cool, confesso tb minha simpatia por estantes, construi eu mesmo algumas, mas sou ruim de desenho. copio tudo.
3
Alba
7/19/2007 - 00h42
Maravilhosa, essa estante! Falta pensar no que poderia torná-la única: as coisas que armazenaríamos nela.
Confesso que as minhas estantes estão sentindo fadiga de material, já que têm que suportar duas ou três camadas de livros em cada prateleira.
Às vezes, procurar um título em particular é um exercício quase de arqueologia, mas que revela coisas que também eu não lia há tempos e são necessárias.
Bom, quando eu tiver mais salas e mais estantes para acomodar os livros, ficarei bem satisfeita.
Enquanto isso, com atraso, gostaria de comentar (desculpe PD) um filme gracinha que uma amiga me deu: “Pequena Miss Sunshine”.
Poucas vezes vi observações tão agudas e pertinentes sobre não só a sociedade americana, mas a nossa mesmo, que é clonada. Beleza de filme!
Olha, essa ai, das que já apreceram levou medalha de ouro… muito bonita e criativa…
Vou comprar a minha…
10
Gabriel
7/19/2007 - 03h11
Gostaria de ver uma dessas cheia de livros e bagunca; alguem iria conseguir distinguir os tijolos do Tetris?
E sem distinguir os tijolos do tetris… sobra alguma coisa de interessante na estante?
E digamos que o felizardo dono da estante resolve nao colocar nela nada, a fins de deixar a ideia do tetris obvia, no meio da sala. Quem ve olha, se apaixona, diz “que legal! Uma estante Tetris” e vai para o sofa tomar o cafezinho. Nao volta a olhar para a estante. Ela acaba rapido, o interesse desfeito por conta do misterio ser desvendado logo, e depois disso nao sobrar mais nada.
É bonita mesmo, mas achei algumas coisas pouco práticas como o espaço alto na lateral esquerda. Talvez pra colocar atlas sirva. Os meus ficam na prateleira debaixo de uma com portas de vidro, na horizontal, e é sempre ruim de procurar.
Ah, pra não deixar barato: quem for fazer, por favor, compre madeira certificada pô !
15
jsa
7/19/2007 - 08h31
vou comprar duas, colocar a outra ponta-cabeça, e refazer a estética original!
(não chiem, questão de gosto tradicional).
16
shirlei horta
7/19/2007 - 09h47
A uma certa altura da vida, as pessoas perdem a curiosidade. Não tenho a menor idéia de como isso se dá, mas todo mundo acha muito estranho você se debruçar sobre um assunto que não diz respeito à sua profissão, que não vai te gerar dinheiro, só vai matar sua curiosidade.
Pois eu não consigo dormir com uma dúvida na cabeça.
Recentemente, andei pesquisando sobre Habeas Corpus, queria entender melhor esse instrumento jurídico. Pensei que fosse criação recentíssima, já relacionada aos Direitos Humanos do pós-guerra (desculpem a minha ignorância) e descobri que é antiqüíssima, coisa do Direito Romano. Não vou encher o saco de vocês com a história e evolução do Habeas Corpus, só queria dividir o que eu “descobri” de mais alarmante.
O Habeas Corpus, que serve para tutelar o direito de ir, ficar e vir, não precisa de um advogado para ser impetrado!!!! Qualquer cidadão pode peticionar e apresentar a um juiz, que o defere ou não.
Minha angústia é a seguinte: descobri isso pesquisando livros de 3º grau. Nenhum escolar, nenhum de primeiro e segundo graus. Em nenhum momento da sua vida você é informado de que tem direito ao habeas corpus, como redigi-lo, a quem submeter sua petição.
Não deveria ser ensinado a todos os cidadãos, já que não é restrito a profissionais do Direito?
Alguém aí sabe peticionar um HC? E sabe que instância do Judiciário deve procurar? Pois é. E sabe quanto cobra um advogado para impetrar um HC por você?
Consultei alguns autores e temas (direito constitucional, processo penal etc.), mas dois que têm uma linguagem mais acessível e são suficientes para curiosos são:
Processo Penal
Julio Fabrini Mirabete
Atlas, 2003.
Curso de Direito Constitucional
Ricardo Cunha Chimenti et all.
Saraiva, 2005.
Livros de consulta, que toda estante deveria ter (não necessariamente os indicados por mim, existem muitos outros tão bons ou melhores).
Shirlei, muito boa a sua dica. Pesquisa é tudo. Quanto à curiosidade, eu sempre fui bem curiosa. Aí ficava (ainda fico) pulando de lá pra cá nos assuntos, mas como sou aquela curiosa de momento, que logo depois já se interessa por outra coisa, conheço várias coisas, mas acabo não me aprofundando em quase nada, só naquilo que me desperta uma curiosidade beirando à loucura! rs
Pior que isso já se refletiu na minha vida profissional (como expliquei lá na Carla). mas lendo uma matéria outro dia sobre os “novos renascentistas” descobri que sou um deles: pessoas que têm várias profissões e/ou atividades, por causa de múltiplos interesses!
Bom, em relação à estante: eu não gosto dessa madeira aí. Se fosse de metal, ia ser muito mais legal! (rimou)
A estante não me pareceu ser muito firme. Parece que desmonta fácil. Será que há travas? Será que essas travas são fáceis de desmontar para vc remodelar à vontade a estante?
No mais, já posso visualizar meus gatos fazendo uma zona nessa estante…
20
jsa
7/19/2007 - 11h48
Interessante sua observação shirlei horta // 19/Julho/2007 às 9:47,
já seria em bom tempo algo como uma disciplina de fundamentos de sociologia, em nível de educação fundamental, aonde se incluiriam essas e outras noções básicas.
A propósito, só no terceiro grau (de modo oficialmente) ou indiretamente na tv, se tem conhecimentos sobre a psicologia da adolescência, já para o adolescente é totalmente proibido em tempo real, outro absurdo!
21
QQud La Silva
7/19/2007 - 13h17
Shirley,
Quando assisti essa aula, me falaram que é melhor pagar um advogado para impetrar o habeas corpus, por diversos motivos, entre eles por que se o cidadão comum o fizer talvez o juiz não o aceite por “imprecisão”. Ok?
Gabriel, com todo respeito e honestamente e humildemente..não gostei das suas estantes…a do PD é melhor!
Além de livros, eu colocaria plantas, pois sou fascinado pela beleza que elas emprestam ao ambiente.
E convido os amigos a escreverem no post:
“A BIBLIOTECA COM TUDO NO MUNDO”
e “ISAAC ASIMOV ESTAVA CERTO”
Sobre o seu blog, e o post sobre o NAZARENO, eu não riria, porque prefiro adotar uma postura conservadora diante de uma história escrita e seguida por tantas pessoas.
E ainda peço perdão por meus pecados. Que não são poucos.
24
shirlei horta
7/19/2007 - 13h56
La Silva, demora, mas eu tenho paciência e vou tentar abreviar o seu tempo de compreensão. É EXATAMENTE essa possibilidade de imprecisão que delega o HC aos advogados. Mas alguém te ensinou a fazer isso no segundo grau? A função do HC é convencer o juiz de que alguém está sendo vítima de abuso do poder ou injustiça. Para isso, não precisa saber leis. Precisa fazer chegar ao juiz o fato e suas alegações. Nos livros que eu citei você vai encontrar modelos de petições.
Como é que eu vou atingir um grau de “precisão” num assunto que não me foi sequer ensinado?
Pedê, a página está desconfigurada. Não dá para ler as primeiras palavras dos comentários.
25
shirlei horta
7/19/2007 - 14h02
E além disso eu não entendi suas sugestões, La Silva.
shirley, sua pesquisa foi demais - parabéns! Como todo mundo, eu tb imaginava q HC fosse da ordem de domínio dos advogados. No meu tempo de estudante, falava-se mto numa outra figura - o mandato de segurança. Parece q podia ser impetrado por qq cidadão. Lembro q, qdo um gpo do qual eu fazia parte foi enquadrado no decreto 277, o advogado Seabra Fagundes, um tipo extremamente combativo, na época (1977), sugeriu q entrássemos com um. Não sei se isso ainda existe.
genial!
cool, confesso tb minha simpatia por estantes, construi eu mesmo algumas, mas sou ruim de desenho. copio tudo.
Maravilhosa, essa estante! Falta pensar no que poderia torná-la única: as coisas que armazenaríamos nela.
Confesso que as minhas estantes estão sentindo fadiga de material, já que têm que suportar duas ou três camadas de livros em cada prateleira.
Às vezes, procurar um título em particular é um exercício quase de arqueologia, mas que revela coisas que também eu não lia há tempos e são necessárias.
Bom, quando eu tiver mais salas e mais estantes para acomodar os livros, ficarei bem satisfeita.
Enquanto isso, com atraso, gostaria de comentar (desculpe PD) um filme gracinha que uma amiga me deu: “Pequena Miss Sunshine”.
Poucas vezes vi observações tão agudas e pertinentes sobre não só a sociedade americana, mas a nossa mesmo, que é clonada. Beleza de filme!
tetris-prateleira?
Maneiro!
Estou precisando de uma coisa dessas! :c)
Será que é barato?.. :c( Duvido! O PD é mto chique…
Que coisa, Bitt?
A estante? :)
tetris total. muito boa. vou comprar. :P
Olha, essa ai, das que já apreceram levou medalha de ouro… muito bonita e criativa…
Vou comprar a minha…
Gostaria de ver uma dessas cheia de livros e bagunca; alguem iria conseguir distinguir os tijolos do Tetris?
E sem distinguir os tijolos do tetris… sobra alguma coisa de interessante na estante?
E digamos que o felizardo dono da estante resolve nao colocar nela nada, a fins de deixar a ideia do tetris obvia, no meio da sala. Quem ve olha, se apaixona, diz “que legal! Uma estante Tetris” e vai para o sofa tomar o cafezinho. Nao volta a olhar para a estante. Ela acaba rapido, o interesse desfeito por conta do misterio ser desvendado logo, e depois disso nao sobrar mais nada.
Aqui pra voces algo que dura mais que 5 segundos, pelo designer israelense Ron Arad:
http://www.bonluxat.com/cmsense/data/uploads/orig/Ron_Arad_Bookworm_Bookshelf_iiq.jpg
http://www.espacio.co.uk/cgi-bin/products/images/storage/lovely_rita_display.jpg
essa quinta vou botar un livro de fotografias na estante…qualquer 1 de antoine d’agata…nenhum deixa indiferente, vc escolhe pd….
http://www.amazon.fr/s/ref=nb_ss_b/402-2969456-9868962?__mk_fr_FR=%C5M%C5Z%D5%D1&initialSearch=1&url=search-alias%3Dstripbooks&field-keywords=antoine+d%27agata&Go.x=0&Go.y=0&Go=Go
essa estante me faz pensar no labirinto do minotauro…o design é meio complicado visualmente….me incomodaria ter um movel assim….cansativo…
Copiando um bom marceneiro aqui da região de Mogi faz fácil essa belezinha.
Ela é linda mesmo.
Tem espaço “prela” na minha sala!
É bonita mesmo, mas achei algumas coisas pouco práticas como o espaço alto na lateral esquerda. Talvez pra colocar atlas sirva. Os meus ficam na prateleira debaixo de uma com portas de vidro, na horizontal, e é sempre ruim de procurar.
Ah, pra não deixar barato: quem for fazer, por favor, compre madeira certificada pô !
vou comprar duas, colocar a outra ponta-cabeça, e refazer a estética original!
(não chiem, questão de gosto tradicional).
A uma certa altura da vida, as pessoas perdem a curiosidade. Não tenho a menor idéia de como isso se dá, mas todo mundo acha muito estranho você se debruçar sobre um assunto que não diz respeito à sua profissão, que não vai te gerar dinheiro, só vai matar sua curiosidade.
Pois eu não consigo dormir com uma dúvida na cabeça.
Recentemente, andei pesquisando sobre Habeas Corpus, queria entender melhor esse instrumento jurídico. Pensei que fosse criação recentíssima, já relacionada aos Direitos Humanos do pós-guerra (desculpem a minha ignorância) e descobri que é antiqüíssima, coisa do Direito Romano. Não vou encher o saco de vocês com a história e evolução do Habeas Corpus, só queria dividir o que eu “descobri” de mais alarmante.
O Habeas Corpus, que serve para tutelar o direito de ir, ficar e vir, não precisa de um advogado para ser impetrado!!!! Qualquer cidadão pode peticionar e apresentar a um juiz, que o defere ou não.
Minha angústia é a seguinte: descobri isso pesquisando livros de 3º grau. Nenhum escolar, nenhum de primeiro e segundo graus. Em nenhum momento da sua vida você é informado de que tem direito ao habeas corpus, como redigi-lo, a quem submeter sua petição.
Não deveria ser ensinado a todos os cidadãos, já que não é restrito a profissionais do Direito?
Alguém aí sabe peticionar um HC? E sabe que instância do Judiciário deve procurar? Pois é. E sabe quanto cobra um advogado para impetrar um HC por você?
Consultei alguns autores e temas (direito constitucional, processo penal etc.), mas dois que têm uma linguagem mais acessível e são suficientes para curiosos são:
Processo Penal
Julio Fabrini Mirabete
Atlas, 2003.
Curso de Direito Constitucional
Ricardo Cunha Chimenti et all.
Saraiva, 2005.
Livros de consulta, que toda estante deveria ter (não necessariamente os indicados por mim, existem muitos outros tão bons ou melhores).
Shirlei, muito boa a sua dica. Pesquisa é tudo. Quanto à curiosidade, eu sempre fui bem curiosa. Aí ficava (ainda fico) pulando de lá pra cá nos assuntos, mas como sou aquela curiosa de momento, que logo depois já se interessa por outra coisa, conheço várias coisas, mas acabo não me aprofundando em quase nada, só naquilo que me desperta uma curiosidade beirando à loucura! rs
Pior que isso já se refletiu na minha vida profissional (como expliquei lá na Carla). mas lendo uma matéria outro dia sobre os “novos renascentistas” descobri que sou um deles: pessoas que têm várias profissões e/ou atividades, por causa de múltiplos interesses!
Bom, em relação à estante: eu não gosto dessa madeira aí. Se fosse de metal, ia ser muito mais legal! (rimou)
Pode ser usada como escada.
A estante não me pareceu ser muito firme. Parece que desmonta fácil. Será que há travas? Será que essas travas são fáceis de desmontar para vc remodelar à vontade a estante?
No mais, já posso visualizar meus gatos fazendo uma zona nessa estante…
Interessante sua observação shirlei horta // 19/Julho/2007 às 9:47,
já seria em bom tempo algo como uma disciplina de fundamentos de sociologia, em nível de educação fundamental, aonde se incluiriam essas e outras noções básicas.
A propósito, só no terceiro grau (de modo oficialmente) ou indiretamente na tv, se tem conhecimentos sobre a psicologia da adolescência, já para o adolescente é totalmente proibido em tempo real, outro absurdo!
Shirley,
Quando assisti essa aula, me falaram que é melhor pagar um advogado para impetrar o habeas corpus, por diversos motivos, entre eles por que se o cidadão comum o fizer talvez o juiz não o aceite por “imprecisão”. Ok?
Gabriel, com todo respeito e honestamente e humildemente..não gostei das suas estantes…a do PD é melhor!
Além de livros, eu colocaria plantas, pois sou fascinado pela beleza que elas emprestam ao ambiente.
E convido os amigos a escreverem no post:
“A BIBLIOTECA COM TUDO NO MUNDO”
e “ISAAC ASIMOV ESTAVA CERTO”
Beijos Lorena, Shirley e Alba
Elas caem do teto?
Hiro,
Sobre o seu blog, e o post sobre o NAZARENO, eu não riria, porque prefiro adotar uma postura conservadora diante de uma história escrita e seguida por tantas pessoas.
E ainda peço perdão por meus pecados. Que não são poucos.
La Silva, demora, mas eu tenho paciência e vou tentar abreviar o seu tempo de compreensão. É EXATAMENTE essa possibilidade de imprecisão que delega o HC aos advogados. Mas alguém te ensinou a fazer isso no segundo grau? A função do HC é convencer o juiz de que alguém está sendo vítima de abuso do poder ou injustiça. Para isso, não precisa saber leis. Precisa fazer chegar ao juiz o fato e suas alegações. Nos livros que eu citei você vai encontrar modelos de petições.
Como é que eu vou atingir um grau de “precisão” num assunto que não me foi sequer ensinado?
Pedê, a página está desconfigurada. Não dá para ler as primeiras palavras dos comentários.
E além disso eu não entendi suas sugestões, La Silva.
Claro voce precisa ler, para entender! Beijos.
Alba, é isso - a estante! Estou me mudando de um apê para outro, e um quarto cheio de estantes vai ficar pra trás… ::c(
shirley, sua pesquisa foi demais - parabéns! Como todo mundo, eu tb imaginava q HC fosse da ordem de domínio dos advogados. No meu tempo de estudante, falava-se mto numa outra figura - o mandato de segurança. Parece q podia ser impetrado por qq cidadão. Lembro q, qdo um gpo do qual eu fazia parte foi enquadrado no decreto 277, o advogado Seabra Fagundes, um tipo extremamente combativo, na época (1977), sugeriu q entrássemos com um. Não sei se isso ainda existe.