Pedro Doria | Weblog

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Em que crê a Cientologia

July 20th, 2007 · · 51 Comentários

Somos compostos de carne e thetan.

Nossos thetans ocuparam muitos corpos de carne nesta e noutras galáxias ao longo dos últimos trilhões de anos – e nossas vidas passadas compõem uma grande Ópera Espacial. Aquilo que chamamos ficção científica, em geral, aconteceu. Não é ficção. É o recontar inconsciente, por parte de escritores que muitas vezes não têm idéia disto, daquilo que viveram e testemunharam noutras vidas.

Veja-se, por exemplo, a história de Xenu (lê-se Zenu), ditador da Confederação Galáctica. Há 75 milhões de anos, ele trouxe bilhões de pessoas congeladas cá para a Terra, as amarrou a vulcões e explodiu seus corpos com bombas de hidrogênio. Foi assim que criou esta matilha de espíritos desencarnados alienígenas que andam em nosso planeta. Ou então, esta é muito mais recente, a história da Quinta Força de Invasão que, em 6235aC quase dominou a Terra.

Pudera: são tantas as civilizações além Sistema Solar. Há os Helatrobus, os Espinol, os Arslycus. E vidas passadas podem ser tantas. Como robôs escravos; como aventureiros espaciais. São tantos os mistérios do universo e tantos os dramas que não é à toa que um ou outro bata pino. Coisa de vidas passadas.

Problema psiquiátrico não existe. Picaretagem. Traumas passados, isto sim.

Os thetans – os espíritos em nós – têm o potencial de ter conhecimento sobre a vida, o pensamento, a matéria, a energia, o espaço e o tempo. Não é à toa que thetans criaram o universo.

Thetans são o todo e Tom Cruise o seu profeta.

Ou Cristo, tanto faz.

Tags: Pop · Religião

51 Comentários até agora ↓




  • 1 confetti // 20/July/2007 às 5:19

    bom dia pd…madrugando hein…

  • 2 confetti // 20/July/2007 às 5:28

    tem também o tal de rael, um jornalista français que “encontrou extra terrestres”…criou uma igreja de “filosofia e meditaçao sensual”…ganha dinheiro pra caramba de idiotas que acreditam nele como profeta ! os raelianos ( raelitas ? raelos? ) tem uns sites sagrados tipo clitoraid.org ou raelx.com….pois é…
    cientologia na frança é considerado crime, como tudo que é sectario…

  • 3 jsa // 20/July/2007 às 6:19

    fui

  • 4 Mané HRP // 20/July/2007 às 7:04

    Essa plantação de abobrinhas fica aonde ehin?
    PUTZ!

  • 5 Pax // 20/July/2007 às 7:59

    Em outras crenças, a coisa é parecida. Céu, purgatório, inferno, deuses, filhos de deuses, anjos, espíritos, planos, profetas…

    Com todo respeito, qual a grande diferença?

  • 6 Andre Fucs // 20/July/2007 às 8:08

    Pax,

    diz aí pra nós. estivesse você dentro de um avião a cair…

    No que você pensaria?

  • 7 Amouco // 20/July/2007 às 8:09

    Tom Cruise foi proibido de entrar na Alemanha dia desses…
    Agora se fosse pra mim acreditar em alguma coisa eu iria atrás de um blog desses: http://www.rosecry.com/2007/07/10/women-heres-how-you-can-have-longer-orgasms/

  • 8 Pax // 20/July/2007 às 8:24

    Fucs, assim de chofre: “Fodeu, acabou”. Tentaria me manter calmo pensando “Pelo menos aproveitei bastante”. O que é verdade.

  • 9 Mané HRP // 20/July/2007 às 8:25

    Pax, fora que voce de ignorante e burro não tem nada…por que essa implicancia com as pessoas por terem um lugar para a espiritualidade dentro de si?
    Não que essa coisa ridicula de cientologia seja melhor ou pior que todas as religiões mas é um direito dos caras.
    Quanto a crer ou não crer…aposto que voce se comove quando ve alguem sofrer, que voc, vez por outra, ajuda aquela velhinha que não consegue atravessar a rua, o cego que quer entrar no banco, quando voce paga uma refeição para aquele moço pobre que te pediu um pouco de comida….tudo isso, toda a caridade que fazes, são o teu passaporte para a evolução!
    Mesmo que voce negue por dentro ,a tua espiritualidade flui e o teu eu prossegue mesmo que te negues a aceitar, o ciclo evolutivo…e talvez numa proxima vida voltes ensinando os outros a evoluir.
    Mesmo quando negamos, somos parte de um”jogo” evolutivo, então não precisa acreditar nele para ser seu instrumento…..
    Basta ter a alma cheia de bondade.

  • 10 Pax // 20/July/2007 às 8:54

    Mané HRP, obrigado pelo elogio e vamos a tua resposta, pois este assunto pra mim pode virar uma discussão aberta muito boa:

    Não creio e não me acho melhor ou pior por isso. Além de não crer, ser ateu e agnóstico, não gosto de religiões, apesar delas terem conceitos que ajudam as sociedades. Os dez mandamentos judaico cristão são um bom exemplo do que digo. O espiritismo e o budismo são também bem legais nesse sentido. Conheço pouco outras religiões pra tecer comentários nesse sentido.

    Mas, como disse, sou ateu. Só que…

    Cara, a vida me mostrou um monte de coisas (dando uma de tiozão), e muitas dessas coisas são muito próximas aos mandamentos religiosos. O que percebo é que quanto mais chego perto destes mandamentos religiosos, mais as coisas que gosto se aproximam. Então é uma simples questão de vivência e opção, pro meu entendimento. Não roubar me brinda com relações com gente que não me rouba. Ajudar outros sempre volta por outro caminho. Olhar o planeta como um ser vivo que não gosta de lixo me faz viver em ambientes saudáveis. Por aí afora.

  • 11 Carlos Magno // 20/July/2007 às 8:54

    Adorei o tema. Só não posso dar pitacos agora. Volto perto da madrugada.

  • 12 Pax // 20/July/2007 às 8:58

    Ah, Mané HRP, faltou dizer… não acho que estou tendo implicância com os crédulos não. Estou dando minhas opiniõs e, acredito, sem proselitismos.

  • 13 Mané HRP // 20/July/2007 às 9:21

    Abraços Pax!

  • 14 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 9:24

    Como as aulas de religião (católica) que tive estão perdidas em algum escaninho empoeirado da minha memória, não tenho meios de fazer uma comparação que muito me agradaria. Gostaria de saber se os anjos, os arcanjos, o paraíso, Adão e Eva e dezenas ou centenas de outros cenários e personagens, caso fossem transpostos para os anos 50 — quando foi publicado o livro”Dianética - A Ciência Moderna da Saúde Mental”, do L. Ron Hubbard, fundador da Cientologia — e acrescidos de elementos novos, como a idéia de vida em outros planetas, de viagens interplanetárias, um pouco de guerra fria, de psicologia e pitadas de uma incipiente neurociência, entre outras coisas, não ficaria muito parecido ao que crêem os cientólogos…

  • 15 QQud LA SILVA // 20/July/2007 às 9:26

    Penso que o conceito de religião não se aplica a este emaranhado de devaneios espaciais.

    Bem…eu assisti um filme, com jonh travolta e forrest whitaker, sobre cientologia.

    Para mim uma ficção de baixo nível intelectual.

    Não lembro o nome do filme. Alienigenas humanoides escravizavam humanos.

    Incoerente, impreciso, chato. Quase amador.

    Muito diferente de “Os trapalhões na Serra Pelada”, um cult movie.

    Pode não interessar a ninguém mas eu dei 1 estrela para este post.

  • 16 Dom Casmurro // 20/July/2007 às 9:40

    “Aquilo que chamamos ficção científica, em geral, aconteceu. Não é ficção. É o recontar inconsciente, por parte de escritores que muitas vezes não têm idéia disto, daquilo que viveram e testemunharam noutras vidas.”
    Essa tese não é da “cientologia”. Pode ser encontrada em muitos escritores, desde Platão até nossos dias. É uma tese muito interessante e bonita! Pena que seja usada de modo “comercial”, como o fazem sempre os norte-americanos.
    Há inclusive um livro, “O Homem Eterno”, de Louis Pouwels e Jacques Bergier, dedicado a esse assunto, de modo muito mais consciente, equilibrado e bem desenvolvido.
    O ouro vem misturado a mutos outros elementos. O tempo se encarrega de apurá-lo.
    A cientologia é apenas mais uma mistificação.

  • 17 confetti // 20/July/2007 às 9:48

    pax, amém !! me situo como vc em relaçao à religiao

  • 18 Pax // 20/July/2007 às 10:12

    confetti, doce confetti,

    mas não se situe na minha capacidade literária… escrevi correndo e tô envergonhado com o texto… é que tô correndo com meus negócios, gostosos negócios, mas correndo…

  • 19 Theo // 20/July/2007 às 10:30

    Mesmo parecendo ridículo, ou sem noção, quem somos nós pra julgar?

    Se os caras querem acreditar em ETs, é o direito deles.

    Posso não concordar com o que vc diz, mas te dou o direito de vc dizer.

    Pior é a Alemanha que negou o direito do Tom Cruise de filmar em um lugar específico(não me lembro qual), só pelo fato do cara ser Cientologista. Detalhe o filme é sobre o Nazismo, um regime que discrimina as pessoas pelas crenças.

    Só na Alemanha mesmo.

  • 20 Theo // 20/July/2007 às 10:35

    Um dia estava em Balneário Camburiú, minha amiga estava com a bolsa dela jogada na grama, de repente foram chegando uns alemães e sentando perto da bolsa, chegaram uns 20, e no final eu falei pra minha amiga buscar a bolsa dela que estava cercada pelos alemães.

    Ela me respondeu - Vc acha que os alemães podem rouba-la??

    Eu disse - Esses Alemães já mataram 10 milhões de pessoas só pq não tinham o olho azul, deles vc pode esperar tudo.

  • 21 GUS // 20/July/2007 às 10:36

    estamos tomando conhecimento dessa tal seita ridícula pq seu embaixador é tom cruise e só.

    temos credos mais bonitos e mais humanos no sertão e na áfrica. estes acrescem algo de bom nos individuos.

    pessoalmente descobri q discutir a veracidade de qualquer religião é ínútil perante os praticantes e crentes nas mesmas, pois a fé não é cega no sentido da ignorância, mas no sentido de dar esperança em qualquer situação, mesmo naquelas em que o final é racionalmente conhecido e imutável.

    considero q uma pessoa desprovida do sentimento de que existe algo MAIOR, DESCONHECIDO e CRIADOR desse universo complexo e perfeito ,é uma pessoa sem esperança e incompleta.
    As vezes a inteligência da criatura faz ela supor que não pode existir algo maior que ela.
    Ela usa de artifícios muito racionais. A questão é a capacidade do seu raciocínio.

    A única maneira de uma pessoa muito inteligente admitir a possibilidade de existir algo maior e desconhecido por ela, sobre a qual ela não tem controle ou explicação, é através de uma situação pessoal em que suas convicções sejam contrariadas.

    A menção do PAX aos sujeitos de várias crenças faz sentido em muitas, mas não pode ser generalizado.
    Não importam os nomes, importa a existência.

    Essas entidades plurais posso garantir que existem, por experiêcias pessoais.
    Não tenho fotos, filmes ou truques para provar, mas já testemunhei coisas extraordinárias, de vários matizes, nas mais diversas situações.

    Nesse mundo relativo, onde nem mesmo a física e a matemática tem completa explicação, convém mesmo aos ateus, uma fração de precaução quanto a negar a existência de algo INCONCEbÌVEL.
    Seria melhor ficar a parte e se autodenominar outra coisa, pelo menos até o laudo da própria morte chegar.

  • 22 confetti // 20/July/2007 às 10:39

    pax, negocio gostoso ? me da um takinho

  • 23 Nhé! // 20/July/2007 às 10:42

    Olha, eu discordo das datas citadas.

  • 24 confetti // 20/July/2007 às 10:45

    theo nao suporto essas piadas sobre alemaes ! desculpe mas me da vomito ! aqui na frança, sao sistematicamente discriminados, chamados de ” boches “…ora, a guerra acabou e generalizar é uma merda ! desculpe , nao estou gritando…

  • 25 Pax // 20/July/2007 às 10:58

    GUS, já que você me cita em seu texto, vou responder. Não tive as mesmas experiências metafísicas que você teve. Se tivesse tido, talvez tivesse outra opinião.

    Ser uma pessoa sem esperança e incompleta por não crer em algo maior, desconhecido e criador é uma opinião tua que me permito discordar, mesmo porque é de argumentação pouco inteligente, na minha opinião.

  • 26 Pax // 20/July/2007 às 11:01

    Theo, concordo com a confetti. Quantos os seguidores de Maomé e os de Cristo mataram? Pela lógica… não deixe nenhum bem perto de ninguém, então. Putz.

  • 27 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 11:09

    GUS, destaco só duas passagens do teu comentário:

    “considero q uma pessoa desprovida do sentimento de que existe algo MAIOR, DESCONHECIDO e CRIADOR desse universo complexo e perfeito ,é uma pessoa sem esperança e incompleta.”

    - Diria que a esperança pode se dar em diversos níveis e não necessariamente associadas à crença num criador;
    - algo “maior” do que o homem e “desconhecido” por ele é mais do que óbvio — nem mesmo um ateu nega isso — e pode ter diversos nomes, mas não precisa ser um Deus (ainda que também “não precise não ser“). Pode, inclusive, permanecer com o nome de “desconhecido”;
    - não sei de nenhuma pessoa “completa”, pois entendo que a vida é o processo de realização (assim como a possibilidade do desperdício) do potencial de cada um, e alguma completude só se daria na hora da morte. Isso não impede que vc se sinta completo em função das suas crenças, claro. Mas aproveito e pergunto: há algo de necessariamente negativo em sentir-se incompleto?

    “… Essas entidades plurais posso garantir que existem, por experiências pessoais.”

    Por serem pessoais, vc só pode garantir a sua existência para vc mesmo. Digo isso tb tendo presenciado muita coisa difícil de categorizar, meu caro, que se traduz em alguns sentimentos com ar bastante sólido também. Porém, não posso garantir nada aos outros sobre eles, só para mim mesmo…

    Um respeitoso abraço

  • 28 shirlei horta // 20/July/2007 às 11:12

    God is a concept by which we measure our pain“. John Lennon.

  • 29 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 11:51

    Enquanto isso, morreu ACM.
    Aos seus deverá fazer falta.
    Aos seus.

  • 30 Lorena Suppa // 20/July/2007 às 11:54

    Difícil de comentar, cada um acredita naquilo que lhe reconforta. Sob o MEU ponto de vista, me parece que a cientologia reunião um pouquinho disso e daquilo e transformou em ficção científica. Mas a nós, humanos, não nos foi dada a plena capacidade de entender tudo o que se passa no universo, fora de nosso alcance. Então, não dá para fazer julgamentos, apenas emitir meras opiniões.

  • 31 GUS // 20/July/2007 às 12:21

    vc tem razão, talvez INCOMPLETA tenha sido a palavra errada ao querer adjetivar as pessoas que não possuem um crença em algo.
    talvez até pudesse usar esta palavra, mas complementando-a mais.

    em relação as denominações ao desconhecido que os ateus constumam dar, sempre entendi que é uma palavra de negação a crer em algo que poderia reger e criar o universo.
    ou seja, não crer, independente do nome.
    os ateus se consideram donos dos seus destinos e a mercê da natureza tanto quanto uma pedra, mas não admitem uma razão superior, regente de tudo.
    Essa razão superior é traduzida por praticamente todas as diferentes culturas do mundo através da religião, enfaticamente negada pelo ateísmo.

    Pax, a sua falta de “experiencias metafisicas” lhe permite discordar da minha opinião, mas não lhe autorizam a chamá-la de pouco inteligente, visto que para descrever um perfume é necessário entrar em contato com sua fragância.

    A esperança ou a falta dela é claramente uma condição metafísica no sentido de vivenciarmos uma situação que contraria nosso desejo, e que obviamente foge do nosso controle, de nossa ciência. Poderia citar por exemplo a enfermidade fatal de um ente muito querido.
    Fico pensando o que faz um ateu perante uma situação onde seu amor não pode apelar a algo não admitido pela razão.
    o ateu é antes de tudo, um resignado? se sim, isso é antinatural, pois a irresignação move a natureza, pelo que eu saiba, até microscopicamente falando.

    Ricardo, minhas experiencias pessoais, tanto como as suas, interagiram com o mundo e portanto são sim, passíveis de repetição com outras pessoas, fato aliás corriqueiro.
    Podemos obviamente dizer que a subjetividade das interpretações e das sensações advindas dessas experiencias são muito pessoais e diferentes, mas nunca que elas não existem, que não são naturais.
    Existem as experiencias cerebrais, que por se localizarem apenas no nosso intelecto podem ser postas em dúvida, bem como “gategorizadas” como enfermidade.

    Um hospício está cheio de pessoas normais, que estigmatizadas até mesmo por sim próprias em face das crenças impostas pela cultura, são absurdamente “tratadas” como doentes, com terapias dignas da medicina nazista.

    A abertura dos conceitos em que as percepções incomuns da mente e da interação com outras dimensões e portanto, onde outras formas de vida imateriais são admitidas e concebidas é o próximo passo da ciência dos números e esse conhecimento já avança, para estupefação dos cientistas e futuramente, dos “ateus”.
    Pessoas muito capacitadas e não dotadas apenas de teses já admitem e estudam o que a religião incansavelmente afirma desde que o mundo é mundo.
    Se não me engano, em laboratório eles já fizeram uma partícula de matéria estar em dois lugares ao mesmo tempo.
    Coisas acontecerão. Quero estar vivo para ver.

  • 32 GUS // 20/July/2007 às 12:34

    corrigindo uma dúvida, é fragrância e não fragancia hehe.

  • 33 Pax // 20/July/2007 às 12:41

    Gus, para descrever um perfume, não necessariamente você precisa experimentá-lo. Normalmente perfumes são compostos de mais de 200 elementos, os de base, os de corpo e os de arranque, que duram menos de 1 minuto após sua aplicação, os outros vão aparecendo conforme o calor do corpo interage com seus elementos. Normalmente você encomenda perfumes aos perfumistas descrevendo algo que ainda não vivenciou. Já trabalhei, também, com isso.

    Não entendo que o post deva se pontuar por discussões levadas a ofensas pessoais. Não me interessa nem me acrescenta em nada. Só não acho que possa ser julgado de incompleto de deseperançoso pelo meu ateismo e agnosticismo. Eu e qualquer outro com mesmas convicções. Volto a insistir, mui respeitosamente, que não me parece argumentação inteligente. Argumentação, não opinião, levando ao pé da letra, se tiveres a paciência de ler meu texto anterior sem rancores. No mais, agradeço a discussão inteligente.

  • 34 Elyene // 20/July/2007 às 12:55

    O tal de Rael mora aqui no Québec, Canadá, pertinho de onde me encontro agora. Outro dia assisti uma reportagem com este personagem e só consegui rir muito das suas idéias.

    Quanto à cientologia, bom, também me pergunto como seres racionais podem acreditar em algo assim.

  • 35 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 13:14

    Para quem quer saber a quantas anda o ranking do seu guru, recomendo o “Sarlo’s Guru Rating Service” (http://www.globalserve.net/~sarlo/RatingsD.htm)

  • 36 GUS // 20/July/2007 às 13:17

    no meu texto em momento algum dei motivos para seus grifos sobre “ofensas pessoais” e “rancores”.
    quem avaliou de maneira depreciativa inclusive foi o seu “não inteligente”, mas não considerei assim, pois faz parte dessa mídia enfatizar alguns pontos, mesmo que as vezes um pouco violentamente. tbm uso.

    seu ponto de vista é largamente conhecido e mereceu minha devida atenção para a continuação do diálogo.

    seu ponto de vista foi avaliado racionalmente nas minhas observações, inclusive com exemplos bem simples.
    peço a mesma releitura e entendo q uma honesta opinião deve ter abertura para aprendizados e reconsiderações, como por ex quando disse q INCOMPLETA era uma palavra equivocada.

    sei q estas discussões são delicadas haha.
    como a maioria delas, pouco alteram convicções. As convicções são teimosas e necessitam fatos e sensações diretas para serem alteradas.
    nesse assunto, vc mesmo disse, vc não tem parâmetros, pois suas experiencias não fornececem dados a respeito.

    quanto ao perfume, obrigado pelas informações, são muito interessantes.
    ainda tenho que ver aquele filme O PERFUME.
    quero ver se é tão bom quanto o livro, do patrick suskind, que recomendo enormemente, pois além de espetacular e original, tem poucas páginas hehe.

    sempre com boas intenções,
    abs

  • 37 QQud LA SILVA // 20/July/2007 às 14:37

    Gostaria de destacar a participação do Sr. GUS neste debate como sendo:

    1elegante
    2coesa
    3concisa
    4clara
    5precisa
    6respeitosa

    Não acho que a argumentção do Sr. GUS tenha sido pouco inteligente, muito pelo contrário.
    Parabéns GUS continue escrevendo sempre!

  • 38 zefiro // 20/July/2007 às 15:10

    Amigos,

    A cientologia é apenas mais uma entre tantas religiões e crenças em coisas sem sentido. Igual a ela, existe o cristianismo, o budismo, o espiritismo, etc. Todos têm em comum o fato de afirmar que o mundo e a vida não são aquilo que parecem ser pela lógica ou pela experiência. Eles simplesmente dizem: “Não, na verdade…” e terminam a frase com algo bem bonito e fantástico para as crianças dormirem com o coração acalentado.

    A questão é que cientologia, de fato, não é diferente dessas outras formas de manipulação de massa.

    Abraços a todos.

  • 39 zefiro // 20/July/2007 às 15:35

    Caro GUS,

    permita-me discordar de algumas de suas afirmações, com toda a honestidade intelectual que um cético poderia ter.

    Você cita a desvantagem de um ateu por não poder “apelar” para uma crença em vida pós-mortem, no caso de falecimento de algum ente querido. Realmente, nas poucas vezes (felizmente) que estive presente em um acontecimento dessa natureza, não apelei para nada que não fosse humano ou sobrenatural. Resignei-me, sim, pois a morte é uma conseqüência da vida. Tudo o que posso fazer (me desculpe, mas no fundo todos nós) é preservar aquela vida na memória e, quem sabe, aplicar em nossa própria vida algo que ela nos ensinou. De que adianta desejar que esta pessoa esteja no mundo da História Sem Fim, ao invés de termos a maturidade de aceitar uma coisa inerente à própria existência? É bastante difícil, não nego, mas considero uma atitude mais próxima da verdadeira natureza do ser humano.

    A ciência (verdadeira ciência, representada por profissionais sérios e honestos) jamais se interessou por mundos imateriais habitados por seres desconhecidos, e jamais se interessará por isso, ou pelo menos, assim espero. Desculpe-me, mas tenho que dizer aqui que essa afirmação sua não procede, pois pode gerar discussões infundadas acerca da credibilidade científica de estudos sérios.

    Gostaria de salientar que não tenho como objetivo ofender ninguém. Estou apenas pegando alguns pontos do debate e os explorando na minha própria perspectiva.

  • 40 confetti // 20/July/2007 às 16:57

    zefiro, conheço esse teclado…..vc é o w. nao é ?

  • 41 Vlad Chesterton // 20/July/2007 às 18:26

    complicada esta cientologia, masi fácil ter fé na Virgem Maria.
    Mas há muito mais coisas entre o céu e a terra que nossa vão filosofia pode explicar. Materialistas são meio humanos, meio nada.

  • 42 Pax // 20/July/2007 às 19:51

    Gus, caro, obrigado pelo debate sincero. Reli teus textos e você realmente é elegante, coeso e respeitoso, além de inteligente, como ressalta o LA SILVA.

    Perfume é, além de interessante, muito lucrativo. Particularmente uso muito pouco, quase nada, e gosto dos muito discretos. O filme achei fraco, mas assistível. O livro não li. A palavra correta é fragrância. Na Wikipedia você pode achar um início muito superficial sobre a matéria. Abraços !

  • 43 Éd Lascar // 20/July/2007 às 20:26

    Picaretagem pura! Este Hubbard não é melhor que Macedo. Talvez seja, porque criou de sua cabecinha privilegiada todo um sistema e cosmogênese. Já o último fatura em cima de uma grande revelação: O Cristianismo.

    Não dá para por os dois no mesmo saco de gatos. Nem mesmo seus derivados que chegaram até nós, como o Catolicismo, o Protestantismo e, no meu caso, o Espiritismo.
    Todos este credos tropeçam em um ou outro ponto. Nada mais natural: a mente humana é falível. O homem perfeito está para ser criado e, quando efetivamente ele conseguir esta condição estará fora desta Terra, porque…..”há muitas moradas na casa do Pai!”

    :o)

  • 44 GUS // 20/July/2007 às 20:27

    ao seu primeiro CMT, antes deste último, eu não iria responder, visto ele ser anedótico.

    depois no outro vc parece ter respirado fundo antes de tentar condensar minhas imperfeições de linguagem e expressões acerca de um tema tão complexo.
    tenho certeza que vc entendeu minhas palavras e meu exemplo, apesar de maliciosamente tentar tornar um ato triste (não ter a esperança que sua relação com essa pessoa não acabou) em uma coisa simples e banal ao espírito humano (a lua e sua influência nas marés).

    isso é latente nos céticos, a procura por brechas inexistentes, insistem na enunciação de seus argumentos antinaturais, que nada mais fazem que contrariar até mesmo um dos pilares da ciência (a verdadeira e única) que é a observação de eventos, análise e classificação.
    A cultura, seja popular, oral, impressa ou mesmo a herdada pelos primitivos povos de ilhas isoladas dá indícios, pressentimentos, sensações de nossa DIVINA procedência.

    o ateísmo/ceticismo pode ocasionalmente se relacionar éticamente com o mundo, mas evidentemente se imanta muito mais facilmente do negativismo, da solidão e de todos os sentimentos que não inspiram nobreza.

    isso não é um ataque a ninguém, por favor, estou falando genéricamente.

    é uma ofensa ao ceticismo que alguém tente desenhar o invisível.

    seu comportamento frente uma perda me parece normal.
    nada que um crente não faça ou possa fazer. eu mesmo até hj procedi assim nas poucas perdas q tive, pois vivendo na carne é difícil sentir o hálito divino nos momentos de dor.

    não acredito q os céticos/ateus não tenham aqueles curtos espaços de tempo que fazem nós humanos indagarmos sobre o porque das coisas e o propósito da vida, da nossa vida.
    Somos da natureza, sim, mas somos especiais. Não somos um ser irracional q apenas respira e se alimenta, não somos um vegetal ou um mineral, somos entidades complexas, num enredo complexo e com uma grande limitação para percebermos o ambiente que nos abriga. Não conseguimos nem viver em harmonia com os recursos naturais do planeta, não conseguimos nem mesmo harmonia dentro do nosso lar. Como podemos ousar saber mais sobre o universo e principalmente, contrariar seus movimentos.

    A frase do lennon que a querida sampaulina Shirley lembrou é maravilhosa.
    Acho que ao lê-la, ela dirá bem mais do que eu tentei dizer.
    O einstein já dizia q a genialidade reside na simplicidade.
    aliás, uma vez li um livro de citações dele que mais parecem religião do quê ciência. q cérebro.
    q leitura da vida e da natureza.

    isso se pode dizer de quase todos os gênios da humanidade.
    goethe e seu fausto e dante (perdi meu livro ao terminar a parte I, O INFERNO), q li recentemente, fazem com q nos sintamos obras divinas e eles semi-deuses, tamanha a clareza do seu pensamento e a genialidade de suas criações, inegavelmente impregnadas de algo MAIOR q o homem.

  • 45 GUS // 20/July/2007 às 20:49

    quando mergulhamos numa resposta meio extensa perdemos um pouco da cronologia dos diálogos, mas todos entendemos.

    fico lisonjeado pelos boas palavras embora elas sejam para mim um objetivo e não uma realidade.

    até que enfim um blog legal para minhas horas de ócio no trabalho.

    será só eu que acho q a vida é muito curta para aprender, trabalhar, se divertir e ainda por cima ganhar dinheiro.
    teclar é muito demorado.

  • 46 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 21:47

    GUS, não foi para mim o seu comentário, mas permita-me chamar a sua atenção para algumas coisas:
    Em primeiro lugar, é raro ver manifestações daqueles que se dizem ateus ou agnósticos, tentando “trazer para o seu lado” este ou aquele crente em Deus. O contrário é muito mais freqüente.
    Em segundo lugar, ainda que não se possa (nem deva) desprezar princípios ético-morais derivados de sistemas religiosos, é perfeitamente plausível ser coerente com esses princípios, e, ao mesmo tempo, prescindir da crença em postulados que impliquem numa instância divina.
    Em terceiro lugar, pode-se perfeitamente não crer em Deus, e nem por isso ser, por um lado, necessariamente materialista, e por outro, desdenhar daquilo que se ignora, ou tentar “resolvê-lo” por meio de artifícios lógicos, de crenças que não envolvam divindades, enfim, em preencher esse “não saber” com artifícios outros que, no fundo, sirvam mais para aplacar a angústia frente a ele do que efetivamente responder ao que quer que seja, tanto quanto o que é feito por muitos em relação às religiões que abraçam.
    Por último, algo que considero importante é justamente a humildade de muitos ateus e agnósticos frente ao desconhecido — diga-se de passagem, não conheço um ateu e um agnóstico que pense e se comporte do mesmo jeito —, assim como sua simpatia em relação à idéia de que não somos tão especiais quanto queremos crer, e que se o que nos criou foi o acaso, que acaso maravilhoso, não?
    Para finalizar, já que me alonguei bastante, tem um livro de que gosto muito, “Diálogo com Cientistas e Sábios - A Busca da Unidade”, da filósofa Renée Weber (Cultrix, 1986), onde a autora entrevista o Stephen Hawking, o Nobel de química Ilya Prigogine, o Dalai Lama, o Krishnamurti, só para ficar com os mais conhecidos, e também um padre beneditino chamado Bede Griffiths. Este vivia em Shantivanam, na Índia, numa cabana parte mosteiro ocidental, parte ashram oriental. É dele que tiro algumas observações interessantes (para mim). Ele fala, entre outras coisas, que em vez de pensar em Deus como a “divina luz”, prefere a imagem de Dionísio, a da “divina escuridão”. Nesse raciocínio, vale dizer que as metáforas religiosas, em sua maioria, falam da “divina luz”, como se devêssemos lutar para “eliminar a escuridão”. Pois pensando nas questões que o padre Griffiths levanta, diria que enquanto continuarmos “maldizendo” a escuridão — e “acendendo luzes” (isto é, abraçando crenças) de todo tipo — e não penetrarmos na escuridão — aquilo que ignoramos e tememos, as nossas dimensões inconscientes etc. —, mais distantes desse Deus que você apregoa estaremos. E que apoiar-se em crenças milenares e satisfazer-se com elas, acreditando que elas são sólidas por serem antigas, é não entender muito sobre elas.
    Há muitos caminhos para se chegar ao mesmo lugar, por mais que eles pareçam pertencer a pólos opostos…

  • 47 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 22:02

    Ah, a propósito da sua menção à Divina Comédia, de Dante Alighieri, anos atrás descobri que antepassados meus (de sobrenome Cavalcanti) eram citados por ele, que os colocara justamente no Inferno…
    Abraços

  • 48 Dino // 20/July/2007 às 23:32

    A religião seja ela qual for é a ligação do ser humano com o divino e o desconhecido, com os mistérios da vida e da morte. Como cada pessoa se conecta a esse divino, que ao meu ver está em cada um de nós, é problema único e exclusivo de cada um, desde que não afete negativamente os outros. Respeitar toda e qualquer religião é mais que um dever é uma obrigação para ser respeitado na sua crença ou inclusive no seu ateísmo.
    Onde muitos vêem um estelionatário, no caso de pastores e bispos evangélicos, pode ser visto também gente que através da pregação da palavra, conseguem transformar um bandido, em um cidadão, um drogado em trabalhador, e se ele recolher o dizimo, com fé, eu pergunto: Quanto vale uma vida? Já viu por acaso um cientista ou um psicólogo conseguir tal feito? E cobram e muito. Enquanto os que podem se entopem dos Prozacs da vida, os humildes quando estão angustiados se apegam a Deus.
    Diga-se de passagem, o ateu Fernando Henrique Cardoso não se converteu em devoto de Nossa Senhora repentinamente? E só assim conseguiu ser presidente…Viram como a fé remove montanhas?

  • 49 Carlos Magno // 21/July/2007 às 0:51

    Há muitas histórias sobre extra-terrestres. As mais recente com sinais de provas nos são passadas por David Icke, que diz existir na Terra os reptilianos e os greys que manobram os governos do mundo há milênios. E possuem discos voadores.

    Os ufólogos, adeptos desta descoberta, afirmam e reafirmam coisas extraordinárias. No site área 51 há depoimentos sérios de quem lutou contra greys e se feriu. Esses seres trabalhariam desde a quarta dimensão sobre a psique da humanidade e possuem também corpos físicos. Há videos à respeito. Acredite quem quiser.

    Entretanto, cabe-me dizer que não tenho a menor dúvida de que existem seres extra-terrestres do bem e do mal, possuo provas pessoais de ambos os lados e conheci de perto a malignidade de um grey do lado espiritual. Tive distúrbios físicos, quase fiquei doente.

    No meio de tantos depoimentos sobre invasões e domínios de extra-terrestres, caberia a pergunta: afinal quem manda neste planeta?

    A humanidade é algo à parte de muitos seres de outras galáxias, e tivemos um Criador inteligente que nos fez habitar a Terra.

    Se somos mais de seis bilhões de habitantes, creio que a Terra é nossa, mas a tecnologia por nós desenvolvida ainda é pequena para nos permitir a posse consciente e definitiva do planeta. Mas conseguiremos tão logo estes tempos turbulentos se acabem.

    Finalmente devo dizer que jamais serei tão estúpido a ponto de querer convencer um ateu de que somos corpo, alma e espírito e que o mundo não é somente aquilo que os cinco sentidos percebem.

    Cada um acredita no que quer, e não pretendo debater porque estas coisas não se discutem : conversam-se!
    Abraços amigos.

  • 50 Carlos Magno // 21/July/2007 às 0:55

    Até amanhã. Bom sono para todos! Aliás, até hoje, sábado, após às 9:00.

  • 51 O Espezinhador // 21/July/2007 às 9:58

    A Fafá de Belém é composta de carne e tetões…

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