Medo do futuro
É importante que o público israelense perceba que existem algumas questões críticas em jogo. O que importa não é o futuro da cidade xiita de Bint Jbail ou as posições do Hezbolá em Marou Ras mas o futuro e a segurança do Estado de Israel. Esta luta também determinará o lugar do Irã no Oriente Médio e seu papel perante os países árabes. Alguns destes países percebem isto e não querem uma vitória do Hezbolá. Esta não é uma posição que vem do amor por Israel mas sim pelas preocupações por seu futuro.
Se a capacidade de defesa de Israel for abalada por conta de um fracasso em batalha, a paz arduamente conseguida com Jordânia e Egito estará ameaçada. Esta capacidade de defesa israelense é o que está por trás do desejo de árabes moderados de paz. O Hamas, que pede a destruição de Israel, sairá fortalecido e provavelmente não haverá palestino que queira acordos com Israel. E este é o elo entre a briga com o Hezbolá e o conflito entre Israel e Palestina.
A posição de Ze’ev Schiff, que publica esta análise no Ha’aretz, é de que, uma vez iniciada a guerra, Israel não tem opção que não derrotar o Hezbolá. Se não o fizer, parecerá enfraquecido. Enfraquecido, não conseguirá mais nada.
Ainda sobre o assunto:
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Quem elogiou o arrego que as valorosas Forças Armadas de Bruzundanga fez com o crime organizado no Rio de Janeiro foi você, não eu. Por mim eu mandava aqueles recos entrarem nos morros, revistarem casa por casa, separarem que é cidadão do bem e bandido e levava os bandidos pra cadeia, onde ficariam o dia inteiro trabalhando pela sociedade. Mas no país dos “direitos humanos” e do Greenhalg e do Thomás Bastos…
O Brasil é um país de covardes, que preferem fazer acordo com bandidos ao invés de combatê-los. Se isso é pacifismo eu sou mesmo belicista. E me orgulho disso.
Vixe, volto a dizer, negociatas para “evitar o derramamento de Sangue de bandidos” é covardia e comodismo sim e ponto. Em qualquer pais sério do mundo isso seria motivo de piada, pare e volte para a reallidade meu.Quanto às drogas, sabe lá o que é um moleque de 8 anos de idade andando drogado até a tampa com uma PT na mão pronto para matar tudo o que se mova em sua frente???sabe o que é ter uma AR15 de seus amigos traficantes apontando para ti?????deixa de ser relapso e encare a realidade de frente.
Ou o Vixe vive numa dimensão paralela ou ele é rico o suficiente para se cercar de seguranças armados, carros blindados e condomínios fechados. Enfim, mais um panaca que quer expiar suas culpas com um discursinho politicamente correto…
Ou então é traficante ou mesmo advogado de bandido, daqueles que embolsam uma grana boa indo levar celular pra dentro das cadeias…
Quem dera eu poder morar num condomínio ou ter seguranças armados e carros blindados…
Se eu fosse advogado de chefe de facção com certeza talves pudesse ter tudo isso…
Se vivesse numa dimensão paralela, melhor ainda! Só assim as mazelas deste mundo não me incomodariam…
Não senhores, vivo uma vida real
onde convivo diariamente com a pobreza e a violencia urbana. Mas isso não me desestimula a continuar curtindo a vida e nem a odiar o resto do mundo.
Temos problemas aqui no Brasil sim, mas prefiro a convivência com bandidos e traficantes do que viver sob o ódio de um povo subjulgado e humilhado.
Caramba, são dez e dez da noite em Jerusalém e o Victor está nesse blog desde a manhã…
Vai dormir rapaz!! Tua mulher vai te botar pra dormir no sofá viu?! ahahahahahaha
Palavras de um Recalcado anômimo!
Preste bastante atenção no que vou te falar agora:
FODA-SE O BRASIL, PAÍS DE MERDA, TERCEIRO-MUNDO, SUBDESENVOLVIDO, GOVERNADO POR PETISTAS E MENSALEIROS.
Entendeu, cara?
Não adianta fingir que você é vários. Você é um só. Um só BABACA.
Comentário de O Insuportável Ex-Espezinhador, agente do Mossad ? 27/07/2006 @ 3:47 pm
Bem, se estão pensando que eu sou um cara, talvez tenha um cara que esteja usando o mesmo apelido que eu para confundir, ou por mera coincidência. Se espezinhador acha isso, espero que tenha visto minha forma de escrever e consiga perceber a diferença. Espero que por isso voce esteja escrevendo “ernesto-do-bem”, e não de ironia.
Hesbolunda. ” vai ter um monte de manézinho aqui dando uma de gostoso, um monte de aventureiros libidinosos querendo aparecer e nada se resolve. ”
Por obséquio, poderia me informar quem são estes “aventureiros libidinosos”?
Ex-espezinhador agente do mostarda
PAÍS DE MERDA, TERCEIRO-MUNDO, SUBDESENVOLVIDO, GOVERNADO POR PETISTAS E MENSALEIROS…
Ainda assim tá em melhor condição que a terra seca…
Aqui não chove katiuscha todos os dias.
Pode até ser que sobre uns tirinhos aqui e ali
por obra dos bandidos, mas mesmo assim, posso ir e vir para onde quiser e com liberdade.
Nós aqui não temos que conviver com a culpa de matar crianças inocentes com armas de destruição em massa e nem viver eternamente com medo de sermos surpreendidos por um homem bomba.
Apesar da bagunça, esta terra é uma MARAVILHA.
Fique aí com tua terra seca que eu prefiro aqui o BRASIL.
Mas lo creo que voce me acredita.
Ainda bem que ele sabe que é insuportável!
313
(e as acusações continuam)
Aí está um artigo do Demétrio Magnoli, que, salvo algumas discordâncias, me parece um cara lúcido. Gostaria que comentassem, já que não é um artigo tão longo.
DEMÉTRIO MAGNOLI
Razões da guerra
AS IMAGENS da barbárie que chegam do Líbano e de Haifa soterram as pequenas peças de informação capazes de esclarecer as razões da guerra. A primeira é essa: no fim de semana, líderes do Hamas fizeram chegar a Israel ofertas de um cessar-fogo condicional. A evidência de que o Hamas aceitaria separar-se do Hizbollah, no momento em que a ofensiva militar ameaçava a sobrevivência deste último, foi ignorada pelo governo israelense, que rejeitou negociar.
A segunda é essa: Mahmoud Komati, um alto dirigente do Hizbollah, confessou que a expectativa do grupo, na hora da captura dos soldados israelenses, era a usual retaliação limitada e mais um intercâmbio de prisioneiros. “Não imaginávamos que Israel exploraria a operação para deflagrar essa guerra contra nós”, declarou.
Convém lembrar como tudo começou. Em junho, Marwan Barghouti e outros presos palestinos, do Fatah e do Hamas, apresentaram um documento que previa o reconhecimento de Israel pelo governo palestino em troca da aceitação israelense do princípio de que a paz deve se basear nas fronteiras de 1967. Mas, na seqüência, escaramuças entre Israel e o Hamas criaram outras urgências e serviram de trampolim para a escalada militar.
O roteiro repete-se implacavelmente, tornando israelenses e palestinos reféns de seus radicais, agora no poder. As providenciais escaramuças libertaram o Hamas do desafio de renunciar à pretensão fundamentalista de destruição de Israel e proporcionaram um álibi ao governo israelense, eximindo-o da opção pública por uma paz baseada na anexação.
A novidade é a guerra no Líbano. Israel declara amiúde que não aceita uma Palestina com o Hamas. Quando começou o bombardeio de Beirute, Ehud Olmert anunciou que seu objetivo é reformar a política libanesa, suprimindo o Hizbollah. Sob essa lógica, Hamas e Hizbollah são idênticos, pois representam o terror, e a “guerra ao terror” é a fogueira purificadora da qual emanará um novo Oriente Médio.
O Hamas saiu da costela da Irmandade Muçulmana egípcia, mas hoje é o maior partido político palestino. O Hizbollah nasceu como braço externo do Irã xiita, mas tornou-se um partido popular libanês. De forma pervertida, Israel reconhece isso ao bombardear os eleitores do Hizbollah, convertendo 15% dos libaneses em refugiados internos. A guerra no Líbano participa da estratégia de “reforma do mundo” experimentada no Iraque. Os EUA substituíram uma ditadura nacionalista por uma guerra civil e um teatro de agrupamento do “exército da jihad”. Israel está entrelaçando o Hamas ao Hizbollah e oferecendo uma trincheira sedutora aos guerreiros da fé.
Desemprego cresce forte em relação ao ano passado
A taxa de desemprego de junho divulgada hoje pelo IBGE, de 10,4% é muito ruim. Apesar de representar um aumento apenas residual em relação ao mês anterior, de 0,2 ponto percentual, é bom fazer outra comparação: pela primeira vez em dois anos, a taxa de desemprego mensal é maior do que a do mesmo mês do ano anterior.
Desde abril de 2004, a cada mês, o desemprego era menor do que o do mesmo mês do ano anterior. Apesar de oscilar durante o ano, subindo e descendo, ele estava variando numa faixa decrescente. Agora subiu. E muito. Em junho do ano passado, a taxa foi de 9,4% e, agora, 10,4%; um crescimento significativo.
O governo tem usado como argumento eleitoral a criação de emprego. O número de desemprego não confirma isso. Pelo contrário, o Brasil está com uma taxa de desemprego de dois dígitos. É muito alto.
Ainda sobre a guerra propagandística…ontem a noite em um debate na tv dois professores falavam sobre a questão do oriente médio. Um, judeu, advogava a causa de israel, o outro com sobrenome brasileiro expunha o seu conhecimento sobre os grupos envolvidos nesse conflito pelo lado não israelense…com uma paciência admirável, visto que era constantemente interrompido pelo defensor de israel, ele expôs o seu conhecimento, vale ressaltar que enquanto o professor judeu estava falando ele pôde faze-lo com tranqüilidade…muitas das interrupções que o professor fez eram para defender a posição de israel e às vezes não tinham nada a ver com o ponto que o outro professor estava levantando…um ponto que poderia ser considerado hilário se não fosse trágico foi sobre a resolução da onu que manda a retirada de israel dos territórios ocupados, o professor judeu imediatamente interrompeu o outro para dizer que há duas leituras dessa resolução, hê ?!…uma francesa e uma inglesa , uma diria que israel deveria deixar os territórios ocupados, a outra que deveria deixar os territórios ocupados quando houvesse paz, então como essa era a preferida dele, israel não era obrigado a cumprir a resolução porque ainda não havia paz…bom, já que o motivo para não haver paz é justamente o fato de israel não sair desses territórios então podemos contar com um conflito eterno sob essa ótica…
O que realmente chamou a minha atenção foi a maneira que aqueles que defendem israel costumam participar da maioria dos debates, não ouvindo o outro lado e até tentando impedir que o outro lado se expresse…lembrei de outro ‘debate’ que eu presenciei há alguns anos atrás talvez na época da invasão do afeganistão pelos eua, em que um representante da comunidade judaica e um sheik que na época era um dos líderes da juventude muçulmana no brasil tiveram no jornal da bandeirantes. O debate foi virtualmente impossível porque o representante judeu interrompia de forma agressiva o sheik quando era vez desse falar…se alguém fosse decidir que seria o melhor do debate diria que era o sheik pela simples razão do mesmo haver mantido a calma e a boa educação…
No orkut onde há inúmeras comunidades pró-palestina, os judeus também podem participar e quase sempre o fazem de maneira arrogante e agressiva, se recebem qualquer advertência já dizem que estão sendo discriminados pelos anti-semitas e etc…aliás aos que acusam os muçulmanos e afins de intolerância deveriam visitar essas comunidades para ver quais são os verdadeiros intolerantes…
Aqui no blog nem há necessidade de comentar todos estão vendo as maneiras deles tentarem impor suas posições…isso é um grande desserviço a israel, que já está totalmente fragilizado perante a opinião pública,…
então dá-lhe propaganda disfarçada…na cnn hoje um ‘analista militar’ deveria analisar o conflito mas a única coisa que ele fez foi defender as posições de israel, ou seja o conflito terminaria se inicialmente o hezbollah fosse totalmente desarmado, a resolução da onu com relação aos grupos armados fosse cumprida (curioso como eles só querem que os outros cumpram as resoluções da onu, eles mesmos estão acima disso…), e, por último, que os soldados seqüestrados fossem devolvidos…
Questionado sobre os erros de inteligência das forças armadas de israel limitou-se a defende-las…, com um ‘analista’ desses quem precisa de auto-crítica (risos)…
Eu fiz esse texto no word porque está soda esperar o carregamento dos posts, como tem gente sem ter o que fazer nesse planeta, (risos)…então por isso a mistura esquisita de maiúsculas e minúsculas…
Como alguém já disse antes, radiação, e epidemia não obdecem fronteiras, os israelenses não vão fazer as suas malas, só resta então reconhecer Israel ou infernizá-los contínua e indefinidamente, só que este inferno não é só judaico, as populações árabes tem o quinhão maior do mármore do inferno. Daqui a 40 anos estarão aqui o Delsio, O Espezinhador, o Mr.X, a Andréa, o Pax, o AA, a Cristina, o Carlos Humberto, arrinhegua, o James Bond, o Anderson, o Hezbolunda, o Vixe, o Zé Bush, o Chesterton, o Pai Francisco, a Mãe Joana e um monte de curiosos, discutindo a crise no Oriente Médio, tudo velhinho, aposentado, com mais tempo ainda para ocupar esse bloque, quem sabe já serão tão íntimos, que organizarão um grande churrasco com bastante lingüiça de porco e cerveja, só para provocar ambos os lados, embora ninguém possa come-los devido aos problemas de diabetes e pressão alta, poderão se xingar e ofender a vontade, vai ser bengalada pra lá, bengalada pra cá. Como a confraternização vai ser no Brasil, vão alugar um grupo de pagode, e no final, vai terminar tudo em samba mesmo.
Salameleque, Shalon, sem mágoa no coração, Jesus te ama.
Eta, eu não vou estar também não?
O Hezbolunda, quem são estes tarados que postam neste bloque?
Tô dentro!
Victor é espezinhador?
Não, sou xará dele, só isso, nada mais…
Puta merda 40 anos!?
Vai ser otimista assim lá na casa do CAN?RIO!
Daqui 40 anos já virei pó…
Curioso, hahahahahahahaahaha!
Sabe que não é impossível? :)
Curioso
Sua visão é otimista, 40 anos se não rolar uma guerrinha nuclear básica até lá…
Mas se rolar, vamos estar todos no colo do capeta discutindo de quem foi a culpa…
é impressão minha ou a maioria dos pró-israel odeiam o brasil??
por que será, hem??
falta de identidade nacional??
Comentário de andrea ? 27/07/2006 @ 3:44 pm
É impressão sua, mas tenho certeza que esse é mais um dos comentários venenosos contra judeus que você costuma fazer, sempre de olho numa oportunidade.
Judeus são brasileiros como você, amam o país tanto ou mais que você, foram torturados e exilados do Brasil como qualquer idealista brasileiro que lutou contra a ditadura. Seu comentário, além de ignorante e peçonhento, é altamente ofensivo à memória de pessoas como Vladimir Herzog e a todos os brasileiros judeus ou de origem judaica que ajudaram e ajudam a construir esse país, de uma forma ou de outra.
Lucidez no meio da insânia.
A posição da autêntica esquerda israelense.
http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=11782&editoria_id=6
Já comecei a escrever umas dez vezes aqui pra pedir calma mas sempre paro. Acho que tenho uma tendencia a ser da turma do deixa disso… ehehehehehe… O que vejo é que pessoas que podiam estar se confraternizando se o assunto fosse outro estão se agredindo pra canario (roubando a frase do outro colega) aqui. Um pouco de respeito aos outros seria bom… dai nasce a civilidade.
“É impressão sua, mas tenho certeza que esse é mais um dos comentários venenosos contra judeus que você costuma fazer, sempre de olho numa oportunidade.”
Clara, vc concorda com O Insuportável Ex-Espezinhador, agente do Mossad
Ó xente! vocês acham que essa penca que mencionei lá em cima, conseguem viver um sem o outro? Escuta só, isso ainda vai acabar em casamento.
Se a Sra. Clara for quem estou pensando, entendo e reconheco a sua resenha.
Vai te catar, 100%brasil, eu falo por mim e concordo comigo mesma.
Cadê o Ex-Espezinhador, agente da mousse de chocolate?
Foi limpar o quintal dos pedaços de katiuscha?
Meus parabéns, Clara, ao elogiar o jornalista comunista Vladimir Herzog, é a primeira vez que vejo defendê-la a esquerda.
E você escreve muitas mensagens…
Mas a andrea está certa, existem sionistas com ódio pelo Brasil. O “blog” aqui é um exemplo insofismável.
O ódio pelo Brasil e o povo brasileiro não se deve exclusivamente a correntes e aspectos reacionários do sionismo.
Deve-se tão ou mais à postura troglodita característica da americanófila direita brasileira.
Clara, vc concorda com O Insuportável?????
Até logo para TOD@S!!! Brasileiros, israelenses, palestinos, o caraio!!! Que amanhã eu os veja aqui, firmes, sadios e vivos. Com disposição pra discutir e com menos para se xingar. Vou tocar um roquezinho básico agora…
Vixe, ele foi bater cabeça na Tóra!
Qué dize, acho que já tão casado, puruque dujeito quibrigam.
Os atentados no Iraque demonstram que os alguns muçulmanos querem o monopólio para matar outros muçulmanos e não toleram a concorrência com Israel…
Clara, minha querida só fiz uma pergunta, isso ñ é motivo pra vc me tratar assim, relaxa!
clara, ser judeu não significa ser pró-israel, principalmente quando israel se envolve em uma ação tão truculenta contra outro país…
observe alguns comentários dos “pró-israel” que postam aqui e veja se dá para concordar com eles…
100%brasil
Bater a cabeça na Torá??
Se ele quer ter dor de cabeça é só ficar esperando um katiuscha no quintal.
Eu era feliz e não sabia. Tudo começou quando eu adentrei aqui para ler sobre os distúrbios dos jovens de ascendência árabe e afins na França. Dali em diante o processo foi gradativo e agora tô eu aqui viciado qui nem o Delcio. Eu acho que eu também vou tá naquele churrasco, lá no Maracanã.
Vixe
Com certeza ele deve morar num bunker.
Não, Antonio Augusto, escrevo de fato poucas mensagens. Se existem sionistas com ódio do Brasil, não os conheço. Utilizar a palavra existem nesse contaxto é algo vago e maldoso, é se dar a liberdade de caluniar. por que você não diz que existem sionistas que amam o Brasil? Que escolha de palavras é essa?
Agora sem sacanagem,
se Israel tem a bomba atomica, já estava mais do que na hora de jogar uma numa área desabitada do Irã, para mostrar praqueles FDP que o buraco é mais embaixo.
E com o aviso de que a próxima iria direto para Teerã, na cabeça do eunuco baixinho.
sei que o ideal seria colocar o link, mas não sei por que, todas as vezes que eu tento o post não vai…
O congresso de Roma sobre o Líbano:
Rice já prepara o “após guerra” para as transnacionais
por PCL
Enquanto Israel prossegue sua agressão generalizada contra o povo libanês e intensificam-se os bombardeamentos contra os media e as telecomunicações do Líbano, a fim de impedir o mundo de acompanhar os crimes de toda espécie cometidos contra o nosso povo, anuncia-se que o “Core Group”, que elaborara um plano de domínio económico sobre o Líbano (por intermédio do Banco Mundial e do FMI), irá realizar em Roma, a 26 de Julho, um congresso para discutir muitas das questões que nos afectam. Estas questões vão desde o cessar fogo ou, antes, as consequências da escala militar israelense, até às medidas para um “novo Médio Oriente” que se veria nascer no sangue libanês e palestino, conforme disse Condoleezza Rice em Washington.
Duas delas: a aplicação da resolução 1559 que estipula, como sabemos, o desarmamento da zona fronteiriça libanesa numa profundidade de 20 quilómetros, a renúncia a Chebaa e às alturas de Kfarchouba que pairam sobre os cursos de água essenciais no sul libanês cobiçados por Israel e, bem entendido, a normalização das relações entre Israel e o governo libanês que Rice qualifica de “jovem governo democrático tendo necessidade de ser ajudado” a fim de virar sem transtorno para a política do Médio Oriente made in USA…
Quais são os elementos desta política?
Já sabemos que os Estados Unidos de Georges W. Bush fracassaram na sua política de “pacificação” do Iraque, política que em certos pontos lembra aquela dos seus ancestrais nas regiões índias da América . Também sabemos que a actual administração americana tem necessidade de uma “vitória” (mesmo de Pirro) antes de Novembro, data da abertura da campanha presidencial.
Este fracasso e a vontade de saírem não poderiam verificar-se senão através de fortes promessas, a saber: nós somos os únicos capazes de “conter o terrorismo tanto xiita como sunita” que perfila e na Palestina e no Líbano e podemos prometer novos lucros às transnacionais das armas e do petróleo em recompensa pela sua ajuda a Israel e de uma nova ajuda possível aos amigos de Bush na nova campanha eleitoral.
Nestes objectivos, os Estados Unidos e Israel utilizam o alinhamento de certos governos europeus que, longe de estigmatizar os massacres dos dois povos, libanês e palestino, tornam-se a voz do mestre americano e antecipam-se aos seus desejos preparando-lhe toda espécie de projectos de resoluções e de planos para contrapor-se a toda possibilidade de um cessar fogo imediato, uma vez que Condoleeza Rice havia prometido a Ehoud Olmert e seus generais ajudá-los por todos os meios a fim de suprimir na base definitivamente as causas da guerra: o Hezbollah e toda resistência armada ou outra no Grande Médio Oriente.
Quanto àqueles que recusam estes objectivos, são taxados de anti-semitismo, mesmo que alguns dentre eles sejam judeus!
A solidariedade internacional
Em oposição a esta política de agressão e aos diktats de Rice, os povos protestam e manifestam sua cólera face ao genocídio dos libaneses e dos palestinos, sobretudo porque a resistência nestes países está dentro do direito que lhe concedem os acordos de Genebra e as convenções internacionais. Os resistentes defendem seu país contra uma agressão estrangeira. São os israelenses que agridem o Líbano. São suas tropas que tentam introduzir-se no sul do país. São seus aviões que bombardeiam objectivos civis (população e infraestruturas). São seus media que falam em destruir nosso país e incitam seu povo a não se manifestar contra os massacres porque é uma “guerra entre duas civilizações” que deve terminar pela morte do “fraco”, ou seja, os povos árabes.
O Grande Médio Oriente merece bem “sacrifícios” no altar do deus Dinheiro, devem pensar Bush e sua equipe e seus amigos israelenses. Entretanto, asseguramos que não lhes permitiremos que nos transformem em oferendas. Aqueles que lerem bem a história do Líbano sabem que todos os agressores, desde Alexandre o Grande, partiram os dentes sobre os nossos rochedos. E Israel já sabe alguma coisa desde 1982 e mesmo bem antes desta data. Sabe também que não poderá tirar nenhum lucro nem dos “seus” amigos de longa data nem daqueles que se lhes juntaram ultimamente.
Beirute, sábado 22 de Julho de 2006.
Hezbunduda
E detonar a terceira guerra mundia??
E espalhar radiotividade pra todo lado?
Tá doido neosionazi?
Civis mortos a tiros, falta de hospitais, demédicos, falta de governo (s), interesses escusos, mentiras e estradas destruídas. Afinal estão falando do Líbano ou do Brasil ?? Lá eles tem seus culpados e nós por aqui ?? Tenho a certeza que assassinam mais pessoas em São Paulo e Rio em um dia do que em uma semana de guerra no Líbano. Parem de incomodar-se com o que acontece a milhares de kms. daqui e olhem pelas janelas de suas casas e sejam testemunhas oculares da guerra no Brasil.
Cué?,
os árabes podem perder quantas guerras quiserem (como realmente perderam todas até hoje).
Israel que não pode perder nenhuma.
Por que esperar o Irã jogar a bomba antes?, ou alguém tem dúvida que no dia 22 o Irã vai jogar a sua bomba?
Se é pra ser merda, que seja pra todo mundo. Se quiserem paz é devolver os soldados, parar de jogar bomba e sentar pra conversar. Se é pra sacanear, então vamos botar pra fuder geral.
Escreveu, não leu, o pau comeu.
Curioso, eu acho que também virei uma vítima do vício. Ainda que minha férias estejam acabando e daqui a pouco eu não tenha mais tanto tempo pra ler o blog, acho que estarei no tal churrasco. Provavelmente com o Ernesto na turma do deixa-disso, me desviando das bengaladas…:)
antonio augusto, seu comentário foi mais esclarecedor que o meu,… embora eu estivesse me referido aos que costumam postar aqui, acho que isso não ficou claro…
mas você tem razão é a direita conservadora americanófila brasileira que realmente odeia o brasil… abraço
De um lado:
-AlQaeda
-Hamas
-Hezbollah
-Jihad Islamica
-Abu Sayaaf
-Al Sadr
-ex-comunistas ilusos
-loucos
-suicidas
-maioria da midia
-70% dos comentaristas deste blog
Do outro:
-EUA
-Israel
-30% dos comentaristas deste blog (os saos)
-aqueles que ainda acreditam no Ocidente
-aqueles que acreditam que civilizaçao é conquista, e se deve batalhar por ela TODO DIA
Prezada Clara,
a andrea chamou a atenção para a existência de sionistas que odeiam o Brasil.
É só ver os comentários do “blog” para
ver a verdade dessa afirmação. Trata-se de uma evidência.
Não estavam em discussão os sentimentos da esmagadora maioria dos judeus brasileiros em relação ao Brasil. Acredito que amem nosso país, é outra evidência.
Você, ao contestar a andrea, é que negou a existência de judeus que odeiam o Brasil e o povo brasileiro.
Não há nada de vago e maldoso, nem calúnia no que disse. Fui e sou transparente, bem-intencionado e apegado aos fatos.
Shalom!
O fundamental agora é um cessar-fogo imediato, pondo fim à destruição do Líbano e de Gaza, provocada pela Guerra de Israel contra as populações libanesa e palestina. Trata-se de verdadeiros crimes de guerra, já classificados pela ONU como total desrespeito às leis humanitárias. O Líbano está arrasado de norte a sul, sem consideração por bairros inteiros. Todos os países, à exceção de Israel, EUA e Reino Unido, exigem o cessar-fogo imediato diante da tragédia. O mesmo querem organizações democráticas, partidos, entidades e personalidades religiosas as mais diversas, inclusive o Papa Bento XVI. Basta de mortes de civis libaneses, palestinos e israelenses! E também brasileiros, ameaçados particularmente no Líbano. Mais do que nunca é preciso fortalecer o movimento pacifista, em Israel, na Palestina, no Oriente Médio, nos EUA, em todo o mundo. Só assim alcançaremos o cessar-fogo atual e nos preparemos para prevenir e lutar contra bárbaries semelhantes. Minha grande admiração pelos pacifistas de Israel que, no centro do belicismo, lutam contra a guerra e defendem o entendimento entre os homens.
COPIADO de A. Aug. in http://WWW.CARTAMAIOR.UOL.BR
Alba, como falou o vixe “se não rolar uma guerrinha nuclear básica até lá?” e agente é qui virá tudo churrasco, se dependê do Hezbolunda, tomo assado. Agora enquanto o mundo não acaba eu acho que vô dá uma azarada aí fora,
bjs.
Eu falo por mim. Amo o que o Brasil tem de bom e odeio o que o Brasil tem de ruim.
AMO:
Feijão com arroz,
Flamengo,
Rio de Janeiro,
Choro,
Comida Nordestina,
A gentileza do povo,
E por aí afora.
ODEIO:
PT
Nacionalismo botocudo a la MV-Brasil,
Corrupção,
Frouxidão com a violência,
Gente que joga lixo no chão,
Esquerdistas-nazistas,
O trânsito de São Paulo,
A poluição da Baía de Guanabara…
Enfim, tudo o que os panacas aí se orgulham e que é justamente a desgraça do Brasil. O “Everaldo” (que tenho certeza de que é só um pseudônimo do Ernesto Horn Filho) disse que me dedurou para a Polícia Federal. Esse é exatamente o tipinho de gentalha que faz do Brasil um paiseco de terceiro-mundo. Claro que não poderia esquecer da Dedéia Urubu e do Homem que Copiava…
Enfim, se nem o Hamas e o Hezbollah conseguiram me pegar, não vão ser vocês, desclassificados do terceiro-mundo que vão conseguir. Sorry, periferia!
E agora eu vou dormir. Boas noites…
antonio augusto, li no orkut que o site http://www.fromisraeltolebanon.org/ foi tirado do ar…
se for verdade isso significa que o verdadeiro terrorismo já está chegando na internet…abraço
Não há mais moderação dos comentários aqui, certo?
Todos os limites foram ultrapassados e parece que o PD só quer ver o circo pegar fogo mesmo.
Esprit de porc: tô na área.
Caro everaldo,
obrigado por reproduzir aqui meu comentário feito na “Carta Maior”.
andrea,
não tiraram o “site” libanês do ar não, é que o enorme número de acessos congestiona a página.
Se você está com problemas para efetuar “links”, utilize um modo simples: clique o endereço no próprio texto do comentário.
Beleza o texto postado por você com as posições do PC libanês sobre a atual agressão ao Líbano.
Abraços a todos.
Ninguem respondeu. Porque a esquerda apoia os grupos terroristas mais sanguinarios, reacionarios e atrozes do mundo, alguem pode me responder?
Que os arabes e demais islamicos os apoiem nao é assim tao estranho, mas que pessoas nascidas e crescidas no Ocidente, filhos da cultura greco-judaico-crista (ou o que sobrou dela), que usam internet, tv a cabo, assistem filmes americanos, escutam bandas europeias, viajam de aviao e andam de onibus, frequentam shopping centers, apoiem esses malucos é, para mim, absolutamente incompreensivel. A andrea chegou a escrever aqui que “somos todos hezbollah” - uma organizaçao que lhe tacaria uma burka em cima e a impediria de andar na rua desacompanhada.
alias, andrea,
se “verdadeiro terrorismo” para voce equivale a tirar um site panaca do ar, sugiro que visite imediatamente o Iraque e diga que é sunita numa festa de xiitas, ou vice-versa.
Cada vez me convenço mais que ha duas perspectivas, uma otimista, outra pessimista:
- estamos revivendo 1938: anti-semitismo e anti-democracia no ar, projetos messianicos utopicos delirantes (ontem nazismo, hoje islamismo), tentativa de apaziguamento dos violentos dando-lhes terra ou concessoes, (hoje Gaza, Cisjordania, proibiçao de caricaturas; ontem Sudetenland), ameaças de destruiçao de um ditador louco (hoje o maluco do Ira, ontem Hitler), masas ignorantes apoiando esses loucos e acreditando nas maiores barbaridades (ontem a supremacia ariana, hoje o marxismo e islamismo), prenuncios de guerra mundial no ar.
Essa é a perspectiva otimista.
- A pessimista é que estamos revivendo a queda do Império Romano (ontem a queda de Roma, hoje a queda do Ocidente), e os barbaros tomarao conta, inaugurando uma nova Era das Trevas.
“Mahmoud Komati, um alto dirigente do Hizbollah, confessou que a expectativa do grupo, na hora da captura dos soldados israelenses, era a usual retaliação limitada e mais um intercâmbio de prisioneiros. `Não imaginávamos que Israel exploraria a operação para deflagrar essa guerra contra nós`, declarou.” (citação feita pela Alba)
O cara é doido varrido! Ou, então, está tirando sarro com coisa séria…
Troca de prisioneiros? Que eu saiba, antes de começar a “guerra de julho” Israel tinha 4 prisioneiros libaneses (agora esse número deve ter aumentado, e muito).
Um desses prisioneiros é Samir Qantar. Ele invadiu um prédio residencial em Israel e entrou num apartamento onde morava um casal com duas filhas. Matou a tiros o pai das crianças, na frente de uma das filhas, de 4 anos. Em seguida, esmagou a cabeça da menina, com a coronha da metralhadora. Enquanto isto, a mãe das crianças, escondida dentro de um armário com a filha mais nova — salvo engano, com um ano de idade — acabou matando a criança por sufocamento, ao tentar impedir que seu choro fosse ouvido pelo terrorista.
Samir foi preso inteirinho (demonstrando que, na hora do pega pra capar, ele é um frouxo), julgado e condenado à perpétua.
Duvido que ele seja solto. Se o governo israelense o libertar, cai no mesmo dia. Samir vai apodrecer no cárcere.
Os outros 3 libaneses vão pelo mesmo diapasão.
Dizer que o seqüestro dos soldados tinha como expectativa a “troca de prisioneiros” libaneses é péssima piada.
Do lado palestino — aí,sim! — a história é outra. Há quase 10 mil prisioneiros palestinos em Israel. Pelo menos a metade, pelos chamados “delitos de baixo potencial ofensivo”. Aproximadamente 1.000 palestinos nem sabem por que foram presos, já que nenhuma acusação foi formalizada contra eles.
Puro abuso de poder. Israel faria um favor a si mesmo se libertasse metade ou mais dos prisioneiros palestinos em suas mãos.
Agora, duvido que o Hezbollah tenha mexido ou venha a mexer uma palha que seja, pelo Hamas ou pelos palestinos.
Ao contrário, como já disse seu presidente, o Líbano e os libaneses querem mais é se livrar dos 500 mil palestinos que ainda vivem naquele país. Esse propósito eles nem se dão ao trabalho de disfarçar.
Elias, por que os palestinos ficariam no Líbano, se eles têm sua própria terra?
Ah!, Israel ocupa as terras palestinas.
Mas esse é o problema central, há que avançar na solução.
Solução que só ocorrerá definitivamente quando os palestinos recuperarem sua prória terra, fundarem seu próprio Estado e erguerem sua Pátria.
Já cansei de ver você escrever que os palestinos não têm seu próprio Estado porque não querem.
Você sabe que isso é lorota.
Israel quer os palestinos em bantustãos, em áreas sem continuidade territorial, cercados - já não falo nem da muralha ignomiosa construída por Israel - sem autonomia real, submetidos à ocupação.
Tenha honestidade intecectual para reconhecer isso. Muitos judeus reconhecem esse fato elementar, sem o quê, qualquer discussão da questão palestina fica impossível.
Se os sionistas fosse mais inteligentes, em causa própria, se empenhariam numa solução verdadeira.
Do contrário, a situação permanece insolúvel, numa situação, que se é pior, intolerável e insuportável para os palestinos, também só gera problemas para os israelenses.
Obrigada, Elias, por haver comentado o texto que postei. Sabia, é claro, que havia prisioneiros palestinos em Israel. Mas não sabia que eram tantos. Por quê mantê-los se têm um potencial baixo de periculosidade?
Por outro lado, não há mesmo como libertar facínoras como esse Samir Qantar. Se os outros prisioneiros libaneses são da mesma estirpe que apodreçam na cadeia!!
O que achei curioso é que o Demétrio Magnoli chegou a preparar um Atlas e textos para assessorar o pessoal do Itamaraty, (ou algo assim). Daí me parecer alguém bem informado.
Por outro lado, achei um tanto ingênuo afirmar que os dirigentes do Hizbollah erraram a mão ao provocar Israel. Não imagino que num conflito tão antigo haja uma tanta displicência, tanta falta de reflexão sobre a postura provável do outro lado.
Por favor, eu gostaria que você dissesse, aproveitando a intervenção do AA, porque você afirma que os palestinos não têm o próprio Estado porque não querem. é uma dúvida honesta, acredite.
Provavelmente você terá explicado antes, mas são tantos os textos nesse blog que posso ter passado por ele sem a devida atenção.
Abraço
Antônio Augusto, vou escrever por mim não pelo Elias, que não conheço, mas admiro a ambos pela serenidade no debate. Primeiro, minha opinião é que Israel se excedeu. Armas químicas? Infra-estrutura do país todo? População civil? Não, acho que não, está errado. Mas…: 1-Ocupação das terras palestinas - Israel vem tentando a tempos negociar e está desocupando. Acho que se os palestinos realmente quisessem estariam com sua terra, talvez junto com um judeu aqui, outro acolá, assim como existem árabes em Israel, mas na sua terra. Houve alguma negociação em 48/49? 2-Que pátria seria essa? Estado laico? Acho que seria mais uma ditadura religiosa , que é a única coisa que controla a ignorância, a religião, o ‘ópio do povo’. Ou outra ditadura qualquer, patriarcal, que parece ser a única via que o islã conhece, legado de Maomé. Você escreve idilicamente desses Estado e Pátria. Duvido. Ou melhor, não creio. ‘Ah, mas Egito e Jordânia…’ Sei. 3-Achei âno começo, também ignomiosa (cede a licença de uso da palavra?), mas para os brasileiros, que moramos num país onde casas, edifícios e ‘bairros’ são cercados de muros, acho que não podemos ter essa contundência toda. 4-Cobrar dos sionistas inteligência e empenho e não dos palestinos…Não acho que seja desonestidade intelectual, foi uma ‘escorregada’ sua.
Parece que as coisas não estão saindo como Israel imaginou.
Fonte: BBC em 27/07/2006
Em Bint Jbeil, israelenses passaram 6 horas se defendendo
Bint Jbeil, cidade de 20 mil habitantes, está quase deserta
Protegida em um vale do sudeste do Líbano, a cidade de Bint Jbeil, onde oito soldados israelenses foram mortos na quarta-feira, tem valor estratégico para Israel e histórico para o Hezbollah.
Quando os generais israelenses ordenaram que suas forças de infantaria atravessassem a fronteira para enfrentar os militantes do Hezbollah, eles sabiam que um dos primeiros grandes combates seria por Bint Jbeil, que quer dizer “filha da montanha” em árabe.
Uma vitória sem tropeços na cidade teria elevado o moral das tropas israelenses, mas a antiga ligação do grupo xiita Hezbollah com Bint Jbeil fez com que os militantes lutassem até o fim.
Quando Israel desocupou o sul do Líbano em maio de 2000, o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, escolheu a cidade como o início de sua “parada da vitória”.
Durante o discurso, Nasrallah prometeu a dezenas de milhares de seguidores do Hezbollah que o grupo continuaria fazendo campanha pela libertação de prisioneiros libaneses e que lutaria pela retomada da região conhecida como Fazendas de Sheeba, que o Hezbollah alega ser território libanês, mas as Nações Unidas consideram área da Síria, atualmente ocupada por Israel.
Seis anos depois - e duas semanas após o início dos confrontos entre Israel e Hezbollah - Bint Jbeil voltou a ser o centro das atenções.
Emboscada
“Foi um dia difícil”, disse o general Udi Adam a jornalistas depois que suas forças perderam nove homens em um dia de combates ferozes, oito deles em Bint Jbeil.
Uma brigada de elite do Exército de Israel, o Batalhão 51, havia chegado a Bint Jbeil depois que a cidade foi atacada por artilharia terrestre e aérea durante 48 horas.
Sabendo que os israelenses teriam de passar por ali, a maioria dos residentes já havia deixado a cidade.
Mas apesar de os comandantes de Israel esperarem resistência – um deles se referiu à área como “um ninho perigoso” – parece que os guerrilheiros se dirigiram em massa para Bint Jbeil ainda enquanto as bombas caíam, se preparando para o combate que viria a seguir.
Quando as tropas israelenses chegaram às ruas estreitas da cidade, elas se viram cercadas, alvos de tiros vindos de todas as direções.
A emboscada foi violenta: tiros, granadas, mísseis antitanques e morteiros foram usados pelos militantes, de acordo com informações dadas por um major israelense ao jornal New York Times.
As tropas de Israel sofreram perdas importantes logo de início e a natureza de sua missão mudou.
Debaixo de artilharia constante do Hezbollah, com oito mortos e muitos feridos, o Batalhão 51 – que já havia perdido nove homens no Líbano em 1996 – passou as seis horas seguintes se defendendo dos militantes e tentando retirar seus mortos e feridos do campo de batalha.
Resistência
Após o combate, o Exército de Israel fez elogios à unidade que lutou em Bint Jbeil e frisou constantemente que o Hezbollah também tinha sofrido sérias perdas.
O comandante do batalhão, coronel Yaniv Asor, disse que “estava pronto para qualquer coisa”, segundo o website israelense Ynetnews.com.
Mas o nível das perdas de Israel deixou os comentaristas de guerra divididos sobre a possibilidade de Israel intensificar os ataques ao Hezbollah.
O Gabinete de Segurança israelense decidiu contra uma ofensiva terrestre em grande escala nesta quinta-feira, com ministros sugerindo que ataques aéreos serviriam como proteção contra mais baixas em terra.
No site oficial da cidade de Bint Jbeil, visitantes são recebidos com uma única palavra: “Resistindo!”
Em campo, a batalha pela chamada “capital do sul livre” continua.
Curioso,
Não nasci com o gene do Matusalém, querido, vou ter que declinar o convite! :o)
A lista começa a ter um ar civilizado agora. Bom!
Abs.
A que preço? Que países são esses que se acham no direito de entrar em guerras as quais eles se recusam a perder, e portanto vivem em guerra? A sorte dos EUA é que a guerra deles está longe de casa, já Israel… Eu acho que terror só gera terror, e Israel está mandando bombas demais… Não acho que seja esse o caminho. Talves eles tenham achado que os EUA se deram bem…
372 comentarios, e nada de novo no front.
A História marcha sempre para algum lugar, isto é fato. A História é violenta, a humanidade é violenta, naum há como negar, sempre foi. O Homem torna-se a cada dia mais e mais ambicioso, e esmaga quem estiver a sua frente para obter sucesso. Meu, naum adianta protestar contra a nova guerra do Líbano porque Israel sempre estará lutando pela sua sobrevivência, já que os (naum todos) amalucados árabes e loucos(naum todos) muçulmanos tem idéia fixa de exterminar os hebreus!!! Você ficaria de braços cruzados sabendo que os doidões do Irã estão armando os doidões do Hisbolla, que odeiam Israel e estão em seu quintal???(perdoem-me libaneses).Esta questão envolve mistérios que vão além da problemática usual,mas Israel vai até o fim…
Oi eu aqui travez. Delcio é uma pena, a festa não será a mesma coisa. Bom talvez eu consiga fazer um tratamento de desintoxicação e também não compareça.
bjs.
Hamas e Hesbolá de verdade.
Caro Guilevy:
Israel vem desocupando, não. Pelo contrário, há um crescimento constante de novos assentamentos, uma curva muito ascendente ao longo do tempo.
Ah, mas devolveram Gaza, pedaços da Cisjordânia. Não é bem assim.
Você deve ver a “estratégia” seguida por Israel. Como diz o Tarik Ali, o que Israel oferece aos palestinos não passa de bantustãos.
Bantustão era o espaço territorial “soberano” que o antigo regime do “apartheid”, na ?frica do Sul, oferecia aos negros, a quase totalidade da população do país.
Mas o Tarik Ali vai além, mesmo os bantustãos originais tinham mais autonomia do que o oferecido pelos israelenses aos palestinos.
Israel descumpre todas as resoluções da ONU, não devolve territórios ocupados. Na parte ocupada da Cisjordânia, onde supostamente devolveria terras aos palestinos, não parou de fazer assentamentos, postos de controle, cercamentos.
Constróem um muro dividindo a população palestina que, para dizer o mímimo, é realmente ignomioso.
A vida nesses territórios, tanto em Gaza como na Cisjordânia ocupada, é um inferno. Qualquer um pode ser preso, revistado, ter sua casa invadida, demolida, e tudo mais de arbitrariedades que você possa imaginar.
Você acha que determinados palestinos, por mais “fanáticos”, “religiosos” ou “ignorantes” que sejam, gostam de se explodir? Acredita nessa lorota que vão sorrindo morrer e matar, pensando nas virgens do Céu?
Claro que não. O terrorismo, em qualquer lugar do mundo, sempre foi sintoma de fraqueza e impotência, uma reação desesperada à ausência de canais políticos para satisfação das reivindicações.
Sempre que os ventos democráticos sopram e avançam, o terrorismo murcha e desaparece.
Não existe solução real fora das fronteiras anteriores a 1967, anteriores à Guerra dos Seis Dias.
Mas o pensamento dominante em Israel, infelizmente para os próprios israelenses não é esse.
Que Israel cumpra as resoluções da ONU, que os palestinos decidam seu próprio destino como desejarem, respeitadas a integridade de Israel e as fronteiras de 1967; o caminho é longo, mas não há solução fora disso. Os maiores obstáculos são a postura imperialista dos EUA e a linha na pipa que os americanos dão a Israel, usado como instrumento da política imperialista americana.
No Brasil, vivemos uma vergonha, um “apartheid” social, que já gerou barbárie, PCC, tráfico, sanguessugas, etc.
temos que combater a barbárie no nosso país e sermos também contra a barbárie em todo o mundo.
Contra muros, sejam na fronteira EUA-México ou na Palestina, erguido por Israel; contra guerras absurdas; contra o terrorismo de destruir as infra-estruturas em Gaza e no Líbano (realmente os israelenses as destruíram na atual guerra); contra a matança generalizada e o caos provocados pela Guerra do Iraque; … desgraçadamente a lista é longa.
Se você quiser começar a olhar mais detidamente esse assuntos, faço duas recomendações: veja o filme “Paradise Now”, sobre a Cisjordânia ocupada e homens-bombas (não sei se você o encontra em vídeo, é provável que não); dê uma lida no livro esclarecedor de Tarik Ali, “Imperialismo e Resistência”, editado pela editora do MST, a “Expressão Popular”.
Um grande abraço.
Mr X ,eu também me convenço mais que ha duas perspectivas, uma otimista, outra pessimista, vamos lá:
otimista: vamo todo mundo comer merda.
pessimista: não vai ter merda pra todo mundo.
“Na primeira fase foi um bombardeiro para ver se conseguiam resolver ao menos a vida dos dois reféns e …”
Comentário de SP ? 27/07/2006 @ 2:32 pm
Resolver a vida dos refens???
Qual e a probabilidade estatistica dos refens, que foram capturados pelos membros do hizbolla, estarem custodiados em um dos locais que foram bombardeados.
Afora a questao da propaganda emocional, resolver a questao da vida dos refens nunca foi levada em conta.
O interesse em manter os refens vivos, no momento, e apenas dos captores. E apenas para serem utilizados como moeda de barganha.
Que se fodam!
Averdade é uma só: O planeta sómente será feliz quando o último político for enforcado com as tripas do último religioso. Todas as misérias de nossa espécie são causadas, provocadas, motivadas ou geradas por religiosos e políticos, sejam eles de qual partido, ideologia ou religião sejam. Aliás, este blog demonstra claramente o quanto as pessoas são manipuladas e adotam posições e idéias absurdas e vazias. Enquanto voces preocupam-se com as bombas israelenses matando criancinhas, os políticos brasileiros matam criancinhas nos postos de saúde, com balas perdidas ou mantendo-as na ignorância às custas do ensino de péssima qualidade. Muitos enchergam longe, lá pras banda do Oriente Médio e não vêm a realidade brasileira que esfrega-se em suas caras, como se a preocupação com judeus e árabes os fizessem mais sábios ou mais “intelectuais” . Na verdade, já que são impotentes e incapazes para resolver os problemas do Brasil, falam do Oriente Médio para justificar o só falar e nada fazer, pois a distância os impede de agir.
Inteligência e coragem é falar e mudar a realidade de nossos quintais. Os àrabes e Judeus matam-se a séculos e vão continuar assim por mais muitos séculos ainda. Deixem que se matem, vamos salvar o nosso viz\inho, nossos filhos e netos.
Fico impressionado com algumas pessoas do blog que dissertam sobre o Oriente Médio com tal volume de conhecimento que parece que não fazem outra coisa na vida e vai ver nem se lembram o nome do Deputado em quem votaram na última eleição.
Tomem uma dose dupla de REALITINA DIRETO NA JUGULAR E PREOCUPEM-SE COM O QUE VALE A PENA
Ao Espezinhador, valeu pelas informações. Abraços
Interessante como tem gente por aí mortinho de raiva do Hugo Chavez; devem ser descendentes do que tinham histeria de ódio contra Simón Bolivar, José Martí, Augusto Sandino, Anita Garibaldi, Che Guevara, Farabundo Marti, Emiliano ZAPATA, Tupac Amaru, Camilo Cinguegos, Carlos Prestes, Olga Benário, Zé Porfírio e muitos outros lutadores pela causa do povo oprimido pelo poderio capitalista genocida.
Esta gente que nutre este ódio por nossos heróis são os mesmos nazi-sionistas que pregam o terrorismo genocída contra a Palestina e o Líbano.
El Hizbollah libanés: su origen y naturaleza
Israel ha invadido el Líbano con el objetivo de minar a su enemigo: el Partido de Dios (Hizbollah). La guerra puede que dure mucho, pues se trata de un oponente difícil de aniquilar. A diferencia de un Estado al que al conquistarle se le puede doblegar, Hizbollah se forjó como una guerrilla y puede sacar provecho si su tierra es ocupada para reagruparse y resistir. ?Cuál es su origen y naturaleza, y por qué Israel requiere demolerlo?
Este es el “Partido de Dios”, que expresa a la principal minoría del Líbano (los chiitas: 40% de la población). En el Líbano ningún otro partido o milicia es tan fuerte y popular. Hizbollah representa el primer movimiento armado árabe que lanzó bombas humanas, y que ha obligado a Israel a retirarse de una invasión.
También tiene un modelo de partido vertical islámico antimperialista que sirve de ejemplo al Hamas palestino y a varios partidos chiitas de Iraq, en lo cual se combina una amplia red de instituciones religiosas y de beneficencia social ligadas a un disciplinado aparato armado.
Hizbollah se ha convertido en el partido más estructurado del Líbano poseyendo una red de hospitales, colegios y gobiernos locales. Tiene su propio canal satelital que transmitió la guerra iraquí y denunció a los agresores de Estados Unidos y Gran Bretaña, y su prédica tiene particular ascendencia dentro de los árabes chiitas de Iraq (un 60% de la población).
Su historia es poco conocida y muchas otras fuentes, como el conservador The Economist británico, lo han llegado a ver como un modelo de grupo armado que se integra al legalismo parlamentario.
Nació impulsado por el clero chiita después de dos importantes acontecimientos que cambiaron al Medio Oriente: la invasión israelí del Líbano (1978) y la Revolución iraní (1979).
En 1984, dos años después de la masacre de Sabra y Shatila y del arribo de 1 500 guardias revolucionarios iraníes, el Partido de Dios salió a la luz. Algunos de sus componentes han estado asociados con el mega-atentado de 1983, donde 240 marines estadounidenses perdieron la vida.
La inicial razón de ser del Hizbollah es la de luchar contra Israel y contra sus aliados del Ejército del Sur del Líbano, quienes hoy ya no existen. Los combatientes del Hizbollah conseguían la protección de la población civil chiita en emboscadas contra las tropas enemigas, llegando a patrocinar el empleo de atacantes suicidas contra blancos militares.
El Partido de Dios libanés reivindica que ha tenido más de 1 300 mártires en esa lucha y que es el único movimiento árabe que ha logrado derrotar a los sionistas.
En 1989 suscribió junto al resto de los partidos libaneses el acuerdo de Taif, con el cual se empezaría a poner fin a la guerra civil. Desde entonces, este movimiento se ha ido incorporando al sistema parlamentario.
Hizbollah cuenta con numerosas estaciones de radio, escuelas y centros de salud. Sus hospitales tienen la reputación de ser mejores que los nacionales y estar abiertos a pacientes no chiitas.
Su emblema son sus siglas en árabe con un puño que agarra un fusil, un libro y una espiga. Tanto su simbología como su discurso antimperialista y su base social hacen que Hizbollah pudiese aparentar afinidades con otros movimientos insurgentes tercermundistas. Sin embargo, no es ni marxista ni socialista. Combina posiciones anticolonialistas, proteccionistas y asistencialistas con fundamentalismo religioso y elementos de conservadurismo social.
Su líder es el sheikh Hassan Nasrallah, quien en 1992 reemplazó en esa labor al sheikh Abbas Mussawi, después de que este fue asesinado por Israel. Hizbollah públicamente condenó los actos del 11 de septiembre del 2001 contra Estados Unidos. (Versión del artículo de Isaac Bigio, Bolpress)
ótimo artigo rômulo, valeu…
Everaldo, em termos de Chaves, eu fico com o do SBT, pelo menos as palhaçadas dele são engraçadas.
O Huguinho late contra os EUA vende petroleo para eles e o populacho vibra …
Cara Alba,
somente agora li seu comentário e tomei conhecimento de sua pergunta.
A ONU já autorizou a criação do Estado Palestino (é a segunda vez que isso acontece).
Cabe à Autoridade Nacional Palestina (ANP) proclamar a fundação do novo Estado. Ela pode fazer isso a qualquer tempo.
A partir dessa autorização, os EUA e a Comunidade Européia passaram a transferir recursos financeiros para a ANP, para uso na criação da infraestrutura do Estado Palestino.
São muitas as acusações de corrupção no gerenciamento desses recursos. O Hamas acusa o falecido Arafat e seu auxiliares, de terem enriquecido com a apropriação ilícita dos recursos destinados à ANP. A vitória do Hamas, nas eleições palestinas, se deve, em boa medida, à situação de descrédito em que se encontra a OLP, face às evidências de corrupção.
Só que, com a vitória do Hamas, os EUA interromperam a ajuda financeira à ANP, sob a alegação que o dinheiro será desviado para compra de armas. Já a Comunidade Européia não suspendeu a ajuda financeira, mas está realizando ela própria a aplicação dos recursos, sem repassá-los à ANP.
Sem os auxílios financeiros dos EUA e da Comunidade Européia, a situação econômica da ANP ficou bastante precária. Ela está encontrando dificuldades cada vez maiores para pagar o salário de seus funcionários. Nas área de sua jurisdição, a ANP é a principal fonte de emprego e renda para os palestinos.
Tem gente que acha que, com a ANP sufocada economicamente, aumentarão as pressões internas no sentido de que o Hamas abrande seu discurso. Aí as torneiras financeiras seriam reabertas.
Pode ser que isso dê certo. O atual presidente da ANP (Abas) — que é do Hamas — tem adotado uma linha de conduta progressivamente mais moderada.
Se ele resolver a questão do seqüestro do soldado israelense — e tudo faz crer que ele vai resolver — seu cacife vai subir horrores, botando muita autoridade israelense no chinelo…
http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u55457.shtml
Os maiores culpados de toda essa situação são os próprios árabes que continuam vendendo petróleo para os americanos. Se deixassem de ser tão gananciosos e parassem o fluxo de óleo cru essa guerra e sua matança já teriam acabado, pois na falta de petróleo os gringos obrigariam Israel a parar o sacrifício de tantos civis e a destruição da infra- estrutura libanêsa. Afinal, Israel não sobreviveria sem o apoio americano. ?rabes burros e gananciosos. Por outro lado os Israelenses deixariam de lado tanta arrogância se não contassem com o suporte americano e tentariam um pouco mais conviver com os árabes e não estabeleceriam cada vez mais colônias em terras árabes. E não construiriam um muro maior que o muro da vergonha de Berlim. Não consigo entender tanta burrice junta. Afinal, árabes e judeus descendem do mesmo pai e não podem continuar se odiando indefinidamente.
na falta de petroleo, os americanos desembarcam nos campos petroliferos…..não pensem que eles estão de brinacdeira, ainda bem.
Como Israel X árabes é jogo sem fim e nossos netos e bisnetos vão estar discutindo como nós, vamos discutir coisa mais importante, como por exemplo : O Xandy vai separar-se da Sheila? Quem matou Salvador Ayala ?? Parreira estava certo ao escalar Ronaldinho ?? Fala sério gente, ficar citando reportagens e textos de outros não valida idéia de ninguém. Ademais, citações históricas quase sempre são temporárias , ou já esqueceram que até uns aninhos atrás escrevia-se que a terra era sustentada por tartarugas e que o homem era um ser superior ???
Opa Opa, israel se desgastando com o Hisbolá, e o Hamas na espreita, já já o senhor sharon vai conseguir o que ele quer !
“Dividir para conquistar” A boa e velha estratégia do século 19 em ação …
gostaria que abreviasse
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levitra [url=http://www.dnforum.com/blogs/?w=ixis#levitra"]levitra[/url]
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