A Guerra ao Terror está sendo vencida?
Fareed Zakaria, editor de política externa da Newsweek e fera quando o tema é Islã, faz uma provocação: o terror está perdendo a guerra.
Na Indonésia, o líder do grupo que explodiu a boate em Bali (2002) foi preso. A liderança do Abu Sayyaf, braço da al-Qaeda nas Filipinas, foi morta e o grupo – mais de 2.000 guerrilheiros há seis anos – não passa de cento e poucos. No Egito e na Arábia Saudita as células terroristas foram desmanteladas. Quem sobrou está se escondendo pelos cantos.
O Terror não consegue mais distribuir dinheiro com facilidade pelo mundo.
Os principais líderes da al-Qaeda ainda têm abrigo na fronteira Afeganistão-Paquistão. Mas os Talibãs não são benquistos. Quando conquistam uma vila, matam gente, se metem na vida dos outros, são totalitários.
No Iraque, a al-Qaeda transformou-se num grupo sunita radical envolvida numa guerra com xiitas e com laços cada vez mais incertos com outros sunitas.
Ele continua seu argumento:
A divisão entre sunitas e xiitas – que também está presente no Líbano – é apenas uma das divisões do Islã. Dentro deste universo estão xiitas e sunitas, persas e árabes, gente do Sudeste Asiático e do Oriente Médio e, mais importante, moderados e radicais. O confronto entre Hamas e Fatah, na Palestina, é o exemplo mais vívido desta última.Assim como as divisões dentro do mundo comunista terminaram por torná-lo menos ameaçador, as variedades do Islã impedem que ele se torne um inimigo único e monolítico.O Islã seria ainda menos perigoso se os líderes ocidentais reconhecessem isto e trabalhassem para enfatizar estas distinções. Ao invés de falar de um movimento único e global que joga no mesmo saco separatistas chechenos na Rússia, militantes pró-Paquistão na Índia, senhores da guerra xiitas no Líbano e jihadistas sunitas no Egito, deveríamos enfatizar que todos estes grupos são muito diferentes, têm objetivos distintos, são amigos e inimigos entre si. Isto deixa óbvio que não representam o Islã. Isto os descreve como aquilo que realmente são: gangues locais de foras da lei cujo objetivo é chamar atenção pelo niilismo e pela barbárie.
Para Zakaria, a Guerra ao Terror está sendo vencida. O problema é que quem está no governo dos EUA não pode dizer isso – ficaria sem missão; e quem está na oposição também não pode: perde seu argumento de que é preciso substituir o comando.
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Interessante. Abordagem menos totalitária da cultura islãmica e mais realista da atual política externa norte-americana. Colabora para neutralizar o senso comum da “guerra entre civilizações”.
Só discordo sobre a oposição perder seu argumento. Pode perder o principal deles, mas tem mais uns 567834 para continuar a criticar o governo Bush. A política externa não é a única coisa que interessa aos eleitores americanos.
“we are loosing the war against radical islam” nao quer dizer exatamente que a guerra esta sendo vencida….a pergunta é “estamos perdendo a guerra contra o islamismo radical “? de uma certa forma, estamos ! alguns lideres estao presos, algumas bases estao desativadas, mas nunca houve tantas “ramificaçoes” privadas e incontroladas tipo essa mini celula de colarinhos brancos que TERIA orquestrado os attentados em londres e glasgow…
Acho que nao estamos nem perdendo nem ganhando.
Ha noticias boas e noticias mas. A divisao entre sunitas e xiitas, Arabia Saudita e Ira, é boa. Deve ser estimulada. Enquanto se matam entre eles nao matam a nos.
O fracasso dos ultimos atentados leva a crer que estao tendo mais dificuldade para obter explosivos, que foram mortos varios lideres importantes, e que a Al Qaeda foi pulverizada em diversos subgrupos, talvez mais espalhados pelo mundo, porem menos eficientes e organizados.
Por outro lado, a situaçao no Iraque é irresolvivel (se ficar o bicho pega se sair o bicho come), a briga Israel vs. Hamas vs. Hezbollah tende so a piorar, certamente havera novos atentados na Europa (um dia eles acertam), e tem o problema da imigraçao.
No mais, discordo disto aqui:
“Isto deixa óbvio que não representam o Islã. Isto os descreve como aquilo que realmente são: gangues locais de foras da lei cujo objetivo é chamar atenção pelo niilismo e pela barbárie.”
O fato é, como ja foi dito varias vezes, o Isla nao tem autoridade central, logo os grupos terroristas representam o Isla tanto quanto os moderados que renegam a violencia. Sao apenas visoes diferentes, mas se os terroristas falam em nome do Isla, é porque evidentemente o representam, tambem. Queiram os outros ou nao.
e o que farão os cachorros loucos (dos dois lados)?
A qual guerra ao terror se refere o jornalista?
A do Brasil contra o trafico/pcc/ADA/CV?
A da Colombia contra as Farcs/e Direitistas?
A do México Governamental contra os indigenas expoliados?
Dos coitadinhos negros contra os Árabers Negros do Sudão?A guerra terrorista de Palestinos e Israelenses/EUA?
Dos patéticos Iranianos/Palestinos contra os Sirios Libaneses( que vem destruindo aquele lindo país há mais de 30 anos )?
Ou a dos Eua contra o resto do Mundo que se ponha em sua frente?
EEEEEE!
A guerra ao terror está endo vencida e assim supões-se que o terrorismo vai acabar.
Muito bom para a “paz na terra aos homens de boa vontade ou aos de má vontade que estão sendo mortos - merecidamente diga-se.
A procupação maior é: Quem, qual ou por qual motivo será a próxima guerra? Ou será que alguem pensa que vamos ter paz?
Meus conhecidos Kreng e Krung da pré-história estão vivos e atuantes dentro de cada um
e certamente vão encontrar motivos para continuarem as guerras pelo mundo.
Aliás PD, vale uma “atualizada” pra nóis de a quantas andam as coisas na África. O Sudão tá em frangalhos.
O presente texto, meu prezado amigo Pedro Doria, com ligeiras adaptações, pode ser aplicado perfeitamente à “Cidade Maravilhosa”, como vocês cariocas se referem. Portanto, abaixo e modestamente, me encarreguei de tal.
“Ao invés de falar de um movimento único e global que joga no mesmo saco o Comando Vermelho do Complexo do Alemão, militantes do 3º Comando da Mangueira e senhores da guerra xiitas dos Amigos dos Amigos na Ladeira dos Tabajaras, deveríamos enfatizar que todos estes grupos são muito diferentes, têm objetivos distintos, são amigos e inimigos entre si. Isto deixa óbvio que não representam o tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Isto os descreve como aquilo que realmente são: gangues locais de foras da lei cujo objetivo é chamar atenção pelo niilismo e pela barbárie. Os verdadeiros donos do negócio nunca passaram perto de qualquer uma destas favelas”.
Quanto as Forças Nacionais de Segurança (FNS) deste energúmeno do Presidente analfabeto de vocês brasileiros, o melhor é que fôsse transferida em peso para o Haiti. Lá igualmente seriam inúteis mas, pelo menos, acredito que a ONU rache as despesas com a gente.
Muito obrigado.
Finalmente uma boa notícia! Se os líderes do Islã viessem a público dizer que são contra o terrorismo, seria melhor ainda!
Mas ainda acho o Islã extremamente conservador, totalitário e procura predominar sobre o Estado. O Islã precisava se “modernizar” um pouco!
Antenor…em certos locais Brasil afora os traficantes são adorados….as pessoas sabem que eles são traficantes, mas como aos politicos dedicam reverencia, em busca de possiveis “benesses”!
Hipocrisia?
Não Auto flagelo!
E apodrecimento da sociedade…aos poucos!
Tem jeito não!
Meu caro Mané, não vamos generalizar as coisas.
Mesmo nas favelas, mais de 90% das pessoas que lá vivem são gente boa e trabalhadora.
Acho incível como as pessoas tem a tendência de acreditar em absurdos.
Em outros comentários, li que o Sarney é “dono” do Maranhão. Pois muito bem. O homem não conseguiu sequer a indicação do seu partido, no Maranhão, para concorrer ao cargo de senador. Se estou bem informado, o Sarney é senador pelo Amapá. Como é que o “dono” do Maranhão não consegue sequer a indicação daquele estado para concorrer a uma vaga política?
Onde está escrito incível, leia-se, incrível.
Don, óbvio que voce está certo, mas o que me espanta são as pessoas(qualquer número) se chegarem a esses caras.
Não são poucas não!
Mas, claro que 70 , 80% das pessoas, seja aonde for, favela ou não, são de bem (pobres ou não).
Traficante não pode ter espaço algum!
Mané,
Acho que estamos “avançando”, meio lento, mas avançando. Localizar o problema já é um grande passo.
Logo após a 2ª guerra mundial, meu prezado amigo Dom Casmurro, o grande Sir Winston Churchill foi derrotado em uma eleição. O nosso grande senador maranhense José Sarney foi e vem sendo injustiçado, talvez por preconceito ou pura maldade. Todavia, todos nós seus fãs e eleitores, tenho certeza, ainda veremos o seu glorioso julgamento final feito por aquela que, apesar de implacável é, também, justa e incontestável: A História.
Muito obrigado.
Chama o Gustaf Josef!
Diversos líderes do Islã já se pronunciaram contra o terrorismo. Infelizmente em diversos locais e meios políticos e de imprensa, o combate ao terrorismo é visto muito mais por uma ótica imperialista americana do que um bem mundial. E de certa maneira estão certos.
Após a queda do muro, muitos grupos ficaram sem pai nem mãe. É por isso que muitos partidos políticos ocidentais possuem acordos com partidos como o Baath.
Faltou um estadista americano, não vejo o Clinton como um deles, até porque, durante sua administração ele teve diversas oportunidades de prender Bin Laden.
A arrogância america e principalmente dos Falcões de Bush fez com que perdêssemos uma ótima oportunidade de conter o terrorismo islâmico e de tabela os outros.
O Foco se perdeu, o sendo de algo bom estava sendo feito, se perdeu. Imaginem se os EUA tivessem utilizado sua máquina de guerra não para invadir o Iraque, mas sim capturar Bin Laden no Afeganistão? Com certeza o mundo de hoje estaria melhor.
O Iraque foi um disperdício inacreditável. E o custo-benefício foi e é muito pequeno.
Mané - Foi-se a época que traficante era visto como um benfeitor, um Hobbin Hood. Hoje as pessoas que moram nas favelas são obrigadas a se desviarem dos julgamentos dos traficantes que cada dia que passa são mais jovens e homicidas e da truculência, despreparo da polícia. O caso de hoje noticiado pelo EXTRA é exemplar.
PV, será?
Eu creio que os olhos estejam mais abertos….mas voce e outros cariocas podem falar mais sobre essa gigantesca armadilha que armaram aí no Rio…
Mas aqui pela parte paulista da coisa, embora não conheça bem os donos de bocas de Sampa, conheço bem o interior aonde moro(Mogi), então pelas cidades menores os caras se fantasiam de bons moços e mimetizam sua verdadeira fonte de trendas, lavando dinheiro em mil tipos de negocios….mas são víboras como todo traficante.
AH! e há o grupo politico…sim senhor, inserido no mundo politico, fazendo seus representantes e lobbies!
Sei lá…o assunto é muito polemico.
Pablo,
Permita-me subscrever seu comentário de 6/Julho/2007 às 10:48 .
Essa invasão do Iraque, daqui 100 anos, será ,se analisada com honestidade, considerada como uma “Nova Criméia” ou outro “Desembarque de Dardanelos”, ou seja: ” Um Grande Equívoco”!
O que ocorre, meus prezados amigos Pablo Vilarnovo e Mané, é que o perfil do traficante típico hoje é totalmente diferente do que era, por exemplo, há 15 anos atrás, quando saí do Brasil. Naquela época os traficantes eram nascidos e criados nas próprias favelas em que atuavam e, portanto, estavam perfeitamente inseridos na comunidade e, como tal, ajudavam e participavam do seu dia a dia. O seu poder, em boa parte, era exercido pela amizade e por esta união quase umbilical com os demais moradores da comunidade.
Hoje em dia, com a globalização do tráfico, não existem mais estes laços umbilicais. A competividade é muito maior e as leis do mercado são respeitadas rigorosamente. Portanto, o traficante pode atuar e, normalmente é o que ocorre, em uma comunidade em que não mantém nenhum vínculo afetivo. Em consequência, o poder é exercido quase unicamente pelo mêdo e pelo terror.
O que não mudou nada foi a polícia. Continua venal, corrupta e incompetente como sempre foi. Daí, apesar de tudo, os moradores das favelas, na quase totidade, ainda darem preferência à convivência com os bandidos e traficantes. Êstes, pelo menos, êles conhecem a cara e os própositos. Ou, se preferirem, dos males o menor.
Muito obrigado.
totidade=totalidade
“Leis de Mercado”, entre os traficantes. Eu também acho isso. Entre bandidos, é um lugar onde a chamada “livre concorrência” funciona muito bem!
O problema do terrorismo é que as organizações podem ser bem pequenas e ainda causar estrago. O artigo do Zakaria é muito bom, mas o problema é que as poucas células “sleeper” ainda existentes na Europa e nos EUA ainda podem explodir um trem, um ponto de ônibus. E, embora não concorde com a invasão do Iraque, em uma coisa os EUA estavam certos: o risco maior é essas células remanescentes passarem a trabalhar para governos párias, como o Irã, a Coréia do Norte, etc.
Seria trágico, se não fosse cômico. Ou possível, mas improvável…
Dom Casmurro,
Estou entre os que dizem que Sir Ney é o “dono” do Maranhão.
Quando falo em “dono”, não estou me referindo, figuradamente, ao controle político do Estado que, eventualmente, pode estar em outras mãos.
Uso a palavra “dono” no sentido estrito. Literal. Sir Ney é proprietário, majoritário ou não, de quase tudo que possa gerar lucro no Maranhão. De estação de tevê a fábrica de refrigerante regional, dito “tubaína”. Pra quem não sabe, no Norte e Nordeste as tubaínas vendem quase tanto quanto a coca-cola (mas parece que Sir Ney tem, também, interesses em uma fábrica de coca-cola).
No quesito tevê, pra você ter uma idéia, ele controla as repetidoras da Globo, da Bandeirantes e, ao que parece, agora, do SBT também. Na esteira disso vêm os jornais e as estações de rádio.
Deu pra sacar o peso do homem?
Tá bom, em um dado momento, ele não conseguiu se candidatar a senador pelo Maranhão.
Melhor pra ele: continuou a mandar no Maranhão — até elegeu a filha governadora e o filho deputado federal, além de um rebanho inteiro de vereadores, deputados estaduais, federais, etc. — e ainda passou a mandar em outro Estado, o Amapá, onde elege outro rebanho.
Por conta disso, a influência dele no Congresso Nacional aumentou.
Daí porque, mesmo tendo recuperado o controle político no Maranhão, preferiu continuar domiciliado eleitoralmente no Amapá.
O cara é uma fera política. Pena que seja um predador…
Está acabando? Então o que vai ser do povo americano agora? Se não há mais contra quem lutat, pra que servem os americanos? Será que eles vão cometer suicídio em massa?
Brincadeiras a parte. Bom, de que ponto de vista o terrorismo está acabando? Acho que isso é só um daqueles leves desequilíbrios típicos da cadeia alimentar… O terroristas diminuem, ou um tipo de terrorista diminui, enquanto outros tantos aumentam… mas as cadeias alimentares tendem ao equilíbrio depois de algum tempo… Isso é só uma chuva passageira… depois volta tudo como é, pois trata-se apenas de uma substituição no estilo de terrorismo, por assim dizer, vigente.
1 ) confetti // 6/Julho/2007 às 4:31
-Concordo contigo mulher!
2)”… Pra quem não sabe, no Norte e Nordeste as tubaínas vendem quase tanto quanto a coca-cola…” by Elias (Elias // 6/Julho/2007 às 11:52
)
- MENTIRA! MENTIRA! MENTIROSO MAL INFORMADO! TUBAÍNA nunca foi comercializa no grandioso estado do PARÁ, pois as pessoas deste estado tem um refinado paladar (mesmo os pobres) e são exigentes quanto a qualidade do que bebem. Aqui no Norte, bebemos: COCA COLA ZERO, Refrigerantes garoto, SCHIN, PEPSI, Refrigerantes YAMADA, e outros de igual qualidade.
Mr. Writer,l
Simples: o próximo da lista é Chaves… Tá na cara…
Elias, não me diga que o Sarney é do dono da Jesus!
Vcs estão precisando assistir um pouco de 24 horas para sacarem que certas coisas nunca acabam… ;-)
Prezada Deise Gulfi,
Concordo, a bichinha chiliquenta candidato a ditador do mundo do Chavez está também se candidatando para ser a bola da vez na mira americana…
Abraços respeitosos
Writer…desculpe , mas Chavez não é Ditador, ele foi eleito.
Suas ações tem sido controvertidas e isso causa especie na turma….mas ainda não passou do limite do governante eleito legalmente.
O próximo período eleitoral será o tetste entre o Ditador e o politico democratico…aguardarei….
Mané - Isso se ele não mudar as regras novamente, nessa nova constituição que ele está escrevendo nas coxas…
É PV, é sobre isso que escrevia.
Ele vem perdendo o freio e, bem…..se isso que escrevestes acontecer, a panela de pressão irá explodir……
De todo modo, caras semi desequilibrados não vingam mesmo como governantes…viram ópera bufa!
Concordo Mané, Chavez não é ditador, exatamente por isso que usei a expressão “candidato a ditador”… E outra, não tem graça falar do Chavez sem ironizar seu postura de pseudo-líder e de bichinha chiliquenta…
Abraços.
Esse argumento de que reconhecer que está ganhando daria a impressão de que perderia a missão é furado, está ganhando, em todas as áreas e tem que continuar ate o fim total.
PD e aquele achado de um cemiterio clandestino e secreto num antigo quartel da URSS não merece sua atenção? Parece que os soviëticos executaram em massa.
Chesterton,
Parece? Eu li direito? Parece que executaram em massa? É um eufemismo gigante isso de “parece”
Você já ouviu falar em gulags… é como eram (ou são, não sei mais), chamados os campos de concentração do comunismo na antiga União Soviética. Fico devendo-lhe a autora, o preço e a editora do Livro chamado Gulag, que trata (adivinha), dos gulags… você procurar por ele, não deve ser difícil de achar.
Abraços.
Correção: “você PODE procurar por ele, não deve ser difícil de achar.”
O Mané está certo: O Chávez não é um ditador. É apenas um aprendiz de ditador! Mas está aprendendo rapidinho.
O Legislativo já não existe, já que por seis meses, renováveis sei lá por quantas vezes, ele pode fazer as leis que quizer.
O Judiciário está totalmente manipulado. Juízes que ousaram desafiá-lo, alguns foram transferidos pros cafundó do judas; e a grande maioria demitida, e estão sendo ameaçados pelas forças de segurança do filhote de cruz credo!
Esse Chávez representa o maior perigo para a América Latina hoje.
Mr Writer, o Afeganistão é bem mais recente, inclusive quem sabe se o Putin não estava lá quando ocorreu?
Pois é Ches, entendo… Mas achei estranho você ter usado a expressão “parece”, pois é pratica comum na região essas execuções em massa… dai lembrei-me dos gulags, tão cruéis quanto os campos de concentração nazistas…
Abraços.
Mr. Writer - Na verdade é o contrário. Os campos de concentração nazistas que são cópias dos campos soviéticos que já existiam na época de Lênin. Muitas das atrocidades de modis operandi dos nazistas foram copiados dos soviéticos e não o contrário.
Ok Pablo
Sim, positivo e operante, é um fato que conheço, só coloquei do jeito que está no comentário porque a grande maioria das pessoas desconhece os gulags e suas atrocidades…
Mas é sempre bom usar o padrão de “qualidade” nazista para comparações. Só para reforçar, os gulags eram tão ou muito mais temíveis que os campos de concentração nazista… o que não significa terem vindo depois… Foi só um comparativo, ok?
Abraços.
Mr. Writer - Não foi intenção minha corrigi-lo, apenas ilustar seu correto comentário.
;)
Abraços,
Mané,
Ele chega lá. Tens duvida?
Mr. Writer,
E ele não é só “a bichinha chiliquenta candidato a ditador do mundo”. O cara é esperto. Se a “galera” dormir no ponto, quando acordar terá uma grande surpresa. Assim como foi com Hitler e outros tantos na história.
Nesta altura do campeonato, fico pensando em Fidel… Muito interessante…
Writer e Deise: Vocês estão preocupados com qual seria o novo alvo da “ação preventiva” norte-americana? Que tal o maior manancial de água doce do planeta? Advinha onde fica?
É só eles anunciarem que existe uma célula do terror internacional escondida praquelas bandas.
Peralá! É preciso ser fera para fazer essas constatações???
Os países islâmicos que melhor se saíram contra a oposição armada foram aqueles que investiram em inteligência - o Egito é o exemplo mais claro disso; a Síria mantém seus jihadistas sob rédea curta, e eles não podem atuar dentro do território nacional - tanto depósitos qto campos estão no Líbano.
Também se deram bem aqueles que caíram de pau nos grupos armados, mas não fazendo demonstrações idiotas de força, como Israel e os EUA - mandaram tropas especializadas pra cima dos caras, como foi o caso da Indonésia e do Sri Lanka. Prevalece ainda, na guerra, a máxima “é o soldado de infantaria que vai lá, arranca o inimigo da toca e o obriga a assinar o tratado de paz.” Qdo não tem negócio, matam os caras. Simples assim, mas dá certo. Ou será que acham que Abu-Sayaf simplesmente resolveu praticar suicídio coletivo?
Agora, o jornalista ferão cai no lugar-comum qdo afirma que os grupos são foras-da-lei. Então tá. só q matar os caras, simplesmente, não adianta. Ninguém vence uma guerra de maneira tão absoluta - tem que ter um projeto pra depois q os caras entregarem as armas. Pode-se não gostar deles (admito isso totalmente, porq os métodos são horríveis), mas vai ter que negociar alguma coisa.
Nesse ponto, os israelis estão fazendo a coisa correta: investem num dos lados, encostam o outro na parede e, de quebra, enfraquecem todo mundo. É uma jogada que tanque nenhum consegue fazer. Jogada política.
Os regimes que estão enrolados são aqueles que, por diversos motivos, tiveram de fazer concessões aos militantes armados, como foi o caso do Paquistão. Aí o negócio é outro. Permitir um grupo armado atuando livremente dentro das fronteiras pode ser produtivo em dado momento (como, por exemplo, qdo os n.americanos armaram e treinaram o Taliban e a al-Qaeda, e negociaram a instalação de campos no Pasquistão), mas em outro, é tiro no pé.
Lembram qdo a Jordânia expulsou os palestinos, em 1970? Pois é - arcou com o ônus e ganhou. É um dos países mais estáveis do Oriente Médio. O líbano não fez a mesma coisa. Deu no que deu.
PD,
Uma noticia interessante e’ que a Al Aqsa TV, do Hamas, finalmente matou o Mickey palestino que ensinava a criancinhas a se tornarem homens-bomba. E sabe como ele foi morto ? Por um israelense malvado… Vejam o video em http://www.pmw.org.il/.
Na verdade o video pode ser visto melhor pelo YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=z9lL81QhiR8
A politica é bem mais que o nosso fígado machucado!
Chavez terá seu castigo…e bons sonhos a todos!
E viva ao s o c i a l i s m o !
Rio de Janeiro? Complexo do Alemão? tsk, tsk, mais um cérebro direcionado pela midia. Onde será que o perigo se encontra? Na falsa paz de São Paulo, com o PCC “trabalhando” tranquilamente ou nos combates do Rio de Janeiro? Talvez em nenhum dos dois…
A pesquisa, o “Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros”, divulgada terça-feira (27/02), pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência e Cultura recoloca Pernambuco em primeiro lugar nesse triste ranking, em que figura com a taxa de 50,7 homicídios por 100 mil habitantes, contra 49,4 do Espírito Santo e 49,2 do Rio de Janeiro. Isso considerando um taxa nacional de 27 homicídios por 100 mil habitantes, cerca de 30 vezes superior à de países como Inglaterra, França, Alemanha, Áustria, Japão e Egito.
Deise e Luiber,
É isso mesmo, o cara está comendo as coisas bela beirada… indo de mansinho, fazendo tramoias caladinho, tal qual Hitler… quando o mundo percebeu, a bichinha chiliquenta nazista já estava atacada e atacando a europa. Chavez tem lá seu quê de esperteza, mas seu intelecto de uma forma geral não chega a rivalizar com o de uma ameba, então acho que sua candidatura de ditador é extensível ao seu país, lógico, não eliminando riscos para o resto da américa latina, pois o todo sempre fica comprometido quando uma das partes vai mal.
Quando ao caso da água doce também tenho minhas ressalvas em relação ao que os americanos podem fazer muito em breve. Hoje é o petróleo, amanhã a água…
É como eu disse mais acima, não podemos concluir que a guerra contra o terrorismo está findando, pois é uma questão de cadeia alimentar que vai, brevemente, se rearranjar e atingir seu equilíbrio mantendo essa eterna divisão “bemXmal”… Além do que, isso tudo é relativo… quem é “mocinho” de um lado, é o “terrorista” do outro e vice-versa.
Paulo,
Ok, obrigado e abraços respeitosos.
Dom Casmurro,
Vc continua com sua mania de achar que o Islã tem que mudar para o que vc acha!!!
Daqui a pouco vc tá igual ao Mr X e o Chest, vai virar um islamofóbico.
Eu até ia dizer o Pablo disse antes, Vários líderes Islamicos se posicionam contra o terror, mas vc só lembra do WTC.
Dom Casmurro,
Lembre-se o Islã tem 1400 anos e ainda hoje é a religião que mais cresce no mundo.
E vc ainda acha que tem gabarito pra dizer o que o Islã tem ou não que deixar de fazer.
Existem várias guerras ao terror acontecendo dentro de nosso país.
Terror policial, terror do trafico, teror dos politicos, terror dos grandes estelionatários travestidos de empresarios, terror religioso,t error de escolas de m….que analfabetizam nossos jovens, terror de mídia controlando a cabeça de todos…..e vai por aí afora!
Bom dia e aqui em Sampa ótimo feriado de 09 de julho(Revolta Constitucionalista).
Caro Theo,
Você me perguntou o que eu não concordo com o Islã. Eu acho exatamente isso. O Islã é extremamente conservador, por isso parecido com a Idade Média Ocidental. E acho também um grande erro dos líderes religiosos do Islã não virem a público dizer que são contra o terrorismo. Concordo com muitos pontos do Islã levam as pessoas a levarem uma vida virtuosa, mas não precisa também de tanto fanatismo.
Caro Theo,
Quanto a ser i Islã a religião que mais cresce no mundo, não tenho dados para confirmar ou desconsiderar, mas obrigar as pessoas a seguirem uma religião, como acontece nos países islâmicos, não acho que seja uma coisa muito recomendável.
Meu Caro Elias,
O Sarney pode até ser dono de umas fábricas de tubaína e repetidoras de TV, mas convenhamos, o Maranhão é bem mais que isso. E a filha dele também perdeu feio a eleição para governadora.
O Maranhão tem mais de 340.000 quilômetros quadrados de área e, dizem as terras em nome do Sarney são ínfimas.
Agora, concordo que ele é um político “esperto”. Sobrevive em evidência desde a ditadura militar. É uma espécie de “icone” do Maranhão, uma espécie de Pelé da política maranhense.
Dom Casmurro,
Jornais, rádios, estações de tevê, construtoras, fazendas, siderúrgicas, indústrias de alimentos, shopings centers, etc, etc, etc… E não é só no Maranhão, pelo que se diz.
E, veja: Sir Ney é ANTERIOR à ditadura militar. Quando se deu a redentora — que ele ajudou a patrocinar — Sir Ney já era uma potência em terras maranhenses. Fazia parte da UDN “bossa nova”, que era a facção de esquerda da extrema direita (se é que dá pra entender…).
Ah, sim: Sir Ney foi um dos organizadores da vinda de Fidel Castro ao Brasil (junto com Carlos Lacerda, ora vejam…), logo após a vitória dos barbudos de Sierra Maestra. Àquela altura, Fidel ainda não havia se declarado marxista. Sempre que perguntavam sobre isso, ele desconversava.
Fidel veio com Camilo Cienfuegos o guerrilheiro com pinta de galã de cinema, em cima do qual choviam pencas de mulheres.
Sir Ney organizou o comício da Candelária, que ficou famoso porque, no meio da peroração de são sei quantas horas de discurso, Fidel interrompeu a fala e perguntou, dramático: “Estoy bién, Camilo?”.
Camilo, lá no fundo do palanque, sorridente como sempre, paquerando e sendo paquerado por umas e outras, foi repentinamente trazido pra dentro do discurso de Fidel, para o qual ele pouco estava ligando: “Estás bién, Fidel”, disse ele. E voltou a se concentrar nas mulheres…
Décadas mais tarde, Sir Ney voltaria a se abraçar com Fidel. Foi quando, já como presidente do Brasil, ele reatou relações diplomáticas com Cuba.
O cara tem história. Pena que seja um predador…
Caro Elias,
Realmente fiquei impressionadíssimo com a abrangência do Sarney. Como dizia um velho conhecido meu, a respeito dos colegas que “faziam muito”. Dizia esse meu antigo colega, sempre que queria se referir a alguém qu “fazia muito”: “olha, o cara só está abaixo do papa; e olha que não deve ser muito longe não. Tá bem ali… encostadinho.
O glorioso estado do Maranhão, meus prezados amigos Elias e Dom Casmurro vem sendo roubado e espoliado ao longo dos séculos e a nossa miséria só não é maior devido a tudo que o grande Senador José Sarney fez e tem feito por nós maranhenses.
À respeito lembro-me do Padre Antônio Vieira, que exilado no Maranhão em meados do século XVII pela forte oposição que fazia à inquisição em Portugal, não cansava de denunciar a roubalheira e o enriquecimento das elites, proclamando que, naquelas terras, “até o céu mentia”. No sermão da Quinta Dominga da Quaresma, proferido em São Luis, Vieira pregou: “A verdade que vos digo é que no Maranhão não há verdade”.
No famoso “Sermão do Bom Ladrão”, dentre tantas belíssimas e contundentes passagens, êle escreveu: “O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza; o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres”.
O Maranhão tem um grande crédito, meus prezados amigos, que deve ser resgatado de imediato, resultado desta roubalheira desenfreada de que foi vítima ao longo dos séculos pelas elites sulistas.
Muito obrigado.
Caro antenor,
Muito bem lembrado o padre Antônio Vieira. Como se pode ver pela pequena amostra, era também um grande filósofo.
Como se pode ver também, essa história vem de muito longe!.
Será que poderemos vislumbrar alguma esperança?
Não basta termos esperanças, meu prezado amigo Dom Casmurro. É preciso que trabalhemos incansavelmente e organizemos uma oposição séria e forte para combater esta pouca vergonha que tomou conta do país.
Muito obrigado.
O Antenor tem razão, quando cita o sábio Vieira. E Sir Ney é o Alexandre do Maranhão.
Cada um tem o Alexandre que merece. E cada Alexandre tem a Macedônia que lhe cabe.
O consolo é saber que, ainda nas palavras de Vieira, no Maranhão não existe verdade. Ou há muitas. Sir Ney seria uma delas. Ou duas, ou três…
Um adendo: Antônio Vieira & os jesuítas não ficaram impopulares apenas por se opor à Inquisição. Eles também eram detestados por monopolizarem a mão-de-obra indígena (no Maranhão/Grão Pará, depois Grão Pará/Maranhão, a escravidão negra só foi implantada lá por meados do Século XVIII, já sob o Marquês de Pombal, que autorizou fosse seguido o exemplo do “vizinho Estado do Brasil”).
Por causa disso, em sua passagem por Belém, Antônio Vieira ficou vários dias preso pelos poderosos locais. Eles encarceraram Vieira na pequena Igreja de São João, onde não recebia nem água nem alimentos (exceto o que lhe era fornecido clandestinamente por uma velha senhora, moradora das proximidades).
Dom Casmurro,
Algum país obriga as pessoas a serem muçulmanas!!!!
Não sei de onde vc tirou isto.
Só para dar exemplos,
No Líbano existem cristãos
No Egito existem cristãos
No Iraque existiam cristãos
No Irã existem judeus
Até na palestina existem cristãos.
Ninguém obriga ninguém a ser muçulmano não.
Quanto ao Islã ser a Religião que mais cresce pode ter certeza que isso é fato.
Meu caro Theo,
Não obriga declaradamente, mas obriga veladamente. Quem não for muçulmano, é muito mal visto em um país que segue o Islã.
Meu caro Theo,
Parece que você desistiu de fazer comentários.
Tive uma grande satisfação em conversar com você, embora virtualmente!
Político esperto?
Os companheiros me perdoem, tenho acompanhado suas discussões. Mas Zé Sarney não é um político “esperto”. Ele é brilhante. É genial.
Até ACM vê seu poder ruir e é obrigado a reunciar ao mandato. Zé Sarney? Zé Sarney tem poder máximo não importa o regime. Sempre. Jamais ameaçado.
Senhores: isto é uma arte levada com refinamento. Admirem-no. Ele é o gênio da raça. O Brasil definido.
Caro Pedro Doria,
A “recuperação” do Sarney realmente é uma coisa impressionante!
O Palocci inclusive reconheceu que a “estabilidade monetária” se iniciou no governo Sarney.
Dom Casmurro,
O Palocci diz que a estabilidade monetária começou com Sir Ney, porque nem ele nem ninguém quer dar qualquer crédito a Collor, o Doido.
Mas, lanço um desafio, que consiste no seguinte:
1 - Montem uma cesta com uns 150 produtos (pode ser feito tomando por base a cesta do IBGE, a do DIEESE, a da USP ou qualquer outra).
2 - Pesquisem o preço de cada item dessa cesta, em moeda brasileira, vigente em dezembro de 1990.
3 - Convertam os preços em algumas moedas estrangeiras estáveis, segundo o câmbio do mesmo mês.
4 - Repitam os dois procedimentos segundo os níveis de preço interno e câmbio de dezembro de 1991.
5 - Comparem os resultados em moeda forte.
O resultado vai surpreender muita gente. Em moeda forte, os preços internos no Brasil se tornaram estáveis na “era Collor”. A inflação passou a existir apenas quando medida em moeda nacional.
Mais à frente, lembrem que FHC fez com que o Brasil funcionasse um tempo com 2 moedas: o cruzeiro, que ficou sendo a “moeda manual”, e a URV, como “moeda escritural” (e que, na época, equivalia a um dólar).
Foi uma espécie de dolarização sem dólar.
Passados alguns meses, a URV se transformou em Real (a “moeda escritural” passou a ser também “moeda manual”).
Isso só foi possível porque os preços já estavam estabilizados em moeda forte. A inflação se devia, em grande medida, ao descrédito da moeda nacional.
Como o Doido é o Doido, ele jamais terá esse crédito.
Também, quem mandou ser doido…
Resumindo, então, o que falou o Pedro Dória:
O Brasil é um grandissíssimo fdp!!!
Éd,
Minha avaliação bate com a do PD, acho.
O Sir Ney é brilhante, sim. Só que é um predador também. Um predador brilhante.
Diretamente ou por meio de parentes e amigos, ele manda no Maranhão há décadas. Dê uma olhada no IDH do Estado, e veja os resultados.
Como ele há muitos outros, tanto no meio político quanto no empresarial. Poucos têm tido tanto êxito.
Elias, eu concordo com vocês e ,por isso, acho que estamos danados, amaldiçoados e destinados à mediocridade!
Tenho engulhos ao ver o bigodudo. A pirotecnia/pompa com a qual ele se arroga o supra-sumo do que pode vicejar no Brasil e a cara de pau populista como manipulou os brasileiros e…..brasileiras também!
Abs.
Meu prezado amigo Pedro Doria que, provavelmente, não conhece o Maranhão e a sua realidade, se refere de maneira cínica e preconceituosa ao grande maranhense e brasileiro que é o Senador José Sarney. Todos nós brasileiros (e a história há de lhe fazer justiça) devemos ao Senador Sarney e a sua inigualável capacidade política, de articulação e de conciliação, o estágio atual de democracia plena em que hoje nos encontramos. O Senador Sarney, meu mais ilustre conterrâneo, realmente, é um gênio da raça. O Brasil definido sim - um Brasil lutador e perseverante como todo nordestino mas, desigual e preconceituoso pela canalhice de suas elites do sul maravilha.
Muito obrigado.
Meu caro Elias,
O Palocci fez referência ao encerramento de uma tal conta, que o governo federal tinha no Banco do Brasil e que era uma espécie de “torneira” de dinheiro à disposição do governo, sempre que esse se encontrava em aperto. O Sarney teve a coragem de “lacrar” essa tal torneira, que era um dos principais causadores da inflação.