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Uma entrevista aos sábados

November 3rd, 2007 · · 26 Comentários

Jorge Luis Borges

Tags: Gente · Livros

26 Comentários até agora ↓




  • 1 confetti maria // 3/November/2007 às 11:08

    genio !!

  • 2 Pax // 3/November/2007 às 11:11

    triple genius !

  • 3 confetti maria // 3/November/2007 às 11:12

    :-D

  • 4 lovemynick // 3/November/2007 às 12:20

    Genio Genial!

  • 5 Mr X // 3/November/2007 às 12:22

    Muito bom. Borges é o tal.

    Mas…
    …confetti maria?!?

  • 6 maria confetti // 3/November/2007 às 12:26

    prefere assim mrx ? kkk

  • 7 Nat // 3/November/2007 às 13:13

    Pra mim o paraíso também é uma espécie de livraria… Só faltam alguns divinos livros meus hehe

  • 8 lovemynick // 3/November/2007 às 13:38

    Nat, todo bibliotecário adora uma livraria.

    No século XX, a América do Sul legou dois gênios ao mundo dos humanos: Borges e Pelé.

  • 9 lovemynick // 3/November/2007 às 13:40

    Confetti é aquela coisa que se joga e não cai. Flutua, né?

  • 10 Dom Casmurro Patriarca // 3/November/2007 às 14:08

    Algumas curiosidades que retive a respeito de Jorge Luis Borges.
    O órgão sexual feminino ele chamava de “a matriz da mulher”.
    A história que contou a respeito de um homem que, antes de ser enforcado, lhe perguntaram.
    -Quais são as suas últimas palavras?
    Ao que o homem respondeu.
    - Eu não vim aqui para falar, vim aqui para ser pendurado numa corda.
    Fazem vinculação entre Borges e Cervantes, na minha opinião, são duas personalidades totalmente diferentes.

  • 11 lovemynick // 3/November/2007 às 14:38

    Quem vinculou Borges e Cervantes? E quem aqui conheceu a personalidade de qualquer um dos dois?

    Até entendo a comparação com Cervantes, inventor da moderna narrativa de feitos e de prosa.

    Cervantes prosava com feitos, imaginários ou não.

    Borges prosava com leituras, imaginárias ou não.

  • 12 confetti maria // 3/November/2007 às 14:48

    aqui outra entrevista reveladora do carinha ( desculpe aos que nao lem frances)

    http://www.monde-diplomatique.fr/2001/08/CHAO/15501

    ilovemynickalso, confetti flutua sim, mas acaba caindo….:)

  • 13 confetti maria // 3/November/2007 às 15:01

    da entrevista linkada acima :

    ” Avant votre cécité, vous étiez critique de cinéma. Regrettez-vous ce temps ?

    Pas énormément, car le cinéma a cessé d’être muet ”

    ( antes de sua cegueira vc era critico de cinema…lamenta aquele tempo ?
    nao muito, porque o cinema deixou de ser mudo )

    non sense, ironia, humor quase negro ! kkk

  • 14 lovemynick // 3/November/2007 às 15:39

    Confetti,

    a entrevista do Borges no Monde é encaracolante. Nem terminei a leitura mas já agradeço a dica.

    Alguém aqui esteve em Genebra ontem, em finados?

  • 15 Cecilia // 3/November/2007 às 15:39

    Em se tratando de Borges, sorry, mas é copiar e colar.
    Abs.

    Borges y los judíos

    Yo, Judío (Una respuesta de Borges al antisemitismo)

    Borges, a una acusación absurda de la Revista “Crisol” (publicación argentina de las primeras décadas del Siglo XX, de absoluta identificación con el nazismo) donde se le endilgaba que ocultaba su ascendencia judía, les responde.

    Yo, Judío (*)

    Como los drusos, como la luna, como la muerte, como la semana que viene, el pasado remoto es de aquellas cosas que pueden enriquecer la ignorancia. Es infinitamente plástico y agradable, mucho mas servicial que el porvenir y mucho menos exigente de esfuerzos.
    Es la estación famosa y predilecta de las mitologías. ¿Quién no jugó a los antepasados alguna vez, a las prehistorias de su carne y su sangre?
    Yo lo hago muchas veces, y muchas no me disgusta pensarme judío. Se trata de una hipótesis haragana, de una aventura sedentaria y frugal que a nadie perjudica, ni siquiera a la fama de Israel, ya que mi judaísmo era sin palabras, como las canciones de Mendelssohn.
    Crisol, en su numero del 30 de enero (1934), ha querido halagar esa retrospectiva esperanza y habla de mi “ascendencia judía maliciosamente ocultada” (el participio y el adverbio me maravillan).
    Borges Acevedo es mi nombre.
    Ramos Mejia, en cierta nota del capitulo quinto de Rosas y su tiempo, enumera los apellidos portenos de aquella fecha para demostrar que todos, o casi todos, “procedían de cepa hebreo-portuguesa”.
    Acevedo figura en ese catalogo: único documento de mis pretensiones judías, hasta la confirmación de Crisol.
    Sin embargo, el capitán Honorio Acevedo ha realizado investigaciones precisas que no puedo ignorar. Ellas me indican el primer Acevedo que desembarcó en esta tierra, el catalán don Pedro de Acevedo, maestre de campo, ya poblador del “Pago de Arroyos” en 1728, padre y antepasado de estancieros de esta provincia, varón de quien informan los Anales del Rosario de Santa Fe y los documentos para la historia del Virreinato-abuelo, en fin, casi irreparablemente español.
    Doscientos años y no doy con el israelita, doscientos años y el antepasado me elude. Estadísticamente los hebreos eran de lo más reducido.
    ¿Qué pensaríamos de un hombre del año cuatro mil, que descubriera sanjuaninos por todos lados?
    Nuestros inquisidores buscan hebreos, nunca fenicios, garamantas, escitas, babilonios, persas, egipcios, hunos, vándalos, ostrogodos, etíopes, dardanios, paflagonios, sármatas, medos, otomanos, beréberes, britanos, libios, cíclopes y lapitas.
    Las noches de Alejandría, de Babilonia, de Cartago, de Menfis, nunca pudieron engendrar un abuelo, sólo a las tribus del bituminoso Mar Muerto les fue deparado ese don.

    * Revista Megáfono, 3, Nro. 12, pág. 60, Buenos Aires, Argentina. Abril de 1934.

    Borges volvería siempre a responder con contundencia cada vez que se cuestionó su posible ascendencia judía. Estudiosos aseveran que para él, la posibilidad de pertenecer al errante pueblo de Israel nunca supuso un motivo de ignominia o mancillamiento, sino por el contrario, una razón para el alborozo y el regocijo intelectual.
    Muchos años después, el 14 de enero de 1978, Borges en una entrevista publicada por el diario venezolano, El Universal, dijo esta frase que posteriormente no ha dejado de ser citada. expresó: “Siempre lamenté no ser judío”.

  • 16 lovemynick // 3/November/2007 às 15:48

    E eu escrevi uma paródia de um texto suposto de Borges de quatro páginas. É muito bom: Melville, Guerra Civil na Irlanda e um nazista em Montevideo. Dou pra quem quiser.

  • 17 Ricardo Cabral // 3/November/2007 às 16:01

    Lovemynick, quero ler! Mande para rcgenerico@gmail.com por favor!

  • 18 lovemynick // 3/November/2007 às 16:45

    Cabral, mando sim.

  • 19 Carlos // 3/November/2007 às 17:14

    Pra variar mais um hermano, com oitenta anos, nem um pouco humilde né não?…….ô raça.

  • 20 Waldyr Kopezky // 3/November/2007 às 23:07

    Caro Pedro, é absolutamente trágico que - em TODOS OS COMMENTS ATÉ O MOMENTO - ninguém, mas NINGUÉM mesmo tenha falado sobre Borges com propriedade. Duvido até mesmo se chegaram a lê-lo. Mas deixam seus comentários, despudoradamente. Borges deixou talvez o legado mais significativo da língua espanhola - quiçá mundial - do século XX, com apenas dois livrinhos: “Ficções” e “O Aleph”, que eu recomendo. Livros de contos que estão anos-luz à frente de cronistas supervalorizados da língua portuguesa, como Rubem Fonseca. Meu Deus, o homem que escreveu que “a metafísica é um ramo da literatura fantástica” (no conto “Tlon, Uqbar e Orbis Tertius”), que ousou dizer que não só o Filho, mas também o Pai esteve na Terra para expiar os pecados da humanidade (em “Três versóes de Judas”) mereceria ao menos uma leitura rápida, pois não?

  • 21 confetti, essa menina // 4/November/2007 às 5:25

    waldyr K,

    “comentarios despudorados” ? putz….
    depois dessa esperava que ao menos vc fosse falar de jlb “com propriedade”….mas tudo q vc disse esta na wiki , ou em qualquer link literario, disponivel na rede !

    por coincidencia, um dos livrinhos que vivo “folheando” é “atlas”, uma viagem de jlb com maria kodama ….textos curtos, fotos e essa sensaçao de “descobrir a america”….mas vc sendo especialista no assunto, e com uma escritura 10 vezes superior à minha, bem que podia comentar a pagina 37 ( na ediçao francesa ) onde ele fala do arquetipo da brioche…aquela que maria kodama comprou na “aux brioches de la lune”…
    tem uma foto…..vc lembra ?

  • 22 abstrato // 4/November/2007 às 12:38

    e no Paquistao o pau literalmente comendo…

    mas acho que ate o fim do dia teremos uma notinha de rodape sobre o assunto…pelo menos :)

  • 23 Mr X // 4/November/2007 às 12:52

    Ora confetti,
    Deixa o Waldyr com a ilusao de ser o único que leu Borges por aqui… :-) :-P

    Mas efetivamente Rubem Fonseca é supervalorizado. E Paulo Coelho então? Deusolivre.

  • 24 Mr X // 4/November/2007 às 12:55

    Nuestro pobre individualismo
    27May06

    Por Jorge Luis Borges

    Las ilusiones de patriotismo no tienen término. En el primer siglo de nuestra era, Plutarco se burló de quienes declaran que la luna de Atenas es mejor que la luna de Corinto; Milton, en el siglo XVII notó que Dios tenía la costumbre de revelarse primero a Sus ingleses; Fitche, a principios del siglo XIX, declaró que tener carácter y ser alemán es, evidentemente, lo mismo. Aquí, los nacionalistas pululan; los mueve, según ellos, el atendible o inocente propósito de fomentar los mejores rasgos argentinos.

    Ignoran, sin embargo, a los argentinos; en la polémica, prefieren definirlos en función de algún hecho externo; de los conquistadores españoles (digamos) o de una imaginaria tradición católica o del “Imperialismo Sajón”.

    El argentino, a diferencia de los americanos del Norte y de casi todos los europeos, no se identifica con el Estado. Ello puede atribuirse a la circunstancia de que, en este país, los gobiernos suelen ser pésimos o al hecho general de que el Estado es una inconcebible abstracción; lo cierto es que el argentino es un individuo, no un ciudadano.

    Hegel diciendo: “El Estado es la realidad de la idea moral” le parecen bromas siniestras. Los films elaborados en Hollywood repetidamente proponen a la admiración el caso de un hombre (generalmente, un periodista) que busca la amistad de un criminal para entregarlo después a la policía; el argentino, para quien la amistad es una pasión y la policía una mafia, siente que ese “héroe” es un incomprensible canalla (1).

    Siente con Don Quijote que “Allá se lo haya cada uno con su pecado” y que “No es bien que los hombres honrados sean verdugos de los otros hombres, no yéndoles nada en ello”. Más de una vez, ante las vanas simetrías del estilo español, he sospechado que diferimos insalvablemente de España; esas dos líneas del Quijote han bastado para convencerme de error; son como el símbolo secreto y tranquilo de nuestra afinidad.

    Profundamente lo confirma una noche de la literatura argentina: esa desesperada noche en la que un sargento de la policía rural gritó que no iba a consentir el delito de que se matara a un valiente y se puso a pelear contra sus soldados, junto al desertor Martín Fierro.

    El mundo, para el europeo, es un cosmos, en el que cada cual íntimamente corresponde a la función que ejerce; para el argentino, es un caos. El europeo y el americano del Norte juzgan que ha de ser bueno un libro que ha merecido un premio cualquiera, el argentino admite la posibilidad de que no sea malo, a pesar del premio. En general, el argentino descree de las circunstancias.

    Puede ignorar la fábula de que la humanidad siempre incluye treinta y seis hombres justos -los Lamed Wufniks- que no se conocen entre ellos pero que secretamente sostienen el universo; si la oye, no le extrañará que esos beneméritos sean oscuros anónimos. Su héroe popular es el hombre solo que pelea con la partida, ya en acto (Fierro, Moreira, Hormiga Negra), ya en potencia (Segundo Sombra). Otras literaturas no registran hechos análogos.

    Se dirá que los rasgos que señalo son meramente negativos o anárquicos; se añadirá que no son capaces de explicación política. Me atrevo a sugerir lo contrario.

    El más urgente de los problemas de nuestra época (ya denunciado con profética lucidez por el casi olvidado Spencer) es la gradual intromisión del Estado en los actos del individuo; en la lucha con ese mal, cuyos nombres son comunismo y nazismo, el individualismo argentino, acaso inútil o perjudicial hasta ahora, encontrará justificación y deberes.

    Sin esperanza y con nostalgia, pienso en la abstracta posibilidad de un partido que tuviera alguna afinidad con los argentinos; un partido que nos prometiera (digamos) un severo mínimo de gobierno.

    El nacionalismo quiere embelesarnos con la visión de un Estado infinitamente poderoso; esa utopía, una vez lograda en la tierra, tendría la virtud providencial de hacer que todos anhelaran, y finalmente construyeran, su antítesis.

    Buenos Aires, 1946

    (1) El estado es impersonal: el argentino sólo concibe una relación personal. Por eso, para él, robar dineros públicos no es un crimen. Compruebo un hecho, no lo justifico o excuso

  • 25 xyz // 5/November/2007 às 21:13

    Borges e Chesterton, pros que têm mais tempo e interesse. Acho que as histórias do Padre Brown estão disponíveis na web; com certeza dá pra achar até em livraria de aeroporto.

    http://72.14.209.104/search?q=cache:2jNrMeAUzHYJ:cvc.cervantes.es/obref/aih/pdf/06/aih_06_1_081.pdf+Borges+sobre+Chesterton&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=5&gl=br

  • 26 amoneesmoda // 17/December/2007 às 23:02

    I’d prefer reading in my native language, because my knowledge of your languange is no so well. But it was interesting! Look for some my links:

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