Uma entrevista aos sábados
Desde Santo Agostinho que tentamos definir o tempo e há muitas coisas que ele não é. Ele não é o passar de algo. Afinal, pelo que ele passaria? Nós o usamos para medir passagem. Estamos presos dentro do tempo e todos viajamos no tempo, para o futuro, um ano todos os anos. Se pudéssemos viajar próximo à velocidade da luz, então viajaríamos para mais longe no futuro num período mais curto. Mas, no fim, o tempo é um destes conceitos difíceis de definir com simplicidade.
Viajar para o passado é o tipo da coisa que só definiremos se é possível quando houver provas. Até lá, esperamos. Hoje, vivemos um daqueles momentos clássicos e maravilhosos da ciência no qual simplesmente não sabemos. Se pudermos viajar para o passado, é de perder a cabeça imaginar o que seria possível. A história passaria a ser uma ciência experimental, coisa que não é hoje. Os insights possíveis a respeito de nosso passado e nossa natureza e origens é fascinante. Por outro lado, teríamos de lidar com os paradoxos de interferir com a seqüência de acontecimentos que nos trouxeram a este nosso tempo.
O paradoxo do avô é muito simples, uma aparente inconsistência que veio da ficção-científica e que está no coração da idéia da viagem ao passado. Você volta no tempo e mata seu avô antes de ele engravidar sua avó de sua mãe ou pai. Como você termina? Você repentinamente deixa de existir? Ou você entra em outro esquema de causalidade no qual, já que está lá, continua, e os eventos que levam até você passam a ser outros? Uma das soluções propostas é que você não pode assassinar seu avô. Você atira mas, no momento exato, ele se curva para amarrar os sapatos ou o revólver trava ou algo do tipo acontece para impedir que o ato interrompa o que levou você a existir.
Hoje, considera-se meio herético sugerir que qualquer interferência num evento passado provoca uma bifurcação na estrada do tempo. Você teria dois universos igualmente válidos: um é aquele que conhecemos e amamos e o outro foi produzido pelo ato da viagem ao tempo. Sei que a idéia de que o universo opera uma série de causas e efeitos sempre consistentes entre si atrai muitos físicos, mas isto não me convence. Acredito que inconsistências podem muito bem acontecer no universo.
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Carl Sagan, o do parafuso solto, O problema é que mesmo em teoria você pode atrasr o tempo futuro, mas não pode recuperar o tempo passado.
Parafuso solto ou não, Sagan, junto com o Feynman, estão entre meus cientistas favoritos.
Quanto à questão do paradoxo do avô, dá para fazer uma extrapolação, que a meu ver tornaria esse tipo de intervenção ainda mais implausível. Bom, partindo do pressuposto de que tal máquina teria sido criada por um grupo de cientistas, qualquer alteração no passado que comprometesse a existência de qualquer um dos membros desta equipe, certamente comprometeria o desenvolvimento da máquina e e, por conseguinte, a viagem em si. Poderíamos ainda incluir neste rol de “intocáveis”, junto com o avô do viajante e o grupo de cientistas, toda a evolução acadêmica, social e política que proporcionol o ambiente adequado para o desenvolvimento da máquina.
No final das contas, se você quisesse voltar para mudar algum detalhe da quarta-feira passada, beleza, vai fundo. Qualquer coisa muito anterior a isso, esquece. Muito interessante tudo isso.
Infelizmente ou felizmente tudo aquilo que o ser humano sonhou, idealizou, vislumbrou, acabou tornando-se realidade.
Entendi por observação, registro e informação histórica, que as hipóteses e proposições que partem dos filósofos, cientistas, escritores e pensadores individualmente ou de forma holística, de conteúdo cientifico ou literario, confundem-se com vidência.
Asimov, Sagan, Da vinci, Darwin, A. C. Clark são exemplos de personalidades que deixaram em suas obras suposições e proposições que tornaram-se realidade, entre centenas de outros exemplos.
Em diversos períodos históricos (mesmo na pré-história), cada sociedade deixou um legado por vezes incompleto, de realizações e projeções sobre o futuro.
Eram os Deuses Astronautas?
Pôw… O Sagan era muito bacana… Só por Cosmos (série e livro) e “O mundo assombrado pelos Demônios” vale… Quando criança eu sonhava em ser astrônomo….
Mas porque todas essas teorias físicas sobre viagem no tempo me parecem tão similares ao delírio causado pelo consumo extremo de marihuana? ;-)
Na minha opinião tempo não existe mesmo, o que existe são movimentos no espaço. Mas esses movimentos seguem uma sequência, um após outro e não retornam jamais.
Essa “história” de viagem no tempo é pura babaquice das mais ilógicas.
Do ponto de vista teórico, uma viagem no tempo, pelo mns para trás, é perfeitamente possível. A teoria quântica apresenta a hipótese como um deslocamento no espaço, visto que este seria multifacetado. Participei de alguns trabalhos de caráter transdisciplinar nos quais um gpo de físicos explicou como funcionava essa possibilidade. Não existe tecnologia para teornar a coisa factível, mas matematicamente, ela é demonstrável.
A questão básica é que, na concepção newtoniana, o universo é concebido como um único plano tridimensional, o tempo como um quarto plano; para a concepção relativística do cosmos, tempo e espaço estão integrados e interagem, mas é possível conceber a idéia de “passado”; a mecânica quântica dá um nova possibilidade, criando um universo do nada, o que implica q o tempo também foi criado. Um desses físicos chamava essa concepção teórica de “multiverso”, porq, segundo ele, o tempo não passaria de uma outra coordenada do espaço. Para esse cara, o problema é q a teoria quântica complicou tanto a idéia do tempo que o tornou ainda mais incompreensível.
E para quem acha q essas coisas são “babaquice”, a concepção de tempo geológico, por exemplo, tem na explicação relativística um facilitador - atualmente, concebe o tempo qse totalmente em termos de energia; já a concepção de tempo arqueológico utiliza mto da idéia de “incerteza”. Também já está totalmente concebido um computador quântico, baseado nas posições axiais dos elétrons. Uma máquina dessas, teoricamente, erá o tamanho de uma caixa de fósforos e será exponencialmente mais veloz do q tudo q imaginamos hoje em dia; há alguns anos atrás tamb foi bem sucedida uma experiência de transporte de um átomo de flúor de um ponto para outro, no qual um surgiu, num laboratório, a imagem perfeita do tal átomo - a experiência foi feita baseada em certos princípios que os elétrons apresentam, q não são ainda entendidos perfeitamente.
O problema, meus caros empedernidos, é q a razão tamb sonha, e esses sonhos é q fazem o mundo avançar. Aliás. no dizer de um filósofo chamado Pagels, os sonhos mais delirantes são, exatamente, os sonhos da razão.
Pelo jeito o bitt tambem gosta de fumar um. :-)
também tem este, “o sonho da razão gera monstros”, Goya.
Pequeníssimos eventos podem ter uma influência brutal no futuro das pessoas e, dependendo das pessoas, no destino da humanidade.
O Tom Tykwer retrata isso muito bem nas geniais seqüências de fotos em “Corra Lola Corra” (que por sinal a Ford se apropriou para fazer seu novo comercial).
Muito interessante, bitt.
O que me lembra de um filme que andou circulando e promovendo muitas discussões : “De onde viemos?” ou coisa assim. Havia o depoimento de vários cientistas e também de religiosos, se bem que o cômputo final, pra mim pelo menos, ficou assim, digamos, meia-boca..
Albinha,
ouvi falar desse filme, mas não vi. Nessa direção, o melhor documentário foi mesmo “Uma história do tempo”, q tentava explicar as idéias de Hawkings. Tem um livro de divulgação bem interessante, chamado “O bit e o pêndulo”. Tem um chamado “Teorias de tudo - a busca da explicação final” q é mais pesado, mas explica bem esse lance da teoria quântica. Um outro mais antigo (acho q de uns 15 anos atrás) mas q é delicioso é “A física de Jornada nas Estrelas”. Esse é o tipo do livrinho bem feito.
Eu os recomendaria pro Mr X, tamb, mas sabe como é - ele só leria essas coisas se saíssem na coluna do Olavão… ;c)
bitt,
Dicas devidamente anotadas! :) E o “adormecer da razão gera monstros” , do Goya, só pra citar literatura trash no meio dessa outra literatura respeitável, é o mote usado pelo Stephen King, no livro “O Iluminado”, que rendeu aquele papel de super-píssico pro Jack Nicholson. :)
“Viajar no tempo” é perfeitamente possível.
Através dos livros, através da imaginação etc.
Ainda mais na nossa época, com os vídeos, fotos, depoimentos ao vivo etc.
A Física Quântica é realmente algo incrível e complexo, mas creio estar mais ligado à nossa noção de realidade do que à nossa noção de tempo.
Um ano é simplesmente o espaço que a Terra percorre em volta do sol e retorna ao mesmo ponto.
Um dia é um volta completa da Terra em volta do seu eixo.
Uma hora é a fração de 1/24 dessa volta que a Terra percorre em volta do seu eixo.
Veio-me à cabeça que o “tempo” a que me referi aí no comentário 12, é “um tempo terrestre”, valendo apenas para quem está no planeta Terra.
E fora da Terra?
Bem, aí há outras grandezas e outras velocidades para percorrer o espaço.
Tudo é relativo.
“O bitt e o pêndulo”? Cazzo! Vai ser egocêntrico assim lá em Burma! :-D
O próprio Hawkings desmentiu a possibilidade de viajar atrás no tempo… Quer dizer, primeiro disse que podia, depois que não, agora não sei qual é sua última posição sobre o assunto… :-)
Mas que é uma coisa fascinante, lá isso é.
Pessoalmente, acho que é possível viajar só para o futuro (aliás isso já foi provado, e seria possível caso se viajasse a velocidades próximas à da luz). O problema é voltar atrás no passado. Minha opinião de leigo é que não dá, não. A razão é simples, o passado já passou. Leis da entropia. Etcétera.
Assim como nenhum filósofo, cientista ou pensador foi,
hawkings não é o dono da verdade!
Portanto este é um assunto que não pode ter uma afirmação categórica assim:
“É impossivel viajar através dos tempos, pois fulano de tal escreveu isso no livro tal”
Não é um assunto de fácil compreensão. Qualquer um de nós (nem mesmo os grandes físicos) tem subsídios suficientes para ter opinião conclusiva.
De fato o que temos é uma ciência que faz parte da nossa vida e do nosso cotidiano e pelo que sei nossa melhor percepção de realidade se dá pela ciencia e tecnologia.
Senhor “X”, não achei o comentario de n° 6 “egocêntrico”, afinal apenas emitiu uma opinião, através de uma experiência, e de alguma leitura, pesquisa enfim…
…e principlamente a frase “os sonhos mais delirantes são, exatamente, os sonhos da razão”, (um alento).
Assisti algumas palestras sobre Física Quântica e em determinado momento, lembro-me do palestrante ter dito que a grande descoberta foi ter demonstrado, por complexas experiências em laboratória (observação de átomos etc), que o “observador interfere na realidade”.
Ora, mas é isso que a filosofia vem ensinando, desde os filósofos gregos pré-socráticos.
Os grandes pensadores mais modernos também estão de acordo nesse ponto.
Dostoievski nos diz que “não acreditamos porque vemos, vemos porque acreditamos”.
A “realidade de cada um” e a “realidade objetiva” são coisas bem distintas.
Esse sim, é um estudo bastante sério.
Olha, se fosse possível viajar no tempo estava cheio de turista aparecendo por aí.
Errata:
Onde lê-se:
“…Qualquer um de nós … …tem subsídios suficientes para ter opinião conclusiva….”
Leia-se:
“Nenhum de nós…”
Eliotmania: do arquivo da Time, texto de 1943 sobre os Quartetos. http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,884995-1,00.html
Albinha,
de fato, sempre é bom lembrar um Kubrik. O “caso” “O Iluminado” é interessante - é um dos eventos em q o filme fica infinitamente melhor q o livro - q não é, de jeito algum o melhor King ( em minha opinião, mto melhor nos contos do q nos romances). King parece q ficou com ciúme do filme e resolveu filmar o seu próprio, q saiu… pior q o livro.
“Quer dizer, primeiro disse que podia, depois que não, agora não sei qual é sua última posição sobre o assunto…”
Não sei disso não. O q Hawkings diz é o q todo especialista do ramo dele diz - teoricamente é demonstrável (e ele demonstra, com a idéia de “horizonte de eventos”, e uma explicação brilhante em torno de um astronauta à beira de um buraco negro, olhando dois relógios), mas objetivamente sem utilidade - ao contrário da maioria das proposições da cosmologia, q tem utilidades inusitadas. Por exemplo, o tal “eco do big bang”, aparentemente uma besteira, mas cujo concepção permite elaborar modelos para a calibragem de instrumentos de precisão.
prof,
a explicação do Hawkings para a impossibilidade objetiva de uma viagem no tempo é exatamente q, se fosse possível tecnicamente, nosso mundo estaria cheio de turistas do futuro.
De La Silva,
tamb acho q é por aí (o negócio da opinião conclusiva). O problema, dizem os especialistas, é q a cosmologia não é uma ciência propriamente laboratorial, então os caras podem formular hipóteses mas não podem testar. Agora, é realmente de impressionar como hipóteses formuladas 50, 100 nos atrás, como a compressão do tempo, a hipótese dos buracos negros, das estrelas anãs-brancas, da trajetória dos fótons, tem se confirmado, conforme se criam tecnologias q permitem a observação e a medição.
Pô bitt!
Quer dizer que o troço dos turistas é sério?
Pode ser que tenha lido em algum canto por aí, teclei o que veio na cachola, vai saber…
Recebeu o .doc sobre o Echelon?
Quem disse que os turistas do futuro não estão aí, só que nós NÃO PODEMOS VÊ-LOS?
É a minha teoria, a viagem no tempo ao passado é possível, mas só como uma espécie de cinema, não se pode mudar nada, nem ser visto, não se ocupa o mesmo lugar no espaço…
Mr X:
Sim, podemos ver, a luz de alguma estrela que enchergamos a noite pode ser só a luz, essa estrela pode ter se extinguido há muito.
E esse troço é difícil de explicar numa sala de aula, eu usava a seguinte analogia:
Imagine uma mangueira jorrando água o mais longe possível, levemente inclinada pra cima.
Quando fechamos o esguicho a água jorrada ainda leva um tempo para chegar no local onde vai cair, assim é a luz.
Aliás, um tempo atrás andaram captando transmissões de TV e rádio do tempo da II Guerra, esses sinais “bateram” em algum canto por aí e voltaram.
matemática e modelos matemáticos computadorizados aceitam todo tipo de idéia. Segundo alguns modelos eu deveria estar suando num calor de 50 graus agora, e passo frio…..
meu Deus, com esta ciência que leio aqui, mais fácil a creditar Nele…..
Chest, esse site é massa:
http://satelite.cptec.inpe.br/home/
Se você clicar na imagem do globo da direita em preto e branco vai numa outra tela, nessa, no canto esquerdo, em “imagem” clica em “Global Colorida Alta”.
Vou nessa página todos os dias prá saber mais ou menos como está o tempo.
:-)
Poema pra quem gosta e enfrenta inglês. Mark Jarman (contemporâneo, norte-americano, mais no google) na “New Criterion” deste mês, “Máquina do Tempo”:
http://newcriterion.com:81/archives/26/10/time-machine/
Bom exercitar a imaginação. Mas estou de acordo com o Chesterton no primeiro comentário. Voltar ao passado como o Spielberg, em “De Volta ao Futuro” é só divertido.
Os orientais ensinam que a memória da natureza se imprime no éter (akasa dos indús) sucessivamente como em folhas de livros. E é somente possível lê-la psiquicamente por um processo chamado no ocidente de psicometria. É a única maneira de se voltar ao passado por imagens vivas e móveis.
O futuro também já estaria impresso no éter, mas por arquétipos ainda não desvendados.
Entretanto, o homem não é robô e pode alterar vários aspectos deste determinismo.
Não li ninguém ainda,só para dar uma nota de primeira mão:
Carl Sagan está lelézinho com este teorema sem pé nem cabeça!
:o)
Acho que a teoria de um Multiverso _não li nada, infelizmente, Bitt_ pode ser, levando-se em conta o que disse Carlos Magno, verdadeira. Mas, ainda, só na teoria. Por mais elaborada que seja ela não vai passar de uma teoria indemonstrável na prática.
O passado pode ser revivido como uma tela tridimensional por nós, então podemos visitá-lo realmente. Se aditarmos a reencarnação como um dado real à equação, poderemos remontar a tempos bem longínquos até onde a consciência começou a se formar, pelo menos.
Isto tem sido feito periodicamente por pesquisadores ingleses, franceses e brasileiros com resultados interessantes.
Abs.
Perfeito Ed.
É um começo do desvendamento de uma ciência que se manteve limitada e guardada pelos chamados ocultistas.
Não há tantos motivos contrários hoje em dia para não se pesquisar essas possibilidades. A inquisição com Torquemada e seus black caps e outros entraves eclesiásticos já foram para escanteio. E a psicologia já avança muito além da teoria da libido do amigão Freud.
Se estamos falando de passado e futuro, creio que o futuro já é presente. Aliás, a diferença nos conceitos da abstração tempo-espaço sempre foi uma linha muito tênue. Quem sabe amanhã transgredimos essa linha. Abs.
Sagan aprendiz de feiticeiro….no espiritismo voce teria todas as respostas…mas é duro enfrentar as disposições de Deus e do espiritismo…….viagem no tempo!?
EEEEEEEE……..vai acreditando….
Planos espirituais…..só isso…..já sentiu aquela sensação de já haver visto certos locais e fatos?
Viagem do tempo:?
Cuidado cara pálida!
Quem leu “Um som de trovão” do Bradbury? O filme não vale, é uma porcaria.
Agora fala sério. Este negócio de viagem no tempo, viagem astral e os cambau é uma questão de dosagem: depende de quanto se ingeriu do quê. Um tico mais e pronto, overdose!!
Adoro ficção científica e ciência de ficção. Asimov, Clark, Bardbury e tantos outros escreveram sobre isso. Legal e divertido mas levar a sério é como sair dizendo por aí que é amigo do Bilbo Bolseiro e que Gandolf dá palhinha lá em casa…
O tempo na física relativistica, do qual trata Segan, não tem nada a ver com “tempo quântico” , seja lá o que isso for. Na mecânica quântica todas as velocidades são relativísticas, próximas à da luz, e nela este papo não faz o menor sentido. A não ser que ontem tenha sido demonstrada a teoria unificada, aquela que una a Relatividade Geral com a Mecânica Quântica, e eu nem fiquei sabendo.
Teoricamente é possível a viagem ao passado, quem quiser ler um pouco de divulgação científica sobre isso acesse http://ciencia.hsw.uol.com.br/viagem-no-tempo.htm.
Apesar de “escapar” do senso comum, a Relatividade não é sobrenatural como sugerido por alguns, e o tempo é somente uma dimensão indissociável do espaço. Óbvio que a “passagem do tempo” como sentimos é válida somente para os sentidos humanos, e em nossa vida cotidiana é a física de Newton que comanda.
Quanto ao “paradoxo do avô”, uma viagem ao passado é um corte no continuum espaço-tempo. O neto deixa um espaço-tempo e vai à outro. Matando o avô, o problema seria com os outros netos. Este sim é o verdadeiro paradoxo.
Brancaleone, Josué, você não muda mesmo. Também acho você legal e divertido. Abs.
Agora acadêmicos, físicos e matemáticos afirmarem da possibilidade teórica da viajem para o passado só podem ser aquelas áreas danificadas do cérebro por conta de drogas pesadas utilizadas nos longínquos anos em que eram estudantes.
Que tal as obras do P.A.C. do PT? - já que é prá ficar no campo das impossibilidades…
Por favor, religião é completamente fora-do-tópico.
Eu adoro quando descambam pro “enrolês”.
Passam a citar palavras tipo continum, espaço-tempo, relatividade, quântica, partículas geradas em aceleradores, Einstein, Pauling e academicismos tantos que todos parecem ser professores em Oxford.
Na minha sala lá na empresa eu tenho uma grande cartaz onde se lê ” Se não pode convencer, confunda”. É por aí…
E “iou comente iz avaitingue moderation” pra mode de quê?
Guilevy:
Há várias teorias sobre o tempo. Viajar ao passado é uma delas, mas vemos isso somente em filmes, e obras como do H.G. Wells. Em A Máquina do Tempo ele foi ao futuro e voltou.
Não me consta que alguém tenha feito isso com provas concretas e fisicamente.
Há histórias da 2a. guerra sobre experiências de teorias formuladas por Tesla, se não me falha a memória, de homens que desmaterializaram um navio com marujos à bordo. Iriam ao passado e voltariam à época, mas houve uma série de contratempos e a viagem aconteceu só parcialmente. A finalidade era surpreender os nazistas àquela altura e mudar o rumo da guerra. Mas quéde as provas? Dizem que os americanos as mantém sob sete chaves.
Teoricamente tudo é possível, inclusive viajar numa nave pelo cosmos por milhares de anos e voltar somente dias mais velho. Mas ao desembarcar, virar múmia. Teorias.
O que destaquei não foi esse papo e sim um outro ângulo dimensional, sem viajar fisicamente e sim psiquicamente, o que é perfeitamente possível. Médiuns já fizeram isso, pessoas que puderam fazer regressão descreveram cenas acontecidas há centenas ou milhares de anos.
Imaginação? Será? Há pessoas muito sérias trabalhando nisso. Conheço algumas pessoalmente.
Pô, religião fora do tópico? Trechos dos Quartetos, tradução do Ivan Junqueira: “O tempo presente e o tempo passado/Estão ambos talvez presentes no tempo futuro/E o tempo futuro contido no tempo passado.(…)/ A curiosidade humana esquadrinha passado e futuro/ E se apega a tal dimensão. Mas aprender/O ponto de interseção entre o atemporal/E o tempo é tarefa para um santo/- ou nem chega a ser tarefa, mas algo dado”. Lembra o cara da Time em 1943, citando o recém-lançado poema aí no post 20: pra quem não é santo, “Para a maioria de nós, há somente o inesperado/Momento, o momento dentro e fora do tempo”. Aquilo talvez que Bandeira, sensual e religiosamente brasileiro , chamou de alumbramento, e que varia em cada trajetória humana, “Enquanto a música perdura” (Eliot de novo).
Carlos Magno,
Não existem máquinas do tempo ou pessoas sérias trabalhando com “regressão”.
Apesar da Teoria da Relatividade ter sido várias vezes comprovada no século passado, na prática não existe tecnologia para implementar uma viagem no tempo por razões óbvias. Se fosse viável, ninguém viraria múmia depois de uma viagem. Na verdade quando você realiza qualquer viagem com o seu carro, na volta há uma diferença de tempo, pois você foi submetido à uma aceleração, mas essa diferença é tão ínfima pelas velocidades alcançadas que não são perceptíveis pelos nossos sentidos. Não há mágica nisso, é física básica. Resumindo, se fosse possível, ao se mover à velocidade da luz o tempo para você pararia, depois passando mais rapidamente a medida que a sua velocidade diminuísse. Na Relatividade o limite é a velocidade da luz, que é a única constante independente do referencial.
Carlos Magno, desculpe-me, não que não sejam sérias, talvez crentes demais.
xyz,
T.S.Eliot foi poeta, e dos melhores, e não cientista. O que uma coisa tem a ver com outra?
Tente outro argumento, este foi “ad hoc”.
Não, pelo contrário, Guilevy, as pessoas que mais trabalharam em “voltas ao passado” através de regressões de memórias eram céticas até então, vindas de um ramo de pensamento totalmente infenso à reencarnação. Pastores protestantes do século XX. Psicoterapeutas também criados sobre bases protestantes e por aí. Não tenho mais os diversos livros que li, pois costumo doar à outros , ou bibliotecas, quando gosto de uma obra. Os pesquisadores brasileiros é que poderiam ser caracterizados de crentes, já que vem de um ramo que sai de Kardec, por exemplo, latino mais permeável às vidas sucessivas.
Esta “viagem” é possível. Já foi feita , desconheço se há algum estudo sendo feito no momento, no entanto.
Eu mesmo já pude , por duas vezes, me lançar neste campo, mas sem condições científicas necessárias. Sem cotejamentos ou pontos dignos de prospecção e verificabilidade.
As pesquisas e curas por este método -que se aplica com grande sucesso à psicoterapia- estão bem desenvolvidas pelos pesquisadores de língua inglesa. E, repito, desde as Irmãs Fox -e não vem o caso, nesta arguição se eram uma fraude ou não: elas foram o estopim de toda uma pesquisa psíquica e espiritual- eles, os americanos e ingleses ñunca aceitaram como um postulado fixo no Espiritualismo a reencarnação. No entanto eles conseguem, acreditando ou não, trabalhar este aspecto e tirar bons frutos desta pesquisa.
Abs.
Guilevy, desculpe-me, mas você está enganado.
Se não há como provar tecnologicamente por motivos “obvios”, como acreditar na ciência concreta que vive de provas?
Voltamos então ao princípio, teorias são teorias, provas são provas.
O psiquismo não dá provas concretas, isso também é obvio. A viagem se dá numa outra dimensão sensorial, mas também não abstrata no sentido lato do termo, e sim de matéria de outra ordem. É só vivenciando a experiência.
O pensamento é concreto? Você pode medi-lo na sua originalidade, qualificá-lo? O fluido nervoso que percorre seus corpo pode ser quantificado? Mas ambos existem, tanto quanto o ar que respiramos e que não o seguramos com as mãos e que não o vemos, mas sabemos existir.
Há o éter que conduz som, calor, eletricidade, energia etc. Podemos comprimi-lo? Então precisamos ter cuidado ao afirmar que tudo é crença sem fundamento. As ciências concretas já deram provas mais do que suficientes de que erram pacas! Depois corrigem e partem para outras teorias, às vezes opostas!
Newton errou em suas teorias antes consagradas. Einstein errou ao não considerar a curvatura da luz em projeções de cálculos. A velocidade da luz no vácuo de 300.000 mts p/seg, pode ser contestada na impossibilidade de se viajar fisicamente, mas há espaços intra-dimensionais, onde se é possível desmaterializar a densidade física e transportar os átomos no tempo a bem mais que a velocidade da luz. E depois reagrupá-los no formato original. Teoria? E o que não é teoria neste campo? Entretanto, há quem afirme ter acontecido e provado o fato.
Sim, religião tem tudo a ver com o assunto! Este assunto pode negar Deus ou instuí-lO ! A possibilidade de viagem ao futuro é um grande boost na idéia de Deus! Pelo menos na concepção de algumas religiões. Não acho possível por questões de aceitar pressupostos doutrinários do espiritismo, por exemplo. Onde o determinismo é contrabalançado com o livre-arbítrio, que sem o Multiverso corre numa direção só, não havendo possilidade do DélsioII ser heterossexual por exemplo , ao mesmo tempo!
:o)
Ái, instituí-lO, eu quis dizer.
Abs.
Guilevy, lá isso é. Mas veja que o Sagan, que não era nada crente, remete a Santo Agostinho. Sua pergunta, a sério, exigiria resposta comprida demais pra este espaço; basicamente em torno do direito de cidadania, digamos assim, do discurso religioso em contraponto (não em oposição, mas numa trama) ao científico. Se tiver curiosidade, confira a primeira parte do post “Texas is the reason”, em português, no blog http://julio-lemos.blogspot.com/ Citei os “Quartetos” porque explicitamente e no corpo do poema, tratam do tempo em função da Encarnação. Eliot sabe o quanto está sendo anacrônico, “Tentando aprender como empregar as palavras”, como reconquistar (vá lá) uma perspectiva epistêmica [ie, a que não exclui por hipótese a dimensão religiosa da matéria de que tratamos]“que se perdeu/E se encontrou e outras vezes se perdeu- e agora em condições/Que não parecem favoráveis.” A propósito: gostei do seu post 43.
Viagem no tempo?
Por que nunca houve, no passado ou no presente, registro das visitas de turistas do futuro?
Pelo menos no Rio o turismo temporal tem dado certo.
O cara avança no tempo, vê que vai ser assaltado e não viaja…
Quando a coisa descamba prá deuses, kardecs, poltergeisters, regressão à vidas passadas e afins, deixa de existir motivo para conversa lúcida. Aloprações acadêmicas até que dá para tolerar mas quando o vuduísmo e a macumba travestida aparecem, é hora de cair fora.
Boa noite….
E Boa noite que esse papo de tempo tá é gastando o meu tempo.
Boa noite, mas cuidado com o Boi Tatá!
Jeca metido a cientista confunde ficção científica com ciência…que saco.
O nhô Jeca quando canta dá vontade de chorá!
Chesterton, acordado ainda? Já comeu aquela pizza e tomou seu chopinho?
Pô, Brancaleone, deixa de ser tão assertivo numa coisa que nunca lhe passou pela cachola e que nunca pesquisou!
Não se trata de macumba, vuduísmo , crendices. Embora tudo isto possa ser levado em conta quando se trata de estudar a alma, o espírito, mesmo o encarnado. Estudar tudo o que a mente pode engendrar e filtrar. As verdades podem não ser estas que você está aferrado que acaba por ser uma fé sua, como a minha , por exemplo. Acontece que minha fé está baseada em estudos, vivências esporádicas que sugerem a sobrevivência da alma e a reencarnação!
Não sei se você se lembra mas na década de 70 foi lançado um livro aqui que tinha o título de “Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação! por um americano , Ian Stevenson. A editora não era especializada, mesmo assim deu um título errado o certo era”….QUE SUGEREM a reencarnação. Um catatau que se atirado em alguém matava! :o) Pois bem, não foi o melhor livro do mundo no assunto, mas deixava uma pulguinha(Sem parentesco com a ex-frequentadora do Pedê) atrás da orelha! Pois bem, na década seguinte eu estava “juntado” com uma mulher (como todos sabem! Eheheh) e ela tinha dotes mediúnicos, que eram prá lá de irregulares, eu não boto a fé em tudo que um médium fala só porque pressupõe-se um espírito guia do outro lado, pode não ser, pode ser uma manifestação anímica, pode ser um espírito litigioso e por aí vai. Eu acabava de ter tido um sobrinho que todos amavam, um bebê Johnson como se dizia umas décadas atrás. Ele foi criado por minha mãe, pois minha irmã sempre foi um caso sério. Ela tinha um cuidado extremo com o menino, principalmente com seus pés. Isto nós atribuíamos a um trauma do passado, ao fato de eu ter perdido uma irmã de 4 anos, tão linda quanto, diga-se, por tétano, por um simples calçado com uma imperceptível pontinha de tacha que havia ferido a princesa da casa. Minha família era rica , por assim dizer, então.
Pois bem, uma noite duas horas depois de nos deitar, a minha companheira acorda e fala sobressaltada:
-O pé, o pé , o pé! Por isso a Robertina é tão obscessiva quanto à ele! O César é a reencarnação de Soninha!!
Eu, sempre um passo além de cético, falo -Tá bom, é , deve ser. Volto a dormir rapidamente . Um ano depois o bebê já falava alguma coisa, bem pouco. E…..não havia meio de fazer aceitar ser chamado -Êi!!!, menino, vem cá!!!!
Ele se voltava para a pessoa e dizia, escandindo:
ME-NI-NA!!
Passou um tempo ele esqueceu isso e , até onde sei, nunca foi homossexual também :o)!
Pois é, Brancaleone, não diga que não possibilidade , pois há. Os psicoterapeutas que usam o método estão se lixando se o fenômeno é verdadeiro ou não. O certo é que funciona como método terapêutico. Pastores protestante com tudo contra formaram uma grande escola de estudo sobre isso.
Abração!
Desgraçadamente civilizações antigas, de séculos A.C., registraram em hieróglifos e geoglifos, imagens de…
astronautas…!!!!!!!!! !!!!!! !!!!!!
1 entre muitos exemplos aqui : (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ge%C3%B3glifo)
Poderiam ser representações de visitantes?… turistas do futuro?
Ou de extraterrestres?
Ou vidência?
“…teoria do paleocontato, hipótese em que extraterrestres inteligentes visitaram a Terra. Carl Sagan, I. S. Shklovskii e Hermann Oberth foram alguns dos cientistas de renome que consideraram seriamente esta possibilidade…” (wikipedia)
Essas civilizações antigas estariam prevendo a aventura humana pelo espaço ou registrando fatos históricos ? Tiveram contato com civilizações avançadas? Sonharam? Preveram?
Dorme com esse barulho!
Só vou consertar o último parágrafo, desculpem:
Pastores protestantes, com tudo contra, formaram uma grande escola de estudo sobre isso.
Correção….só mais essa:
Claro que é “obsessiva”
As outras ficam assim, é isso que dá não usar corretor!
:o)
( esse post é um barato ! maior viagem , meus coleguinhas viajando )
Hehehe, os comentários de sábado são sempre os mais engraçados. Como o senso comum tomou conta e o post virou uma feira-livre do achismo deslavado, fico à vontade para expressar em público, pela primeira vez, minha superior e conclusiva percepção sobre o assunto:
Na verdade o tempo não existe, passado, presente e futuro não existem, Carl Sagan não existe, este blog não existe, o Pedro Doria é apenas uma distorção da minha percepção, esse pensamento que acabei de ter também não existe, o fato de ter registrado isso aqui é outra distorção da percepção de quem está lendo e tudo, tudo mesmo, é uma grande ilusão, materializada por algum campo magnético que nos faz acreditar que a experiência de estar vivo é de fato, verdadeira. Haverá o dia em que concluiremos que somos nada mais do que uma aberração cromossômica que, por pura arrogância casual e numa tentativa vã de alcançar a consciência, estabelecemos uma série de referências que justificam nossas percepções. Ou quem sabe possamos perceber que somos apenas fonte de energia para uma consciência superior que se aproveita dela para viver a sua prórpia ilusão de percepção, quando na verdade é ela mesma quem estará servindo que energia para outra consciencia maior ainda… e assim vai… num infinito estúpido e completamente sem sentido, onde a única coisa que podemos fazer é pensar que, pensamos que somos, para justificar toda essa cadeia de ilusões alimentadas pela memória e pelos sentidos. Como num Descartes ao contrário, quanto mais penso, menos existo. Assim, é uma pena não poder nem me despedir, porque na verdade, sequer escrevi este comentário.
Ed caro colega blogueiro….seu relato maravilhoso enche as pessoas de esperança……comentário das 01:15hrs!
Há muitos casos semelhantes por aí….esse é dos mais raros mas superpossivel…….a carne sufoca as lembranças, mas vez por outra……..
Minha esperança de uma humanidade evoluida num mundo provas e missões….é gente pensando como voce…..e aqueles que ainda não despertaram….um dia…um dia…………….
bom dia moçada!
Pedro Dória….por favor quando puder , nos explique aquela coisa feia que foi o a retirada do Prestes do comando do PC…por favor…quando der….
Sobre o comentario: Cogito Ergo Cogito às 4:57
Em minha época de estudos sobre Psicologia, pude fazer a seguinte leitura(interpretação) do seu texto:
1- Cogito, se não existem cientistas neste blog, com pouco ou nenhum estudo sobre o assunto, então qualquer discussão será baseada em “senso comum”, ou pelo menos uma “leitura” e interpretação sob a ótica do senso comum.
2- Cogito expressou seu desejo incontido e sentiu-se à vontade em escrever algo APENAS após a discussão (segundo seu relato abaixo), transformar-se em “feira-livre”, “senso-comum” e “achismo deslavado”. Se estivesse em outro nível estético, técnico ou literário, ele ficaria calado. Posso depreender então que o Sr. tem baixa estima. Veja :
” …Como o senso comum tomou conta e o post virou uma feira-livre do achismo deslavado, fico à vontade para expressar… ” (por cogito)
baixa estima comprovada pela arrogância e mania de grandeza oposta a idéia de “só sentir-se à vontade na feira livre” contida no trecho:
” fico à vontade para expressar em público, … …minha superior e conclusiva percepção sobre o assunto…” (Cogito).
No 2° parágrafo, da linha 1 até 7, (de “Na verdade” até “verdadeiro”) há uma negação e principalmente uma contradição entre esse pensamento e seu desenvolvimento:
“… …concluiremos que somos nada mais do que uma aberração cromossômica … “ (Cogito)
Ora Cogito, se somos uma ilusão (2°p. da linha 1 a 7), ou seja, uma fantasia IRREAL,
não poderíamos ser uma “aberração cromossômica”, fato concreto e REAL, segundo nossa percepção. (”cromossomo” e “aberração” são termos que definem e explicam coisas reais).
“para justificar toda essa cadeia de ilusões alimentadas pela memória e pelos sentidos” (Cogito)
Ora Cogito só para finalizar, sem perder o bom humor:
um sujeito afirmava que vivíamos em um mundo de ilusões. Todos os sentidos, eram na verdade criados por um ente superior, um sistema geral e comum a todos, que artificialmente gerava em cada indivíduo, ilusões apenas. Uma espécie de Matrix.
Ao levar um chute nos “cojones”, caiu ao chão percebendo em instantes o quanto estava errado. (li em um cartoon)
De nada! : (
Carlos Magno & Guilevy:
Essa experiência da II Guerra Mundial foi feita para tentar a invisibilidade d’um navio.
Está relatada no livro “O Navio Invisível” de Charles Berlitz, tá aqui na minha estante.
Esse troço, se ocorreu, é interessante.
Tenho lá minhas dúvidas sobre o autor.
Ôw, o De La Silva deu uma dentro.
O “Cogito Ergo Cogito” já chega metendo o pé na porta e tascando “minha superior e conclusiva percepção sobre o assunto”.
Se foi ironia do “Cogito” não ficou claro.
Cadê o Camarada Josef Mário?
Ele é bom prá fazer uma análise isenta do troço.
rsrsrsrsrsrsrs kkkkkkkkk :-))))
Ora Prof.,
na época do curso de psicologia pude aprender a analisar textos sob a ótica freuuuuu u uuuuuudiana.
E posso afirmar que o camarada Josef, não tem nada de isenção. Tem conflitos devidos, possivelmente a traumas infantis.
De La Silva:
Claro que o Camarada Josef Mário não é isento mas, são análises muito interessantes.
Não creio que ele tenha “traumas infantis” como disse, o Camarada vive e encherga as coisas em outro patamar, visualiza as questões de outro prisma. Isso que é interessante.
Eu gosto destes temas polêmicos, que escafruncham a manias e modismos intelectuais.
Tem os eu da vida, ignorantes das profundezas do assunto em discussão que ao contrário de alguns doutos comentaristas daqui, partem para a galhofa e o cinismo como forma de compensar a falta de credilidade de simples verdades inconstestáveis.
Se eu tivesse paciência tambem sairia por aí procurando cientistas, filósofos, pensadores e seus lincks para colar aqui. Mas não estou a fim de converter ou convencer ninguem com argumentos prontos e pasteurizados. Tô aqui só para dar opinião e se minha opinião não se sustenta por sí, não acho justo citar nomes famosos para torná-la crível.
Plagiando descaradamente o Camarada Josef Mario:
Eu, enquanto materialista capitalista de direita e ateu acho este papo de viagem no tempo - em corpo ou espírito - coisa de gente emacanhada, que usa tóchico ou vuduístas em seus diversos aspectos e seitas.
Claro que se alguem do ano 2008 aparecer por aqui e me passar a cola do resultado da megasena acumulado do concurso do ano que vem, mudo de opinião na mesma hora, mas até lá por favor me poupem…
Anota aí:
15 - 17 - 22 - 35- 38 - 42
Quem jogar pode dividir o prêmio com uma instituiçãode caridade de crianças com câncer.
Tasquei no Google isso aí “15 - 17 - 22 - 35- 38 - 42 Mega sena”, cai em alguns resultados e matrizes.
Pelo jeito ainda não saiu.
De Marte:
Anotei.
Se der na cabeça, não divido nada. Entrego tudinho e ainda boto o meu salário de um mês no bolo e ainda trabalho de faxineiro voluntário na instituição por um ano.
Bom, minha carta aberta” ao Brancaleone foi parar no meu blog. Ela está melhor redigida do que a verdadeira……, na medida do possível devido ao meu português capenga !
:o)
Proftel:
Tú tá me decepcionando cara!!
Qual é? tá usando tóchico? anda lendo Paulo Coelho? ouvindo a Voz do Brasil? Alzhaimer?
Ed Lascar:
Apesar das divergências, obrigado pela deferência.
Ed, esta sua evidência de reencarnação é tolice.
Senhor Fantasma Holográfico Cogito:
V. Sa. já teve dor de dente, fome. vontade de fazer cocô, tristeza, amor? Evidente que não, pois nada existe.
Brincadeira à parte acho que em certa proporção você tem razão. A matéria é energia concentrada, é temporal, um dia deixará de existir. Mas até que isto aconteça, entendo a necessidade de desenvolver valores relativos inerentes ao ser interno, a mente, sob as leis da conservação e transformação que nos obrigam e nos impelem a caminhar e viver gregariamente. Uma unidade de consciência ajuda outra e assim formamos sociedades.
Há tanta lógica sobre a vida que vivemos quanto há ilogismos sobre o que ainda não vivemos.
Se assim não fosse, e os valores relativos objetivos e subjetivos que acumulamos de nada valessem seríamos 6.5 bilhões de alienados sem cérebros (embora a esta altura do campeonato existam muitos milhões sem o tal cérebro!! ) .
Felizmente o Criador anexou em nós o fenômeno da consciência em seus mais diferentes níveis, a fim de que envolvam experiências que nos deixem impressões que irão gerar ações e reações. Necessitamos, assim, desenvolver conhecimentos sobre valores relativos até alcançarmos as verdadeiras causas. Prefiro manifestar que o mundo da matéria é um mundo de efeitos, o da mente (superior) é de causas.
Portanto, pelas experiências no relativo galgamos e alcançamos no mundo os pilares das causas, de valores senão absolutos mais plausíveis ao nosso entendimento. Pois entendo que o Absoluto está sempre mais na frente, depois mais e mais. Aí que está a graça da vida: as descobertas!!
Acredito nisso, pois se assim não fosse eu seria um candidato a encostar um revólver na cabeça e disparar.
Compadre Brancaleone:
Que quêu fiz de errado?
Proftel,
Grato pela dica. Vou procurar o livro. Abs.
Carlos Magno:
A edição que tenho aqui é de 1979.
Ok. Vou procurar assim mesmo.
Ô, Chest?! Eu falei que era uma evidência universal e sim pessoal. Não estou aqui angariando prosélitos. Cada um fique com o que sua mente possa açambarcar!
O livro que citei é de um médico, pesquisador, americano. Dá vários relatos impressionantes que vão além de uma teima infantil, como a do meu sobrinho, teima que durou meses à fio, digo aqui! Estas lembranças podem ser de uma agudez tal que leva a descobrir o local da vivência de outras vidas, reconhecer fatos e pessoas.
Tem a tal das birthmarks também, que às vezes corroboram um trauma tão forte que se estampa no soma por algumas vidas.
Para mim é um assunto fascinante. Nunca fui um desesperado prosélito destas idéias; quando elas surgem eu reparto. Aceitem ou não, isto não vai fazer eu perder meu sono, garanto.
Abraços à todos.
Ái!
“Eu NÃO falei que era uma evidência universal e sim pessoal”
Sorry!
Carlos M e Guillevy,
excelente debate o de vcs. Tendo a concordar mais com o Guillevy, sobre a história do “campo unificado”, mas não acho necessário q se demonstre essa hipótese. O mundo é mais interessante com o debate interminável entre relativistas e quânticos.
Mas tenho uma observação - qdo um de vcs referiu-se a TS Elliot como “poeta e não cientista”. Neste ponto, acho que formas de conhecimento da realidade diversas podem oferecer respostas interessantes sobre o mesmo tema, ainda q não compatíveis. As propostas transdisciplinares mais avançadas indicam possibilidades de dialogo, ainda q dentro de certos limites, entre ciência e poesia, por exemplo. Edgar Morin costuma dizer q, sobre certos temas, prefere escutar artistas q cientistas.
prof,
Essa história da “experiência de Philadelfia” é um hoax. O único contratorpedeiro Eldridge registrado na Maninha dos EUA era de uma classe totalmente diferente do q aparece nas fotos do livro. E a Marinha dos EUA não registra nada sequer próximo daquela história. Na Wikipedia em inglês tem um bom relato de como surgiu essa lenda urbana.
Ed:
A história do Cesar e da Soninha foi comovente. Parabéns pela coragem de torná-la pública neste b log de tantos amigos descrentes e alguns irônicos. Abraços.
Bitt:
É isso mesmo, a “Experiência de Philadelfia”. Fantástica. Abraços.
Valeu, Carlos Magno! Obrigado pelas palavras.
Bem eu estava notando, agora, que existe uma semelhança do meu relato com a história
“A Bela Adormecida”!
ALTO LÁ, seus sacanas!!!! Eu não estou afirmando que Sônia, e ,talvez, Cézar -respectivamente, minha irmã e sobrinhos falecidos- a reencarnação de Aurora!
Pelamordedeus!!!!!!
:o)
Pô bitt,
Fazer uma ponte entre entre poesia e física só é possível em uma “viagem” com LSD. Considero a poesia a arte que melhor pode expressar os sentidos e sentimentos humanos. Um bom poema é uma “viagem-no-espaço-tempo” em si. Inclusive às profundezas do humano, lugar obscuro.
Mas o que isso tem a ver com física ou qualquer ciência?
Lá vai….the usual:
“ALTO LÁ, seus sacanas!!!! Eu não estou afirmando que Sônia, e ,talvez, Cézar -respectivamente, minha irmã e sobrinho falecidos- SEREM a reencarnação de Aurora!”
tKS
Proftel :
Seu comentário sobre os números de mega sena no google. O simples fato de voce pesquisar já demonstra um tendência que pode tornanr-se perversão e transformá-lo em um ser parecido com alguns aqui…
bitt:
Por isso que falei que “não confio” no autor mas, o livro tá lá, foi uma época que li de tudo, melhor assim, pelo menos dá prá meter o pau conhecendo o troço.
:-)
Compadre Brancaleone:
Fiquei curioso sobre os números, só isso.
Você sabe que não iria sair descendo o porrete sem checar a orígem e mostrar a fonte.
Prá mim esse troço de ficar rico apostando em loteria não rola.
Guillevy,
tendo a implicar com as propostas mais avançadas de abordagem transdisciplinar, mas a gente tem de prestar atenção nessas coisas, mesmo sem saber no que vai dar. Nos anos 1990, participei de uns gpos de estudos coordenados por Faya Ostrower sobre “teoria do caos”. Ela era mto séria, e, na minha opinião, um modelo de pesquisadora, apesar de ser tamb uma artista talentosa pacas, como vc sabe. Ela fazia umas digressões super-interesantes de como aqueles tais atratores estranhos podiam influenciavam a interpretação de determinadas obras de arte. E ela dizia q sua reflexão era de artista em processo de pesquisa, e não de cientista. E, acredite, eram espetaculares, pra dizer pouco.
As reuniões , q aconteciam no Planetário da Gávea (Rio), eram uma zona, mas mto divertidas - até Caetano Veloso apareceu lá para palpitar, e Gilberto Gil certa vez disse q aquela música dele sobre a Internet “era pura ciência”. Lógico q a maioria das pessoas “bostejava impunimente”, como dizia o cara q me indicou as reuniões, mas no meio da bagunça, uns caras do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e do IMPA tentavam fazer uma espécie de resumo e alguns psicanalistas mns egocêntricos conseguiam fazer uma aproximação interessante sobre “o inconsciênte como sistema estocástico”, e tinha um cara lá, cujo nome não lembro mais, q estava escrevendo uma dissertação interessante sobre esse assunto.
Nessa mesma época começou a se tornar mto forte a noção de “pensamento complexo”, e hoje já existem mtos núcleos que s baseiam na idéia de “atravessamento”, segundo Edgar Morin, um passo adiante da idéia de transdisciplinaridade. Bom, mas não quero encher o saco de ninguém… Se quiser, dê uma olhada na página do IEC
http://www.iecomplex.com.br/
No mínimo, vc vai se divertir lá. Por sinal, dê uma olhada no texto contido em
http://www.iecomplex.com.br/textos/artigo%20livro%20profetas.htm
e me diz o q acha. é um bom exemplo de como funciona essa proposta. Tamb gostaria de saber a opinição do Éd, q é mais desse ramo que eu.
Esse negócio de viajar ao passado é muito interessante. Imaginem o goleiro na hora do penalti…
Putz, Mr X, você trocou as bolas. De acordo com Einstein o eixo que representa o tempo é flexível, isto é: o tempo passaria diferente para uma pessoa no planeta Terra e para outra viajando a grande velocidade. Esta última teria envelhecido menos ao fim do mesmo período.
Onde está essa pesquisa que prova que as viagens para o futuro são possíveis?
Acho que se há um lugar onde se possa ir no tempo, é o passado, pois o futuro ainda não aconteceu. Algo parecido com o que li no Blog do Bitt, que por coincidência, já havia discutido sobre o assunto faz muitos anos com um amigo no trabalho. Foi muito interessante achar o post do Bitt, do jeitinho que conversei naqueles tempos… Ou será que não conversei ainda? Xiii… me confundi todo agora! Ahhhh… A porra da minha mão tá sumindo!?
Me explica aí, Proftel. Eu pensei que era mestre nisso. Tava me achando outro dia!
:o)
Nossa como eu cheguei cedo a esta página?! Faz o seguinte vc mostra ao teu avô uma foto ’seminude’ da tua ‘vuela’!! Nunca mais teu vô vai…