Ricardo Calil se despede do cineasta que fez um dos filmes mais comoventes da última década.
José Paulo Kupfer explica porque as taxas de juro tupinambás promovem o dólar especulativo que aporta por aqui.
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Ricardo Calil se despede do cineasta que fez um dos filmes mais comoventes da última década.
José Paulo Kupfer explica porque as taxas de juro tupinambás promovem o dólar especulativo que aporta por aqui.
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1 Comentário até agora ↓
1 Lomyne // 4/July/2007 às 17:10
Eu queria te confessar amor e paixão. Por tudo de seu que li. Palavras suas e de outros autores de nomínimo, tão admiráveis quanto você.
Queria confessar também outra coisa: chorei. Chorei quando li a mensagem avisando que o site fecharia em alguns dias, mas ainda com a esperança de que um patrocinador de última hora iria surgir. Chorei hoje de novo, ao me deparar com a cruz estampada lá naquela velha casa, onde passei muito tempo, muitos dias, deixei muitos comentários e aprendi muitas coisas.
Vi o site morrer duas vezes, quem sabe não possamos acreditar em gatos, com suas sete vidas? Por ora, gravo este endereço, onde virei tanto quanto fui lá. Serão mais links nos meus favoritos, que até hoje só contava com dois: nomínimo e bluebus.
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