Pedro Doria | Weblog

um pouco do mundo, todos os dias

pedrodoria.com.br header image 2

Open thread

September 10th, 2007 · · 210 Comentários

E quem dirá que não.

Tags: Open thread

210 Comentários até agora ↓




  • 1 Chesterton Dracul // 10/September/2007 às 17:33

    http://c-avolio.com/2007/09/surreal.html

  • 2 Pax // 10/September/2007 às 17:43

    Chesterton, velho e bom Chesterton, e Mr X, enorme Mr X de 2,09 m de altura.

    O que vocês têm contra a lei Rouanet?

  • 3 Chesterton Dracul // 10/September/2007 às 17:46

    hein?

  • 4 Pax // 10/September/2007 às 17:46

    PD, sugestão para o blog: Coloque o número de comentários ao lado, na lista deles. Hoje tem a data, mas o número é legal e explico porque:

    - Você na casa nova tá bastante produtivo, há post pra caramba. Há dias que vários aparecem.
    - A gente, que trabalha régiamente pago por você, as vezes quer acompanhar uma ou outra discussão que fica boa.
    - Sem o número de comentários a gente tem que entrar lá e ver se rolou mais alguma argumentação na discussão.
    - Eu, pelo menos, aqui com essa conexão satélite cara pra caralho e lenta pra buceta, me fodo todo.

    Sacou?

  • 5 Ricardo Cabral // 10/September/2007 às 17:54

    Apoiado, Pax!

  • 6 Chesterton Dracul // 10/September/2007 às 17:57

    Ahn, Pax, o assunto do outro topico. Leia este parágrafo

    Quando os ideólogos do governo petista falam na “administração de políticas públicas” para o fomento da cultura, a primeira providência que tomo é esconder a minha magérrima carteira. É que nesta simples conjunção de palavras, “políticas públicas”, se escamoteiam hoje todo um vasto mundo de parasitismo corporativo, dirigismo artístico, malandragem política, controle burocrático e, inevitavelmente, o aumento imediato da carga tributária para o usufruto de militantes que usam as artes como “ferramenta” ideológica da “luta social”.

  • 7 Pax // 10/September/2007 às 18:08

    Putz Chesterton, velho e bom Chesterton, eu discordo em partes.

    A Lei Rouanet é de renúncia fiscal, ou seja o governo libera uma parte dos impostos das empresas para que elas financiem cultura. O projeto tem uma planilha de custos super bem elaborada e acompanhada.

    Artistas não globais, que não vão no Domingão do Faustão (arg) têm enorme dificuldade em fazer suas artes chegarem ao público, de forma geral. Uma banda do SE não vai ao NE porque as passagens, hospedagem, alimentação etc não são cobertas pela bilheteria a recíproca é mais verdadeira ainda. Pra esses, a Lei Rouanet é uma luz no fim do tunel. Além desse exemplo, gravações de discos, exposições de artes plásticas, montagem de espetáculos populares etc.

    A parte que concordo do mau uso é a Lei Rouanet pra mega artistas. Eles não precisam e usam sim. Esses que se banquem, não precisam mais de incentivo mesmo.

    Outra parte que concordo é que agora até as igrejas evangélicas mais canalhas estão pleiteando o uso dessa lei, num absurdo criminoso até.

    Enfim, é uma discussão longa, mas a princípio sou favorável aos princípios dessa lei. A Cultura deve ser incentivada pelo Estado na medida do possível.

  • 8 pedro direitoba // 10/September/2007 às 18:08

    Será que a crise pegou o Kupfer? Ele não posta nada há dias.

  • 9 Monsores // 10/September/2007 às 18:22

    Pax,

    Concordo com você em relação a Lei Rouanet.
    Em relação a sua sugestão pro PD, concordo também, mas ou eu entendi mal ou a numeração já existe.

    Aqui pra mim ela aparece no título do post, no fim do mesmo e ao lado de cada comentário. Procede ou eu entendi mal mesmo?

    Abraço,
    André

  • 10 Chesterton Dracul // 10/September/2007 às 18:26

    renuncia fiscal de uns, é aumento da carga tributaria de outros, simples assim.

  • 11 Pax // 10/September/2007 às 18:28

    Monsores, aparece se você rolar a tela sim, na tela principal, mas necessáriamente passando pelos textos de todos os posts. O que digo é pra colocar o número de comentários na lista de títulos “Posts Recentes”, que fica aqui do lado direito. Sacou?

  • 12 Esteban Vianna // 10/September/2007 às 18:31

    Gostei do que o Chesterton disse dois posts atrás: se o filme foi pago com recursos da lei Rouanet, não me parece haver nada imoral em baixá-lo e distribuí-lo pela internet. Ora, neguinho não diz por aí que a intervenção do Estado na produção cinematográfica visa a fazer chegar ao público filmes que nem seriam feitos, a se depender totalmente do mercado? Downloads pela internet são uma forma eficientíssima de difundir um filme.
    Taí uma idéia para o Gil e para o Manoel Rangel. O filme recebeu dinheiro público, diretamente ou ou por meio da lei Rouanet? Bota pra download gratuito na net (no site dominiopublico.gov.br, por exemplo). Pode-se até dar uma carência de alguns meses para exibição em cinemas. Depois, bola na rede.

  • 13 Pax // 10/September/2007 às 18:33

    Chesterton, velho e bom Chesterton,

    Cultura pra todos é menos ignorância pro povo. Achei que Educação e Cultura fossem temas pacíficos entre você e mim. Simples assim. Incentivar a cultura é mixaria. Quer reduzir a carga tributária em 20 a 30%? É só fiscalizar bem e prender os fiscais corruptos, boa parte deles. É mole. Essa é a renúncia fiscal mais canalha que existe, a dos empresários que não pagam impostos. A dos profissionais liberais que não dão nota fiscal e por aí afora. Isso monta de 20 a 30 % fácil de sonegação. A renúncia fiscal pra Cultura não chega a 1% do todo, muito menos que isso. Saber focar onde se dá tiro dá caçada melhor.

  • 14 Pax // 10/September/2007 às 18:36

    Como se a Lei Rouanet fosse para pagar a sobrevivência dos artistas… putz, vamos dar palpites onde a gente entenda um pouco? Valeu?

  • 15 Esteban Vianna // 10/September/2007 às 18:37

    Outra discussão incidental no post Tropa de Elite. O direito ao uso e abuso de meu corpo é absoluto? O Estado tem direito de me constranger a doar órgão, a comer o que bem entender, a escalar a montanha que quiser com qualquer tempo? A receber transfusão de sangue? A sofrer eutanásia (desde que esteja consciente ou tenha deixado prévia autorização)? A digir sem cinto de segurança? A tomar o remédio que bem entender, a qualquer hora? A consumir álcool, tabaco, entorpecentes independentemente de minha idade?

  • 16 Monsores // 10/September/2007 às 18:42

    Pax, agora sim ;)

  • 17 josef mario // 10/September/2007 às 18:51

    Companheiros de esquerda, maoístas e bolivarianos
    Eu, josef mario, devo dizer que nunca dependi, não dependo e nunca dependerei do estado para porra nenhuma. Quem não tem competência para se estabelecer sem as esmolas do estado que arrume uma boquinha em uma estatal qualquer e vire funcionário público. Esta lei rouanet não gera cultura alguma e é mais um ralo a sorver o nosso dinheiro. Para mim, josef mario, independente do tamanho, não existe ralo bom. Ou melhor, ralo bom é ralo fechado.
    Muito obrigado.

  • 18 Pablo Vilarnovo // 10/September/2007 às 19:08

    Pax - Não discordo dos princípios da Lei Rouanet, porém da maneira que é feita hoje transformou a atividade de ciname em um hobbie remunerado.

    Não há o menor sentido em dar dinheiro a filmes que ninguém vê, apenas por causa do discurso de incentivo à cultura. Isso não é só filmes não, recentemente li que uma cantora dessas ganhou dois milhões de reais para gravar seu CD e divulga-lo. Pera aí??? Isso virou palhaçada…

    Diretores ganham dinheiro de renuncia fiscal, fazem filmes que são fracassos, não prestam contas de nada e ainda embolsam parte desse dinheiro.

    E isso sem contar que grande parte dessas empresas são “do povo”. Estatais que, devidamente aparelhadas, só cedem dinheiro para cineatas da “causa”.

    Nosso amigo josef mario está certíssimo. Se o sujeito não tem competância para ganhar dinheiro produzindo cultura - que é sim um produto - que faça outra coisa.

  • 19 Ricardo Cabral // 10/September/2007 às 19:10

    Pobre do Cheiro do Ralo…

  • 20 Pax // 10/September/2007 às 19:16

    Pablo Vilarnovo, você cita dois exemplos do mau uso da lei pra dizer que todo uso da lei é assim. Não é. Há milhares de pequenos artistas que se beneficiam dela. O primeiro disco de um, uma turnê de outro, muitos, a grande maioria que realmente precisa de empurrão. Competência pra produzir dinheiro com arte? Essa arte enlatada americana que compramos a rodo? Essa arte porcaria que a Globo nos brinda? Isso é arte? Prefiro artistas populares, do povo brasileiro e que têm enorme dificuldade de sobreviver, quem dirá de expor seus trabalhos. Se há mau uso da lei e não nego isso, que esse mau uso seja coibido. Mas não generelizemos porque distorce a questão sobremaneira.

  • 21 pedro direitoba // 10/September/2007 às 19:35

    Putz, esse negócio do deus- mercado outra vez. Bobagem é financiar gente renomada, que não precisa de qualquer incentivo, ao contrário de quem quer iniciar carreira. Aliás, sobre mercado acabo de ler uma notícia de que as regiões rurais dos EUA não possuem acesso à conexão de banda larga porque não é lucrativo para as provedoras. No Brasil o que seriam das populações marginalizadas sem programas de inclusão até de luz????? Deus-mercado vá para o diabo que o carregue!

  • 22 proftel // 10/September/2007 às 19:54

    Pôxa, já vi muita babaquice que dois ou três críticos dizem que é arte e algum idiota acha que por causa disso tem que ser enfiado goela abaixo do povo, e com incentivo da dita Lei.
    Afinal, qual o critério para dizer se isso ou aquilo é arte?
    Mem sempre o troço vai aculturar o povão, apenas afaga o ego d’uma pequena elite.

  • 23 Pedro Doria // 10/September/2007 às 19:55

    Pax: vou descobrir como se faz e faço.

  • 24 Brancaleone // 10/September/2007 às 19:59

    Pois é.
    Tem uma amigo meu que não usa cinto de segurança porque diz se o carro pegar fogo demora para sair…
    Tem gente assim, Interpretam leis ao seu bel prazer e pronto.
    Tem que financiar arte sim, mas não filmeco prá intelectual - destes que nem meia dúzia assiste - tipo de filmeco que o Paulo Francis definia assim: O diretor é genial mas o filme é uma merda…
    Artistas competentes e não reconhecidos pelo público devem beneficiar-se da lei.
    Mas no Brasilaté mais nobre das intenções é utilizada por uns poucos facínoras.
    Por falar nisso, o Guilherme Fontes já acertou as contas? e a Norma Benguel? já devolveu o apartamentaço comprado com a Lei Ruanet?
    É isso aí…

  • 25 Éd Lascar // 10/September/2007 às 20:07

    Peraí, pagar primeiro CD, turnês! ? Lamento Pax, mas é uma roubada isso. O artista que tem talento caminha com suas próprias pernas para um destaque, claro que precisará de alguém que o incentive financeiramente, mas sob um contrato que volte ao que apostou nele o dinheiro -pelo menos em parte- expendido.

    Quem não tem competência não se estabelece. Isto deveria ser a regra geral também na cultura.
    Está cheio de merda patrocinada por nós, já que o que não se arrecada poderia estar sendo dirigido para a saúde. Se você não tem saúde (e o brasileiro não tem ,e eu testemunho isso diariamente) pra que ficar pagando picaretas que se dizem artistas! Que vão para o diabo! Dispenso suas arti-manhas!
    Se o governo quer dar arte ao povo que contrua -e mantenha, principalmente, teatros. Dê um suporte mais abrangente. Esta lei Rouanet, embora não tenha me detido no assunto, é um leite de pato para petralhas, além de tudo.

    Abs.

  • 26 Éd Lascar // 10/September/2007 às 20:09

    Voltando como se abstrair e gozar perante a uma obra de arte , ou artista se você está com tuberculose, verminose, hipertensão, diabetes, sarna, dpoc e outras coisas?!
    Não dá!

  • 27 Ricardo Cabral // 10/September/2007 às 20:40

    A desconfiança a respeito da corrupção brasileira é tanta, que até entendo a posição de alguns comentaristas por aqui. Porém, quero dizer que discordo sobre essa conversa de “competência” em relação às artes em geral, especialmente quando a competência de que se fala diz respeito ao sentido mercadológico do termo.
    Só para ficar num único exemplo: penso na produção brasileira de “arte naïf”, muito apreciada na Europa, com trabalhos belíssimos de artistas super talentosos refletindo aspectos próprios da nossa cultura, da nossa história etc. Existem ao menos 2 museus de arte naïf aqui no Rio — o MIAN, no Cosme Velho, é um deles — que recebem visitas o ano inteiro, que têm acervos de reconhecida qualidade, que promovem eventos, visitas para escolas, oficinas de arte, mas que são deficitários, com pouco ou nenhum apoio estatal ou mesmo da iniciativa privada. Qual seria a solução? Fechá-los? Trata-se de que sejam lucrativos? Essa é a sua finalidade? Deve-se implantar um modelo único para o financiamento de todo tipo de arte? Péra lá, há diversos tipos de arte, até mesmo a arte picareta… Mas nem todos — talvez o certo seja dizer “pouquíssimos” — terão possibilidades de subsistir sem algum tipo de subvenção. aliás, é assim que se faz no planeta inteiro, diga-se de passagem.
    E faço minhas as palavras do Pax, em seu comentário de número 20: “Se há mau uso da lei […], que esse mau uso seja coibido. Mas não generalizemos porque distorce a questão sobremaneira.”

  • 28 Éd Lascar // 10/September/2007 às 21:07

    Sei não, Ricardo Cabral. Museus devem ser amparados por fundações e pelo governo. Já a arte terá de se sustentar ou morrer, se transmutar , reencarnar ou seja o que fôr!

    Tenho um amigo pintor. Começou modesto, agora já tem trabalhos muito apreciados pela região e levou-os à França, inclusive. Sobreviveu vendendo seus quadros desde o início.
    Uma obra de -pelo menos- algum talento será reconhecida se se lutar e trabalhar para que isso aconteça.

  • 29 Éd Lascar // 10/September/2007 às 21:08

    Um artigo ótimo metendo um pé na bunda da Rouanet é este

    http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/avesso/index.html

    Perfeito!

    :o)

  • 30 Éd Lascar // 10/September/2007 às 21:10

    Um pequeno excerto do artigo acima:

    “As leis de incentivo à cultura — seja a Rouanet, seja o do audiovisual — são um capítulo do farisaísmo das, como é mesmo?, “elites conscientes” do Brasil. Na maioria das vezes identificadas com teses consideradas “progressistas”, assaltam os cofres públicos com mãos de veludo e, não raro, dizem fazê-lo para o bem dos brasileiros. Por que escritores querem escrever histórias? Boa parte deles diria que é para nos salvar. Por que um cineasta quer fazer um filme? Alguns seriam capazes de jurar que, sem eles, a identidade do Brasil se perderia. As explicações são as mais diversas, mas jamais se assume o óbvio: nada é mais egoísta, pessoal e privado do que a relação do artista com a sua obra. “Arte social” é um capítulo da política (às vezes, da polícia), não da estética. Quem tem de financiar os artistas, suas escolhas e os filmes, livros, CDs, peças de teatro ou exposições de artes plásticas? Os pagantes. Ou um Mecenas.”

  • 31 Ricardo Cabral // 10/September/2007 às 21:24

    Tenho um amigo pintor. Começou modesto, agora já tem trabalhos muito apreciados pela região e levou-os à França, inclusive. Sobreviveu vendendo seus quadros desde o início.
    Uma obra de -pelo menos- algum talento será reconhecida se se lutar e trabalhar para que isso aconteça.

    Voltamos à questão dos exemplos pontuais, Ed, quando do que se trata de bem mais do que isso. Balé, documentários, restauração de obras de arte, ópera, arte sacra. Vamos combinar, nada disso sobreviveria sem algum tipo de subvenção.
    Claro que há porcaria no meio disso tudo, meu caro Ed, mas jogar no ralo boa parte do que presta por conta de dois ou três pilantras é um raciocínio tacanho, meu amigo…

  • 32 Ricardo Cabral // 10/September/2007 às 21:27

    O mecenato como forma de sobrevivência da arte? O RA que vá morar na Florença dos Medici, ou que tenha os seus textos subvencionados pelo papa…

  • 33 Pablo Vilarnovo // 10/September/2007 às 21:40

    Pax - Jogar no colo dos americanos não dá… Chico Buarque precisa de incentivo fiscal? Djavan?

    Ricardo - Sobrevivem em outros países… porque aqui não??? Não existia balé antes da lei? Não existia ópera antes da lei?

    Como falei a intenção da lei não é ruim, o problema é que não nenhum tipo de contra partida. Os artistas beneficiam-se FINANCEIRAMENTE com o lucro de seu trabalho. E se o trabalho for um fracasso - como acontece com a imensa, não é um ou dois casos pontuais não caros Pax e Ricardo, maioria dos filmes nacionais - não tem problema pois o dinheiro não veio do bolso deles mesmo…

    É o capitalismo sem risco…

  • 34 Éd Lascar // 10/September/2007 às 21:44

    ô , Ricardo , com o dinheiro público pode ficar certo que ele não vai! Nem para Dois Córregos!

    O cara tem fibra.

    :o)

  • 35 Pax // 10/September/2007 às 21:57

    Pablo Vilarnovo, não o Chico Buarque não precisa de incentivo fiscal. Já rolou. Vou dar um exemplo concreto, que conheço de perto.

    A Natura Cosméticos, essa empresa totalmente brasileira, que paga todos os impostos, algo em torno de 35% de seu faturamento bruto, que é de algo em torno de 4 bilhões de reais, ou seja, só de impostos recolhidos são 1,4 bilhão por ano. Nessa ordem de grandeza. Até aqui estamos em paz?

    Beleza, essa empresa lançou um programa chamado Natura Musical. Verba de R$ 1 milhão, bem menos que 0,1% do que recolhe para os governos. Essa grana apoiou, por exemplo, um projeto sobre a História da Música Popular Brasileira para Crianças entre outros muito legais, como o do Antonio Nóbrega sobre os 70 anos do frevo no Brasil e esse tipo de coisa. Outro exemplo maravilhoso é o projeto do coreógrado Ivaldo Bertazzo que com a grana da Lei Rouanet, recolheu crianças em comunidades carentes e fez diversos espetáculos de dança com vários prêmios nacionais e internacionais. Agora, boa parte dessas crianças, formam uma companhia de dança.

    Esses, na minha firme opinião, são exemplos mais que bons pra provar que a lei, bem aplicada, é boa pacas.

  • 36 Éd Lascar // 10/September/2007 às 21:57

    As benesses aos “amigos” são o grosso dessas renúncias….que não estamos em condições de renunciar. Não o Brasil.
    As elites (cheias da grana) querem ver balé subvencionado pelo povão, que vão lamber sabão! Ou no meu linguajar mais pesado:

    Que vão se catar!

    Paguem pela qualidade, pela fruição um preço justo. Tirem a mão do bolso do cidadão!

    Abs.

  • 37 Ricardo Cabral // 10/September/2007 às 21:58

    Pablo e Éd, volto ao meu querido e saudoso México, cheio de mazelas, corrupção, narcotráfico, estatismo ao extremo etc., além do carma que é ser vizinho dos EUA. Dito isto, boa parte da arte por lá produzida é financiada pelo Estado. E dá gosto ter o prazer de entrar no palácio Bellas Artes e assistir a concertos, balés, teatro e espetáculos mil, do mundo inteiro, além de visitar museus de tirar o fôlego, boa parte a preços populares. Dá gosto de ver o povão super orgulhoso de visitar tudo isso. Se forem por aquelas bandas — evitando Cancún, pois não é México de verdade, tá? —, experimentem entrar nas lojas do Fonart (Fondo Nacional para el Fomento de las Artesanías), o melhor lugar para encontrar artesanato do mais alto nível, a preços justos. E como funciona bem!
    Vi isso com os meus próprios olhos, e morri de inveja do bem que funciona. E olha que em matéria de corrupção eles são até mais profissionais do que nós!

  • 38 Éd Lascar // 10/September/2007 às 22:01

    Claro que , como exceção à regra, existem os que fazem bom uso deste dinheiro. Taí o programa que apresentou o Pax!

    Mas não vale a pena se tem muita mão boba na bolsa da viúva.

    Abs.

  • 39 Pax // 10/September/2007 às 22:04

    Mas jogo no colo dos americanos sim, o que rola na tv são enlatados da pior qualidade que são empurrados goela abaixo para o povão brasileiro que fica achando que é essa nossa cultura. Não, caro Pablo Vilarnovo, velho e bom debatedor, não é essa nossa cultura. É o samba, o frevo, o maracatu, o bumba meu boi, nossas danças, nossos artesanatos, nossas artes plásticas e nossos filmes, por que não? Nada contra bons filmes produzidos no exterior, mas eles não são a maioria que alimenta nosso povão carente. Pode ter certeza disso.

  • 40 Éd Lascar // 10/September/2007 às 22:06

    A título de dar cultura para quem não está aí para o que se quer impingir -mesmo que seja bom ou do agrado de alguns é que vamos nessa levada:

    350 milhões de reais , POR ANO, para MAIS UMA tevê pública……..que não será tão pública quanto petista, podem crer!
    Vai dar traços e mais traços. Vai empregar petralhas às mancheias!

    Abs.

  • 41 Pax // 10/September/2007 às 22:09

    Caro Delsio, agora você toca no ponto importante da discussão, ou seja, você admite que há bons exemplos, mas que há muito desvio da lei. Pronto, não briguemos mais. É só fazer a lei servir a que se presta. Que nossa cultura se beneficie de leis de incentivo sim senhor e que os desvios sejam coibidos. Pronto, oremos irmãos, congreguemos no mesmo templo.

  • 42 Éd Lascar // 10/September/2007 às 22:10

    Pax, eu não vejo tevê. Há mais de 20 anos isso, mas pelo que sei a Globo tem uma produção mínima de enlatados. Exporta novelas e mini-séries que são os enlatados de muitos países lusófonos e espanhófolos! Eheheh…

    Outras tevês também. Pelo que me dizem são bem produzidos e dirigidos! Aonde você vê tanto enlatado por aqui?!
    Swift!??

    :o)

  • 43 Éd Lascar // 10/September/2007 às 22:11

    Troque, por favor, “produção de enlatados” por “EXIBIÇÃO de enlatados”

    Tks

  • 44 Pax // 10/September/2007 às 22:26

    Putz, morreu a Anita Roddick, fundadora da The Body Shop. A conheci numa palestra aqui. Super legal a mulher.

  • 45 Brancaleone // 10/September/2007 às 22:29

    Não sou xenófibo.
    Uma dieta cinematográfica à base de “Central do Brasil”, “Diários de Motocicleta”, “Cidades dos Homens” e similares é de matar.
    Nem falar daqueles filmes “intimistas”
    ( aghhh!!), “intelectuais” (arghh duplo!!) ou “viscerais” ( triplos arghhhs!!!) onde para se entender é necessário PHD magnum cum lauda em Oxford ou aquelas coisas de “cinema novo” - uma câmera na mão, uma idéia na cabeça e um bando de nacionalistas para assistir - Ou como disse um conhecido meu : O filme é uma droga mas é nacional…
    Cinema arte é uma coisa ruinosa, dá prejuízo, ainda mais quando o sujeito é artista e não diretor. Diretor artista sabe fazer arte boa e ganhar dinheiro com isso.
    Quanto a outras formas de arte, recentemente lí ou ví um livro de fotos de um sujeito. O livro pago pela tal Ruanet. Uma titica. Eu e minha Trip 35 fazemos coisa melhor.
    Já um outro sujeito que tem um trabalho excelente de fotos de fachadas de casarios do Brasil inteiro não consegue editar nada…

  • 46 Brancaleone // 10/September/2007 às 22:30

    Xenófibo é f…

    é Chenófobo, ou será xenóphobo ou schenofóbo ou sei lá!!!

  • 47 Pax // 10/September/2007 às 22:35

    Delsio, você não vê tv? Caramba. Fico curioso. Eu vejo cada vez menos, mas vejo bastante, ainda mais morando na roça, indo cada vez menos a cinema e teatro, infelizmente. Shows de música ainda vou, me desentoco e vou. Telejornais adoro. Novela nunca. Filmes bastante. Documentários pra caramba. Mas ouço rádio também e gosto muito. O Herodoto Barbeiro, de manhã… logo cedo… bem, nem vou falar senão o Pedro Doria ficará com ciúmes e pode cortar minha promoção e aumento salarial aqui.

  • 48 Pax // 10/September/2007 às 22:47

    Amanhã, bem, amanhã é 11/9 - já lá se vão 6 anos… putz.

    Tomara que não haja comemorações de fanáticos, com fogos de artifício explodindo gente inocente.

  • 49 Dom Casmurro Patriarca // 10/September/2007 às 22:49

    “Quem não tiver competência para fazer dinheiro com cultura que vá fazer outra coisa.”
    Em resumo, é essa a opinião do pessoal da direita por aqui.
    O grande Nietzsche, que o pessoal da direita tanto adora (mas que serve para interpretações esquerdistas também), se fosse viver da venda dos seus livros, estaria literalmente lascado!

  • 50 Dom Casmurro Patriarca // 10/September/2007 às 22:50

    Mozart viveu pobre e pobre morreu.
    Não se sabe nem onde o seu corpo está sepultado.

  • 51 Brancaleone // 10/September/2007 às 22:53

    Dom Casmurro:

    Tenha muito, mas muito cuidado com aqueles que escrevem livros para obter lucros com a venda deles. Veja o exemplo do Paulo Coelho
    ( aaarrrggghhh!!!).

  • 52 Pax // 10/September/2007 às 22:53

    Se isso aqui não for um bom exemplo, eu me calo:

    Do Natura Musical

    Turnê Missa afro-brasileira – Coro Madrigale
    O projeto Série Compositores Brasileiros, do Coro Madrigale, visa homenagear obras nacionais do século XX através de uma série de cinco apresentações pelo interior do estado de Minas Gerais. Músicos como Villa-Lobos e Ernesto Nazaré, entre outros, terão suas obras adaptadas para coro.

  • 53 Pax // 10/September/2007 às 22:55

    Se isso aqui não for um bom exemplo, eu me calo:

    Do Natura Musical

    Luthier
    Ensino da arte de construir instrumentos musicais de qualidade para adolescentes e jovens carentes, em situação de risco ou de baixa renda, utilizando madeiras de reflorestamento” - O projeto prevê a montagem de um ateliê de construção de violões e viola caipira de qualidade para adolescentes e jovens carentes.

  • 54 Dom Casmurro Patriarca // 10/September/2007 às 22:59

    Brancaleone,

    “Cultura Comercial” é quase sinômimo de cultura de pouco valor.

  • 55 Chesterton-Dracul- El Cid // 10/September/2007 às 23:04

    Se a Natura quer fazer cultura, que faça com o dinheiro dela. Se ela acha que pode usar a lei para faturar um troquinho, todo mundo pode.
    Independente se eu sou contra ou a favor da lei Rouanet, se o filme foi feito com dinheiro público, é meu. Farei cópias mil, e vão eles para a pqp (rimou, será que é cultura? Quero verba para fazer versos…)

  • 56 Chesterton-Dracul- El Cid // 10/September/2007 às 23:07

    o que a Natura fatura em publicidade com este milhão investido, é muito mais. Que nem a Globo no Globo esperança, tudo negociata. Vou até a Natura me “apropriar” da minha parte.

  • 57 Brancaleone // 10/September/2007 às 23:10

    Assim eu não durmo!!

    Dom Casmurro:

    Cultura e pouco valor é relativismo barato.

    O Néco Pinga aqui pinta carrocerias de caminhões. Vem gente de fora trazer serviço para ele. Cobra 500,00 para tôco, 700 para trucado, 1.000 para carreta e 1.200 para cavalo e julieta. É mais bonito que qualquer pintura moderna, destas que infestam as tais bienais - alías, ví um treco do Cildo Meireles que pelamordedeus!!! é estelionato!!!
    Cultura comercial são obras que pessoas comuns podem compar e não apenas a elite de colecionadores.
    E cultura não tem que ter “valor”. Cultura tem que ser tão barata quanto água e tão contagiosa quanto a varíola. Cultura elitista - seja pelo preço ou pela complexidade - não é cultura, é enganação e afetação.

  • 58 Brancaleone // 10/September/2007 às 23:12

    E um ófi tópique:

    Mas que P.Q.P. !!! estes trafcantes do Rio tem uma pontaria lazarenta de ruim!!! Encheram de bala um trem comum ( trem a bala) e não acertaram dois ministros e um bando de puxa sacos!!! Quequeéisso!!! é muita incompetência!!!

  • 59 Éd Lascar // 10/September/2007 às 23:17

    Taí, Pax, a Anita Rodick -de quem aquela coisa…arrrã…de tenista deve ser um off-spring!- cansou de faturar com esta aura cool e , ao longo disso fomentar a arte e outras coisas- com o sucesso comercial de sua grife. Será que ela cavou também nas “minas do povaréu”?!
    Creio que não, mas temos que pesquisar.

    Abs.

  • 60 Éd Lascar // 10/September/2007 às 23:20

    Não tô com o Brancaleone nessa não. Que as elites queiram consumir o melhor -e eles tem a grana para isso- que consumam! É arte de todo o jeito, não existe isso de interditos. Não é condenação só porque é de elite, mas que ponham mão no PRÓPRIO bolso, pois não?!

    Abs.

  • 61 Éd Lascar // 10/September/2007 às 23:29

    Pax, eu não assisto tv aberta desde Roque Santeiro. Faz as contas! Ahahahah…
    Quando assinei a Sky até que voltei a ver , principalmente os enlatados, mas assistir por meia hora que seja tevê me dá um sono desgraçado! Nunca vou precisar de Lexotan na vida! ahahahah..

    Continuo a ver alguma televisão via DVD. Mas é uma dificuldade mesmo assim. Minha sorte é que depois de trocentas cochiladas no mesmo ponto eu sigo adiante e acabo de ver, por exemplo, um longuíssimo episódio de 24 minutos dos Simpsons….que eu adoro!

    :o)

  • 62 Brancaleone // 10/September/2007 às 23:29

    Ed Lscar:

    Nem tanto ao céu nem tanto ao mar…

    Valor é relativo. Van Gogh não vendeu um único quadro em vida.
    E o que é “melhor cultura”? Uma porcaria escrita por um escritor já famoso? um filme horrível dirigido por um Bergman? uma babaquice esculpida por Cildo Meireles? O valor da arte está na obra em sí ou na fama de quem a fez?
    Aliás eu adoro quando fico sabendo que um otário milionário pagou milhões por um treco qualquer. Dinheiro nem sempre trás cultura. e o livro de cheques não é uma leitura instrutiva.
    Mas o papo aqui é a Ruanet e o fato de alguns vigaristas se aproveitarem dela para fazerem lixo - quando fazem lixo, alguns nem o lixo fazem e param no meio do caminho - .
    Mas isso é culpa das empresas que bancam as obras. A maioria delas não tá nem aí para o que será feito com a grana. Querem mesmo é a dedução e pronto.

  • 63 Alicate // 10/September/2007 às 23:33

    Será que o Unibanco, via Lei Rouanet, financia os filmes dos irmãos Sales?

  • 64 Éd Lascar // 10/September/2007 às 23:34

    Ooooops!

    Meu offspring deveria ter sido grafado assim. Sem hífen.

    Sorry!
    :o)

  • 65 Chesterton-Dracul- El Cid // 10/September/2007 às 23:35

    http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,504237,00.html

    ele prefere voltar para Guantanamo….

  • 66 Éd Lascar // 10/September/2007 às 23:39

    Soube de fontes fidedignas que o Emir Sader levou 700 mil reais via a tal Rouanet para fazer uma Enciclopédia Latinoa-Americana há alguns anos atrás!

    Uma obra imprescindível, por certo, que todos ouvimos falar e que foi aclamada….,por Mino Carta ,como a obra do século! Ahahaahha….

    Tô falando que a petralhada deita e rola nessa mamata!

  • 67 Dino // 10/September/2007 às 23:47

    Amanha, vamos ouvir a exaustão sobre o atentado do WTC, poucos lembraram de Beslan dia 3, povo colonizado é isso aí…

  • 68 pedro direitoba // 10/September/2007 às 23:50

    Josué, eu estava me segurando, mas lotou. Alguém me diga o que uma pessoa que declara não gostar de poesia (qualquer uma) e preferir pintura de para-choques pode discorrer sobre arte? Haja paciência.

  • 69 Pax // 10/September/2007 às 23:53

    Chesterton, vá lá sim. Antes, posso dar uma olhada no teu talonário de notas fiscais? Na boa, sei que você emite uma a cada pagamento que recebes. É só pra saber o quanto poderíamos financiar algum artista popular. Saca?

    Agora, se você por acaso não emite alguma nota fiscal, seria melhor o silêncio ao fiasco. Pois todos poderemos ir na tua casa e pegar o que quisermos, afinal você pode ter comprado com o meu dinheiro tuas coisas. Na Natura, pode ir, se descobrir algum creme ou perfume que não pagou todos os impostos, juro que me calo.

    heeheheh, xeque, quase mate.

  • 70 Alba // 10/September/2007 às 23:56

    Gente, só cheguei agorae perdi a maior parte da discussão sobre drogas aí abaixo, o que lamento.

    A questão é bem simples, eu acho. Há talentos reconhecidos e que já fizeram seu nicho, como Chico Buarque e há talentos que tem de ser garimpados e incentivados. Quem melhor que o Estado para fazer isso. como saberíamos do talento, por exemplo, de Helena Meirelles (salvo engano), violeira já idosa?

  • 71 Chesterton-Dracul- El Cid // 10/September/2007 às 23:58

    não emito NF, porque sou pessoa física, sou descontado na fonte de todas seguradoras que trabalho…não tenho saída.

  • 72 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/September/2007 às 0:01

    Chico Buarque ficou milionario criticando o capitalismo que o tornou milionario….vou eu ter pena da pirataria?

  • 73 Éd Lascar // 11/September/2007 às 0:07

    Então não há arte em parachoques de caminhão, mas sim em Cildo Meirelles?!

    Quem é elitista aqui?!

    Mas acho que o Brancaleone falava de carrocerias, ô avoado Esquertoba. Não falava de de parachoques! E, também aí, não pode haver arte nestes também! O nariz empinadinho!, para um suposto esquerdista, enh! O Chico Buarque andou mandando para você uma partida de caviar?!!

    Eheheehh….

  • 74 Monsores // 11/September/2007 às 0:07

    Aqui em Joinville existe um edital aberto pela Casa da Cultura, todo ano. Antes os interessados deveriam se inscrever enviando trabalhos antigos, somente. Esses eram avaliados por um “juri” (com aspas mesmo) e os escolhidos ganhavam 10.000 para produção do seu trabalho.

    Pode ser tudo relacionado a arte. Qualquer coisa. A maior quantidade de obras porém, é de livros, histórias em quadrinhos e filmes. O povo esquece um pouco das outras formas de arte, pelo menos por aqui.

    Acontece que ano passado (ou retrasado), um quadrinista que ganhou o edital fez uma revista chamada Banda Grossa. Essa revista (que por sinal é muito engraçada) foi produzida e veiculada com o dinheiro do Edital da Cultura.
    Quando foi lançada no mercado, houveram todos os tipos de críticas.

    1 - ela era pornográfica demais;
    2 - de cultura não tem nada. - disse o povo;
    3 - era polêmica - (tinha até história de jesus cristo sem braços);
    4 - piadas, piadas, piadas, piadas.

    A pressão por parte dos políticos foi tanta que quiseram recriminar o sujeito que a criou. Queriam o dinheiro de volta a qualquer custo.
    Houveram reuniões abertas na Câmara de Vereadores, sairam notas em quase todos os pequenos jornais do país e a internet ficou infestada de Banda Grossa.

    Acabou em nada. O edital não exigia uma pré-configuração das obras. Não tinham exigências e nem olhavam o trabalho dos caras antes. Pilotos não eram necessários.

    Tirar o dinheiro dele é injusto, então.

    Entretanto, a discussão maior ficou em torno da definição do que é arte. Desconsideraram o fato de o cara ser redator, ilustrador e quadrinista, pelos temas que ele explorou.

    Se a arte não me agrada, ainda assim é arte?

  • 75 Éd Lascar // 11/September/2007 às 0:10

    Por que as minhas interrogações transmutam-se em exclamações?

    Cadê o Preto Véio prá mó de expricar!?

  • 76 Theo // 11/September/2007 às 0:13

    Alguém viu os Judeus-Nazistas em Israel????

    hahahah

    Tem de tudo nesse mundo mesmo.

  • 77 Éd Lascar // 11/September/2007 às 0:14

    Ôumáigódi!

    Just an average guy…….. My number, definitely! :o)

    Andy Roddick!

    http://imstars.aufeminin.com/stars/fan/D20060909/1898_289222359_andy_roddick_naked_H124852_L.jpg

  • 78 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/September/2007 às 0:18

    tem que emerdar tudo nesta hora da madrugada…..

  • 79 Alba // 11/September/2007 às 0:21

    Monsores,

    Acho que arte é definição aberta, sim. De repente, o Banda Grossa tem valor e só vamos saber mais tarde. Arte é alguma coisa bem diferente de apostar em mercado, que tem regras claras, embora a arte também dependa do mercado.

    Isso talvez explique porque Van Gogh jamais vendeu um quadro em vida e morreu na miséria.

    Nem quero tanto. Fico bem satisfeita com o Antonio Nóbrega ( que aliás, é da elite nordestina e nem precisa pessoalmente desse patrocínio, mas o que faz, sim) com a Helena Meirelles e comm vários outros talentos que temos entre nós e que só o incentivo pode encontrar.

    Tenho, por exemplo, paixão por Elomar e Xangai, que criaram uma gravadora - a kuarup, pra fugir da receita pronta. Não sei se estão bem, mas sempre serei seu público.

  • 80 Monsores // 11/September/2007 às 0:27

    Alba

    Pois é. Acontece que não foi visto assim pela sociedade aqui da cidade. Temos por hábito desconsiderarmos completamente aquilo que “fere” nossos dogmas ou simplesmente não nos faz bem aos olhos. Mesmo que seja uma coisa maravilhosa aos olhos de outrém.

    Definir o que é arte e o que não é, é complexo demais. Fico feliz que a lei tenha prevalecido no caso da Banda Grossa e que o direito de expressão tenha sido respeitado.

  • 81 kiko coelho // 11/September/2007 às 0:32

    Essa dos neo nazistas presos em Israel realmente supreendeu…..e pior os caras ate iam comemorar o aniversario de Hitler no memorial do holocausto..ta tudo doido mesmo.

  • 82 Alba // 11/September/2007 às 0:32

    Monsores,

    :))

  • 83 confetti // 11/September/2007 às 3:02

    pax,

    que pena a anita roddick !! ela tao respeitosa da natureza, pioneira em “commerce equitable”( preguiça de procurar a traduc) pessoal na amazonia adorava ela, mecenas cultural tbm…
    cruzei com ela umas vezes, admirava essa mulé…r i p

  • 84 confetti // 11/September/2007 às 3:04

    como pode alguém ser contra mecenato cultural ? oficial ou privada, é necessario, ainda bem que existe !!

  • 85 confetti // 11/September/2007 às 4:52

    aniversario de 9/11…mas a guerra no irak ja matou mais americanos que o atentado das twins…

  • 86 Pax // 11/September/2007 às 6:37

    Pois é doce confetti, também acho a Anita Roddick uma mulher duca, fez uma empresa do nada, virou o que virou. Na conversa com ela perguntamos o que ela não faria se iniciasse de novo e ela foi taxativa: não colocaria ações da The Body Shop no mercado de capitais. Enfim, uma inglesa muito interessante. Pessoalmente uma simpatia só. Fui ver e morreu de um derrame cerebral. Com 62 anos. Tadinha. Mas viveu bem e intensamente. Pelo menos isso.

  • 87 Pax // 11/September/2007 às 6:41

    É, já foram, segundo minhas últimas infos, mais de 3500 americanos por lá. E nada indica que a situação melhorou. Nem lá nem no Afeganistão. Mas a indústria de armas tá bem, tadinhos, eles precisam vender suas mercadorias, renovar os estoques dos clientes. A gente precisa entender o lado deles também confetti. Poxa, as vezes você tão doce e tão insensível com esses pobres moços dessa indústria.

  • 88 Pax // 11/September/2007 às 6:49

    Tô aqui com estilingue na mão. Se passar urubu em cima da minha casa, sem se identificar, mando bala. Quero nem saber. Essa não é uma data pra ficar voando assim em cima da casa dos outros.

    Verdade verdadeira. Tava eu um dia levando um colega de trabalho na garupa de uma moto, uma XL 250 R. Trabalhávamos no Praia do Flamengo 200 e fomos almoçar num restaurante árabe na Glória. Daqui há pouco meu amigo fala: “Pára Pax, caiu alguma coisa na minha cabeça”. Sim, estávamos, ambos, sem capacete. Parei a moto, descemos e escorria uma gosma esverdeada no cabelo do Haroldo Matos. Ficamos olhando pra cima, um tempão, até que vimos um urubu alto pra caramba. Imagino ele lá de cima pensando “Mais um tiro certeiro”. Provavelmente era um urubu extremista islâmico.

  • 89 confetti // 11/September/2007 às 6:53

    salut mon grand garçon ! bom te ver

  • 90 confetti // 11/September/2007 às 6:55

    vc deve saber que a l’oréal comprou a body shop nao é …nao tenho certeza se vao continuar no respeito à natureza ! quase nao se faz mais cosmeticos sem testes animais….que pena….anita nao ia gostar

  • 91 Pax // 11/September/2007 às 7:04

    Salut à toi cherry. Na real, não sabia, faz tempo que não ando nessas praias cosméticas. Já estive lá no meio, mas me afastei. A Anita, nesse evento que falei e participei, queria uma aliança com a Natura àquela época. A l´Oréal é a maior empresa do mundo, um chapéu que abriga marcas tipo L’Oréal Paris, Garnier, SoftSheen.Carson, Maybelline New York, Laboratoires Vichy, La Roche-Posay, L’Oréal Professionnel, Matrix, Redken, Kerastase Lancôme, Biotherm, Kiehl’s, Shu Uemura, Helena Rubinstein, além dos perfumes Cacharel, Giorgio Armani e Ralph Lauren.

  • 92 Pax // 11/September/2007 às 7:07

    Aqui no Brasil, os testes em animais são obrigatórios, infelizmente. E são cruéis pra caramba. Mas obrigados por lei.

  • 93 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:10

    Chico Buarque nunca fez “cultura comercial”.
    Ou seja, nunca fez uma obra com o simples intuito de “agradar o mercado”.
    Fazer cultura com o simples intuito de “agradar o mercado” Isso é cultura comercial.
    A verdadeira cultura sempre acaba vencendo, mais dia meno dia.

  • 94 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:14

    Brancaleone,

    Quando eu falo em “cultura de pouco valor” não estou me referindo a preço monetário.
    Pouco valor significa, pouca consistência, pouca profundidade, pouca criatividade, pobreza mental etc.

  • 95 confetti // 11/September/2007 às 7:17

    pax, anita comprava essencias na amazonia e nunca testava animais !! foi com esse marketing q lançou a body shop ! como vc disse, a l’oréal é um monstro de 50 cabeças…acho que eles torturam animais pra “melhorar” seus produtos ! conhece o mantra deles né ” parce que je le vaut bien”…prefiro renunciar aos cremes miraculosos que usar sofrimento de bichinhos na pele…:-(

  • 96 confetti // 11/September/2007 às 7:18

    oi dom casmu ! ta de patriarca novo ?

  • 97 Pax // 11/September/2007 às 7:24

    A verdadeira cultura sempre acaba vencendo, mais dia menos dia.

    Não posso concordar mais com essa sua frase, Dom Casmurro Patriarca.

  • 98 Pax // 11/September/2007 às 7:25

    Ops, o que quis dizer é que concordo completamente, não há forma de maior concordância, que fique bem claro. Ora pois.

  • 99 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:26

    Na minha opinião a Lei Rouanet é ridícula, porque foi um simples substitutivo que o Collor, por simples megalomania, arranjou para a Lei Sarney.
    A Lei Sarney é ótima, pena que deixou de vigorar.
    Dizer que leis de incentivo cultural têm mal uso.
    Ora, o que dizer dos relatórios das Agências Classificadoras de Risco.
    Isso sim, que é pirataria em larga escala.

  • 100 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:31

    Pax,

    De vez em quando uma letra me escapa.

  • 101 confetti // 11/September/2007 às 7:33

    “a verdadeira cultura sempre acaba vencendo, mais dia menos dia” é o lance mais utopico que je ouvi ! culturas nao preservadas, acabam, disparecem, se diluem…por isso sou à favor de mecenato, de leis que financiam ( nao sei se é o caso da ruannet ) ! devia ser obrigatorio pra grandes empresas ajudar expressoes culturais

  • 102 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:34

    Pax,

    concordo com a concordância:
    A verdadeira cultura sempre acaba vencendo, mais dia menos dia.

  • 103 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:40

    confetti,

    Há algo muito misterioso e muito além de qualquer utopia, que preserva a verdadeira cultura.
    Na Alemanha, eu estou dizendo, na Alemanha, os originais das obras de Bach foram vendidos como papel para embrulhar peixe.
    Coincidentemente, o peixeiro entendia de música, achou aquelas partituras extremamente bem escritas e as levou a um grande músico da época.
    Foi assim que o mundo tomou conhecimento de Bach.

  • 104 confetti // 11/September/2007 às 7:41

    beijando dom casmurro *** kkk
    vc tem razao !!

  • 105 confetti // 11/September/2007 às 7:43

    nao, vc nao tem razao ! pegue um grupo de musica nordestina daqueles que rebentam…deixe-os morrer à mingua, sem nunca gravar nada, nem fazer tournées…o que sobrevive ?

  • 106 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 7:50

    confetti,

    É por isso que tem que haver leis de incentivo à cultura.
    A verdadeira cultura nem sempre é comercial.

  • 107 confetti // 11/September/2007 às 7:52

    concordamos ! eu disse “mecenato” em vez de incentivo à cultura…essa palavra nao deve existir em portugues…
    dom, pq q adicionou “patriarca” no nick ?

  • 108 pedro direitoba // 11/September/2007 às 8:20

    UHHHH, esse bofe pelancudo grudou nimim. Paixão pelo bronco do Josué???Ahhh, vai ver exposição de para-choques, mas não me convide, chame o Josué. Talvez ele dê um jeito nesse fogo de lamparina, seu coiso.

  • 109 proftel // 11/September/2007 às 8:22

    Putz!
    Acabei de ler tudo aí em cima, muita coisa!
    Ontem depois d’uma chata e exaustiva reunião a tarde me passaram a gerência d’um marsupial, a partir de hoje respondo pelo Programa Bolsa Família Federal.
    Pego o loguin e senha para acessar o sistema agora de tarde, tô frito e não tem volta, manutenção só se sobrar tempo (claro que não vai sobrar). A tendência é as máquinas começarem a travar daqui uns seis meses.
    Por aqui minha produção também vai diminuir paca’s, o Pedro Doria ou me demite ou viro tercerizado.

  • 110 confetti // 11/September/2007 às 8:25

    alê, discordo da baixa de produçao ! pd vai te expulsar ! :-)

  • 111 pedro direitoba // 11/September/2007 às 8:28

    Aos que odeiam o Chico Buarque, ótimo. Continuem escutando a arte da Daniela Mercury (que ele traçou), da Sandy e Júnior, desses cornelejos, pagadeiros e axés da vida. Bom proveito. Eu não me queixo de ouvir mais uma vez qualquer disco do Chico. Mas hoje estou mais para Ligeti. O caviar ainda não recebi. Vou pedir pela Lei Rouanet, ça va…

  • 112 Pax // 11/September/2007 às 8:39

    Ontem de noite, depois de dar expediente pro PD, fiquei zapeando na tv e bati num canal da HBO com um documentário sobre a prisão de Abu Ghraib. Puta que os pariu. A balela de americanos com direitos humanos, democracia e o escambau no Iraque é uma falsidade sem tamanho.

    Não aconselho, mas esse site mostra algumas das barbáries cometidas pelos americanos. O Rumsfeld foi o mandante geral disso tudo, o Bush, o mandante do Rumsfeld. É de embrulhar o estômago. O Rumsfeld mandou pra lá o general Geoffrey D. Miller, o chefe de Guantânamo, pra implantar a tortura de forma mais eficiente possível.

    http://www.salon.com/news/abu_ghraib/2006/03/14/introduction/

  • 113 proftel // 11/September/2007 às 8:41

    confetti :

    É vero, no serviço da manhã continua igual, é na prefeitura. No Estado é que me jogaram esse abacaxi, trabalho a tarde e a noite (até as nove) e vou ficar nesse troço que falei aí em cima.
    Andei fazendo uns testes ontem a noite, a conexão d’onde trabalho é lenta, 600Kbps divididos em 17 máquinas (dá +- 35Kbps para cada máquina, pior que uma conexão discada)
    O servidor em Brasília também não ajuda, acesso congestionado.
    Atualizei uma escola, levou uns 3 minutos para confirmar o troço, até pensei que o sistema havia travado.
    Tô com um mico na mão.

  • 114 Pax // 11/September/2007 às 8:41

    Alexandre, como é isso de controlar o Bolsa Família. Conta um pouco mais pra gente.

    Problemas, de forma geral, são oportunidades. Como filosofia.

  • 115 proftel // 11/September/2007 às 8:49

    Pax:

    É o seguinte, o pessoal se cadastra nas escolas, o nome é lançado no sistema e o povo passa a receber.
    A freqüência dos alunos é verificada e enviada pra mim, eu lanço no sistema em Brasília, se o aluno tiver mais de 85% tá OK, se tiver menos lança.
    Aluno que pediu transferência eu tiro da página da escola, se no doc que a escola mandou tiver prá onde ele foi, lança, se não tiver fica como “não disponível” ou “não encontrado”, quando ele for informado por outra escola (a que ele se transferiu) entra no sistema de novo (até aí não deixa de receber).
    Vou pegar o boi pelo chifre hoje a tarde, ainda preciso ler o manual (.pdf) do sistema pra me inteirar melhor do troço.
    A princípio o funcionamento é isso que tá aí em cima.

  • 116 confetti // 11/September/2007 às 8:58

    cadê o cinico ? tou com saudades

  • 117 Pax // 11/September/2007 às 9:00

    Você terá uma equipe?

  • 118 proftel // 11/September/2007 às 9:00

    Pax:

    Concordo, “Problemas, de forma geral, são oportunidades.”
    Nunca neguei fogo no serviço, cato o boi pelo chifre, já estou até elaborando o ofício para solicitar aumento na taxa de conexão, um troço que peço há mais de três anos e nada, agora quem sabe sai…
    Enquanto não sai já tenho até um “plano B”, mudar meu “QG” para um outro órgão com um link bem mais rápido e um “plano C” puxar um cabo de rede do laboratório da escola ao lado.
    Não nasci quadrado, sempre me virei, com 14 anos já tinha moto comprada com grana do meu trabalho, nada de ajuda de “papai”, com 17 já estava na terceira moto (essa tirada “zero” na autorizada).
    O pessoal do outro programa que era vinculado é que quase caiu duro, eu pegava as máquinas das escolas e preparava para rodar o programa de gerenciamento (o S.I.G.E) que aliás parece que vai ser adotado pelo governo federal (e “nasceu” d’uma equipe aqui em Goiás, está em desenvolvimento desde 2003).
    De resto, tô no maior gás prá encarar essa.

    :-)

  • 119 proftel // 11/September/2007 às 9:04

    Pax:

    Sozinho.
    Se der bode quem vai responder auditoria em Brasília sou eu.

  • 120 Pax // 11/September/2007 às 9:13

    Bem, Alexandre, me permitindo invadir tua seara, eu começaria:

    a- modelando o processo. Usaria o método Swimming Lane pra isso. Quem faz o que, quando, como…
    b - definiria os indicadores (número de atualizações dia/semana/mês, tempo médio para uma atualização etc)
    c - identificaria os problemas (links, documentos mal preenchidos, falha de envios etc) - colocaria indicadores aqui também.
    d - faria planos pra solução dos problemas
    e - com os indicadores e os planos, solicitaria equipe pra suprir demanda de serviço, se é que há.

    Você, pelo que escreve, tem mais valor que ficar digitando forms.

    Boa sorte. Pedirei ao PD que incorpore teu salário aqui nos meus proventos. Ele vai entender a atender.

  • 121 proftel // 11/September/2007 às 9:14

    Pax:

    É escola prá kraio!
    Aluno então… nem se fala…
    Pelo jeito vou ter trabalho prá organizar a casa, ontem me passaram uma caixa com o serviço atrazado, kra, não é pouca coisa não….
    Foi uma alisada no ego por conta da escolha, esse troço já passou na mão de muita gente e não “deram conta”
    Aliás, um troço que estranhei muito quando mudei prá cá, essa mania de dizer “isso é custoso” e “não dou conta”.
    O kra já começa derrotado, nem tenta e solta uma dessas aí.
    Outras coisas que estranhei foi a quantidade de caras por aqui cuja profissão é “marido” e essa mania de botar milho em tudo quanto é comida.

    :-))))) rsrsrsrsrs kkkkkk

  • 122 proftel // 11/September/2007 às 9:21

    Pax: (respondendo ao 119 que li agora)

    Quase não dormi a noite, cheguei em casa e começei a descascar o abacaxi, delineei mentalmente uma estratégia para encarar o troço e as prioridades.
    Logística em primeiro lugar (tá explícito aí em cima), questão de otimizar o tempo, rapidez.
    O resto é assimilar o “pacote” que já vem pronto de Brasília, não dá muita margem prá manobra, tem que se adequar.

  • 123 confetti // 11/September/2007 às 9:33

    alê a primeira coisa é conseguir conexao decente…senao a “caixa com serviço atrazado” vai continuar rolando de mao em mao ! puxa um gato …

  • 124 Renato // 11/September/2007 às 9:40

    Sobre filmes, só um detalhe. Que eu saiba o único país do mundo onde não há incentivo governamental à produção cinematográfica é os EUA.

    Todos os outros inclusive o resto do primeiro mundo tem incentivos de casa.

  • 125 Renato // 11/September/2007 às 9:45

    Pax, sobre a prisão iraquiana também vi o documentário. Espero que os americanos também tenham assistido, com o que estava ali espero que Rumsfeld e o Bush acabem num tribunal depois do mandato.

    A mudança nas definições de tortura chega a ser deprimente, um dos próprios membros da Justiça americana chega a comentar que é o trabalho de um demente e já é vergonhoso que tenha chegado a público, ter se tornado política de estado então é inominável.

    Acho que o estrago da administração bush sobre a “marca” USA vai demorar muitos anos para ser cicatrizado.

  • 126 proftel // 11/September/2007 às 9:47

    confetti:

    A responsa é grande, nem que faça o serviço em casa (uma bela conexão de 600Kbps só pra mim) eu vou encarar, simplesmente ADORO pegar um troço desses, bagunçado e botar prá funcionar, é que nem a RD e o Maverick do Compadre.
    Daqui um ano quando virar rotina eu até passo tudo organizadinho pra outro.
    A patroa costuma dizer que sou muito parecido com o Monk, metódico… Muito metódico.
    Por vezes leva um tempo para montar o mosaico na mente mas, quando parto para a execução sai da frente.
    Parece coisa de véio mas tenho um lema que me grudou na cabeça quando moleque, meu pai trabalhava na Refinaria Presidente Bernardes em Cubatão e havia um enorme outdoor com isso:

    Pense,
    Pleneje,
    Pratique.

    :-))))

  • 127 confetti // 11/September/2007 às 9:52

    rumsfeld e bush num tribunal….sonha renato !
    o rumsfeld ja fazia das suas no cabinet opaco de nixon…nunca ninguém nem pensou lhe pedir satisfaçao sobre nada ! ele saiu do governo bush com honras, povo aplaudindo de pé com olhos marejados ! quanto aos bush, ainda teremos o idiota de jed como presidente…palavras do pai e do irmao…

  • 128 confetti // 11/September/2007 às 9:55

    alê da pra ver um pouquinho no teclado que vc é assim….gosto de vc !

  • 129 Pax // 11/September/2007 às 9:56

    Então Alexandre, pensa em sair fora da adm pública. Faça-te esse favor. Vá pra uma empresa boa, nacional, e cresça por lá, vire gerente, diretor, faça pé de meia. Aí, meu caro, na adm pública, é difícil achar esse caminho. Pense, pleneje, pratique… :-) !

    Desculpe-me a extrema sinceridade. É que passei por isso, no Rio. A melhor coisa que fiz na vida foi sair fora. Quando ainda tinha menos de um quarto de século. Muitos me chamaram de loucos, eu saindo do Banerj? Como, com um emprego público daqueles, e indo bem na área de TI… putz, ainda bem que fiz isso.

  • 130 Pax // 11/September/2007 às 9:58

    Renato, então vc viu o que eu vi, eu tava com sono, você lembra quem fez o documentário? Dá pra achar por aí?

    Quero dar de presente pro Chesterton, pro Mr X e outros colegas daqui.

    Fui!

  • 131 proftel // 11/September/2007 às 10:01

    confetti:

    Ôw, brigadão!
    Igualmente.

  • 132 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 10:07

    Confetti,

    É que o pedro direitoba andou me confundindo com outros colegas de nomínimo. Achei melhor me identificar.

  • 133 Renato // 11/September/2007 às 10:19

    Pax, foi produção HBO, para ninguém dizer que é coisa de esquerdista.

    http://www.imdb.com/title/tt0912585/

    Quanto a sonhar Confetti, também sonhei em ver o Zé Dirceu num tribunal e não é que funcionou? Quem sabe? O improvavél não significa impossível.

    Pelo menos os gringos levam essas coisas mais à sério. No auge do poder alguém poderia imaginar o final melancólico que o Macarthy teve, por exemplo?

    É esperar para ver. Os gringos podem ser canalhas, mas tem suas qualidades.

  • 134 pedro direitoba // 11/September/2007 às 10:24

    Patriarca, foi muita consideração com os colegas do falecido NoMinimo. Não tenho certeza dessa história de peixeiro e Bach. Lembro-me vagamente de de um certo esquecimento da obra de Bach, de uma família de músicos importantes. Não registro esse caso pitoresco.

  • 135 proftel // 11/September/2007 às 10:35

    Pax/confetti:

    Brigadão por conta das dicas/apoio.

    :-)

  • 136 Dom Casmurro Patriarca // 11/September/2007 às 10:39

    pedro direitoba,

    A história do peixeiro e Bach é muito conhecida.
    Faz muito tempo que li e não consigo mais identificar a fonte.
    Mas pode acreditar que é coisa séria.

  • 137 pedro direitoba // 11/September/2007 às 10:58

    Patriarca, não duvido, mas não registro. Lembro de estudos que falavam do esquecimento das composições de Bach e dar arte das fugas pelo desenvolvimento da música ou algo assim, que encontrei na internet:
    http://64.233.169.104/search?q=cache:UvovbvTOcnoJ:forum.cifraclub.terra.com.br/forum/13/62161/+bach+esquecimento+da+obra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=9&lr=lang_pt&client=firefox-a
    Apesar da genialidade, Bach foi praticamente esquecido após sua morte pelo desuso do modelo contrapontístico de composição. Isto até 1829, quando Félix Mendelssohn regeu a Paixão Segundo São Mateus em Berlim, resagatando a importância do compositor e o reconhecimento definitivo de sua obra.
    Mas minha memória anda falhando com a proximidade dos entas, quando não estou junto de meus livros.

  • 138 Chesterton-Dracul // 11/September/2007 às 11:00

    Pax é o verdadeiro inocente inútil…..

  • 139 pedro direitoba // 11/September/2007 às 11:07

    Pax é boa gente, não tem assinatura do Olavão que nem o drá-cul, por isso tem idéias próprias e não é Macarthysta como os direitobas daqui. Vive com os cavalos, que são muito mais sábios que os olavetes. Inclusive prefiro conversar com minha labrador, do que levar a sério os Mainards, Reinaldões etc.

  • 140 Chesterton-Dracul // 11/September/2007 às 11:12

    …e você é um culpado inútil….

  • 141 pedro direitoba // 11/September/2007 às 11:16

    sou mais útil que vc. que me acusa. Só porque não sou do gênero dos galináceos? Vai ler seus setes matizes rosa degradê do Meira Mattos sozinho e não enche o saco dos outros.

  • 142 Chesterton-Dracul // 11/September/2007 às 11:19

    eu estava assistindo na TV este filme
    http://www.adorocinema.com/filmes/vestigios-do-dia/vestigios-do-dia-poster01t.jpg
    e quando o lorde foi acusado de ser um diplomata amador, não é que me lembrei do PaX….

  • 143 Chesterton-Dracul // 11/September/2007 às 11:20

    direitoba, sai do PC e vai trabalhar antes que o chefe apareça.

  • 144 pedro direitoba // 11/September/2007 às 11:25

    Dessa vez vc. acertou. Tenho que abandonar a banda larga. Pentelho. Será que é aposentado? Volto um dia desses, uma hora dessas, sei lá.

  • 145 proftel // 11/September/2007 às 11:25

    Chesterton-Dracul:

    Estou com o pedro direitoba nessa, o Pax é gente bôa e tem texto próprio, não é “ctrl c/ctrl v” googlista como muitos por aí.
    Não sacaneia não.
    Aliás a pior coisa em blog são caras que não tem capacidade em digerir várias opiniões e formar a própria.

  • 146 josef mario // 11/September/2007 às 11:26

    Companheiro chesterton dra-o-cul
    Eu, josef mario, devo dizer que tenho uma grande curiosidade em saber a origem do seu nickname. Por acaso - chesterton - seria uma homenagem ao companheiro gilbert keith chesterton, escritor, poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, filósofo, desenhista e conferencista britânico?
    Quanto ao dra-o-cul não precisa se explicar, porque a dedução é óbvia.
    Muito obrigado.

  • 147 proftel // 11/September/2007 às 11:28

    E não vem falar prá trabalhar comigo porque estou controlando duas máquinas na bancada. Uma passando anti-vírus e a outra instalando SO.
    Esse aqui é o servidor de arquivos.

  • 148 Chesterton-Dracul // 11/September/2007 às 12:08

    proftel, gente boa não tem acento.

  • 149 confetti // 11/September/2007 às 12:18

    kkkk

  • 150 Chesterton-Dracul // 11/September/2007 às 12:37

    “Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso “. (Olympio Mourão Filho, Memórias: A Verdade de um Revolucionário , Porto Alegre, L&PM, 1978, p. 16.)

  • 151 confetti // 11/September/2007 às 13:11

    vc continua se achando né chest …com o espelhinho na frente, admirando os 1,90 de puro musculo….

  • 152 anrafel // 11/September/2007 às 13:27

    Pois então, temos aí Olímpio Mourão Filho, que se achava o chefe supremo do golpe do primeiro de abril, antevendo-se como primeiro ditador, num momento de rara sinceridade.

  • 153 confetti // 11/September/2007 às 13:28

    chest

    http://fr.wikipedia.org/wiki/Compassion

  • 154 confetti // 11/September/2007 às 13:29

    oi anrafa ! saudades ! tudo bom ?

  • 155 proftel // 11/September/2007 às 14:06

    Chesterton-Dracul:

    E uma citação tem aspas.

  • 156 anrafel // 11/September/2007 às 16:42

    Confetti, tudo bom, sim, ficando melhor agora. Eu andei fora uns dias.

    Não esqueçamos que Olímpio Mourão foi um dos articulistas do Plano Cohen, que deu a deixa para Getúlio estadonovar o país. Na época, o sujeito era capitão ou major, admirador de Mussolini. Parece não ter mudado durante a sua vida.

  • 157 confetti // 11/September/2007 às 17:06

    anrafael, o chest nao fez esse comentario do nada…

  • 158 anrafel // 11/September/2007 às 17:15

    Me parece que no meu comentário “articuladores” seria melhor que “articulistas”. Diferença pequena.

    Para relaxar, como era no nome de uma filha de Mourão que, nos 70, escreveu livro, pleiteou uma vaga na ABL e andou ocupando umas páginas fora das colunas de Ibrahim e similares?

  • 159 Pax // 11/September/2007 às 17:41

    Chestertoing, velho e bom Chestertoing…. você me faz dar risadas de tão pândego. Bom pra desopilar. Sem você isso aqui não seria igual. Essa tua carência é nossa diversão. Podes ter certeza disso. Você é o culpado útil, o trans-bructos-alter-egos da galera. E por falar em lembrança, olha o tal documentário que citamos e veja o tal general do Rumsfeld, o que adora uma tortura profissional. É a tua cara. Vai ver é por isso que o PD te ama, sei não, o cara gosta de suruba, vai ver que é sado também. Tadinha da moça do moço. :-) !@

  • 160 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/September/2007 às 18:20

    confetti, eu tenho muita compaixão….mas nenhuma por bobalhões.
    Pax, que que você tanto insinua entre o PD e minha pessoa?

  • 161 Chesterton-Dracul- El Cid // 11/September/2007 às 18:49

    Correa e mordaça
    O presidente do Equador Rafael Correa segue os passos do companheiro venezuelano Hugo Chávez com a RCTV: pode cassar a concessão do canal privado Teleamazonas, por suposta tentativa de golpe, uma “falta grave”.

    Há vagas
    Com o Bolsa Família superlotado, está faltando pessoal qualificado - segundo grau completo com cinco anos de experiência - para tocar as obras do PAC. Há 300 vagas para operadores de máquinas de terraplenagem nas obras da refinaria Abreu e Lima em Pernambuco.

  • 162 Pax // 11/September/2007 às 19:19

    Love, love, love, velho e bom Chesterton. Pessoas amam seus alteregos.

  • 163 Éd Lascar // 11/September/2007 às 20:52

    O que disse de errado Olímpio Mourão nesta citação?!

    Patrulha uóuóuó pura e simples é roçar com a ignorância.

    Independente do que foi, ou é, pode estar vivo, sei lá, o pensamento é de uma profunda lógica…..,mas parece que parte das esquerdas , quiça sua totalidade, não se pauta pela lógica e sim por paixões.

    Abs.

  • 164 Alba // 11/September/2007 às 21:11

    Éd,

    Não se trata de paixões, mas da biografia do citado prócer, que a si mesmo definia como “vaca fardada”. Não só foi um dos articuladores do Estado Novo, como lembra o anrafel, mas foi o general que marchou de Minas ao Rio para depor Jango, legitimamente eleito.

    Bem, uma biografia destas, na minha modesta, não recomenda ninguém..:))

  • 165 Éd Lascar // 11/September/2007 às 21:37

    Sim, este senão eu entendi, Alba. Mas pese o que ele dissse. Aonde está doendo?!
    É uma afirmação que há poucos reparos a fazer. E nem se fez aqui. Preguiça , ou pressa para condenar porque o que ele diz é verdade?

    É isso.

  • 166 Éd Lascar // 11/September/2007 às 21:39

    Claro que “ele” na segunda frase é o Olímpio Mourão.

    Tks!

  • 167 pedro direitoba // 11/September/2007 às 21:46

    De lascar, o general fascistóide tinha toda razão. Lembro-me bem dos presidentes do regime ditatorial civil-militar. Não poderia ter descrito melhor aqueles que usurparam o palácio presidencial naqueles tempos tenebrosos. Fique tra