Pedro Doria | Weblog

um pouco do mundo, todos os dias

pedrodoria.com.br header image 2

Passou do limite

July 25th, 2006 · · 637 Comentários

Segundo levantamento da ong novaiorquina Human Rights Watch, há uma diferença clara entre os bombardeios aéreos nas campanhas militares no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque – e esta, agora, no Líbano. A diferença é que Israel não parece estar nada preocupado em diferenciar alvos militares de civis. Eles morrem demais.

Isto é um problema.

Quem é pró-guerra descarta análise de ong que faz vigília pelos direitos humanos com muita facilidade. Só que não se trata de discutir se a guerra é justificada ou não; trata-se de discutir como ela está sendo lutada. O parâmetro só pode ser um, que é o do vago traço de civilidade numa guerra: a Convenção de Genebra.

Não importa se o Hezbolá é um Estado nacional ou não. A partir do momento em que é um partido com representação no Congresso e no governo, está legalmente obrigado a seguir as Convenções. E está em flagrante delito. Tomar prisioneiros, durante um conflito bélico, é legal. Usá-los para fazer exigências descaracteriza a prisão, passa a ser seqüestro. Violação primeira, crime de guerra.

A Convenção, assinada em 1948, é radical na distinção entre alvos civis e militares. Alvos civis simplesmente não são tolerados. Estando em guerra, o Hezbolá pode disparar contra Israel. Usar foguetes Katyushas, não pode. Eles não são confiáveis, impossível prever onde vão parar. Portanto seu uso é ilegal e é considerado um ataque deliberado contra alvos civis.

Israel tem motivo para entrar em guerra.

A guerra de Israel começou a ficar complicada quando bombardeou o Aeroporto de Beirute. Se o país puder provar que, naquele momento, o aeroporto fazia parte do esforço de guerra do Hezbolá, então é jogo jogado, alvo legítimo. O mesmo vale para pontes e estradas, já que há sempre a possibilidade de uso militar. O bombardeio de estradas que são a única rota de fuga para refugiados não é.

Assim como, não importa se há milicianos do Hezbolá em uma vizinhança, como aconteceu na pequena cidade de Srifa. Lá, um ataque custou a vida de 42 pessoas. Quase nunca é legítimo, segundo a Convenção de Genebra, usar instalações elétricas como alvo. Se de fato prejudicam o adversário, dificultam o funcionamento de hospitais custando a vida de mais civis.

Uma guerra que tem por objetivo causar sofrimento a civis na esperança de que eliminem o poder de um grupo não apenas é estrategicamente questionável como é uma flagrante violação de Genebra. Reagir militarmente é uma coisa. Botar um país que não tem como se defender abaixo é covardia. Hora de parar.

Não há qualquer pacifismo por aqui – o pacifismo não resolve conflitos legítimos e, reitere-se, Israel tinha motivo de guerra. Mas há uma diferença entre a guerra legítima e a barbárie. Não adianta argumentar que o Hezbolá não segue tampouco se preocupa em seguir a Convenção de Genebra. Não é mesmo o que se espera de um grupo terrorista. São bárbaros.

Israel é que não tem este direito. E, dados todos os indícios, Israel também não parece estar lá muito preocupado em seguir um documento que assinou de bom grado logo após sua fundação. Mais que isso: a Convenção de Genebra foi criada justamente para que aquilo que os nazistas fizeram nunca mais encontrasse qualquer rastro de legitimidade; para que nunca mais alguém pudesse dizer ‘estou seguindo ordens’ e pronto. Israel e a Convenção de Genebra são filhos legítimos da mesma mãe terrível. É bom que se entendam. O cessar-fogo é, a estas alturas, um dever moral.

Tags: Israel e Palestina · Terror

637 Comentários até agora ↓




  • 1 rodolfo // 25/July/2006 às 0:36

    podicrê…
    autodefender-se é um princípio básico e inquestionável…
    usar sua força com senso de justiça é coisa de gente civilizada…
    não se pode perder a guerra moral, como já perderam os states no iraque e estão perdendo os israelenses no líbano…

  • 2 rodolfo // 25/July/2006 às 0:55

    ah, sim, acho que o bushismo vai passar pra história como um desses tiranos malucos que p?e fogo no próprio circo, tipo o Nero…
    cadê o Tutty, meu deus, pra desopilar nosso fígado??

  • 3 Carlos Humberto de Carvalho Neto // 25/July/2006 às 1:42

    Os inimigos dos judeus ou de Israel necessariamente não são meus inimigos. Particularmente eu apóio a causa palestina, mais esse apoio é apenas por questão de carater. Existem prós e contras, sempre vão haver pessoas que vão argumentar favoravel ao bandido e sempre vão haver pessoas que vão argumentar favoravel a vítima do bandido. Um bandido quando rouba uma pessoa e leva os seus pertences necessariamente ele vai querer distância de sua vítima, vai querer manter sua vítima o mais longe possivel e se possivel desarmada e acuada.O Hizbollah deve impor respeito ao País terrorista da região e mostrar que não adianta bombardear, distorcer e deturpar a história e os fatosânão adianta mentir, não adianta tentar marginalizar o inimigo afirmando incessantemente que ele é terrorista porque a própria história n?s mostra que a maioria das pessoas ou grupos que foram caçados pelo estado, pelo império, pelos Judeus por serem considerados propositalmente politicamente como demonios, satanaz ou terrorista, acabou depois a história provando que o Satanaz, o demonio, o ladrão, o TERRORISTA era o que se dizia o santo, era quem julgava.

  • 4 Alba // 25/July/2006 às 1:47

    Rodolfo, eu concordo com você. Por mais que Israel tenha sido provocado e foi, a reação parece que já está deixando consequências terríveis, além da destruiça? do Líbano e das vidas perdidas.

    É perigoso aprofundar ódios que já existem ali há muito tempo e custo a crer que os dirigentes israelenses depois de tantos anos de guerra contra os vizinhos hostis não tenham pesado o custo de tudo isso.

  • 5 José Luiz // 25/July/2006 às 2:17

    A história nos mostra que nunca foi o forte da humanidade,respeitar convenç?es ou tratados de qualquer natureza. O que a acontece hoje no Líbano,é o máximo do cinismo e da hipocrisia. Com a desculpa de resgatar soldados,Israel se aproveita p/ massacrar e por fim a qualquer tentativa de paz (se é que algum dia isso houve de verdade). Justificativa pra lá de absurda p/ justificar seus atos de barbárie. Todos falam dos terroristas árabes c/ homens-bombas,mas nínguém fala do terror que ocorre entre quatro paredes,em acordos secretos q permite que um povo seja massacrado e escravizado impunemente. Isso é hipocrisia. Já o cinismo tem endereço e pessoa certa: Estados Unidos e George Bush. Ao mesmo tempo que fala de paz e ajuda humanitária p/ os pobres civis libaneses,acelera o envio de armas p/ Israel. Ainda diz que Israel tem todo o direito de fazer o que faz,e não poderia ser de outra maneira,pois dependem do dinheiro dos ricos judeus americanos p/ bancar suas campanhas e manter sua economia. É patético ver o Secretário da ONU falando p/ surdos. A verdade, nínguém quer verânem tampouco estão interessados em que ela venha à tona. Me desculpem,mas não há como não fazer comparação: Israel faz hoje com os libaneses e palestinos,o mesmo que os nazistas fizeram na 2?Guerra: massacram civis, bombardeiam suas casas,prendem sem razão,condenam os inocentes à fome, miséria e doenças,confinam em guetos, hoje conhecidos p/ zonas de segurança ou campos de refugiados. Fazem tudo isso c/ o consetimento da comunidade internacional. Se antes faziam vista grossa p/ Hitler e seus cães p/ se verem livres dos judeus,hoje fazem o mesmo c/ Israel em relação aos árabes,seja pelo petróleo ou simplesmente p/ não gostar deles.
    Se é justificado ou não,isto pouco ou nada importa. Essa éâno final,a triste verdade.

  • 6 Nassau // 25/July/2006 às 2:26

    O mundo definitivamente evoluiu, saímos da normalidade das atrocidades das guerras dos tempos antigos, na base da terra arrasada, extermínio em massa, estupros, torturas e tomada de despojos. Não que elas não aconteçam, é só lembrar do lançamento das bombas atômicas, os genocídeos entre sérvios e croatas, hutus e tutsis, e outros que poderiam ser citados, mas quando eles são mostrados ao mundo, geram um sentimento de aversão, de náusea. Quem massacrou e tinha superioridade militar, ao final não saiu ganhando. Na Roma pagã os cristãos eram jogados às arenas para serem devorados pelos le?es e o público se divertia. Os tempos mudaram, o mundo não é mais o mesmo mundo da antiguidade, algumas coisas aconteceram de lá para cá. Queimar hereges nas fogueiras não é mais um passatempo nas praças públicas. Houve um up-grade de civilização. A informação e as imagens chegam instantaneamente nas tvs (via satélite), no horário nobre, quando famílias, filhos com seus pais, acompanham o noticiário na hora do jantar, chegam pela internet, e a violência real hoje, é capaz de chocar, por mais que vejamos os filmes de Tarantino. Uma guerra pode ser ganha sendo executada à moda antiga, mas e o preço final a ser pago em desgaste, descrédito? E o sentimento de repulsa coletiva? e a aversão do resto do mundo, não conta? O palco da guerra hoje não está distante, os soldados se foram e nós aguardamos o seu retorno. A guerra hoje acontece dentro de nossas casas, ouvir o comentário pelo rádio e o som dos motores dos avi?es, já tinha trazido a guerra para a sala, mas as imagens, não só as imagens estáticas das fotos, mas as imagens em movimento, ao vivo e a cores, massificados como estão os meios de comunicação e no entanto com informação tão fragmentada, no final das contas a grande maioria das pessoas nem sabe ou se lembra mais como tudo começou. Há um outro ingrediente que diferenciam as guerras desde a expansão do Islã e as cruzadas na Idade Média, elas não se dão apenas pela ambição, poder, conquista territorial, elas se alimentam das ideologias, das crenças arraigadas e ainda pela religião. Israel pode se considerar coberto de raz?es, mas as imagens das populaç?es afligidas, de crianças mortas, danificam totalmente a sua possível justificativa perante os olhos do mundo, além do que, nada garante que os atentados a sua população diminuirão, talvez até venham a recrudescer com o acirramento do ódio e do aumento da fila dos candidatos a “mártires”, e só olhar o Iraque.

  • 7 Pateta // 25/July/2006 às 2:39

    O alvo de Israel nao eh o Libano. A operação realizada pelas forças armadas israelitas visa o Ira. O objetivo, vinculado aos interesses dos EUA, e dizer aos iranianos que “nos poderemos, se quizermos, destruir toda a sua infraestrutura economica e as mortes dos nao combatentes serao consideradas como efeitos colaterais”. Hoje, infelizmente, o Libano e, como ja foi na decada de 30, do seculo passado a cidade de Guernica, no pais Basco, campo de experiencias para aquilo que vira adiante.

  • 8 Peter Blake // 25/July/2006 às 2:41

    Pedro, gostaria muito de concordar contigo. Porém, quando lembro que um cessar-fogo nessa altura seria uma vitória do Hesbolá, não posso. Só há uma solução duradoura para este conflito: o reconhecimento da existência do outro, de parte a parte. O Herbolá não fará isso jamais.

  • 9 lomita // 25/July/2006 às 3:15

    pedroca está retomando seu bom-senso, oba.

  • 10 srta,julia // 25/July/2006 às 3:21

    seria tb o caso de perguntar qual o limite da barbárie,até na guerra
    ainda q israel tenha razão e motivosânessas doses as reaç?es adversa são muito mais amplas
    como mo 9/11,por exemplo
    pq ninguém vai ficar quieto,com certeza
    tentei acompanhar a baciada de comentarios
    alguns,poucos,legítimos
    acho q o pd soltou a mão em nome de page views,só pode
    e pax,lembrei q vc conhece muito bem azeite,então lembra de mim t`?
    e cade p meu pta pro intensivo de cinema no rio?
    vc sabe onde me achar no orkut
    aos outros,e muitos novos,mais links e menos enxertos de textos
    por favor
    que coisa

  • 11 Antônio Augusto // 25/July/2006 às 3:24

    “A escala do número de mortes na região, sua previsibilidade, podem acarretar a responsabilidade criminal pessoal dos envolvidos, particularmente dos detentores de posição de comando e controle”, disse Louise Arbour, Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, segundo o “The New York Times”.
    Ela assim se referiu ao comportamento criminoso das forças armadas israelenses ao destruir objetivos civis tanto em Gaza como no Líbano.
    A ONU também classificou como “resposta desproporcional” as agress?es de Israel ao Líbano, “claramente violadoras das leis humanitárias internacionais”, em análise feita pelo enviado especial Jan Egeland, chefe dos serviços de assistência humanitária da organização.
    Ele se mostrou “horrorizado com a destruição em Beirute”.
    “Trata-se de uma destruição, imóvel após imóvel, de diversas zonas residenciais”, apontou Egeland, após rodar pela cidade.
    A Organização Mundial de Saúde (OMS) estimava, até a noite de domingo passado, que 600 mil pessoas abandonaram suas casas por causa dos bombardeios.
    A infra-estrutura libanesa, usinas elétricas, aeroportos, portos, estradas, torres de transmissão e telefonia, está completamente destruída. O país se encontra bloqueado, inclusive por mar.
    Gaza, onde a guerra começou na sua primeira frente, sofreu danos semelhantes na infra-estrutura, em aglomerados urbanos, em mortes e ferimentos de civis.
    Já são cerca de 400 os mortos libaneses e palestinos. Há a confirmação da morte de 7 civis brasileiros.
    Segundo Israel, tudo isso é justificado. Trata-se de combater o terrorismo. Os incidentes detonadores da escalada teriam sido o “seqüestro” de um militar israelense em Gaza; e, no caso do Líbano, a violação das fronteiras de Israel pelo Risbolá, numa escaramuça em que seis militares israelenses perderam a vida e outros dois foram seqüestrados, além de dois mortos da milícia libanesa.
    Quanto a Gaza, o pretexto é evidente. Pela meticulosidade da destruição, a operação fora planejada há tempos. Além do mais, Israel adota cinicamente a lógica do lobo e do cordeiro. Seqüestros de civis, invas?es de casas, pris?es arbitrárias – calcula-se em 10 mil os presos palestinos em Israel – são normas da ocupação israelense.
    O que Israel não aceita é o governo do Hamas (legitimamente eleito), não porque o grupo seja muçulmano ou terrorista. O que Israel não aceita é o comprometimento do governo do Hamas com a legítima aspiração do povo palestino por sua Pátria; não aceita que o Hamas, ao contrário de setores corruptos da Fatah, não seja submisso a Israel e aos EUA. Daí a absurda prisão de ministros do Hamas e de parlamentares palestinos.
    Israel quer os palestinos sitiados em Gaza, submetidos em bantust?es, como os antigamente previstos pelo regime do “apartheid”, na ?frica do Sul, sem nenhuma soberania.
    A guerra começou em Gaza para tentar decapitar a liderança palestina, no afã de pela milésima e inútil vez obrigar o povo palestino a desistir de suas aspiraç?es nacionais.
    A violação de fronteira do Risbolá e a agressão a soldados israelenses merece condenação. Mas está no contexto explosivo da região, agudizado pela recente guerra contra a população palestina em Gaza. O que merece muito mais condenação, no entanto, condenação absoluta, é a descabida guerra que, com base neste pretexto, Israel moveu contra o Líbano. Um problema limitado na fronteira só se torna uma guerra se um dos lados quer e Israel queria, guerra tanto mais injustificada porque direcionada no essencial contra populaç?es civis. Guerra igualmente estimulada pela política imperial da Casa Branca.
    Para justificar o imperialismo, de mãos completamente desatadas depois do fim da União Soviética, esgrime-se a “tese” do “choque de civilizaç?es”. Demonizam-se o Islã e os árabes, estimulam-se as incompreens?es e os piores preconceitos.
    Na televisão americana, encontram-se comentaristas a defender com certa freqüência a guerra contra a Síria e o Irã, a deposição de seus governos e, até, pasmem, a conversão dos infiéis ao cristianismo.
    É uma ignorância e violência sem limites, a lei da selva, possibilidades de loucuras avalizadas pelos poderosos terroristas do governo americano, os mesmos que já causaram 100 mil mortes no Iraque.
    Nada se resolverá no Oriente Médio sem privilegiar a Paz.
    Uma Paz difícil, dadas as tendências agressivas existentes, a cultura disseminada do ódio, mas há que começar, por mais difícil que seja, a plantar a semente da Paz.
    Há guerras legítimas e ilegítimas. A II Guerra Mundial, do lado dos aliados; a defesa de Cuba, por parte dos cubanos, quando da invasão promovida pela CIA, em 1961, na Praia Girón; a Guerra do Vietnã, do lado vietnamita: foram guerras legítimas diante da agressão. Os nazi-fascistas na II Guerra, os americanos em Cuba e no Vietnã, provocaram guerras ilegítimas.
    Há guerras ilegítimas dos dois lados, como a I Guerra Mundial, quando aos trabalhadores e aos povos não interessava ser bucha de canhão dos seus respectivos imperialismos.
    A atual Guerra de Israel, basicamente contra populaç?es civis em Gaza e no Líbano, é uma guerra totalmente ilegítima. Os pacifistas israelenses têm o direito e, mais que o direito, o dever de lutar contra ela.
    Contra toda a carnificina já realizada, a alternativa é o cessar-fogo imediato sem pré-condiç?es.
    Que se ponha um fim às mortes de civis libaneses, palestinos e israelenses.
    O fim da matança é uma necessidade humana. E pré-condição para os envolvidos sentarem à mesa de negociaç?es.

  • 12 sls // 25/July/2006 às 3:28

    Peter Blake, concorco plenamente com você. Não resta a menor dúvida que a guerra fez e sempre fará parte da vida do homem. Mas, precisamos admitir que para tudo existe um limite. Se Israel tem razão ou não, que se busque a solução como ambos procuram, mas, que fique claro, o Herbolá, é osso duro de ruer. São extremista e fiéis a sua doutrina. Jamais abririam mão das suas convicç?es. Nesta hora de muito dor e sofrimento para milhares de famílias libanesas, o que nós, que estamos aqui, fazendo os nossos cometários temos que fazer é: Pedir a Deus que faça os dirigentes destas duas naç?es entenderem que é só uma questão de se sentarem e admitirem o que tem que ser feito. Meus Deus, por que tanto ódio e tanto desamor? Oremos pela Paz em Israel. Salmo. 122. 6-9

  • 13 Tocqueville // 25/July/2006 às 3:28

    Concordo com o teor do comentário. Norberto Bobbio chamou a atenção para esta questão: não basta que a guerra seja justa, é preciso que os meios sejam razoáveis. Israel quer destruir o Hizbolah, mas irá provocar uma catastrofe humanitária. Isto tem nome: crime de guerra. Mas tenho pena dos libaneses, vítima da loucura dos próprios compatriotas. O Hizbolah está destruindo o Líbano com sua insensatez. Qual o interesse do Líbano em prender soldados israelenses? Pura burrice. Os cristãos e sunitas libaneses estão putos com o Hizbolah, mas não podem fazer nada. E Israel vei levar até o fim a mortandade de civis. Meu medo é que tragam para o Brasil esta sandice. Foz do Iguaçu já é um reduto muçulmano. Em breve teremos problemas por conta destes tontos.

  • 14 Mr X // 25/July/2006 às 6:53

    PD,
    Me desculpe, mas sao os terroristas que nao distinguem entre militares e civis ao nao usarem uniforme. O uniforme militar serve para isso, para PROTEGER OS CIVIS. Se eles escolhem nao apenas nao usa-lo, como colocar seus foguetes no meio da populaçao civil, para usa-los como escudo, sao eles que estao colocando a populaçao em risco. Basta saber que como um reporter da BBC falou, é dificil saber “quem é civil e quem é terrorista”. (Talvez por isso a BBC “sabiamente” catalogue todos como civis…).
    O hizb’allah nao tem “dever moral” nenhum? Aos inimigos todas as benesses da convençao de Genebra, direitos humanos, etc, mas eles nao tem o dever reciproco de respeita-los? Francamente, nao entendo essa posiçao. E’ burra e suicida. Ou todos respeitam, ou nenhum.

  • 15 Marcos Silveira // 25/July/2006 às 7:02

    Até que enfim alguém reclama de Israel nesta coluna. Viva!

  • 16 José Antonio Huff // 25/July/2006 às 7:39

    Acho que a maioria das pessoas que escrevem aqui contra Israel deveriam primeiro aprender a história desse conflito. Defender pessoas que se explodem e matam inocentes e dizer que Israel mata civis é no minimo ridiculo. Lá os terroristas colocam seus foguetes em bairros populosos para se defender, são covardes e a midia os aplaude. Não gostar dos USA é ingenuo, pois quando acontece algum conflito os primeiros a serem chamados para resolver são os americanos. Afinal o que voces querem. Os Palestinos não tem direito a terra, não estavam lá primeiro. Veja em cima do que as mesquitas de Jerusalem se apoiam. O templo judaico.

  • 17 Alexandre // 25/July/2006 às 7:39

    A parti do momento em que o libano não botou limite no Hezbolá, ele deu permisão a Israel de ataca, aparti do momento em que o povo do Libano apoia o Hezbolá, ele permite de ser alvo de quem o Hezbolá ataca. Apesar de toda dor, Israel está defendendo o seu povo.

  • 18 Ricardo Quintana // 25/July/2006 às 7:46

    Não acreditei quando li sua crônica.
    Criticar o Poderoso Estado de Israel e deixar claro que ambos os lados estão em total descordo aos Acordos de Genebra.
    Gente o Mundo está mudando.

  • 19 Mr X // 25/July/2006 às 7:59

    Gentem,
    Os “acordos de Genebra” sao isso, acordos entre as partes firmantes. “Voce-respeita-meu-soldado-prisioneiro-
    e-eu-respeito-o-seu.”
    Os grupos terroristas nao podem torturar e degolar inocentes e ao mesmo tempo pretender proteçao de um acordo que nao assinaram e nao respeitam.
    Se paises como Israel e EUA ainda procuram respeitar tais acordos, é porque sao sociedades culturalmente mais avançadas e porque ha a percepçao de serem mais fortes e poderem portanto tratar com “piedade” seus inimigos. Mas no dia em que os islamitas cruzarem certa linha, digamos usando armas de destruiçao de massa, podem esquecer.

  • 20 Agenor Martins Neto // 25/July/2006 às 8:09

    Israel que é tão de deus quanto os Estado Unidos, a China e Russia e, não do DEUS, são bando de covardes, pois para chegar ao inimigo não usa estragéia, apenas matam civis e inocentes indefesos como idosos e crianças e, mulheres em qualquer estado, a ordem matar praticando a forma opressora de Hitler, Mussolini e, Roma, só assim ficarão apenas os do resbolar, o inimigos que a perspicácia e a tecnologia não vê, porque o ódio é contra a decendência da consangüinidade.

  • 21 é o cara // 25/July/2006 às 8:11

    se não me falha a memória o primeiro soldado sequestrado(no libano) a guerra não havia sido declarada, segundo o mr.x já disse o que eu iria falar: quem é civil e quem é militar, além disso ele estão em todos os lugares no sul do libano. a já sei eles devem pater nas portas e perguntarem voce ??e civil ou terrorista?
    fala serio, aposto quem é do bem não esta mais lá. pois, num conflito a primeira coisa que se faz é fugir ou pegar uma arma.

  • 22 é o cara // 25/July/2006 às 8:16

    e tem outra parar é um dever moral do que? são terroristas e como tal tem que serem tratados. ou seja mortos, pois para eles não há recuperação, se é que isto existe com qualquer bandido.

  • 23 SCO // 25/July/2006 às 8:32

    Deixem esses malucos se matarem, quando acabar, talvez sobre alguma coisa que valha a pena considerar como povo ou país

  • 24 Luiz // 25/July/2006 às 8:43

    Huff,

    Seguindo o seu argumento, deveriamos entregar TODO o Brasil aos índios, não é ? Acorda …

    É o cara e Mister X,

    Os “do bem” (dos dois lados) estão tentando fugir, e muitos estão morrendo ao tentar. E quando, e se, voltarem, vão encontrar toda a infra-estrutura destruída.

    Aliás, se é para destruir o Hizbollah, por que bombardear as cidades do NORTE do Líbano, com Trípoli, onde os xiítas são ampla minoria?
    Quer dizer que o Hizbollah se esconde entre a população cristã ?

    Punição coletiva também é crime, não acham?

  • 25 Samuel Humberto // 25/July/2006 às 8:53

    Concordo com vc, Israel tem de cumprir a lei estabelecida, pois Israel tem que ser um madelo de governo, sendo ele um pais de democracia.

  • 26 N00 // 25/July/2006 às 9:05

    Cara, aonde é que estamos chegando. Realmente a lei de gérson é a que vale a pena ser levada em consideração. Claro, olho por olho, dente por dente, nem que para isto eu tenha que matar todos os civís que estão naquele país, somente para pegar 10 FDP do Hezbolá.
    Vir pra cima de mim com “são terroristas e como tal tem que serem tratados. ou seja mortos, pois para eles não há recuperação…” ou “Deixem esses malucos se matarem, quando acabar, talvez sobre alguma coisa que valha a pena considerar como povo ou país…” passando por cima de inocentes (mulheres, crianças, pobres, etc e etc) que não tem nada a ver com isso, ou melhor, até desconhecem as causas que levaram a tal conflito, é burrice, é ter a mente tapada, é acabar aprovando o que está acontecendo em São Paulo, onde o PCC mata policiais sem porque e a polícia acaba matando alguns inocentes para tentar eliminar o PCC, faça-me o favor.
    Tenham algo em mente: Esta linha de raciocínio vai levar (se não já levou) o Brasil a uma guerra civil, onde todos são inimigos. Comprem seus mantimentos, suas armas e suas muniç?es por que vem chumbo grosso por aqui.
    É lógico que o que está acontecendo entre o líbano e Israel tem de parar imediatamente, ou a gente vai acabar percebendo é que o motivo não é o Hezbolá, mas a água potável que existe no líbano, algo que Israel quer muito (eu não disse nada disso). SDS.

  • 27 O Espezinhador // 25/July/2006 às 9:09

    Quanto à catástrofe gerada por essa operação eu não discuto. Realmente quem mais sofre são os inocentes e um cessar-fogo colocaria fim a este sofrimento.
    Mas a questão é muito complexa para ser resolvida assim. A verdade é que um cessar-fogo não resolveria nada, seria apenas postergar uma situação que já deveria ter sido resolvida há tempos.
    Não foi resolvida por uma série de fatores. E Israel também tem sua culpa. É culpa de Israel ter desocupado o Líbano sem nenhuma garantia do governo de Beirute de que o Sul não seria reocupado pelos terroristas. É culpa de Israel não ter atentado para o tráfego de militantes na região. É culpa de Israel não ter colocado as bases ao Norte em alerta. É culpa de Israel ter confiado nos bananas da ONU que estavam estacionados na área para supostamente impedir ataques vindos do Líbano.
    Agora, isso que aí está também é culpa do Líbano, que não respeitou em nenhum momento a Resolução 1559 da ONU. É culpa do Líbano que não se coçou por nenhum momento para impedir o Hezbollah de se instalar na região. É culpa do Líbano ter permitido que o Hezbollah se transformasse também num braço político. E o Líbano acabou de assumir todas as responsabilidades pelo crescimento do Hezbollah ao afirmar que vai colocar seu exército ao lado dos terroristas contra Israel.
    Israel está abusando? Até eu digo que sim! Agora, queria ver os “estrategistas” de plantão daqui (inclusive você, Pedro) me responderem de que maneira Israel deveria responder aos seqüestros e aos ataques aéreos do Hezbollah. Alguém saberia?
    Eu pergunto sabendo que não terei mesmo nenhuma resposta. No mais será o velho showzinho de slogans do Antônio Augusto (”O Homem que Copiava”), de ironias babacas da Andrea e de um monte de asneiras do coro das ovelhinhas de Orwell, inclusive a percussão nazi-revisionista, agora nas mãos do Carlos Humberto de Carvalho Neto.

  • 28 Nadia D. Mass // 25/July/2006 às 9:10

    Irracional, covarde, injusta.
    Clasifico desta forma esta e qualquer guerra que os mais pudicos insistem em apelidar de confronto ou mesmo ataques isolados. Quem lucra é quem vende armas e muniç?es, quem perde é a humanidade seja ela de qual etnia for. Tanto a fazer, e os donos das guerras a estimular mais genocídios em nome de metros quadrados, etnias, credos, culturas; quando na realidade o que se busca é o lucro fácil, sempre. Joguetes nas mãos de interesses inconfessáveis, os envolvidos disputam opini?es de incautos, que ora “torcem” por um, ora por outro, lembrando a história recente e nunca aprendida: intolerância, conivência, ignorância. Nunca é demais lembrar Castro Alves em seu magnífico “Navio Negreiro”: “… e ri-se Satanás”…

  • 29 izaq bast // 25/July/2006 às 9:10

    existe um velho ditado “QUEM PROCURA ACHA”, o hesbolá procurou e achou bomba no rabo,é uma pena,e tambem como sao covardes quem mais sofre é a populaçao civil que eles usam como escudos,deveriam sair e enfrentar Israel a campo aberto porq nao fazem isto?porq sao um bando da medrosos,eles querem é isso mesmo jogarem toda responsabilidad pra cima de Israel ora!!!afinal de contas Israel é um dos poucos paises civilizados daqela regiao, eles do hesbola nunca assinaram acordos nenhum entao o que q eles vao respeitar?eles nao respeitam nem seus compatriotas, é bom afirmar que o islã nao é uma religião de amor como o cristianismo que ensina amar o inimigo,a biblia dos cristao diz em romanos amai vossos inimigos ,se te pedir agua dai-lhe de beber,se tiver com fome dai-lhe de comer e etc.já o alcorao manda matar todos os infieis,outra coisa os terroristas oferecem ajuda humanitária só pra quem faz paarte do partido deles e tem q se converter ao islã,gastao mais dinheiro com uma guerra suja do que ajudam os pobres ,rapa se o dinheiro que já foi gasto nessa guerra fosse usado pra comprar comida olha talvez nao tivesse ninguem passando fome,bom isso é pra quem tem bom senso e tem uma educaçao cristã como nós ocidentais né,eles sao ensinados a odiar desde crianças a nós ocidentais.

  • 30 Ismail // 25/July/2006 às 9:12

    حزب‌الله لبنان
    از ویکی‌پدیا، دانشنامهٔ آزاد.
    آرم حزب الله لبنانحزب الله لبنان نام جنبشی اسلامی در میان شیعیان لبنان است. ?جنبش حزب الله در اوایل سال های 1980 در لبنان ظهور کرد و به عمده ترین جنبش اسلامی در منطقه مبدل شد که مصمم به بیرون راندن نظامیان اسرائیلی از لبنان بود? [در لبنان] حزب الله جنبشی مشروع تلقی می شود که در دو حوزه مقاومت و سیاست فعالیت دارد.?

  • 31 topz // 25/July/2006 às 9:35

    só estamos vendo o nível de respeito que o estado judeu tem pelos gentios…

  • 32 luis // 25/July/2006 às 9:37

    olha naum sou judeu e estou a um ano estudando aqui em israel . so entao pude saber como sofre esse povo, que e pacifico e so querem existir, trabalhar e crescer como qualquer pais capitalista, numa faixa de terra minuscula, mas o que vejo nas tvs arabes e o seguinte:Israel simplismente naum pode existir .
    esse e o pensamento desses “pobres” civis que morrem no libano.
    duas criancas arabes morreram em Haifa,cidade mais atingida pelos foguetes do resbola e sabem o que o pai disse :eu adimiro o resbola pois o trabalho deles e o que queremos e naum tenho que perdoa-los pois meus filhos sao herois de guerra e agora desfrutam da arvore de chocolate com Ala.
    piada? naum. pensamento fundamentalista que um dia vai fazer a europa sofre pois na franca e inglaterra os arabens sao 1/4 da populacao . um povo que naum se adapta e quer impor sua cultura pois os infieis (qualquer outra religiao que nao seja o isla contamina a terra e tem que desaparecer).
    muitos chers brasileiros podem falar que nao mais o que vejo e um mundo democratico fragilizado por seus direito humanos e um povo fundamentalista sem “escrupulos” .
    naum me recordo de os civis mulcumanos dizendo que horror que os terroristas fizeram quando as torres gemeas foram destruidas me recordo so de tipo de um carnaval na ruas desses seres humanos se alegrando com a desgraca .
    E bom que se entandam. O cessar-fundamentalismo e, a estas alturas, um dever moral mundial.

  • 33 Paulo // 25/July/2006 às 9:44

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2002/020328_saramagors.shtml

    Entrevista concedida em 2002.

  • 34 José Maria dos Santos Abreu // 25/July/2006 às 9:48

    Colhe-se do que se planta:Hesbolah (assim que se escreve? Rés - bola: bola mais vil!!! - Plantou… Agora que se arda… mas sozinho!!! Guerra ;e Guerra: TODA IMOVAL AO EXTREMO!!!

  • 35 O Espezinhador // 25/July/2006 às 9:56

    O Saramago é um dinossauro stalinista que “evoluiu” para o nazismo de esquerda.

  • 36 Antônio Augusto // 25/July/2006 às 10:04

    “A dupla moral do Ocidente”, carta pública e conjunta de Noam Chomsky, Harold Pinter, José Saramago e John Berger.
    Emir Sader a divulgou no seu “blog”.
    Abaixo, trechos da carta:
    BLOG DO EMIR

    A dupla moral do Ocidente

    Emir Sader

    Quatro dos mais conhecidos intelectuais ocidentais divulgaram uma carta denunciando o que chamam de “moral dupla do Ocidente” em relação ao que vem acontecendo no Oriente Médio, no conflito entre Israel e Palestina. Noam Chomsky e os escritores Harold Pinter, José Saramago e John Berger assinam o texto que denuncia “uma prática militar, econômica e geográfica de longo prazo, cujo objetivo político é nada menos do que a extinção da nação palestina”. A íntegra do documento é a seguinte:

    A dupla moral do Ocidente
    “O último capítulo do conflito entre Israel e Palestina começou quando as forças armadas israelenses seqüestraram dois civis, um médico e seu irmão, em Gaza. Um incidente que teve escassa repercussão nos meios de opinião de qualquer parte do mundo, com exceção da imprensa turca. No dia seguinte, os palestinos tomaram como prisioneiro um soldado israelense – e propuseram libertá-lo negociando um intercâmbio de prisioneiros em mãos dos israelenses. Há aproximadamente 10 mil palestinos detidos nas pris?es de Israel”.

    “Que este “seqüestro” seja considerado uma atrocidade, enquanto que a ocupação militar ilegal da Cisjordânia e a apropriação sistemática dos recursos naturais dos palestinos – principalmente a água – por parte das forças armadas israelenses é considerada um fato da vida, lamentável mas realista, é típico da dupla moral que com freqüência emprega o Ocidente frente ao que ocorreu aos palestinos, na terra que lhes foi adjudicada mediante acordos internacionais, durante os últimos setenta anos”.

    “Hoje, a uma atrocidade segue-se outra atrocidade; os mísseis improvisados se cruzam com outros sofisticados. Estes últimos, em geral, encontram seu alvo onde vivem os pobres despossuídos e morando empilhados, esperando o que alguma vez se chamou Justiça. Ambas categorias de mísseis dilaceram corpos de maneira horrorosa – quem senão os comandantes de campo podem esquecer isto por um momento?”

    “Cada provocação e contra-provocação é objetada e dá lugar a um sermão. Mas todos os argumentos, acusaç?es e promessas subseqüentes servem como uma distração para desviar a atenção mundial de uma prática militar, econômica e geográfica de longo prazo, cujo objetivo político é nada menos do que a extinção da nação palestina”.

    Isso deve ser dito em voz alta e clara já que a prática, declarada somente metade das vezes e freqüentemente encoberta, avança a passos acelerados nestes dias e, em nossa opinião, é preciso reconhecê-la constante e eternamente como o que é, e opor resistência a ela”.

  • 37 Wilian // 25/July/2006 às 10:08

    Ah fala sério. Quanta ingenuidade.
    O Hezbolá se esconde atras de civis e atacam civis. Se Israel atirar bombas só nos quarteis do exercito do libano não vai adiantar nada. E o governo do libano tb não faz nada contra o Hezbolá .

  • 38 Wilian // 25/July/2006 às 10:09

    Eu queria mesmo é os EUA e IRAQUE aproveitassem a deixa e explodisse o Irã, aquele antro de malucos.

  • 39 Wilian // 25/July/2006 às 10:10

    EUA e ISRAEL pois o IRAQUE graças a Deus já foi devidamente destruido.

  • 40 O Espezinhador // 25/July/2006 às 10:10

    Que “tchurma”, heim? Saramago, Chomsky e Pinter traduzidos por Emir Sader…
    Uma parada do Partido Nacional-Socialista em Nuremberg era menos anti-semita que isso!

  • 41 palhaço // 25/July/2006 às 10:15

    Estão pouco se lixando pra essa Convenção de Genebra, que pra mim, é apenas mas uma poesia morta, tal qual a Constituição Brasileira e o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA!)

  • 42 Bruno H. // 25/July/2006 às 10:15

    Pedro, seu político! :)

    Israel poderia SIM usar mais a inteligência e toda sua infra estrutura e tecnologia bélica para executar uma guerra mais Limpa. O estado de Israel está agindo tal qual o inimigo que quer combater: covardemente.

  • 43 O Espezinhador // 25/July/2006 às 10:16

    http://www.haaretz.com/hasen/spages/742563.html

  • 44 Moishele // 25/July/2006 às 10:17

    Israel tem tanto direito de existir quanto o Brasil.
    Se os misseis e foguetes libaneses erram o alvo a matam civis israelenses, os misseis israelenses também erram o alvo e matam libaneses.

  • 45 O Espezinhador // 25/July/2006 às 10:19

    http://www.youtube.com/watch?v=OzLCiEj_b8E

  • 46 Wilian // 25/July/2006 às 10:20

    Mas os foguetes terroristas não estão errando o alvo . Estariam se tivessem atingido alguma base militar de Israel.

  • 47 O Espezinhador // 25/July/2006 às 10:34

    Hamas e Hezbollah sempre buscam atingir alvos civis. Por isso atacam ônibus, escolas, universidades, boates, bares, pizzarias e mercados. As IDF (Exército de Israel) sempre procura atingir alvos estratégicos, ou seja, casas de militantes, escritórios, depósitos de armas e locais estratégicos.
    O acidente de trabalho do Hamas e do Hezbollah acontece quando suas bombas explodem ainda em casa. Ou seja, a “eficiencia” dos terroristas é mais fácil de ser atingida do que a das IDF. Israel depende de satélites, espi?es e máquinas para não provocar acidentes. Hamas e Hezbollah apenas da sorte.
    É bem mais fácil ser terrorista. Ninguém te cobra por eficiência. Ser do Exército de Israel é que não é mole. Você tem o mundo inteiro te cobrando. Isso sem falar na torcida contra.
    Ser terrorista é tão fácil quanto torcer por eles.

  • 48 O Espezinhador // 25/July/2006 às 10:38

    Raz?es para Israel seguir em frente também não faltam:
    http://oglobo.globo.com/online/mundo/plantao/2006/07/25/284990099.asp

  • 49 João Luiz // 25/July/2006 às 10:40

    Gostaria muito de concordar com o autor. Ninguém gosta de ver inocentes morrendo. No entanto, até agora ninguém propôs uma alternativa viável para a defesa de Israel. Os covardes do Hezbolah se escondem atrás da população civil como forma de defesa. Não dá, também, para conversar diplomaticamente com fanáticos, cujo único objetivo na vida é exterminar o Estado Judeu. Esta não é uma guerra convencional, com alvos militares a serem atacados e gente razoável para negociar.

    Quanto ao bombardeio ao aeroporto e estradas, lembro que esta infraestrutura é utilizada, indistintamente, por civis inocentes e terroristas. Os mísseis que estão jogando sobre Israel não foram fabricados no Líbano. Eles vieram da Síria e do Ir?, ou pela via aérea ou por estradas. Se não cortasse as linhas de suprimento do inimigo, a chuva de foguetes iria persistir indefinidamente.

  • 50 chp // 25/July/2006 às 10:50

    PD, concordo com vc. Mas o Hezbolá comete “crime de guerra” e Israel “flagrante violação”, “covardia”, “quase nunca é legítimo”… Faltou vc dizer com todas as letras: crime de guerra.

  • 51 sidney paiva // 25/July/2006 às 10:51

    Bullshit! Guerra é guerra. Sempre foi assim, desde o início dos tempos. Guerra é para destruir e matar. Matar civis faz partte do esforço de guerra. Isto é feito pelos dois lados. Hamas mata civis com homens-bomba, Hezbollah idem. EUA matam civis no Iraque, milicias idem; no Vietnbam foi assim: americanos bombardeavam aldeias, depois vinham os congs e matavam os alde?es que sobravam. Esse papo de guerra civilizada não existe. Guerra é e sempre foi uma estupidez, uma ignorância. Mas quando não se pode mais evitar a guerra, azar. Esse negócio de dizer que um estado não pode agir como um grupo de guerrilheiros é balela: eles tem que se defender. Vamos defender o fim da guerra mas sem papo-furado.

  • 52 Perguntar não ofende // 25/July/2006 às 10:53

    Eu ainda gostaria de saber quais são os planos de Israel a longo prazo para a região, qual a estratétiga não militar mas política (lembram do Clausewitz?). É botar o Líbano abaixo e ponto final? Ocupar o sul de novo ou todo o Líbano? Colocar um governo pró-Israel em Beirute e ajudar a reconstruir o país?

    Não tenho a menor dúvida de que, se quiser, Israel transforma o Líbano num estacionamento. Mas me parece que a perspectiva de destruir um país criaria um enorme vácuo ali. E essa é a pior alternativa para todos. Inclusive Israel.

  • 53 João // 25/July/2006 às 11:09

    Que frescura! Que guerrinha chinfrim, sem objetivos, sem conquistas, só vítimas! Sentem-se à mesa os que podem decidir e resolvam as pendências. Se não conseguirem com palavras, partam pra bala de uma vez. Persistindo os sintomas, o átomo deve ser consultado. Em 2056 inauguramos um monumento em homenagem às vítimas e “comemoramos” 50 anos do fim das hostilidades.

  • 54 Carlos // 25/July/2006 às 11:13

    Chomsky é judeu …

  • 55 vaitomarnocu // 25/July/2006 às 11:17

    A partir do momento que o Líbano aceita terroristas dos Hezbollah em seu território, aceita as conseqüências das aç?es dos mesmos. Se Israel está respondendo aos ataques que o Hezbollah faz à sua população civil atacando alvos não militares, é consequência das aç?es dos terroristas.

    Agora esclarecendo a ignorância do povo:

    1 - Palestina não é um povo, muito menos muçulmano. É uma região geográfica na qual viviam árabes, muçulmanos, judeus e cristãos antes das guerras mundiais (estando uma parte do tempo ocupada pelo império otomano). Depois da segunda guerra mundial, visando evitar conflitos entre muçulmanos e judeus, separou-se a região nos estados de Israel e da Transjordânia (como era chamado antigamente). Como os muçulmanos imediatamente iniciaram uma guerra contra Israel, depois do armistício os países muçulmanos anexaram os territórios destinados ao estado muçulmano na palestina. Logo o “povo palestino”, “país Palestina” é tudo balela infundada.

    2 - Saramago e outros “filósofos comunistas” defendem governos como o de Stalin, Fidel e Mao que mataram muito mais gente que a segunda guerra mundial (sem contar os demais líderes socialistas). O número de civis executados pelo governo Hitler não é nem 10% do número de civis executados por esses governos socialistas. Longe de defender o nazismo, aponto apenas que as atrocidades dos socialistas conseguem ser muito maiores que as infâmias nazistas.

    3- Se o problema todo fosse o “Imperialismo dos EUA”, eles já teriam invadido mais da metade dos países do mundo e ninguém falaria nada. Quem se voltaria contra os EUA? Seria muito mais difícil que conter a Alemanha do Terceiro Reich, isso porque circulava na Inglaterra em 1942 notícias como “se Deus quiser a gente ainda ganha a guerra…” Quero ver quem mais teria culhão de impedir massacres como o dos balcãs. Ainda que os EUA não sejam santos, eles são dezenas de vezes mais sensatos que governos que os “anti-EUA” defendem. Imagina o presidente da Coréia do Norte, que já fica soltando mísseis e bravateando com o poderio militar pífio que tem, se tivesse um arsenal igual ao dos EUA? Nem queira imaginar isso.

  • 56 Mario Cesar // 25/July/2006 às 11:22

    Descabida, a meu ver, a exigência de que o Hesbollah respeite as regras, tendo em vista a desproporcional superioridade militar de Israel (só de F-16 os sionistas tem mais de 300, sem contar as novíssimas bombas de alto impacto recentemente fornecidas pelo seu patrono americano).

    Além do mais não ouvi nenhum clamor indignado do colunista quando do sequestro de 2 representantes do Hamas pelas forças israelenses, e nem em favor das centenas de prisioneiros libaneses apodrecendo nas masmorras israelenses.

    Irritante essa fajuta pretensão de isenção. Não engana ninguém.

  • 57 arriegua // 25/July/2006 às 11:27

    E o poder do mais forte. Olho por olho, dente por dente. USA unico pais do mundo a usar a bomba atomica contra civis, Hiroshina, USA unico pais do mundo a usar pela segunda vez uma bomba atomica contra civis, Nagasaki. Nao bastava uma bomba atomica para atemorizar os japoneses, já derrotados???? Pois é, essa é a logica que se baseia Israel. Destruir, atemorizar, para conquistar, dizem, a paz. Desde quando paz se conquista com guerra nao milhares de seculos e eles nao aprendem.

  • 58 Marcos Aurélio // 25/July/2006 às 11:30

    A grande característica entre Israel e os países que lhe fazem fronteira é o constante clima de ódio e rivalidade, ou mesmo de guerra. Em meio a isso, usar a desculpa de que estão fazendo está barbaridade emvirtude de dois soldados que foram capturados é no mínimo achar que o mundo é imbecil! Depois mudar o discurso para dizer que se pretende enfraquecer o dominio do grupo “radical” na zona de fronteira, a pára com isso né! O pior de tudo é ter que aguentar a forma tendenciosa como as notícias são dadas na Globo, hoje mesmo o repórter falou: ” os soldados israelenses continuam a luta para libertar os dois companheiros capturados!”. Se fica díficil para nós daqui do Brasil vermos Israel como a pobre e injustiçada nação odiada, imagina para aqueles que ali vêem seus país, filhos, parentes e amigos sofrendo tanto e até mesmo morrendo? Israel está semeando ódio, não acredito que o Deus de Izaque e Jacó esteja de acordo com tudo isto. É bom lembrar que quando o povo escolhido erra, nosso Deus o castiga severamente.

  • 59 O Espezinhador // 25/July/2006 às 11:30

    Irritante é a sua ignorância e má fé, Mario Cesar.
    Terroristas são terroristas e ponto final. Não houve “seqüestro” de “militante”. Houve a prisão de terroristas, de pessoas responsáveis por ataques que mataram e feriram cidadãos de Israel.
    O que você chama de “prisioneiros libaneses” são terroristas do Hezbollah presos, julgados e condenados por seus crimes.
    Se você tem tanta peninha de assassinos condenados, que escreva uma carta à justiça brasileira pedindo para hospedar em sua casa a Susane Von Richtoffen, o Marcola ou o Beira Mar.
    Irritante essa fajuta pretensão de sabedoria. Só engana trouxa.

  • 60 Wilian // 25/July/2006 às 11:34

    Realmente, chega a ser irritante os defensores dos terroristas . Que se aniquilem os paises defensores dessa escoria.

  • 61 Otsugua Oinotna // 25/July/2006 às 11:34

    Marcos Aurélio, brasileiro não apoia Israel porque é povinho burro. Povinho de zebus que elege Lula não poderia mesmo agir com inteligência.
    Subdesenvolvimento não é obra do acaso. Exige muito esforço. Vocês, dessa periferia infecta da América Latrina, entregues ao Chavez, ao Moralez e ao Luladrão merecem mesmo viver nessa pocilga. Israel é um país de Primeiro Mundo e vocês chafurdam no terceiro. Povinho ignorante que merece viver na miséria.

  • 62 arriegua // 25/July/2006 às 11:35

    Nao dá para defender tais atos insanos….mesmo que baseado no direito da legitima defesa….Sao Paulo está sendo atacada constantemente pela marginalidade, o Estado sabe que os marginais que estao trazendo o caos a populaçao, se escondem nas favelas….nem por isso as favelas estao sendo bombardeadas indiscriminadamente pelo exercito ou invadida pela policia, muito menos o Marcola, o lider do terror, foi morto, na prisao. Até os marginais, cujos atos sao inominaveis, estao agindo com alguma etica, ao determinar que os passageiros dos onibus queimados saiam de seu interior, bem como o motorista, para queimar o veiculo. Mesmo na guerra devemos manter um minimo de etica. Hitler nao fez isso….

  • 63 arriegua // 25/July/2006 às 11:38

    Otsuga, pelo nome se descendente de japones, vcs se esqueceu facil de Hiroshina e Nagazaki…realmente como paisinho burro nao apoiamos a morte de tantos milhoes de inocente….mas vc. deve ter apoiado, né????

  • 64 Wilian // 25/July/2006 às 11:41

    O arriegua quer comparar um conflito externo com um interno. Haja paciencia pra essa turba terrorista.

  • 65 SP // 25/July/2006 às 11:42

    Tudo isso é lamentável mas compreensível.
    estratégicamente Israel minou a infra estrutura do Hezbolah, que infelizmente é a mesma de beirute e está tentando afastar de uma faixa com 15 ou 20 Km os terroristas do Hezbolah.Do ponto de vista estratégico é plausível mas daí vem as quest?es humanitárias…O povo do Líbano está sendo castigado duramente pelas atitudes do eixo Hezbolah/Síria/Irã, não merece isso, mas em contrapartida Beirute teve 6 anos para desarmar ou destruir os terroristas, não o fez e ainda legitmou o terrorismo institucional quando permitiu a eleição de terroristas para fazer parte do governo.O mundo condena tal iniciativa de Israel, mas em 6 anos não se pronunciou tão efetivamente contra as bombas que caiam quase diariamente na cabeça dos israelenses…tudo isso é lamentável e volto a reafirmar, a solução para um mundo viável são fontes de energia alternativas, assim não o mundo ocidental não se tornaria mais um refém desses terroristas satânicos e do verdadeiro eixo do mal que tem em sua liderança o Irã.

  • 66 O Espezinhador // 25/July/2006 às 11:43

    Arriegua, você poderia me dizer qual seria o “mínimo de ética” que os terroristas mantém?
    Você pelo visto está muito satisfeito com o modo com que o Brasil lida com seus problemas de violência, né? Posso lhe perguntar se você anda de carro blindado, mora em condomínio fechado e não dá um passo fora de casa sem um segurança bem parrudo? Porque esse é o único modo que eu vejo de se estar satisfeito com a segurança no Brasil…
    Quem sabe com uma ocupação das favelas o crime organizado acabaria? Em 92 deu certo. Depois não deu porque toda vez que o Exército subiu os morros a tchurminha dos “direitos humanos” fez tanto escândalo que nada podia ser feito.
    Se Israel fosse dar ouvidos aos “direitos humanos” e “pacifistas” já teria acabado faz tempo. É isso mesmo o que eles querem. Mas Israel não dá ouvidos e sobrevive.
    Já o Brasil dá ouvidos. Será que o Brasil sobrevive?

  • 67 Luiz Silvio Sanini Neto // 25/July/2006 às 11:46

    Os Israelenses estão se defendendo. O Senhor, autor deste, não me engana. Das duas uma, ou é comunista ou inocente útil. É só os islâmiicos radicais aceitarem a existência de Israel e a guerra termina. Não existe exagero na defesa. Israel está fazendo o que nós deveriamos fazer com os bandidos brasileiros. Não se pode ser condescendente com quer nos roubar e matar. Isto que o senhor defende se chama guerra assimétrica. Os islâmicos radicais podem tudo, até usar seu próprio povo como escudo. Os Israelenses não podem nada, a não ser se deixar matar, pode? Salve o Capitalismo Liberal, salve a LIBERDADE.

  • 68 O Espezinhador // 25/July/2006 às 11:48

    Esse cara é bom!

  • 69 Franco // 25/July/2006 às 11:54

    Olha, eu acho que Israel simplesmente perdeu a paciencia.
    Nao da para negociar com “governos” que nao tem autoridsade sobre seu povo, entao resta o combate.
    O que a siria faz com o Libano é usa-lo como escudo contra Israel afimde poder incentivar o terrorismo dos palestinos e companhia.
    eu acredito ter sido uma grande estupidez terem criado o estado de Israel onde foi criado, nunca havera paz ali, Porque nao mudam Israel de lugar , ja que foi quem chegou por ultimo? E nao me venham dizer que eles ja estavam ali antes e que teve a diaspora e blablabla…Apos a 2 guerra qdo criaram o estado judeu, a maioria ali era arabe e quiseram empurrar goela abaixo o pais ali…deu no que deu.
    Israel ou faz o que esta fazendo, ou todo dia sendo santo ou nao, vai sofrer um ataque.
    JA que os governos do Libano e a autoridade Palestina nao conseguem conter os ataques, só resta a Israel ir la ele mesmo e resolver o seu problema.
    O proximo passo vai ser a Siria, agaurdem…

    Atenciosamente

  • 70 SP // 25/July/2006 às 11:56

    A grande realidade é que o Ocidente pagará muito caro pela condescendência que tem com esses terroristas, com a Síria, com o Irã. O mundo ocidental não se úne, está esperando para como já comentei, o Irã ter sua bomba, em pouco tempo atacar Israel, que irá retribuir junto com os mísseis americanos, que serão atacados pelos russos e asiáticos que receberão a contrapartida americana com apoio atômico de parte da Europa.Isso é real, em 20 anos acontecerá certamente, ao menos em alguma dessas fases, e vemos aqui uns idiotas ainda defendendo o “coitadinho do tarroristinha desamparado”.Lanço uma pergunta para ver quem quer trabalhar e quem quer só a desgraça:
    Se o mundo for suprido por completo com uma fonte de energia alternativa, quem sobreviveria, Irã, Iraque, Síria, A.Saudita, Egito ou por outro lado Israel????É claro que é Israel, falo isso não sendo Judeu, nunca estive lá, somente observo as coisas de forma imparcial.

  • 71 Bebum // 25/July/2006 às 12:03

    Limites? Nunca teve limites. Nem Israel, em Palestina, nem Libano, nem Iraque, nem Irã e muito menos Estados Unidos. O que eu acho mais curioso é que o todo poderoso(USA), que vive arrotando democracia, justiça e etc e tal, vai até lá (no conflito), e quer impor uma condição que somente favoresse um lado. Se o outro quiser é assim e acabou. Ai vem dizer que negociou um cesar fogo ou coisa parecida. É assim que se faz democracia? Vou te falar uma coisa: êta paisinho fudido sô!

  • 72 Guilevy // 25/July/2006 às 12:08

    Espezinhador, por que Israel está acabando com a infra-estrutura libanesa? Já tinham alguma informação anterior?

  • 73 WILSON SANTOS JUNIOR // 25/July/2006 às 12:11

    o MOSSAD continua com seus adeptos de plantão pregando a carnificina, o genocídio, fazendo a apolgia da supremacia de raça dos S-I-O-N-I-S-T-A-S

  • 74 Guilevy // 25/July/2006 às 12:12

    Ô Luiz Silvio, “Salve o Capitalismo Liberal, salve a LIBERDADE”.
    A qual liberdade você se refere, cara pálida?

  • 75 Bebum // 25/July/2006 às 12:13

    Estou com o Franco. Empurraram o Estado de Israel praqueles pobres diabos engolirem e que se fodas. Porque não deram um pedaço da Alemanha pra eles? Porque não deram um pedaço da Itália? Não foram eles que fuderam com os Judeus na II guerra? Já que os Estados Unidos, todo poderoso, teve poder pra empurrar o Estado de Israel praquela região, porque não cedeu um pedaço do seu território pra eles. Quem sabe um pedaço do Texas que roubaram do México. Isso nunca vai acabar.

  • 76 Mario Cesar // 25/July/2006 às 12:15

    “Espezinhador”, “vaitomarnocu”…

    Desculpem, com nicks iguais a êsses, não dá pra levar vocês a sério.

    Uma dúvida, vocês estão com a vacina anti-rábica em dia? Notei indícios alarmantes do contrário.

  • 77 Ducaray // 25/July/2006 às 12:16

    Caralho, o couro aqui tá comendo. Judeu contra não-judeu…puta que pariu!

  • 78 Guilevy // 25/July/2006 às 12:19

    Tá certo, Bebum, depois era só transladar Jerusalém e o Monte Sinai de cargueiro para a Europa.

  • 79 Wilian // 25/July/2006 às 12:20

    É hora do ocidente colocar o Islamismo em seu devido lugar. Acabar com a teocracia do Irã é o primeiro passo. Que os EUA não se acovardem com esses esquerdistas ingenuos.

  • 80 Confúrio // 25/July/2006 às 12:23

    Ricardo Kotscho - a freguesia tem sempre razão.

    Dá-nos a singularidade do ruim, da cultura do péssimo. Somos dia a dia munidos de más notícias. Acostumados a ignorar os caminhos desajustados da humanidade, justamente por sua vulgar exposição.

    Retratar o positivo, o valioso, o moralmente aceitável não criaria um círculo virtuoso em que daríamos maior atenção à aç?es propositivas?

    As guerras estão se tornando vulgares o bastante para olharmos para elas sem tocar a nossa sensibilidade exceto pelos segundos em que vemos a imagem da criança esfacelada, a família destruída, o país em caos…

    Valorizar o que é bom é formar uma opinião que iniba a aceitação passiva da cultura das más notícias e aç?es.

  • 81 Bebum // 25/July/2006 às 12:27

    Pro Otsugua, ou coisa parecida.
    Realmente, moramos no terceiro mundo, um “paisinho” fudido, no sul da América, que não sabe ler nem escrever, que não sabe votar, não sabe opinar, somos leigos em tudo… ou melhor… quase tudo. Receber milhares de Italianos, Ingleses, Alemães, e inclusive, Chineses, Coreanos e Japoneses, somos bons. Porque será que quem nasce em pais de primeiro mundo vem morar aqui? Deve ser porque somos analfabetos e quem tem inteligencia (voces) pode dominar com facilidade o novo mundo. É triste ler sua opinião lá em cima. É sinal que o primeiro mundo não gosta dele mesmo. O que dirá do resto do mundo.

  • 82 Marcelo // 25/July/2006 às 12:30

    No inicio da segunda metade do século vinte, quando quem colocava bombas eram Sharon, Rabin e Peres, eles tb eram chamados de terroristas pelo exécito inglês e eles conseguiram o que queriam, uma patria. Hoje outras pessoas colocam bombas e o desejo é o mesmo, uma patria. Se antes os judeus achavam justo colocar bombas, por que hoje eles condenam o mesmo método ???

  • 83 O Espezinhador // 25/July/2006 às 12:30

    Eu sou S-I-O-N-I-S-T-A com muito orgulho, Wilson. Já você parece ter muito orgulho de ser um B-A-B-A-C-A.

  • 84 O Espezinhador // 25/July/2006 às 12:31

    O Bebum tem mesmo umas idéias que merecem descer pela urina…

  • 85 Victor // 25/July/2006 às 12:32

    O Espezinhador é viado.

  • 86 O Espezinhador // 25/July/2006 às 12:32

    Mudou de nome, Juca?

  • 87 gigoga // 25/July/2006 às 12:34

    É muito fácil, estando de fora, sem entender a complexidade do problema, ser utópico e achar que basta um pouco de boa vontade para este conflito acabar. Israel têm inimigos que querem sua destruição e ponto final! Só estão “dispostos” à negociação quando se sentem enfraquecidos, e estratégicamente querem tempo para se fortalecerem de novo e partiram para os ataques novamente até vencerem. O fundamentalismo islâmico é um risco indiscutível às sociedades ocidentais, e conta, inacreditavelmente com o apoio de muitas organizaç?es e países totalmente equivocados no tratamento desta questão. É muita ingenuidade acreditar num mundo civilizado e respeitoso às outras religi?es e etnias, se estes fundamentalistas tivessem poder decisório e força no ocidente. A França que tem servido de laboratório avançado para estas quest?es vai pagar um alto preço por sua liberalidade atual, já vimos o vandalismo nas ruas de Paris, com milhares de carros queimados e lojas depredadas por jovens de origem mulçumana. Seria muito bom se o mundo acordasse para a dimensão do problema, em vez de cínicamente ficar criticando os Estados Unidos e Israel, alvos prediletos destes reacionários.

  • 88 Bebum // 25/July/2006 às 12:41

    Já que é pra fuder.
    Israel deveria exterminar a Palestina, o Libano, a Siria, o Egito e região. Lançando Bombas com maior poder de destruição. Bomba nuclear, por exemplo. Assim ficaria livre de uma vez por todas deste carma. No mundo existiria somente, judeus, católicos, evangélicos, Budistas e outras religi?es menores. Até que uma delas se achasse mais dona de Deus e começasse a destruir a outra. Provavelmente as religi?es menores e os Judeus acabariam mais rápido. Sobraria apenas Católicos, Budistas e Evangélicos. Ai os Catolicos juntariam com os evangelicos para acabar com os Budistas (que são muitos). Sobraria Catolicos e evangelicos para se confrontarem na grande final. Jesus seria o juiz. Será que ele topa?

  • 89 O Espezinhador // 25/July/2006 às 12:45

    Eu queria poder colocar esse pessoal para morar por uma semana — só uma semaninha, sete dias — em Haifa ou em Safed. Sério!

    Essa galera que reclama de morar perto de morro e de favela ia curtir passar uma semana tendo de dormir em bunker, de sair correndo ao som de uma sirene que toca dez vezes por dia, de sair de casa tenso, olhando para cima, de ter de estocar comida, de ver seus filhos e filhas partindo para o front…

    Todo mundo aqui é politicamente correto, mas duvido que no dia em que um pivete lhe mete a mão dentro do carro e lhe puxa a bolsa ou o celular esse mesmo politicamente correto não solte uns bons palavr?es e deseja que “morram esses crioulos todos”. Conheci um monte desses assim no Brasil, gente que adora posar de bom-moço da boca pra fora mas que é um poço de preconceitos por dentro.

    Querem “direitos humanos” para os terroristas, morrem de peninha dos libaneses… Mas não vivem aqui pra saber o tamanho da barra que é! E em seis meses morando em Israel, depois de já ter passado temporadas aqui de 45 dias e de onze meses, nunca vi nenhum israelense dizendo “que morram todos”!

    Aqui a barra é pesada mas sabe-se que a guerra é assim mesmo. Sabe-se também que o negócio é lutar, é revidar, é demonstrar que a vida continua e que somos mais fortes. Mas brasileiro não sabe o que é isso. É o povo mais preguiçoso e conformista do mundo. Toma porrada e faz piada, depois que finge que entende que “o problema é social”.

  • 90 Rogge // 25/July/2006 às 12:47

    Pedro,

    fiquei tão enojado com esse ataque de Israel ao Líbano, que decidi nunca mais ler teu blog, nem qualquer coisa que tu escrevesses, e muito menos entrar neste constrangedor “Comentários”. Não lerei nenhum deles, para poupar-me constrangimentos, pois sei que aqui moram os sionistas. Mas não deixei de me surpreender com as tuas colocaç?es, a partir do chamamento do artigo.

    Gostaria apenas de esclarecer algo que você camufla no artigo. A guerra não começou com o lançamento de foguetes em Israel, mas com o rapto de soldados, provocados pela invasão sionistas dos territórios palestinos. Não quero discutir aqui quem tem ou não razão no caso. Seja como for, a reação de Israel foi excessiva, covarde, perversa, atentou contra todos os princípio humanos, jogados no lixo com uma indiferença de quem se sente raça superior, acima de toda moral. E essa reação nunca mais sairá da memória da humanidade. Espero apenas que essa horripilante imagem não se estenda aos brasileiros judeus.

  • 91 O Espezinhador // 25/July/2006 às 12:50

    Você não quer discutir porque não quer ouvir nada que contrarie suas convicç?es, né, Rogge?
    Se aqui é a “casa dos sionistas”, caia fora já! Vá pra casa dos comunistas ou dos neo-nazistas que lá você também não precisará discutir. Só balançar a cabeça e dizer amém.
    Ou então vá pra casa do…

  • 92 Victor // 25/July/2006 às 12:51

    Estás certo, Espezinhador. Pusemos até um Bebum na presidencia…queres o quê?

  • 93 Bebum // 25/July/2006 às 12:53

    Não moro em Israel, nem nos Estados Unidos. Não falo Ingles nem mesmo Portugues corretamente. Moro num pais de terceiro mundo, como ja foi dito nesses … sem lá como chama. Mas uma coisa posso dizer com certeza. Moraria aqui mesmo que se tivesse que sair correndo no meio da noite com sirene ou sem sirene nos ouvidos. Sabe porque? Aqui é meu lar, minha casa.

  • 94 Bebum // 25/July/2006 às 12:55

    Não quero ser presidente porra nenhuma. Não me botem nessa roubada. Já sou bastante ignorante pra estar aqui, onde estamos.

  • 95 Victor // 25/July/2006 às 12:57

    Não me refiro ao Sr., “Seu” Bebum, falo daquele outro que tá lá no planalto. Ou será o mesmo?

  • 96 Bebum // 25/July/2006 às 12:58

    Bom, galera até mais. Adoro participar disso. Agora vou voltar ao normal e trabalhar.

  • 97 O Espezinhador // 25/July/2006 às 13:01

    É o Lula, só pode ser!!!

  • 98 fabrizio // 25/July/2006 às 13:04

    Excelente comentário José Luiz.
    Outro dia li uma reportagem no Globo que me deixou tremendamente indignado.
    Falava sobre judeus brasileiros (ou o contrário? Nunca sei …) que vivem em Israel e seu dia a dia nesse momento difícil. Um deles é soldado e comentou que toda a vida é preciosa para Israel e vale a pena ir à Guerra por uma pessoa que seja. Podemos novamente traçar um paralelo com as atitudes nazistas na Segunda Guerra. Quantos partisans deveriam ser chacinados a cada atentado a um soldado alemão? Quantas vidas francesas / italianas valiam a de um alemão? Quantos CIVIS libaneses precisam morrer agora?
    Sionistas, favor responder …..

  • 99 O Espezinhador // 25/July/2006 às 13:05

    VÍTIMA ISRAELENSE DO TERRORISMO ?RABE (1):
    http://www.amnesty.ca/take_action/actions/images/israel_ot_civilian_attacks.jpg

  • 100 O Espezinhador // 25/July/2006 às 13:07

    VÍTIMA ISRAELENSE DO TERRORISMO ?RABE (2):
    http://homelandsecurityus.com/taba3.jpg

  • 101 gigoga // 25/July/2006 às 13:09

    “Mas brasileiro não sabe o que é isso. É o povo mais preguiçoso e conformista do mundo. Toma porrada e faz piada, depois que finge que entende que “o problema é social”.
    O Espezinhador falou a mais pura verdade. Sem guerra, já vivemos uma, por conta da demagogia barata de nossa sociedade. A incompetência grassa vertiginosamente por esta nação. Até quando o povo brasileiro, afogado em um mar de problemas, fruto de sua própria incapacidade e incompetência, vai finger que o problema não é dele ou é com ele?

  • 102 Silvio LLZ // 25/July/2006 às 13:12

    Quando é que teremos passeatas e manifestaç?es contra a extrema covardia de grupos extremistas e crime organizado em se infiltrar entre os civis, para tornar qualquer retaliação contra eles, politicamente incorreta. Como morador do Rio, não vejo bom futuro para Israel, bem como não o vejo para o Rio.

  • 103 Wilian // 25/July/2006 às 13:12

    Temos que acabar com o islamicos radicais urgente. Eua , explodam o irã e outras excrecencias.

  • 104 O Espezinhador // 25/July/2006 às 13:14

    Fabrizio, quando os partisans assassinavam um nazista, era praxe que as tropas alemãs fuzilassem imediatamente 100 pessoas escolhidas ao acaso para cada nazista morto.
    Se você ou qualquer outra pessoa aqui encontrar e provar que em algum momento Israel fez algo parecido, eu pego o primeiro avião de volta para o Brasil e rasgo meus documentos de israelense.

  • 105 Silvio LLZ // 25/July/2006 às 13:15

    Existe uma excelente análise de João Pereira Coutinho, que foi piblicada ontem na Folha Online:
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u43.shtml

  • 106 Carlos // 25/July/2006 às 13:25

    Harold Pinter é judeu também, logo, não é anti semita!!! Acredito que muitos judeus são contrários à guerra, ao contrario do espezinhador!! Daniel Baremboin é judeu e tocou as valkírias em Tel Aviv …

  • 107 fabrizio // 25/July/2006 às 13:28

    Caro Sionista ou O Espezinhador,

    Deixe de cinismo.
    Pelo menos os nazistas institucionalizavam suas atrocidades.
    Agora os americanos/judeus chamam de “colateral damage”.
    Em quanto esta a contagem de mortos?
    Já deixei fazê-lo ….
    600 libaneses X 30 judeus?
    Faça a proporção e chegará à resposta à minha pergunta.

  • 108 RW in Miami // 25/July/2006 às 13:33

    Fabrizio,

    faca essa continha tambem: 1 terrorista suicida x 30 civis mortos em uma discoteca em Tel Aviv (e outros - infelizmente - varios exemplos similares). Ou sera que sua aritmetica so vale para um lado ?

  • 109 Carlos // 25/July/2006 às 13:34

    Acho que a guerra é benéfica para a região … Imagina toda uma cultura, economia, educação, etc voltada pra construir armas e guerrear … Se as guerras acabarem, o que serão dos milhares de trabalhadores sem ter o que fazer??? Os EUA gastam o equivalente ao PIB brasileiro em “defesa” … Israel ganha fortunas com eletrônicos para “defesa” … Os países árabes gastam fortunas com “defesa” … Acho que o racional seria deixar que se matassem de tempos em tempos para rodar a economia!

  • 110 O Espezinhador // 25/July/2006 às 13:43

    O RW in Miami já respondeu o que eu iria te responder, Fabrizio. lamento, mas vou continuar israelense…
    Chomsky e Pinter nasceram judeus, mas abandonaram a religião, a cultura e o caráter. São traidores, vermes da pior espécie.

  • 111 Moishele // 25/July/2006 às 13:48

    Israel tem tanto direito de existir quanto o Brasil.
    Se os misseis e foguetes libaneses erram o alvo a matam civis israelenses, os misseis israelenses também erram o alvo e matam civis libaneses.
    Só uma pergunta:
    Se a guerra está dificil para os libanese, POR QUE ELES NÃO DEVOLVEM OS SOLDADOS SEQUESTRADOS E ACABAM COM O HEZBOLAH?
    Vai ver eles querem mesmo é sacrificar os civis cristãos.

  • 112 Falácias // 25/July/2006 às 13:49

    Assino embaixo PD. Entretanto, quais são as condiç?es de Israel para um imediato cessar-fogo?

    O que interessa no momento é terminar com as hostilidades de ambos os lados. Já passou a hora de fazer valer a Convenção de Genebra, agora mais é possível. Os estragos já foram feitos. Posteriormente, a ONU deveria fazer um relatório dos crimes cometidos e enviar à Comissão de Direitos Humanos para que esta delibere.

    É certo que não terá surtido efeito a ofensiva de Israel contra o Hezbollah. No entanto, aqueles que defendem a continuidade da operação querem o quê? Quanto tempo acham que levará para desmantelar o Hezbollah? Até quando a população libanesa sofrerá as conseqüências disso?

    A estratégia precisa ser repensada. Deve-se implantar uma força de paz que tenha um mandato para reprimir as investidas do Hezbollah tanto quanto impedir qualquer abuso por parte de Israel no território libanês. Não importa que seja da ONU, OTAN ou um conglomerado de potências militares, urge que ela tenha poderes para garantir a paz.

    O exército libanês precisa ser fortalecido se quisermos que o país possa impor sua soberania em todo o território. As potências do Conselho de Segurança poderiam oferecer convênios militares para re-equiparem as forças armadas do país e oferecerem financiamentos para custeio da máquina.

    Tudo isso passa por um compromisso do governo libanês e da sociedade daquele país de ser absolutamente intolerante com o Hezbollah.

    Se as partes não se comprometerem seriamente com seus deveres, não vejo outra saída senão intermitentes hostilidades de lado a lado.

  • 113 Antônio Augusto // 25/July/2006 às 13:50

    Tem gente tão desumana que é contra o cessar-fogo.
    Eles defendem a continuação da carnificina.

    Isto:

    http://www.resistir.info/moriente/ajuda.html

    É a prática dos terroristas que dizem lutar contra o terrorismo.

  • 114 Carlos // 25/July/2006 às 13:50

    Chomsky é um dos maiores gênios da humanidade … Professor hemérito do MIT. Pinter foi premio nobel de literatura de 2005. Na minha opinião eles não são vermes …

  • 115 Moishele // 25/July/2006 às 13:51

    O mau dos libaneses não