Os palestinos de Ruweished vêm para o Brasil

Estas aí são as últimas fotos do Campo de Refugiados de Ruweished, na Jordânia. O lugar está sendo desmontado, já, e os últimos palestinos que lá viviam vêm para o Brasil. São 96. Esta conclusão vem graças a Karmen Sakhr uma libanesa-brasileira que se criou na França e, atualmente, mora na Jordânia. Funcionária da ONU, ela acompanha o Campo desde que ele se criou, após a invasão do Iraque. Estes palestinos viviam em Bagdá.Há uns meses, a Trip publicou uma reportagem sobre eles, assinada por Marina Gomara, minha mulher. É graças a ela que o Weblog teve acesso a estas imagens do campo sendo desmontado. Infelizmente, o texto não está disponível no site. Mas cá vai um naco:
‘A primeira coisa que vou fazer quando chegar é beijar o chão do Brasil’, diz Abu Hanan. ‘Não quero voltar nunca mais para um país árabe.’ Ele tem 60 anos e vem com outros 95 palestinos. Foram acolhidos pelo governo brasileiro.
Nos últimos quatro anos, o grupo viveu no campo de refugiados de Ruweished, no deserto da Jordânia. Região conhecida como Terra de ninguém. Viveram enclausurados. Não era permitido entrar nem sair do acampamento sem autorização do Ministério do Interior. Quando alguém ficava doente, tinha de ser levado com escolta policial ao hospital mais próximo, três horas e meia distante. E só nos casos de emergência. [...]
Aberto desde 2003, com a invasão americana no Iraque, o campo chegou a ter 700 pessoas. Dos quase 400 palestinos que estiveram ali, grande parte recebeu refúgio na Suécia, na Irlanda e no Canadá. Outros foram autorizados a morar em cidades da Jordânia por serem casados com jordanianas. Mas estes não têm direito a cidadania, trabalho ou educação.
Abu Hanan é casado com uma iraquiana. Tem quatro filhos, duas do segundo casamento. É diretor de teatro e compositor. Morou em Bagdá desde criança. Nasceu em Jaffa – hoje Israel – em 1947. Mas foi expulso junto com os pais um ano depois, com a formação do Estado israelense. Na época, cerca de 800 mil palestinos fugiram de suas casas. Foram para Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito.
O Brasil tem, ao todo, 3.400 refugiados políticos. É um número absurdo de pequeno, dado o tamanho da terra e tradição de receber bem imigrantes. Abu Hanan quer aprender samba – os palestinos todos que vêm querem virar brasileiros. Querem casa e paz. Compõem um grupo heterogêneo, solteiros e famílias, gente ainda estudando e gente com PhD. No geral, todos têm boa educação formal.
Por aqui, serão acompanhados pela ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – UNHCR na sigla em inglês –, órgão da ONU, e pelo Itamaraty. Começarão com direitos de cidadania um quê limitados mas, ao fim do processo de adaptação, serão cidadãos plenos. As notícias que chegam do campo é de que as crianças, principalmente, estão felizes. Circulavam pelo campo com a camisa da Seleção. Os refugiados irão morar em cidades no interior do Rio Grande do Sul e de São Paulo.
Oferecer refúgio a quem foge de guerras, genocídio, limpeza étnica ou seja que tragédia for é uma obrigação de cidadania internacional. Não faz sentido um país querer uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU e não tomar parte ativa da política mundial.
Ainda sobre o assunto:
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vão acabar no Sahara, Rio de Janeiro
Chesterton Dracul: possível. E ganhando muito dinheiro no loja, que será vizinha de porta de um relojoeiro judeu, na casa de quem passarão o Yom Kippur todos os anos =)
‘Não quero voltar nunca mais para um país árabe.’
E depois são os israelenses que tratam mal os palestinos…
Ou então acabarão na favela da Maré, fazendo companhia a uma pá de angolanos que andam por lá faz tempo…
Gente, brincadeiras à parte, nos primeiros anos, eles farão um processo de ambientação acompanhado pela ONU e pelo Itamaraty. Alguns acabam por não se adaptar ao país que oferece asilo e retornam. Eles terão direitos limitados de cidadania, não poderão se mover de todo livremente. De asilo a cidadania plena leva um tempo.
Sabe dizer qual o órgão da ONU encarregado disso, PD, e se os dados desse processo — as regras, as limitações nesses direitos de cidadania etc. — estão disponíveis por aí?
Ricardo Cabral: é a UNHCR – United Nations High Commissioner for Refugees –, ACNUR na sigla em português. Quanto às limitações, quem decide a seu respeito é o país que oferece hospedagem. No caso do Brasil, sei que o Itamaraty foi bastante generoso para a média, mas não conheço os detalhes.
Vou dar uma atualizada no texto com estes e outros dados.
Pessoalmente acho que eles ficarão por aqui, o brasileiro é muito receptivo.
Coisa de uma geração e eles já estarão integrados.
Que sejam bem vindos.
well….que sejam bem vindos a um novo recomeço. Que desenvolvam sua carreiras,tragam novos conhecimentos e idéias e se integrem a paisagem, seja abrindo lojas de ouro falsificado , “fashion” made in China ou mesmo de bugingangas made in Paraguay.
Aqui tem lugar prá todo mundo que queria trabalhar.
Por falar nisso…. alguém aqui já viu um japones ou coreano em favela?
“alguém aqui já viu um japones ou coreano em favela?”
Alguém certa vez observou que raramente se vê (se é que se viu alguma vez) um mendigo japonês ou judeu.
A explicação é devida ao orgulho ancestral de tais povos, bem como ao fato de que são comunidades algo fechadas que se ajudam muito entre si.
Outras culturas não tem “pobrema” com isso. Parece que tem até um presidente de uma republiqueta de bananas por aí que se orgulha de ser operário sem estudos e semianalfabeto.
O filósofo grego Platão escreveu há mais de 23 séculos: “O estrangeiro, isolado dos conterrâneos e da família, deveria ser tratado com mais carinho pelos homens e pelos deuses. Devem-se tomar todas as precauções para que não se cometa nenhuma injustiça contra os estrangeiros.”
Companheiro ze bush
Eu, josef mario, devo dizer que nunca vi um japones ou coreano em uma favela, mesmo porque, nunca passei perto de uma favela. Em compensação, tambem, nunca vi um viado pedindo esmolas no meio da rua.
Muito obrigado.
os habitantes do hemisferio norte se civilizaram antes dos autóctones od hemisfério sul…
… E, evidentemente, ao fato de que trabalham 24 hs por dia. Os japoneses, chineses e coreanos dos mercadinhos por aí acordam às seis, abrem o mercado às oito e fecham às onze da noite. É impressionante.
josef mario, como é que vocë sabe? Anda entrevistanto pedidnte quanto a preferencia sexual?
dadas as proporções aqui no brasil
quantos % de orientais nós temos??
quantos % de judeus nós temos??
Encontra-los em favelas ou mendigando realmente é mais difícil.
” Alguém certa vez observou que raramente se vê (se é que se viu alguma vez) um mendigo japonês ou judeu. ”
mrx, em tokyo actualmente tem muito mendigo ! orgulho ancestral dança com crise economica e desemprego !
Companheiro chesterton dra-o-cul
Eu, josef mario, devo dizer que reconheço um viado ate pelo nickname adotado neste blog, se eh que o companheiro dra-o-cul me entende…
Muito obrigado
confetti,
evidentemente, eu me referia a estas culturas fora de seus países de origem. Certo que em caso de crise e/ou populações muito grandes, alguns terminarem na pobreza é inevitável.
Mesmo assim, na minha experiência, quem é mendigo ou homeless não o é tanto por pobreza, mas porque não quer trabalhar. É um meio de subsistência minimalista.
ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká, ká,
Olá, Confetti, como vai? Aqui te devolvendo os cumprimentos do outro post…
tem os clochards franceses para confirmar o Mr X, assim como os mendigos com poupança na caixa (come to the box you too)
homeless pq nao quer trabalhar é no seu imaginario romantico do tempo dos “clochards” ! esses sim, preferiam ficar bebendo na rua e declamando eluard…acabou mrx…sdf agora é fudido mesmo que nao tem como sobreviver !
( ja vi mendigo asiatico, e muito, por aqui )
ricardo !! beijos, saudades suas
jm e chest tem o mesmo riso crispado…
Legal, eles terão cidadania plena, como todos os brasileiros gozam dela plenamente (heheh)
Ué Catatau, Zé Colmeia explora você? Qua mais “cidadania” vocÊ quer?
Que sejam muito bem-vindos, pois.
Se lá eles precisavam de escolta policial para ter atendimento médico, aqui nem com escolta policial eles terão…
Eu, como filho de um imigrante, que chegou aqui em um tostão no bolso, trabalhou a vida inteira como mecânico para educar seus dois filhos, sem nunca roubar de ninguém, sem nunca ter pedido nada de graça do Estado, sem nunca dizer que era “explorado”, sem nunca reclamar que não tinha dinheiro para comprar os carros que consertava, sem nunca se sentir uma “vitima da sociedade”, que sempre pagou todos seus impostos, e que no final de sua vida, por ter educado seus filhos em escolas particulares pagas com o dinheiro de seu suor, tratou a saúde de seus filhos com planos particulares pagos com o dinheiro de seu suor, é chamado de “Elite e Privilegiado” eu espero, sinceramente, que essas pessoas encontrem a paz e prosperidade nessa terra abençoada e de gente idiota, acomodada e burra chamada Brasil.
São os imigrantes que dão mais valor a esse pedaço de chão.
Bem, numa terra de vagabundos e petistas, qualquer pessoa que se disponha a trabalhar já começa na frente…..
Pera aí! no texto do PD existe referencia a ISRAEL haver expulso 8oo mil pessoas do hoje território Israelense!
MENTIRA….ISRAEL jamais faria isso!
Judeu é tão bonzinho!
AHAHAHAHAHAH!!!!!!!!!!!!!!!
DRA-O-CUL!?
HUMMMMMMMMMMMMMMMM!!!
Confeti voce mandou bem sobre mendigos japs….más a primeira parte do comentário do MR.Y sobre favelas é correto…imigrantes se ajudam…ainda mais os Jpas e Judds, mas ele logo colocou o lula no meio….aliás o Lula estava pilotando os dois jatos que recentemente cairam……
E pode crer…a pseudo burguezia brasileira não tem nada a ver com o que ocasionaou esse fenomeno tão nosso que são as favelas!
Conhecem a palavra apartheid?!
Conhecem a expressão “decada perdida”? (aliás décadas! 80 e 90!).
Entretanto, como não há mesmo almoço grátis, começam a aparecer as conseqüências políticas. Ninguém sabe até onde a deterioração do poder de compra dos mais pobres vai afetar politicamente Lula e seu projeto. Será que os beneficiados pelo PAC vão inclinar-se para o PT em 2010? E como vão votar os mais pobres? Para os curiosos, a História do Brasil oferece um exemplo paradigmático a respeito de como a inflação pode alterar rapidamente o humor do eleitorado. Em 1972, a Arena do presidente Emílio Médici colheu resultados brilhantes na eleição municipal. Dois anos depois, a mesma Arena do presidente Ernesto Geisel foi atropelada pelo azarão chamado MDB.
http://blogdoalon.blogspot.com/
Os palestinos correspondem hoje a 20% da população de Israel que é o país do mundo que mais acolhe refugiados palestinos que não fazem a mínima questão de voltar pra Gaza ou ficar sob os ditames dos lideres corruptos na Cisjordania.
E nos países arabes moram em campos de refugiados e ainda são fuzilados pelo exercito local como no Líbano. Ou então são dizimados se peidarem fora do barraco como na Jordania e na Siria.
Eles são refugiados até mesmo em Gaza, cheio de campos de refugiados. Vai entender uma merda dessas.
Aqui no Brasil, os palestinos poderiam ficar no MST, o que já estaria de bom tamanho para eles, pois se millhares de criancinhas brasileiras vivem entre os sem terra, por que esses palestinos não poderiam ficar por ali também?
A imagem no. 4 é belíssima. O contexto onde ela se insere é que é lamentável, como toda e qualquer miséria.
PD, obrigado pelos dados do ACNUR.
Na mosca Pedro Doria. Mesmo com toda a violência do Brasil encontrarão aqui a paz que não tiveram em seu país.
Queria saber se eles ficarão juntos em algum local, depois conta pra gente. Várias cidades brasileiras originaram de grupos de imigrantes: Americana, Campinas, Florianópolis (que tinha nome alemão antes), Nova Friburgo. Talvez eles fundem uma cidade também.
well….gostaria de saber se o governo brasileiro também estaria disposto a receber algumas centenas de refugiados cubanos que eventualmente pudessem sair daquela ilha paradisíaca.
Para um governo que considerou 2 atletas cubanos “DESERTORES” e trata de deporta-los em 48 horas, seria um bom começo….
Esse fato constituiu-se numa das maiores covardias na História Brasileira, superada apenas por Calabar e Lamarca.
Um país que deseja assento na ONU não pode se dar ao luxo de ser pau mandado de regimes ditatoriais.
http://drsanity.blogspot.com/2006/12/dr-sanitys-practical-guide-to.html
O PSDB acaba de mandar o Chaves lamber sabão.
http://www.bloomberg.com/invest/calculators/retire.html
para ninguem ficar revoltado na velhice….
Zé Bush - Realmente, esse caso dos atletas cubanos é de manchar a história de qualquer país.
Pablo Vilarnovo: acho que esta é uma regra geral, mas vc tem toda razão. São os imigrantes que dão maior valor ao país. Esta aqui, para quem vem disposto a trabalhar, ainda é uma terra de muitas oportunidades.
Portanto, com imbecilidades e má fé vai-se doutrinando os “perfeitos idiotas” de amanhã, o que me leva a repetir que não basta ao governo construir escolas e gabar-se do número de alunos matriculados, com cotas ou não, mas é necessário que o país parta para uma educação de qualidade que possibilite a criança e ao jovem os conhecimentos necessários para enfrentar depois o mundo competitivo em que vivemos. É preciso resgatar a competência, a excelência, o respeito, os valores perdidos, a noção de certo e de errado, o sentimento pátrio, além dos embasamentos teóricos bem fundamentos e o aprendizado prático que tornarão o menino de hoje o cidadão do futuro apto a realizar-se profissionalmente. http://www.diegocasagrande.com.br/index.php?do=Wm14aGRtOXlKVE5FYldGdVkyaGxkR1Z6SlRJMmFXUWxNMFF4TmpVM016UkxRUT09WnhQMko=
Belíssimas fotos, Pedro. Acho acertada a medida de acolher os palestinos. O resto é especulação.
Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
Eu, josef mario, devo dizer que a atitude do governo petista do companheiro lula em acolher os companheiros palestinos merece todo o nosso aplauso. Agora para complementar, melhor, ainda, seria deportar todos os direitões, reacionários e fascistas para a palestina.
Muito obrigado.
Os palestinos vão para o Rio Grande do Sul. Não consigo lembrar onde li, mas foi ontem, pleno 20 de setembro.
Pablo,
meu ancestral estrangeiro mais recente chegou aqui no Brasil há mais de duzentos anos - por todos os quatro costados.
E se tem uma coisa que eu dou muito valor aqui neste país é exatamente a facilidade com que os estrangeiros e imigrantes se integram - em uma geração, no máximo duas, estão todos 100% brasileiros.
Quanto aos palestinos - que venham, se aculturem, sejam felizes. Que sejam mais uma das centenas de culturas que fazem este nosso Brasil um país tão diverso.
Questão de alguns anos atrás, chegaram aqui, no RS, algumas famílias de imigrantes árabes. Acompanhei pela Zero Hora. Ganharam moradia por um ano e alguma ajuda de custo. Tiveram muita dificuldade para aprender o português. Passado o tempo, em nova reportagem, verificou-se que alguns quiseramm voltar porque não se integraram e me lembro que um casal permaneceu porque a esposa embora manicure, ganhava mais que o marido e havia se ambientado melhor.
“Para um governo que considerou 2 atletas cubanos “DESERTORES” e trata de deporta-los em 48 horas, seria um bom começo….” - Zé Bush
Zé Bush, Pablo: A devoluçao covarde dos dois atletas cubanos foi uma enorme hipocrisia dos neopetistas, uma afronta à carta universal dos direitos humanos, uma gafe monumental. Tudo feito para agradar ao patrao dos neopetistas: Fidel Castro. Coisa do Zézinho Laurenti Béria Dirceu e do stalinista Marco Aurélio Garcia.
E o pior é que a grande mídia nacional - salvo alguns gatos pingados aqui e acolá - e os corajosos “intelectuais formadores de opiniao” brasileiros, nao deram um pio sequer.
Esta mídia covarde, parte da tal “elite” inventada pelos neopetralhas, de fato come na mao do neoPT, e os tais intelectuais se acovardaram, medrosos da sanha vingadora dos stalinistas ora no “pudê”.
Eta paisinho mixórdio esse nosso!
Me senti bem sendo brasileiro. Estava sentindo falta disso ultimamente. Obrigado PD.
Quanto o comentário 33 do HRP Mané Reloaded:
“E pode crer…a pseudo burguezia brasileira não tem nada a ver com o que ocasionaou esse fenomeno tão nosso que são as favelas!”
Ihhh rapaz. Não venha colocar mais isso na minha conta, já pago meus (altos) impostos…
…vá la ver em quem eles andam votando…
…me inclui fora dessa.
Amplexos
PD, estou de saída, mas o último parágrafo do posto foi perfeito.
Marcos Araújo, eu também até hoje estou meio cabreiro com aquela história. Mas a verdade é que nada foi provado e uma certa imprensa não perderia uma oportunidade dessa, né mermo?
“Nada foi provado”!?!?
Quê isso, Anrafel? A PF, pau-mandada do pudê absolutista, nao deixou ninguém encostar nos cubanos, nem tampouco permitiu que um advogado os defendesse diante dos tribunais (a0 contrário dos cupinchas mensaleiros, que tiveram e têm toda a assistência do pudê). Os cubanos ficaram trancafiados, “incomunicado”, mermao. Bela democracia a dos neopetistas!
anrafael - É uma questão econômica. Veja bem. Um avião particular sai de Campinas até Brasília e volta com duas caixas de Red Label uma de Black Label e uma de Havana Rum.
Sabe quanto custa - apenas - o combustível utilizado pelo avião? E as taxas de estacionamento no aeroporto?
Era muito mais barato mandar via Sedex.
Além do mais dois petistas confirmaram a história: Rogério Buratti e Vladimir Poleto.
Não que eu acredito que o dinheiro seja de Cuba, ou melhor, do Estado Cubano.
Mas depois da história do Duda Mendonça que afirmou - e comprovou documentalmente - que recebeu pagamentos por seus serviços prestados ao PT em contas no exterior ficou muito claro que o PT possui dinheiro em contas no extrangeiro. Minha hipótese é que o PT estava repatriando esse dinheiro ilegal.
E se o PT conseguiu barrar a investigação do dinheiro das FARC que tinha agente da ABIN inflitrado, documentos, transcrições, investigação aberta na ABIN e outros bixos é claro que pôde barrar mais essa investigação.
Ooopsss. Cubanos errados…
Olha, uma questão técnica interessante em relação aos palestinos.
Alguém por aí (Pedro Doria, ajuda) teria informações sobre altitude e latitude do local onde moravam essas famílias que estão vindo?
É o seguinte: provevelmente ficariam mais confortáveis em clima semelhante ao que tinham no local de orígem.
O Rio Grande do Sul é sabidamente frio e úmido, esses imigrantes vieram de local com esse tipo de clima?
Proftel: eles viviam na Jordânia, 100 km da fronteira com o Iraque. Deserto. No meio do nada. Tempestades de areia eram de praxe. Fora os escorpiões.
Ana Pulg: o governo brasileiro reconheceu alguns erros cometidos durante o refúgio dado a esse grupo de afegãos no RS. Entre eles, o da excessiva exposição à imprensa. Mas, segundo o Conare - Conselho Nacional para Refugiados - ligado ao Min. da Justiça, o Brasil está mais preparado dessa vez. Parece foram aprender como se dá refúgio em países com tradição de fazer isso. Vamos torcer!
Ricardo Cabral: no Brasil, quem cuida dos direitos e deveres dos refugiados é o Conare (sobre o qual falei acima). Ah, e na ONU há um órgão específico para os refugiados palestinos que é: UNRWA (United Nations Works Agency for Palestine Refugees)
a mulher do PD:
Olha, um local mais apropriado para esse pessoal seria na Região Centro Oeste, um clima mais sêco esse pessoal não deve nem saber o que é mofo.
Perguntei a altitude por conta disso.
De acordo com o que você falou o Rio Grande do Sul não me parece uma boa opção.
Cara Marina Gomara (coment. 56), agradeço os detalhes. O tema me interessa, ainda que por puro diletantismo. As migrações e deslocamentos por todo tipo de razões, na verdade, fazem parte da história de muitos de nós. Penso que é razão mais do que suficiente para que todos se interessem minimamente pelo assunto.
Obrigado
a mulher do PD:
bem, vamos torcer!
proftel:
os afegãos que cá estiveram, passsaram muito trabalho e concordo contigo sobre o clima. Se, pelo menos o clima estiver mais ambientado poderão até ser felizes. Nós, que estamos acostumados, sentimos desânimo com a umidade, frio e dias cinzentos.
Ana Pulg:
Conheço bem o clima por aí.
Estou em Goiás atualmente, quando vou à Sampa ou Ponta Grossa-PR não consigo ficar mais que uma semana, bate uma depressão braba…
Céu nublado, frio, noite sem estrelas, juntas doendo…
Não, não dá mais.
Ana Pulg:
Imagina esse pessoal acostumado no deserto sêco!
Acabou de passar no Jornal da Band a chegada de alguns deles ao Brasil. Informaram que uma parte foi para o Rio Grande do Sul e outra para uma cidade do interior de SP, que não informaram o nome alegando razão de segurança.
Questão de ponto de vista
Ontem, postei uma mensagem que causou indignação em alguns, fazendo analogia entre refugiados e migrantes brasileiros. Hoje, a notícia dos palestinos conduz à mesma reflexão sobre o que há em comum nos dois fenômenos: a migração. Interessante observar que, quando se trata de imigrantes estrangeiros o governo brasileiro e a ONU fornecem todo respaldo legal e assistencial a essas pessoas, havendo inclusive a possibilidade de mudarem-se para outro estado, como já foi sugerido aqui, devido a diferenças de clima.
Todavia, as correntes migratórias internas são despossuídas de qualquer tipo de orientação ou amparo. Movem-se ao sabor das miragens criadas pelas luzes das grandes cidades, acenando-lhes diariamente com a realidade virtual transmitida pela TV. Acabaram dessa forma criando este que é hoje, de longe, o maior problema brasileiro: a concentração populacional nas grandes cidades. Agora, timida e tardiamente o governo começa a reagir com o planejamento familiar que, se não é lá grande coisa já é um começo. Que faz o governo que não cria um programa sério de assentamento de ‘refugiados’ brasileiros, ninguém sabe. Dada a inércia governamental, O MST acabou tomando-lhe as rédeas e ameaça transformar a reforma agrária num filme que já vimos antes: a revolta de Canudos, com José Rainha no papel principal.
Penso que o Brasil, dada suas particularidades geográficas, sociais e culturais tem condições de empreender uma verdadeira revolução nesse campo que traga efetivamente soluções para o problema e não apenas paliativos para contorná-lo.
PS. Ao contrário do que foi dito acima, as favelas não são um ‘fenomeno tão nosso’. São um fenomeno global das grandes cidades do terceiro mundo. (Planeta Favela - Mike Davis ed. Boitempo)
Palestinos…sejam bem vindos!…o resto é palhaçada!
Não sei se é impressão minha mas, o texto do “Pobrema” está muito parecido com o do Reinaldo Azevedo.
mulher do PD: um pouco mais, eles estiveram por lá 4 anos. Morreram, nasceram, carasaram, no meio do nada. São gente como a gente, respiram, cagam, tudo igual.
eu (copiando o velho e bom): Merecem respeito e chance. Que a gente faça o merecido.
Poderia fornecer o link, Tia? Fiquei curioso. Agradeço antecipadamente.
Alguem aí citou que não se vê japoneses, coreanos e judeus em favelas.
Por acaso foram escravizados por gerações e depois libertados e jogados ao sabor do vento?
Sofrem discriminação pela sua cor?
Sofrem discriminação pelo local de nascimento?
Não né?
Antes de vomitarem seus preconceitos, façam um exercicio de análise dos fatos e verão que suas idéias não correspondem aos fatos, parafraseando Cazuza.
No mais, os “luminares” a postar continuam os mesmos.
Deve ser por isso que o NOMINIMO acabou…
Sempre meia dúzia de aposentados impotents e reacionários postando…
Quanto aos “imigrantes” europeus que chegaram aqui, muitos eram considerados escórias em seus países de origem e muitos, covardemente, vieram fugidos das guerras.
Ser descendente de europeus ou asiáticos não credencia ninguém a ser melhor ou pior que qualquer brasileiro mestiço.
Se te achas tão superior assim, tente retornar para o país de seus ancestrais e veja como será recebido.
Pobrema:
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Que bobagem, Vixe, você leu e não entendeu, ninguém aqui estava criticando os brasileiros mestiços. E todos os imigrantes sofreram e sofrem discriminação, inclusive judeus e asiáticos.
Mr X:
Dá uma olhada no Open de baixo nº93 e anteriores, mais ou menos até o 65.
Vai entender, começou assim.
Pessoal, a patroa tá com o computador desligado e usou o meu prá postar por aqui, daí o link meu aparecer com comentário dela.
Continuo na mesma, Tia. Passei o mouse no blog, de cima abaixo e nada. De onde você tirou essa idéia?
Em todo caso, ficaria feliz se soubesse que mais alguém tem visão semelhante sobre um determinado problema. A luta continua.
Pobrema:
A patroa aqui tá dizendo que achou seu texto semelhante por conta dos artigos dele (Reinaldo) na Veja.
Sei lá porque!
Estes palestinos têm dinheiro ou vão engrosssar o bolsa-esmola?
Nem eu!
HRP mané Reloaded como sempre demonstrando um viés de anti-semitismo…
ei,
Proftel: certamente o clima semelhante ao que eles viviam facilitaria a adaptação. Mas se considerarmos que o grupo viveu os últimos 4 anos em tendas num calor de 50 graus ou num frio de 0 grau, qq região no Brasil deverá ser bastante agradável. Além do que, por causa o ar seco do deserto muitos deles tinham problemas respiratórios.
Ricardo Cabral: antes de mais nada, de nada. Assim como vc, tb me interesso pelo assunto. O que mais me comove são os pequenos dramas humanos vividos por essas pessoas.
Pax: olá! Pois é.. são uma gente sofrida. Crianças forçadas ao amadurecimento precoce, pais e mães obrigados a interromper seus projetos de vida em Bagdá e jovens desiludidos. Diante disso, o Brasil pode ser um boa oportunidade de recomeço.
Te (post 37),
Agora fiquei curioso: qual o antigo nome alemao de Florianopolis?
a mulher do PD, a moça do moço: olá ! Vocês, refugiados cariocas, estão sendo bem tratados pelos paulistas? Já conheceram o Mercadão e a feirinha de orgânicos do Parque Água Branca?
Sabendo que vou tomar pedradas e mesmo porque também não tenho uma solução na manga, acredito que os palestinos de forma geral são muito mal tratados em Israel. Já vi inúmeros documentários brabos sobre isso. O povo judeu, que vivenciou diásporas desde o babilônico Nabucodonossor parece esquecer o quão duro é a vida dos apartados. Por outro lado, se liberar, viram hamburguer de carne moída, quer dizer, explodida. Uma minoria palestina radical faz uma grande maioria de inocentes sofrer pacas. Putz, queria que fosse diferente. Mas, afinal, sou um inocente inútil, segundo o Chesterton, velho e bom Chesterton.
Os palestinos vão é morrer de frio no RS, nem o aquecimento global vai salvá-los.
Vocês se lembram do podcast de Diogo desta semana, não? Ele foi chamado de “traíra da América Latina” por alguns petistas na PUC do Rio Grande do Sul. Pois bem, segue um trecho de sua coluna na VEJA:
– Diogo, traíra da América Latina!
A única coisa a fazer na América Latina é emigrar. Quem declarou isso foi Simon Bolívar, alguns dias antes de morrer de tuberculose. Claro que concordo. Já emigrei no passado. Emigrarei muitas outras vezes no futuro. Eu sou um legítimo bolivariano. Só tenho de dar um jeito de morrer de tuberculose. No mesmo documento, Simon Bolívar declarou também que os países do continente seriam dominados por tiranos rasteiros e por massas desenfreadas.
– Bolívar, traíra da América Latina!
A propósito de tiranos rasteiros, Hugo Chávez, que alega inspirar-se em Simon Bolívar, mandou refazer todos os livros de história de seu país, a fim de preparar os alunos venezuelanos para o socialismo moreno, ou seja lá como se chama o que ele propõe. Lula está bem mais adiantado do que Hugo Chávez. Como mostrou Ali Kamel, em O Globo, nossos estudantes aprendem desde cedo a glorificar Mao Tsé-tung, Fidel Castro, o MST, o comunismo soviético e Ziraldo.
Florianópolis nunca teve, ao que eu saiba (e eu moro e estudei História aqui), um nome alemão. Foi fundada por um vicentista e se chamou Nossa Senhora do Desterro até 1894.
Nunca houve colonização alemã na Ilha, e sim na região: cidades como São Pedro de Alcântara, Angelina, Brusque, Blumenau e várias outras, mas em Florianópolis, só os que vieram do interior depois…
Desses todos aí, tiro o chapéu pro Ziraldo. Desenha pacas e segundo ele mesmo, nunca broxou. Tutty Vasques inclusive falou que depois da morte do ator Cristopher Reeve, Ziraldo passaria a ser o único super-homem em ação.
Pax, quanto ao tratamento dado pelos paulistas, não tenho do que reclamar. Agora, quanto à cidade em si.. aí, já são outros 500.
Mercadão já fui 2 vezes e gostei bastante - me faz lembrar um pouco das Cobais no Rio. Feirinha de orgânicos do Água Branca preciso conhecer.
Florianopolis tinha nome alemaoa antes??????
antes quando? antes desse mundo existir??
faca-me o favor, santa tolice Batman!
Floripa nunca, nunca, nunca, teve nome alemao!
eh bom que esse palestinos que ai chegam estejam mesmo dispostos a se integrar com a cultura do pais que os abriga e nao ao contrario, como fazem muito na Europa…
se eh que fui claro…
abstrato, já me incumbi de ensinar samba e capoeira para eles, ainda não decidi se ensino estilo angola ou regional, não sei a qual eles se adaptam melhor, o que você acha?
Dino
ao menos ensine-os sambas de boa qualidade…
e mantenha-os longe do pagode, por favor…
“Mesmo com toda a violência do Brasil….”
eita…mas o conformismo eh coisa bonita nao?
acho ate que essas palavras deveriam ser transportadas para a bandeira nacional, dada a frequencia com que sao usadas para justificar - e deixar tudo como esta - as mazelas nacionais…
eh bunitu esse negocio de “apesar de tudo”….muito bunitu…
abstrato, o que vem a ser samba de boa qualidade? Tem ISO 9000 para samba? Samba é samba… E qual estilo de capoeira você acredita que eles se adaptam melhor? Vou pedir para aquele comentarista meio palerma que é do Pará ensinar algum folclore chato deles para os palestinos, será que eles vão gostar? Pois é eles tem que se integrar à cultura do país… Só para matar minha curiosidade você pratica o esporte nacional inglês?
uai, samba de boa qualidade eh o que esse pais deveria exportar pro resto do mundo, como Paulinho da Viola, por exemplo…eh gente que entende - de fato - do riscado…
samba que, tecnicamente, compete pau-a-pau com jazz americano e por ai vai, nada fica a dever em termos de harmonia e criatividade…
esses sao os verdadeiros musicos brasileiros, gente que deveria ser simbolo da cultura do pais e nao o que, por regra geral, aparece por ai, que eh gente chacoalhando a anca e batendo lata…
de capoeira nao manjo nada, nao me sinto a vontade pra opinar…ehehe…ensine o que o “swing palestino” os permita aprender…
depende que qual esporte naional ingles te referes…o levantamento de copo, o futebol, o rugby ou o cricket?
nao pratico nenhum deles, alias, desse negocio de esporte e tal, estou fora…eheheh..
Coitado dos direitobas… Quando tem que citar um bom artista, cita logo um que é comunista… hahahaha
Acertada a acolhida aos palestinos. Devemos sempre acolher aqueles que querem trabalhar e construir, independente de sua origem étnica. Como descendente de imigrantes que chegaram aqui sem um tostão no bolso, após terem perdido tudo o que tinham na segunda guerra mundial, sei muito bem valorizar as oportunidades que um país como o Brasil oferece. Vejo com muita alegria o fato de ser parte hoje de uma família multi-étnica. Eu me casei com uma descendente de libaneses e meu irmão com uma de italianos. Minha sobrinha com um descendente de japoneses. Vejo com muita tristeza e preocupação, porém, a recente investida de certas organizações e do próprio governo brasileiro em ações ditas pró-ativas, no sentido ilusório de proteção de minorias raciais, incluindo a implantação de cotas em escolas e outras atitudes. É um contexto artificial, muito bem representado, por exemplo, pela tentativa do nosso vizinho Hugo Chavez de impor o conceito de uma “raça original” para a américa latina, na intenção de valorizar os indígenas e os afro-descendentes. Digo com conhecimento de causa que o Brasil não sabe o que é o ódio racial e religioso. Este país é um paraíso. Parem por favor de incitar uma divisão onde ela não existe. O que importa é que nós somos todos brasileiros, independe de onde viemos e da cor da nossa pele. Devemos esquecer eventuais rancores do passado e ter a capacidade de valorizar as riquezas da sociedade brasileira.
Helmut, esse discurso fica deveras bacana na teoria. O Brasil não tem conflito racial e religioso e bla, bla, bla… Não meu caro, o Brasil é um país em permanente conflito, de raça, de cor, de credo. Veja quantas pessoas morrem de modo violento por ano no Brasil. Há uma característica peculiar deste conflito, que é o fato de ser velado, como quase tudo neste país. O conflito foi deflagrado há séculos e nunca foi solucionado.Temos com a raça negra, por assim falar uma divida histórica, divida que começou quando aportou por aqui o primeiro navio negreiro, nossa divida cresceu com os massacres dos quilombolas e ficou gigantesca quando os enviamos para lutar pelo país que os escravizavam na guerra do Paraguai, com a promessa de liberdade na volta, liberdade com fome, favela, analfabetismo e doenças, essa é a situação que perdura até hoje, mas não pense que isso aconteceu por uma deficiência do estado, na verdade essa situação é adrede pensada, para que não represente obstáculo algum a ascensão dos filhos das elites. O sistema de cotas não é a solução do problema com certeza, é somente um paliativo, mas para quem está se afogando, uma tabua é sempre bem vinda. Existe um circulo vicioso que é nascer negro, pobre e comumente, ou na favela ou periferia, não ter acesso a um ensino de qualidade e não conseguir ingressar em uma universidade. Esse sistema se perpetua e é necessário quebrar esse circulo de miséria e ignorância e abrir espaço para uma sociedade mais justa de verdade. Então caro colega, não estamos fomentando ódio racial, estamos pagando nossas dividas históricas, o pobre credor agradece.
É legal lá Marina, acho que tem toda terça e, com certeza, sábado de manhã. Aos sábados dá pra tomar um gostoso café da manhã antes de comprar o que for necessário. O Parque da Água Branca é gostoso, cheio de árvores e animais. Outra dica interessante é comer uma excelente feijoada no restaurante “A Toca” aos sábados também, um tradicional ponto das antigas esquerdas paulistanas, na rua de cima da Pacaembu quem vai pra Perdizes, na rua Traipu. Quando morava em Sampa, morava nessa região das Perdizes.
No Rio, gostava da Cobal do Humaitá. Hoje tá até melhor, com os bares, lanchonetes etc. Mas acho o Mercadão de Sampa melhor. Bem mais sortido.
E, por fim, acho a mesma coisa que você. Paulistas são bem legais, povo educado e acolhedor de forma geral. Mas a cidade…. putz. O trânsito então, putz duplo.
Dino
arte eh arte…politica eh politica…
ate Chico Buarque, va la, tem obras de relevancia indiscutivel…
e se eu fosse sustentar meu gosto por musica por ideologia politica, estaria frito, afinal a maioria esmagadora dos artistas sao esquedistas do miolo-mole (by RA)….
Pualinho da Viola eh um grande musica…dos melhores que esse pais poderia gerar….
fosse ele americano, teria seu nome eternizado na galeria dos grandes musicos…sem duvida…
ops…*grande musico”
ainda tenho esperança um dia que toda a nação do mundo viva em paz, precisamos respeitar as religiões dos outros, diferenças de cor, raça, e demais caracteristicas, vivemos num mundo onde as pessoas são tratadas piores que bicho, trocadas por petróleo, torturadas, “ISSO TEM QUE MUDAR!” que venham para o Brasil todas pessoas de “BEM” independentes de serem mulçumanas, árabes, americanos…
Serem humanos não podem morrer em nome de DEUS ou ALÁ, isso é uma ABERRAÇÃO HUMANA, UM VERDADEIRO CÂNCER.
“QUE DEUS ABENÇOE TODO CIDADÃO DE BEM DO MUNDO.”