A troca de mensagens pública entre o repórter Jon Lee Anderson e o editor de Internacional de Veja, Diogo Schelp é um bocado importante – e não pelo que ela diz a respeito de Schelp; pelo que diz sobre Veja.
A argumentação de Schelp em sua defesa é ruim. Fonte não deve qualquer sigilo a repórter – a nossa é uma profissão que deve operar às claras. O sistema de filtro de mensagens da Abril é de fato muito rigoroso e dá problema com mensagens perdidas a toda hora. Mas este é um problema que a Abril deve resolver com sua equipe técnica. Numa empresa jornalística, é um problema sério. Usar o anti-spam como desculpa para não ter contatado uma fonte é piada.
Por fim, ele reconheceu publicamente que Veja tem uma lista negra: quem cai lá não sai na revista. Não é o único órgão de comunicação grande que tem uma lista dessas, mas há um motivo pelo qual ninguém assume sua existência. É que não pode ter. Noticia-se, sempre, o que é notícia; e procura-se, sempre, quem melhor pode informar a respeito de um assunto. Quando uma publicação reconhece que tem uma lista negra, está dizendo que não tem pudores de usar sua influência para fazer com que alguém suma do mapa da relevância, independentemente de ser notícia ou não. (Não que, neste caso específico, Anderson vá sentir falta.)
Mas não era Schelp que deveria responder pela crítica e é injusto que a revista o tenha exposto desta forma. Nenhum jovem jornalista deveria ser obrigado a debater com um repórter de primeira linha do jornalismo mundial. É um debate perdido de início e, portanto, uma exposição cruel.
A reportagem sobre Che não saiu como saiu porque esta é a qualidade de trabalho que Schelp pode apresentar. Quem o conhece diz que é bom repórter, que jamais tem preguiça de apurar. A reportagem saiu assim porque assim é a linha editorial de Veja: a tese já está definida antes que qualquer repórter se lance à apuração. As fontes consultadas são aquelas que confirmarão a tese. Se alguém disser o contrário, que seja ignorado. Não é a curiosidade, a tentativa de compreender o mundo, que move a pauta de Veja. O que lhe move é a vontade de dizer o que seus leitores devem pensar.
O caso de Reinaldo Azevedo é diferente de Schelp. Este tem por função entrar mesmo nestas polêmicas e argumenta como lhe é típico: quando o debate é impossível de ser encarado, parte-se para lidar com os acessórios. Nos EUA, isto tem nome e há especialistas do ramo. São os spin doctors. Daí, que se debata a tradução, alguma questão ética imaginária, que se insinue que um repórter sênior da New Yorker, uma das revistas mais influentes do mundo, sentirá falta de ver seu nome em Veja.
Veja já foi a quarta revista mais vendida do mundo – hoje, deve estar entre a quinta e a sexta. Já foi uma revista indispensável. Veja foi uma revista que pautou a discussão no país. Há capas memoráveis – a do aborto, por exemplo, com incontáveis mulheres contando suas histórias pessoais; a entrevista de Pedro Collor que disparou o processo de um ano que culminaria com o impeachment de seu irmão.
Não foi sempre assim: o conceito de uma revista séria e rigorosa, com o noticiário semanal, era novo no Brasil de quando ela veio às bancas. Durante uma década, deu prejuízo. Quase quebrou a Abril, até então uma editora de pouca influência. Mas, aos poucos, Veja tornou-se indispensável. São muitos anos de trabalho para construir influência. Influência jornalística é ganha com trabalho sério, no dia-a-dia e chega apenas muito lentamente.
Jornal e revista também são produtos de hábito. Leitores cariocas por certo reconhecerão o exemplo do Jornal do Brasil. Foi um grande jornal, influente, importante. Começou seu lento processo de decadência há uns quinze anos. Mesmo quando já era evidente que o JB não era mais o mesmo, muitos leitores continuaram o comprando. Aí foram perdendo o hábito. A influência é perdida quando, dia após dia, semana após semana, o veículo vai provando que simplesmente não é mais o que foi.
Um veículo de comunicação constrói uma comunidade. É o comentar ‘você viu a Revista de Domingo ontem?’, ‘você viu aquela matéria no Fantástico?’ O veículo é relevante quando sugere o assunto, influi na conversa pública, dá a seu leitor ou espectador a percepção de que ele está informado, que tem assunto, que está capacitado a formar opinião, preparado para a conversa e o debate.
Influência, este espaço na formação do debate público, demora muito tempo para ser construída. Depois que foi, a influência pode ser mantida ou não. Não é de uma hora para a outra que a influência é perdida – mas, depois que foi, não há quem a reerga. É este o patrimônio que Veja tem e está, muito lentamente, dilapidando.
Aos poucos, muito aos poucos, começa-se a ouvir o seguinte comentário nas ruas: ‘você viu aquela matéria na Época?’ Não é questão de ser de esquerda ou ser de direita, este é um debate que interessa apenas a meia dúzia de leitores. A questão é aquela curiosidade inicial que leva o jornalista à rua. Ele não tem uma tese para comprovar, tem dúvidas. Está disposto a ser convencido, de apresentar tantos lados de uma história quantos possa haver.
262 Comentários até agora ↓
1 Bruno // 19/November/2007 às 17:04
Parabéns!
Arrematou o assunto.
A polêmica já estava passando para o deboche puro e simples.
Veja sucumbiu à inveja que seus funcionários têm dos que ganham mais.
O Reinaldo Azevedo está de greve ou não sai mais na revista escrita? Ou nunca saiu?
Ele parou de responder ao Jon Lee Anderson por determinação própria, por ter apanhado, ou por seu patrão ter mandado?
2 fred schmidt // 19/November/2007 às 17:11
É ….
É isto aí.
Tentei ler algumas vezes estes jornalistas tão citados por vocês.
Desisti;
Fiquei achando que sou uma besta em não concortdar nunca com os caras.
Parecem até o Cony.
3 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 17:18
Veja é a única revista conservadora do país e o PD acha muito? Se ela não segue a linha editorial que o PD gosta (Carta Capital?), então não poooode? (batata frita pooode!). Mas PD, pretende você censurar, ou ao menos pautar, Veja? Perdeu a noção?
4 Diego // 19/November/2007 às 17:21
não sei o estágio atual da Veja representa uma dilapidação do patrimônio - a comunidade que se forma em torno da revista (ou do blog, vc tá ligado).
me parece muito mais que o que há é uma reposição dos membros da comunidade. e esses novosnão estão interessados em jornalismo.
5 João Marcos // 19/November/2007 às 17:24
“O caso de Reynaldo Azevedo é diferente de Schelp. Este tem por função entrar mesmo nestas polêmicas e argumenta como lhe é típico: quando o debate é impossível de ser encarado, parte-se para lidar com os acessórios. Nos EUA, isto tem nome e há especialistas do ramo. São os spin doctors. Daí, que se debata a tradução, alguma questão ética imaginária, que se insinue que um repórter sênior da New Yorker, uma das revistas mais influentes do mundo, sentirá falta de ver seu nome em Veja.”
E tem gente que fala que o caso do Reinaldinho é de personalidade forte. huhauah
Daqui a pouco aparece aquele tanto de comentáristas com seus acessórios de guerra.
Esse Anderson deve ter ficado depressivo a semana inteira por não poder mais aparecer na Veja.
6 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 17:26
mas põe mistificação nisso.
7 Pedro Amaral // 19/November/2007 às 17:30
Se é verdade que a Veja está se tornando irrelevante, isso irá se refletir na vendagem da revista — que cairá, e forçará uma revisão da linha editorial.
Mas não acho que seja esse o caso, me parece muito mais um caso de wishful thinking de uma certa parcela dos leitores. Eu continuo comprando e lendo, ainda que sempre ‘com um pé atrás’ — como deve ser lida qualquer revista.
Esse caso do Che é emblemático: querem que uma matéria chamada “O Outro Lado do Herói” seja imparcial? Façam-me o favor - o objetivo era exatamente mostrar o que era desconhecido da maioria das pessoas, que vê no Che o jovem santo do filme do Walter Salles…
De qualquer maneira, é bom que a Época esteja ganhando popularidade e influência — é através da concorrência entre veículos sérios que a imprensa de um país avança (não é, certamente, com a IstoÉ e com a Carta Capital…)
8 fred schmidt // 19/November/2007 às 17:31
A queatão não é pautar, é sentir e comentar uma realidade, só isto
9 Maria // 19/November/2007 às 17:35
Porque o PD e outros jornalistas, em geral de esquerda, puxam tanto o saco desse Anderson?
Pelas correspondências que ele andou trocando com o jornalista brasileiro, não me pareceu que ele seja “o tal”, a útima coca-cola do deserto.
Pareceu-me fraquinho, isso, sim!
10 Ricardo Alexandre da Silva // 19/November/2007 às 17:36
P.D.:
A qualidade do jornalismo de Veja se torna ainda mais questionável quando se percebe que diversas seções da revista perderam o rumo. Tome-se, como exemplo, a seção cultural. Basta ler na edição dessa semana a crítica brutal a que foi submetido o John N., maestro da Sinfônica de São Paulo.
Para todos que leram a matéria a crítica pareceu despropositada e injusta. Faltou fundamentação. Faltou ouvir fontes que pudessem apresentar outra opinião, como, por exemplo, maestros e músicos de outras orquestras brasileiras, ou mesmo do exterior, indicando-os quando possível.
Como você disse, parece vigente um procedimento no qual só são buscadas fontes que ratifiquem a tese que se pretende defender, algo que, segundo me parece, fere a essência do jornalismo.
Apesar disso é preciso dizer que o noticiário político de Veja por vezes ainda encontra fôlego e concebo como um serviço de utilidade pública a apuração sobre as propinas de Severino Cavalcanti no restaurante da Câmara ou a indicação das diversas falcatruas de Renan, só para ficarmos com exemplos notórios e recentes. Inegável que nesses dois eventos a revista demonstrou o que tem de melhor.
Quanto ao Reinaldo Azevedo, eu o acompanho desde a “República”. Tem boa argumentação, sabe escrever, mas por vezes é intolerante, algo que depõe contra o trabalho dele. O apego a aspectos acessórios da discussão e a desqualificação dos interlocutores não oportunizam um verdadeiro debate.
Sobre a matéria do Guevara, a ausência de Anderson representa uma lacuna. Parece realmente ter havido a tentativa de corroborar a tese de que Guevara não passava de um Cesar Bórgia da modernidade. Um tiranozinho qualquer. O que pode ser verdade. Mas para chegar a essa conclusão impunha-se um trabalho investigativo mais vasto que sete fontes, todas com interesses na desmitificação de Che, ainda que, dado o cenário cultural brasileiro, marcadamente esquerdista, uma voz dissidente sempre seja bem-vinda.
Ao Chesterton:
Não me parece que o PD tenha sido intolerante com a Veja. Apenas criticou, substancialmente, o jornalismo da Veja, reconhecendo os méritos pretéritos dessa publicação.
Cordialmente,
Ricardo Alexandre da Silva.
11 Rachel // 19/November/2007 às 17:38
Fred, seu comment de número 2 é EXATAMENTE como tb me sinto!
12 josef mario // 19/November/2007 às 17:38
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que esta revista veja é asquerosa. Representa o que existe de mais retrógrado, conservador, direitista, reacionário e fascista na imprensa brasileira. É inegável, todavia, que é a maior revista do país e perfeitamente coerente com os interesses calhordas e golpistas que representa. Portanto, é inadmissível que o companheiro pedro doria possa fazer algum tipo de comparação da veja com qualquer outra revista do mesmo ideário político. Ainda mais com esta famigerada época. Menos companheiro pedro doria.
Muito obrigado.
13 Alba // 19/November/2007 às 17:38
Chest,
A discussão não é essa e você é muito inteligente para saber disso. Ninguém está questionando a linha editorial de Veja. Todas as publicações a têm e tem pleno direito de defender o ponto de vista que lhes pareça melhor.
Mas também têm, ou deveriam ter, um compromisso com o leitor e com a sua própria credibilidade. Se uma publicação decide a priori que uma liderança qualquer, por exemplo, deve ser demonizada e buscam apenas fontes que a auxiliem na tarefa - sem ouvir o famoso “outro lado”, que é basilar no exercício do jornalismo, está atirando a credibilidade no lixo. Isso qualquer um de nós pode fazer, com base nas nossas convicções e simpatias. É jornalismo? Eu diria que não.
Também acho que você exagera bastante quando atribui à Veja a condição de única publicação conservadora. O Estadão é algum modelo de imprensa de esquerda, só pra citar um exemplo?
Por fim, acho que o PD foi muito feliz em distinguir os papéis nessa história toda. De fato, Diogo Schelp é um jovem jornalista que não deveria ter sido obrigado a entrar na arena ao lado de um peso-pesado internacional. O que também fala contra a direção de Veja.
Quanto ao Reinaldão, bom, sobre ele já se disse tudo. :((
14 Mariana // 19/November/2007 às 17:40
Excelente matéria. Além de um apanhado histórico muito bom, acabou sendo, para mim, um meio termo interessantíssimo em toda essa discussão Jon Lee Anderson X Veja.
15 Luiz // 19/November/2007 às 17:43
Sabe de uma coisa ? Tá na hora de mudar de assunto.
Pelo menos até a próxima e inevitável pisada de bola da VEJA …
16 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 17:45
Ricardo, PD deu créditos passados a Veja citando uma reportagem onde o propiro CHE era tratado com mais lisonja. Paracomissopelamordedeus!
PD anda puxando o saco de alguem, quem, eu não sei.
Alba, Che não tem outro lado. Um psicopata frio e assassino que merece a lata de lixo da história. Se temos mendigos intelectuais que remexem latas de lixo, ruim para nós.
17 pedro direitoba // 19/November/2007 às 17:46
Doriana derretida, boas considerações. Desconhecia esse sucesso mundial da Veja, tem certeza disso? Bom, já na ditadura militar a Veja dava sinais de crise, com o aparecimento da Isto É. Mas sobreviveu as diversas concorrências no seu nicho de jornalismo, com a sua famosa página amarela. Criou, portanto, um modelo que foi copiado nessas plagas para as revistas políticas. Um Senhor (outra revista fracassada duas vezes) nome a zelar. O caso Collor reaqueceu a revista e agora a direitobice causo estrago. Digo que uma revista pode ter uma linha conservadora liberal sem que isso afete a credibilidade das informações. Isso não quer dizer que conhecer a política da linha editorial não seja importante, ainda que vc. ou outros desejem evitar esse assunto. Aliás, evitá-lo é mal sinal. Por mim, desejo que a Veja encontre o fim que merece, já que há muito deixei de ser seu assinante.
18 pedro direitoba // 19/November/2007 às 17:49
às diversas. Deve ter mais erros. Cadê o Ricardinho para a correção?
19 pedro direitoba // 19/November/2007 às 17:49
causou
20 Marcelo Augusto // 19/November/2007 às 17:49
Hallo, Pessoal!
Uma singela homenagem musical aos leitores da revista Veja:
Banda : Metallica
Música: Master Of Puppets
End of passion play, crumbling away
I’m your source of self-destruction
Veins that pump with fear,
Sucking darkest clear
Leading on your deaths’ construction
Taste me and you will see
More is all you need
You’re dedicated to
How i’m killing you
Come crawling faster
Obey your master
Your life burns faster
Obey your master
Master
Master of puppets i’m pulling your strings
Twisting your mind and smashing your dreams
Blinded by me, you can’t see a thing
Just call my name, `cause i’ll hear you scream
Master
Master
Just call my name, `cause i’ll hear you scream
Master
Master
Needlework the way, never you betray
Life of death becoming clearer
Pain monopoly, ritual misery
Chop your breakfast on a mirror
Taste me and you will see
More is all you need
You’re dedicated to
How i’m killing you
Come crawling faster
Obey your master
Your life burns faster
Obey your master
Master
Master of puppets i’m pulling your strings
Twisting your mind and smashing your dreams
Blinded by me, you can’t see a thing
Just call my name, `cause i’ll hear you scream
Master
Master
Just call my name, `cause i’ll hear you scream
Master
Master
Master, master,
Where’s the dreams that i’ve been after?
Master, master,
You promised only lies
Laughter, laughter,
All i hear and see is laughter
Laughter, laughter,
Laughing at my cries
Fix me
Hell is worth all that,
Natural habitat
Just a rhyme without a reason
Neverending maze,
Drift on numbered days
Now your life is out of season
I will ocupy
I will help you die
I will run though you
Now i rule you too
Come crawling faster
Obey your master
Your life burns faster
Obey your master
Master
Master of puppets i’m pulling your strings
Twisting your mind and smashing your dreams
Blinded by me, you can’t see a thing
Just call my name, `cause i’ll hear you scream
Master
Master
Just call my name, `cause i’ll hear you scream
Master
Master
Ha ha ha
Ha ha ha
—————
[]’s
Marcelo
21 Elias // 19/November/2007 às 17:51
PD matou a pau.
A influência deriva da credibilidade. Um leitor com um mínimo de amor próprio não dá crédito a uma publicação que teima em tratá-lo como um imbecil.
O Chesterton presta um desserviço às suas próprias convicções, ao pretender que, por ser a Veja um veículo “conservador”, ela tem passe livre pra desvirtuar fatos, manipular análises, manter listas negras, etc.
É o mesmo que dizer que todo conservador é desonesto. Ou que um conservador está sempre disposto a perdoar a desonestidade de seus pares. Ou que, ao conservador, é permitida uma linhha de conduta que, se adotada por um nã0-conservador, seria considerada desonesta.
Chester, assim você atira contra seu próprio pé. Você está fazendo a anti-propaganda do conservadorismo. Você está insultando os conservadores e o conservadorismo.
Tenho vários amigos — ex-professores, inclusive — conservadores. Nenhum deles é desonesto. Todos eles dispõem de uma integridade intelectual à qualquer prova. E quase todos eles abominam aquilo em que a Veja se tornou.
A coisa mais difícil é se encontrar alguém cuja opinião se respeite e que reconheça ter sido essa opinião formada com ajuda da Veja (mesmo quando é, a cristura nega; prefere citar outras fontes). No máximo, a Veja costuma ser citada como reiterativa de uma opinião pré-existente. Aqui mesmo no Weblog, na maioria dos casos, tem sido assim, mesmo entre os conservadores.
Espero que o PD esteja errado num ponto: aquele em que ele afirma que a Veja dilapida sua credibilidade lentamente. Desejo que o “lentamente” possa ser substituído por um “rapidamente” ou, melhor, um “vertiginosamente”.
22 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 17:51
Direitoba, e desde quando esquerdinha tem grana para assinar revista?
23 João Marcos // 19/November/2007 às 17:52
Ta vendo PD, alguns pdc’s usando de acessórios partem para regra nº 1, quando a idéia do texto não vai de conforme com o seus pensamentos, que é “desqualificar o escritor do texto”. El Cid, Maria e Josef Mario, argumentos por favor.
Essa de querer ficar desqualificando é muito infantil. Da na cara, sabe.
24 Éd Lascar // 19/November/2007 às 17:54
Pedro Dória , você está viajando na maionese grandão!
Não há lista negra nenhuma. Aposto que se Andersen publicar um livro relevante e sair no Brasil, há uma grande possibilidade de a resenha sair na Veja. Foi uma irritação legítima a de Schelp. Ele é chefe /editor, sei lá , de reportagens internacionais. Não vai pedir mais pitaco de Andersen. É um direito dele.
Abs.
25 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 17:55
Elias, corrija o texto da reportagem da Veja sobre o Che, me mostre onde ela mentiu.
26 Éd Lascar // 19/November/2007 às 17:57
Os “spin doctors” agem sob comando de um partido. Reinaldo Azevedo é independente. Isso eu sei porque o leio diariamente. Não se aplica.
Abs.
27 Pax // 19/November/2007 às 17:58
Chesterton, velho, bom e inteligentíssimo Chesterton você deve ter mais de 40 anos. Certo? Então você viu o JB definhar. Certo? É o caso da Veja. Está definhando. Começa com a qualidade e depois vai perdendo público, assinaturas, venda nas bancas. Não é nada além disso. Aceite. E relaxe. Há outras coisas boas acontecendo. Acho que o Pedro Doria não citou a que mais me agrada atualmente que é a Piauí. Não leio Veja há anos. Já assinei sim, esperava ansioso pra ler nos domingões. Mas o mundo dá voltas e revoltas.
Agora, Chesterton, velho e bom Chesterton, você é um drogado.
Isso incomoda a gente que gosta da tua inteligência. Esse papo de gostar das drogas do Reinaldo Azevedo, do Diogo Mainardi, do Olavão é papo de drogado, daqueles do Ame-0 ou Deixe-o. Ô cara, larga. É como cocaína que já vi deixar as pessoas neuróticas. Acham comunistas até embaixo da cama. Na boa, me preocupo. Essa turminha pegou um samba de uma nota só, do anti-lulismo histérico que boa parte da sociedade está se embrenhando. Parecem o Arthur Virgílio no Senado, histérico, sem resultados e contraditório defendendo de todas as formas e maneiras o Eduardo Azevedo e as corrupções do seu lado. Essa polêmica, da forma que é conduzida, nos leva a hilária situação de brigarmos dizendo que o meu corrupto é melhor que o teu. Todos são, e pior que corruptos, incompetentes de marca. Hoje temos a pior classe política da história do Brasil. E os drogados não vêem isso.
Então é isso, não estou te pedindo pra gostar do Lula não, mesmo porque eu tô cá me segurando nos estribos pra não cair também, pois ando com pé atrás, preocupado com o modelo do Chávez. Super preocupado.
Mas estou te pedindo sim, pare com as drogas!
Deu vontade de montar a ALVA: Associação dos Leitores de Veja Anônimos.
28 pedro direitoba // 19/November/2007 às 17:59
Frangão Drá-o-Cul de volta, com todo o gás. Cuidado com o cheiro por perto. Frangão Shibata, médico milico de pijama, vc. devia odiar a Veja antes da censura pesar , naqueles anos de chumbo, né? Não sou esquerdinha, sou esquerdão! Direitobinha ruim da cabeça!
29 Pax // 19/November/2007 às 18:00
Delsio querido, dê-se um presente hoje no seu aniversário: Large as drogas também !
Abraços !
30 Pax // 19/November/2007 às 18:00
Largue… claro
31 josef mario // 19/November/2007 às 18:00
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que não existe isenção ou imparcialidade em nenhum ramo de atividade humana. E, obviamente, na imprensa não poderia ser diferente. As nossas opiniões sempre convergirão no sentido dos nossos interesses imediatos. Uma verdade única e irrefutável não existe, ou seja, as verdades são infinitas, variadas, multifacetadas e em permanente mutação de modo que podemos, a qualquer momento, escolher aquela que mais nos convier.
Portanto, o mais importante é que, ao longo de nossas vidas mantenhamos, pelo menos, a coerência na escolha das nossas verdades. A única verdade falsa ou mentirosa é a incoerência.
Retirar-me-ei, por breves momentos, para dar uma merecida cagada que, no momento, é a única verdade que me interessa.
Muito obrigado.
32 pedro direitoba // 19/November/2007 às 18:01
De Lascar, que paixão pelo lobotomizado! Vc. acha ele um gato? Tremendo bofe…
33 Alba // 19/November/2007 às 18:01
Chest,
Pelamordezeus! Não se trata do bendito Che, cáspita!
Só um exercício de imaginação, uma empreitada digna de Veja: toda uma matéria, por exemplo, explicando porque George W. Bush é a liderança mais genial, mais perfeito, mais mais do mundo.
Difícil, mas com a orientação atual, aposto que Veja tira de letra, viu?
34 Ricardo Alexandre da Silva // 19/November/2007 às 18:04
Pedro Direitoba:
No outro post você disse que por vezes usa o serviço de um corretor. Se é assim, não vou mais te corrigir de graça. Afinal, não existe almoço de graça no capitalismo, não é?
Quer dizer que, além desses posts, você escreve? Fiquei curioso…Eu até iria te azucrinar sobre isso, mas seu comentário foi surpeendentemente ponderado. Deixo pra próxima. De fato, uma revista pode ter uma linha editorial liberal conservadora sem comprometer a qualidade de suas informações. Será que você está se endireitando?
Cordialmente,
Ricardo Alexandre da Silva.
35 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:04
Pax, você já tinha abandonado o Lula, lembra? Voltou atrás?
36 Éd Lascar // 19/November/2007 às 18:04
Reinaldo foi um gato, Esquertoba, quando ele era trotskista! Aí criou alguns pelos saco, perdeu uns na cabeça (mesmo, a de cima!) e engordou. Não é mais, claro!
:o)
37 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:05
Alba, Che não é bendito, é maldito. Sim, se trata dele, o resto é um véu para disfarçar ideologia.
38 pedro direitoba // 19/November/2007 às 18:07
Camarada Joseph Mario,
Suas posições foram dúbias, melífluas! O camarada parece estar em fase bolivariana pós-moderna, onde qualquer opinião é válida e equivalente, já que não existiria objetividade nos fatos e tudo é uma interpretação. Nesse caso devo avisar ao camarada que os chesters da vida afirmam exatamente isso. Não existiu holocausto, sua mulher é fiel, a do Pax idem, o De Lascar não queima a rosquinha e por aí vamos. O camarada parece precisar de uma autocrítica perante o partido.
39 João Marcos // 19/November/2007 às 18:07
Piadas prontas. Éd Lascar é um fanfarrão.
“Não há lista negra(na Veja) nenhuma.”
(Então sugere eles entrevistarem o Chavez)
“Os “spin doctors” agem sob comando de um partido. Reinaldo Azevedo é independente.”
( O Paulo Henrique também, hahaha)
“Aposto que se Anderson publicar um livro relevante e sair no Brasil, há uma grande possibilidade de a resenha sair na Veja.”
(E a Editora que manda os lançamentos pra revista não tem nada haver né?)
40 Pax // 19/November/2007 às 18:08
Foram as drogas Chesterton. Juro. Confesso aqui e em público. Depois que comecei a ler o que você, Mr X e Delsio copiavam aqui do Mainardi, Reinaldo Azevedo e Olavão, vi que era melhor aceitar o corrupto do Lula que o corrupto do Alckmin, seu contra-ponto.
Pelo menos há mais comida na mesa, mais empregos, a bolsa sobe pacas, até petróleo o Lula foi lá, mergulhou e achou.
Aliás, só pra não deixar barato, ontem o Mainardi pediu arrego no Manhatan Connection, aceitou que o Lula é um puta de um sortudo, que o país está melhor. É mole?
41 Pax // 19/November/2007 às 18:11
pedro direitoba, na boa, quer ofender, me ofenda. Não ofenda quem você nem conhece. Não seja tão covarde assim. Vai que um dia cruzo com você por aí.
42 pedro direitoba // 19/November/2007 às 18:11
Senhor Ricardo, engano seu. Vc. é que começa a me compreender. Já é um avanço para conversarmos. Vou me apresentar para satisfazer a sua curiosidade. Sou economista e não escrevo literatura, pois nunca tive capacidade para isso. Então fico na minha incapacidade e no meu canto. Dali só saio quando acossado pelos direitobas do Doria. É isso.
43 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:11
O país está como está APESAR do Lula, que tem muita sorte, aproveita o que FHC fez (prova disso é que não mudou um tiquinho e tem no governo um ex-presidente do Banco de Boston).
Pax, se voce tem que escolher entre 2 corruptos, realmente você está num beco sem saída…e de esquerda.
44 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:13
A coragem do direitoba é típica da esquerda, como Che, que morreu pedidno pela sua própria vida. Canalhas.
45 pedro direitoba // 19/November/2007 às 18:13
Pax, se vc. cruzar por mim por aí, nem vai me reconhecer. Que se passa? Acordou de mal-humor? O Grêmio perdeu outra vez?
46 pedro direitoba // 19/November/2007 às 18:15
Pelo visto o frangão acredita nas bobagens que lê na Veja. Fazer o quê? Vai dar um passeio no Clube Militar para espairecer.
47 Alba // 19/November/2007 às 18:16
Chest,
Desisto. Você insiste em trocar o acessório pelo essencial. Preciso sair, mas vou citar um exemplo de péssima reportagem pela Veja há alguns anos.
Lembra-se dos rapazes que incendiaram o índio Galdino?
Pois bem, lembro-me claramente da matéria de Veja justificando a sentença leve que foi dada a eles, com foto bastante favorável da juiza um tanto lacrimosa pelo fato de entender a “dor dos pais” pelos “desatinos na juventude” - num caso claro de assassinato, veja bem.
Para dar suporte a essa visão tão idílica, Veja entrevistou APENAS E TÃO SOMENTE advogados de defesa, nenhum com argumentos contrários.
Entonces, a questão NÃO é ideológica. É de credibilidade, de trabalho jornalístico.
Pena, porque preciso sair..:(
48 josef mario // 19/November/2007 às 18:17
Companheiro pedro direitoba
Eu, josef mario, devo dizer que como democrata sempre respeitarei as opiniões contrárias às minhas. Só não me responsabilizo pelas consequências.
Muito obrigado.
49 Veja e o defunto de Che Guevara : Silenzio, No Hay Banda // 19/November/2007 às 18:17
[…] UPDATE: PD escreveu excelente análise sobre a linha editorial atual da Veja. Vale ler. […]
50 João Marcos // 19/November/2007 às 18:18
Chesterton,
O Pax está com a maioria.
E procure não se estressar de novo em 2010. Esse negócio de estresse dá úlcera no estômago. E do jeito que está indo dentro de alguns anos ela pode virar outra coisa.
“Chesterton - Direitoba, e desde quando esquerdinha tem grana para assinar revista?”
(detectado preconceito)
Que feio em. Se todo cabo eleitoral do PSDB/DEM for desse jeito daqui uns 30 anos vocês voltam ao poder.
51 Gabriel Ramalho // 19/November/2007 às 18:19
PD, excelente análise.
52 Henrique // 19/November/2007 às 18:21
Parabéns Pedro.
Você defiiu bem o papel da Veja na conjuntura jornalística. E o fato da revista ser a mais vendida no país, só mostra o quanto da população brasileira ainda não tem capacidade de analizar as informações que recebe. É o mesmo pessoal (ô povo!) que faz do Paulo Coelho um escritor de sucesso ou um dos 5 milhões de espectadores de 2 filhos de Francisco, e que sai do cinema com a impressão de que acabou de ver uma obra-prima. Para boa parte da classe remediada brasileira, ter a Veja na sala é questão de status.
53 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:22
Pax está com a maioria, então devo me calar…..mas realmente vocês não entendem porra de coisa alguma. Dane-se a opinião pública, a verdade nada tem a ver com a opinião da maioria. Isto se chama subjetivismo, mais apropriadamente o ramo politicismo.
54 João Marcos // 19/November/2007 às 18:24
“Josef Mario - Só não me responsabilizo pelas consequências.”
(detectado intimidação)
“A coragem do direitoba é típica da esquerda, como Che, que morreu pedindo pela sua própria vida. ”
(Você tava lá, passa o video)
Esses pdc’s da UDN me matam de rir, ficam esperneando aqui, mas estão tomando bola nas costas a tempos.
55 Fernando // 19/November/2007 às 18:27
Lendo esse texto, até deu um pouco de pena. Mas, já passou.
56 João Marcos // 19/November/2007 às 18:28
“Dane-se a opinião pública, a verdade nada tem a ver com a opinião da maioria.”
A verdade tem haver com suas convicções e os negócios da família, certo?
Compra uma ilha.
57 Mr X // 19/November/2007 às 18:28
PD,
É REInaldo, não Reynaldo.
Não o provoque. ;-) :-P
58 Mr X // 19/November/2007 às 18:29
Morte ao Che!
Ah, já morreu? Beleza!
59 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:31
João Marcos, você é um esquerda de verdade?
60 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 18:31
Rachel
É simples assim Rachel.
Não precisa mais nada do que isso.
Quando um leitor simples, começa a não se identificar mais com as opiniões políticas da revista, e se esse número começa a aumentar, é o começo do fim da revista.
61 josef mario // 19/November/2007 às 18:33
Companheiro joão marcos
Eu, josef mario, devo dizer que o companheiro detectou corretamente. A intimidação quando utilizada para fins pacíficos é perfeitamente aceitável e justificável.
Muito obrigado.
62 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:34
O diabo na garrafa
O jornalista e escritor espanhol Juan Arías lembrou no jornal El País - em matéria com pouca repercussão no Brasil - a resposta de Lula ao empresário Eugênio Staub, em 2006: “Não acorde o demônio dentro de mim, porque a vontade que dá é fechar esse Congresso e fazer o que é preciso.” Arías comentava o apoio do presidente ao “democrata” venezuelano Hugo Chávez.
63 João Marcos // 19/November/2007 às 18:35
“João Marcos, você é um esquerda de verdade?”
(detectado desqualificação do opositor)
sou um ultra-radical-direitista disfarçado.
64 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:38
para quem está peocupado com a Veja
http://publicidade.abril.com.br/geral_circulacao_revista.php
65 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 18:38
Che era só um Dom Quixote.
Idéias corretas com meios errados.
66 SK // 19/November/2007 às 18:39
““Dane-se a opinião pública, a verdade nada tem a ver com a opinião da maioria.”
A verdade tem haver com suas convicções e os negócios da família, certo?
Compra uma ilha.”"
Não é isso. Se você conseguir convencer 5 milhões de pessoas que 2+2=5, ainda vai estar errado.
67 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:40
Carta Capital
A filiação ao IVC é estratégica num momento em que a publicação, aproveitando a boa performance nas bancas das últimas edições - como por exemplo o número em que trouxe reportagem exclusiva sobre os espiões da CIA no Brasil -, ampliou sua tiragem de 56 mil para 65 mil exemplares
68 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 18:41
Engraçado….
Ninguém ta preocupado com Veja.
Estamos dando a nossa opinião sobre ela.
Quem, ta preocupado com Veja é vc.
69 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:44
isto é de 2004, antes de dar problema. Alguem tem dados mais atuais?
70 frt // 19/November/2007 às 18:45
Cito:
“22 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/Novembro/2007 às 17:51
Direitoba, e desde quando esquerdinha tem grana para assinar revista”?”
Impressão minha ou este sujeito tem doze anos de idade mental?
71 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:46
Enfim o fecho do precioso informe atribuído à redação da Folha: CartaCapital teve tiragem de 35.300 exemplares em setembro. Já aqui a verdade factual entra em órbita. Em setembro, a tiragem média foi de 65.160 exemplares, conforme haverá de se apurar nos relatórios do IVC. Em outubro foi de 68.825, em novembro de 72.975. Previsão para este dezembro: 75.575.
chest- xiiiii
72 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 18:47
“Pax está com a maioria, então devo me calar…..mas realmente vocês não entendem porra de coisa alguma. Dane-se a opinião pública, a verdade nada tem a ver com a opinião da maioria. Isto se chama subjetivismo, mais apropriadamente o ramo politicismo.”
Louco que é louco, nunca diz que é louco.
73 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:48
Fred, vocês todos estão preocupadissimos com a Veja, não falam em outra coisa e não pensam em outra coisa. Acham que a revista é decadente! Ea carta Capital é ascendente?
74 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:48
frt, fatos são fatos.
75 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:49
SK, ensina subjetivismo pára os ignaros, por mim.
76 Hugo B. // 19/November/2007 às 18:50
“Éd Lascar // 19/Novembro/2007 às 17:57
Os “spin doctors” agem sob comando de um partido. Reinaldo Azevedo é independente. Isso eu sei porque o leio diariamente. Não se aplica.
Abs.”
Independência do quê? Não conheço nenhum jornalista realmente independente. O jornalista é sempre, em alguma medida, um boneco de ventríloquo. Às vezes até tem direito a um pouco de voz própria (quando o dono não estiver olhando), mas não é a regra. Reinaldo Azevedo pode ser independente de um partido, mas não é independente da família Civita. Se falar o que não deve, vai para a rua. Nos seus delírios, ele pode até pensar que é independente, mas não é. Boneco de ventríloquo e cachorro de estimação dos Civita. Daqueles que latem mas não mordem.
77 PH // 19/November/2007 às 18:51
Olha o ato falho, PD… não é Reynaldo (como em Gaynaldo), mas Reinaldo com “I” no lugar do “Y” … de qualquer forma, não precisa consertar não, ficou melhor assim hehehe
78 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:52
ai, ai, ai,…mais um revolucionario…
79 Zé Bush // 19/November/2007 às 18:52
well…parece-me excesso de zelo ou de qualquer outra coisa uma fonte reclamar que foi “excluída” de uma matéria, quando na verdade nao foi. Até foi citado como biógrafo de Guevara. Agora, ser reconhecido e utilizado com única fonte “oficial” são outros 500, noves fora 5
80 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 18:53
Isso é que dá não dar dinheiro para os pobres.
Estamos discutindo uma tiragem de 100.000 exemplares em 200.000.000 de habitantes.
Lula tem que aumentar o bolsa esmola, pra ve se eles conseguem comprar a Veja, e entender os colunistasinhos dela.
Derepente até o Lula perde as eleições
81 Mr X // 19/November/2007 às 18:54
Fred, quais foram as “idéias corretas” do Che?
O Dom Quixote só levava bordoada, nunca matou ninguém.
Quanto ao leitor médio de Veja, acho que não se identifica com o Che Guevara muito não.
82 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 18:56
Chest
Eu não acho nada da Veja.
Eu só não a leio mais.
Acontece assim:
Vou na banca, pago por uma revista, chego em casa leio.
Na hora de ler as colunas dos comentaristas me acho uma besta por não conseguir entender o que ele fala.
deixo de comprar.
83 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:58
Fred, tem que dar dinheiro aos pobres para eles comprarem a Carta Capital. Bolsa Carta Capital, assim a Veja seria desbancada, não?
84 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 18:59
Mr X, não pergunte isso, esta pergunte é uma coisa que os deixa nervosinhos.
85 Pax // 19/November/2007 às 18:59
Opa, não quero maioria não. Estou em Pax, somente com isso. No caso Chávez por exemplo, estou com o Chesterton e com o Mr X, enorme Mr X de 2,10 m de altura, desengonçado e inteligentíssimo também. Acho um perigo a ameaça à Democracia. No caso Che, acho que esses meus colegas, respeitados colegas, se perdem um tanto. E sim, acho o PT e o Lula tão corruptos quanto os partidos e governos anteriores. E incompetentes idem.
Só acho que acertaram, concordando com o Chesterton, em não mexer nos acertos do rumo da economia do FHC e, mais que isso, no assistencialismo necessário, o grande diferencial. o sociólogo não fez o que o operário fez. Ponto.
O que incomoda é que Lula não passou disso, não há plano para o país, há plano de poder, como houve com FHC com a compra dessa canalhada toda do congresso (c minúsculo mesmo). Começou lá e perpassou pra cá. Nosso congresso é formado por prostitutas e prostitutos que se vendem muito fácil. E depois compram boquetes de putas travestidas de jornalista e por aí afora. E o Judiciário que se cuide, pois há fortes indícios que segue o rumo.
Mas que foi um acerto, que o assistencialismo tirou a fome de uma grande galera, foi. Que isso cria um curral eleitoral, cria sim, mas melhora o país sim senhor. Por mais perigoso que seja e é. Há reconhecimento nacional e internacional sobre esse acerto. O medo que citei acima é aproveitar o curral e desmontar as já capengas instituições democráticas do Legislativo e Judiciário. Aí a coisa desanda, como vejo acontecer na Venezuela e vamos de novo pra uma diraturazinha de quinta categoria. Ponto.
O que as drogas, Reinaldo Azevedo, Mainardi, Olavão e Veja, não vêem, é essa realidade. Olham só o lado que lhes interessa. Com isso perdem credibilidade e o país uma oportunidade de críticas construtivas e até demolitivas (caso Collor), assim como vários comentaristas de esquerda daqui também. Essa polaridade é antolhada. E pouco producente, na minha opinião. Comentaristas como eu e os colegas daqui não temos a responsabilidade que um veículo como Veja deveria ter. Ponto, final.
ps.: também não leio Carta Capital. É o outro lado também antolhado, apesar do Ricardo Cabral achar seus textos melhor escritos.
86 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:02
Mr X
Todo indivíduo dito socialista, tem como objetivo, melhorar a vida do cidadão que não consegue sobreviver.
Tem uns caras que ficam falando em Marx etc. Nem sei quem foi Marx.
não consegui ler o que ele escreveu. Não tive saco.
Che, Chavez e todos os socialistas estão p?eocupados com a miséria etc, tem sensibilidade para isto.
Não quer dizer que não sejam eventualmente desastrosos ou desastrados,. como Chavez e Che.
87 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:03
Sorry, Pax, mas assistencialismo perpetua miseria. E no Brasil, não foi diferente, saiu hoje nos jornais montes de estatisticas a este respeito.
88 frt // 19/November/2007 às 19:04
Chesterton, idiota,
Não se trata de ser de esquerda ou de direita, torcer para o Flamengo ou o Botafogo, preferir sanduíche de queijo ou de atum. Trata-se de avaliar a qualidade do jornalismo da Veja. E é óbvio, para qualquer um interessado em jornalismo e não em panfletos que só confirmem as opiniões e convicções dos leitores, que o que a Veja faz não é jornalismo. Agora só tivemos uma confirmação, e por parte de alguém que está pouco se lixando para as discussões idiotas entre petistas (que são todos idiotas ou canalhas) ou pefelistas (idiotas e canalhas também) ou peessedebistas (idem: idiotas e canalhas). Trata-se de uma questão técnica, que exige certa independência de espírit0 - o que descerebrados como você, Reinaldão, Diogo Mainardi etc. nunca vão ter. Vocês são convertidos. Nada mudará as opiniões que vocês trazem aí nos seus intestinos. Tudo bem. Todos têm direitos à burrice. O problema da Veja na verdade nem diz respeito à Veja mas ao país: há algo de muito errado com um país que reelege o Lula e que tem a Veja como sua revista de maior circulação (está certo que a concorrência é praticamente nula - mas isso também diz muito sobre a joça que é o país).
Aproveito a ocasião para parabenizar o Pedro, pelo belo texto, com a inteligência e a “acurácia” de sempre. Se os leitores da Veja se contentam com Schelps e Azevedos, o problema é deles. Moscam preferem merda a um bom filé.
89 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:05
Fred: Todo indivíduo dito socialista, tem como objetivo, melhorar a vida do cidadão que não consegue sobreviver.
Chest: este cara nasceu ontem….
90 frt // 19/November/2007 às 19:05
“Chesterton-Dracul- El Cid // 19/Novembro/2007 às 18:58
Fred, tem que dar dinheiro aos pobres para eles comprarem a Carta Capital. Bolsa Carta Capital, assim a Veja seria desbancada, não?”
Este sujeito deveria ir a um psicanalista. Comentários como este deixam claro o quanto ele é inseguro quanto a sua posição sócio-econômica. O que houve, Chesterton? Entrou novamente no cheque especial?
91 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:06
Chest
hehehehe - boa tática.
Mr X
Che tomou tanta porrada de norte a sul que acabou morto.
92 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:09
FRT, ó sábio, conte para nós o que é O jornalismo.
93 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:09
Fred, eu empresto dinheiro aos bancos.
94 Mr X // 19/November/2007 às 19:10
Mentira, Fred.
Os socialistas querem é poder. Conseguem isso aumentando a burocracia estatal e controlando a vida de cada cidadão. Tudo passa a ser controlado, sua renda, sua propriedade, o que ele lê, veste, etc. Igualdade social? Em teoria, uma bela idéia. Apenas em teoria, infelizmente.
Aliás, será que existe algum livro tipo “Dictatorship for Dummies”? Acho que o Chávez e o Mugabe estão lendo o mesmo manual:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/7100737.stm
E tem gente que ainda cai nessas! :-D
95 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:11
Não é possível tanta burrice em tão pouco espaço.
96 Francisco Yrigoyen // 19/November/2007 às 19:11
Não me lembro de outro caso em que um jornalista brasileiro tenha sido humilhado de forma tão cabal. Deveria enfiar a viola no saco e ir para casa.
97 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:12
isto é que é noticia, para que revolução se a vida é bela?
http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/1399.html
98 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:12
Chest
Eu sugiro que a Veja faça um convenio com o bolsa esmola, e mande uma revistinha para cada um junto com o miserê que eles recebem.
Só não sei se os 25.000.000, que recebem o miserê, vão querer chupar o crânio dos colunistas, nem se a Veja vai ter $ para bancar.
99 frt // 19/November/2007 às 19:14
Chesterton, burro,
Quer saber o que é jornalismo? Leia o que o Anderson e o Pedro Doria escreveram nos últimos dias. Trata-se de parâmetros técnicos (que acabam sendo também éticos) básicos. Uma analogia. Se um médico se dispuser a curar seus pacientes fumando um charutão e lançando a fumaça sobre seus corpos, não será um médico, mas um curandeiro. O mesmo acontece na Veja. Quem trabalha lá não é jornalista, mas panfleteiro.
100 Pax // 19/November/2007 às 19:15
Mr X, enorme e desengonçado Mr X, tenha dó…
Poder todo mundo quer meu caro, poder, uma bocetinha limpa e gostosa, um chopp com dois dedos de colarinho bem tirado, um jantar num excelente restaurante, uma viagem com dinheiro no bolso, uma conta gorda no banco, essas coisas banais. Ou vai dizer que não gostas? Que o Arthur Virgílio não gosta? Que o Zé Dirceu não gosta? Que o FHC não gosta?
Ora Mr X. Tenhá dó Mr X. Aprenda com tio Pax: tudo se resume em sexo, poder e dinheiro, mesmo que sejam redundantes. O resto é conversa fiada.
101 Índio Geraldo de Ramalho Pedra // 19/November/2007 às 19:16
“Chesterton-Dracul- El Cid // 19/Novembro/2007 às 19:09
Fred, eu empresto dinheiro aos bancos.”
O pessoal tem razão. Psicanalista é pouco para o caso. Hospício nele…
102 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:17
frt, eu quero ouvir de você. Faça um esforço, vamos, até socialista pode.
103 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:18
Mr X
Não vou contestá-lo.
Todos querem o poder, os bem e os mal intencionados.
Eu ja disse aqui, que acho o socialismo uma evolução social.
E que nós não estamos prontos para ele.
Qualquer cara que chegue ao poder e implantar o socialismo, vai se lascar.
No socialismo o mais capaz tem que ajudar o menos capaz, o que Jesus cansou de falar.
E isso, muitos poucos querem fazer, não temos cabeça para isto.
Ainda.
104 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:18
25 milhoes de bolsistas? Este país vai de mer a piorda….
105 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:18
Eu ja disse aqui, que acho o socialismo uma evolução social.
E que nós não estamos prontos para ele.
chest: ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká,
106 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:19
No socialismo o mais capaz tem que ajudar o menos capaz, o que Jesus cansou de falar.
chest: ai, meu Deus, burrice não tem cura.
107 João Marcos // 19/November/2007 às 19:20
Parabéns Pax, concordo integralmente.
Mas tem a parte que o FHC, não tinha a cobertura (opositora) da mídia que o Lula tem. E isso conta muito. Exemplo: Quando o FHC por meio do congresso, votou a reeleição isso não teve muita repercussão. Vamos supor que FHC não tivesse votado a reeleição, e o Lula tentasse isso. Qual seria a cobertura da mídia?
Agora vamos supor que o Lula peitasse a mídia, hoje ele estaria no mesmo patamar dos ataques que o Chavez leva, é fato. Agora a falta de um plano para país, a alta e carga tributária principalmente para classe média e a falta de taxar as grandes fortunas me incomodam muito.
Quanto ao Chavez, eu concordo que ele está indo por um caminho autoritário, aprovando algumas leis na constituição que vão contra a democracia. Mas a oposição na Venezuela tem sua parcela de culpa nisso, ao boicotar eleições e pelos anos que esteve no poder, ter feito uma oligarquia (igualmente a do Maranhão), fazendo a miséria do povo. Ai acontece essas discrepâncias.
108 Ernesto Gurat // 19/November/2007 às 19:21
A Veja é um cemitério de talentos. Vários jornalistas talentosos vão trabalhar lá e enterram suas carreiras.
109 Éd Lascar // 19/November/2007 às 19:21
Bom, é só o que eu posso dizer.
A Veja é a mais importante revista atualmente. Tem uma linha editorial que preza a democracia, quando vê que estão fazendo pouco caso das instituições brasileiras ela levanta a voz….e…para tristeza dos detratores da revista…ela tem ganhado. Graças a esta independência Lula não ganhou momentum para se tornar mais um ditadoreco esquerdista.
Graças a Deus temos esta revista. E Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e Olavo de Carvalho!
São peças importantes para pensar o Brasil atual.
Abração à todos!
110 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:22
Chest
Até nisso estas enganado.
Emprestar dinheiro a banco é fria.
Tem muito mais coisas produtivas e recompensadoras para se fazer com dinheiro
111 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:22
Fred, para você, espécheu
(vou er que começar do começo)
http://aynrand.com.br/
clique em trechos de obra
112 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:24
Fred, não venha ensinar padre a rezar missa.
113 frt // 19/November/2007 às 19:24
Chesterton, burro,
você (que não entendeu pelo meu comentário, bem claro quanto a isto, que estou longe de ser socialista) merece uma resposta adequada à sua idade mental: manda a sua mãe vir aqui, que ensino a ela o que é jornalismo. Ela vai querer saber o que é pauta, fechamento etc.
114 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:25
Chest
Estávamos com saudades suas.
Como diz o Pax, eis aí o velho, e bom Chester.
115 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:25
Ed, não adianta, a turminha nova aqui é porretamente lulo-chavista.
116 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:30
frt, calma bete, calma, não mete minha mãe no meio, que meto no meio da tua.
Fred, não me consta que nos conhecemos, o Pax sim, é velho frequentador.
117 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:30
Chest
Eu quando leio as suas discussões com Direitoba, não entendo nada.
Nem o que um fala nem o que o outro fala.
Dois afins, opostos pelo extremo conversando.
E pelo que vi aqui nestes dias, muitos também não entendem.
Quer discutir socialismo, capitalismo, vamos discutir sobre ter ou não bens privados.
Só isso.
O resto é perda de tempo de supostos intelectuais.
118 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:32
Chest
Engano seu amigo.
Já nos conhecemos e muito.
119 João Marcos // 19/November/2007 às 19:32
Éd Lascar:
“Graças a esta independência Lula não ganhou momentum para se tornar mais um ditadoreco esquerdista.”
(não só a Veja, mas todos os grandes grupos de mídia)
Mas tem o outro lado também. O lado de não poder ir contra os interesses dessas instituições e quem ela representa (empresas que fazem as grandes peças publicitárias).
120 Catatau // 19/November/2007 às 19:35
É isso. Linha editorial não é tese “arrasa quarteirões”, como muito bem apontou o Anderson. A diferença é decisiva.
Publicar uma matéria que mostre que Che não é nem mito, e nem bem o que o mito mostra, é uma coisa; buscar arrasar deliberadamente ele ou qualquer outra figura é outra. É a diferença entre linha editorial, e panfleto grosseiro.
121 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:36
Catatau
Ponto final.
122 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:36
o que Veja mais ´perturba os esquerdobas é que ela defende a propriedade privada. Óbvio para nós que concordamos, isto é crime para os lulo-chavistas. Aí quererem que Veja leve em conta a opiniao dos que defendem a relativização do direito a propriedade.Só falta vocês confessarem.
123 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:39
Veja não faz mais que a obrigaão em arrasar com o mito do Che, gostem vocês ou não.
124 pedro direitoba // 19/November/2007 às 19:39
Eu sugiro que a Veja faça um convenio com o bolsa esmola, e mande uma revistinha para cada um junto com o miserê que eles recebem.
Talvez possa servir como papel para embrulhar coisas ou limpar o Dracul? Jornalismo objetivo da Veja é assim: Chama-se o Caiado para falar pelo MST.
Acho que já está de bom tamanho. O Chesterbata já está espumando querendo torturar alguém.
Pax, que atraso, companheiro!
125 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:40
Chest
Ed, não adianta, a turminha nova aqui é porretamente lulo-chavista.
Correndo?
126 João Marcos // 19/November/2007 às 19:42
Chesterton,
Estou achando que você é que não gosta da Veja. Se ela continuar nessa linha a credibilidade dela vai pro espaço (ou que sobrou dela). Ai vai ficar inviável ela publicar só pra quem pensa igual a você. Sendo assim ela vai pro saco.
127 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:42
quem quer ponto final é você….
128 Chesterton-Dracul- El Cid // 19/November/2007 às 19:43
Joao marcos, acho que seria o contrário.
129 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:46
Chest
Antes de discutirmos ter bens privados ou não, é necessário se ter a exata noção dos defeitos do capitalismo, e o que se pode fazer em relçação a isto.
Se socialismo é uma evolução temos que ir com calma.
Não adianta dar uma de atordoado.
Entre o socialismo e o capitalismo tem que haver uma fase intermediária, que é a conscientização social.
Ir-se evoluindo até que pensemos em bens privados ou não.
Ta na hora de tomar juizo, menino.
130 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 19:47
Chest
Ponmto final, quer dizer, de tudo o que foi dito, um belo resumo do atatau.
Ja volto, vou comprar pão pro lanche
Beijos a todos
131 Paulo Scorpii // 19/November/2007 às 19:50
Pedro, seguinte:
1 – Você reconhece que o sistema anti-spam da Veja é rigoroso (a revista deve ter suas razões para isso), mas em seguida considera “uma piada” o repórter ter dito que não recebeu a mensagem do Anderson por causa da triagem de e-mails. Humm… Para mim, sua argumentação carece de lógica.
2 – Afirma também que Schelp acabou revelando que existe uma lista negra na Veja. Não, não, Pedro. O que o repórter disse foi que não mais recorreria a Anderson com fonte. Não existe lista de um só nome, meu caro. Foi você que concluiu que a Veja tem lista negra. Observe: você distorce informações para acusar o repórter de distorcer informações. Gozado, né?
3 – Você diz que Schelp só escreveu o que escreveu para se enquadrar na linha editorial da Veja. Peraí: não é assim também em outras publicações que se pretendem formadoras de opinião? Na CartaCapital é diferente? E na Época? Alguma vez o editorial do Estadão saiu publicado na Folha?
4 – Também diz que Veja já pautou as discussões do país, já foi importante. Ora, meu caro, a revista ainda é influente, tanto que, se assim não fosse, você não estaria se ocupando dela, Renan não teria caído da presidência do Senado e por aí vai. Você cita a entrevista de Pedro Collor como exemplo de um tempo em que a revista era indispensável, mas “se esquece” da importância que a revista teve durante os recentes escândalos do mensalão.
5 – No seu entendimento, a Veja está dilapidando sua credibilidade, seu patrimônio. De onde você tirou esse “fato”? O número de leitores da revista se mantém estável (dados do IVC) e as suas páginas de anúncio são tantas que chegam a irritar os seus milhões de leitores. A revista que você diz ser “decadente” responde por cerca de 40% do faturamento de Editora Abril. Em decadência estão os jornais, cujo número de leitores caiu drasticamente nos últimos anos.
Veja está longe de ser a revista dos meus sonhos – de vez em quando ela se excede. Mas é ótimo que exista uma revista tida de direita que esteja atenta para um governo tido de esquerda. Com isso, a democracia só tem a ganhar. Você não acha?
132 pedro direitoba // 19/November/2007 às 19:51
Fred, não sei do que vc. se refere. Eu em geral acho o frangão um incapaz até nos investimentos dele. Diz que é médico,. Acredito que seja daqueles médicos de quartel dos bons tempos. Agora está de pijama. Eu na empresa trabalhando e jogando conversa aqui para me concentrar no trabalho. Foi uma forma estranha que encontrei de trabalhar e descansar ao mesmo tempo. Gasto a agressividade com uma causa justa, desmascar as mentiras dos direitobas (compreendo muito bem a máxima de Goebbels: repita uma mentira até que ela se torne uma verdade). Eles me odeiam desde quando fazia parte do movimento secundarista. Hoje, chefe de uma seção na empresa (preciso ganhar a vida) sirvo a um patrão que gostaria de abolir, o capitalismo irracional, o Deus Mercado da barbárie.
Saludos.
133 pedro direitoba // 19/November/2007 às 20:00
No seu entendimento, a Veja está dilapidando sua credibilidade
Basta ver o número de processos que a Veja tem enfrentado e sendo obrigada a se desmentir, recentemente. O fato dela ter mantido a sua clientela ou de sacrificar as páginas de jornalismo para publicidade me traz uma certa desconfiança quando à estabilidade financeira da revista. Isso pode não ser nada demais, afinal a Revista Caras vende bem e é só propaganda de empresas ou dos ricos e famosos. O país ganharia muito com uma revista de jornalismo sério, ainda que conservadora como a Veja. Agora, jamais colocaria um tostão furado meu nas mãos da direita.
134 Jornalista Anônimo // 19/November/2007 às 20:04
Paulo Scorpii,
Já trabalhei na Veja, e posso lhe garantir que a lista negra da revista não é ficção (mas também não é exclusividade deste veículo; em outros lugares em que trabalhei, também havia listas negras). Mas a lista negra, que abrange de políticos a personalidades culturais (p. ex. nenhuma palavra minimanente elogiosa pode ser dirigida a Caetano Veloso), não é o pior da revista. Há procedimentos mais repugnantes ainda, e completamente reprováveis do ponto de vista não só jornalístico, mas inclusive legal. Apenas um exemplo: fotos de pessoas negras só podem sair na revista se se tratar de celebridade - ou se for excepcionalmente “bonito”. Ou seja, se se trata de uma reportagem sobre, sei lá, odontologia, nunca sairá uma fotografia de um dentista negro. A Veja é podre.
135 João Marcos // 19/November/2007 às 20:09
Chest, essa é pra tú.
“Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, CEPAL, em comparação com dados coletados em 2002 a taxa de pobreza na Argentina caiu 24,4% e a taxa de indigência 13,7%, em apenas quatro anos.
Venezuela conseguiu diminuir suas taxas de pobreza e indigência 18,4% e 12,3% pontos percentuais, respectivamente, entre 2002 e 2006. A elevada taxa de crescimento do PIB, assim como a implementação contínua de programas sociais de grande amplitude, permitiram que apenas entre 2005 e 2006 a taxa de pobreza passasse de 37,1% a 30,2% e a de indigência de 15,9% a 9,9%”, diz o relatório sobre a Venezuela.
De sua parte, o Brasil conseguiu diminuições de 4,2% tanto na pobreza quanto na indigência entre 2001 e 2006.”
E lembrando o grande crescimento da pobreza e indigência foi em decorrência do neliberalismo, nos anos 90.
Mentira tem perna curta. Embora o Bom (sic) Dia Brasil, fale que o país está indo pro buraco e os países latinos também, pareceu que a realidade é outra.
136 João Marcos // 19/November/2007 às 20:13
Jornalista Anônimo,
Eu pensei que o negócio era feio, mas isso aí é facismo em carne e osso.
137 Elias // 19/November/2007 às 20:17
Chesterton, Éd e Mr X,
A questão não tem a ver com esquerda & direita ou socialismo & capitalismo.
Também não se trata de gostar ou não de Che, Lula, Chavez, Daniel Ortega…
A questão tem a ver com bom ou mau jornalismo.
O jornalismo praticado por uma revista não tem de ser necessariamente ruim, só porque essa revista é conservadora (V. Economist).
Que eu saiba, a Veja nunca se alinhou com o Che ou com o marxismo. Mas já produziu textos mais honestos sobre o Che. E sobre outros assuntos também.
Como o PD já escreveu várias vezes sobre isso, aqui no Weblog, acho que não é necessário exemplificar ainda mais.
Quanto ao Reinaldo, ninguém que escreva usando a quantidade de adjetivos que ele usa — notadamente adjetivos depreciativos — merece ser lido por quem respeita a própria inteligência.
Adjetivo, gente, é muleta do redator. Vocês redigem, logo, vocês sabem. Assim como a fulanização é muleta da análise política. É preciso um mínimo de parcimônia.
É perfeitamente possível criticar de forma contundente sem a necessidade de se recorrer ao insulto.
Sei que, numa democracia, certo tipo de gente gosta de parecer corajosa. Não raro, mais corajosa do que realmente é. É fácil chamar o Lula de “mulla” e “apedeuta”. Mais fácil, ainda, é chamar um defunto de “porco fedorento”.
A recorrência com que alguns não resistem a essa tentação me leva a supor que, em outras circunstâncias, esses uns aí seriam bem menos agressivos…
O Reinaldo não critica. Ele insulta, simplesmente.
Se ele só consegue escrever desse jeito, o mínimo que se pode dizer dele é que ele é um tanto… limitado, né?
Claro que sempre há espaço pra esse tipo de gente. Há todo um segmento da imprensa que se sustenta nesse tipo de — digamos — jornalismo.
Você saca pelas manchetes: “Fulano é ladrão!”, “Sicrano é um canalha!”, “Macaco tarado estupra doméstica!”, “Currada no cemitério!”… sempre em letras garrafais.
Nada de novo no Reinaldo, portanto. Antes dele, Lacerda fez o mesmo, só que com competência infinitamente maior. Lacerda sabia usar adjetivos, por exemplo (embora não abrisse mão da fulanização). E bem! E influía muito mais .
O que me espanta é tanta gente inteligente — como vocês — se rendendo a esse tipo de coisa.
138 pedro direitoba // 19/November/2007 às 20:28
João Marcos,
Grato pela lembrança do relatório da Cepal que saiu na impensa hoje. Boa lembrança para o frangão. Periga ele estrebuchar de raiva contra os “comunistas” da Cepal ou coisa do gênero. Slds.
139 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 20:30
Elias
Caro amigo
Lacerda deve estar se remoendo na tumba.
Acho que não dá nem para querer comparar o nosso colunistasinho aí com um dos maiores tribunos, apesar da causa errada, do Brasil.
140 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 20:37
Porcentagens
senhores,
porcentagem é coisa muito perigosa.
18% de 25 milhões é uma coisa.
da 4.5 milhões
4% de 200 milhões da 8 milhões.
Existem dificuldades de escala.
141 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 20:41
Direitoba
Beleza
Só acho que o tempo gasto com estas discussões entre vc e Chest, do jeito que é feita, só desmerece os dois.
142 pedro direitoba // 19/November/2007 às 20:51
Liga não, Fred. O Frangão não tem jeito. Na realidade, ele é muito mais dogmático do que eu, que compreendo que entre o preto e o branco tem uma infinidade de cores. Que a obra de Marx não é bíblia, como a de Hayek é para ele, etc. Outro dia, confessou que esquerda não era só o socialismo real, mas também a social-democracia. Achei um avanço para o rapaz.
143 Marcos Araújo // 19/November/2007 às 20:54
Pax no comentário 10o: Na mosca!
Dracul Chupacabra, copiador-mor do blog: Larga o pé do Che, cara. Pare de chicotear um cavalo morto há 30 anos. Diga: Se o Che é apenas um genocida, um mito, uma miragem, porque que diabos o incomoda tanto? Porque raios incomoda tanto a Veja, aos direitobas do blog? Revoluçao armada cabô, ô bicho. O mundo é outro, só você ficou nas trevas.
Enquanto os caes ladram desesperados, o “índios” Chavez e Morales passam. E ficarao na História. Para desespêro do Chupacabra, do Mr. Xixi e do pitbull Brancaleone…
144 Fred Schmidt // 19/November/2007 às 21:05
Direitoba
Eu não consigo aceitar essas definições de social democracia e outras que aconteceram em certos países e que alguns tentam copiar.
O socialismo é uma evolução social, porque para praticá-lo o homem tem que mudar os hábitos sociais.
Os homens são seres com capacidades diferentes, enquanto um tem facilidade de ganhar dinheiro, de obter resultados, o outro não tem.
Este é o primeiro grande problema do socialismo, que é um sistem em que tudo se divide, e é difícil o mais capaz entender isto.
Tem que ser um cabra muito bom mesmo.
Por este motivo eu digo que não adianta querer impor o socialismo.
O homem tem que alcançá-lo.
Este é o tema do que chamo meu livro, cujo título é Copacabana Way of Life.
145 Pax // 19/November/2007 às 21:10
Báh jornalista Paulo Scorpii, e agora? Essa do Jornalista Anônimo lhe deixa com as calças na mão. E tendo a acreditar no Anônimo e no carioca Pedro Doria. Me parecem mais sensatos.
Vamos à sua replica, tréplica ou o que quer que seja. Nós, mortais, estamos adorando a festa da revisteca e das vaidades pessoais de alguns jornalistas.
146 HRP Mané Reloaded // 19/November/2007 às 21:39
Cambada…assinei a Veja nos anos de chumbo, mas hoje só para ler a parte de anuncios….e a Vejinha SP…..o resto é descartavel e não reciclavel! Boa noite…PD…cuidado…uma hora voce está lá e aí?
147 pedro direitoba // 19/November/2007 às 21:42
Custo a acreditar no que foi relatado pelo jornalista anônimo, mas lembrando das páginas da Veja, em relação à presença negra parece conferir. Sobre o Caetano parece folclore. O pior mesmo é fabricar matéria, como no caso dos dólares cubanos em caixas de uísque, que depois foi desmentida. O afã de marcar um papel político de oposição ao governo (perdeu verbas do governo com a derrota do FHC), a Veja perde credibilidade. Mas se mantém seus fiéis leitores, os mantém com uma mercadoria decadente em qualidade. Problema deles, como já foi dito.
Pax, que frescura de gaúcho sem bombacha é essa de fico com o Mr. X e o Frangão nessa, mas na outra prefiro sei lá quem… Tenha opinião própria, garoupa nova, pai joão e Kleiton e Kledir. Seja um rubro-negro!
148 pedro direitoba // 19/November/2007 às 21:44
Romeu, com essa pergunta sua o PD vai ficar todo margarina. Mas o Pedrinho depois de dançar no Ryff fez um bom texto sobre a Veja. Parabéns.
149 HRP Mané Reloaded // 19/November/2007 às 21:45
Desculpem babacas de direita..se o jovem jornalista Schelp foi cremado em honra da calhorda dos Civittas….creme de la creme..mas o Reinaldo e o Mainardi….dois otários….uns Gugus da vida….encontrarão seu fim…é a sina dos puxa-sacos, e o velho Civitta estará fazendo pose…como Hitler naquela foto memorável dele, montada, com centenas de cadaveres de soldados russos na estepe!
Alguém já a viu?!
Boa noite e caiam na real!
150 Brancaleone // 19/November/2007 às 21:46
Um looooooooooooooongo bocejo de tédio e lá vamos de novo à velha história (ou estória??)
Uns e outros aqui acreditam que tem direito a revistas, jornais, TVs e rádios só para eles, que só digam, publiquem ou mostrem coisas de seu agrado e absoluta concordância. Uns e outros não podem, não sabem ou não querem saber ou descobrir a verdade e querem que alguma revista, jornal ou tv diga a verdade para eles. Preguiça mental eu acho.
A Veja é ruim? não publica o que você gosta? não reproduz no papel o que você defende no boteco? E a Folha de São Paulo? e A Voz Operária? e o MST Diário (se é que existe…) e o Bolivarista Diário (deve existir…) tambem não? puxa que peninha!!!
Olha, para uns aqui eu vou pedir revistas que só falem bem de Che, para outras vou exigir que só falem mal. Umas redes de Tv deverão elogiar qualquer coisa dita ou feita por Lula enquanto outras só poderão criticá-lo.
Quero um programa esportivo à favor do Curintia e outro a favor do Framengo.
Teremos 120 milhões de revistas, mesma quantidade de jornais e idêntico número de TVs.
Fala sério. Exigir verdade da imprensa? Só faltava essa!!! Querer imprensa imparcial? E os caras vão viver do quê? Verdade não paga conta no fim do mês, não atraí anunciante nem leitor ou telespectador.
A Veja - motivo de tanto teclar - tem sua linha editorial? que bom!!! tem sua lista negra? Tem sim e nisso é igualzinho ao PT.
Eu já citei antes: Exigir verdade e imparcialidade da imprensa é como exigir fidelidade de puta sem que ela deixe de ser puta.
Alguem em sã conciência