No submundo, longe das esferas de poder, em todos os cinco continentes, uma revolução está para vir. É a nova guerra mundial que recuperará para o povo sua terra e na qual o meio ambiente será prioritário.
É o que anda dizendo, por estes dias, Rafael Sebastián Guillén Vicente.
O subcomandante Marcos, líder zapatista, treze anos atrás, desafiou no México o governo de Carlos Salínas.
Sua visão de México não rendeu muitos frutos, mas num tempo em que o neoliberalismo parecia a quimera dos países em desenvolvimento e o México era um de seus símbolos, os zapatistas chamaram atenção para o óbvio. O povo índio, no sul do país, continuava pobre, muito pobre. A rebelião do Subcomandante Marcos marcou um período de profunda mudança política, no México.
Quando tudo terminou, o PRI de Salinas deixou o poder após mais de 70 anos.
Hoje, segundo o analista político Juan Pardinas, Marcos transformou-se num ‘líder amargo de uma esquerda marginalizada, um homem que não soube manter a aura heróica que tinha em 1994′.
O subcomandante continua com gorro cobrindo-lhe o rosto e cachimbo. É dia de seu aniversário. Faz 50 anos.






49 Comentários até agora ↓
1 Mané HRP // 19/July/2007 às 12:40
triste mundo esse que não cria alternativas a essa merda chamada capitalismo….Estou me acostumando, como preso em cadeia superlotada, a dormir em pé….faz parte…é a benção capitalista que jamais acaba de me abençoar!
Agradeço por ainda ter salário….Por quanto tempo?
2 confetti // 19/July/2007 às 13:26
estive nos chiapas ha 3 anos…o trabalho de centenas de voluntarios com os indios me surpreendeu : saneamento basico, higiene, postos de saude, como incrementar plantio e colheita, etc…tudo isso num acampamento perdido nas montanhas, protegido por um exercito de 10 mil rebeldes ! o comandante tava la, mas so vi de longe !
feliz aniversario comandante, acorda !
3 bitt // 19/July/2007 às 14:01
Gostaria de entender porq o zapatismo, como alternativa política, não funcionou. Era um movimento bem organizado, não se propunha a peitar o governo central e tinha propostas políticas claras. E, curiosamente, não rendeu - que eu saiba - nenhum bom texto de análise.
Mané HRP, uma observação interessante, feita pelo grande Perry Anderson, num livro sobre a Antiguidade Clássica, sempre me faz pensar. Dizia ele que, no auge do período em q vigorou o sistema de governo principesco, em Roma, a organização escravista rendia recursos para manter a hegemonia mundial do patriciado romano. Roma era uma cidade formada por “penhascos de granito e mármore” (acho essa expressão abrilhante), onde circulava uma aristocracia que se permitia manter cortes privadas de 2000 indivíduos, assegurada no poder por um exército de 400.000 regulares, e uma marinha de 1500 navios. A cultura era brilhante, tinha assimilado a produção, os costumes e até mesmo a língua dos gregos. Um nobre romano, acordando todos os dias em seu palácio nas proximidades do Capitólio, para conferir os ganhos de propriedades onde 3000 escravos eram explorados até a morte, devia achar que sua linhagem e posição seriam eternas.
Em que tumba desconhecida jaz a arrogância desses cara, hoje?..
4 Mané HRP // 19/July/2007 às 14:05
Eu tenho uma possivel resposta, mas não valeria a pena…mas é por aí Bitt….as coisas ficam e nós partimos……
Sem saber para onde!
5 ditadura interessa ? // 19/July/2007 às 14:08
hrp, receberá ainda por muito tempo , e cada vez menos.o produto que vendemos, a força de trabalho, cada vez mias perde preço , pelo excesso de oferta.
6 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 14:08
Indio só deixa de ser pobre se abdicar de sua cultura. O problemas dos projetos da esquerda e´que descolam da realidade, daí que sonhos viram nuvens e só os poucos líderes tem espaço. Ou descamba para o autoritarismo ou simplesmente desaparece.
7 Pablo Vilarnovo // 19/July/2007 às 15:09
Mané HRP - Não é que o mundo não tenha encontrado alternativas ao capitalismo. É que as alternativas são piores que ele.
Além do mais precisamos é entender porque o capitalismo funciona muito bem obrigado em alguns lugares e em outros não.
8 Pablo Vilarnovo // 19/July/2007 às 15:12
Bitt - Não caia nessa armadilha. Nunca se analisa o passado com os olhos do presente.
9 Ricardo Cabral // 19/July/2007 às 15:14
Confetti, vc bem que podia falar um pouco dessa tua experiência, não?
10 Pablo Vilarnovo // 19/July/2007 às 15:14
Ditadura… - A força do trabalho está sendo substituida pela força do conhecimento. Quem não entende isso será, realmente, deixado para trás.
Parace que não aprendemos a lição quando vemos que a empresa mais valorizada no mundo fabrica, tão somente, ordenações de zeros e um.
11 Ricardo Cabral // 19/July/2007 às 16:01
Pablo, concordo com você, mas com ressalvas. Sim, como você, também acompanho as transformações na esfera do trabalho, especialmente a ascensão do conhecimento como um dos principais ativos da atualidade. Mesmo assim, é para uma parcela mínima da população economicamente ativa. O que fazemos com o resto da humanidade?
12 Pablo Vilarnovo // 19/July/2007 às 16:08
Eduque-as. Assim como os países desenvolvidos fazem. Não é difícil, é só ter vontade política.
13 confetti // 19/July/2007 às 16:14
oi ricardo, td bom ?
nao ha muito o que contar sobre minha viagem aos chiapas…fui de penetra com a ong France-Libertés de danièle mitterrand ( viuva do former presidente frances ) …ela é proxima do comandante marcos e ajudou muito os zapatistas ! continua alias perseguindo utopias…isso me agrada…
os indios maya do chiapas foram os primeiros “altermondialistas” …queria muito encontra-los e aproveitei a ocasiao…se nao fosse com alguém “introduzido” nao teria sido possivel ir ao acampamento ! so fiquei 1 semana, muito pouco tempo pra ter coisas pra contar…mas nao os perco de vista e continuo doando pra essa ong…
( me preparando pra ser sacaneada e chamada de esquerda festiva….:-)
14 Ricardo Cabral // 19/July/2007 às 16:57
Mas foi uma bela experiência, Confetti. aquela região, apesar da pobreza, tem muita beleza. E é um povo muito bacana, bastante receptivo.
Aliás, tirando o terremoto de 1985, tenho muito boas lembranças dos tempos em que morei no México…
15 bitt // 19/July/2007 às 16:59
“Não caia nessa armadilha. Nunca se analisa o passado com os olhos do presente.”
Pois é, sugiro-lhe a mesma coisa: não caia na armadilha - de achar que sua época e suas crenças são definitivas. Acho q a história só serve para isso: colocar em questão as certezas e a arrogância do presente.
Também concordo totalmente com sua sugestão - educar o grosso das populações. O problema é q tvz, qdo isso acontecer, venhamos todos a descobrir que é impossível 7 ou 8 bilhões de pessoas viverem num padrão sequer próximo de do 1 bilhão que vivem nos países centrais - aqueles onde, inegavelmente, o capitalismo “deu certo”. A humanidade, nos próximos 50 anos, segundo Gunnar Myrdal, terá de aprender a viver em patamares mais baixos. Pelo q posso concluir, este terá de ser o grande salto da sociedade do conhecimento. Uma coisa mais ou mns assim: 5 bilhões de pobres avançam para o patamar, digamos, de Portugal; 2 bilhões de remediados ficam onde estão; 1 bilhão de ricos descem para o patamar, digamos, da Espanha ou da Irlanda.
Isso será possível? Duvido! A “parcela mínima” da pec que considera desperdício e hedonismo atroz como “justa recompensa do trabalho” irá abrir mão de parte de seus ativos em benefício do “resto da humanidade”?
E mais - vc provavelmente dirá q “o conhecimento e a tecnologia darão um jeito”. Mais uma vez, faço minha sua sugestão: não caia nessa armadilha. “zeros e uns” não existem como realidade - dependem de recursos reais, extraídos da natureza e transformados em valor. As fábricas continuam fabricando, embora, curiosamente, mtas pessoas pareçam não querer aceitar este fato. O conhecimento só gera gera valor qdo transformado em mercadoria concreta, seja ela comida insalubre, bugigangas chinesas, filmes vagabundos americanos, músicas intragáveis… Nunca vi ninguém comendo ou vestindo “zeros e uns”. Até agora, o domínio da produção de conhecimento (porq é essa q conta, realmente), tem mantido os capitais onde sempre estiveram, mas por qto tempo será assim?
Por sinal, acho q não está longe o momento em q quem quiser entender mesmo pq o capitalismo deu tão certo terá de perder a arrogância e voltar ao velho conhecimento. Pelo q tenho visto, já começa a acontecer.
16 Ricardo Cabral // 19/July/2007 às 17:12
Muito bom, Bitt, e você ainda teve a paciência que me faltou…
17 Pablo Vilarnovo // 19/July/2007 às 18:20
Bitt - Não entendo porque não podemos educar as pessoas para conseguir um padrão de primeiro mundo. Sinceramente não me importo o que os outros países farão com os seus. Sempre haverá um ditador aqui e alí para escravizar sua população. Para o Brasil é muito possível sim educar sua população.
Ninguém precisa abrir mão de seus ativos. Essa é beleza do capitalismo. Ativos são ganhos e perditos na velocidade da capacidade. Já se perguntou porque pessoas como Soros de uma hora para outra voltaram-se ao socialismo (mais travestido de social-democracia).
Se você nunca viu ninguém comendo zeros e uns, perdôe-me eu vejo milhares. Os zeros e uns garantem bons salarios que compram muita comida. Enquanto exportamos uma tonelada de grãos importamos um chip que paga essa tonelada.
Mas você não está errado, infelizmente até a transformação do conhecimento é abortado no Brasil. Empresas sobrevivem aos trancos e barrancos, impostos sufocam todos tantos as empresas quantos os empregados.
Geração de conhecimento sem educação não existe.
Sobre a arrogância, sei não. Chavez está aí, Lula está aí, Evo está aí… Essa gente não sai do pedestal…
Enquanto isso a Irlanda, que você bem citou, saiu da condição de favela da Europa para a segunda maior renda per capta.
O que eles fizeram que nós não conseguimos fazer?
18 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 19:03
não caiam em armadilhas. Lembrem-se do passado.
http://www.youtube.com/watch?v=6toqDclDsRs
assustador, vi completo agora no History Channel.
19 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 19:21
Bitt, essa é a maior pérola de neo-maltusianismo que eu vi nos últimos tempos. Não, você está redondamente enganado, , vamos crescer, crescer, crescer.
20 bitt // 19/July/2007 às 19:27
Pois bem, PV- o problema é que ativos, ou seja, recursos disponíveis para investimento produtivo, não importa o setor, saem de algum lugar. Não se criam a partir do nada. Vc pode não se importar com outros países, mas existe uma equação política cujo resultado determina quem poderá dispor da maior quantidade de recursos, sejam estes quais forem.
Até agora, essa equação tem um resultado desigual. No futuro… Vamos ver.
E cada época tem sua panacéia universal contra a miséria. Agora fala-se na educação, tanto qto 30 anos atrás falava-se nas “exportações” e sessenta anos atrás, na “substituição de importações” e 80 anos atrás, em “abrir o país à modernidade”. Continuamos mais ou mns onde sempre estivemos, 30, 60, 80 anos atrás.
Lamento, mas tenho idade suficiente pra não acreditar em unanimidades. O dia em que alguém chegar e disser - educação é prioridade por ser um direito fundamental do ser humano, o pilar-mestre de uma sociedade realmente democrática, a base para o implemento da saúde, da cultura, etc, etc (pq “conhecimento”, meu bom, é resultado da soma de tudo isso), e for apresentado um projeto de longo prazo que não seja mera conversa fiada, tudo bem - aí tvz eu ache q essa pessoa ou grupo não está enrolando de modo a criar seu próprio capital político.
21 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 19:44
é, mas o maior ativo é a mente humana, coisa que maltusianos nunca levaram em conta. Porque a mente humana vai parar defuncionar daqui pára a frente? De onde vem esta neo-onda de pensamento pessimista?
22 bitt // 19/July/2007 às 21:03
chesterton, então, tive uma idéia definitiva - já q a “mente humana” resolve tudo, e vc parece ter uma boa mente, resolva os problemas do mundo dentro da linha q vc parece achar a mais adequada.
23 W. OLIVEIRA // 19/July/2007 às 21:53
bitt, ainda que o meu ceticismo me empurre para o outro lado. Me obrigo a empunhar contigo esta bandeira. Do contrário, ficaria sem graça continuar…
24 Dom Casmurro // 19/July/2007 às 22:20
O Vlad adotou o marxismo!
Está defendendo teses marxistas!
25 Josué // 19/July/2007 às 22:47
Tadinho do Marcos.
Ideais de mais, homem de menos.
Romântico, quixotesco.
Muita mídia, pouca realidade.
Dá no que dá.
Foi bonito. Já era.
Acabou.
Próximo!!!!!!!!!!
26 Josué // 19/July/2007 às 22:50
Duro mesmo foi ouvir estes dias que Hugo Chávez é um subcomandante Marcos que deu certo… E olha que o sujeito que me disse isso aparentava estar sóbrio. Deve ser abdução, os tais chips alienígenas ou coisa pior. Acredito que demência precoce ou Azheimer .
27 Dom Casmurro // 19/July/2007 às 23:01
Ô Vlad,
Cuba, com 12 milhões de habitantes, já ganhou vinte medalhas de ouro no Pan. Os Estados Unidos têm 300 milhões de habitantes, para manter a mesma proporção de Cuba, precisaria ganha 500 medalhas de outro!
Você acha que os Estados Unidos chegam lá?
28 Dom Casmurro // 19/July/2007 às 23:07
Os Estados Unidos precisariam ganhar 500 medalhas de ouro para manter o mesmo nível do atletismo de Cuba!.
29 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 23:09
eu não acredito num argumento ………..como este….acabou a era em que medalhas olímpicas eram propaganda política. Quantos atletas americanos pediram asilo ao Brasil (tem que ter muita coragem,mams mesmo assim)…Dom Casmurro é viúva do stalin e do muro de Berlim, deveria ir para o zoológico, ou um museo do século 20.
30 Josué // 19/July/2007 às 23:09
Se os EUA chegam lá eu não sei mas se Fidel deixar ir embora quem quiser sair de Cuba, aquela falida fazenda de açucar (trocavam açucar por Ladas e AK 47) acaba em uma semana. Só fica mesmo o Fidel e olha lá se ele não vai para Venezuela.
Tem cada uma…
31 Dom Casmurro // 19/July/2007 às 23:11
Stalin e Bush são farinha do mesmo saco!
Eu gosto mesmo é da Suécia e da Suiça.
32 Dom Casmurro // 19/July/2007 às 23:16
Faz poucos dias que os jornais noticiaram que um soldado americano passou para o lado do Bin Laden e estava fazendo inclusive ameaças aos Estados Unidos.
33 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 23:18
Bitt, a mente humana é muito mais que a minha mente, e inclui a sua. Deixe de ser preguiçoso e contribua com alguma coisa original em vez de ficar pentelhando o passado plagiando o último livro que leu.
34 Josué // 19/July/2007 às 23:18
Eu gosto mesmo é do meu sertão aqui no Vale do Rio Ribeira.
Boa noite a todos. Foi um dia difícil e amanhã vai ser pior.
35 Josué // 19/July/2007 às 23:20
Dom Casmurro:
Estatística:
Quanto americanos existem? Quantos já foram para o lado do Osama ou fugiram para Cuba?
Você tá de brincadeira.
Agora definitivo boa noite que a vida de peão de serraria não é fácil …
36 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 23:21
suggested readings
http://whyfiles.org/096y6b/5.html
37 Dom Casmurro // 19/July/2007 às 23:24
Apenas um atleta cubano desertou da delegação de Cuba!.
38 Vlad Chesterton // 19/July/2007 às 23:55
quantos americanos já tentaram fugir de Miami até Havana a nado?
39 Vlad Chesterton // 20/July/2007 às 0:05
Visão geral
O presidente Lula retirou ontem um terçol na pálpebra. Para quem nunca vê nada, é uma esperança.
40 confetti // 20/July/2007 às 5:06
” Josué // 19/Julho/2007 às 22:47
Tadinho do Marcos.
Ideais de mais, homem de menos.
Romântico, quixotesco.
Muita mídia, pouca realidade.
Dá no que dá.
Foi bonito. Já era.
Acabou.
Próximo!!!!!!!!!! ”
josué, horrivel !! kkk
41 confetti // 20/July/2007 às 5:10
ricardo, fala ai do seu periodo mexicano ! quanto tempo ficou ? fazia o que ? se tou sendo indiscreta nao precisa responder chéri…:-)
42 confetti // 20/July/2007 às 5:18
( esse “chéri” ai foi exagero, desculpem…)
43 Pablo Vilarnovo // 20/July/2007 às 10:50
Bitt - Foi exatamente isso que países como Espanha e Irlanda fizeram. Levantaram certas bandeiras tanto a esquerda quanto direita que eram pontos fundamentais para o desenvolvimento do país. E a educação é uma delas. Só que nem isso aqui conseguimos fazer por pura falta da amadurecimento político. É a cultura do Fla x Flu.
—–
Foram dois atletas cubanos. Na verdade um atleta de Handbol e um treinador da ginástica. Antes de chegar ao Brasil alguns atletas já haviam desertado na Venezuela. Aliás a coisa por lá é tão triste que tratamos como deserção. Quem deserta é soldado e não atleta. Eles se libertaram.
44 Ricardo Cabral // 20/July/2007 às 11:45
Confetti, não se preocupe com o chéri, que por conta do que ainda resta do meu francês, conheço razoavelmente bem o seu uso. E sobre ser indiscreta ou não, realmente não fico muito confortável falando de mim em público, mas deixo um link para a minha descrição sobre o terremoto de 1985.
Bjs
45 confetti // 20/July/2007 às 13:14
vou usar o link ricardo ! obrigada
46 confetti // 21/July/2007 às 4:26
” bitt // 19/Julho/2007 às 14:01
Gostaria de entender porq o zapatismo, como alternativa política, não funcionou. Era um movimento bem organizado, não se propunha a peitar o governo central e tinha propostas políticas claras. E, curiosamente, não rendeu - que eu saiba - nenhum bom texto de análise. ”
eu tbm bitt ! houve uma época em tudo parecia possivel, inclusive com apoios politicos e economicos aos zapatistas….talvez marcos tenha se focado mais em sua vida privada que na de sua comunidade…começou ontem nos chiapas o encontro “de povos zapatistas com os povos do mundo”, mas ninguém comentou….
http://enlacezapatista.ezln.org.mx/
47 confetti // 21/July/2007 às 5:15
pd pq esse comentario ta “awaiting moderation” ? rolou sujeira ?
48 Demis Preto Realista // 1/March/2008 às 13:32
Salve!
Primeiramente vitória pra nós.
No deserto da miséria solitária, ta sendo condenada a plenitude da vitória, num mar de lama, derrotas na travessia, tudo destruido o quanto mais distante eu via.
Tem o mal na vida real dando tiro na rua, atropelando criança, a opressão devastando e tirando das mães a esperança, de verem seus filhos nas quebradas de cabeça erguida, perdidos sem saber que a escola é uma saída.
Vivemos o apartheid na nossa amada terra latina, nos dentes do primeiro mundo, ouro e platina, nos nossos, a resina das bezetacil, no terceiro mundo no resumo do Brasil, vai! Chama todo mundo numa R pra somar, porque o sub-comandante insurgente vai falar…
meu nome é Marcos, sob comandante Marcos, inteligencia militar do EZLN!!!
Aque no pé do morro é nóis que tá.
Demis Preto Realista
A Família.
49 sane // 20/July/2008 às 14:11
Subcomandante marcos é um gostoso queria um homem desse na minha vida. É o zorro dos nossos dias,eta homem pra lá de bom.
Leave a Comment