RT @MarceloBranco: lamentável! Igual ao Sen. Azeredo do PSDB aqui RT @portalr7: Chávez diz "internet não pode ser uma coisa livre" http: ... 2010/03/15
@stefaniegaspar O caderno de música estreia no sábado que vem. 2010/03/14
Muuuuuuuuuuuito melhor que a ultima. No site desse estudio tem mais algumas muito boas.
3
confetti
7/26/2007 - 04h53
nao vou botar livro nessa estante… ja tem varios e acho que pd nao vai ter tempo de ler…
essa estante ai parece frigorifico de açougueiro…os livros pendurados como pedaços de carne…e nao parece ter estabilidade nenhuma, qualquer movimento ou ventinho, cai tudo !iconoclasta pra caramba
4
JP
7/26/2007 - 04h56
Estante feia pra burro…
5
Mr X
7/26/2007 - 05h28
Realmente feia, os livros balançando assim…
6
lao
7/26/2007 - 06h17
Interessante,..mais vai detonar o livro de qualquer um.
Recomendo apenas para uso em instalações da bienal de arte moderna.
abrs,
Essa idéia é furada. Partindo do pressuposto q os livros devem ficar equilibrados nas prateleiras, toda vez q o leitor for tirar um, correrá o risco de que os outros caiam no pé dele.
É, gostei não. Além de ralar os livros nos arames, parecer como a confetti disse açougue litetário e balançar como bandeirolas, como alertam Mr e confetti. Tô fora. Próxima…
10
só quero vê no que vai dá!
7/26/2007 - 09h16
Por Deus, toda 5ª uma estante??
11
Nhé!
7/26/2007 - 09h43
Eu gostei!
Serve para aqueles livros que vc não vai ler mesmo, como as enciclopédias velhas e desatualizadas ou aquela coleção do machado de assis…
12
Vlad Chesterton
7/26/2007 - 09h53
horrivel e inútil….
13
QQud La Silva
7/26/2007 - 09h58
Minimalista.
14
Ricardo Cabral
7/26/2007 - 10h33
Desconfortável, e como muitos, tb acho que vai contribuir para estragar os livros, caso sejam muito manuseados.
15
Dino
7/26/2007 - 12h31
Boa para quem tem rinite e não é chegado em livros empoeirados.
16
Gabriel
7/26/2007 - 12h59
Interessante o tipo de resposta de cada um a um objeto que foi desenhado de maneira pouco convencional.
Estantes, afinal, tem e devem ter cara de estantes. Nao eh? Um objeto que foi feito basicamente para armazenar livros (ou outros objetos em varios casos - nao este) deveria ter uma aparencia solida, estavel, de superficies perfeitamente horizontais. Como uma estante deve ser. Certo?
A resposta eh nao. Nao, porque a forma de um objeto foi definida em nossas mentes por uma classificacao arbitraria: Assim sao e foram todas as estantes ate agora. E assim deverao continuar sendo. Progresso em todas as areas, e inclusive no design vem da mente de gente que re-inventa o conceito do que estao desenhando.
Foi assim que o automovel mudou de forma desde sua criacao ate hoje e em todas as epocas. E em cada epoca tinham uma aparencia tao distinta. Assim varias invencoes foram desenvolvidas e assim prossegue tambem a arte: repensar tudo que parecia antes obvio.
Mas e dai? Eu nao colocaria essa… essa… “coisa” na minha casa! Certo?
Hoje, quem sabe nao. Daqui ha 10 anos o conceito de o que faz uma estante ser uma estante, na sua cabeca (ou qualquer outro usuario e consumidor de estantes) pode mudar.
Eu gosto desta estante justamente porque ela nao eh absolutamente nada do que “deveria” ser uma estante. Junta dois mundos diferentes e cria uma terceira coisa que nao existia antes. Um cabide de arame, uma estante de livros tradicional viram uma mutacao que nao eh nem uma coisa nem outra.
Colocaria na minha casa uma dessas? Nao sei. Mas no meu estudio eu certamente colocaria. Por que? Porque ela me serviria (e a quem trabalha ou passa por la) a repensar conceitos. Nao eh um monte de folhas de madeira que se tornou perfeitamente invisivel aos olhos de tao comum e convencional. Ela me faz pensar:
“O que eu faria aqui? Que tipo de solucao de design eu estou procurando agora que essa estante pode me ensinar? O que me irrita neste objeto que me chama tanta atencao? O que eu posso fazer com essa estante alem de pendurar livros?”, e assim por diante.
Uma das coisas interessantes de ver essa esquina de quinta feira aqui no Weblog dessas estantes sao os comentarios. Ha os que, pela dificuldade de colocar essa estante dentro de uma nova classe de objetos (nao eh uma estante, nao eh um cabide, nao eh NADA! AHHHHH!!!!) simplesmente usa uma velha classe: estantes - e dentro desta classe condena: eh feio.
Feio, ou bonito, nao quer dizer absolutamente nada. Eh um adjetivo pessoal, temporal, inexato e limitado. Nao define um objeto, um design, uma obra de arte nem sequer o desenho de uma crianca. O inferno esta cheio de objetos lindos e terrivelmente aborrecidos.
Outros tentam avaliar a questao pratica: para que serve? Nao nos bastam estantes normais? E se serve para livros, me desculpe, mas vai estraga-los (especialmente aquele Catch-22 novinho que esta ali na foto)!
Este aspecto me faz pensar. Em primeiro lugar nao tenho tanta certeza de que a estante eh assim tao desajeitada. Como nunca usei uma dessas nem manuseei livros com ela, nao posso ter absoluta certeza e prefiro assim nao julgar. O estudio parece ser serio e nao ia criar um objeto desses (e acreditem - da um trabalho infernal, e muito dinheiro em mock-ups e prototipos) para que nao funcione direito.
Mas independente se funciona mesmo ou nao, a impressao que da eh que os livros vao estragar, ou no minimo ficar marcados pelo arame, ou entao cair ao serem manuseados. Coisa que nao iria jamais acontecer com uma estante “como tem que ser”. Eu pessoalmente nao desenharia uma estante que passe essa impressao. Adoro meus livros e sei que quem enche estantes e mais estantes de livros nao quer sentir-se aflito. Mas eh um elemento a mais, diferente que nao existe numa estante comum, torna a coisa muito mais dinamica, interessante e que definitivamente faz pensar.
Enfim, estantes, como outras mobilias se chamam “moveis” nao so porque podem se mover, mas porque transitam tambem em sua definicao. Sucumbir a definicao literal de um objeto eh uma posicao conformista e pra falar a verdade, perfeitamente comum. Comum demais. E dai so sobra o “feio”, “bonito”, “pratico” ou “desajeitado” que nao dizem nada, nao elucidam nenhuma caracteristica nova, humana (de quem o criou e usa) ou do objeto.
Eu gostei da estante. Como bem disse o Dino, é ótima para evitar que os livros fiquem empoeirados. Acho que nesse sentido ela é melhor para a manutenção deles.
A semelhança a um açougue pra mim é bem vinda: adoro carne.
Eu poderia ter uma dessas na minha casa.
18
QQud La Silva
7/26/2007 - 13h11
Sobre o comentario 16 de Gabriel.
Eu apenas a qualifiquei(a estante) como MINIMALISTA.
E achei interessante sua defesa pela honra da estante (brincadeira). REalmente os conceitos são reinventados, assim como os paradigmas são quebrados.
Sabe o que me dói o estômago?
Ver gente se referir a design como sendo a forma dos objetos…
Design não é forma, design é uma metodologia de projeto que visa obter um produto (bem, serviço ou idéia), que atenda uma necessidade de um determinado usuário em uma determinada época. levando-se em conta aspectos como ergonomia, formas, cores, materiais, funcionalidade, aspectos etéticos, simbólicos e de produção é claro, bem como as questões ecológicas de descarte e reciclagem.
Por favor, a forma do objeto é apenas um detalhe abordado dentro do design do mesmo, design não é a cor, a forma, as peças ou o desenho do objeto, design é todo o processo que envolve um grande estudo de soluções e elaboração de conceitos para gerar um maldito produto. Sendo assim, por favor, parem de fazer o meu estômago doer escrevendo “isso tem um design bonito”, “esse design não é dinâmico”… Não que seja de todo errado, mas porque é de uma incompletude tremenda…
Muito obrigado.
20
confetti
7/26/2007 - 16h57
gabriel seu coment. é interessante ! acho que o resumi numa palavra : construçao iconoclasta…me desengana por favor ! :-)
Bem, uma coisa é certa: estantes, além de servirem para guardar livros e bugigangas, também servem para viajar. Nunca vi tanta gente viajando numa estante como vocês todos. Dá até pra tentar aprender algo: tem filósofos, artistas plásticos, especialistas em design. Contudo, embora eu concorde com o comentário a respeito dos carros ( que eram feios no início, mudaram muito e a maioria continua feia), uma maldita expressão não me sai da cabeça: êta estantizinhas feias!!Tão feias assim não dá para desculpar o fato de elas serem inúteis.
essa é zuadinha, hein? feia demais…
Muuuuuuuuuuuito melhor que a ultima. No site desse estudio tem mais algumas muito boas.
nao vou botar livro nessa estante… ja tem varios e acho que pd nao vai ter tempo de ler…
essa estante ai parece frigorifico de açougueiro…os livros pendurados como pedaços de carne…e nao parece ter estabilidade nenhuma, qualquer movimento ou ventinho, cai tudo !iconoclasta pra caramba
Estante feia pra burro…
Realmente feia, os livros balançando assim…
Interessante,..mais vai detonar o livro de qualquer um.
Recomendo apenas para uso em instalações da bienal de arte moderna.
abrs,
Essa idéia é furada. Partindo do pressuposto q os livros devem ficar equilibrados nas prateleiras, toda vez q o leitor for tirar um, correrá o risco de que os outros caiam no pé dele.
Vai meio na linha balança de açougue e peixaria!
É, gostei não. Além de ralar os livros nos arames, parecer como a confetti disse açougue litetário e balançar como bandeirolas, como alertam Mr e confetti. Tô fora. Próxima…
Por Deus, toda 5ª uma estante??
Eu gostei!
Serve para aqueles livros que vc não vai ler mesmo, como as enciclopédias velhas e desatualizadas ou aquela coleção do machado de assis…
horrivel e inútil….
Minimalista.
Desconfortável, e como muitos, tb acho que vai contribuir para estragar os livros, caso sejam muito manuseados.
Boa para quem tem rinite e não é chegado em livros empoeirados.
Interessante o tipo de resposta de cada um a um objeto que foi desenhado de maneira pouco convencional.
Estantes, afinal, tem e devem ter cara de estantes. Nao eh? Um objeto que foi feito basicamente para armazenar livros (ou outros objetos em varios casos - nao este) deveria ter uma aparencia solida, estavel, de superficies perfeitamente horizontais. Como uma estante deve ser. Certo?
A resposta eh nao. Nao, porque a forma de um objeto foi definida em nossas mentes por uma classificacao arbitraria: Assim sao e foram todas as estantes ate agora. E assim deverao continuar sendo. Progresso em todas as areas, e inclusive no design vem da mente de gente que re-inventa o conceito do que estao desenhando.
Foi assim que o automovel mudou de forma desde sua criacao ate hoje e em todas as epocas. E em cada epoca tinham uma aparencia tao distinta. Assim varias invencoes foram desenvolvidas e assim prossegue tambem a arte: repensar tudo que parecia antes obvio.
Mas e dai? Eu nao colocaria essa… essa… “coisa” na minha casa! Certo?
Hoje, quem sabe nao. Daqui ha 10 anos o conceito de o que faz uma estante ser uma estante, na sua cabeca (ou qualquer outro usuario e consumidor de estantes) pode mudar.
Eu gosto desta estante justamente porque ela nao eh absolutamente nada do que “deveria” ser uma estante. Junta dois mundos diferentes e cria uma terceira coisa que nao existia antes. Um cabide de arame, uma estante de livros tradicional viram uma mutacao que nao eh nem uma coisa nem outra.
Colocaria na minha casa uma dessas? Nao sei. Mas no meu estudio eu certamente colocaria. Por que? Porque ela me serviria (e a quem trabalha ou passa por la) a repensar conceitos. Nao eh um monte de folhas de madeira que se tornou perfeitamente invisivel aos olhos de tao comum e convencional. Ela me faz pensar:
“O que eu faria aqui? Que tipo de solucao de design eu estou procurando agora que essa estante pode me ensinar? O que me irrita neste objeto que me chama tanta atencao? O que eu posso fazer com essa estante alem de pendurar livros?”, e assim por diante.
Uma das coisas interessantes de ver essa esquina de quinta feira aqui no Weblog dessas estantes sao os comentarios. Ha os que, pela dificuldade de colocar essa estante dentro de uma nova classe de objetos (nao eh uma estante, nao eh um cabide, nao eh NADA! AHHHHH!!!!) simplesmente usa uma velha classe: estantes - e dentro desta classe condena: eh feio.
Feio, ou bonito, nao quer dizer absolutamente nada. Eh um adjetivo pessoal, temporal, inexato e limitado. Nao define um objeto, um design, uma obra de arte nem sequer o desenho de uma crianca. O inferno esta cheio de objetos lindos e terrivelmente aborrecidos.
Outros tentam avaliar a questao pratica: para que serve? Nao nos bastam estantes normais? E se serve para livros, me desculpe, mas vai estraga-los (especialmente aquele Catch-22 novinho que esta ali na foto)!
Este aspecto me faz pensar. Em primeiro lugar nao tenho tanta certeza de que a estante eh assim tao desajeitada. Como nunca usei uma dessas nem manuseei livros com ela, nao posso ter absoluta certeza e prefiro assim nao julgar. O estudio parece ser serio e nao ia criar um objeto desses (e acreditem - da um trabalho infernal, e muito dinheiro em mock-ups e prototipos) para que nao funcione direito.
Mas independente se funciona mesmo ou nao, a impressao que da eh que os livros vao estragar, ou no minimo ficar marcados pelo arame, ou entao cair ao serem manuseados. Coisa que nao iria jamais acontecer com uma estante “como tem que ser”. Eu pessoalmente nao desenharia uma estante que passe essa impressao. Adoro meus livros e sei que quem enche estantes e mais estantes de livros nao quer sentir-se aflito. Mas eh um elemento a mais, diferente que nao existe numa estante comum, torna a coisa muito mais dinamica, interessante e que definitivamente faz pensar.
Enfim, estantes, como outras mobilias se chamam “moveis” nao so porque podem se mover, mas porque transitam tambem em sua definicao. Sucumbir a definicao literal de um objeto eh uma posicao conformista e pra falar a verdade, perfeitamente comum. Comum demais. E dai so sobra o “feio”, “bonito”, “pratico” ou “desajeitado” que nao dizem nada, nao elucidam nenhuma caracteristica nova, humana (de quem o criou e usa) ou do objeto.
Eu gostei da estante. Como bem disse o Dino, é ótima para evitar que os livros fiquem empoeirados. Acho que nesse sentido ela é melhor para a manutenção deles.
A semelhança a um açougue pra mim é bem vinda: adoro carne.
Eu poderia ter uma dessas na minha casa.
Sobre o comentario 16 de Gabriel.
Eu apenas a qualifiquei(a estante) como MINIMALISTA.
E achei interessante sua defesa pela honra da estante (brincadeira). REalmente os conceitos são reinventados, assim como os paradigmas são quebrados.
Sabe o que me dói o estômago?
Ver gente se referir a design como sendo a forma dos objetos…
Design não é forma, design é uma metodologia de projeto que visa obter um produto (bem, serviço ou idéia), que atenda uma necessidade de um determinado usuário em uma determinada época. levando-se em conta aspectos como ergonomia, formas, cores, materiais, funcionalidade, aspectos etéticos, simbólicos e de produção é claro, bem como as questões ecológicas de descarte e reciclagem.
Por favor, a forma do objeto é apenas um detalhe abordado dentro do design do mesmo, design não é a cor, a forma, as peças ou o desenho do objeto, design é todo o processo que envolve um grande estudo de soluções e elaboração de conceitos para gerar um maldito produto. Sendo assim, por favor, parem de fazer o meu estômago doer escrevendo “isso tem um design bonito”, “esse design não é dinâmico”… Não que seja de todo errado, mas porque é de uma incompletude tremenda…
Muito obrigado.
gabriel seu coment. é interessante ! acho que o resumi numa palavra : construçao iconoclasta…me desengana por favor ! :-)
Como diria o MrX, balançando assim… Tudo para dificultar a nossa leitura.
Aliás “como disse o MrX” ;-)
Bem, uma coisa é certa: estantes, além de servirem para guardar livros e bugigangas, também servem para viajar. Nunca vi tanta gente viajando numa estante como vocês todos. Dá até pra tentar aprender algo: tem filósofos, artistas plásticos, especialistas em design. Contudo, embora eu concorde com o comentário a respeito dos carros ( que eram feios no início, mudaram muito e a maioria continua feia), uma maldita expressão não me sai da cabeça: êta estantizinhas feias!!Tão feias assim não dá para desculpar o fato de elas serem inúteis.