Pedro Doria | Weblog

um pouco do mundo, todos os dias

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October 30th, 2007 · · 205 Comentários

Gastei uma hora pensando em um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.

Tags: Open thread

205 Comentários até agora ↓




  • 1 corisco // 30/October/2007 às 14:51

    que raio de domino é esse .nom.br???

  • 2 pedro direitoba // 30/October/2007 às 15:16

    Imunda a minha vida inteira, digo inunda.

  • 3 pedro direitoba // 30/October/2007 às 15:17

    Mas tinha uma pedra no meio do caminho e dei uma topada.

  • 4 josef mario // 30/October/2007 às 15:17

    Gastei uma hora tentando botar para fora
    aquilo que ontem almocei.
    No entanto ele está cá dentro
    inquieto, vivo.
    Ele está cá dentro
    e não quer sair.
    Mas quando chegar o momento,
    a latrina inteira há de entupir.

    josef mario

  • 5 confetti // 30/October/2007 às 15:19

    Precisamos louvar o Brasil.
    Não é só um país sem igual.
    “Nossas revoluções são bem maiores
    do que quaisquer outras; nossos erros também.
    E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões…
    os Amazonas inenarráveis… os incríveis João-Pessoas…”

    yes yes yes

  • 6 Fabio Negro // 30/October/2007 às 15:20

    Panqueca com salame na massa, não no recheio.

  • 7 confetti // 30/October/2007 às 15:21

    argh colesterol !!

  • 8 confetti // 30/October/2007 às 15:35

    chest, aqui pra vc seu ranzinza

    http://www.youtube.com/watch?v=Qiv47G_aN4c

  • 9 Laila // 30/October/2007 às 15:41

    O Brasil vai sediar a Copa. O que acham os nobres colegas é bom ou ruim?

  • 10 josef mario // 30/October/2007 às 15:45

    Companheira confetti
    Eu, josef mario, devo dizer que, finalmente, a companheira deu (no bom sentido) uma dentro (também no bom sentido). Este vídeo do companheiro baden é sensacional. Meus parabens!
    Muito obrigado.

  • 11 confetti // 30/October/2007 às 15:49

    barulhinho chato…parecem abelhas zunindo….

  • 12 josef mario // 30/October/2007 às 15:56

    Companheira laila
    Eu, josef mario, devo dizer que estou cagando e andando para copa do mundo e seleção brasileira. As únicas coisas que, no momento, me preocupam é que o flamengo se classifique para a libertadores da américa e que a nossa revolução bolivariana faça de nós esquerdistas os verdadeiros libertadores da américa do jugo imperialista ianque.
    Muito obrigado.

  • 13 Éd Lascar // 30/October/2007 às 15:57

    É, eu tiraria as cuícas!

    Crééééedo!

  • 14 Laila // 30/October/2007 às 16:08

    Valoroso e mui nobre Josef Mario, vai me perdoar mas flamengo se classificar para a libertadores???

  • 15 Carlos // 30/October/2007 às 16:10

    Após um almoço excelente servido com uma farta paella valenciana regada ao vinho branco, náuseas e vontade de vomitar aparecem exatamente às 15;56hs …..ô raça.

  • 16 Mr X // 30/October/2007 às 16:16

    Tudo o que é sólido desmancha no ar. E o que é líquido?

  • 17 Mr X // 30/October/2007 às 16:16

    Esta é a nonsense thread?

  • 18 Éd Lascar // 30/October/2007 às 16:30

    Pinga.

    :o)

  • 19 Ricardo Cabral // 30/October/2007 às 16:47

    Caro Éd, espero não ter soado ranzinza demais no último thread. O meu lado Torquemada não costuma se sustentar muito tempo…

    Cordiais saudações

  • 20 Éd Lascar // 30/October/2007 às 17:10

    Claro que não, Ricardo. Temos conversado aqui outras vezes e sempre foi o bom o diálogo.

    Agora, não creio ser o Torquemada tão implacável como pintam, de jeito nenhum.
    Se fosse, ele alejaria o pintor do retrato que está na Wiki, cortando-lhe as mãos.

    Pelamordedeus, mais feio que o cão!
    Nada lisongeiro, eu diria.

    :o)

  • 21 Alba // 30/October/2007 às 17:17

    Amigos, romanos!

    (ou poraí) segundo interpretação de Marlon Brando, fazendo o elogio fúnebre de César, em “Júlio César”, tenho a comunicar-vos que o histórico encontro entre o Pax, a Gwyn e esta que vos fala, acaba de acontecer. O nome de vários dos nobres companheiros foi devidamente lembrado, com destaque para a confetti e o Ricardo Cabral.

  • 22 Éd Lascar // 30/October/2007 às 17:20

    Ele levou a Dirce, já que a patroa está de viagem, pois não?!

    :o)

  • 23 Ricardo Cabral // 30/October/2007 às 17:21

    Alba, que maravilha! Invejei total…

  • 24 proftel // 30/October/2007 às 17:21

    Ow, isso é histórico!

    :-)

  • 25 Marcos Araújo // 30/October/2007 às 17:22

    Amigos puxa-sacos por aqui: eu vos abençôo!

  • 26 Alba // 30/October/2007 às 17:27

    Ricardo,

    O Pax quase ligou pra você. aliás, eu teria adorado se conversássemos. :)

    Éd,

    A Dirce ficou em casa. Já havia duas mulheres, nénão? :)

    Eles saíram faz pouco, mas acho que irão comentar. Pelo menos o Pax, porque a Gwyn está só de visita no Brasil.

  • 27 confetti // 30/October/2007 às 17:30

    albin tou morta de ciumes !!

  • 28 proftel // 30/October/2007 às 17:31

    Éd, a Heidi é que ele não ia levar.

    kkkk rsrsrsrs

    :-)))))

  • 29 Alba // 30/October/2007 às 17:49

    confetti,

    Não sei porque. Foste super bem-falada, assim como todos, me apresso a acrescentar. A Gwyn é uma flor de pessoa, como a gente sabe por aqui e o Pax é o Pax com cara de Pax: simpaticissimo!

    Bão, mas aí vai o relato parcial da emocionante saga:

    A Gwyn e eu nos encontramos às 10 horas no portentoso aeroporto aqui da província e daí rumamos para a menos portentosa, porém histórica pracinha da citada província, onde tomamos um cafezinho e jogamos horas de conversa, não fora, mas dentro, esperando a chegada do nobre Pax, depois da sua aventura na estrada da banana.

    Quando ele chegou, demos um rolê na praça, que é mesmo histórica (do pouco que a sanha paulista deixou sobrar, já que há quem diga que Itanhaém é a segunda vila mais antiga do Brasil), e daí fomos almoçar num quiosque frente ao mar, numa das praias da nossa aprazível localidade.

    Foi lá que conversamos mais algumas horas, os três. Foi ótimo, a conversa rolou super fácil e amiga. De lá, eu os levei a ver mais uns pontos bonitos por aqui e pronto. Feliz ou infelizmente, não há registros fotográficos de tão impressionante proeza, a não ser as fotos que o Pax tirou de alguns lugares.

    E o resto, deixo pra eles contarem :))

  • 30 Anonymous // 30/October/2007 às 18:03

    Mundo, mundo, vasto mundo, se eu me chamasse Raimundo, seria uma rima, não seria solução… Mundo, mundo, vasto mundo, mais vasto é o meu coração…

  • 31 josef mario // 30/October/2007 às 18:05

    Companheira alba
    Eu, josef mario, devo dizer que, sinceramente, não acredito que as companheiras, juntamente com o companheiro pax e o seu inseparável tênis bamba furado com sola de papelão, não tenham falado mal de alguém neste tempo todo. É humanamente impossível que, durante 4 horas seguidas de conversa, só tenha havido elogios a todos os companheiros deste blog. Companheira, fala serio.
    Muito obrigado.

  • 32 Nat // 30/October/2007 às 18:09

    Bem, na proporção de duas para um, ainda é capaz de não terem havido conversas indiscretas sobre outras pessoas. Mas se fossem mais mulheres, para somente um homem, aí a fofoca jamais teria sido deixada de lado…
    Aí Pax, bendito o fruto entre as mulheres hehehehe

  • 33 Alba // 30/October/2007 às 18:23

    Companheiro josef mario,

    Sabe da simpatia que voto ao companheiro. No entanto, convenhamos, não fica bem inaugurar um espaço de fofocas por aqui. Caláro que houve algumas (mas insisto, pouquíssimas farpas). Até porque nós queríamos saber mais de nós mesmos, que estávamos lá.

    Pra mim, o encontro resultou com sabor de “quero mais”, sabe? E o Ricardo foi muito lembrado, porque o Pax relatou uma conversa com ele e espero mesmo não estar sendo sendo indiscreta - em que ambos discutiram porque o Weblog vicia…:))

    Beijo bolivariano

  • 34 Alba // 30/October/2007 às 18:24

    Nat,

    É chato dizer isso, mas acho que tem toda razão! :))

  • 35 pedro direitoba // 30/October/2007 às 18:25

    Complementando a nobre intervenção do bolivariano e companheiro de bar da Help, ménage à trois, Memento não permitiria. Espero que tenham curtido esse encontro, mas Pax com cara de Pax pode significar outras coisas devido ao problema em questão. O companheiro bolivariano também já passou por isso e muitas companheiras achavam que ele tinha cara de Pax tb. Nada disso irá denegrir a imagem do colega trocado por muamba paraguaia. Mengão na Libertadores já é um fato, estou pensando já em como o Mais-querido irá enfrentar os argentinos. O ataque tem que ser Sousa e Obina.

  • 36 Alba // 30/October/2007 às 18:32

    Surf,

    Este foi um dos mais obscuros comentários seus que já li, com o perdão da minha natural leseira.

    Data vênia

  • 37 pedro direitoba // 30/October/2007 às 18:36

    Albinha, esse comentário foi psicografado. Tb. nada entendi. Abs.

  • 38 confetti // 30/October/2007 às 18:41

    myanmar…ninguém mais fala…

    http://www.nytimes.com/aponline/world/AP-Myanmar-Tycoon.html

  • 39 Tia // 30/October/2007 às 18:41

    Albíssima, vocês se materializaram!!! E aí mudou alguma coisa?? Em dezembro eu e o prof estaremos aí na baixada. Vai nos da a Honra? Confetti aproveita e vem também!

  • 40 Alba // 30/October/2007 às 18:43

    Tia,

    Mas é caláro! Agora, a confetti, é só com ela..:)

  • 41 confetti // 30/October/2007 às 18:44

    albin o pax roi unha ?

  • 42 josef mario // 30/October/2007 às 18:45

    Companheiro pedro doria
    Eu, josef mario, devo dizer que, realmente, tenho dúvidas entre o obina e o maxi. Enquanto o obina é melhor que o eto’o, o maxi é melhor do que o messi, o que, também, não é pouca coisa. Deixemos o agradável problema para o companheiro joel natalino santana resolver.
    Muito obrigado.

  • 43 josef mario // 30/October/2007 às 18:47

    pedro doria = pedro direitoba

  • 44 confetti // 30/October/2007 às 18:48

    eto e messi sao 2 dos melhores jogadores atuais ! dificil ter pareo ….

  • 45 confetti // 30/October/2007 às 18:52

    o fc barcelona esse ano ta parecendo o olympique lyonnais ano passado : so prazer pros torcedores ! lyon esse ano baixou a crista….

  • 46 josef mario // 30/October/2007 às 19:01

    Companheira confetti
    Eu, josef mario, devo dizer que amo de paixão a companheira. Porém, para que eu, josef mario, continue apaixonado pela companheira, é fundamental que a companheira não faça nunca mais comentários sobre futebol.
    Muito obrigado.

  • 47 confetti // 30/October/2007 às 19:05

    des bourdonnements d’abeilles à nouveau…c’est chiant…

  • 48 confetti // 30/October/2007 às 19:07

    pax cade tu !! vem contar a tarde !

  • 49 confetti // 30/October/2007 às 19:13

    jean michel aulas anda chateado…juninho brochou….nem feijoada tem dado jeito….

  • 50 abstrato // 30/October/2007 às 19:19

    “No Brasil nao temos gente atirando dentro das escolas como nos EUA”…

    Ricardo Teixeira, o senhor eh um fanfarrao!

  • 51 confetti // 30/October/2007 às 19:20

    ol x psg foi maneiro….ben arfa e pauleta, dois mestres pagodeiros ! kkk

  • 52 abstrato // 30/October/2007 às 19:21

    “De acordo com a assessoria do “Rei”, Pelé estava em Colônia, na Alemanha, participando de uma feira de pisos sintéticos.”

    Pele, o senhor eh outro fanfarrao!

    entao, o maior jogador do mundo nao foi a cerimonia de confirmacao do seu Pais como sede de uma copa do mundo, em 64 anos, por que estava numa feira para pisos sinteticos…qua-qua-qua!

    comecou bem divertido o negocio…

    ate 2014 vai dar pra dar muita risada ainda…

  • 53 confetti // 30/October/2007 às 19:23

    juninho mesmo rindo parece q ta chorando…tem cara de clown triste….joga pra caramba…ou melhor, jogava….anda com saudades de nao sei que….aulas tem mandado buscar até goiabada cascao e queijo minas pra ele….pra ver se o carinha desemboca….

  • 54 confetti // 30/October/2007 às 19:29

    afe maria !! que foi isso pd ? upgrade selvagem no layout do blog ?

  • 55 Alba // 30/October/2007 às 19:48

    confetti,

    Definitivamente, o Pax não rói nada, viu? E é um tesão, coisa que tanto ele como você gostarão de ler e, melhor, é verdade! Não fosse a sombra da Dona Pax, seinão…:)

    Não que eu tivesse a menor chance, e cá entre nós, nem quero, porque ele acaba de se transformar num amigo querido (tem gente que diz que isso é um oxímoro - amigo querido - já que todos o são- amigo e querido) mas alguns adquirem status especial, por supuesto. :))

  • 56 Chesterton-Dracul- El Cid // 30/October/2007 às 19:58

    Eu legalizaria o aborto. Mas qual o efeito disso? O efeito real? O aborto já é praticado no Brasil com a maior liberdade. Quem quer abortar, aborta. Ninguém é perseguido ou condenado judicialmente por praticar um aborto. Nos Estados Unidos, onde o procedimento é legal, seus praticantes enfrentam mais hostilidade do que aqui.

    Se o aborto fosse legalizado, as mulheres pobres poderiam praticá-lo de graça nos hospitais do SUS, e não como fazem atualmente, em clínicas clandestinas de fundo de quintal, por 400 reais, ou com as chamadas “curiosas”, por 40 reais. Considerando que os hospitais do SUS operam com furadeiras elétricas e imobilizam fraturas com pedaços de papelão, pode-se argumentar que as mulheres estariam mais seguras nas clínicas clandestinas de fundo de quintal.

    Repito: eu legalizaria o aborto. Só me recuso a considerá-lo como um instrumento de combate ao crime – uma espécie de BOPE de fetos. Feto 02, pede para sair!

  • 57 Chesterton-Dracul- El Cid // 30/October/2007 às 20:02

    Adivinhem quem escreveu isto

  • 58 Natalia // 30/October/2007 às 20:06

    a coisa do Reinaldo Azevedo…

  • 59 Natalia // 30/October/2007 às 20:07

    Pasmem, não foi… Li agora, o Mainardi…

  • 60 Bruno Mota // 30/October/2007 às 20:08

    Que tal um um trailer do Rambo 3?

    Free Bruma ;-)

  • 61 Bruno Mota // 30/October/2007 às 20:08

    ooops Rambo 4

  • 62 Natalia // 30/October/2007 às 20:10

    Ele ainda existe, ou ele vem como fantasma?

  • 63 proftel // 30/October/2007 às 20:12

    Alba:

    Que legal!
    Eu lembrei que o encontro estava marcado para o dia 30 mas, como dois outros haviam “micado” fiquei na minha.
    Estou encerrando o trampo por hoje, conecto de novo em casa, daqui uns 30 minutos.
    Ia levar serviço, não vou mais, esse Open aqui está prometendo.
    Tô “doidim” prá saber como foi, fim do ano tô por aí com a patroa.

    Té+

    :-)

  • 64 Alba // 30/October/2007 às 20:15

    Bom, queridos,

    Não quero mesmo discutir o Reinaldo Azevedo da hora e muito menos o Olavão.

    Entonces, vou lá ver meus filmes clássicos que já me esperam há tempos!

  • 65 Natalia // 30/October/2007 às 20:18

    Alba, eu tenho uma resenha chatíssima aqui pra fazer? Quer não?

  • 66 abstrato // 30/October/2007 às 20:24

    mas essa confetti eh uma boa de uma lavadeira, hein?

    nossa, nao pode abrir um open thread pra ela comecar a dominar a area…

    e so da bobagem…

  • 67 Chesterton-Dracul- El Cid // 30/October/2007 às 20:41

    a inteligencia dos outros dói em vocês? Que coisa.

  • 68 proftel // 30/October/2007 às 20:55

    Pô, cadê o Pax?

    Alba, fica com um olho aqui.

    :-)

  • 69 proftel // 30/October/2007 às 21:05

    abstrato:

    A confetti é gente boa, a cada Open, pode reparar, o pessoal as vezes “some” mas sempre há um de nós por aqui sozinho, comentando até aparecer alguém, é isso.
    Aí aparece todo mundo, já aconteceu comigo, com o Fred, com o Éd Lascar e mais gente por aí.
    Repara nos horários dos comentários que você vai ver.
    De boa, a mão coça e a gente comenta, um dia acontece contigo.

    :-)

    Ah, ela sumiu esse fim-de-semana, deixou a gente na mão por aqui, até a patroa sentiu falta.

    hehe.

    :-)

  • 70 Pax // 30/October/2007 às 21:22

    Tô aqui, afinal foram 500 km rodados para um encontro delicioso, com deliciosas meninas, num delicioso município que não conhecia.

    Buenas, eu escrevo um monte, mas vamos por partes. Pra começar decidi ir de forma diferente, pelo Sul, num movimento de pinça. Só que havia um acidente na Régis Bittencourt, desses de parar e desligar o carro, numa sombra de celular e eu lá, sem poder falar e paradão. Ainda bem que tinha garrafa d´água. E ainda fiquei pensando com meus botões, elas vão achar que sou como o carioca surubeiro, um furão, São Pedro já tinha me dado um bolo lá com o pugilato com o Chesterton e o abraço no Ricardo Cabral. Putz. Não, isso não iria ficar assim, gaúcho não é igual a carioca não. Aí a estrada liberou, Albalada queridona ligou e falei que precisava de mais uma hora. Elas me esperariam na praça. Ela de rosa e a Tíchia de azul.

    Cheguei e foi um barato, Alba é esperta, marcou na pracinha centenária, super gostosa, uma crente cantando alto, elas sentadas no banquinho, os sorrisos se abriram e parecia que antigos amigos se reencontravam. Não, não roí uma unha, e não rôo unha (estranho conjugar esse verbo, nem sei se está certo). E Alba me leva logo pra cadeia. É no meio da praça, se não me engano de 1532, hoje um museu. E eu adoro essas coisas. Mas tava com fome, sou um glutão, adoro comer, já passava bastante das 13:00hs. Albalada nos levou para o tal restaurante. E o papo rolou solto, gostoso. Entrada de bolinhos de bacalhau, casquinha de siri e uma, juro, acreditem, feijoada de frutos do mar. Báh. A mistura não é boa, a comida bem feita, mas eu desconfiei que não seria, mas todos indicando como o prato do restaurante. Enfim, assim mesmo mandei bala. Já falei que sou um glutão?

    As meninas? Bem, façam como eu, marquem e vão, não façam como o carioca surubeiro. O que posso dizer delas? São duas gatas gostosas. Foram super carinhosas, ganhei chocolates da Tíchia e doces da Albalada, além dos meus beijinhos doces e abraços de gente que olha no olho.

    E a D Pax, viajando, né boba não, no meio do papo trimmm, era ela cuidando de suas posses.

    Albinha, obrigado por tudo, você é um doce, doce mesmo. Patrícia, você é um barato de pessoa. Gente que eu gostava e que gosto mais e mais.

    Por fim, confissão: foi minha primeira materialização dos códigos fontes. Nunca tinha feito isso na vida. A outra, bem, 52 segundos falando com o Pedro Doria, o surubeiro furão e a simpatia que é sua esposa, não considero uma materialização como essa foi.

  • 71 proftel // 30/October/2007 às 21:27

    Pedro Doria, e-mail prá você, sobre TV.

    :-)

  • 72 proftel // 30/October/2007 às 21:35

    Ô Pax, tava aqui esperando.
    Gostou da cidade?
    Kra, viagei muito por aí, desde muleque.
    Minha tia e vó moravam em Iguape (desde o tempo da Guerra) e meus pais em São Vicente, caminho obrigatório, essa região toda conheci só mato, o asfalto ia até a curva do “S” na Praia Grande, daí prá frente só praia e barro.

    :-)

  • 73 Indiana Jorge // 30/October/2007 às 21:42

    Pô. Que legal ler isso. Pessoas agradáveis. Se eu tivesse ido registraria tudo com o meu daguerreótipo.

    Finjo que deixo cair alguma coisa no chão peço licensa e registro a cor das calçolas das damas por baixo da mesa. Indo ou vindo.

    No meio da conversa sempre elogiosa e em concordância, digo-lhes e peço-lhes abraços.

    Os abraços quase sempre culminam em beijos e mais abraços. E sempre (quase) consigo, com sucesso, algo mais.

    Neste caso em específico, dispensaria mentalmente uma, e estrategicamente ao final do encontro, ficaria com a mais gostosa ou a mais disposta, claro em caso de valer a pena.

    Notadamente é didifcil convencer duas mulheres a um menage, porque diferentemente dos filmes adultos, mulheres gostam de homens, e dificultam um encontro a trÊs.

    Por isso aos 97 anos de idade, e muitas aventuras com sucesso espalhei meus genes egoistas pelo Brasil, e ainda tenho muita vitalidade.

    Nobre PAX, não tirou nenhuma foto das calçolas das jovens?

  • 74 Éd Lascar // 30/October/2007 às 21:51

    PELAMORDEDEUS, PAX!? Você foi mordido alguma vez?!!

    :o)

  • 75 Pax // 30/October/2007 às 22:04

    Delsio querido, acredite, na viagem de ida fiquei pensando e brabo com você pela tua caretice de não aparecer. Queria ter encontrado contigo também cara. Um dia invado teu Posto de Saúde e armo um barraco. Se liga mano !

    Bem, respondendo tua pergunta e a indiscrição do nobre Indiana Jorge acima: nós combinamos que não contaríamos tudo que aconteceu. Pensem aí. Coloquem a imaginação a burilar essas cabeças poluídas e sexuadas pra funcionar.

    Abrida de perna e ficada de joelho rolou mesmo. Mais nada posso comentar.

  • 76 Éd Lascar // 30/October/2007 às 22:09

    Meu, que coisa!……… eu falava do Aedes Aegypti!

    Sou inocente, tal como pároco de São Miguel
    Arcanjo, Capital!

    Ahahahah…

    Abração, Pax!

  • 77 Alba // 30/October/2007 às 22:23

    Pax,

    Já que você começou, eu tenho que comentar que tive que levantar a saia e, pior, entrar ajoelhada no seu seu carro.

    Espero que esteja atento que este relato acaba de demolir o que resta da reputação de “Lady Alba. HUmmfff!

  • 78 Pax // 30/October/2007 às 22:26

    Albalada, vamos parar por aqui e recuperar nossa imagem. Esses meninos daqui têm um problema congênito: os testículos nasceram no cérebro. Todo tecladista homem aqui é assim. Acredite. Incluso eu.

  • 79 proftel // 30/October/2007 às 22:30

    Ôw, e a Patrícia, está em São Vicente?
    Ela tem parentes na subida da Ilha.
    Vai ver até conheço ela do pedaço.

    :-)

  • 80 Alba // 30/October/2007 às 22:40

    Que me perdõe a Dona Pax, eu te amo, viu?

  • 81 KENNY G // 30/October/2007 às 22:49

    Após a declaração de ALBA, neste momento começa o som de “Theme from dying young” por Kenny G.

    A meia luz.

  • 82 KENNY G // 30/October/2007 às 22:52

    http://www.youtube.com/watch?v=qH3T3cNGhp8

  • 83 Pax // 30/October/2007 às 22:53

    Alexandre, eu gostei pacas da cidade. Muito mais que imaginava aqui quando a Albalada falava das suas caminhadas na praia. O que mais gostei? Da prainha dos pescadores, claro. O restaurante era do lado, depois do almoço fomos dar um pulo lá. Há canoas enormes. E sou canoeiro, quer dizer, um aficcionado por canoas de um pau só. Aprendi a remar em pé nessas canoas e é uma arte caiçara muito legal. Há histórias de canoas que mereceriam um Gabriel Garcia Marques pra contar. O caiçara tem uma árvore prometida, espera ela crescer, chega o dia, entra no mato e corta (essas árvores podem ser cortadas sim senhor) e fica por lá trabalhando um tempo sozinho, com machado e enchó. Chega o dia da descida da canoa, que ainda é um tronco bruto, mas já desbastada a parte principal, já cortada no seu tamanho, faz-se umas saliências pra amarrar as cordas de puxar, chama todo mundo que aparece, leva garrafão de pinga pro povo e prepara o caminho que a madeira descerá o morro. É uma cerimônia que tive o privilégio de participar algumas vezes. Depois a madeira é levada para sua casa e o cara vai trabalhando, o prumo, o nível, proa, popa, borda, equilíbrio pra não ficar maluca, enfim, cada uma tem uma história. Aí vem o batismo, no nome da avó, o nome da mãe. A que mais curti na vida chamava Maria.

    Quando conheci os caiçaras dessas histórias meu papo era caça submarina. Sempre ia com meu arpão, máscara e pés de pato. Mas eles não levavam peso. Não podia ir com eles nos bons pesqueiros porque não sabia remar. Foram 6 anos assim, e eu conquistando os caras, aos poucos me emprestando canoas pequenas, como fazem com seus filhos, e eu passando ridículos e mais ridículos tomando tombos e mais tombos. Mas acabei aprendendo. Um dia, eu na praia, me preparando pra mergulhar nos pesqueiros medíocres saindo das pedras ou da praia e eles estavam saindo em 4 canoas pro costão. Um deles me olhou e disse: “Carioca, hoje você vai”. Sim, me chamavam de carioca, nessa época eu ia do Rio. E fui, de ponteiro, na frente. Sou um pouco forte, minha remada era forte, uns 50 metros da praia dei uma forte e o cara da popa, o que fica com o remo dando o rumo caiu. Achei que fossem me devolver pra praia, mas caíram na gargalhada e falaram: “Arrumamos um motorzão aí na frente”.

    Bem, cara, foi um dos dias mais felizes da minha vida. Vieram lagostas, garoupas, pirangicas, sargos, pampos, uma fartura. Chegamos na praia e fizemos dos peixes de carne branca um sashimi que deu 4 grandes travessas dessas de alumínio de assar em forno. Colocamos na roda e os paulistas entraram com cerveja e pinga. Afinal, a paulistada não sabia remar e tinha que pagar alguma coisa. Eu, bem, eu já sabia remar e fazia parte do grupo dos caiçaras. Com um orgulho que não cabia em mim.

  • 84 Pax // 30/October/2007 às 22:54

    Albalada, cruzes, eu também !

  • 85 proftel // 30/October/2007 às 23:09

    Ô Pax, já acompanhei uma arte dessas, por falar nisso, os índios utilizavam fogo para “comer” a tora e confeccionar a canoa.
    “Canoa boba” é aquela que o Silvano tem no restaurante dele na Trindade (kkkkk), você conhece, é um “mico” em forma de canoa.
    A Adriana filmou tudo, do começo ao fim, virou documentário.
    Minhas melhores lembranças são de Iguape, passava férias na casa da minha falecida tia, muita manjuba por lá.
    Acho que ainda existe na casa da minha mãe uma autorização do Juíz de Direito de Iguape para que pudesse trabalhar em “serviços de pesca”, creio que datada de 1969, por aí.
    Aprendi a pescar lá, em Iguape…
    Putz!
    Essa foi do fundo do baú, me vieram “flashe’s” da infância.
    Lembranças muito boas…

    :-)

  • 86 proftel // 30/October/2007 às 23:12

    Se tivesse escrito o tanto de memória que me veio ao teclar as poucas linhas aí em cima, seriam algumas laudas.

  • 87 proftel // 30/October/2007 às 23:13

    Pax, pelo jeito amanhã você volta prá praia.

  • 88 Pax // 30/October/2007 às 23:18

    “Vento Contra” – Documentário de Adriana Mattoso; 45 min

  • 89 Pax // 30/October/2007 às 23:20

    Alexandre, escreva. Tenho algumas coisas escritas aqui nos meus alfarrábios. Um dia, quem sabe. Por enquanto ainda estou coletando as coisas na cabeça, indo encontrar albatrozes albalados aqui e acolá. Mas escrevo um pouco e guardo.

  • 90 Gwyn // 30/October/2007 às 23:24

    Um pouco atrazada, estou de ferias e a conexao aqui e a manivela..risos.

    Pelo o que li, nao e preciso acrescentar em nada nosso encontro de hoje, Alba e Pax ja contaram detalhadamente a agradavel tarde que passamos juntos. Adorei poder conhece-los !!Duas pessoas lindissimas….em todos os sentidos.

  • 91 Pax // 30/October/2007 às 23:26

    Achei aqui. não conhecia essa cantora, gostei.

    O autor, bem, ninguém melhor que ele pra falar do mar.

    http://www.youtube.com/watch?v=CCHEuRxLLx0

  • 92 Pax // 30/October/2007 às 23:27

    Tíchia ! bjs !

  • 93 Gwyn // 30/October/2007 às 23:30

    Pax, a huge kiss for you too…

  • 94 proftel // 30/October/2007 às 23:30

    Isso mesmo Pax, “Vento Contra”, não recordava o nome, passou várias vezes na Picinguaba.
    Não sei se com você é assim, já comentei isso com o Monsores.
    Não sei se é a idade mas de uns 4 anos pra cá memórias da infância surgem assim do nada.
    Paro e fico curtindo coisas que aconteceram e nem sei como estão lá no fundo da cachola.
    Lembranças boas, outras nem tanto mas, mesmo assim estão lá.
    Uma recente, quando escrevia sobre as viagens à Iguape, depois da curva do “S”, oito horas em Variant, uma bege, depois uma branca, uns fusquinhas 1.500 e por aí vai…
    Os únicos veículos que aguentavam aquelas estradas. Atoleiros sem fim, ôlho na maré.
    Muitos bichos atropelados.
    Interessante.

    :-)

  • 95 proftel // 30/October/2007 às 23:32

    Patricia!

    :-)

  • 96 proftel // 30/October/2007 às 23:40

    Bom, não é de hoje que escrevo, ao menos uma vez por mês, alguma coisa no meu “Spaces”.
    A intenção é deixar algo para meus filhos, um dia conto onde está a fonte.
    Não acompanhei direito o crescimento deles, saí quando o mais novo tinha 2 meses, uma looonga história essa, deixa quieto.
    Da minha infância não há nada escrito ainda, rende bem, Itaiacoca (Ponta Grossa-PR), Iguape e o estaleiro do meu tio em Sampa no Bairro da Pedreira, em cada férias um lugar diferente, fazia “rodízio”, aprendi muito.
    Provavelmente assim que acabar o cadastramento desse bimestre eu começo.
    Brigadão pela idéia.

    :-)

  • 97 Gwyn // 30/October/2007 às 23:43

    E falando em mar, depois de almocar, quase que na areia da praia ( obrigada Alba, amei o restaurante !!) amanha e dia de sentar no terraco, bem de frente ao mar e observar o amanhecer, o mar, as cores da manha, as estrelas se apagando..
    Olhar para o mar. ao som de

    http://www.youtube.com/watch?v=ig7Ionb35Sc

  • 98 Pax // 30/October/2007 às 23:44

    Olha, na boa, se desse, eu pegava a Alba e a Tíchia pra criar aqui em casa. Mas acho que a D Pax e a Dirce não iriam gostar. Algo me diz que sim.

    Alexandre, eu adoro estrada, adoro o céu e adoro o mar. Ando mais apoitado nos últimos anos, mas mesmo assim viajo quando dá. Fiquei desacorçoado por não ter ido pro Rio no fim de semana passado. Paciência. São Pedro e a aeronáutica disseram que não, então não. Agora ando com vontade de novo de velejar. O veleiro que atravessei o Atlântico estava em Noronha. Não sei se ainda está, mas soube que há um veleiro de um uruguaio em Paraty que o cara topa essas paradas. Paga-se por isso, mas é um super veleiro, de 52 pés e casco de aço. Acho que são 5 cabines. Ou seja, dá pra rachar. Tô pensando em armar alguma com esse cara. Amigo meu já foi, não é tão caro se rachar por 5. E parece que o uruguaio é bem legal. Tô cá pensando na próxima aventura. Viagem mesmo vou pro Sul, mas a trabalho, em novembro agora. E dar um beijo nos meus velhos e irmãos de lá, os de sangue e os da vida.

    A de avião, parece que vai rolar dia 08/11. Vamos ver se as coisas casam. Não desisti de pegar o Chesterton, velho e bom Chesterton e mostrar pra ele quem que tem que estudar aqui. :-)

    A resposta é lógica contrária. Quem não tem que estudar é o Ricardo Cabral. Saca tudo.

  • 99 Gwyn // 30/October/2007 às 23:45

    Oi Alexandre….tudo bem??
    Acho que quando voce estiver por aqui vai poder conhecer algusn do blog tambem..

    Ed..

    Senti nao ter conhecido voce tambem… :-(

  • 100 proftel // 30/October/2007 às 23:51

    Olha, o papo está ótimo, valeu não ter trazido trabalho pra casa.
    Ainda tenho dois dias antes do feriado, amanhã é um deles, acordar cêdo.
    Já não dormi direito de ontem prá hoje, passei sonado boa parte do tempo intão, preciso ir.
    Pessoal, uma boa noite a todos(as).

    :-)

  • 101 Gwyn // 30/October/2007 às 23:51

    Pax,

    Concordo plenamente com voce.
    Lindo e adoravel como voce e (perdoe-me minha indiscricao…) D Pax e Dirce com certeza nao vao querer compartilha-lo…

    E eu nao aceitaria nada mais do que exclusividade.

  • 102 proftel // 30/October/2007 às 23:53

    Patrícia, só agora li seu comentário.
    Com certeza!

    Bração.

    :-)

    boa noite.

  • 103 Éd Lascar // 30/October/2007 às 23:58

    Quiéquevocêstãofalano?!

    Eu nem fui convidado!!!!

    :o)

    Abração, Gwyn!

  • 104 Pax // 31/October/2007 às 0:03

    Tichia,

    Saca essa aqui, da mesma turma do Flávio. Você vai entender.

    http://www.youtube.com/watch?v=TNJYuVwlMzc

    Porque será que as mulheres querem exclusividade? Que egoismo anti cristão ! Saco !

  • 105 Gwyn // 31/October/2007 às 0:04

    Ed

    …ninguem foi convidado, nos nos convidamos, e eu ja falei algumas vezes que gostaria muito de conhece-lo. ;-)

    Um outro grande abraco proce tambem.

  • 106 Pax // 31/October/2007 às 0:06

    Delsio, não fale inverdades. Você foi convidado sim senhor. Cara chato. Não provoca que o barraco lá no PS acontece antes que você imagina pô.

  • 107 Pax // 31/October/2007 às 0:07

    Essa turma de Minas é boa demais. E vem um Mainardi dizer que não há música brasileira boa. Cara babaca.

  • 108 Gwyn // 31/October/2007 às 0:07

    Pax…

    Sorry, but, e so para nao deixar voce em mal lencois com a D Pax e Dirce…ai o motivo da exclusividade….
    Just an excuse… ;-))

  • 109 Pax // 31/October/2007 às 0:08

    :-)

  • 110 Pax // 31/October/2007 às 0:12

    As fotos das canoas ficaram mais ou menos. Tem uma das gaivotas na praia com um surfista no mar que ficou melhorzinha. A melhor ficou lá do mirante, uma que dá pra ver o restaurante bem no fundo.

    Depois, se vocês quiserem, posso reduzir e mandar. Up load aqui é um parto de porco espinho.

  • 111 Gwyn // 31/October/2007 às 0:17

    Pax..

    Minha conexao a manivela nao permite abrir o youtube, tenho que ir a um local com uma conexao mais civilizada do que essa que tenho aqui..

    Eu adoraria ver as fotos que voce tirou..

    um beijo grande para voce

  • 112 Pax // 31/October/2007 às 0:17

    E aquele italiano com a vara de pescar? Legal a figura, fui logo chegando e falando o que ele tava querendo e ele disse:

    -Ele: “Sargo, você conhece?”.
    -Eu: “De beiço ou de dente?”
    -Ele: “Os dois”
    -Eu: “O anzol é bom pra pampo, nessa espuma nos mariscos”
    -Ele: “Tem também”
    -Eu: “E garoupa?”
    -Ele: “Acabaram com elas”
    -Eu: “Pena…Esse molinete é um Paoli?”
    -Ele: “É o que presta mesmo, já o tenho há 30 anos”.
    -Eu: “Tive um também, muito bom”

    Gostei do cara.

  • 113 Dino // 31/October/2007 às 0:51

    Desculpa PD, mas não resisti a te responder sobre o post do Tom Jobim, Cara, que bobagem, comparar pessoas por popularidade e ou esquecimento, Tinhorão era um estudioso da musica brasileira, não se deixava levar por modismo nem por nomes famosos. Não era musico para ser popular e lembrado em uma roda de samba. Mesmo porque se for qualificar por lembrança-esquecimento não se preocupe, em nosso país desmemoriado muito em breve o “gênio” Tom também será esquecido. Pergunte quem foi Tom Jobim para um adolecente…

  • 114 Dino // 31/October/2007 às 1:21

    Butcher, você parece que idolatra o panaca do Mainardi. Você já viu ele falar ou escrever uma palavra que fosse, sobre quem cometeu as barbeiragens com o filho mais velho dele? E se fosse no Brasil? O que será que o canalha estaria dizendo?

    Tito teve um parto traumático, segundo Mainardi devido a um erro médico. Sofreu a compressão do cordão umbilical na indução do nascimento e teve paralisia cerebral com seqüelas. Mainardi diz ter ido ao Rio de Janeiro por encontrar lá um atendimento fisioterápico mais adequado à criança, além de um salário extra (o Manhattan Connection). Hoje, move processo contra o hospital público veneziano onde o filho nasceu, de cuja sentença espera obter dinheiro para assegurar o futuro da prole.

  • 115 Éd Lascar // 31/October/2007 às 1:25

    Dinôôô, yooohooo!? Eu também idolatro o Mainardi!

    :o)

  • 116 Dino // 31/October/2007 às 1:26

    “Eu sou apenas um cronista, como Rubem Braga, quando falava dos passarinhos na praça”, diz. “É que, por falta de assunto, há quatro anos eu falo do presidente Lula e do seu governo. Lula e os outros, porém, não são diferentes dos passarinhos. Pousou na minha janela, eu pego o estilingue.” É mais condescendente com o pai, que guardou em sua casa o jornalista Pimenta Neves quando era foragido da polícia, após assassinar sua namorada. E enamora-se dos juízes, especialmente os que lhe dão ganho de causa nos processos que toma em avalanche. “Há gente boa num sistema apodrecido”, diz.

  • 117 pedro direitoba // 31/October/2007 às 1:26

    Camarada Dino, seu comentário destoou da festa da rapaziada. É mesmo, não me lembro de terem chamado o lascadinho para essa farofa da Alba. Pelo menos aqui nesse espaço bloguento. Mas, voltando ao papo do camarada Dino, o Tinhorão foi um crítico severo, apesar de ser conhecedor de nossa música popular. Tinhorão teve uns chiliques com a Bossa Nova. Dizia que fora feita para gringo vender disco no Brasil. Tem uma passagem inesquecível em que insinua, ou melhor, escreve abertamente que o João Gilberto não só vendeu a Bossa Nova para os gringos, como deu de lambuja a própria mulher. Achei uma passagem de quem tem fígado opilado. Tudo bem que a Bossa Nova era coisa de classe média da Zona Sul e foi a fusão do samba canção com o jazz, e daí? Tom foi gênio dentro da arte dele. Criou belas melodias populares. Grande arranjador. Agora não dá para exagerar, não foi um compositor erudito.
    Quem lê Mainard, e ainda falando de música? Que perda de tempo, caracoles! Melhor ler Nelson Motta, que é outro abobrinha, mas ainda conta alguma coisa de pitoresco do meio musical.

  • 118 Dino // 31/October/2007 às 1:33

    Ed, tome tenencia, seu cabra!

  • 119 pedro direitoba // 31/October/2007 às 1:44

    Se emende! Tome rumo nessa vida! É muita poluição mental, seu Ed! Com a leitura dessa trinca (Mainard, Reinaldão e Olavão) vc. acaba fundando os carecas de Bertioga!

  • 120 Éd Lascar // 31/October/2007 às 1:50

    Esquertoba, mais uns dois anos e eu fundo mesmo. Tem só umas penugens em cima!

    Ahahahahah…..

  • 121 pedro direitoba // 31/October/2007 às 2:00

    Ed, por que será que esqueceram de te convidar? O Pax é homofóbico? A Alba e a conjunto de consoantes queriam levá-lo para o mal caminho? Depois aquelas detalhes tão pequenos de nós dois foram picantes. Pior a Albinha declarar seu amor desesperado frente ao rolo de macarrão de Dona Pax, que já deve ter trazido a muamba do Paraguai. Pau vai comer na casa de Noca!

  • 122 pedro direitoba // 31/October/2007 às 2:02

    ô, insônia de Lascar! Amanhã vou estar um bagaço. Até em leilão de tapete persa já dei olhada.

  • 123 pedro direitoba // 31/October/2007 às 2:03

    Bô noite!

  • 124 Éd Lascar // 31/October/2007 às 2:05

    Não, não! A Gwyn disse querer me conhecer e eu simplesmente não fucei para ir. Não tem nada de homofobia no Pax, também. Deixa de ser venenoso , ô Esquertoba!
    Até poderia ter ido, é só uns 90 km daqui, creio!

    Mas, e a dengue?!

    :o)

  • 125 Éd Lascar // 31/October/2007 às 2:07

    Estou lendo umas coisas. Boa noite, Vietnã, quer dizer Esquertoba!

    Té!

  • 126 confetti // 31/October/2007 às 4:55

    ” abstrato // 30/Outubro/2007 às 20:24

    mas essa confetti eh uma boa de uma lavadeira, hein?

    nossa, nao pode abrir um open thread pra ela comecar a dominar a area…

    e so da bobagem…”

    abscoiso, vem ca petit chien..vem ca que eu te dou um ossinho pra roer….
    have a good day seu chato ! :)

  • 127 Pax // 31/October/2007 às 6:49

    Bom Dia Vietnam, a passarinhada tá grossa, assim como o chumbo quente que nem dormiu nas patrulhas com suas AK 47 e sandalinhas de couro do Charlies.

    O Delsio não foi convidado? É verdade, menos de 10 vezes é não convidar, já que o blog é de carioca e o furo é a regra. Putz.

    E não, Dona Pax ainda não retornou com a muamba, o contrabando só chega hoje e é nacional, vem de BSB dessa vez. Será que vem carregada de dólares na calcinha? Tomara, aí compro uma Harley Davdison, vinhos de 2.000 reais a garrafa e, de quebra, um terreno no Guarujá, pra ficar do lado do meu Lula. Acenderei um puro cubano com uma nota de 100. Tenham certeza disso.

  • 128 proftel // 31/October/2007 às 7:44

    Tô na área.

    a confetti não leu tudo, depois daquela há um comentário meu.

    :-)

  • 129 confetti // 31/October/2007 às 7:52

    claro que li alê ! vc eu te amo ( tia, nao me olha assim, é amor fraternal querida ! ) kkk

  • 130 Pax // 31/October/2007 às 7:56

    Buenas, a gente vai ganhando presentes na vida. Ontem ganhei dois, na verdade duas. Agora de manhã a oportunidade de um novo negócio. Esses empresários brasileiros adoram acordar cedo. Bariu, caray. Recado de ontem, certa urgência, hoje ligo as 7, peço desculpas e o cara: “Pô Pax, já tô na rua há mais de 1 hora”. Coisa de muamba legal (sic), com todos impostos pagos. Um amigo lembrou de fazer o link e parece que faz todo sentido.

    Acorda aí galera, que se vacila toma bala na testa ou pisa no bambu com fisga.

  • 131 confetti // 31/October/2007 às 7:59

    bom dia mon pax chéri ! smackt

  • 132 Pax // 31/October/2007 às 8:02

    Olha confetti, doce confetti, as queridas Albalada e Tíchia, assim como D Pax e Dirce, jamais impedirão nosso encontro no Musée d’Orsay

    http://www.paris.org/Musees/Orsay/gifs/orsay.html

  • 133 proftel // 31/October/2007 às 8:06

    Isso de acordar cedo é vero, Sampa é um exemplo.
    Por aqui então! Putz, seis e meia da matina as ruas já estão pipocando, e olha que é horário de verão.

    :-)

  • 134 confetti // 31/October/2007 às 8:09

    gustave courbet, exposiçao atual no grand

    palais…http://images.google.com/images?hl=en&q=l%27origine+de+la+vie+courbet&btnG=Search+Images&gbv=2

  • 135 Gwyn // 31/October/2007 às 8:09

    Pax e Confetti,

    Esse encontro em Paris eu tambem vou..sinto muito. Afinal, o eurostar agora chega em St Pancras Station e justamente aonde o trem que vem do “mato” de onde eu moro chega em Londres. Portanto Paris, so esta a umas 4 horas de viagem…

  • 136 confetti // 31/October/2007 às 8:09

    hi mate ! :)

  • 137 Pax // 31/October/2007 às 8:14

    Bem, então já tenho um padrão, a Tíchia estará sempre presente nas materializações dos meus códigos fonte. Pronto, ufa, preciso mesmo das coisas arrumadas.

    Gostei dessa idéia. E depois vou pra Inglaterra conhecer o mato da Tichia. Juro que não vou incomodar. Só um chá das 5 e volto. Adoro trem. Pena que aqui foram abandonados. Pela estrada que fui ontem passei por uma linha férrea abandonada. Um saco essas coisas brasileiras. Adoro as gares.

  • 138 Pax // 31/October/2007 às 8:15

    confetti ! uau, que mata atlântica !

  • 139 Pax // 31/October/2007 às 8:18

    alguém tem um babador aí?

  • 140 Pax // 31/October/2007 às 8:18

    já disse que sou um glutão?

  • 141 Gwyn // 31/October/2007 às 8:19

    Confetti,

    Vc gostou da exposicao do British?? Estou morrendo de vontade de ir ver, se der na volta vou ate la..

  • 142 Gwyn // 31/October/2007 às 8:20

    Pax,

    Moro no mato, mas o trem chega la pertinho, tudo muito pratico, Londres a 50 minutos. Tens razao, nao da para entender o porque de abandonar o tranpsorte ferroviario…

  • 143 confetti // 31/October/2007 às 8:24

    pax, l’origine du monde foi pintado em 1866…foi um escandalo na epoca…

    gwyn, adorei a expo ! ja tinha visto aqui ha uns anos…eurostar so chega em kings a partir do 11 nov

  • 144 Pax // 31/October/2007 às 8:26

    Bem, Lucent Technologies e Alcatel cortarão empregos. A inflação na Europa se acelera, o Deutsche Bank tá bombando lucros, explosão de ônibus no sul da Russia mata 8.

    O Vietnam tá animado hoje. Será que o Ibovespa se ajusta ou o otimismo volta? Vai saber, Nostradamus deu espaço para outros sonhos essa noite. Não veio me visitar. Pô Nostra, volta aí cara.

  • 145 Natalia // 31/October/2007 às 8:27

    Bem, não posso generalizar que aqui no Rio não se acorde cedo… Muita gente gosta, pra aproveitar a praia de manhã, antes do trabalho. Mas euzinha acordada a esta hora madrugal, praticamente, é um assombro, e fato raríssimo, mesmo… Dizem por aí que eu só acordo depois das 10h. Mentira, eu só acordo mesmo é depois das 9, da noite!

  • 146 Theo // 31/October/2007 às 8:59

    Por que o Ocidente despreza o Islã
    Nas simplificações grosseiras sobre o mundo árabe, a vítima oculta somos nós mesmos. Ao projetarmos sobre o outro nossa visão de atraso, intolerância e fundamentalismo, não enxergamos como estão sob ameaça os melhores valores de nossa civilização

    Cláudio César Dutra de Souza, Sílvia Ferabolli

    Khaled Hosseini é um fenômeno editorial. Suas duas últimas publicações, O Caçador de Pipas e A Cidade do Sol, figuram nas listas dos mais vendidos nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil. A obra de Hosseini é lida por um público ávido por entender como vivem “os muçulmanos”. E ele parece cumprir muito bem o seu papel de (des)informar leigos pelo mundo sobre o que vem a ser o modus vivendi islâmico.

    Talvez essa não tenha sido a intenção do autor. Em seus livros, ele parece ser muito claro em situar seus personagens no interior do Afeganistão, mas como o entendimento dos conceitos religiosos, étnicos e de identidade nacional que definem muçulmanos, árabes e afegãos não é o forte da maioria da população, acabam todos sendo identificados, sem distinção, como seguidores do Islã. Essa associação não é de todo incorreta, já que a maioria dos árabes são muçulmanos, assim como o são os afegãos. O grande problema é associar o Islã com os segmentos mais retrógrados e atrasados da sociedade afegã – algo como definir o cristianismo como a religião que queima mulheres e hereges em fogueiras, permite a escravidão e silencia frente aos horrores do holocausto.

    Em seu Orientalismo, Edward Said mostrou como a representação literária dos povos orientais, especialmente dos muçulmanos, como bárbaros, primitivos, violentos, decadentes e irracionais legitimou os interesses dos grandes poderes da era colonial. No pós-11 de setembro, a mídia de massas retoma o projeto orientalista e passa a demonizar os muçulmanos com vistas a iniciar um novo ciclo histórico de dominação e subjugação, agora comandado pelos Estados Unidos. Árabes, afegãos, paquistaneses, indonésios, indianos, enfim, qualquer indivíduo que ostente um turbante ou véu na cabeça, ou que pelo menos pareça alguém que usaria esse tipo de vestimenta, é quase que automaticamente definido como fanático, fundamentalista, atrasado e, a palavra do momento, terrorista. O entendimento do cidadão médio, filtrado por aquilo que deve ser mostrado, constrói um Islã wahabista, pleno de explosivos Osamas e reprimidas mulheres sob véus; um povo que corta mãos de ladrões, apedreja condenados até a morte e proíbe, tal como os talibãs, qualquer forma de prazer e diversão. Não é a toa que temos O Livreiro de Cabul, Mulheres de Cabul, qualquer coisa de Cabul vira best-seller e abastece o imaginário de milhões de cidadãos no Ocidente que se horrorizam e se deliciam com esse tipo de representação do “muçulmano”.
    Uma época na qual a racionalidade parece estar em extinção

    Além de servir às práticas de dominação política, militar e cultural norte-americana, essas projeções do “outro” também servem para reforçar a nossa suposta normalidade em face de um contraponto tão bizarro. Gostamos de nos imaginar como filhos da modernidade, livres de superstições e paixões primitivas que um dia fizeram parte da nossa história, mas que hoje, enfim, libertos, avançamos em direção a uma liberdade nunca dantes sonhada, liberdade essa que foi duramente atacada em 11 de setembro de 2001 pelos fanáticos de Allah.

    Mas, sejamos pragmáticos: o que o mundo livre tem a ver com dois prédios destruídos em Nova York ou o que eles simbolizavam? Ficamos menos livres a partir daquele momento? Estamos sendo ameaçados? A resposta, se é que existe apenas uma, seria que, efetivamente, uma parte do mundo está menos “livre”, mas isso diz respeito àqueles poucos que gozam dessa liberdade tão duramente conquistada através de séculos de exploração colonial, invasões e desrespeito à soberania de inúmeros povos, que agora se insurgem de uma forma desagradável para quem pensava que a história havia chegado ao seu fim com o triunfo do capitalismo liberal. Não estaríamos nos focando excessivamente no chamado “fanatismo religioso” muçulmano e esquecendo que vivemos em uma época no qual a racionalidade parece estar em extinção? Fanáticos islâmicos versus fanáticos judeus e suas intermináveis políticas fratricidas; fanáticos católicos irlandeses e norte-americanos; fanáticos amishes; um renascido em Cristo na Casa Branca e um Papa de passado duvidoso, tão ou mais fundamentalista em sua leitura tendenciosa do mundo contemporâneo quanto o mais caricato dos Aiatolás.

    Fanáticos os temos para todos os gostos, com a diferença, alguém notará, que “os nossos” não explodem. Ledo engano. Norte-americanos e israelenses explodem a tudo e a todos que ousem ir contra os seus “interesses de Estado”. Os Estados Unidos “previnem” e Israel “se defende”, exatamente do quê? Sim, dos bárbaros, fanáticos e torpes muçulmanos cuja diversão e meta suprema são a de destruir a cultura e a liberdade democrática do Ocidente e, neste ínterim, vão todos à mesma vala comum, do intelectual muçulmano (sim, eles existem!), à mãe de família árabe chegando ao talibã mais raivoso, passando pelos casseurs franceses e suas demais ramificações européias – e contra todos eles é lançado o anátema de terroristas ou fanáticos muçulmanos, em uma das mais absurdas e brutais demonstrações de racismo, ignorância e manipulação midiática da atualidade.
    Como se em nossa sociedade as mulheres vivessem em integridade absoluta

    O modo como as mulheres muçulmanas são tratadas constitui-se em um escândalo, como se em nossas sociedades as mulheres vivessem em um patamar de integridade absoluto e não fossem estupradas, agredidas e mortas, não bastando isso, ganhassem menos, mesmo trabalhando mais do que os homens, e ainda tendo de se submeter a todo o tipo de tratamento estético, cirúrgico e dietético que já ceifaram a vida de milhares de fêmeas modernas – mortes nas mesas cirúrgicas de lipoaspiração; morte por distúrbios alimentares como bulimia e anorexia; morte por intoxicação de produtos químicos fortíssimos que visam alisar, afinar, reduzir, rejuvenescer e infantilizar cabelos, corpos e mentes.

    Durante a guerra da Bósnia, dentre as tantas atrocidades perpetradas contra o povo muçulmano, talvez a pior tenha sido aquela cometida contra suas mulheres. Segundo Tadeusz Mazowiecki, investigador de Direitos Humanos da ONU, que se afastou do cargo em protesto contra a impotência da organização frente aos horrores da guerra, a “limpeza étnica” não foi resultado de ações militares, mas o objetivo principal do conflito. Os sérvios, na sua maioria cristãos ortodoxos, usaram o estupro sistemático como arma de terror para obrigar a população não-sérvia a deixar a região. Mais de 20 mil muçulmanas foram violentadas. Houve casos de mulheres inválidas torturadas com tesoura e cacos de vidro antes de serem mortas. Algumas mulheres escaparam da morte, mas não da humilhação. Quando se viram grávidas de seus estupradores, o bom Papa João Paulo II exortou-as piedosamente a não abortarem essas inocentes vidas, sob ameaça de excomunhão e de uma ida sem retorno para um lugar bem quente no outro mundo…

    Aliás, a igreja católica não flexibiliza a proibição do aborto em casos de estupro, nem em casos de fetos anencéfalos e muito menos se a gravidez trouxer risco de vida à mãe. Efetivamente, o cristianismo representado pelo Vaticano não se constitui em nenhum exemplo de tratamento às mulheres que o faça estar em posição de tecer críticas ao Islã. Da mesma forma que não pode endossar a falácia de que o Corão exorta a violência, o genocídio e a usurpação e que a expansão islâmica se fez através da morte, da chacina e do roubo (a propósito: você já leu o Corão?). É necessário recordar que a expansão do cristianismo foi forjada no aço das espadas e à custa de milhões de vidas perdidas e, apesar da recomendação de amor ao próximo dos evangelhos canônicos, a imagem que parece ter sido desenvolvida pelo apologista Paulo de Tarso foi a do Cristo da Espada, o que expulsou os vendilhões do templo a chibatadas, um discurso bem mais palatável para um agonizante e bélico império Romano recém convertido por razões bem mais políticas do que de fé (a propósito: você realmente conhece a história do cristianismo?).
    Hanna Arendt já denunciava lobby sionista e superfaturamento do Holocausto

    Quanto aos judeus, se foram perseguidos também foram perseguidores e, como “povo eleito” foram intolerantes contra os “não eleitos”, vide a vergonhosa política israelense em relação aos palestinos, confinados em bantustões, segregados, marginalizados e humilhados em nome da proteção dos cidadãos de Israel – mas quem protegerá os palestinos do terrorismo de Estado israelense? (a propósito: você lê jornais?) Na década de 1960, Hanna Arendt já denunciava o lobby da comunidade sionista norte-americana em prol de Israel, o superfaturamento do Holocausto e a participação dos conselhos judaicos na eliminação de seu próprio povo na Alemanha nazista, o que lhe rendeu censuras e ameaças, semelhantes àquelas que Norman Finkelstein recebeu ao publicar A Indústria do Holocausto na década de 1990, denunciando o devir persecutório dos perseguidos além de uma série de outras distorções políticas e ideológicas que infelizmente fazem sofrer não apenas o povo palestino como igualmente a população judaica e israelense, à mercê da manipulação de sua própria história e de seu sofrimento por uma pequena elite religiosa.

    Pode ser o Islã hoje um retrato daquilo que o Ocidente foi antes do advento das luzes, momento em que a religião possuía um efetivo poder político e transcendental sobre corações e mentes e que unia os cidadãos em verdadeiras comunidades, ao contrário de hoje, quando a idéia de Deus segue o princípio narcisista-individualista de nossos tempos? Irá o Islã, algum dia, secularizar-se e seus líderes religiosos tornarem-se uma espécie de fantoches nostálgicos como é o Papa na atualidade? Qualquer que seja o cenário a se desenhar no futuro próximo, ainda teremos muitos anos de teocracias e líderes espirituais de diversos matizes a explorar questões políticas e atuar sobre os excluídos da globalização sob a mediação do discurso religioso – mas o Islã não está sozinho no monopólio do irracionalismo! Essa exclusividade é real apenas no contexto rasamente etnográfico dos “romances de burca”, e é uma pena que a leitura desses livros outorgue a um número cada vez mais expressivo de pessoas viciadas em best-sellers o direito de julgar 1,3 bilhões de muçulmanos tendo como ferramenta analítica, única e exclusivamente, esses mal escritos recortes tendenciosos da realidade.

    Passivamente assistimos ao preocupante desmonte de uma série de mitos fundadores da chamada civilização ocidental. Rasgamos a declaração universal dos direitos do homem, herança da revolução francesa, e parece que estamos em vias de reverter os processos de descolonização do pós-guerra, em uma retomada de práticas extrativistas, desrespeito a soberanias nacionais e tentativas de imposição de valores que visam aniquilar as diferenças e promover a intolerância ou algum suposto choque de civilizações. Não aceitar a confusão entre os conceitos de resistência e terrorismo; entender que as mulheres muçulmanas, na sua maioria, não vivem cobertas por burcas, mas são advogadas, engenheiras, médicas, cineastas, jornalistas e professoras com ativa participação em suas sociedades; e ousar duvidar do que nos é informado pelas agências de notícias e intelectuais de diversos matizes — comprometidos com seus governos e seus próprios preconceitos, agindo em uníssono a fim de que tenhamos medo daqueles que ousam contestar a posição vassala que lhes cabe no latifúndio mundial — é condição necessária para que possamos promover um verdadeiro diálogo entre o Islã e o mundo tributário do Ocidente que, para ser realmente livre, precisa aprender a conhecer, compreender e respeitar as diferenças culturais.

  • 147 Pax // 31/October/2007 às 9:24

    Theo, esse texto é teu?

    Por outro lado, como as coisas andam boas, acabo de receber e-mail de um amigo pagando uma dívida pequena, mas de 7 anos atrás, com juros e correção, diga-me lá uma coisa: Posso virar muçulmano? Vou logo avisando que é pra ter mais de uma mulher, nenhum interesse metafísico não. E quantas dá pra ter? Na boa, não é falta de respeito não, é curiosidade mesmo.

    Abraços

  • 148 HRP Mané Reloaded // 31/October/2007 às 9:41

    As minas encontraram com o gaucho falastrão?….que Pax nada! Paxnaca!
    Tá certo o Surf…..essa história DE SE ENCONTAR NO LITORAL E COMER FEIJOADA DE FRUTOS DO MAR SÓ PODIA DAR EM DOR DE BARRIGA…O BLOG TÁ VIRANDO CHAT DE NAMORICOS….tô FORA!
    Bom dia!Só faltava estarem lá o Ed Delsio e o Broncoleone!
    EEEEEEEEEEEEEEEEEEEE………………
    Ao trampo!

  • 149 Dom Casmurro Patriarca // 31/October/2007 às 9:45

    Caro Theo,

    de tudo isso entendi que o ocidente também muitos problemas e que as religiões cristãs são também bastante problemáticas.
    Acho que aí é que está a diferença.
    Tanto o ocidente, como as religiões cristãs, têm mais facilidade em reconhecer os seus defeitos.
    Os muçulmanos querem que a sua religião esteja acima de qualquer crítica. Até condenam à morte alguém que “ousa” falar mal de Maomé.
    Os critãos até já fizeram isso, mas foi na Idade Média.
    Não seria nada mal que os muçulmanos tentassem ser um pouco mais tolerantes.

    Fora o Dino e o Theo, a coisa aqui hoje é só amenidades. Até parece que baixou uma nuvem de boa vontade em todos.

    Como dizem que os contrastes é que realçam os valores, vou botar um pouco de azedume no meio,

    trazer para cá uns comentários que fiz indevidamente, mas que pasou por boa vontade do Doria, no post da TV.

    Um país de “Economia de Mercado”, no sentido mais radical, é simplesmente um país de gananciosos.

    Por falar nisso, estou seriamente convencido que a Parmalat pertence à máfia.
    A Parmalat é uma empresa totalmente criminosa.
    Depois daqueles escândalos todos, falência fraudolenta etc. agora está a colocar soda cáustica, água oxiginada e outros aditivos que sabe-se lá, num dos alimentos mais consumidos por todos.

  • 150 proftel // 31/October/2007 às 9:45

    Fim do ano eu e a patroa/Tia estaremos na Baixada Santista, provavelmente entre o natal e o ano novo.

    :-)

  • 151 HRP Mané Reloaded // 31/October/2007 às 9:50

    Alex voce não é daqueles que confunde Santos com Praia Grande? Certo?
    Daqueles que acham que Boqueirão da Praia Grande é em Santos……? ……EEEEEEEE…..
    Fim de ano estarei por lá na casa da mamãe, que resolveu ativar o apt de lá E NOS LARGOU AQUI NO PLANALTO…..!
    Olha Alex….não traz o Pax pelo amor de Deus!

  • 152 Pax // 31/October/2007 às 9:55

    Ufa, até que enfim uma briga: HRP, você é que é um grandão falastrão cara, marca aí que o Chesterton tá com medo e não aparece para o pugilato. Em você será um só ukigoshi e uma imobilização pra bater as mãozinhas no chão apressadamente pedindo pax, ajax pax que tá doendo.

    heheheh

  • 153 Pax // 31/October/2007 às 9:56

    Ah, não traz o meu Lula não. Não vale comprar juiz !

  • 154 HRP Mané Reloaded // 31/October/2007 às 10:00

    Pax! 100 kgs de massa não totalmente muscular, mas respeitavel!
    Pode contar com uma pegada forte e um contragolpe inesperado…luto bem no chão!…É ruim de me derrubar e ou imobilizar….
    Forma perfeita nos meus 100 quilinhos!
    EEEEEEE…….

  • 155 Éd Lascar // 31/October/2007 às 10:48

    Sim, um dado novo no caso do Pe. Júlio Lancelotti. Bem antes da denúncia de extorsão tornar-se pública, na “zona” preferida do sacerdote. Fala de Marcos José de Lima, traficante , preso em 19 de Abril de 2007 disse ao ser algemado, “Foi o padre que me denunciou, não foi?”.

    OESP/hoje/excerto

    “Só no dia 3 de setembro, em interrogatório na 21ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda, zona oeste da capital, é que Lima resolveu fazer acusações a Lancellotti. No processo que corre na 21ª Vara, Lima disse que o flagrante havia sido “forjado pelo padre Júlio, da Igreja São Miguel Arcanjo, com quem teve um relacionamento homossexual e para quem sempre pedia dinheiro”.

    Lima afirmou que, certa vez, o sacerdote pagou a uma menina para que pusesse pedras de crack no quarto de hotel em que vivia, na Cracolândia, no centro. Por fim, admitiu que fazia programas com o padre, porque estava desempregado.”

    Não dá para se fiar na obsessão de Lima, que foi o padre Júlio Lancelotti que o tocaiou. É só uma nóia de um nóia!

    (Tenho que sair, volto depois para comentar)

    Abs.

  • 156 proftel // 31/October/2007 às 10:48

    HRP Mané Reloaded:

    Bicho, nasci em São Vicente, pelo jeito você não conhece o pedaço e deve confundir Santos com São Vicente, são dois municípios numa mesma ilha, os dois tem ainda a parte continental.
    Da prá deduzir isso porque você perguntou justo a diferença entre Santos e Praia Grande.

    kkkkkk rsrsrsrsrs

    :-)))))))

  • 157 Fabio Negro // 31/October/2007 às 10:49

    ‘Bora baixar música?

    http://www.joio.com.br/?q=node/1795

  • 158 proftel // 31/October/2007 às 10:51

    HRP Mané Reloaded:

    Tem mais, conheço o litoral de Sampa como poucos, de Ubatuba ao norte à Canéia ao Sul (e tem muita gente que não conhece a Ilha do Cardoso onde até jacaré tem), foram 10 anos da minha vida nessa região.

    :-)

  • 159 proftel // 31/October/2007 às 11:09

    Canéia=Cananéia

  • 160 Pax // 31/October/2007 às 11:13

    Esqueceste da Ilha Comprida, saída por Ariri. Uma experiência e tanto.

  • 161 pedro direitoba // 31/October/2007 às 11:20

    Diazinho sem vergonha. Romeu, esse gaúcho é mesmo um falastrão, mas isso é redundância. Eles são estranhos. Coisa da fronteira, são quase argentinos. Tive amigos dessa banda oriental. Um emocionado, veio me pedir um abraço: “Dá um abraço forte aqui, che! “. E eu apertei a mão do cara, pois estava sendo apresentado ao cara. Ele ficou irritadíssimo, e reclamou: ” Porra, esses cariocas são tudo viado, nem abraço de macho dão!” . Sei lá, na minha terra macho não abraça outro com essa facilidade, a não ser o De Láscar, que é de Bertioga. Depois fomos conhecer a terra deles. O cara ficou meses na casa de um amigo e quando fomos em Porto Alegre nem cafezinho em casa teve. Essa gauchada é estranha mesmo, pior ainda quando estão no Sur.
    De Lascar, só tava perguntando… Criando um rolo por aqui. Só isso!

  • 162 HRP Mané Reloaded // 31/October/2007 às 11:47

    Alex….nasci em Santos, até hoje tenho um irmão e MÃE LÁ!…São Vicente( da qual vem o nome da ilha) e Santos são quase umbilicalmente encostadas…conheço sim….mas o caso é que a paulistada costumava confundir Santos e Praia Grande…dizendo que ia a Santos e acabava admitindo que ia ao Boqueirão de Praia Grande…..Voce conhece Cananéia?
    Ilha Cumprida?
    Ubatuba…lá e em São Sebastião passei muitas férias quando nem a Rio Santos existia(Praia de Juqueí, Camburi, e Toque Toque! (e a ilha das Cabras?)….Bertioga…tenho casa lá!….Itanhaem, Peruibe, Ana Dias, Sete Barras, Caverna do Diabo!, Juréia,Iguape e a japonesada! Terra do cha………quer mais?
    Tive o prazer de andar muito de trem pelo litoral, naquele trem que trazia banana do litoral sul, lembra?
    Depois fomos para Paulinea, e Sampa…com o papai….mas até uns 17 anos morei na rua Primeiro de Maio…conhece?

  • 163 HRP Mané Reloaded // 31/October/2007 às 11:48

    Surf é mesmo…gauchada pouco hospitaleira?
    Hummmmmmm….amigos da Shirley Horta!

  • 164 proftel // 31/October/2007 às 11:56

    HRP Mané Reloaded:

    Conheço tudo isso e mais um pouco, a Juréia.
    hehe.
    Sou do Catiapoã em São Vicente, conhece?
    Perto do clube do São Paulino.
    Estudei no Grupão, Col Brasília e no Santa Cecília.

    Ah, não esqueci da Ilha comprida não, falei “entre” Ubatuba e Cananéia.
    Minha mãe tem casa em Iguape, na cidade, duas quadras da Igreja o Bom Jesus.
    Ilha comprida, fiz uma viágem que marcou na adolescência, de Cananéia à Iguape pela ilha, sozinho, de moto, noite, lua cheia subindo do mar, coisa mais linda, kra, são 73 quilômetros de praia no total, entre Cananéia e a entrada para a antiga balsa dá menos, uns 50 e poucos, imagina.

    :-)

  • 165 Éd Lascar // 31/October/2007 às 11:56

    Ahahah…licença aí Confetti:

    Confissões de um Adolescente:

    Tinha uma amiga de minha irmã que gostava de mim, não lembro o nome, que morava na 1