O governo Bush caiu
Não foi pequeno o estrago feito pelas eleições parlamentares deste novembro, nos EUA: o governo George W. Bush caiu. Quem o substitui é o governo de George H. Bush. E se tudo parece retórica, não é. As teorias conspiratórias dos Michael Moores da vida podem enxergar uma família trabalhando para manter-se no poder, mas a coisa é mais complexa. Bush, o filho, representou até há umas semanas um grupo radical do Partido Republicano que esteve no poder durante o governo Ronald Reagan mas não no de seu pai.
Bush pai acaba de intervir no governo do filho. Agora entra a sua turma.
Passo-a-passo:
Há um nome chave, aqui, que é o do presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz. Ele é um dos principais proponentes da ideologia neoconservadora.
E há um ano chave e um documento chave: 1992, quando Wolfowitz era secretário adjunto de Estado e assinou com seu vice, Scooter Libby, um relatório que ficou conhecido como a Doutrina Wolfowitz.
Ele propunha que, com o fim da Guerra Fria, os EUA deviam agir como a única superpotência do mundo – e que só agindo como tal poderiammanter-se no ápice. Agir como superpotência quer dizer ignorar agências internacionais – ONU inclusa – e atuar com pesada mão militar unilateralmente.
Fundamentalmente, era uma doutrina moral: os EUA, para Wolfowitz, não ganharam a Guerra Fria à toa. Ganharam por representarem uma ideologia superior e que, como tal, tinham o dever de intervir quando e onde considerassem adequado; ter o monopólio da verdade o permite.
Sua doutrina micou. Gente como o general Colin Powell e o secretário de Estado James Baker, no governo Bush pai, consideravam a visão delirante, radical e perigosa. Durante a Guerra do Golfo, foi de Baker a decisão de não continuar a batalha até a derrubada de Saddam Hussein. Tinha poucos argumentos bem fundamentados: o primeiro, que os EUA agiam com permissão da ONU e sua missão era tirar o Iraque do Kuwait, não mais. Isto feito, missão cumprida; segundo, que o Iraque sem Saddam poderia implodir e, numa seqüência de mil conflitos internos, sabe-se lá em que tudo poderia terminar.
Só que George H. Bush perdeu sua campanha de reeleição para o desconhecido governador do Arkansas, William Jefferson Clinton. Os democratas explicavam sua vitória com um slogan simples: é a economia, estúpido. Desempregado demais, dinheiro de menos, elege-se a oposição. Para muitos republicanos, ainda encantados com a economia de Reagan, não podia ser isto. O erro estava na conduta da guerra do Iraque. Os norte-americanos queriam ver Saddam preso e seu governo não ofereceu isto. Então, conforme os republicanos mergulharam nos seus oito anos longe da Casa Branca, tornaram-se para quem já falava de Iraque fazia tempo.
Paul Wolfowitz. Ele, assim como seu vice Scooter Libby, assim como o ex-secretário de Defesa adjunto Richard Perle, sempre tiveram o Iraque em vista. Desde os anos 80. Quando, nos tempos de Reagan, uma obsessão anti-Irã levou Donald Rumsfeld ao Iraque para financiar a guerra de Saddam contra os aiatolás, Wolfowitz e os seus já eram contra.
Acreditavam que o Iraque era um país chave e perigoso. Chave na geopolítica por causa do petróleo e porque de lá havia acesso fácil para qualquer ponto importante do Oriente Médio: para a Síria e então Líbano, para a Arábia Saudita, para o Irã. Controle do Iraque, para os neoconservadores embrionários, permitiria aos EUA controle sobre todo o Oriente Médio. No entanto, a ideologia nacionalista e pan-árabe que trazia alguma proximidade entre Egito, Síria e Iraque representava um perigo já que facilitava uma aproximação com a União Soviética e, se crescesse, sugeria independência demais.
Ridicularizada quando lançada em 92, nos anos fora do poder a Doutrina Wolfowitz foi incrementada por uma ong chamada Projeto para o Novo Século Norte-americano e, além dos intelectuais que a propunham, ganhou novos adeptos. Dentre eles, gente do núcleo duro do poder no Partido Republicano, como Dick Cheney e Donald Rumsfeld. A Doutrina Wolfowitz desenvolvida descrevia como os EUA deviam transformar sua postura política externa ao mesmo tempo em que reformava o Pentágono, adaptando o poder militar às novas necessidades. Uma das frases é um primor: ‘o processo de transformação, mesmo que traga mudanças revolucionárias, será provavelmente longo a não ser que algum evento catastrófico e catalisador aconteça – algo como um novo Pearl Harbor’.
Quando George W. Bush chegou à presidência, não cercou-se de gente como James Baker, nome fundamental do pragmatismo republicano que marcou a política de seu pai. Pelo contrário: foi atrás dos neoconservadores que tinham pronta uma visão de mundo, uma justificativa para a derrota de Bush pai e uma estratégia de postura internacional do país no futuro. A Doutrina Wolfowitz virou a Doutrina Bush.
O novo Pearl Harbor aconteceu. Donald Rumsfeld, convertido à nova ideologia, queria partir contra o Iraque mas naquele momento vozes como a do secretário de Estado Colin Powell ainda tinham algum peso. Foram ao Afeganistão. Não durou muito.
Aí foi o que foi.
A revista Vanity Fair de novembro apresenta um longo artigo descrevendo o que dizem os neoconservadores agora que todas suas previsões tão exatas fracassaram retumbantemente comprovando os receios do velho Jim Baker. Richard Perle, por exemplo, se sente traído pela Casa Branca. Não é que o projeto para o século norte-americano dos neoconservadores estivesse errado; o governo é que foi demasiado incompetente. Donald Rumsfeld é que foi um mau gerente. Bush filho é que não tem astúcia suficiente.
Em janeiro, enquanto o governo ainda negava que o Iraque era um atoleiro e que não tinha a mais vaga idéia de como lidar com a bagunça, James Baker foi nomeado pelo Congresso presidente de um grupo de estudos composto por quatro democratas e quatro republicanos para produzir um relatório com sugestões.
Com a derrota eleitoral, seu comitê acaba de ficar mais importante. Concentra as esperanças de que uma solução é possível. Baker é macaco velho e já disse que solução a curto ou médio prazo não existe. O que ele não disse, mas já pensa faz 15 anos, é que os EUA não tinham nada que se meter no Iraque para derrubar Saddam. Mas o estrago está feito.
O núcleo de poder do governo Bush pai acaba de intervir no governo de Bush filho. O homem que substitui Rumsfeld é homem de Baker, que supervisiona. E, enquanto os neoconservadores lutam para salvar um mínimo de suas reputações distanciando-se da Casa Branca que seguiu tudo o que sugeriram, o centro do Partido Republicano tem preocupações maiores e, como cabe à turma, pragmáticas. É a eleição de 2008.
Se um jeito não for dado, termina se produzindo um presidente democrata com maioria na Câmara e Senado.
Ainda sobre o assunto:
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Há pesadelo maior, do ponto de vista dos republicanos, do que um presidente democrata, com maioria democrata? É preciso um Bush filho pra produzir isso..
Sem saída, pode não ser surpreendente trocar a forca destinada a Saddan, pela batuta de Bagdá…
Com essa lambança já feita, se os americanos saírem em seis meses, como disseram os democratas na campanha, será o Irã quem vai enforcar Saddam Hussein. Em Bagdá.
Uma saída apressada será o maior erro que os EUA poderiam cometer, em relação ao Iraque. É preciso que o governo iraquiano tenha um mínimo de credibilidade e força.
É fácil acusar os erros de Bush. Vamos ver se os democratas, agora que conquistaram a maioria, são capazes de indicar uma solução praticável.
Nem democratas, nem republicanos vão conseguir acertar as coisas no Iraque. Apesar de terem usado o erro da guerra para conquistar essa maioria, os democratas nunca deram uma solução para o conflito.
Aliás…com esse governo republicano os EUA só perderam prestígio no mundo. Defenderam todas as causas erradas e para consertar isso vai levar um tempo. Talvez uns 8 anos de governo democrata. Talvez mais.
O clã Bush deu tudo de bandeja para a oposição. Políticas pouco formuladas, desculpas esfarrapadas…
Acho até que já comentei aqui isso….li uma vez em um artigo de um escritor colombiano (vou tentar lembrar o nome) que os presidentes dos EUA deveriam ser votados no mundo inteiro. É única política que pode efetivamente afetar o resto do mundo.
E isso é lamentável. Se eles não se colocassem como a “polícia do mundo”, o outros países estariam mais dispostos a ajudá-los em certos assuntos e não “rir” dos seus fracassos.
é isso paty
Onde fica o escritório central da ONU?no Paraguay,eu acho.
Os EUA já fizeram o Oleo duto necessario que passa por terras do Iraque,ou não?
Ah táânão deu tempo ainda.
Não sei, não. Maioria democrata na câmara, maioria democrata no senado, provável presidência democrata…
É muita maioria democrata para quem não é tão democrata(democrático) assim.
Dos dois lados da mesma moeda, prefiro aquela que me mostre a cara logo de uma vez.
Como disse o Pedê, o estrago está feito. No frigir dos ovos, pouco importa quem, nos próximos 4 ou 8 anos vai se sentar na cadeira presidencial para tentar reorganizar as coisas. Enquanto isso, há um comércio internacional efervescente, que quer que Bush exploda - é a economia, seu estúpido. Agora, se os democratas fizerem o presidente e conseguirem administrar o imbróglio (difícil fazer pior que Bush - no máximo serão tão incompetentes quanto), talvez os republicanos demorem décadas para conseguir voltar às cercanias do poder.
Viva os democratas,que se lasquem os republicanos.
que saudade de Bil Clinton e Monica levinsky.
agora dizer que o Bush nao é astuto é demais né,ele nao pode ser inteligente mais astuto ele é.
se tirarem as tropas do iraque agora,fico imaginando se vai sobrar algum ser vivente naquela velha babilonia.
Babilonia vai se tornar morada de chacais isso sim.
Diversao para os arabes iraquianos é se matarem por qualquer coisa.
é uma pena que o sitio arqueologico está sendo tremendamente danificado,e olha que eles nao tem nada a ver com isso em!!!.
Mas os EUA gosta de anter a egemonia,entao que se lasquem, o imperio babilonico já se foi e parece que esse é o fim do americano, e justamente na terra de Nabopalasar,Xerxes,Nabucodonosor.
NGO do Wolfowitz? Que graça. Este é o destino das ONGs. Compromissadas com governos até não poder mais.
Então tá tudo explicado. Adorei o texto.
Sempre achei que o Bush tinha cara de testa de ferro. Agora tá aí. O dono da ideologia finalmente aparece: Paul Wolfowitz (dono do Banco Mundial)
Segundo um artigo da BBC http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/1564448.stm ele conseguiu levantar mais de 50 bilhões de dólares para a guerra do Golfo.
Mesmo artigo: em 1981 foi embaixador dos EUA na Indonésia (!?)
Mas ele é descendente de judeus poloneses que fugiram da Polônia. Sionista até a raiz dos cabelos. Aos 14 anos morou um ano com a família em israel. A irmã dele mora em Israel.
Hummm…
Sei não, acho que estão superestimando a vitória democrata. Historicamente todos os presidentes americanos perdem no 6o ano de mandato uma média de 31 assentos na Câmara e por volta de 6 no Senado.
Sabem quem foi o recordista dessa perda? O festejado Bill Clinton que perdeu 49 na Câmara e 9 no Senado.
Continuam a analisar a política americana como se fosse a tupiniquim…
Essa dança de cadeiras é justamente o que faz os EUA serem tão fortes. O que era não natural era o predomínio dos Republicanos durante 12 anos.
E patética a tentativa da esquerda tupiniquem tentar surfar a vitória dos democratas. Poucos entendem que com os democratas a situação para o Brasil piora e muito.
Quanto a Bush concordo com todos os xingamentos contra ele.
Porque isto está no weblog? É um excelente artigo! Algumas coisas não são simplesmente logs, podem começar assim, mas evoluem. Pedro, parabens!
O retumbante fracasso do governo de Bush filho, governo que no Brasil só foi defendido por este semanário elitista esnobado recentemente pelo povo nas urnas, a Veja, que se lixou para a sua sequência de capas contra o Lula, é apenas o prêmio para um sujeito arrogante e incompetente, um reacionário de direita, resposável pela morte de mais de 150.000 pessoas no Iraque até a presente data.
Além do mais, o busc acirrou os ódios civilizacionais e os conflitos internacionais e está levando o Iraque ao fratricídio.
A citação do Pablo está corretissima,pois os democratas lá dos EUA,são defensores ferrenhos do protecionismo de mercado,além do subsidio fundiário.Os empresarios lá de Santa Catarina já estão no alvoroço,devido uma portaria que facilitava ás exportações aos EUA.
Pablo V., me desculpe, se com os Democratas a coisa vai ficar pior pra nos, pouco importa! Pois se eles tirarem as garras da AMERICA de cima do Iraque ja ta de bom tamanho a sua obra! Quanto ao Bush! vai curtir os milhoes ganhos com seus patrocinadores! e fazer ” aquela biblioteca”, cheia de gibis, playboys, livros de culinaria Texana e livros de canticos batistas!
Troco 100 lulas por meio Busch.
O Way of life americano vai muito bem obrigado. Pudera nós brasileiros termos um líder que garantisse nosso onforto mesmo que às custas das desgraças alheias.
Quando a farinha é pouca, meu pirão primeiro!!!.
Saí busch?? que venha outro, de preferência na América Latina ou vocês preferem Ortegas, Chávez, Evos e Lulas??
Jose - Quanto ao Iraque concordo com todas as críticas… Mas que para o Brasil, que é o país onde eu moro, será pior…
Tô vendo que se tiver alguns charutos para apreciar está de bom tamanho,só não esquecer que é se produzindo,gera os impostos necessarios para principalmente as “OBRAS ASSISTENCIAIS”
Ih! Alguém aí mudou de nick. Nem avisou.
Pouco importa se o Bush filho cai, se o Bush pai levanta, se os democrátas entram, se os republicanos saem. O preocupante são os bastidores desse espetáculo teatral que estamos vendo. Com tudo, parece-me que o povo norte-americano está bastante atento nas coisas, ou estou errada? Alguém poderia me ajudar?
Deise,
Você tocou na intenção do texto. É exatamente isto que importa. É a mania da imprensa em não mostrar nem bastidor nem os fatos subjacentes e a gente fica achando que está muito bem informado. Tem de saber pesquisar.
Não entendi por que o Fred se surpreendeu de o texto estar aqui. A gente merece. Mas este Fred é o teu Fred, Deise? Vi no Papodehomem ele dizendo que não mais assinava Fred e sim Ésprit de porc:)
Concordo com o Pablo. Essa alternância do poder nos EUA é sinal de solidez do seu sistema político, nada mais natural.
Os democratas, se implantarem seu programa de governo, serão muito mais protecionistas. Já há uma comitiva de empresários brasileiros em Washington no sentido de influenciar o Congresso deles a manter o SGP p/ o Brasil.
Alguém aí disse que o mundo deveria votar para presidente dos EUA. Discordo. A influência americana nos destinos das outras nações não é grande a este ponto. O que realmente desequilibra as nações atualmente são os fluxos de capitais movimentados pelos grandes investidores (multinacionais e algumas pessoas físicas) e, quanto a estes, não há nada que toque a governo algum.
Agora eu entendi porque o Fred sumiu!
Ele é o Esprit de Porc, é?!
E nem avisa!
:o)
Os neocons podem ter construido o andaime ideológico do intervencionismo do Bush II, mas quem determinava as coisas eram os oldcons (que podem ser descritos como Hobbesianos, acho): Rummy, que se foi, e o Cheney, que fica. Então a mudança não é tão completa assim.
O Bush I veio salvar o filho das feridas auto-inflingidas pela enesima vez, e como sempre manda o James Baker para amarrar as pontas soltas. A volta dos realistas deve trazer um maior contato com a realidade no governo americano, o que sempre é bem vindo. Mas eu tenho medo que o Líbano (que está a beira do precipicio) acabe virando moeda de troca em uma reaproximação com os sirios, de forma semelhante ao que aconteceu em 91 (em um acordo custurado pelo onipresente James Baker)
Gostei deste artigo ..
muito bom !!
bom bagarai, o texto PD!
Me deu uma aula (literalmente) sobre a doutrina neoconservadora dos EUA, coisa que eu só apontava, mas que não tinha idéia de onde sairam os motivos.
Uma pergunta que não é necessariamente ligada ao tema: é perigoso afirmar que essa onda populista e fundamentalista, principalmente na América do Sul não teria ganhado força se não fosse a presença da ‘Doutrina Bush’ no mundo?
Bruno, durante a ofensiva no Líbano eu levantei esta hipótese que você está falando de o Líbano virar moeda. é isso aí. Você sempre vai na questão.
Se o mundo fosse uma periferia brasileira, Bush ia ser o dono da boca de fumo. Na real, é mais seguro transitar no Nordeste de Amaralina às três da manhã de sexta feira que na arena politica internacional. Só dá quadrilha!
Antonio Ariuton,
Nem a Veja apoiou a intervenção de Baby Bush no Iraque.
Em vários artigos, a revista dos Civita antecipou que seria um atoleiro de conseqüências imprevisíveis.
Wolfowitz… judeu
É? putz,que gafe!
Esse Busha é o protótipo do Cretinácio, só que estudou matemática.
Fala sério!
Interessante o post. Uma visão a mais e profunda de como rolam as coisas no poder de lá. Podre poder, como todos. Armas, petróleo, império, corrupção, sexo e drogas, ops, acho que me estusiasmei. Dá argumento pra um belo filme.
Mas que fizeram uma trapalhada bem grandinha fizeram. Agora estão atolados na areia movediça e sendo cobrados pra sair por todos os lados, interna e externamente. Bush vai entrar pra história como um dos piores presidentes americanos.
Oops, falou bobagem. É isso que dá, ficar perdendo tempo lendo Folha, Globo etc…Para considerar esse artigo “uma aula” é preciso ser muito ignorante em política americana e internacional. As figuras citadas são mais do que carimbadas, estão em evidência já por um bom tempo. Quanto a sua hipótese sobre a emergência de novas lideranças na AL, com as quais evidentemente você não se afina, vale parafrasear Zagalo - você vai ter que engulir.
Mas, Pax: sexo com Baby Bush?
Definitivamente, você exagerou. Vai ver que nem a mulher dele faz isso…
Essas coisas a gente deixa pro Chesterton… :) !
Elias, seus direitos autorais eu mando pra tua conta?
Paula (e quem mais quiser ler), eu acabo de postar sobre as discussões que tive com um membro do Hizbollah no blog do Michael Totten. Foi um papo interessante. Foi aliás desta discussão que veio a minha preocupação com o possibilidade dos realistas liderados pelo Baker aceitarem um retorno da hegemonia Síria no Líbano.
http://ml42.blogspot.com/2006/11/casa-rio-de-janeiro-conversando-com-o.html
Josué, querido
O poder imperial dos EUA não nos obriga necessariamente a aplaudi-los. Nós também temos território, recursos e população pra fazer diferença em termos internacionais. Não estamos condenados por algum desígnio divino a aprovar tudo que o grande irmão do norte decide.
Daí, eles estão defendendo interesses deles - justo, legítimo - do ponto de vista deles, que fique claro.
O nosso esforço é saber onde estão os nossos interesses. E aí, o Pablo até tem razão - os democratas historicamente são mais protecionistas que os republicanos.
Mas que o Baby Bush (como diz o Elias) fez um estrago de bom tamanho, isso fez!!
Baby Bush foi demais! Baby Doc… também…
foi demais…
Bruno,
Estou curiosa. Amanhã vou lá.
” O poder imperial dos EUA não nos obriga necessariamente a aplaudi-los. Nós também temos território, recursos e população pra fazer diferença em termos internacionais ”
Comentário de Alba
Comentário de marco : menos querida, menos. Quando baby Bush foi eleito os EUA produziam 10 trilhões de dólares.
O Brasil, 700 bilhões.
Hoje, os EUA cresceram para 12 trilhões e o Brasil continua mais ou menos igual.
Ou seja, os EUA cresceram 3 brasis durante o desastre que foi a administração Bush.
Como diria Pedro Doria, é a economia, blá, blá, blá….
abs,
ma
POis é, marco,
Eu não nos equiparei aos EUA, desculpe se dei essa impressão. Simplesmente afirmei que temos potencial para nos tornarmos um diferencial. Se nos tornaremos, é outra coisa.
Pessoalmente, não estou tão otimista..:((
Junto com os radicais esquerdistas ,que pu-lulam aqui, eu também acho que Nanci Pelosi é uma verdadeira m…..! A figura nem se expressar direito sabe! Dá para temer mais do que o próprio diabo encarnado…….. que não ouso repetir nem com ele reduzido a um bebê, para não dar catapora na maioria!!
:o)
O artigo, embora apresente uma análise inteligente e informada, deixa de diagnosticar o ponto essencial, que, no entanto, foi intuído pelos comentários da Paula e do Correto, ou seja: o ataque ao Iraque foi concebido pelos judeus Paul Wolfowitz, Lewis Libby, Richard Perle etc., para satisfazer ao interesse geopolítico judaico-sionista, e executado por idiotas não-judeus descartáveis como George W. Bush e Donald Rumsfeld, sobre os quais, agora, a mídia judaica (Vanity Fair etc.) joga toda a responsabilidade pelo fiasco, enquanto põe a salvo seus citados mentores judeus, que espertamente se fazem passar por traídos, mas cujo objetivo geopolítico foi amplamente atingido, mediante a neutralização do Iraque em relação à nefasta entidade sionista, pouco se lhes dando que às custas de centenas de milhares de vidas norte-americanas e iraquianas e de centenas de bilhões de dólares, pagos por todos nós, norte-americanos ou não — e tudo isso, é claro, assim como em histórias passadas, para sustentar os delírios de domínio e poder dessa patologia psíquica e social que é o judaísmo, que subjugou e escraviza o mundo ocidental há pelo menos 2000 anos — isso se descontarmos a anterior escravização dos egípcios pelo judeu José –, assim pagando o não-judeu, com sangue e riquezas, o preço de sua ingenuidade, no presente contexto exemplificada pela estupidez do povo-norte-americano, ao deixar-se manipular pela propaganda judaica para apoiar, cegamente e em seu próprio detrimento, os desígnios judaicos de Wolfowitz, Libby, Perle etc., e para, manifesto o fiasco, enfurecer-se estupidamente apenas contra os meros executores desses desígnios, os idiotas descartáveis não-judeus Bush e Rumsfeld e nunca, é claro, contra seus mentores judeus — já longe da cena e obviamente poupados pela mídia judaica — como, aliás, desde há algum tempo já vinha propondo o ícone da alternativa judaico-democrata, o judeu Michael Moore, alçado a herói anti-Bush, mas que, sintomaticamente, em seus livros, amplamente promovidos pela mesma mídia judaica, vê muitos árabes mas nenhum judeu, nem mesmo judeu republicano neo-conservador, por trás de Bush, muito menos por trás do 11 de setembro — muito embora tenha este sido precisamente o novo Pearl Harbor, tão apregoado por Wolfowitz como essencial ao sucesso da revolução judaico-neoconservadora — tudo isso para confirmar e exemplificar a afirmativa unânime, emanada dos mais argutos e profundos pensadores do mundo ocidental, de Cícero, na Roma antiga, a Shakespeare, Voltaire, Schopenhauer, Benjamin Franklin, Henry Ford, Ezra Pound e tantos outros, relativa à influência nefasta do judaísmo, que é constantemente reelaborado, sempre a serviço dos próprios interesses judaicos, como o foi, para uso externo do mundo greco-romano, pelos rabinos judeus de Alexandria, sob a forma de cristianismo, e para uso externo do mundo caldaico, pelos rabinos judeus de Medina, sob a forma de islamismo, e no passado recente, para uso externo das sociedades européias em processo de industrialização pelo rabino judeu Karl Marx, sob a forma de comunismo, e hoje se concretiza, sempre para uso externo, agora do estupidificado povo norte-americano, na doutrina dita neo-conservadora do chamado Novo Século Americano, formulada, dentre outros judeus, e sempre a serviço do judaísmo, em sua faceta particularmente maligna conhecida como sionismo, pelo obviamente também judeu, o banqueiro mundial Paul Wolfowitz.
O artigo, embora apresente uma análise inteligente e informada, deixa de diagnosticar o ponto essencial, que, no entanto, foi intuído pelos comentários da Paula e do Correto, ou seja: o ataque ao Iraque foi concebido pelos judeus Paul Wolfowitz, Lewis Libby, Richard Perle etc., para satisfazer ao interesse geopolítico judaico-sionista, e executado por idiotas não-judeus descartáveis como George W. Bush e Donald Rumsfeld, sobre os quais, agora, a mídia judaica (Vanity Fair etc.) joga toda a responsabilidade pelo fiasco, enquanto põe a salvo seus citados mentores judeus, que espertamente se fazem passar por traídos, mas cujo objetivo geopolítico foi amplamente atingido, mediante a neutralização do Iraque em relação à nefasta entidade sionista, pouco se lhes dando que às custas de centenas de milhares de vidas norte-americanas e iraquianas e de centenas de bilhões de dólares, pagos por todos nós, norte-americanos ou não ? e tudo isso, é claro, assim como em histórias passadas, para sustentar os delírios de domínio e poder dessa patologia psíquica e social que é o judaísmo, que subjugou e escraviza o mundo ocidental há pelo menos 2000 anos ? isso se descontarmos a anterior escravização dos egípcios pelo judeu José –, assim pagando o não-judeu, com sangue e riquezas, o preço de sua ingenuidade, no presente contexto exemplificada pela estupidez do povo-norte-americano, ao deixar-se manipular pela propaganda judaica para apoiar, cegamente e em seu próprio detrimento, os desígnios
judaicos de Wolfowitz, Libby, Perle etc., e para, manifesto o fiasco, enfurecer-se estupidamente apenas contra os meros executores desses desígnios, os idiotas descartáveis não-judeus Bush e Rumsfeld e nunca, é claro, contra seus mentores judeus ? já longe da cena e obviamente poupados pela mídia judaica ? como, aliás, desde há algum tempo já vinha propondo o ícone da alternativa judaico-democrata, o judeu Michael Moore, alçado a herói anti-Bush, mas que, sintomaticamente, em seus livros, amplamente promovidos pela mesma mídia judaica, vê muitos árabes mas nenhum judeu, nem mesmo judeu republicano neo-conservador, por trás de Bush, muito menos por trás do 11 de setembro ? muito embora tenha este sido precisamente o novo Pearl Harbor, tão apregoado por Wolfowitz como essencial ao sucesso da revolução judaico-neoconservadora ? tudo isso para confirmar e exemplificar a afirmativa unânime, emanada dos mais argutos e profundos pensadores do mundo ocidental, de Cícero, na Roma antiga, a Shakespeare, Voltaire, Schopenhauer, Benjamin Franklin, Henry Ford, Ezra Pound e tantos outros, relativa à influência nefasta do judaísmo, que é constantemente reelaborado, sempre a serviço dos próprios interesses judaicos, como o foi, para uso externo do mundo greco-romano, pelos rabinos judeus de Alexandria, sob a forma de cristianismo, para uso externo do mundo caldaico, pelos rabinos judeus de Medina, sob a forma de islamismo e, no passado recente, para uso externo das sociedades européias em processo de industrialização, pelo rabino judeu Karl Marx, sob a forma de comunismo, e que hoje se concretiza, sempre para uso externo, agora do estupidificado povo norte-americano, na doutrina dita neo-conservadora do chamado Novo Século Americano, formulada, dentre outros judeus, e sempre a serviço do judaísmo, em sua faceta particularmente maligna conhecida como sionismo, pelo obviamente também judeu, o banqueiro mundial Paul Wolfowitz.
Teste
Puta que o pariu… febeapá começou. Vamos lá:
Companheiro, cá este Weblog é judeu, patrocinado pela entidade sionista dos Civita e, acredite, se por ventura parece denunciar a conspiração sionista é só disfarce porque venceremos de qualquer forma no final: seja pelo lado do judeu Colin Powell (criado por judeus, fala iídiche fluente), seja pelo lado do judeu Noam Chomsky, seja pelo lado do judeu banqueiro mundial — o título é pró-forma, evidentemente, os judeus são os banqueiros do mundo desde a Renascença, todos sabem, e são a imprensa do mundo desde o iluminismo, evidentemente. Então não importa, meu caro Diógenes Ventura, porque vocês já perderam e sempre venceremos. Ganhamos com Freud ou ganhamos com Ariel Sharon, ganhamos com Wolfowitz ou com Chomsky – ganharemos sempre e não importa que aqueles árabes porcos sauditas tentem trazer liberdade para o mundo porque eles jamais vencerão por serem uma raça inferior. E nós podemos pensar isto porque convencemos o mundo da existência patética do Holocausto de forma que podemos considerar a todos os outros inferiores e ninguém pode nos considerá-lo, evidente — caso alguém aponte o óbvio sempre poderemos gritar: anti-semita! nazista! Hitler foi uma ameaça aos nossos planos, é verdade, mas nem a sapiência alemã nos derrubou. Agora é tarde.
Então esperneie. Você já perdeu.
Ops PD !!! Calma cara. Não é tua cara o que tá escrito aí em cima.
É que não inventaram o ponto de sarcasmo, Pax ;-)
LOL!!!
Para ambos: PD e a reação do Pax!
Eu sei PD, mas quem não está acompanhando e não te conhece há mais tempo pode não entender. Sinto dizer, sinto chamar tua atenção. O texto do colega de cima é longo, pra não tecer outros juízos, tem gente que nem lê, mas vai ler o teu sem ter entendido o contexto. Eu daria umas “aliviadas”. Desculpa me meter.
É PD, Tem de explicar. Se bem que foi uma provocação por parte do state of nicks art Diógenes Ventura que ainda usou minha observação para fundamentar seu veneno.
Acontece que tem dinheiro da Arábia Saudita também que o Wolfowitz certamente não irá dispensar. Dinheiro é dinheiro e não tem nacionalidade nem religiosidade que impeça sua circulação. Eu fico sempre estupefacta é com a coverdia dos islamitas de plantão aqui que sempre se escondem atrás de um nick e não tem a coragem de assumir, no mínimo, uma porcaria de nick só. Ficam mudando a cada minuto. Pura hipocrisia.
Aí dá para se pensar que os islâmicos são mesmo bárbaros; que não tem coragem de assumir nada; não querem discutir nada; são imcapazes de civilização; não aceitarão jamais a existência de Israel; são fanáticos; usam homens-bombas por que tendem mesmo para a selvageria; ou seja, todos os clichês que são difundidos a respeito de mulçumanos nos vem à mente devido à atitudes como esta. Já faz muito tempo que os Blog-bombas atacam por aqui sem se pronunciarem legitimamente, o que significaria dizer: “-sim, sou islâmico com muito orgulho. Defendo tal e tal ponto.” Não. Eles ficam enrolando de post em post, fazendo cara de bonzinhos, com textos amigáveis apoiados pelos “nicks relâmpagos” que eles mesmo criam.
Mas, na verdade, isto tudo o que eu falei é teoria da conspiração.
“coverdia” não “covardia”…. nem é esta a palavra correta. Mas deixa prá lá.
“O governo Bush caiu”…
… “levantou e ninguém viu.”
O post do Bruno sobre o Hizbollah é muito bom. De quebra tem o endereço do Blog do Totten para os islâmicos falarem com seus interlocutores e praticarem o seu inglês.
Puxa, até que enfim saiu do armário, Pedrinho! Mas não precisava desmunhecar tanto!
Nada haver……nada a ver…digo, Pax e Paula , o Pedro não errou porque foi sêco e mordaz com o que achou uma batatada..quem não o entender…é bom que fique de fora do Weblog, que vá catar coquinho!!
Agora , eu apreendi uma coisa lendo -depois de ter descartado sua catilinária por estar eivada de citações , acusações- Diógenes: para mim ele está se valendo do mesma ironia e do sarcasmo de Pedro Dória e o titular aqui não entendeu!
It’s my guess, though!
And I guessed wrongly!! Vejo agora!
Diógenes você é ridículo!
Diógenes Ventura evidente que o nick Correto que nunca apareceu aqui é coisa da tua turma. Cara, deixa de ser hipócrita. Vai procurar a tua turma para declarar abertamente o teu anti-semitismo. Quer saber do que mais? Cada vez eu me volto mais para o lado dos judeus. Por ter conhecido tanta insensatez por parte de islâmicos assim como você. É tudo igual e usam os mesmos métodos. Vai para o blog de quem tem a tua ideologia. Ou crie um para bradar: “Vamos varrer Israel do mapa”. Já até te dei o nome do Blog com direto à onomatopéia e tudo.
Só te peço uma coisa. Não usa meus comentários para reforçar o teu ódio atávico-doentio não.
Ora ora. Mas quanta ingenuidade da parte desta mulher. Será que ele não enxerga que está fazendo o show que o rapaz quer? E ainda que isto nunca vai parar pois não existe racionalidade nesta gente? Tolinha.
Paula, Pedroô!? Já identifiquei, por uma palavrinha apenas, a figura!
Ele é antigo frequentador e criador de casos aqui. Um dos seus primeiros nicks foi Marcelo. Uma coisa maluca , cheia de fantasmas, teorias de conspiração e rancores!
O Pedro Dória se lembra muito bem!
Ao que o PD escreveu, tenho apenas a acrescentar:Hitler e boa parte de sua turma também eram judeus.
Quanto a G?ring, por exemplo, não há dúvida: ele era filho adulterino de um judeu rico, o qual abrigou a falida família G?ring em troca dos favores sexuais da mãe de Herman.
Ou seja, além de judeu G?ring era também filho da puta (mas isso todo mundo já sabia).
Falar nisso, Diógenes, recomendações à sua, tá?
E também ao seu pai, assim que você descobrir quem é ele.
Diógenes Ventura, eu, pelo meu lado,
- além de aliado dos sórdidos planos de Pedro Dória e de todos os judeus do mundo para conquistar o universo - sou um declarado lacaio terceiro mundista dos barões imperialistas de Wall Street e seus fantoches da CIA.
No momento estamos arquitetando um plano genial: vamos vender a Amazonia para os estadunidenses e assim financiar a guerra suja de Israel contra a racaille árabe.
ps- caso você saiba o que é um ps aqui vai- este espaço é imune a manipuladores de quinta categoria. Assim, cubra-se dos pés a cabeça com sua burka e entregu-se com prazer ás surras de seu Amo e Marido, sem esquecer do caçula de 12 anos, já autorizado pela Lei a meter algumas porradas na mãe.
Caro Éd Lascar: quando um viado enrustido é flagrado na sua viadagem, finge estar só fingindo ser viado e precisa, pois, que outros tenham seu fingimento por sarcasmo. É o caso do Pedro, que, flagrado se sentindo em seu judaísmo (que aliás tão bem descreve, et pour cause), finge estar só fingindo ser judeu, e porisso precisa, desesperadamente, que seu fingimento por sarcasmo seja tido. Portanto, só um idiota tomaria a já esperada auto-revelação do Pedrinho por sarcasmo.
Fora que a mãe do Führer ainda era meio um caso e era 23 anos mais jovem do que o pai. Hitler também era quase um bastardinho.
Éd,
Tá parecendo sim. Se não for é da turma.
Mas segundo o Michel de Nostradamus:
1? anticristo - Napoleão
2? anticristo - Hitler
3? anticristo - virá do Islã
Mais esta? Vai começar o xingamento?
Diógenes Desventura Não começa cara.
Querida Paula,
Sua visão física consegue ser quase tão ruim quanto sua visão intelectual, pois o comentário do Correto está bem visível logo ali em cima:
> Wolfowitz? judeu
> Comentário de Correto ? 14/11/2006 @ 4:21 pm
Com amor atávico pelo seu olho de trás (que é bem mais aberto que os dois da frente, embora mais embaixo),
Didi (de Dildo, para satifazer sua repressão judaico-anal, se o Diógenes não estiver por perto)
Caro Elias,
Recomendações à minha puta? Já as dei hoje mesmo, quando estive com sua mamãe (cujas pelancas estão cada dia mais soberbas)
Michael Moore, Cícero, Shakespeare, Voltaire, Schopenhauer, Benjamin Franklin, Henry Ford, Ezra Pound, Karl Marx, judeus de Alexandria coitados entraram de sola num texto ilegível. Só agora tentei ler o arrazoado. Mas que coisa! Todas as causas que estas criaturas abraçam acabam virando o tal tiro pela culatra, tiro no pé… e quetais.:)))) Algum divertimento a gente tem de aproveitar disso.
Beijos
Sua mãe é falecida assim como o seu pai Diógenes Desventura por isto tiras casquinha da mãe dos outros? QUe horror.
O nível aí é baixo, heim?
Olhe bem com quem você está falando. Aliás repare bem o que você está falando.
Tô saindo fora! Não vale a pena!
E me penintencio aqui, não é o Marcelo!
Talvez o Caminietzki , ou coisa que o valha!
Fui!
Amantíssima Senhora Pau-lá,
Nostradamus tinha razão quanto aos Anticristos (pois se o judeu a que chamam de Cristo já era um caso patológico, image o Anticristo!):
1) Napoleão, que tanta devastação trouxe à Europa, foi subvencionado e é idolatrado pelos judeus, em cujo interesse agiu.
2) Hitler, que também recebeu financiamento judaico, e que perseguia o mesmo fim dos sionistas, a saber, o envio dos milhões de judeus não-sionistas da Europa Oriental para a Palestina. Para tanto, os próprios judeus sionistas entregavam a Hitler os judeus não-sionistas, que se recusavam a ir para a Palestina, para que mudassem de idéia após uma temporada nos campos de concentração, o que de quebra viria a dar elementos para a criação holiwoodiana do mito do holocausto, que serviria para encobrir a selvageria judaica na Palestina. E Hitler cumpriu sua palavra, tanto assim que milhões de judeus, longe de exterminados, após a guerra emigraram dos campos de concentração para a Palestina e para muitos outros lugares. Mas, exatamente como Bush, após ser usado pelos judeus, Hitler passou a ser por estes demonizado. É fato conhecido que Eichmann colaborou com entidades sionistas. E não é por coincidência que os sionistas, judeus Asquenazi, têm esse nome, pois são mesmo ASQUErosos NAZIstas. Some-se a isso que as únicas teorias nazistas que eram odiosas, a saber, a teoria da raça pura e superior e a teoria do espaço vital (lebensraum) têm raiz no judaísmo, dado que os judeus consideram a si mesmos como o povo eleito e a Palestina como seu espaço vital, que lhes pertenceria por direito e acima do direito de outros.
3) Quanto ao terceiro anticristo, por que não viria do islã?, pois se Maomé ditava o Corão segundo as instruções dos rabinos de Medina!
Em suma, os chamados anticristos, como o próprio Cristo, não passam de criações judaicas — como judeu era aliás o próprio Nostradamus –, para que os ingênuos não-judeus cointinuem atribuir a si mesmos as desgraças que lhes são produzidas pelos próprios judeus.
Receba meu carinhoso Pau-lá,
Di
Desculpem o cointinuem em minha última frase acima, é a influência coital da querida Pau-lá
Ora Paulinha, então quer dizer que você só ataca a mãe dos outros na falta da sua… um exemplo notável de edipianismo-lesbo-judaico-projetivo!
Em outra nota, você confessa que só agora tentou, embora sem sucesso, ler o arrazoado que anteriormente já tentava desmerecer… é que você esté tentando ler com o olho errado (use seu olho de baixo, pois está bem mais aberto que os de cima… afinal de contas seu nome é Pau-lá!)
Dez-Venturas (todos eles com Pau-lá)
Queridos viadinhos (Pedrinho e seu séquito, mais a edipiana-lesbo-judaico-projetivo-compulsiva Pau-lá). Eu sei que vocês estão fazendo meia e porisso não podem responder. Assim que limparem seu rabinhos não deixem de voltar, pra receberem meu volumoso, mas sempre carinhoso, dedo médio nos seus intumescidos orifícios retais.
Entre o sarcasmo do PD e a autoparódia involuntária do DV fico com o primeiro
Diógenes,
Vamos levar um papo normal?
Como foi que você soube a respeito do blog?
Qual o motivo de você ter acusado o Pedro Doria de “judeu” como se isto fosse um insulto?
Será que dá para respoder normalmente?
Sei que você também fica de olho no que está acontecendo aqui. Logo por favor, faça a gentileza de responder.
Bem, não vou ficar aqui esperando a criatura se manifestar. Minha teoria: alguém ficou muito chateado com o tratamento que recebeu no Blog e supôs que o Blog era de tendência judaica. Quis trazer a versão oposta para o Blog. Enviou uma mensagem para uma pessoa que conheceu uma vez e, apesar de não gostar desta pessoa, pensou que ela era articulada, que tinha amplo conhecimento da causa e poderia ajudar a expor outro ponto de vista. Infelizmente deu com os burros n’água. Primeiro ao supor errado que o PD era pró Israel até a raiz dos cabelos. Segundo por que a pessoa que ela chamou se demonstrou um completo idiota e fez um show ridículo. Esta pessoa tem um grupinho de amigos que não têm nada para fazer e todos são da mesma trupe e têm a mesma idade e ideologia. Ora! Que delícia ficar pentelhando o trabalho de um “judeu” quanto se é anti-semita a ponto de perseguir colegas de trabalho que são judeus. Esta é a minha versão.
Pedro Doria. Dou por encerrada a minha participação neste post.
Quanto ao palavreado de baixo calão e xingamentos eu não ligo por que eu me conheço muito bem e não tenho de provar nada sobretudo à uma mente como esta que só se mete em encrencas e jamais fará alguma diferença em nada que realizar. Mas acho que pega mal para o Blog.
PS: sempre tem o PS: PD eu não acho que você deva intervir agora. Deixa o show continuar. O ponto positivo disto é ver como funciona a mente de um anti-semita, claro que ele vai dizer que é francês, mexicano, congolês ou marciano. Mas é anti-semita, com sua trupe anti-semita se divertindo da maneira que pode. Não tem culhão (eu tb sou filha de Deus mereço usar um palavrão) para fazer na real então faz na virtual. Vai, meu filho. Vai procurar uma causa na real e abraça ela com tudo. Mas não surta como geralmente você faz.
Paula/Delsio,
Trata-se apenas daquele velho e conhecido tipo de gente louca pra aparecer, e que, para isto, se serve de afirmações absurdas, agressões gratuitas, alusões depreciativas às preferências sexuais que atribuem a quem rebate as flatulências verbais que o doente expele, etc.
Vocês dois — Paula e Delsio — estão dezenas de quilômetros acima desse tipo de gente. Nem dá pra comparar.
Claro que não preciso dizer isso. Todos nós sabemos. Mas, desta vez, preferi dizer.
Esse tipo de aleijado mental se alimenta da atenção que se dá a ele. Aqui no Weblog já tivemos várias dessas manifestações patológicas.
Proponho a todos que dispensemos a esse protozoário a mesma atenção que demos aos seus antecessores: nenhuma.
Vamos ignorá-lo, simplesmente.
Ele vai se desesperar e partir para agressões ainda mais desrespeitosas e virulentas, até porque esse é o comportamento padrão desse tipo de animal. Faz parte de sua natureza doentia.
Aí o PD não terá outra alternativa senão barrar o acesso da besta ao blog.
E nós voltaremos a concordar ou discordar uns com os outros, como sempre, com o respeito de sempre.
E continuaremos a saudar com a satisfação de sempre a chegada de novos leitores/comentaristas suficientemente inteligentes e educados a ponto de saber discordar e manifestar suas discordâncias sem que, para isso, sejam compelidos ao insulto.
Vamos ignorar o cara?
Elias,
Obrigada. Foi muito bom você ter dito isto. Você sabe os motivos.
Tô desconfiado que esse cara foi plantado aqui com o intuito de desqualificar a causa anti-sionista.
Valeu, Elias! É o antídoto necessário! Acato e respeito.
Abs.
Continuo não acreditando que a mensagem tenha sido do PD.
Doria, não vale a pena perder as estribeiras por conta de um louco desses. O Blog é seu, se alguém não tem boas maneiras, bloqueie. E concordo com alguns comentários posteriores: para leitores de primeira viagem ou menos atentos, a sua ironia (isso se foi vc mesmo que escreveu) pode passar batida. Acredite, por mais estranho que pareça, pode. Se cuida, e continue com o excelente trabalho aqui no Blog.
Abraço
sigo com o relator. ( Don Elias)
Oi viadinhos, estou sem tempo para escrever pra vocês agora, vão lambendo o cuzinho do Pedrinho e depois escrevo, tá?
Por causa de certas baixarias é que, às vezes, é difícil freqüentar esse bate papo.
Caro Elias, mais respeito com as laboriosas prostitutas, que ganham o mísero pão de cada dia distribuindo apenas prazer. Fosse Goering filho de uma delas e teria sido melhor educado, não se tornando o que se tornou.
Que houve influência do lobby pró-Israel, o Aipac, nas decisões de Bushinho, claro que houve. Acontece que ser pró_Israel, tomando como tal o governo daquele país, não é ser pró-judeus. Pelo contrário, cada vez que os governantes ultra-direitistas de Israel decidem pelo genocídio dos palestinos, são os judeus comuns, normais, iguais a todos os demais seres humanos e que constituem a população de Israel, que sofrem, pois palestinos igualmente fanáticos respondem com o terror.
A Al Jazira deu um exemplo que deveria ser seguido: ao inaugurar seu canal em inglês, o AJE, contratou para dirigi-lo um jornalista americano e judeu, Dave Marash, levando em conta apenas sua competência. O democrático governo da democrática América pressionou as distribuidoras de TV a cabo para não veiculá-lo e conseguiu. Perderão os americanos. O judeu Noam Chomsky de que falou o PD é um dos meus heróis, não apenas por suas posições políticas (que eu referendo) mas por ser o maior lingüista de nossos tempos.
Há judeus, cristãos (renascidos ou não) e maometanos extremamente nefastos ao gênero humano. E não por causa da religião que alegam professar (é difícil acreditar que gente assim seja religiosa), mas pelo único deus que realmente cultuam: a ganância. Wolfowitz, dito judeu, e Bush, dito cristão, jogam nesse time, assim como uma lista interminável de ditos muçulmanos. Por favor, cristãos, judeus, muçulmanos e ateus que jogam no time certo, não caiam na tola armadilha do tal de Diógenes.
Religião é foda…………
PD,
Fiquei sem acessar o blog por um tempo. Aí topei com seu cometário, sem ter lido o que havia acima e fiquei muito surpresa. Reli duas vezes, não acreditando que tivesse sido você até ler o que se seguia.
Entendo sua indignação, mas concordo com o Pax. Pra quem lê pela primeira vez, passará uma impressão bem estranha.
De toda forma, concordo também com o Elias, até porque fui vítima do outro (ou será o mesmo?) desequilibrado. Ignoremos.
João Daltro,
Acato humildemente sua crítica.
Peço perdão às prostitutas que, em última análise, não têm culpa do que os filhos delas andam fazendo, falando ou escrevendo.
“De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta”
Perdão, kamaradas, mas não resisti…
Salut Alba Lux! Outro fuzuê por aqui?
“Que coisa”, nespá?
Discordo da Alba, do Pax e do Weber!
Não há nada de ambíguo no que disse o Pedro Dória. Não arranha nem de leve sua reputação. Uma peça que só choca quem quer ser chocado. Quem tem prevenções.
Agora eu não teria dado à figura atenção alguma (talvez uns 30 segundos âno máximo) não fosse a réplica impaciente e bem feita do Pedro. Mas, contudo, todavia ele tem o direito de perder as estribeiras aqui! Ou não tem?!
Dou o meu maiorrrr apoio!!!
:o)
Diógenes Ventura,
aposto que você é o cara ‘da moto cg’. (se não, apenas errei)
Achei incrível a sua nojenta e nefasta ‘capacidade’ de vilipendiar, no varejo e no atacado. Digo isso porque, também, já fiz m… assim (não com o seu estilo, é claro), mas não o fiz ‘de cara’?
Mas, não estou interessado em sua especialidade de truculência performática. Porém, não concordo com seu excesso de idiotia agressiva. ‘Manere aí.’ Você ‘agitou’ o blog. Quer queiramos quer não. Seu comentário foi fora do padrão usual e esse é o meu interesse. (quanto às opiniões)
Pdória considerou seu comentário um tremendo febeapá, ótimo pra mim! Pro debate!
Aí, tudo descambou pra pancadaria.
Acho que quem melhor se posicionou, até agora, sem perder a serenidade, foi o Nobre João Daltro e, indicando caminhos.
O pessoal está refazendo as baterias. Você só está interessado em esculachar?
Estou a dizer que parece estar a faltar argumentos pra refutar o pronuciamento inicial, seja febeapá ou não!
Camaleão,camaleão,óiiaaaaa!
A tirada do PD foi um primor de sarcasmo.
Lembro da disputa pela prefeitura de Newark, em 2002.
O jovem Cory Booker, candidato pelo Partido Democrata, foi acusado de receber ajuda financeira do Partido Republicano e de… Osama Bin Laden.
Ele confirmou. E acrescentou entre os contribuintes de sua campanha o Sadam Hussein, o Likud, o Hamas, a OLP, vários Partidos Comunistas, a Máfia, o clero xiíta iraniano e os cartéis cocaleros latino-americanos, além, evidentemente, de poderosas organizações sionistas de esquerda, centro e direita, que jamais poderiam faltar numa discussão desse tipo.
Um dos pronunciamentos dele nessa linha faz parte de um documentário sobre as eleições municipais de Newark, em 2002.
Não consigo pensar em resposta melhor, para circunstâncias do gênero.
Booker perdeu a eleição de 2002 por um triz.
Mas venceu a de 2006. Torço pra que seja ele o primeiro negro a ser eleito presidente dos EUA.
jsa,
Tenho certeza de que já sabe disso, mas de toda forma…
O texto do tal Diógenes parecia uma cópia do Protocolo dos Sábios do Sião, livrinho escrito , pelo que consta, pela polícia secreta da czar- okrana- para justificar a perseguição aos judeus, atribuindo a eles mil conspirações.
Sinceramente, achei que esse tempo havia passado, mas pelo texto do Diógenes, há quem ainda acredite nessas tolices.
Pensando bem, até entre nós, há quem defenda a tese de um “assassinato de Vargas”.
É o efeito Hollywood…
Beleza, massa, vocês (Don Elias e Albinha) entenderam minha “provocativa”, é por aí, mesmo!
Venha quem vier, chegue quem chegar!
Quem tiver argumentos que se apresente e claro que não negaremos um bom sarcasmo.
E não nos esqueçamos que sacanagem vale (já que é impossível impedir)
Só que nunca deveremos usar as armas impostas pelo inimigo.
É pau, é pedra. Vamos à luta.
Mas que rapaz ecumênico este Booker. Faltou o CV, sicilianos e não recceber nadinha dos cientologistas deve ter sido o motivo da derrota.
PD,
Não se trata de nenhum Festival de Besteiras que Assoala o País (pobre stanislaw), mas de grosseria pura e simples.
Administrativa e vamos em frente.
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