Osama e Adolf
Imagine que seis horas após os ataques de Onze de Setembro às torres gêmeas e ao Pentágono terroristas tivessem levado a cabo uma segunda onda de ataques aos EUA matando mais 3.000 pessoas. Imagine que mais seis horas depois viesse uma terceira onda. Agora imagine que estes ataques de seis em seis horas continuassem por quatro anos até que 20 milhões de norte-americanos morressem. É mais ou menos o que a União Soviética sofreu durante a Segunda Guerra e, ao pensar sobre estes números, podemos ter uma idéia melhor de qual o tamanho do sofrimento dos EUA nesta guerra contra o terrorismo.
David Bell, diretor da revista New Republic, pergunta se não há uma reação exacerbada por parte de seu país aos ataques de Onze de Setembro.
É verdade que, se olhamos apenas para os objetivos de nossos inimigos, é difícil ver indícios de reagimos exacerbadamente. Aqueles que nos atacaram em 2001 são fanáticos cheios de ódio que não querem nada menos do que destruir nosso país. Mas desejo não é capacidade e, apesar de os extremistas islâmicos poderem fazer muito mal ao mundo, não quer dizer que tenham a mínima chance de ameaçar a existência dos EUA.Muitos norte-americanos, principalmente à direita, não fazem esta distinção. Para eles, o inimigo ‘islamo-fascista’ herdou não apenas os ódios implacáveis de Adolf Hitler mas também sua capacidade de destruição. O autor conservador Norman Podhoretz chegou ao ponto de dizer que estamos lutando a Quarta Guerra Mundial (a Terceira, ele diz, foi a Guerra Fria).
Não é desrespeito às vítimas do Onze de Setembro, ou mesmo aos homens e mulheres de nossas Forças Armadas, dizer que, pelo padrão das guerras passadas, a guerra contra o terrorismo infligiu um custo humano muito baixo aos EUA. Como assassinato em massa, os ataques são indescritíveis. Mas em comparação a outros assaltos a alvos civis, de Hiroshima para baixo, eles foram pequenos.
Bell não nega que há um inimigo ou que ele deva ser combatido. Apenas sugere que, não, os EUA não estão sob qualquer ameaça.
Ainda sobre o assunto:
- Adolf Hitler e as origens cristãs do nazismo Uma das polêmicas levantadas pelo post abaixo é sobre as bases cristãs do nazismo. Dizer que a Igreja Católica foi...
- Jus in bello A questão é ética – sobretudo, ética. Israel foi desafiado à guerra e respondeu. Mas, uma vez iniciada a guerra,...



oxente eu primeiro aqui?
o osama é mais legal que o Adolf, eu acho.
o adolf se matou, o osama convence os outros a se matarem por ele.
Quem é o mais esperto??
Apesar das idéias que adolf espalhou estão aí até hoje.
Já pagaram a dívida com ágio, juros e correção monetária humana.
Fala sério!
falta muito
http://www.danielpipes.org/article/4227
O autor sugere que os americanos exageram em ver ameaça em tudo, e principalmente, ao ver ameaça no próprio islã.
E faz isso olhando para as questões que interessem.
O certo a fazer com os loucos do 9/11, osama e outros, seria capturá-los e enviá-los ao Tribunal, assim como já fez um país centro-americano com os EUA.
Os EUA foram considerados culpados, mas como se sabe, eles não aderem ao Tribunal.
Aliás, se não me engano, foi o único país condenado pela corte.
Mas o André pode explicar isso melhor.
Muito bom o texto, PD.
Principalmente porque coloca em perspectiva essa paranóia de destruição dos EUA por terroristas e do famoso “choque de civilizações”.
Na verdade, não duvido que a retórica da “guerra ao terrorismo” serve muito bem para acobertar outros interesses, como sabemos.
Mas enquanto houver aqueles que compram esse pacote envenenado sem o mínimo de reflexão, os EUA sempre estarão bem…
êta matematiquinha FDP!!!!
Intão concrui-se que :
Para uma nação considerar-se ameaçada é necessário atingir-se uma espécie de “cota” de cadáveres ???
Então os que morreram no Brasil nos anos 60 e 70 não são nada (mortos com e sem farda !!) e pensar que o pessoal do tortura nunca mais perdeu um tempão !!
Então vamos estabelecer logo que atentados são dignos de atenção:
Sugiro uma pontuação assim :
Criancinhas até 12 anos : 10 Pontos
Mulheres grávidas : 09 Pontos
Velhos indefesos : 08 Pontos
Doentes em hospitais 07 Pontos
E assim por diante. Quando uma nação tiver 1000 pontos daí então ela adquire o direito de defender-se. Enquanto não acontece isso, que aguente e não reclame.
Vamos deixar de besteiras.
Tem que ser no olho por olho, dente por dente e se preciso, a cada olho nosso, que sejam 10 olhos deles …
os caras destruiram as torres gemeas, num paralelo análogo a Pearl Harbour, e o Bush tinha que ficar sentadinho? É só ligar para os comandantes dos porta-aviões e mandar a cobrar começar a fumar…..
( pd bota post novo e o pessoal se joga como cachorro morto de fome ! afe maria gente mas que addiction do caralh !!)
A visão do David Bell tem problemas, mas está a anos-luz de lucidez das trevas de Bush e dos neocons.
A comparação com a ocupação da União Soviética pelos nazistas é brilhante.
O Bush fez é pouco. Fosse eu, além de Afeganistão e Iraque teria bombardeado o Irã, a Arábia Saudita, o Paquistão, o Yemen, e dito o seguinte “o próximo que se meter com a gente leva bomba nuclear, tá combinado”?
Haveria um pequeno problema com a distribuição do petróleo, mas nada que não pudesse ser resolvido tomando a Venezuela, o que já resolveria outro problema. ;-)
josue o paranaense petista está de vorta sô.
Epa! Esquecia da Síria e da França. Bom, a França eu pouparia, para ficar como sobrevivente que conta tudo aos outros. ;-)
”é dificil ver indicio de reagimos?”
nao entendi.
Viuge, Mr. X!
Que fúria destrutiva! Ainda bem que vc não tem bomba nenhuma, siô! :))
ameaçar a existencia dos Estados Unidos nao, mas dos habitantes, é perigoso, se acontece de umas bombas nucleares caír nas maos desses malucos, sei nao viu, só holliwood pra reproduzir mesmo.
Tá faltando um neste título:
OSAMA, BUSH E ADOLF
Falando sério, quero ver o David Bell quando um terrorista muçulmano tiver armas nucleares ou biológicas nas mãos.
O 9/11, além das vítimas, foi um baque à economia americana (e por extensão mundial). Por culpa desses islâmicos idiotas, voar nunca mais será a mesma coisa…
Pois o problema é que o maior inimigo do Ocidente é o próprio Ocidente - como diz o Pipes, sua complacência, seu auto-desprezo, sua ignorância do inimigo.
“O preço da liberdade é a eterna vigilância”.
“A invencibilidade está na defesa. A possibilidade de vitória está no ataque. Quem se defende mostra que sua força é insuficiente. Quem ataca, mostra que é abundante” - Sun Tzu
Tá faltando um neste título:
OSAMA, BUSH E ADOLF
Comentário de Antônio Augusto
Faltaram também LENIN, MAO, STALIN, FIDEL, POL POT… etc.
Os comentários do Mr. Bell são de todo pertinentes. O trecho “desejo não é capacidade” é a chave. Saber que alguém lhe deseja um grande mal, mas não tem a menor condição de fazê-lo, torna sem sentido e moralmente condenável que se detone o cara alegando legítima defesa. Esta posição converge com o que sempre pensei a respeito das ações de Israel contra o “terrorismo” (as aspas se devem à generalidade com que se emprega o termo, sei que há terroristas de verdade que agem contra Israel). Vide a invasão do Líbano e a incrível destruição que promoveu a pretexto de uns foguetinhos que não acertam nada (não concordo que ninguém atire foguetões ou foguetinhos em Israel). Quando do 11/09, eu previ: os EUA vão se comportar como um imenso Israel. Não deu outra… A ameaça do terror existe, mas sair invadindo todo mundo e ameaçar gravemente as liberdades dos seus cidadãos a pretexto de auto-defesa, é canalhice.
Pô, Mr. X, um cara apocalíptico como você, que despeja bombas atômicas pelo mundo inteiro, com medo duma viagemzinha de aviação.
avião, não aviação.
seguindo os precietos de Sun Tzu, os EUA partiram para o ataque no Vietnam.
resultado, teve que fugir correndo de Saigon, com soldados e baba-ovos pendurados em helicópteros…etc
Seguindo os preceitos de Sun Tzu, os EUA partiram para o ataque no Vietnam.
Resultado, foram postos para CORRER de Saigon, com soldados e baba-ovos pendurados em helicópteros?etc
Ops, viagenzinha.
São as ameaças do Mr. X de liquidação da vida na Terra.
Colocando em perspectiva, quase tudo perde sua importância. O Sol do lado de Antares é menor que um pixel.
A questão não é a quantidade, mas o fato do atentado ter sido gerado no momento geopolítico atual.
Por isso os americanos levantaram pra dez. Tem muita coisa em jogo para não reagir e deixar como está. Na época do Vietnam o raciocínio foi o mesmo, e deu no que deu.
Mico, pareces ter dificuldades no amestramento.
Em que aspecto exatamente, Antônio Augusto?
Duplicate comment detected; it looks as though you’ve already said that!
Usando essa logica o numero de mortos na guerra do Iraque tambem eh muito pequeno, e nao merece todo esse bafafa que se faz por ai.
E tem mais: uma das licoes da 2 guerra foi justamente que se deve dar credito ao que lunaticos falam. Ninguem achava que a Alemanha fosse capaz de matar milhoes e milhoes de pessoas antes da guerra. Preferiam ouvir os pacifistas que diziam que Hitler era somente ‘mal compreendido’ ao inves de realmente entender o que ele queria.
Intencoes valem e muito.
PAULO,
há ONGs que afirmam que o numero de mortos no Iraque já passa dos 600 mil.
Os números sobre a mortalidade no Iraque publicados pela revista médica britânica The Lancet são aterradores.
Desde a invasão, morreram, a mais que o normal, 655 mil iraquianos, 91% dos quais de causas violentas. A taxa de mortalidade subiu de 5,5 por mil (antes de Março de 2003) para o valor médio de 13,3 por mil, com a particularidade trágica de, no último ano (Junho de 2005 a Junho de 2006), ter atingido a cifra de 19,9 por mil. Ou seja, em pouco mais de três anos, foram dizimados 2,5% da população iraquiana, à razão de mais de 500 mortos por dia .
Os números são, também, insofismáveis. Tanto pelo crédito científico dos autores do estudo (a Escola Bloomberg de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins de Baltimore, EUA, e a Faculdade de Medicina da Universidade al-Mustansiriya, de Bagdad), como pela metodologia empregue (inquérito junto das famílias iraquianas numa amostragem que cobre todo o país), não é possível negar validade aos dados catastróficos revelados. Além disso, este relatório valida os números de um primeiro inquérito semelhante publicado em 2004 que apontava então para 100 mil mortos, confirmando o pior dos cenários previstos nessa altura.
Acresce que nenhuma outra instituição com ligação ao Iraque (nem governos, nem ONGs) promoveu nada que se parecesse com a indagação feita por aquelas universidades, pelo que não é sequer possível comparar análises ou números.
Tentar desmentir o que a The Lancet diz só pode, pois, constituir um exercício de contra-propaganda, sem outro propósito que não seja esconder da opinião pública a realidade tenebrosa em que o Iraque mergulhou com a invasão anglo-norte-americana.
Mas foi precisamente este expediente de contra-propaganda que a grande imprensa internacional pôs em marcha quando noticiou os números da catástrofe. Os títulos do Washington Post (Nova Iorque) e do Guardian (Londres), assim como, entre nós, os do Diário de Notícias, ou das cadeias de TV punham à frente dos dados do estudo os desmentidos de Bush e de Blair, no que só pode ser entendido como uma operação orquestrada de propaganda de guerra. A técnica é simples: já que não se pode omitir a difusão dos números, noticiem-se estes com a sombra dos desmentidos ‘oficiais’; já que faltam provas para negar, desacredite-se o que é trazido a público.
Ninguém, entre estes propagandistas, tratou de questionar os desmentidos, indagando da fiabilidade das fontes de Bush e Blair quando declararam ‘exagerados’ os números da The Lancet. No entanto, se há parte interessada na questão, essa é a dos agressores – não a das universidades que promoveram o estudo. Se há quem tenha demonstrado ser capaz de mentir para levar a sua avante, foram os agressores. Ninguém nos grandes médias ligou a este simples critério lógico.
Ninguém, menos um, para falar verdade. Eis o caso: na conferência de imprensa em que falou do assunto, Bush passou a palavra, a dada altura, ao general Casey que, confirmando o desmentido do presidente, adiantou que o número de mortos iraquianos seria de 50 mil – uma ninharia, portanto, diante dos 655 mil agora divulgados. Um jornalista atreveu-se então (sem prever o efeito?) a perguntar a Casey de onde provinham os 50 mil. Apanhado de surpresa, o general titubeou, disse que tinha ouvido o número algures mas não se lembrava onde. O jornalista (querendo ajudar?) sugeriu: serão números do governo norte-americano, ou do governo iraquiano? Casey volta a gaguejar: não sei, não me lembro, é um número que vi em algum lado? E ponto final na questão.
Nem mesmo depois desta cena degradante os médias tiveram o rebate de se interrogar sobre os desmentidos a que decidiram dar tanto crédito. O caso das armas de destruição massiva fez escola, portanto. O que criou uma situação duplamente inquietante. Não só os grandes meios de informação continuam a mostrar-se prontos a dar crédito a tudo o que provém da boca dos fautores da guerra, nem que seja a baboseira mais desqualificada; mas também, com isso, qualquer general Casey se sente à vontade para afirmar o que bem quer sem ter de prestar contas.
Vale o facto de a sorte da guerra se jogar no terreno, e de a resistência dos iraquianos à ocupação não dar mostras de se sentir abalada, nem com as afirmações dos generais nem com a propaganda desta imprensa. Sessenta e sete soldados norte-americanos foram mortos nas primeiras três semanas de Outubro, dez dos quais num só dia.
Poucas pessoas, Paulo?
As estimativas são que, em conseqüência do conflito no Iraque, já morreram 600 mil pessoas.
Os números sobre a mortalidade no Iraque publicados pela revista médica britânica The Lancet são aterradores.
Sim, e estão errados também. Foram desclassificados por todos os estatísticos sérios. Leia o artigo na Slate.
http://www.slate.com/id/2108887/
De acordo com o Iraq Body Count, morreram entre 50 e 60 mil. O resto é conto da carochinha.
Falando nisso, quantos morreram/estão morrendo no Sudão? Ah, não tem americanos lá, não importa.
e quantos morreram na mão do saddan?
Mr. X, sua preocupação com os mortos em guerras, vinda de quem apregoa o lançamento de bombas nucleares com tanta naturalidade, é comovente.
Tchau, pessoas do blog!
Tenho coisas mais interessantes a fazer.
Abraços a todos, com exceção dos cavaleiros do Apocalipse.
Antônio Augusto, como vc não me respondeu, vou deduzir que não compreendeu o que eu disse, ok?
Não se preocupe, Mico, o Antônio Augusto não compreende nem o que ele mesmo diz! :-D
Sempere me surpreendo! hehehe
Mico, sua capacidade de cognição pode melhorar.
A sua de interpretação, igualmente.
Não julguei a atitude dos americanos com a agressão, apenas descrevi a atitude que parece ter sido a mais óbvia para os interesses deles, no momento.
muito legal, para MX e PD.
http://www.wired.com/wired/archive/15.02/bigquestions.html?pg=3
Bem, entre 60 e 600 mil temos uma média que nos dá menos de 1% de americanos tombados contra iraquianos, sem contar afegãos e outros por aí. A vantagem tá do lado do império, isso não dá pra negar. E o que são mesmo 3, 6 ou 10 mil gringos mortos? O que são mesmo 60 ou 600 mil árabes mortos? Né nada não gente, é conta de padeiro. Num ou outro momento da história recente foram 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 3 milhões de vietnamitas. As contas de hoje em dia são ?coisa de pobre?.
Os maiores inimigos do império são eles mesmos. Império que é império tem aqui e acolá uma dissidência, um ou outro esquerdista reclamão, provavelmente um comedor de criancinhas, mas não o nosso império Bushista. Esse tá uma enorme bullshit mesmo. E não adianta achar que é culpa só dos republicanos. A coisa é mais feia que parece. Tá colapsando como o buraco do metrô de São Paulo ou pior, como as águas das praias do Rio, sem volta. Vai demorar sim, provavelmente os escrevedores de comentários daqui não verão isso acontecer, somente uma parte do processo. Se é bom ou não, são outros 500. Mas também, o que são 500 se a gente tem 5 mil ou 5 milhões? É tudo conta de pobre.
mesmo em tempos de paz, uma meia duzia de soldados americanos morrem de causas variadas.
O paradoxo é que, ao mesmo tempo em que vivem a nóia de eternos alvos de terroristas, os norte-americanos se recusam a responder why do they hate us?
“Oh my God! Bush killed Kenny!”
Eles sabem o porque. Mas isso não interessa, nem afeta seus planos. Já viu narcisista preocupado com o que o outro acha?
O curioso é que o Narciso não era narcisista, ele era só estúpido.
quem gostava do mundo era o Lennon
we are the world, we are the children….
Pois é, Bruno,
E o Bush é mesmo o quê?
600 mil mortos no Iraque!
01 milhão de mortos no Vietnam.
200 mil no Cambodja.
Número incerto nas Filipinas( guerra contra a Espanha).
Milhares no ” Puerto Rico”(Guerra contra a Espanha).
Milhares em Cuba(guerra contra a Espanha).
Invasão da China: fim do séc. XIX.
Ditaduras da América Latina(torturas, e guerra anti comunista, sem regras e limites).
EUA!
Nosso Grande Aliado!
E chacinador de povos!
A Democracia USA foi esquecida e trocada por suprimento para os famintos por sangue e carne.
Viva BUSH!viva FFHH!
Mr. Kissinguer!
The Best!
Sabe o quê? Eu teria bem mais respeito pelos “enumeradores de vítimas” do Iraque e do Vietnã se contassem também as vítimas de Pol Pot… Mao… Stalin… etc.
E no Sudão, quantos morreram até hoje? Acho que sou o único aqui no blog que se importa com as vítimas em Darfur…
Cacilda Becker!
Será que tudo vai virar uma questão de contabilidade? O seu matou mais do que o meu?
Até concordo com o Josué quando fala em números, embora não concorde na questão de fundo (aliás, como anda a recuperação, Josué?)
A questão é como a reação dos EUA foi desproporcional à ação original. Lembra um pouco uma das teorias da conspiração que citei em post anterior.
Mas é claro que o país não só pode, como deve se defender. O caso é que também é discutível sair atacando países que não representam ameaça sob o eterno manto da “guerra ao terrorismo”.
Daí, temos essa maravilha que foi a invasão do Iraque, com todas as suas consequências.
E o recurso de comparar o atual momento à Segunda Guerra é bem vindo, porque há pessoas que comparam a retórica de comparação de bush e de outros antes dele, talvez possam perceber que já se passaram mais de 60 anos e as coisas mudaram dramaticamente.
Mas que artigo cretino! Li um artigo no WSJ logo após o 9/11 escrito pelo Kasparov. No artigo ele explica como a supremacia americana estava ameaçada pela imprevisibilidade e pela dinâmica de ataques terroristas (onde o tempo e o baixo custo operacional está do lado dos terroristas). O número de mortes é um indicador importante mas o custo que o mundo paga é enorme (faça um somatório do $ e tempo perdido com procedimento de segurança adicionais por exemplo, sem contar danos psicológicos). Outro ponto importante é a necessidade estratégica de não deixar a “esperança islamita de derrotar o Oeste” prosperar (Theo veja que eu disse islamita e não islâmica). Como o Pipes mesmo disse em um de seus outros artigos um conflito geralmente se encerra quando acaba a esperança de uma das partes de continuar a luta. E por mais fanáticos que sejam um punhado de malucos, as promessas que eles podem fazer às massas não duram eternamente. Principalmente quando as massas estão imersas em uma cultura que responde a violência melhor que ao diálogo (veja a diferença entre como a Jordânia “resolveu” o problema palestino e como Israel está sendo respondido por sair de Gaza).
No mais, PD, a discussão teológica está muito capenga com falta de informação básica em todas as partes.
O ataque a judeus ortodoxos feitos por pessoas que não sabem o que são ou que se baseiam nos filmes (medíocres) do Gitai só não são piores que a sua “mea culpa” típica de frequentador da CIP.
Judeus ortdodoxos são em sua esmagadora maioria constituintes de famílias estáveis e felizes onde as mulheres e crianças são tratadas com maior respeito do que na maioria das famílias laicas. Falo de cadeira a partir do convívio com muitos judeus ortodoxos e como diz o conhecedor Walid ultra-ortodoxos também.
Se for para rcomendar um filme israelense e que além de bem feito retrate melhor uma comunidade ortodoxa, por favor vejam Ushpizim.
Por fim falar em judeus ortodoxos (incluiindo o que quer que o Walid chame de ultra-ortodoxos) é tão difícil como falar de islâmicos ou cristãos religiosos: difícil generalizar. Há santos e cretinos (como o já citado Baruch Goldstein), mas a grande maioria é definitivamente não violenta e a favor do Estado de Israel.
Infelizmente, Pai Francisco, sou dessas débéis mentais que não entendem o óbvio.
E que (quase) curvam-se ao seu superior conhecimento. Anauê!
Pai Francisco,
Concordo com vc, o que eu sempre disse aqui no blog, o problema é a ignorância, quase ninguém sabe nada da religião do outro e sai atacando com base no que vê no jornal, conheço alguns judeus, todos muito gente boa, conheço alguns católicos praticantes todo pessoas de bem, agora os que se dizem cristão do lado de cá não são muito diferente dos que se dizem muçulmanos do lado de lá.
Eu vejo tmb que muita gente confude conservadorismo com atraso, acha que a religião tem que se adequar ao que os fieis querem, bom de qualquer forma o principio básico mesmo desconhecendo o outro, respeito é sempre bom.
Alba, acho que a combinação peculiar de estupidez e falta de curiosidade do Bush merece um nome. O Narciso, por exemplo, era um bushista, não um narcisita. Não só ele era estupido demais para reconhecer o próprio reflexo, ele não tinha nem a curiosidade de tentar entender o que o amor da vida dele estava fazendo dentro da água.
Bruno,
:))
Narciso sabia muito bem que ele via sua imagem refletida no lago. O que o transtornou e hipnotizou foi a sua beleza. Seu amor não estava dentro da água. Era ele próprio. Tipo um “dilema abstrato” sabe como?
Muito mais refinado que um texano alienado e um monte de lobbistas representantes de setores estratégicos como petróleo e armas, por exemplo.
Mas que os dois não estão nem aí para o resto do mundo, não estão mesmo :)
Mr. X , evidentemente quem se indigna com as chacinas norte americanas, como eu, não poderia deixar de escrever sobre Darfur e seus campos de extermínio(árabes negros matando sudaneses bantos), e dos tres milhões de cambodjanos morots pelo Khmer.
Mas há ainda Biafra e seus 03 milhões de mortes, há o massacrede armênios, e os progrons russo/judaicos da Idade Moderna.
Terriveis todos eles!
Mas bater nas Urss já é bater em cachorro morto,e os EUA/Império estão aí a se servir
da nossa fragilidade para impor seu jeito de ver as coisas.
Isso cansa e revolta, então, vez em quando, posto uma dessas para desabafar.
Desculpe minha meia omissão.
Alba, ganhaste o prêmio de síntese do ano.
Crítica ultraconcisa e precisa a tua sobre o Pai Francisco: ‘Anauê!’.
TRIBUTO A MOLLY IVINS
Infelizmente morreu ontem a democrática e grande jornalista americana Molly Ivins.
http://www.dfw.com/mld/dfw/16591107.htm
http://www.thenation.com/doc/20070219/molly_ivins
Alba, ganhaste o prêmio de síntese do ano.
Crítica ultraconcisa e precisa a tua sobre o Pai Francisco: ‘Anauê!’.
TRIBUTO A MOLLY IVINS
Infelizmente morreu ontem a democrática e grande jornalista americana Molly Ivins.
http://www.dfw.com/mld/dfw/16591107.htm
http://www.thenation.com/doc/20070219/molly_ivins
TRIBUTO A MOLLY IVINS
Infelizmente morreu ontem a democrática e grande jornalista americana Molly Ivins.
http://www.dfw.com/mld/dfw/16591107.htm
MOLLY IVINS
http://www.thenation.com/doc/20070219/molly_ivins
Tired with all these, for restful death I cry,
As to behold desert a beggar born,
And needy nothing trimm’d in jollity,
And purest faith unhappily forsworn,
And gilded honour shamefully misplac’d,
And maiden virtue rudely strumpeted,
And right perfection wrongfully disgrac’d,
And strength by limping sway disabled
And art made tongue-tied by authority,
And folly, doctor-like, controlling skill,
And simple truth miscall’d simplicity,
And captive good attending captain ill:
Tir’d with all these, from these would I be gone,
Save that, to die, I leave my love alone.
teste teste teste
PD,
Acho que você caiu num sofisma… O cara parece ignorar a essência do terrorismo e sua busca em minar a determinação de um grupo específico. O objetivo do terrorismo jamais é igualar o número de mortes.
Quanto à capacidade de destruir o país, novamente, trata-se de um engano atros do autor. O terrorismo pode facilmente destruir um país por mais forte que ele o seja. A destruição dá-se no campo moral e de valores. Ainda que o governo norte-americano nunca tenha sido santo, depois de 11 de Setembro, boa parte da população levantou boa parte de suas restrições acerca da invasão da privacidade de cidadãos americanos, uso de tortura, prisão sem julgamento e outras aberrações absolutamente incompatíveis com os princípios constitucionais norte-americanos. Não que os EUA fossem o paraíso antes. Não eram mas hoje estão ainda piores. A nação que por volta de 1900 vivenciou um dos maiores e até certa forma bem sucedidos processos migratórios da história da humanidade, hoje é incapaz de olhar para um indivíduo de origem árabe sem medo…
Sugestão: Imaginem que explodam a catedral de N. Senhora Aparecida no início do mês de outubro, antes do dia 12, poucos fiéis morrem no incidente. Imagine que os elementos responsáveis sejam muçulmanos Libaneses com lojinhas na Saara, 25 de Março e Foz do Iguaçu… Só em sonho, achar que depois de um incidente como esse aquela fase clássica de que “Judeus e Árabes são amigos na Saara” continuaria a ter o mesmo sentido que tem hoje.
O terrorismo contra o Ocidente é um ato focado não na morte de civis ocidentais mas na destruição do modelo de convivência dessas regiões. Foca em afastar os membros moderados de todas as etnias envolvidas de forma a polarizar. Nada mais representativo dessa obsessão pela polarização do que o próprio fim do mundo par o qual quase todas as religiões rumam…
“O terrorismo contra o Ocidente é um ato focado… na destruição do modelo de convivência dessas regiões. Foca em afastar os membros moderados de todas as etnias envolvidas de forma a polarizar. Nada mais representativo dessa obsessão pela polarização do que o próprio fim do mundo para o qual quase todas as religiões rumam?”
Substitua “O terrorismo contra o Ocidente” do começo do texto por “A política dos neocons” e o texto continua fundamentalmente correto.
nao consigo mais postar em nenhuma coluna do nominimo, fui bloqueado total , porque será em dória?
achei estranhissimo o fato de meu nick ser bloqueado totalmente em todos os comentarios.
aviao do lula cai no pantanal !!!
Aqui é o nonsense?
Acredito que o Andre Fucs está correto.
A comparação do jornalista é equivocada, pois não parece adequado comparar as baixas numa guerra declarada, entre exércitos, visando conquistas territoriais, inclusive, à ondas terroristas.
São duas coisas totalmente distintas. O jornalista deveria se inteirar melhor nos conceitos de guerra assimétrica, por exemplo.
Na minha modesta opinião, falou merda.
O que não quer dizer que a reação americana possa ser avaliada sob o aspecto “exagerada” ou “inadequada”. Mas isso poderia ser feito na ótica da estratégia imaginada e resultado obtido.
Agora querer comparar, numericamente, as vítimas de terrorismo às vítimas de guerra. Que furo…
Dificil achar alguem com colhoes pra dizer isso hj em dia
Esse negócio de “reação desproporcional” ou “reação exagerada” é uma balela tão sem tamanho que nao vale nem a pena comentar. É coisa de gente cuja compreensão da guerra vem dos filmes que assistiu na sessão da tarde. Guerra é guerra, cada um ataca e se defende como pode. Os terroristas querem matar civis ocidentais? Que arquem com as conseqüências.
O resto é idiotice dos Antonios Augustos da vida, que acham que Hamas, Hezbollah e Al-Qaeda são “oprimidos” que tem direito a atacar quem quiserem, mas se alguém reage é “crime contra a humanidade”
acho que o que ele sugere é que, sim, os EUA são paranóicos…
Mr.X, reação desproporcional é balela?
É e voce sabe muito bem que é má fé e desrespeito.
Os dois lados nõa se consideram humanos, ou “dignos”, ou sei lá o que !,tudo em virtude de suas crenças filosóficas, religiosas e fundamentalmente do que é ser humano.
Acabam sendo inumanos, ,bichos e não dão mais importancia as vezes as velhas tradições de seus povos que contrariam tudo que praticam hoje.
Me desculpe discordar.
pour mister chose…Mine eye hath play’d the painter and hath stell’d,
Thy beauty’s form in table of my heart;
My body is the frame wherein ’tis held,
And perspective it is best painter’s art.
For through the painter must you see his skill,
To find where your true image pictur’d lies,
Which in my bosom’s shop is hanging still,
That hath his windows glazed with thine eyes.
Now see what good turns eyes for eyes have done:
Mine eyes have drawn thy shape, and thine for me
Are windows to my breast, where-through the sun
Delights to peep, to gaze therein on thee;
Yet eyes this cunning want to grace their art,
They draw but what they see, know not the heart.
A maior prova de que Bell falou besteira é o fato de o Antônio Augusto ter gostado…
conffeti,
pode botar música? rsrs
De quem é. Não conheço.
E o PD que ainda há uns três meses não acaba de ler o “State of Denial”?
confetti,
desculpe, confetti…
Antônio Augusto,
Concordo que a “política neocon” é pífia, ainda assim trata-se de uma política pública que esbarra no princípio de destruição mútua garantida. Ou seja, os sonhos de grandeza dessa gente esbarram nas trocentas ogivas russas e chinesas e eles sabem disso. Os discursos do Bush… bom os discursos do Bush são os discursos do Bush. Não é a toa que aquela foto montagem do bush versão chimpanzé faz tanto sucesso. :-)
Confetti,
Weary with toil, I haste me to my bed,
The dear respose for limbs with travel tired,
But then begins a journey in my head
To work my mind, when body?s work?s expired.
For then my thoughts (from far where I abide)
Intend a zealous pilgrimage to thee,
And keep my drooping eyelids open wide,
Looking on darkness which the blind do see.
Save that my soul?s imaginary sight
Presents thy shadow to my sightless view,
Which like a jewel (hung in ghastly night)
Makes black night beauteous, and her old face new.
Lo thus by day my limbs, by night my mind,
For thee, and for my self, no quiet find.
MegaDeth!!!!!!
You take a mortal man,
And put him in control
Watch him become a god,
Watch peoples heads aroll
Aroll…
/chorus/
Just like the pied piper
Led rats through the streets
We dance like marionettes,
Swaying to the symphony…
Of destruction
Acting like a robot,
Its metal brain corrodes.
You try to take its pulse,
Before the head explodes.
Explodes…
/chorus/
The earth starts to rumble
World powers fall
Awarring for the heavens,
A peaceful man stands tall
Tall…
/chorus/
clipe em
http://www.youtube.com/watch?v=2N8DXIGNSzo
Since I left you, mine eye is in my mind;
And that which governs me to go about
Doth part his function and is partly blind,
Seems seeing, but effectually is out;
For it no form delivers to the heart
Of bird, of flower, or shape which it doth latch:
Of his quick objects hath the mind no part,
Nor his own vision holds what it doth catch;
For if it see the rud’st or gentlest sight,
The most sweet favour or deformed’st creature,
The mountain or the sea, the day or night:
The crow, or dove, it shapes them to your feature.
Incapable of more, replete with you,
My most true mind thus maketh mine untrue.
tenha dó conffeti!!!
Como sou malemar monoglota, vô vascuiá um brog donde as peçoa falim só im portugueiz …
Num guento a turmo multiglota postando em inglês, francês, iidiche, sânscrito …
SERGEANT: Next week, we leave for the front. The object will be to kill as many Frenchmen as possible. Naturally, they are going to try
and kill as many Russians as possible. If we kill more Frenchmen, we win. If they kill more Russians, they win.
BORIS GRUSHENKO: What do we win?
SERGEANT: What do we win, Private? Imagine your loved ones conquered by Napoleon and forced to live under French rule. Do you want them to eat that rich food and those heavy sauces? Do you want them to have
soufflé every meal and croissant?
Woody Allen, “Love and Death”
Ok, chega! Até o próximo post.
Ih! Josué!
Pior é que o negócio é contigo.
Tão falando mal até de Cristo e do Espírito Santo.
Um monte de heresias.
óquei, óquei. I donte understangingue englishe, ande donte go posting more hire.
I sorri bute is veri dificulti for mi .
bai bai. giveme a longue …
A thing of beauty is a joy forever…
Paula !!!!!
Beijos para você. Tô aparecendo pouco mas logo volto à ativa.
Alba recebi os e-mails.
Brincadeira josué. De vez em quando tem que desesquentar a cabeça do Oriente Médio.
É inglês velho também. Mas isto aqui eu tenho certeza que você entende:
…to my breast…
Bom, pelo que entendi aqui todos podem escrever sobre os islâmicos, radicais ou não, mas ninguém pode escrever sobre judeus, ortodoxos ou whatever!
Aliás, é assim mesmo. Claro que eu sei, Pai Francisco só confirma.
Agradeço por ao menos não ter me xingado como fizeram André e Clara, logo nos meus primeiros comentários.
Acho que a tristeza de vocês é que pelos meus comentários não dá prá me tachar de anti-semita, e também pelo fato de eu conhecer judaísmo muito mais do que vocês sabem, sobre o cristianismo.
Aliás, como vocês podem ter tanta certeza de que não sou judeu?
E se eu for árabe-judeu?
E sendo, eu não quis, e não quero, apagar os vestígios das minhas origem todas.
Vejamos:
1) Homem árabe - mulher judia
2) Filha árabe-judia com sobrenome árabe
3) que casa com homem árabe
4) Filha árabe-judia com sobrenome árabe
5) que casa com homem de qualquer nacionalidade (italiano, por exemplo)
6) Filho árabe-judeu-italiano-brasileiro.
O judaísmo é uma religião restrita, mas não é secreta, e quando for decretada a lei de que não-judeus não possam falar ou escrever sobre judaísmo, me avisem.
E aprenda, isso também faz parte da globalização. Por mais que te desagrade, cada vez mais as pessoas sabem sobre judeus e judaísmo.
Que não tenham a mesma visão que vocês, é óbvio, ou vocês olham e pensam e escrevem sobre islamismo com do mesmíssimo modo que os islâmicos o fazem?
Sinto muito pelo incômodo que causo, mas vou continuar aqui, com meus comentários sobre judaísmo.
Ainda aguardamos as explicações sobre ultra-ortodoxos, ortodoxos, e de preferência, sobre o movimento conservador e o renewal.
A cabala pode ficar de fora, dessa vez, mas em outra oportunidade seria interessante ter explicações sobre isso também.
Eu só tenho 12 tetravós sendo que o certo seria ter 32, muito primo com primo, desses 1 judeu, 1 holandesa, 1 índio e o 9 portugueses.
Portanto Walid, se tem que ter sangue judeu pra falar, acho que eu posso falar.
Que bom!
Walid , que isso cara, filha de brasileiro com judeu-arabe , arabe-judeu, complico pra caramba.
agora tem uma coisa eu amo os judeus, até porque os considero o povo mais inteligente da terra.
tem muito anti-semita que desfruta dos beneficios das descobertas feitas pelos judeus.
e dele tambem veio o salvador do mundo o homem mais importante da terra , JESUS.
( caros leitores, peço desculpas pela “private joke” com o mister ixis…nao pude resistir )
E o “cessar-fogo” palestino, hein? Não durou um dia. Aliás, parece que virou até expressão da moda, tipo, “Acaba mais rápido que cessar-fogo palestino”.
Ainda bem que o PD é mais devagar, tá ainda lendo o State of Denial (Deve ser muito chato?) e escreve um post por dia.
confetti,
:-)
quem fala mais de cinco linguas é poliglota?
aqui no blog do Pedro tem uns caras que querem ser mais inteligentes que os outros,e a maioria nao tem opiniao propria, copiam artigos de jornais e simplesmente colam aqui, é visivel a cola , tenha dó né pessoal.
Izaq, eu amo o judaísmo, acho que o surgimento e desenvolvimento do judaísmo foi um grande salto para a humanidade. O judaísmo inventou o “não matarás”, um princípio, um valor maravilhoso, civilizatório, além de muito mais.
Eu entendo que os judeus se precavenham contra tudo e todos, enfim, há cinqüenta anos ainda havia fornos na Europa. ? muito trágico e muito recente.
Só que às vezes miram em pessoas amigáveis, interessadas no assunto, e cheias de admiração pelo tema.
Por exemplo, por que um Pai Francisco, um André, ao invés de ficarem orgulhosos por ter um suposto não-judeu interessado no assunto, com vontade de aprender e cheio de admiração, se sentem atacados e ameaçados?
Muita história de perseguição, eu entendo, mas o exagero atinge amigos e aliados.
Pelo mesmo motivo entendo a parcialidade do PD. E a minha, e a sua, e a de todos nós.
Agora essa coisa de que o Bitt escreveu, sobre não olhar o lado do “Outro”, só olhar o próprio umbigo, é um pé-no-saco.
Claro, ninguém está livre disso, mas aqui, André, Clara e agora Pai Francisco exageram.
E eu acho que o conhecimento (e reconhecimento) recíproco, das religiões, tradições e histórias, é uma forma de aproximação, que pode levar à paz.
É a minha opinião, e respeito quem pensa de modo diverso, e aceito que continuem me vendo me inimigo.
Só que eu não sou.
Sei que isso que escreverei não tem muito a ver com este post, mas desculpem-me, é que acabo de descobrir algo irresistível.
Seu Pedro, uma vez você mandou um texto comentando alguma coisa sobre o Stephen Colbert dando a entender que ele seria um comediante da ala republicana. Pois é, parece que a assessoria de imprensa do Bush também achou isso e o chamou para um discurso num evento anual dos Correspondentes de Imprensa da Casa Branca. Grave erro.
Vejam o que o cara — o Colbert — aprontou: http://video.google.com/videoplay?docid=-869183917758574879&q=colbert+bush
Ou a versão transcrita em:
http://politicalhumor.about.com/od/stephencolbert/a/colbertbush.htm
São uns 20 minutos de pancada verbal em cima no Bush a apenas uns três metros de distância dele.
Isso aconteceu no meio do ano passado. Não sei porque cargas d?água só fui descobrir esta pérola agora.
Estou rindo até agora.
Só me pergunto se o Bush realmente entendeu tudo…
pronto, agora eu vi, nao posso mais usar meu antigo nick,será que o pessoal da PF está vasculhando esse site?
meu nome é judeu, dos meus irmaos tambem, estou com uma seria desconfiança desses blogs daqui, será que estao sendo monitorados pelo pessoal da abin?
A questão é emblemática, os EUA não podem demonstrar fraqueza, qualquer outra nação que fosse a potência como são os americanos, reagiriam da mesma forma, esse é o preço de ser o maos poderoso país do planeta.
p estou preocupado , porque nao posso usar só a metade do nome.
O Judaismo inventou o não matarás!
Ahahahahahahah!
DEUS nos trouxe , num tempo de escuridão e pouca evolução dez mandamentos!
Os judeus teimam em se achar os “escolhidos”.
Faça-me o favor, roda outro disco!
Assim com essa baboseira quadrupede não dá!
Realmente, seguindo a logica deste diretor de revista doidão, comparada à segunda guerra mundial o atual conflito no Iraque não passa de um pic nic à beira do lago Geneve. Esses iraquianos estão ficando americanizados, ou seja, se sentem ameaçados por um nada…
O que essa anta diretora e outras não compreendem é, como os EUA ousam contra atacar quando são explodidos sem dó nem píedade por terroristas degoladores.
Que o diretor de revista seja um perverso - sado maso - que se compraz sentindo dor e humilhação, tudo bem, cada um vive como quer.
Mas querer que todos sejam iguais a sua covardia e infantilidade de argumentos, é pedir demais, né?
“O cartaz, com um fundo de camuflagem militar, foi colocado na fachada da igreja de São Clemente, no subúrbio de Marrickville.
Sob a mensagem que afirma que Jesus ama o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, também consta um trecho do capítulo 5, versículo 44 de Mateus: “Ama teus inimigos e reza por aqueles que te perseguem”.
Os responsáveis pela igreja alegam que a intenção é passar aos fiéis a idéia de que Jesus ama a todos, independente de quem seja.”
A notícia é de hoje, no UOL. Sinal de que o PD está com o assunto em dia.
O que Adolf e Osama possuem em comum? Talvez fosse a pergunta mais pertinente….
RE: maria santos
Do ponto de vista cristão, se o Osama se converter ao cristianismo, tudo lhe será perdoado. Se não, ele vai ao Inferno ser comido pelos diabinhos.
Já lí em algum lugar que foi o próprio buche que mandou bala nas Torres Gêmeas para forjar motivos e invadir o Iraque. É muito sintomático que ao procurar Osama tenha se desviado para outros objetivos, falseou documentos e jogou bombas à torto e direito, afrontou o mundo sem nunca encontrar o tal Osama. Para mim, ele é o próprio Osama, um dos Cavaleiros do Apocalípse.
Sobre ortodoxos - nacionalistas e ultra - ortodoxos
http://www.pazagora.org/impArtigo.cfm?IdArtigo=693
Não é tudo, mas é um começo.
Eu me preocupo com as vítimas de guerra. Pelo seguinte motivo: historicamente, observa-se que, toda vez que uma guerra dizima uma parte significativa da população de um país, ocorre um “baby-boom”, ou seja, as pessoas fazem mais filhos, de tal modo que acaba mais do que compensando o número de mortos.
Não fosse isso, eu mesmo saía por aí matando quem encontrasse pela frente.
“Encontrasse pela frente” é modo de dizer; o ideal seria usar as boas e velhas bombas mesmo.
Não entendi, o Gunnar se preocupa com as vítimas de guerra só porque depois nascem mais pessoas? E tem delírios que sai por aí “matando gente”?
Bem que eu achei que o relativismo sempre acaba descambando no fascismo…
Take it easy boy, é sexta-feira e eu me permiti fazer uma brincadeira politicamente incorreta.
Mr. X,
Não seja rabujento. É só uma joke. Todos sabemos que atirar bombas (como no post acima) é prerrogativa sua, que coisa! (outra joke, claro) :)))
eu ja acho q o mister chose e outros jogam bombas, matam e esfolam facilmente demais…certo, é virtual, mas prefiro estar longe deles…sou anti violencia, qualquer uma, mesmo verbal…
“Morte de um ser humano é uma grande tragédia, morte de milhões de seres humanos é uma mera estatística”
Stalin
Interessante o conceito de “reação desproporcional”. E qual seria a “REAÇÃO PROPORCIONAL” ? Pago um cafezinho para quem conseguir responder.
o que o PD sugere é que os terroristas não mataram gente suficiente para que se tomasse uma atitude.
É que o PD vê o ser humano em forma de estatística ou número apenas. Ventura do PD é que nenhum filho seu foi morto, ou parente próximo, por quem dedicava afeto. No fim, vira um mero exercício de estatística. O filme do Westwood aborda exatamente isso, ou seja, o valor da vida, não importando o número de tombados de um lado ou de outro. A II Guerra Mundial pode não representar nada prá mim. Já, se tiver um filho morto integrando a força de paz no Haiti, terá muito maior significado (peso específico)do que cinco conflitos mundiais juntos. Donde…
http://www.youtube.com/watch?v=34bVcLMrcRs
Sobre o 11 de setembro me parece que o
problema principal não foram as centenas de mortos mas o ataque a um simbolo do
capitalismo americano , a destruição da construção mais alta la, as torres gemeas
Será que não foi essa a verdadeira razão
do furor americano,pelo menos daquele
setor que o Bush representa, e não as
centenas de vidas perdidas ali?
Se Lincoln tivesse feito com os americanos o que Stalin fez com os russos eles não discutiriam mais isso.
Acho que o fundamental ai nao eh quantas vidas se perderam, mas a brutalidade e inconsequencia dos ataques. Eh claro que Osama e seus seguidores nao ameacam a existencia dos EUA como pais, mas nao eh por isso que merecam clemencia. O ataque ao WTC, assim como os de Londres e Madrid, nao devem ser vistos como ataques contra os EUA, Inglaterra ou Espanha, mas sim contra a civilizacao ocidental e aos seus valores. E eh por isso, e nao pelos 3 mil mortos do WTC que vale a pena ir a guerra.
Se vc tem um ou mais desses sintomas:um ciúme desesperador,esquecimento,crise de pânico, pele seca ,unhas quebradiças,depressão,seu rosto tá inchado,seu abdomem dobrou de tamanho , seu pescoço sumiu,seus cabelos do corpo todo tá caindo , se vc come muito, tem uma fome veroz,eh gordão ou magro de ruim,tem unhas quebradiçasânaum consegue engravidar,pressão alta,diabetes,desânimo,cansaço e falta de apetite sexul,tem um papo grande,osteoporose ,dores nas juntasâna coluna,dores no corpo todo,policistos,grande ou quase nada de fluxo menstrual, defeito no coração,faz regime e naum emagrece,come muito e naum engorda,tem toc ,mania de limpeza e vontade repentina de esganar alguém ,seus olhos estaum projetados para fora, vontade de se matar,insôniaânaum suporta luz intensa,seus cabelos estaum enbranquecendo rápido demais,?.Vá urgente aum endocrinologista examinar sua tireoide, mesmo que ele diga que vc naum tem nada ,vá a outro até conseguir se tratar.Fiquei doente durante 25 anos e os médicos diziam que naum tinha nada,até que encontrei uma médica que acreditou em mim .Remocei 10 anos e voltei a sorrir.