do que ver seu time campeao SEMPRE.
Dar risada, diversao? deixa isso tudo pra quando tiver que comemorar uma taca. Me desculpe, mas nao consigo ver graca alguma em ver seu time sofrendo anos a fio pra fugir de rebaixamento e afins.