Al-Qaeda livre no Paquistão, terrorismo na Europa
Saiu no Estadão, hoje, uma entrevista minha com Lorenzo Vidino. Ele é um italiano de Milão que estuda a atuação da al-Qaeda, em particular, na Europa. Vidino é jovem, mas do tipo de especialista que o Congresso Americano convoca para conhecer sua opinião e se informar sobre os rumos da organização de bin Laden. A conversa há de interessar alguns dos prezados. Dois trechos:
Como definir a al-Qaeda?
Ela é tanto uma organização quanto um movimento extremamente bem-sucedido. A organização viveu uma crise que começou a se resolver há poucos meses. Desde o 11 de Setembro, sofreu intensa pressão, perdeu espaço para se movimentar no Afeganistão, seus líderes tiveram de se esconder e o contato com o mundo exterior ficou muito limitado. Mas, há um ano e pouco, o governo paquistanês fechou um acordo com os chefes tribais do Waziristão, trecho noroeste do país, e tirou de lá praticamente todo o Exército. Aquele pedaço do Paquistão ficou quase tão livre para a al-Qaeda se mover quanto era o Afeganistão do regime Talibã (sobre o Waziristão, veja artigo ao lado). Isto quer dizer que os militantes podem se reorganizar com calma. Já estão enviando agentes pelo mundo para retomar a comunicação com os diversos braços da estrutura e com grupos simpatizantes. [...]
O que leva um jovem muçulmano europeu à violência?
Em muitos casos é porque o radicalismo islâmico virou uma contracultura bacana de forma parecida com o que era o comunismo, nos anos 70. Outro ponto é que as mesquitas européias são mais radicais que as do Oriente Médio e Norte da África. Muitos migrantes vêm de ambientes liberais em seus países e descobrem o radicalismo islâmico na Europa. Os radicais não teriam tanta liberdade para se pronunciar no mundo muçulmano quanto têm em Londres ou Paris. Há outros pontos. Alguns imigrantes não costumam dar educação religiosa a seus filhos, então eles vão aprender a cultura de seus pais nessas mesquitas. E há casos em que o radicalismo é uma rebelião contra os pais. É comum que famílias tenham uma visão muito tradicionalista que inclui casamentos arranjados, por exemplo. Alguns rapazes então vão para a mesquita e ouvem que isso não é o Islã de verdade e se rebelam, radicalizando-se. O grupo que assassinou na Holanda o cineasta Theo van Gogh era inicialmente uma gangue de rua, laica. Então, no fim da adolescência, um dos membros se fez religioso e outros o seguiram. No fim das contas, eles sempre foram isso, uma gangue. Há várias histórias, cada uma com seus detalhes, e muitos motivos que levam esses rapazes à violência.
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No fundo ,e nem poderia ser de outro jeito, pessoas que matam e trucidam por ideais tão ralos, só poderiam ser parte de uma “gangue!”
Gangue de pseudo religiosos….gangues do petróleo……gangue dos banqueiros….da judeus lapidadores e extratores de diamentes…EEEEEE…..etc etc etc e tal , gangues….nos tangendo como gado!
É. No fundo são isso mesmo.
Minorias desajustadas que fazem tudo para “chocar” as pessoas que procuram viver em paz.
Basta ver os “neonazistas” de Israel.
Mas também, como bem lembrou o Mané, há as minorias “espertas”. E essas é que são as mais perigosas.
As “minorias” manipuladoras. As minorias aproveitadoras. etc.
De uma coisa esses malucos serviram.
Provaram que a idolatrada e decantada “eficiência” dos serviços de espionagem americano são pura balela.
E também que os “heroizões” que tudo resolvem e que tudo sabem, definitivamente, não existem.
Andei meio sem ânimo para comentários por um período. Vou explicar.
É que quase andei acreditando em milagres.
O Tutty Vasques, em seu comentário de despedida em nomínimo, falou que “às vezes acreditamos em Deus.”
Eu estava quase crendo que iria acontecer uma “virada” no Brasil e os políticos iriam começar a falar a verdade.
Tudo em vão.
Cada um continuará a defender, como sempre foi, apenas as suas conveniências.
E tudo continua como antes, no quartel de Abrantes.
Milagres não existem no Brasil também!
Pô!
Quer dizer que o muçulmano mesmo só vira radical quando está na Europa ou nos EUA, o judeu israelense é legal e o judeu que está nos EUA é radical….
Intão tá…..
E ainda devem estar pagando prô kra dizer um troço desses….
Proftel,
Tem um pensamento bem interessante e original no texto.
No países muçulmanos, as pessoas não têm liberdade sequer de serem radicais.
No países democráticos, as pessoas têm liberdade para serem radicais.
Como sair dessa “encalacrada.”
Dom Casmurro Patriarca:
Olha, se não me engando uma parte expressiva dos caras que participaram nos ataques de 11/9 eram da Arábia Saudita, lá não é essas coisas de liberdade, como o entrevistado explica um troço desses?
Proftel,
“Os radicais não teriam tanta liberdade para se pronunciar no mundo muçulmano quanto têm em Londres ou Paris. ”
Creio que os muçulmanos são tipo certos evangélicos.
Uns “vigiam” os outros.
Se notam algo suspeito, correm para contar para o aitolá.
Não há “clima” para conspiração.
Já em Londres ou Paris, a privacidade é coisa sagrada.
proftel, meu bom,
o Vidino é um especialista conhecido, suas posições também são conhecidas, inclusive a de se tornar uma espécie de advogado ad-hoc de Oriana Fallaci, qdo esta escreveu um livro conclamando a guerra religiosa e a “defesa dos valores europeus”, na época do 11 de setembro. imprensa conservadora, é muito escutado. Mas o PD, não sei se de propósito, caracterizou o cara: “Com apenas 30 anos e um doutorado pela frente, Vidino é consultado pelo Congresso dos EUA e escreve para os principais jornais europeus e americanos de seu escritório na Tufts University”. Pois é - desde o fim da União Soviética e o surgimento de conflitos de baixa intensidade, surgiram aos magotes os “especialistas” nessas questões todas, pq elas são fáceis de lidar - basta q o dito fale o q as facções políticas e a mídia quer ouvir. Uma grande talento para dourar o óbvio tamb é desejável. As coisas q fala na entrevista (q me perdoe o PD), são obviedades. Qto à reestruturação da al Qai´da, qq pessoa q tenha acesso a relatórios de inteligência terá condições de falar essas coisas - outros jornalistas já falaram do assunto. Francamente, dizer que … “Desde o 11 de Setembro, sofreu intensa pressão, perdeu espaço para se movimentar no Afeganistão”… é mais ou mns a mesma coisa q dizer q Saddam Hussein foi expulso do Iraque pela invasão de 2003.
Enfim, ler Vidino é como ler Chomsky - q também escreve livros sobre obviedades, e é simpático (o q Vidino parece ser, tamb).
A questão central, q continuo esperando alguém fazer uma boa avaliação, é pq os americanos continuam apoiando o governo paquistanês, mm sabendo q a inteligência e as forças armadas do Musharraf estão totalmente contaminadas. Sobre o fato de bin Laden ser “um demagogo barato”, melhor seria Vidino examinar como se faz política num Estado islâmico, pq se sua tese de doutorado for examinada por alguém q entenda do assunto, ela não passa nem da qualificação.
Qto às opiniões dele sobre os radicais na Europa, bem, não sou europeu, não vivo na Europa e essas coisas não me afetam. Tvz afetem a quem insiste em pensar q a Europa é dez, os EUA é dez, o “ocidente” é dez… :c)
bitt:
Taí, confirmou minha primeira impressão sobre o kra a partir do texto aí em cima.
:-)
Falta de consequência.
Isso é que faz um jovem europeu decente tornar-se assassino e terrorista com a desculpa de que é “religião”.
Religião não é nada disso - para mim religião não é nada de qualquer maneira, mas… - . O sujeito quer orar pelado? fantasiado de galinha? é adorador da vaca, do hamster ou do E.T.? para mim não interessa nem incomoda desde que não apareçam cadáveres após cada oração nem a cantoria atrapalhe meu sossêgo.
Pega esta cambada de bandidinho que se dizem “crentes” e põe para trabalhar. Mandem dragarem o canal da mancha, transformarem o Matherhorn em cascalho ou em último caso uma bala na nuca e pronto. Coisa de desocupado.
O sujeito é burro ou vadio ou as duas coisas e daí se mete nesta de servir de otário para “líder religioso”.
e que não me venham com aquele papo infantil revanchismo contra o colonialismo europeu do século XIX ou pior : o “problemas sociais insepultos”. Já bastou aquela cambada de arruaceiros incendiando a França.
Não tá bom na Europa? que se f… e vão morar no Irã…
Eu já disse aqui que nada tenho contra o terrorista que ataca um quartel, uma base ou comboio militar. Soldados estão aí para se defenderem ou morrerem e terroristas idem.
O que eu num guento é que estes “heróicos guerreiros informais” atacam mesmo é gente que não tem nada com a coisa, inocentes que estão apenas cuidando de suas vidinhas.
O sujeito acorda um dia e diz : ” Ó grande hamster dourado, sou seu seguidor fiel e hoje iniciarei a guerra contra os descrentes de tí ” e bum!!!!! explode-se numa escola cheia de crianças.
o Hamster dourado pode até ser um deus decente, “boas pedras” mas o FDP que o segue é uma besta. Ele que vá mostrar que é macho e crente enfrentando milico e não civil inocente.
Estou bem predisposto a atacar toda a sorte dos direitões…..mas o cara ta querendo pescar tarairas….aqui trairas…que seja!
Branca,
concordo com a argumentação inicial, com uma ressalva - o sujeito q ataca um quartel ou um tram de campanha não é terrorista, é guerrilheiro, reconhecido desde a década de 1970 como combatente.
Quanto ao resto, não sei se entendi a argumentação. Não conheço a religião do Hamster dourado, mas mas posso grantir, q, como toda religião, é a expressão de uma ideologia e, como tal, mascara conflitos mais profundos.
Aí está a grande tolice de querer tratar alhos como se bugalhos fossem. Esqueçamos o Islã e o culto do Hamster dourado - fiquemos na religião cristã, mesmo. Na Irlanda, tinha um gpo terrorista que o tal do Vidino considera “razoável” (foi ele q disse, não eu). Esses caras explodiram bombas a três por dois. Motivo: queriam o “estrangeiro” fora da terra dos ancestrais, patati-patatá. Vc lembra. Foram mais de 100 anos de guerra, em duas fases. Quem era o “estrangeiro”? Os ingleses, claro, mas tamb os protestantes - q eram irlandeses, mas tamb eram “estrangeiros por serem protestantes; por serem protestantes, eram colaboradores dos ingleses; por serem colaboradores dos ingleses, enquistaram-se nas posições de poder, e daí extraiam vantagens econômicas. a briga tinha origem exatamente pq os ingleses, em 16 e fumaça ocuparam a ilha, impuseram o protestantismo e organizaram um sistema de cobrança de impostos e privilégios que visava acabar com os papistas. No caso do ETA não tinha religião envolvida (todos eram católicos fanáticos), mas a briga tamb se explicava na busca de autonomia, ou seja, organizar o espaço e a população da forma que eles (ETA) achavam mais correta. Sei lá qual era, mas tenho certeza de duas coisas: não era marxista e via os castelhanos pelas costas.
Se o pessoal do Hamster dourado estiver preocupado com a salvação de suas alvas, certamente irá formará uma igreja e ficará dizendo: “Ó grande hamster dourado, sou seu seguidor fiel”. Por outro lado, tvz esses caras comecem a pensar que servirão melhor ao Hamster dourado caso organizem a realidade de forma a implementar os ensinamentos do sagrado roedor. Isso não é difícil de acontecer pq, como ideologia, a religião, seja cristã, islâmica, budista ou do Hamster dourado, ela é uma expressão da realidade formulada por um grupo. Nesse momento, começa a luta pelo poder, que pode se dar dentro de uma arena formal - eles podem criar o “PHD”, ou podem achar q a esfera formal não expressa as necessidades políticas dos seguidores do Hamster dourado e resolver partir para a militância social ou de base (é o caso, por exemplo do MST). Ou podem partir pro pau. Só que a ideologia não deixa “inocentes” - é isso q tem de ser entendido. Se vc não segue o Hamster dourado, se torna um adversário, pq os fiéis pressupõe que seu projeto de mundo seja diferente e antagônico do dele.
É como vc com o PT, por exemplo. Mta gente se recusa a ver qq qualidade no PT. É apenas o partido do “mollusco”, o partido da boquinha, os atrasados, o partido dos q não querem trabalhar, essas coisas. Tá limpo, dá pra entender. O PT não tem qualidades, não pode ter. Como os islâmicos são todos “do mal”, como nosso amigo Mr X, o “amante da paz”, vive insinuando. Claro. São sim. “Sem qualidades” e “do mal” pq o mal é a visão de mundo que essa gente introjetou. E que resulta num projeto de mundo antagônico ao (não sei qual é, e diga-se de passagem, não me interessa). Enfim, a questão é - vale à pena matar por isso? Vale?
Li a entrevista inteira e não me parece que o cara tenha acrescentado alguma novidade, como notou o bitt. Aliás, ele não só parece simpático, mas é bem bonitão - há uma foto na edição em papel.
Quanto ao porque alguns jovens europeus juntam-se à Al Qaeda, o raciocínio está me parecendo de um simplismo absurdo - do tipo que usa o discurso da “superioridade da democracia ocidental” , quando suspeito que há muito mais carne embaixo desse angu.
well….não vamos desautorizar o rapaz apenas por ser jovem. Mora na Europa, convive com o problema, tem seus contatos , pesquisa a matéria e deve saber do que fala.
Mas….gostaria de lembrar que TODOS os envolvidos no atentado terrotista do 11/09 eram jovens árabes de diversas nacionalidades que estudavam na ALEMANHA e foram “recrutados” e doutrinados por líderes religiosos.
Depois foram treinados durante um período no Afeganistão e foram enviados aos EUA para realizar os atentados.
Para quem não lembra, TODOS os envolvidos no atentado ao metrô de Londres eram jovens ingleses com ascendência árabe. Ok, parece que tinha um marroquino….
O que o rapaz falou faz muito sentido,sim…..
bitt: conversamos sobre a Oriana Fallaci… ele não acredita que exista a possibilidade de a Europa perder suas características ‘européias’ ou mesmo virar muçulmana. E não perguntei à toa… perguntei por já ter lido coisa dele defendendo-a. Enfim, mudou de opinião.
A Europa virar muçulmana?
Vão parar de fabricar:
Vinho na França
Cerveja na Alemanha
Wisky na Escócia
Vão deixar de criar porcos?
Praias de saint tropez com Burkas?
Um sujeito no topo da Eiffel orando?
Fala sério.
Vamo falá de outro assunto porque já é absurdo demais.
Vamos só discutir o que fazer com os otários que não sabem a diferença entre fé e crime e sustentam liderecos espertos às custas de inocentes.
Por mim mete eles em trabalhos forçados ou dá um tiro na nuca ou mete o pé na bunda e eles que vão cair no Irã…
Bitt: Não sei exatamente o que Vidino falou dos tais irlandeses, mas a sério: será que esses filhos pródigos de São Patrício a que você se refere percebem o cristianismo, mais especificamente o catolicismo, como algo além de um artefato ideológico? Isso sem entrar na discussão, para a qual (imagino) não haveria entre nós aquele mínimo de terreno conceitual comum, sobre a referência ao cristianismo, etc, como “expressão da realidade formulada por um grupo”. Tem muita gente, aqui e no mundo islâmico, que define religião de outro jeito; mas enfim. O que pega é que, simplista ou não, no trecho postado pelo PD o Vidino não está falando de Islã em geral. Está falando da Al-Qaeda e de seus encantos para jovens soi-disants muçulmanos europeus. Quem sabe é superficial dizer que “contracultura pode ser bacana”, mas que pode, pode. Suponho que pra muitos italianos e alemães nos anos 70 as Brigadas Vermelhas e o grupo Baader-Meinhof tinham algum charme. De qualquer lado, entre Leviatãs e “resistentes” é possível erigir bezerros dourados, ou hamsters, e matar em decorrência de antagonismos fabricados. Abstraindo de outros totens e pensando neste hamster: será que para filhos de imigrantes inadaptados, eventualmente até por causa de preconceito, não vale a premissa? Claro que estamos falando de algo que pode ser um epifenômeno, manipulável das maneiras mais perversas; mas não deixa de tocar o nervo das relações internacionais hoje. Observar isso aí não tem nada a ver com ignorar, pra emprestar expressão da Alba, as carnes várias sob os angus e polentas.
Pergunto de novo:
Qual é o perfil dos que se convertem?
São realmente filhos de imigrantes muçulmanos? Isso explica a coisa de um modo.
São europeus comuns? isso explica a coisa de forma diferente.
Eu creio que é modismo, rebeldia. coisinha de quem se diz muçulmano só para irritar, incomodar e assustar. No fundo são uns otários, muitos vivendo da assistência social do país que atacam. Nem cachorro morde a mão que o alimenta.
Como eu já disse nos tempos das arruaças na França: Num tá bão nas europa? se mandem pro paquistão, afeganistão, irã ou formem uma legião estrangeira e ataquem israel, se tiverem coragem, coisa que duvido e muito.
eu não falei, análogo ao comunismo……
Bitt, o ocidente não é dez, é o oriente que é 4.
A verdade é quem se converte as vezes se torna mais radical do que quem já nasceu muslim.
Vai vendo a coisa pela primeira vez e interpretando literalmente.
Agora dircordo do brancaleone.
Não acho que é modismo não, é que agora depois o 11/09 o islã entrou na pauta, não existe mais comunismo, então sobrou pro islã o papel de vilão.
Aí vem jornalista babaca do fantastico, invadindo uma mesquita na alemanha, e filma escondido muçulmanos rezando, como se isso fosse um furo de reportagem.
Aí eu me pergunto, esse jornalista acha mesmo que fez uma reportagem???
Quanto a islamização da Europa, não se esqueçam de Cosntantinopla….
Adoro essas analises toscas e de fundo racistas que são feitas por aqui, são muçulmanos, são árabes… Será que não da para traçar um comparativo, mesmo que tênue? Porque sai da Europa esse tipo de militância, porque não do Brasil? Acaso não temos colônia árabe? Não temos muçulmanos por aqui? Sábado eu estava comprando calças no Brás na loja de um palestino, porque será que ele não estava nem um pouco interessado em se explodir? Porque a namorada dele uma linda mocinha brasileira de olhos azuis não estava usando burka, sendo que ele é muçulmano… Não seriam os emigrantes turcos e árabes na Europa, vitima de um racismo velado e às vezes nem tão velado assim. Condenados a ser sempre considerados cidadãos de segunda classe, mesmo que tenham possibilidade de ascensão social. Não seria o extremismo a válvula de escape contra um sistema que os segrega? Porra se começarem a achar normal taxar disso ou daquilo uma pessoa pela sua ascendência, creio que em breve teremos alguém com nick “Adolfinho” por aqui.
isto prova que os valores ocidentais podem ser adotados por qualquer ser humano. Islamicos, abandonai o islamismo!
Esses europeus são tão malvados, porque preconceituosos! Se muçulmanos os matam é que fazem por merecer. O tal do ovo da serpente.
Bem feitos!
Catso, este tipo de pensamento é corriqueiro aqui também. Se reverte a culpa, pura e simplesmente. Não há escolhas para este muçulmano converso rebelde. Ele não tem barcos, aeroportos, trens para rumar para o Oriente! Antes tinham, sabiam navegar, agora perderam toda a iniciativa de protestar com os pés. Protestam com cinturões de explosivos!
Francamente! Tamo fudido com tal sabedoria!
Abs.
É isso mesmo, os idiotas que antes se metiam em guerrilhas ou grupos terroristas maoístas e stalinistas, hoje entram em grupos radicais islamitas. É a mesma ilusão, só que ainda mais cretina, pois o sujeito nem mente a si mesmo que quer “igualdade” (e não revanche contra os que se deram melhor na vida), não, lutapor uma ditadura islâmica…
Só os idi… ahem, os intelectuais a la Bitt não conseguem enxergar o óbvio.
“Condenados a ser sempre considerados cidadãos de segunda classe, mesmo que tenham possibilidade de ascensão social. Não seria o extremismo a válvula de escape contra um sistema que os segrega?” (Dino)
Respondendo ao Dino:
a) Se os muçulmanos não gostassem da Europa, não iriam em massa para lá. A verdade é que a Europa oferece melhores condições de trabalho e salários que não disporiam nos seus miseráveis e autocráticos países.
b) Os muçulmanos mais radicais raramente são os mais pobres, que etão demasiado ocupados lavando vidros dos carros ou trabalhando no kebab shop. Não, os muçulmanos mais radicais têm grana, às vezes muita grana (vide Bin Laden) e um bom emprego (vide os médicos dos atentados em Glasgow). Não é “desespero” nem o recalque - it’s the ideology, stupid.
Li toda a entrevista. Bem interessante a analogia que ele faz com o comunismo, mas acho que na ânsia de criticar a guerra do Iraque o nosso especialista cometeu um erro ou foi mal traduzido. Acho difícil o Zarkawi ter “trabalhado com os xiitas”, pois certamente odiava os xiitas e os matou às pencas (não que não matasse sunitas também, mas enfim). O fato é que - de acordo com as minhas fontes - os radicais sunitas wahabis consideram os xiitas hereges, piores até do que os próprios infiéis…
O Irã, por outro lado, sim apoiou terroristas sunitas. Mas os persas são em geral mais espertos do que os árabes, e não deixam a ideologia cegá-los completamente.
Enfim, estou esperando o Bitt e o Dino seguirem o exemplo de Carlos o Chacal, deixando o marxismo de lado e convertendo-se ao Islã. Espero no entanto que se tornem muçulmanos moderados como o Theo ou o Ali Kamel e não se explodam por aí. :-)
Em qq lugar as minorias tendem ao radicalismo. Nos EUA os católicos são mais radicais que os protestantes. Aqui no Brasil, os evangélicos são mais radicais que os católicos.
Quanto à violência, matar civil em atentados no Ocidente não pode. Submeter a população do Iraque à guerra, com morte de civis a toda hora pode. E sem falar na perturbação mental de todos aqueles submetidos à guerra, na perda de familiares, nas crianças traumatizadas, na vida vista sem futuro.
Recordemos que até a ONU não autorizou os EUA a invadirem o Iraque. Que o Iraque não tinha as famosas armas de destruição em massa e muito menos Saddam Husseim estava protegendo o Bin Laden.
Violência gera violência. Espero que saibamos um dia, conviver em paz com as diferenças.
Linda, a guerra libertou os iraquianos de |saddan. Se seus antigos asseclas, e outros grupos, não gostaram, e estão revidando, é porque mamavam nas tetas sadanianas.
Eu já havia falado aqui sobre a relação entre a juventude européia que se torna radical islâmica e o comunismo.
E para mim isso é exato.
Dino - Aqui na América do Sul não há, ainda, esse tipo de radicalismo por vários motivos: (a) a influência americana aqui é menor do que nossos esquerdistas radicais afirmam ser; (b) o comunismo/socialismo na América do Sul ainda encontra terreno para enganar várias pessoas, nossa distância da Europa e o aparelhamento de nossas escolas/faculdade praticamente barrou qualquer tipo de informação contra o regime marxistas e seus crimes; (c) apesar de sermos o maior país católico do mundo, poucos jovens se interessam por religião; (d) não temos a menor importância estratégica para radicais islâmicos.
Among the Huismann documentaries’ scoops was a telegram discovered in KGB archives after the Soviet union’s formal collapse. The telegram was sent on July 18, 1962 by KGB officer Vladimir Kryuchkov to Ramiro Valdés (Chief of Cuban intelligence of the time and widely considered Cuba’s 2nd most powerful man today.) The telegram informed Valdes that a weird fellow named Lee Harvey Oswald had recently returned to the U.S. from the Soviet Union and that he might prove useful to Cuban intelligence.
This is not to imply that the Soviets inspired JFK’s murder. Far from it. Khrushchev had swept the floor with Kennedy at the Vienna Summit, the Bay of Pigs and the Missile Crisis. The last thing he probably wanted was Kennedy replaced. No, the KGB was merely informing the Cubans that, given Oswald’s hatred for America, fondness for Communism, plus his troubled personality, he might prove useful as an unspecified “asset.”
…..Instead of going public with their scorn for Carlos Bringuier’s crackpot theories, the FBI merely threatened to deport him back to Cuba. On Nov. 23rd, however they sought him out. “Good evening Mr Bringuier! So nice to see you again, sir! Now regarding this Oswald fellow, we remember you had….”
“If you’d listened to me three months ago!” Carlos erupted. “Our president might be alive right now!” The FBI graciously threatened to deport Carlos back to Cuba for his insolence.
Markus Wolf was the chief of East Germany’s foreign intelligence service, a branch of the STASI with many contacts and operations in Castro’s Cuba. It was the STASI rather than the KGB that undertook the training of Castro’s police and intelligence services. Wolf’s autobiography is titled, Man Without a Face and subtitled, “The Autobiography of Communism’s Greatest Spymaster.” Most intelligence experts agree that the subtitle fits. Wolf was once asked about the Kennedy assassination and quickly replied. “Don’t ask me–ask Fidel Castro.”
O último item, o da gangue que me chamou a atenção. No final das contas eram apenas uma gangue, a violência para eles não era um meio, mas o fim em si. Acho que o caso dos israelenses neonazistas era o mesmo.
No fundo os caras só querem bater em alguém, a ideologia ou religião é só um verniz.
X.
Um item no qual discordo da sua idéia sobre os mulçumanos na europa.
Fazendo uma analogia com a escravidão no ocidente. Você tinha os escravos da senzala que ralavam duro e eram chicoteados com frequência. E os escravos da casagrande que faziam um trabalho mais leve e tinham um tratamento melhor, raramente eram chicoteados. O que ambos tinham em comum é que eram todos escravos. Apesar de uma certa síndrome de estocolmo dos escravos da casa em relação aos seus patrões, a distância do chicote era a mesma. Alguns se orgulhavam de ser escravos da casa, outros não.
A situação dos mulçumanos entre “senzala” de seus próprios países e a “casagrande” na europa não me parece diferente. Salários melhores e melhores condições de vida (sanitárias e de alimentação) e mão de obra barata e cidadão de segunda. Alguns topam outros não.
Outro ponto é a satisfação das necessidades. Depois que o ser humano consegue satisfazer as necessidades de sobrevivência, ele procura satisfazer as de conforto, até chegar as de realização pessoal. Ocorre com a gente ocorre com eles na europa. Em suma, em seus fundalmentalismos e virtudes, acho que eles são algo assim… tipo… gente.
Nesse assunto da casa grande e senzala sugerido aqui….me ocorre a surpresa que é perceber como paquistaneses, indianos, e árabes em geral, não tocando no assunto islamismo, recusam a adaptação aos costumes e leis dos paises para os quais imigram…..
Estudando o caso pelos exemplos das grandes imigrações para EUA e Brasil, aonde a massa heterogenea de imigrantes logo se adaptou e se inseriu no novo contexto a que foram apresentados…me causa sempre especie essa tinhosa e dramática resistencia no patamar religioso(o que é pior) dos muçulmanos e Indus aos paises para onde imigram…..bichos dentro da maçã!?
HRP - é uma boa questão. Acho que pela colonização podemos explicar isso. Tanto os EUA quanto o Brasil sofreu colonização européia. Então para um europeu não seria muito complicado sair da Europa e chegar nos EUA. Teria diferenças? Claro, mas as religiosas, costumes e talvez até mesmo as alimentícias seriam as mesmas.
O problema é que religiões e culturas orientais ou seja, aquelas que não sofreram influência das culturas Greco-Romanas, e portando são bem diferentes das culturas ocidentais, mesmo que no quesito religião, o islã ter o mesmo DNA judeu e cristão.
E essa “guerra” acontece desde o tempo de, Felipe II e seu filho Alexandre o Grande, passando por Aníbal e Gengis Khan entre outros.
Renato,
Discordo. Que eles busquem não ser “cidadãos de segunda” e não sofram os efeitos do racismo, está certo. É verdade que os europeus quando querem sabem ser racistas e xenófobos como ninguém. Mas há os que não só se adaptam como chegam ao topo da sociedade, como Ayan Hirsi Ali, Magdi Allam e um que outro empresário turco. Claro, nem todos tem a inteligência necessária para subir, e a maioria continuará em empregos de segunda. Mas não é isso que explica o radicalismo. Como eu já demonstrei antes, são os mais bem acomodados os que se tornam radicais. Por que?
O problema é anterior, o problema é que as grandes massas muçulmanas são incentivadas (por seus imam e líderes) a NÃO se assimilar, a não aprender a língua e a viver em guetos auto-isolados. Isso não é uma imposição européia, embora possa (pelo momento) ser conveniente a ambos os lados. É, em parte, por motivos religiosos (diz o Corão que os muçulmanos não devem ser amigos de judeus e cristãos, apenas de outros muçulmanos), e em parte por intenção dos radicais, aos quais serve um grupo raivoso e não-integrado.
Não acho que tenha nada a ver com satisfação de necessidades pessoais, quer dizer, que necessidade é satisfeita com explodir-se no metrô e matar dezenas?
Olha essa parte de Iman dizendo que bom muçulmano não deve se acostumar a conviver com judeu e cristão me traz muitas dúvidas….
É sabido da tolerancias dos reis árabes na Espanha para com judeus e cristãos!
O que mudou nesses 600 anos?
Ou o Islã parou na idade das trevas….ou regrediu?
Não! a religião foi reinterpretada!
Como o catolicismo se reinterpretou…se dando papeis que o evangelho por Jesus nunca lhe permitiu……
Bem o Islã hoje é por demais problemático na medida que restringe a modernização das idéias e costumes….e uma boa fonte de informação sobre o verdadeiro evangelho que Deus nos deu atraves de Jesus….voce encontra lendo os livros de Allan Kardec…Fraternidade Branca e outros ramos espiritas ocidentais…recomendo….boa leitura…quem sabe voce se torna também um adepto!?
mas os imigrantes árabes que vieram para o Brasil e se adaptaram eram cristãos…..
Pessoal, é melhor ir se acostumando. A Al- Qaeda veio para ficar. E por um tempao. Nossos netos e provavelmente os bisnetos estarao discutindo sobre este movimento e a tal guerra infinita de civilizaçoes na qual já estamos mergulhados. As Cruzadas modernas, pelo petróleo, pela venda de armas. A História se repete, e sempre como farsa (Bushinho, o asno feito gente, tao ”iluminado” quanto o Bin Laden. Alguma diferença?).
Lembram-se do livro “1984″ e do excelente filme nele baseado com o Richardo Burton no papel principal? Uma obra-prima. Viram como o personagem do Burton é torturado no filme, só porque ensaia uma resistência à ”democracia” do Big Brother ocidental? Nenhuma diferença com Abu Ghraib e Guantamano. Pois é, além do Big Brother omnipresente na TV e em casa (espiando eu e você por meio de um chip na TV), e a perda das liberdades fundamentais (hoje notória nos USA e se alastra como praga pelos países ditos “livres”), o noticiário da TV (no filme) sempre cobria uma guerra ao longe, escura, larvada, sem fim, longínqua, mal contada, manipulada (igualzinho o que acontece atualmente).
Ainda vem muita guerra por aí, e mais alguns milhoes de mortos. Muito canalha fica milionário; quanto mais guerra, melhor. Estados, países ricos vivem disso, tal os USA, Israel, Russia, Inglaterra, França, vendendo armas terríveis. A raça humana nao consegue viver sem guerras; somos predadores por excelência, tá no DNA. A IRA durou (e ainda dura, larvada) há mais de 100 anos, a Al-Qaeda passará de 200. Vem lá, vem ver, como tem sangue na TV! Haja figado!
Preparem-se: nossas bisnetas estarao usando burca. E os bisnetinhos aquela djalabeia sôlta, branquinha e fresquinha, com o o pinto balançando lá embaixo, arejado, levando aquela brisazinha confortável, marinha de preferência.
Salam’aaleikum, brothers!
Mané,
Mesmo na Espanha (Andalusia), havia reinos mouros e reinos mouros…
Por exemplo, o Maimônides (filósofo judeu) viveu em Córdoba sob o domínio árabe reltivamente benigno dos Almorávidas, até que a terra foi invadida pelos Almofadas (outra tribo árabe, mais radical, que pregavam uma versão mais “pura” do islamismo - mais ou menos como os sauditas de hoje), e expulsaram judeus, cristãos e etc, e oferecendo-lhes gentilmente a conversão ou a morte. Maimônides e cia. tiveram que fugir.
Marcos Araújo,
Se você acha que nos USA não tem “liberdades fundamentais”, é porque não sabe o que rola no Irã, Egito, Coréia do Norte, “Kuzuquistão” e Brasil…
No mais, em um século e meio o Islã estará provavelmente extinto (após grandes guerras).
Marcos Araújo: pô, calma aí… 1984 não retrata uma democracia. Aliás, sequer retrata um regime que pretende se apresentar como democracia. Aquele é um regime totalitário no qual não há qualquer liberdade de expressão.
Disto, os EUA não podem ser acusados. Escândalos de tortura no Iraque, mortes de iraquianos e Guantánamo são furos da imprensa norte-americana.
para quem já fea a Cultura Inglesa
http://blogs.dailymail.com/donsurber/2007/09/17/cartoonist-to-al-qaeda-bite-me/
Mr X,
Vejo que o progresso subiu em sua mente, no mar de 1,3 bilhão, vc consegui ver dois que são moderados, eu a Ali Kamel, obrigado.
Mas vejo tmb que ainda há muito o que aprender, o pecado foi vc falar que no Alcorão está escrito para não ser amigo de cristãos e judeus.
Mas pelo menos há progresso.
X.
Se eu seguir a sua lógica do final do seu comentário devo entender que todo o jovem de classe média brasileiro deve ser encarcerado e espancado pois seria um criminoso e um covarde. Afinal, a frequência com que aparece um caso de gente desse tipojogando ovos, espancando ou queimando alguém, seja índio, mendigo ou empregada doméstica no Brasil é maior do que a de atentados terroristas na Europa.
Ok, bobagens que os caras fizeram pode-se citar um monte. Já começaria pela destruição da biblioteca de Alexandria, porém a lógica do califa era irretorquível para qualquer inquisidor espanhol.
“Se o que está na biblioteca já aparece no Corão então é desnecessário, se não aparece é blasfêmia.”
Ainda assim não acho que um grupo tão grande e variadopossa ser reduzido a um esterótipo. Ou pelo menos que seja que o grupo que eu ou vc fazemos parte.
Renato,
Por mais que vc queira defender o islã cuidado com os impropérios.
Destruction of the Library(de Alexandria)
Ancient and modern sources identify four possible occasions for the destruction of the Library:
1. Caesar’s conquest 48 BC;
2. The attack of Aurelian in the 3rd century;
3. The decree of Theophilus in 391;
4. The Muslim conquest in 642 or thereafter.
Each of these has been viewed with suspicion by other scholars as an effort to place the blame on particular actors. Moreover, each of these events is historically problematic. In the first case, there is clear evidence that the Library was not in fact destroyed at that time. The third episode is attested by no ancient authors, and was more or less “deduced” by Edward Gibbon from a single vague sentence written by Paul Orosius that did not refer to the Serapeum at all.[9] The fourth episode was not documented by any contemporary source, although some maintain that the final destruction of the Library took place at this time.[10]
[edit] Caesar’s conquest 48 BC
Plutarch’s Lives, written at the end of the first or beginning of the second century, describes a battle in which Caesar was forced to burn his own ships, which in turn set fire to the docks and then the Library, destroying it.[11] This would have occurred in 48 BC, during the fighting between Caesar and Ptolemy XIII; Ammianus Marcellinus may be an independent witness to this fact (see below). Only 25 years later Strabo saw the Library and worked in it; however, Plutarch also explains this. During Marcus Antonius’ rule of the eastern part of the Empire (40-30 BC), he plundered the second largest library in the world (that at Pergamon)and presented the collection as a gift to Kleopatra as a replacement for the loss of the original Museum library.
[edit] Attack of Aurelian, 3rd century
The Library seems to have been maintained and continued in existence until its contents were largely lost during the taking of the city by the Emperor Aurelian (270–275), who was suppressing a revolt by Queen Zenobia of Palmyra.[12] The smaller library located at the Serapeum survived, but part of its contents may have been taken to Constantinople to adorn the new capital in the course of the 4th century. However, Ammianus Marcellinus, writing around 378 AD seems to speak of the library in the Serapeum temple as a thing of the past, and he states that many of the Serapeum library’s volumes were burnt when Caesar sacked Alexandria. As he says in Book 22.16.12-13:
“Besides this there are many lofty temples, and especially one to Serapis, which, although no words can adequately describe it, we may yet say, from its splendid halls supported by pillars, and its beautiful statues and other embellishments, is so superbly decorated, that next to the Capitol, of which the ever-venerable Rome boasts, the whole world has nothing worthier of admiration. In it were libraries of inestimable value; and the concurrent testimony of ancient records affirm that 70,000 volumes, which had been collected by the anxious care of the Ptolemies, were burnt in the Alexandrian war when the city was sacked in the time of Caesar the Dictator.”
5th century scroll which illustrates the destruction of the Serapeum by Theophilus
5th century scroll which illustrates the destruction of the Serapeum by Theophilus
While Ammianus Marcellinus may be simply reiterating Plutarch’s tradition about Caesar’s destruction of the library, it is possible that his statement reflects his own empirical knowledge that the Serapeum library collection had either been seriously depleted or was no longer in existence in his own day.
[edit] Decree of Theophilus in 391
In 391, Emperor Theodosius I ordered the destruction of all pagan temples, and Patriarch Theophilus of Alexandria complied with this request[13].
Socrates Scholasticus provides the following account of the destruction of the temples in Alexandria in the fifth book of his Historia Ecclesiastica, written around 440:
“ At the solicitation of Theophilus, Bishop of Alexandria, the Emperor issued an order at this time for the demolition of the heathen temples in that city; commanding also that it should be put in execution under the direction of Theophilus. Seizing this opportunity, Theophilus exerted himself to the utmost to expose the pagan mysteries to contempt. And to begin with, he caused the Mithreum to be cleaned out, and exhibited to public view the tokens of its bloody mysteries. Then he destroyed the Serapeum, and the bloody rites of the Mithreum he publicly caricatured; the Serapeum also he showed full of extravagant superstitions, and he had the phalli of Priapus carried through the midst of the forum. Thus this disturbance having been terminated, the governor of Alexandria, and the commander-in-chief of the troops in Egypt, assisted Theophilus in demolishing the heathen temples. ”
The Serapeum once housed part of the Library, but it is not known how many, if any, books were contained in it at the time of destruction. Notably, the passage by Socrates Scholasticus, unlike that of Ammianus Marcellinus, makes no clear reference to a library or library contents being destroyed, only to religious objects being destroyed. The pagan author Eunapius of Sardis witnessed the demolition, and though he detested Christians, and was a scholar, his account of the Serapeum’s destruction makes no mention of any library. In short, there is simply no evidence whatsoever to support the contention that Christians destroyed the Library. Paulus Orosius admitted in the sixth book of his History against the pagans: “Today there exist in temples book chests which we ourselves have seen, and, when these temples were plundered, these, we are told, were emptied by our own men in our time, which, indeed, is a true statement.” But Orosius is not here discussing the Serapeum, nor is it clear who “our own men” are (the phrase may mean no more than “men of our time,” since we know from contemporary sources that pagans also occasionally plundered temples).
As for the Museum, Mostafa El-Abbadi writes in Life and Fate of the ancient Library of Alexandria (Paris 1992):
“ The Mouseion, being at the same time a ’shrine of the Muses’, enjoyed a degree of sanctity as long as other pagan temples remained unmolested. Synesius of Cyrene, who studied under Hypatia at the end of the fourth century, saw the Mouseion and described the images of the philosophers in it. We have no later reference to its existence in the fifth century. As Theon, the distinguished mathematician and father of Hypatia, herself a renowned scholar, was the last recorded scholar-member (c. 380), it is likely that the Mouseion did not long survive the promulgation of Theodosius’ decree in 391 to destroy all pagan temples in the City. ”
John Julius Norwich’s “Byzantium: The Early Centuries” places the destruction of the library’s collection during the anti-Arian riots in Alexandria that transpired after the imperial decree of 391 (p314).
[edit] Muslim conquest in 642
Several historians told varying accounts of a Muslim army led by Amr ibn al ‘Ass sacking the city in 645, and that the commander asked the caliph Umar what to do with the library, and received the response “…if what is written in them agrees with the Koran, they are not required; if it disagrees, they are not desired. Destroy them therefore.”, and thus burned the books to heat bathwater for the soldiers.[14][15] However the legend has been dismissed by some as a later invention of Christian crusaders eager to justify the “barbarism” of Muslim armies.[16]. While the first Western account of the supposed event was in Edward Pococke’s 1663 century translation of History of the Dynasties, it was dismissed as a hoax or propaganda as early as 1713 by Fr. Eusèbe Renaudot, and other later scholars agreed, including Alfred J. Butler, Victor Chauvin, Paul Casanova and Eugenio Griffini[17]. Recently, in 1990, Bernard Lewis argued that the original account is not true, but that it survived over time because it was a useful myth for the later Muslim leader, Saladin, who also found it necessary to destroy a library. Lewis proposes that the story of the caliph Umar’s support of a library’s destruction may have made Saladin’s actions seem more acceptable to his people.
A fonte é da wikipédia.
Mas renato, dos quatro acusados da destruição nós temos dois imperadores(pagãos), um cristão copta(meu xará) e um muçulmano, sendo que a hipótese de ter sido o muçulmano é a mais fraca.
Quem que vc acusa sem sombra de dúvida, o muçulmano lógico.
Ok Theo, mea culpa. Realmente não pesquisei antes de escrever. Tenho um certo ceticismo em relação a wikipedia, mas não tenho outras referências para contrabalança-las. Portanto vc tem razão. :-)
Lembrei do fato mais para ilustrar que considero que a idiotice é um defeito democrático e distribuído em qualquer cultura, cristã, mulçumana, hindu etc.
Pedro Doria: Note que, no meu comentário acima, grafei democracia entre aspas.
Se queres conhecer a verdadeira democracia estilo Tio Sam, leia Gore Vidal. Verá que nao estamos muito longe do totalitarismo traçado por George Orwell.
A democracia americana é uma fachada; pergunte aos negros do sul e as vítimas do furacao Katrina….
Marcos Araújo: perdão, estava mesmo entre aspas. E leio um bocado Gore Vidal.
Imagina… sei contar trocentos problemas na democracia norte-americana. Podemos ser até mais superficiais do que falar da vida dos negros do sul, basta lembrar da Flórida em 2000.
Mas, desculpe, está muito longe de ser como o mundo do Grande Irmão.
Esse cara que escreveu este pseudo artigo fajuto sobre al quaeda, é um imbecil e não sabe analisar nada. Na verdade é um pequeno burguês fascista,possivelmente judeu sionista,que se arvora de analista , notadamente tropeçando na sua loucura,demência e terror delirante.
É DE DAR TRISTEZA A IMBECILIDADE E A FALTA DE CONSCIÊNCIA CRÍTICA DE MUITOS JORNALISTAS DE “ALDEIA”, COM ” j” minúsculo, FASCISTIZADOS PELA IDEOLOGIA QUE ORIENTA AS LINHAS EDITORIAIS E AS NOTÍCIAS DOS JORNAIS DOS QUAIS SÃO VERDADEIROS SERVOS SEM NENHUMA DIGNIDADE OU HONESTIDADE INTELECTUAL.
É PRECISO TER MUITO CUIDADO COM CERTO TIPO DE IMPRENSA, QUE TEM NOS SEUS QUADROS , PUPILOS AFAGADOS COM BENESSES E CONVITES DE ESPIÕES AMERICANOS , PARA CONHECER A AMÉRICA E SUA COMPLEXA REDE DE ENSINAMENTOS DE MANIPULAÇÃO DE INFORMAÇÃO, TÉCNICAS DE DESINFORMAÇÃO, SOB O CONTROLE DISSIMULADO DO GOVERNO TERRORISTA DA CASA BRANCA E DOS RICOS JUDEUS SIONISTAS QUE CONTROLAM A MÍDIA, O CINEMA E A BOLSA DE VALORES NAQUELE PAÍS.
ESTE PEDRO DÓRIA, JORNALISTA DE SEGUNDA CATEGORIA, COM O SEU JORNAL ESTADÃO DESACREDITADO, SÓ PODE MESMO É ENTREVISTAR ELEMENTO SUSPEITO, DE ORIGEM ITALIANA, POSSIVELMENTE PARENTE DE MAFIOSOS, NUMA ITÁLIA FAMOSA, POR EXPORTAR ESTE TIPO DE GENTE.
TANTO O JORNALISTA PEDRO, COMO O LORENZO VIDINO OU VIVALDINO, RECRUTADO PELA CIA, PARA SERVIR DE ANALISTA CAOLHO, COM VISÃO DISTORCIDA DO MUNDO E DA REALIDADE POLÍTICA, SÓ DEMONSTRAM POBREZA DE IDÉIAS E DEFICIÊNCIA NAS ATIVIDADES QUE DIZEM SER ESPECIALISTAS.
QUANTA HERESIA, EM COMPARAR O SHEIK OSAMA BIN LADEN, A UM “QUASE MARXISTA QUE PARECE TENTAR SEDUZIR O PÚBLICO OCIDENTAL ANTIGUERRA”. SIC.
É INDUVIDOSO QUE OS SENHORES PEDRO E LORENZO VIDINO, NÃO CONHECEM A TEORIA MARXISTA, MUITO MENOS O SEU MODO DE ATUAÇÃO REVOLUCIONÁRIA, PARA IDENTIFICÁ-LA COM O ISLAMISMO MILITANTE E A SUA IDEOLOGIA POLÍTICO-RELIGIOSA.
HÁ UMA DIFERENÇA ABISMAL ENTRE AMBAS, CONTUDO, OS SENHORES SOMENTE APRENDERÃO ISSO COM MUITA LEITURA E LIVRES DE PRECONCEITOS.
É MELHOR APRENDER LOGO, PARA NÃO SE DESMORALIZAR MAIS ADIANTE, PASSANDO ATESTADO DE IGNORÂNCIA. POIS, NÃO PERDEREI TEMPO EM ESPLICAR O ASSUNTO NA SUA INTEIREZA.
Como faço para poder me comunicar com o senhor Lorenzo Vidimo?Por obséquio,informe-me no site joaumatias@bol.com.br.