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The Independent

July 21st, 2006 · · 404 Comentários

Quem apóia o cessar-fogo imediato?

E quem não apóia? dica do Fábio Assis

Tags: Israel e Palestina · Mídia · Oriente Médio

404 Comentários até agora ↓




  • 1 andrea // 21/July/2006 às 17:19

    só israel, eua e inglaterra, não apóiam?…
    e aquele paísinho que sempre votava com israel na onu? acabou?…

  • 2 Fred // 21/July/2006 às 17:32

    Uau! Capa histórica! Boa pra guardar!

  • 3 Pai Francisco // 21/July/2006 às 17:45

    PD, de Independent o The Independent não tem nada. Deixe-me propor uma pergunta diferente: quem apoiava a saída de Gaza? Todos os países, inclusive os EUA e a esquerda de Israel que levaram o Sharon a cometer essa maluquice. A saída de Gaza resultou em um dos maiores desastres: O Hamas continua forte e agora reclama para si a “vitória da resistência” sobre Israel. Resultado, o prolongamento do conflito entre israelenses e terroristas palestinos. As naç?es que se declaram a favor do cessar-fogo o fazem sob os holofotes mas sabem que se beneficiarão com a continuação da açÃo contra o Hezbolah. E elas sabem que podem bancar o bom moço enquanto os EUA, amparados pela opnião pública doméstica, garantir isso através de veto no conselho de segurança.
    Agora, eu não acho que realmente a açÃo acabará com o Hezbolah. Isso só acabará com um ataque ao Irã. O que se pode esperar e que os incentivos corretos se estabeleçam no Líbano e que a infraestrutura do Hezbolah seja bem comprometida.

  • 4 Pai Francisco // 21/July/2006 às 17:47

    PD: dá uma olhadinha no editorial do Jerusalem Post de hoje no mesmo tema: http://www.jpost.com/servlet/Satellite?apage=1&cid=1153291961819&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull.

  • 5 andrea // 21/July/2006 às 17:48

    Para melhorar o nível de informação no debate aqui vai uma pequena “biografia” do chefe do Hezbollah

    Líder terrorista para os inimigos, herói nacional para os simpatizantes, Hassan Nasrallah, chefe da milícia xiita do Hezbolá, tornou-se em 10 dias o homem que ameaça a segurança de Israel e mergulha novamente o Líbano em um obscuro período de guerra.

    ? Veja mais imagens de ataques
    ? Mande relatos e participe do vc repórter
    ? 250 brasileiros esperam resgate no Líbano

    Inabalável, enigmático e hábil, Nasrallah é muito mais do que um líder islâmico. Por baixo da barba grisalha, da voz firme, porém pausada, e do turbante preto dos descendentes do profeta Maomé, esconde-se um alquimista da linguagem, um homem capaz de cativar as massas e um chefe militar implacável, com um senso de tática e estratégia reconhecido inclusive por seus inimigos.

    “Dizemos a Israel que a guerra está começando e que nossos combatentes mantêm intacta sua capacidade de resistência e preparam surpresas”, afirmou Nasrallah nesta semana, apesar de a ofensiva no Líbano já ter causado mortes e destruição.

    Aos olhos de todos, esse líder teve um papel-chave na retirada das tropas israelenses, em 2000, e na troca de 30 milicianos do Hezbolá e 400 presos palestinos de Gaza e Cisjordânia por um soldado de Israel e o corpo de outros três, em 2004. Agora, ele tenta repetir a jogada, com o seqüestro de dois soldados israelenses na fronteira no último dia 12, apesar de a ação ter provocado a oposição de boa parte das autoridades libanesas.

    Nomeado líder do Hezbolá em 1992, quando seu antecessor, Abbas Mussaui, foi assassinado por Israel, Nasrallah, de 46 anos, chefia um Estado dentro do Estado libanês. Seu movimento, nascido da guerra civil libanesa, tornou-se um dos adversários mais temidos de Israel, cuja audácia e capacidade técnica ultrapassa a das guerrilhas comuns.

    O Hezbolá, presente no Parlamento libanês, amo e senhor do sul do país e onipresente nos subúrbios xiitas de Beirute, dita leis, dirige escolas e hospitais e organiza programas de assistência social. A imprensa libanesa calcula que o orçamento da milícia oscile entre 20 milh?es e 160 milh?es de dólares por ano, financiado pela diáspora libanesa e por contribuiç?es de Síria e Líbano.

    O arsenal do Hezbolá sempre foi um mistério e preocupa Israel. Apesar de a resolução 1559 da ONU ter exigido o seu desarmamento, a milícia é uma das guerrilhas mais eficientes do mundo. Apenas nesta semana, disparou centenas de foguetes de diferentes potências e mísseis contra o norte de Israel, e ameaça chegar a Tel Aviv.

    Segundo especialistas, o Hezbolá ainda não mostrou todo o seu poderio. Além disso, seu líder tem relaç?es privilegiadas com autoridades sírias e iranianas, e seu prestígio nos territórios palestinos não pára de crescer. Juntamente com Khaled Mechaal, líder do Hamas no exílio, Nasrallah é atualmente um dos alvos mais procurados por Israel.

    Nasrallah trabalha movido pela fé na justiça da causa que defende: a oposição à ocupação e a tudo o que dela deriva. Para ele, Israel é simplesmente a “Palestina ocupada”, embora sempre tenha limitado a luta do Hezbolá ao território libanês.

    “O mundo só conseguirá libertar os dois soldados israelenses presos por meio de negociaç?es indiretas e dentro de uma troca de prisioneiros”, assinalou o líder nesta semana. Nascido no ano de 1960, em Beirute, Nasrallah estudou na cidade iraquiana de Najaf, lugar sagrado para os xiitas, até ser expulso pelo regime sunita de Saddam Hussein e se transferir para o Irã.

    O dirigente considera o líder iraniano Khomeini uma espécie de padrinho espiritual, mas sente repulsa pela jihad (guerra santa) da Al-Qaeda, que, segundo ele, descaracteriza o islã. Nasrallah vivia no subúrbios agora destruídos do sul de Beirute, com a mulher e três filhos. O primogênito, Hadi, morreu num confronto armado com os soldados de Israel no sul do Líbano, em 1997.
    AFP
    fonte: Terra

  • 6 O Espezinhador // 21/July/2006 às 17:58

    Pois é, eu proponho então uma espécie de joguinho aqui, aberto a todos:

    Vamos imaginar que à meia-noite de hoje (faltam alguns minutos para meia-noite aqui) Israel declare cessar-fogo.

    O que vocês acham que acontecerá depois?

    Algumas idéias:

    * O Hezbollah libertará os reféns?
    * O governo central libanês expulsará o Hezbollah?
    * Os ataques com mísseis contra Israel pararão?
    * Síria e Irã suspenderão a ajuda ao Hezbollah?

    De concreto parariam as mortes de inocentes no Líbano. Não é pouca coisa. Mas o leitmotif (os alemães têm uma palavra linda e absolutamente impronunciável para qualquer coisa) do conflito seria resolvido?

    Uma última pergunta: no caso deste cessar-fogo, será que outros conflitos futuros seriam evitados com ele?

    Eu vou dormir. Amanhã eu volto. Boa noite a todos…

  • 7 lao // 21/July/2006 às 18:12

    Ah..se fossemos uma democracia não haveria segundo turno, não é?

    abrs,

  • 8 Mr X // 21/July/2006 às 18:20

    Duvida: O tal cessar-fogo é so pra Israel ou é pro Hezbollah e Hamas tambem? Ou é daqueles “cessar-fogo” que so’ valem pra um lado?

  • 9 Pax // 21/July/2006 às 18:27

    E amanhã também Israel deixará de querer parecer vítima e os judeus pararão de se acharem o povo escolhido.

    Entendi… e um dia a gente acorda né?

  • 10 Clara // 21/July/2006 às 18:32

    São os países bonzinhos de um lado, países detentores de profundo humanismo iluminista, que apregoam e professam o direito de livre expressão de idéias em seus países, são respeitadores dos direitos humanos, dos direitos das mulheres e da liberdade de todos os credos ou da falta dele, e finalmente que respeitam a liberdade de opção sexual.

    Os outros, são os maus e tudo de ruim. O mundo é tão simples, para que complicar? E nós sempre escolhemos sempre os bons e virtuosos porque somos ótimas pessoas!

  • 11 Pax // 21/July/2006 às 18:34

    Ao mesmo tempo que amanhã a gente vai encontrar os militantes do Hezbolá rebolando um samba com umas morenas gostosas e tomando umas caipirinhas.

    Aí a gente acorda pela segunda vez.

  • 12 Pax // 21/July/2006 às 18:37

    Nesse mundo traidor nada é verdade nem é mentira. Tudo é segundo a cor do cristal em que se olha….

    Essa frase em espanhol, no original, é muito mais bonita…

    “En este mundo traidor nada es verdad ni es mentira, todo es según el color del cristal com que se mira.” Ramón de Campoamor (1817-1901)

  • 13 Elias // 21/July/2006 às 18:46

    Andréa,
    faltou dizer que o Hezbollah é, basicamente, uma vanguarda militar da Síria.

    Se alguém tinha alguma dúvida a respeito, agora não tem mais. Ninguém com um orçamento de “20 milh?es a 160 milh?es dólares” por ano, tem cacife pra disparar 100 mísseis por dia.

    Mesmo na hipótese do orçamento maior, ele não garantiria esses disparos por mais de duas semanas.

    O grupo guerrilheiro entra só com a carne humana, pra ser moída na máquina da guerra. O resto, vem de mais ao norte.

    Pra Síria a coisa não poderia estar melhor.

    1 - Está sustentando uma guerra contra Israel sem levar um único tiro de volta.

    Lembro dos idos de 1967, quando oficiais das forças armadas sírias fugiram — aos milhares — da frente de combate (com as armas frias, virgens de disparos), abandonando seus comandados à própria sorte.

    Não tiveram a decência de encarar, com seus soldados, a barra da derrota. Abandoraram soldados, canh?es, tanques, muniç?es… tudo! Verdadeiros vira-latas… Poderiam, pelo menos, ter destruído os equipamentos militares. Mas a pressa de fugir era tanta que nem isso fizeram.

    Esses oficiais, tão “corajosos” quando se trata de executar a repressão interna no país, borraram as calças ao ter diante de si um inimigo de verdade.

    A decoração mais usada pelos tanques israelenses era uma faixa dizendo: “Expresso para Damasco”.

    Agora os oficiais sírios não precisam fugir. Aliás, não precisam nem lutar, nem morrer.

    Tem um monte de idiotas fazendo isso por eles.

    2 - Transformado em sucata, o Líbano pode ir dando adeus às suas pretens?es de independência. No máximo, voltará a ser um baneário de luxo sob a jurisdição da família Assad (mais dinheiro para o clã, na hora de obter financiamentos para a reconstrução).

    Na Síria, os batriças devem estar enfregando as mãos…

  • 14 Pai Francisco // 21/July/2006 às 18:46

    Pax, nesse caso seria difícil você achar que a vítima é o Hizbolah. Até o palhaço do Solanas já declarou que não há motivação nenhuma (territorial ou qualquer outra) que justificasse a invasão territorial e sequestro e assassinato de cidadãos israelenses. Agora seu comentário do povo escolhido, realmente mostra uma pontinha de anti-semitismo. Qual o problema com isso? Todos povos se acham especial e suas crenças e mitos são em geral etnocêntricos. Porque o judeu não pode acreditar nisto? As aç?es é que falam: você não vê judeu querendo converter não judeu nem matando não- judeu pelo fato dele não ser judeu. E indo um pouco mais além, você provavelmente tem amigos(as) do outro sexo, não? E se você escolhesse um (a) deles(as) para se casar, os (as) outros (as) o acusariam de racismo? Os judeus não acham que o seu D’us goste menos dos outros povos, eles acreditam, como acredita a maioria dos povos, que têm uma relação especial com Ele para a qual eles foram escolhidos (aliás uma relação que traz muitas responsabilidades e obrigaç?es como também alegrias e esperança).

  • 15 Clara // 21/July/2006 às 18:46

    E como nós não perseguimos ninguém e somos totalmente isentos de qualquer preconceito, a cor do cristal com o qual vemos o mundo sempre nos refletirá de volta uma grande paz interior, e poderemos botar a cabeça no nosso travesseiro imaculado e dormir o sono dos justos.

  • 16 Pai Francisco // 21/July/2006 às 18:52

    Elias, Estou totalmenete de acordo. O ponto porém é que a Síria é uma piada e representa muito pouco risco a Israel. O Irã por ouitro lado…

  • 17 WILSON SANTOS JUNIOR // 21/July/2006 às 18:57

    o Mossad está dominando este espaço…

  • 18 Mr X // 21/July/2006 às 19:05

    Elias, Pai Francisco, Clara,
    Otimos comentarios.
    E ja que estamos, alguem tem alguma ideia do que significa essa data de 22 de agosto proposta pelo presidente iraniano? Ha uma lenda urbana que ele vai testar ou até usar sua primeira bomba nuclear nesse dia (pois coincide com a data da conquista de Jerusalem por Saladin). Rezemos que nao seja verdade. O perigo mesmo é o Ira.

  • 19 Mr X // 21/July/2006 às 19:05

    O Wilson Santos Junior,
    Nao tem uma piadinha mais original pra propor, nao? Essa ja foi contada umas 50 vezes so hoje… :-/

  • 20 Pax // 21/July/2006 às 19:30

    Era só o que faltava aqui, me chamarem de anti-semita. Pra ver como andam as loucuras dos idos atuais. Neguinho realmente não me conhece e sai falando… e se acham únicos com direito de dormir o sono dos justos… e ninguém mais tem esse direito? Putz.

    Shabat Shalom.

  • 21 Pai Francisco // 21/July/2006 às 19:34

    Pax, Mal se ofendi, mas respondi ao comentário. Shabat shalom.

  • 22 Pax // 21/July/2006 às 19:37

    Clara, eu já trabalhei pra comunidade. Nunca senti tanto preconceito. Inclusive entre os pares, coitados dos sefaradis humilhados pelos ashkenazi. Não li na internet não. Vi e vivi por alguns anos. Então moça, cuidado com as palavras. Não é legal mentir. Não ser preconceituoso com opção sexual, que é uma verdade do povo judeu, não quer dizer que é totalmente não preconceituoso. Isso não é verdade.

    Eu não estou defendendo Hezbolá ou qualquer movimento árabe terrorista moça, o que não estou defendendo é o assassinato de inocentes dos dois lados.

    Pai Francisco… antes de qualquer proselitismo barato, se poupe. Sou ateu.

  • 23 Paulo // 21/July/2006 às 20:00

    Pai Francisco,

    Li há poucos dias uma introdução de um livro de Espinosa (Ética), introdução escrita por humberto Hohden, em que se fala sobre “o olho por olho, dente por dente” bíblico, apontando-o como um progresso humanístico, na medida em que serviria como uma limitação dos efeitos da vigança, garantindo uma proporcionalidade entre a ofensa e a resposta a ela. Não lhe parece que o Estado de Israel está olvidando tal preceito? Ou será, que ele entende que a vida de um israelense vale a vida de dez pessoas de outras nacionalidades, civis ou não? De que modo você explica o fato de que tal proporção tem sido mantida desde o ínicio do atual conflito.
    Paulo

  • 24 Pai Francisco // 21/July/2006 às 20:04

    Pax, Que bonito o que você falou cara! Eu só não vi proselitismo nenhum no que eu falei. Vai ver que nem eu mesmo entendi o que eu falei, como sou burro. De qq maneira shabat shalom de novo.

  • 25 Pax // 21/July/2006 às 20:12

    Shabat shalom, que entre uma refeição e outra eu não como nada, pra respeitar o jejum. :=) !

  • 26 Pai Francisco // 21/July/2006 às 20:14

    Paulo , Não se trata de vingança pela vingança. Não quero entrar no mérito religioso, mas o dente por dente e olho por olho é um pouco mais complicao: por exemplo se a vítima tem um olho só, aceita-se que a punição seja tirar somente um olho do algoz. Mas por favor, isto é somente uma abstraçÃo, eu sou totalmenet contra a vingança como justificativa o que eu proponho aqui é uma estratégia em que Israel assegure sua sobrevivência em meio a um emaranhado de inimigos. A implantação desta estratégia de Pax Romana pode ser muito dolorosa para ambas as partes mas a alternativa (uma Pax Syriana) é bem pior, também para ambas as partes.

  • 27 Paulo // 21/July/2006 às 20:46

    Pai Francisco,
    A questão é saber quando será implantanda esta paz a ferro e fogo? Israel tenta fazê-lo há muito tempo, e nada conseguiu ainda. Não gosto de dar pitaco, pois esta não é a minha área, mas eu penso que, a perdurar essa ótica e os mesmos métodos, nenhuma paz jamais será obtida, a não ser que se matem todos palestinos e árabes hostis. Seria isso possível em termos práticos, caso fosse possível fazer abstração da questão humanística? Penso que não. Logo, urge procurar um caminho alternativo.

  • 28 chesterton // 21/July/2006 às 21:35

    Cessar fogo nada, rendição total do Hamas e do Risbolá.

  • 29 Guilherme // 21/July/2006 às 21:58

    Massacre é o que Israel está promovendo no Líbano. Massacre. A desculpa? O sequestro de dois soldados israelenses!
    A comunidade internacional desaprova, mas não tem culh?es prá tomar nenhuma atitude mais séria, porque não quer melindrar o papai USA.
    O governo do Líbano tem tanta capacidade de controlar o Hezbolah quanto o nosso de acabar com o PCC. Então fica fácil pros EUA apoiar o massacre israelense e culpar o governo libanês de conivente com o Hezbolah.

  • 30 Delsio // 21/July/2006 às 22:20

    Acabo de ver parte da cobertura da CNN na região. Cristiane Amanpour em Israel e Nick Robertson do Líbano. O último entrevista o presidente do Líbano que diz irá lutar ao lado do Hesbolah se Israel mobilizar seus efetivos por terra para tentar uma vitória efetiva sobre o grupo terrorista. O que ele quer?! Assim ele terá o grupo mandando e desmandando em seu território eternamente, sendo que ele pode derrotar esta facção que infelicita o Líbano há muito tempo! Mostraram as forças libanesas em parada: uma piada, parece aquele blindado da Corrida Maluca. Tosco.
    Acorda Emili Lahoud!

    Abs.

  • 31 Delsio // 21/July/2006 às 22:28

    Não gosto de assistir a CNN. Com as chamadas ao vivo fica aquela sensação do filme “Network”…….e se Nick Robertson ou vá lá, Cristiane Amanpour recebem um Katiusha na testa?!
    A gerra me assusta. E tudo o que ela desencadeia à inocentes ,sejam crianças ou repórteres.

    Abs.

  • 32 Blergh // 21/July/2006 às 23:14

    A desinteligencia desse presidente libanes me assusta…

  • 33 duda // 22/July/2006 às 0:46

    Caso exista um desejo de paz por parte da região do Oriente Médio um cessar fogo eh urgente. Mas infelizmente não me parece o caso e isso não eh de hoje, nem de ontem, nem muito menos de anteontem. Soh não me venham dizer que tudo recomeçou por dois soldadinhos, se engana que eu gosto !! Ou como bem disse alguém por aih : conta outra piada agora. No mais tem muito gente por aih levantando bandeira que jah veio pronta e pior misturando com religião .

  • 34 Perguntar não ofende // 22/July/2006 às 9:09

    Minha dúvida é outra e não tem nada a ver com quem é contra e quem é a favor: alguém sabe qual é a estratégia de longo prazo de Israel para essa guerra? (E como os ânimos costumam se acirrar por aqui, esclareço que essa não é uma pergunta retórica mas uma dúvida real minha.)

    O exército bombardea o Líbano, invadem o país por terra, desmantela o Hizbolá mas, e depois? O que acontece?

  • 35 chesterton // 22/July/2006 às 9:30

    Cessar fogo para quê? Para o s muçulmanos continuarem com sua dose diaria de foguetes contra Israel? Bem disse o ministro israelense que, se o chefe estivesse pensando em estratégias de semanas, estaria perdendo tempo, pois em questão de dias a “comunidade” internacional pediria um cessar fogo, como sempre fez quando quase Israel conseguisse acabar com os terroristas.

  • 36 leonel de souza // 22/July/2006 às 9:50

    A única coisa que podemos fazer é torcer para que a guerra não se torne um conflito generalizado no Oriente Médio, e torcer para que o barril de petróleo não chegue a U$ 150 dólares, senão eu tô ferrado.

  • 37 Antônio Augusto // 22/July/2006 às 10:18

    Agradeço ao Fábio Assis e ao Pedro Doria a divulgação da tão oportuna capa do “The Independent”.
    Não se pode ser contra o cessar-fogo imediato. Não apoiá-lo é persistir nos massacres e matanças contra populaç?es civis; é persistir na destruição do Líbano e de Gaza.
    O cessar-fogo imediato inclui a cessação das atuais hostilidades, tanto a Guerra de Israel contra as populaçoes libanesas e palestinas, quanto os ataques do Risbolá contra Israel.
    A denúncia mundial da insanidade vigente e a pressão da comunidade internacional podem obter o cessar-fogo. Quanto antes, melhor. Basta de mortes de crianças e civis libaneses, palestinos e israelenses.
    No esforço pela obtenção do cessar-fogo, a situação se encaminha para rumos civilizados, se estabelecem negociaç?es, e começamos a sair da situação anti-humana dos crimes de guerra.

  • 38 Antônio Augusto // 22/July/2006 às 10:25

    Abaixo, trechos de matéria da “Carta Maior” mostram a repercussão no Brasil da atual guerra e os esforços pelo cessar-fogo:
    “Em São Paulo, a comunidade árabe e, em especial, libaneses e seus descendentes, realizaram na Praça da Sé um ato de protesto contra Israel e os ataques ao Líbano e à Palestina, que reuniu centenas de manifestantes e contou com apoio de várias organizaç?es ligadas à Coordenação dos Movimentos Sociais (MST, CUT, UNE, Marcha Mundial de Mulheres) além de partidos como o PSOL, PSTU e PC do B.

    Com fortes ataques aos governos israelense e dos EUA, acusados de desconsiderar as decis?es da ONU e de praticar atos de terrorismo contra libaneses e palestinos, as falas elencaram casos de perdas e exemplos do horror sofrido pelos civis libaneses – faixas e cartazes com fotos de crianças destroçadas pelas bombas de Israel estavam espalhadas por toda a Sé -, mas também houve fortes cobranças ao governo brasileiro para que condene publicamente os ataques e se posicione claramente na ONU em favor do cessar fogo, repudiado esta semana pelo presidente americano George Bush.

    Segundo o deputado federal Jamil Murad (PC do B-SP), que se reuniu com o chanceler Celso Amorim e lideranças libanesas na última terça feira, o Itamaraty chegou a soltar uma nota mencionando os ataques, e se comprometeu a contatar a embaixada de Israel no Brasil para cobrar o cessar fogo.

    Na nota, o Itamaraty afirma que “o Governo brasileiro continua a acompanhar com extrema preocupação a escalada do conflito militar em curso no Líbano. Ao reiterar seu repúdio ao terrorismo, não importa sob que justificativa, o Brasil condena, nos termos mais veementes, o uso da força contra a população civil, que provocou a morte de pelo menos sete cidadãos brasileiros, entre eles três crianças. O Governo brasileiro nota, com consternação, que a ação militar israelense no Líbano já ocasionou mais de duas centenas de vítimas e de quatrocentos feridos entre a população civil, além de danos materiais de enorme magnitude a instalaç?es de infra-estrutura no País, hoje virtualmente isolado por terra, mar e ar. O Governo brasileiro exorta Israel a evitar medidas desproporcionais de represália capazes de contribuir para a deterioração da situação humanitária no território libanês. O Governo brasileiro reitera os termos da Resolução 1559 do Conselho de Segurança das Naç?es Unidas, que pede o desmantelamento de todas as milícias presentes no Líbano. O Brasil renova seu apoio às iniciativas diplomáticas em andamento para a obtenção de um cessar-fogo imediato, em particular aos esforços da Missão de Alto Nível enviada pelo Secretário-Geral das Naç?es Unidas à região. O Governo brasileiro exorta a comunidade internacional a assumir sua responsabilidade com vistas a restabelecer um ambiente de paz e estabilidade na região, e conclama as partes diretamente envolvidas a adotar medidas que possam, desde já, contribuir para uma solução duradoura do conflito”.

    Apesar de considerar positiva a iniciativa da nota, o candidato ao governo de São Paulo pelo PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, afirmou que a situação exige mais da presidência da república. “O governo brasileiro não deveria fazer protestos em letra pequena. Tem que fazer com que o povo brasileiro saiba da sua posição, tem que assumi-la em declaraç?es públicas do presidente Lula”.

    Segundo o coordenador do Instituto Jerusalém de Campinas, Ali El Khatib, as lideranças libanesas deverão se reunir novamente com o Itamaraty na semana que vem para discutir os posicionamentos políticos. De início, defrendem, é imperativo que o governo se contraponha a um tratado de livre comércio entre Mercosul e Israel. Para isso, devem contar com apoio de vários deputados federais, explica Ivan Valente (PSOL-SP). “Estamos pedindo para que o governo cancele publicamente o acordo. Não tem sentido o Brasil e o Mercosulk financiar um estado que adota práticas terroristas e descumpre todas as decis?es da ONU”, afirma.”

  • 39 leonel de souza // 22/July/2006 às 10:27

    Dentro da contigência política atual da região, não há como acabar com o terrorismo na região e nem no mundo, sejamos realistas.

  • 40 Carlos // 22/July/2006 às 10:29

    O cessar fogo só será realidade após alguns cogumelos na cabeça dos energúmenos.

    Fala sério!

  • 41 Antônio Augusto // 22/July/2006 às 10:32

    “A dupla moral do Ocidente”, carta pública e conjunta de Noam Chomsky, Harold Pinter, José Saramago e John Berger.
    Emir Sader a divulgou no seu “blog”.
    Abaixo, trechos da carta:
    BLOG DO EMIR

    A dupla moral do Ocidente

    Emir Sader

    Quatro dos mais conhecidos intelectuais ocidentais divulgaram uma carta denunciando o que chamam de “moral dupla do Ocidente” em relação ao que vem acontecendo no Oriente Médio, no conflito entre Israel e Palestina. Noam Chomsky e os escritores Harold Pinter, José Saramago e John Berger assinam o texto que denuncia “uma prática militar, econômica e geográfica de longo prazo, cujo objetivo político é nada menos do que a extinção da nação palestina”. A íntegra do documento é a seguinte:

    A dupla moral do Ocidente
    “O último capítulo do conflito entre Israel e Palestina começou quando as forças armadas israelenses seqüestraram dois civis, um médico e seu irmão, em Gaza. Um incidente que teve escassa repercussão nos meios de opinião de qualquer parte do mundo, com exceção da imprensa turca. No dia seguinte, os palestinos tomaram como prisioneiro um soldado israelense – e propuseram libertá-lo negociando um intercâmbio de prisioneiros em mãos dos israelenses. Há aproximadamente 10 mil palestinos detidos nas pris?es de Israel”.

    “Que este “seqüestro” seja considerado uma atrocidade, enquanto que a ocupação militar ilegal da Cisjordânia e a apropriação sistemática dos recursos naturais dos palestinos – principalmente a água – por parte das forças armadas israelenses é considerada um fato da vida, lamentável mas realista, é típico da dupla moral que com freqüência emprega o Ocidente frente ao que ocorreu aos palestinos, na terra que lhes foi adjudicada mediante acordos internacionais, durante os últimos setenta anos”.

    “Hoje, a uma atrocidade segue-se outra atrocidade; os mísseis improvisados se cruzam com outros sofisticados. Estes últimos, em geral, encontram seu alvo onde vivem os pobres despossuídos e morando empilhados, esperando o que alguma vez se chamou Justiça. Ambas categorias de mísseis dilaceram corpos de maneira horrorosa – quem senão os comandantes de campo podem esquecer isto por um momento?”

    “Cada provocação e contra-provocação é objetada e dá lugar a um sermão. Mas todos os argumentos, acusaç?es e promessas subseqüentes servem como uma distração para desviar a atenção mundial de uma prática militar, econômica e geográfica de longo prazo, cujo objetivo político é nada menos do que a extinção da nação palestina”.

    Isso deve ser dito em voz alta e clara já que a prática, declarada somente metade das vezes e freqüentemente encoberta, avança a passos acelerados nestes dias e, em nossa opinião, é preciso reconhecê-la constante e eternamente como o que é, e opor resistência a ela”.

  • 42 chesterton // 22/July/2006 às 10:47

    Kofi Annan, o secretário-geral daquela ONG cara, inútil e antiamericana, embora sustentada pelos EUA, que é a ONU, é mesmo um homem corajoso. Nesta quinta, munido do habitual porte moral, condenou severamente o Hizbollah por “manter o Líbano refém com seus ataques à população civil em Israel”. Dado o pito de um lado, aí ele resolveu dar do outro. Criticou os israelenses “pelo uso desproporcional de força e punição coletiva aos libaneses”. E pediu um cessar-fogo imediato. Annan é o Lula da ONU. Só está lá porque dão de ombros para a sua gestão desastrada e cheia de casos de corrupção. Ao fazer esse discurso vagabundo, iguala um Estado organizado, que está reagindo a ataques, a um grupo terrorista, cuja finalidade declarada é destruir um país. Ainda bem que, em horas como esta, os EUA sabem bem distinguir o mal do bem. O Congresso americano aprovou, por 410 votos a 8, uma resolução de apoio a Israel. Esqueçam: ou os terroristas param, ou os israelenses vão para uma invasão maciça. A questão, reitero, é mortalmente simples: aqueles facínoras usam a população como escudo. O governo israelense está entre defender o seu povo e atacar o Hizbollah, com perdas civis, sim, no Líbano. Israel não pode responder pela decisão libanesa de dividir o governo com terroristas. Ainda que se possa dizer que o Líbano foi forçado a tanto, é preciso encontrar agora uma justificativa para que sejam os israelenses a pagar por isso. Prefiro Kofi Annan aplaudindo quando Gilberto Gil canta e dança pra ele. Leia mais aqui
    Reinaldo Azevedo

  • 43 chesterton // 22/July/2006 às 11:10

    Olhem aqui porque o Antonio Augusto está tão ativo

    http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=44192

  • 44 Cristina // 22/July/2006 às 11:57

    A situação política em Israel é muito complicada e insolúvel, é como a guerra das drogas no Brasil. “Eu não sou pessimista, o mundo é que está péssimo”. Eu acho que agoniante Ariel Sharon não ordenaria este bombardeio que estamos vendo pela TV. O mundo está cada dia pior, mas sou otimista eu acho que quando Saturno sair de Leão tudo vai melhorar.

  • 45 Cristina // 22/July/2006 às 12:01

    O judeu é um povo errante, não é fixado em Israel.

  • 46 Cristina // 22/July/2006 às 12:14

    Concordo com alguém que falou que os judeus são muito racistas, eles têm racismo entre eles, o judeu da Europa Ocidental não se cruza com o judeu do Oriente Médio. Alguém sabe quando começou o movimento sionista? Para o judeu europeu da época de Spinoza, o filósofo holandês citado acima, Israel era um estado mítico.

  • 47 Mr X // 22/July/2006 às 12:19

    Cristina,
    A guerra das drogas no Brasil nao seria tao insoluvel se as autoridades nao fossem aliadas dos traficantes.
    A longo prazo, acho a perspectiva de Israel viver em paz com seus vizinhos mais provavel do que o Brasil resolver um problema que so faz estimular propositalmente.
    Entendo o anti-semitismo e o anti-ocidentalismo das esquerdas, nao entendo seu pro-terrorismo, para mim é bizarro, ou nao entendem o que significam e o que querem Hamas e Hezballah, ou fingem nao entender.
    Quando Saturno sair de Leao tudo continuara rigorosamente a mesma coisa, “the fault, dear Brutus, is not in the stars but in ourselves”.

  • 48 Cristina // 22/July/2006 às 12:21

    A imaginação da pessoa que escreveu a Bíblia é muito diferente da nossa imaginação. Vivemos num outro mundo, num mundo de Quarta Dimensão. A pessoa que escreveu a Bíblia e a história vivia na Terceira Dimensão.

  • 49 Cristina // 22/July/2006 às 12:23

    Depois que Saturno sair de Leão teremos um grande període de PAZ. Sou muito otimista, eu acredito nos deuses.

  • 50 Cristina // 22/July/2006 às 12:28

    Eu não sou pro-terrorista. Eu sou a favor da criação do estado da Palestina para resolver logo esta crise de terras.

  • 51 Cristina // 22/July/2006 às 12:38

    Eu gostaria de saber o motivo do Islã, isto é, toda uma religião, ser contra Israel.

  • 52 Cristina // 22/July/2006 às 12:38

    Eu não sou contra Israel.

  • 53 Cristina // 22/July/2006 às 13:01

    Eu cherei cola antes de postar aqui

  • 54 Carlos // 22/July/2006 às 13:17

    O real sentimento dos cristãos libaneses:

    FUNDAÇÃO LIBANESA PELA PAZ
    - Artigo de Brigitte Gabriel

    “Pelos milh?es de Cristãos Libaneses, expulsos de nossa terra natal, “Obrigado Israel”, é o sentimento que ecoa por todo o mundo. A Fundação Libanesa pela Paz, um grupo internacional de Libaneses Cristãos, fez a seguinte declaração numa matéria liberada pela imprensa para o Primeiro Ministro Israeli Ehud Olmert a respeito dos últimos ataques Israelis contra o Hezbolah:
    “Nós ansiamos que vocês os ataquem com força e destruam sua infra-estrutura de terror. Não é (apenas) Israel que se beneficia com esta situação, mas a maioria dos Libaneses silenciosos no Líbano que está farto do Hezbolah e não têm poder para fazer nada por conta do medo da retaliação do terror”.
    “Em favor de milhares de Libaneses nós pedimos que abram as portas do Aeroporto Ben Gurion em Tel Aviv para estes milhares de voluntários na Diáspora desejosos de pegar em armas e de liberar sua terra natal do fundamentalismo (Islâmico). Nós lhe pedimos que apóiem, facilitem e nos comandem para que possamos vencer esta batalha e para juntos conseguirmos o mesmo objetivo: Paz e Segurança para Líbano e Israel e para nossas futuras geraç?es”.

    O resto é balela e estorinha pra bezerro mamar.

    Fala sério!

  • 55 Cristina // 22/July/2006 às 13:43

    De que lado os cristãos libaneses estão? De Israel ou do Líbano? Líbano é democracia. Israel jogou bomba no país e matou gente que estava de férias. A opinião pública é pro-Islã porque americanos e israelenses estão afrontando códigos internacionais. Israel lembra o regime militar. O Líbano é uma democracia.

  • 56 Cristina // 22/July/2006 às 13:46

    Quando Saturno entrar em Virgem teremos muitos anos de paz.

  • 57 Elias // 22/July/2006 às 13:52

    “…os mísseis improvisados se cruzam com outros sofisticados. Estes últimos, em geral, encontram seu alvo onde vivem os pobres despossuídos e morando empilhados, esperando o que alguma vez se chamou Justiça.” (Emir Sader)

    Aí está uma das milhares de raz?es pelas quais o Emir Sader jamais se tornará um intelectual digno de respeito.

    Então os mísseis israelenses, além de sofisticados, anda são dotados de preconceito de classe. Com tanto lugar para cair, eles caem exatamente “onde vivem os despossuídos”…

    Já os “mísseis improvisados” — do Hezbollah logicamente — caem em que lugar? Emir Sader não explicita. Deveriam cair na pátria que pariu o Emir Sader, pra ver se ele gosta…

    O cidadão não tem a menor idéia de como se dá uma “guerra de mísseis”.

    Além disso, o maniqueísmo dele é um insulto à inteligência e à sensibilidade de qualquer pessoa minimamente exigente.

  • 58 Paulo Pedreira // 22/July/2006 às 15:07

    Se a coisa está boa para a Síria muito melhor para Israel que não teve culhão de invadir Ir? ou Síria. Ficaram com o cavalinho.

  • 59 Mr X // 22/July/2006 às 15:39

    Cristina, a guerra nao é contra o Libano, mas contra o Hizballah, que sequestrou dois soldados israelenses e ANTES DISSO JA ESTAVA LANçANDO DEZENAS DE FOGUETES CONTRA ISRAEL!!! Mas porque Israel deve-se submeter a aceitar como “normal” que caiam todo dia foguetes sobre o seu territorio, quando NENHUM OUTRO PAIS ACEITARIA, mesmo os que se dizem hipocritamente tao indignados? Francamente, entre defender os cidadaos de seu pais, e os do Libano, Israel escolhe defender os seus.
    A opiniao publica é pro-Isla porque a opiniao publica é burra. Ja dizia Nelson Rodrigues.

  • 60 Mr X // 22/July/2006 às 15:44

    Elias,
    E o pior é que os tais pobres “misseis improvisados” do Hizballah nao sao tao “improvisados” assim… Eles estao usando equipamento sofisticado, misseis anti-tanque, misseis de longo alcance, tudo comprado pelo Ira.

    Duvida: o que essa tal “lei internacional” de que todo mundo fala? Em qual constituiçao esta escrita? Quem escreveu?

  • 61 Antônio Augusto // 22/July/2006 às 16:07

    Basta de reação desproporcional, retaliação coletiva ao Líbano e ao povo libanês, crimes de guerra e matança!
    Não ao aniquilamento do Líbano e de Gaza!
    Cessar-fogo imediato!
    Pelo fim das mortes de civis libaneses, palestinos e israelenses!
    Vejam o “link” abaixo. Esta barbárie não pode continuar.

    http://fromisraeltolebanon.info/

  • 62 Cristina // 22/July/2006 às 16:08

    A TV mostra Israel jogando bombas nos libaneses, matando inclusive brasileiros que estavam de férias.

  • 63 Paulo // 22/July/2006 às 16:31

    Mr.X,
    Ao afirmar que a apinião pública internacional condena as aç?es de um dos lados somente porque é burra, seus argumentos se despem de qualquer consistência que pudessem ter. As leis internacionais são aquelas resultantes de tratados e de outras normas, escritas ou não, que se escoram em princípios racionais determinantes do grau civilizatório da humanidade. Não é correto chamar ou outros de hipócritas apenas porque não professam as mesmas opini?es que as nossas. No mais, teoricamente, a guerra é contra hesbolá, mas os mortos têdm sido os libaneses.

  • 64 Clara // 22/July/2006 às 17:09

    Pax, não tinha me referido à você, mas como você se dirigiu a mim, voltei e relendo o que escreveu, vou te responder diretamente:

    E amanhã também Israel deixará de querer parecer vítima e os judeus pararão de se acharem o povo escolhido.

    Esse é o comentário mais raso e não verdadeiro feito a Israel e aos judeus, mesmo que não seja o mais agressivo.
    Não me consta que um país que luta 4 guerras pela sua existência, está se fazendo de vítima, e sim evidentemente “indo à luta” literalmente.

    Quanto à sua afirmação de que “judeus pararão de se achar o povo escolhido”, também é uma afirmação maldosa, porque a maioria deles não pensa assim, e portanto você extende o sentimento presente numa minoria de ultra-ortodoxos à maioria, uma generalização simplesmente despudorada.

    Clara, eu já trabalhei pra comunidade. Nunca senti tanto preconceito. Inclusive entre os pares, coitados dos sefaradis humilhados pelos ashkenazi. Não li na internet não. Vi e vivi por alguns anos. Então moça, cuidado com as palavras.

    Bom, em nenhum momento me dirigi a você. Todo o meu comentário ontem foi em cima da capa maniqueísta do “The Independent”, que era tipo “os bons versus os maus”, altamente apelativa e manipuladora. E escrevi também sobre a facilidade de se posicionar dessa forma, enquadrada por bandeiras, qual torcida organizada e como se todos fossem virtuosos e desprovidos de preconceito, contra outros países ou contra outros povos.

    Mas em resposta à esse seu comentário dirigido à mim, tenho a dizer que o número de judeus no Brasil diminuiu bastante e isso se deve muito mais a casamentos mistos do que ida de judeus a Israel, que foi e é pequena. Novamente você generaliza a partir de uma experiência pessoal, focal e temporal.
    Portanto as estatísticas mostram que os judeus se casam com pessoas de outros credos ou sem credo algum, assim como judeus ashkenazim se casam com judeus sefaradim.

    E sou eu que tenho que tomar cuidado com as minhas palavras? Não me faltava mais nada, digo eu. Procuro ser respeitosa mas não lhe devo obediência.

  • 65 Andre Fucs // 22/July/2006 às 17:11

    AA,

    http://allisonkaplansommer.blogmosis.com/history/032535.html#032535

  • 66 Paulo Pedreira // 22/July/2006 às 17:41

    É verdade. O Emir Sader é uma anta. Harold Pinter é tão imbecil que deveria ter recuzado o Nobel. O Chomsky um linguista metido a besta. Saramago nunca deveria ter publicado um livro. E ainda t?m o desplante de escrever este manifesto totalmente infundado dizendo que querem a extinção da palestina. Estes caras são loucos. Teoria da conspiração tem hora. O Chomsky ainda vive se dando ao trabalho de escrever estas bostas de artigos defendendo Afegãos ou ainda dando palestras como em Nova Delli em ocasião da invasão do Afeganistão.
    Mais idiota mesmo é quem julga de antemão o trabalho do outro por discordar da ideologia e nem sequer se dá ao trabalho de contra-argumentar a altura. Ou então ficar fazendo dissertação sobre a história desde os tempos bíblicos para explicar o presente e fica tudo tão lindamente exposto que qualquer um acredita que o cara é um gênio. E tome de manipulação passivo-agressivo. Irk!!!!!

  • 67 Antônio Augusto // 22/July/2006 às 17:54

    Andre,
    nada justifica a chocante cena das meninas israelenses escrevendo mensagens em obuses.
    No “link” que você me recomendou ver há evidências de outros absurdos, como “videogames” sobre “como bater na cabeça de Nasrallah, atingi-lo com mísseis”, etc. Essa cultura de violência e morte não beneficia ninguém. Apenas gerará uma mais desatada violência.
    A questão central em relação ao atual aniquilamento do Líbano é a Guerra de Israel, criada em cima do pretexto propocionado pelo condenável ato de agressão do Risbolá numa escaramuça de fronteira.
    Escaramuças de fronteiras por mais condenáveis, e o incidente causado pelo Risbolá é indubitavelmente provocador, só se transformam em guerras se um dos lados estiver disposto a isso.
    E no caso, pior do que guerra, são crimes de guerra, o massacre de civis indefesos e a destruição da infra-estrutura de um país, uma “punicão” coletiva com precedentes nas aç?es dos nazistas contra membros da resistência à ocupação de seus países, ou na ação de potências colonialistas contra colonizados.
    Não há termo de comparação, como quer fazer a Lisa, no “link” mencionado por você, de que Israel, “por respeito às vítimas”, não exp?e seus mortos e feridos em fotos. Israel não está tendo sua infra-estrutura destruída, nem a perda de vidas humanas e feridos atinge a dimensão das tragédias no Líbano e em Gaza. Os civis em Israel devem estar a salvo, mas não se pode comparar isso com os massacres perpetrados em Gaza e no Líbano.
    E a situação está piorando. Com a retirada dos estrangeiros, a população do Líbano está mais exposta à destruição, o que coincide com a intensificação das aç?es bélicas de Israel.
    Por isso, o isolamento quase total de Israel na atual guerra, apoiado apenas pela insanidade de Bush e do seu escudeiro, Blair.
    Independentemente de toda essa indispensável discussão, para a compreensão das questão envolvidas e o avanço na direção de soluç?es, a questão imeidata, agora, é a obtenção de um imediato cessar-fogo e o fim da carnificina.
    Basta de mortes de civis libaneses, palestinos e israelenses!

  • 68 Antônio Augusto // 22/July/2006 às 17:56

    PS: Por ter escrito esta última mensagem, chegarei atrasado ao jogo do Fluminense no Maracanã.
    Quando voltar, retomamos o papo.
    Um abraço,
    Antônio

  • 69 Mr X // 22/July/2006 às 18:30

    “Incidente” peorovado pelo Hizb’allah, Antonio Augusto? Mas o Hizb’allah vem se armando ha vinte anos, em flagrante desrespeito a ONU (resoluçao 1559) que voces tanto prezam, ja jogava foguetes Katyucha contra Israel ANTES de raptar soldados, imitando o Hamas e escalando PROPOSITALMENTE o conflito… Ou o Hizb’allah esperava sequestrar soldados e que ficasse por isso mesmo?
    Repito minha pergunta, porque a esquerda (ou devo chama-la de pseudoesquerda) gosta tanto desses malditos terroristas fanaticos religiosos?!?

    Paulo Pedreira,
    As vezes algumas pessoas, altamente inteligentes nos seus campos de açao, ficam cegos pela ideologia em outros aspectos. E’ o caso de Sartre, que apoiou Stalin. E’ o caso de Pinter, Chomsky e o Saramago, que infelizmente compraram uma ideologia esquerdista anti-americanos e anti-semita e, em ultima analise, reacionaria. O Sader? Esse é uma anta mesmo… ;-)

  • 70 träsel // 22/July/2006 às 18:32

    sem entrar no mérito político da coisa, que ótima capa essa! um grande exemplo de jornalismo do independent.

  • 71 Mr X // 22/July/2006 às 18:37

    Paulo,
    Entao ta - refraseio meu argumento. A opiniao publica reflete apenas o que a midia mostra, e a grande midia é na maior parte dos casos abertamente anti-Israel. Portanto, nao ha surpresa no fato de que a maioria das pessoas, que é pouco informada sobre a historia do conflito e so sabe o que ve na TV, seja anti-Israel.

  • 72 Elias // 22/July/2006 às 18:38

    Ainda sobre o Emir Sader.

    Claro que a reação do governo israelense está sendo desproporcional à ação que lhe deu causa. É uma espécie de “Lei de Newton depravada”.

    Mas o fato é que houve a ação. Além disso, o Hamas e o Hezbollah jamais deixaram de bombardear Israel. Há alguns meses, um míssil palestino disparado contra Israel caiu exatamente sobre uma brasileira. E por aí afora.

    É um absurdo que se considere a reação de Israel como um ato de “agressão”. Não é. É um ato de autodefesa. Desproporcional, exagerado, mas, ainda assim, autodefesa. Israel não tomou a iniciativa de atacar o Líbano, simplesmente. Foi atacado antes, a partir do território do Líbano e, só então, atacou em represália.

    O que me irrita nos escritos de Emir Sader é essa lógica de filme vagabundo de Hollywood dos anos 1930, que ele usa: um lado é “bom”, logo, é totalmente “bom”; outro lado é “mau”, logo, é totalmente “mau”.

    O lado “bom” — os mocinhos — está sempre com a razão. Jamais faz nada errado. Já o lado “mau” — os bandidos — nunca tem razão. Jamais faz nada certo.

    Dentro desse inteligente e refinado esquema analítico usado por Emir Sader, o lado “mau” é Israel, e o lado “bom” é quem estiver contra Israel.

    Só a imbecilidade extrema, ou a má-fé extremada, pode conceber que a questão palestina caiba num raciocínio tão simplório. Ali vive-se uma realidade escrota, onde não há inocentes. Nenhum dos lados ali é “mocinho” nem tampouco “bandido”. Além de escrota, a realidade é cachorra. E morde.

    E vem esse Sader, com seu maniqueísmo de ciência política de almanaque.

    Bem… imbecil eu sei que Emir Sader não é. Só me resta acreditar que ele age de má-fé. Imbecil é quem ainda credita alguma validade ao que esse cidadão escreve.

    É soda esse Fader…

  • 73 Augusto Antônio // 22/July/2006 às 18:39

    Saramago? Aquele comunista jurássico que disse que Israel é pior que os nazistas? Noam Chonsky, aquele comunista que foi visitar o líder do Hezbollah há pouco tempo?
    Que moral tem esses canalhas para virem falar de Israel???

  • 74 andrea // 22/July/2006 às 18:44

    para auxiliar o debate…
    Samah Idriss é um velho amigo e companheiro. Samah, junto com sua esposa Kirsten, levaram-me a uma volta pelo Líbano alguns anos atrás. A maior recordação foi ver a prisão de Khiam, a câmara de tortura de Israel no sul, e falar a uma assembléia pública dos cidadãos de Tyre. Samah e Kirsten são os editores do mais conhecido jornal intelectual do Líbano, Al-Adab, e proprietários da editora Al-Adab. Acima de tudo eu invejo a ciragem e os princípios deles. Possam eles viver para ver um melhor amanhã e possa o Líbano sair vitorioso sobre os Vândalos que mais uma vez devastam seus território. No Congresso dos EUA ontem um de nossos “representantes” disse que nós somos todos israelenses agora. Eu tenho que discordar, e eu digo isso sem medo: pra aqueles de nós que acreditamos em liberdade e dignidade, Nós somos todos Hezbollah agora. Por favor circulem o depoimento abaixo. http://www.normanfinkelstein.com/article.php?pg=11&ar=275
    Norman G. Finkelstein

  • 75 anraphel // 22/July/2006 às 18:47

    Israel, estado constituído, democrático, ainda assim não é exemplo de respeito às decis?es da comunidade internacional; os grupos Hamas e Hezbollá, por não serem estados constituídos, não se sentem na obrigação de respeitar os tratados de cessar-fogo se esses em algum momento não convergirem com suas táticas ou estratégias. Condolezza Rice declarou ontem que um cessar-fogo vai prejudicar o estado de Israel.
    Ou seja, todas as forças diretamente envolvidas operam no sentido da piora da situação.

    Concordo que a extinção do Hamas e de Hezbollá, ou a sua transformação em forças políticas convencionais, é ponto crucial para a consecução de alguma coisa próxima de um processo de paz que tenha realmente futuro. Mas, como convencer os palestinos de que as potências disponibilizarão o apoio necessário? Como convencer os governos a se desfazerem desses agrupamentos? Como convencer Israel a segurar os seus extremistas?

    É triste ver a inação das principais potências em relação ao absoluto despropósito da intensidade da reação de Israel à provocação inicial. Categorizar de “porcaria” não evita seguir os rumos que está tomando. Aliás, tanto remédio pra tão pouca infecção denota uma intenção e um planejamento prévio e cuidadoso.

    Sou absolutamente a favor de dois estados naquela região, mas como as coisas passaram a ficar complicadas!

  • 76 anraphel // 22/July/2006 às 18:50

    Antonio Augusto, as coisas não estão tão ruins assim, o Fluzão tá ganhando de 1 a 0.

  • 77 Mr X // 22/July/2006 às 18:51

    “Jornalismo”, trasel? Merito de “design”, e olhe la… Claro que hoje em dia a diferença entre jornalismo e propaanda é muito pouca.

  • 78 Mr X // 22/July/2006 às 18:52

    Ops, propaganda.

  • 79 anraphel // 22/July/2006 às 18:53

    Tudo bem, planejamento é sempre prévio.

  • 80 andrea // 22/July/2006 às 18:57

    elias, sobre a sua resposta sobre a participação da síria, você sabe disso e israel mais ainda então para que destruir o líbano?…

  • 81 Mr X // 22/July/2006 às 19:00

    “Nós somos todos Hezbollah agora”

    Deusulivre! Eu fora! Faltou incluir o Finkelstein na lista dos “imbecis uteis”… Hizb’allah é “liberdade” e “igualdade”??? Um grupo que quer, nas suas proprias palavras, instituir no Libano uma “republica Islamica” similar a do Ira, seguindo os ensinamentos do Khomeini?!?! Hello, Andrea?!? Mas voce tem a mais vaga ideia do que esta defendendo?!?

    A esquerda vai se arrepender amargamente desse seu apoio aos fanaticos islamicos, ah se vai… Quando começarem a morrer esquerdistas nas maos desses facinoras reacionarios, vou querer ver a cara de voces.

  • 82 Mr X // 22/July/2006 às 19:06

    A situacao mundial, resumida: fanaticos religiosos islamicos, apoiados com o dinheiro do petroleo, matam inocentes na India, na Indonesia, em Israel, no Paquistao, no Iraque, na Argentina, na Inglaterra, na Espanha, em Bali. O mundo boceja e a esquerda aplaude.

    Israel reage agressivamente a uma invasao do proprio territorio e sequestro de soldados, apos sofrer por anos ataques diarios de misseis. O mundo pede calma e a esquerda grita “massacre” e se poie do lado dos fanaticos islamicos.

    Amigos esquerdistas: voces so estao servindo de encorajamento para esses fanaticos religiosos! Mas sera que sao tao burros que nao percebem? A coisa vai ficar muito pior antes de ficar bem.

  • 83 andrea // 22/July/2006 às 19:13

    elias, estou sem tempo de ler tudo agora, depois eu comento, um abraço…

  • 84 Pax // 22/July/2006 às 19:27

    Prezada e digna Clara,

    Releia suas palavras, suas sábias e responsáveis palavras:

    “E como nós não perseguimos ninguém e somos totalmente isentos de qualquer preconceito, a cor do cristal com o qual vemos o mundo sempre nos refletirá de volta uma grande paz interior, e poderemos botar a cabeça no nosso travesseiro imaculado e dormir o sono dos justos. “

    Posso inferir que:

    1 - Você diz que os judeus não perseguem ninguém, nunca, que são puros aqui?. Jura que você acha isso? Na boa, jura? Eu teria umas trocentas provas em contrário, só pra você não ser tão arrogante assim. De judeus contra goys, de judeus contra judeus, enfim, um monte querida. Posso contar em detalhes. Não me force a isso.

    2 - Que os judeus são os únicos que podem dormir o sono dos justos. Ou seja, os outros povos são sujos, não são justos, somente os judeus o são.

    Caramba Clara, minha clara Clara, não seja assim moça. Não fale tanta asneira numa única frase.

  • 85 Curioso // 22/July/2006 às 20:05

    “O presidente do Líbano Emili Lahoud irá lutar ao lado do Hesbolah se Israel mobilizar seus efetivos por terra.” Me interrogo então, se a Líbia pode lutar contra as sofisticadas forças amadas de Israel, então porque não podia banir o hesbollah de seu território antes? Aliás eu fiquei supreso ao saber que o Hesbollah até possui representantes no parlamento do Líbano. Achei interessante a participação feminina neste debate, via Cristina, Clara, Andrea, afinal de contas o tema político militar não parece muito palatável às nossa companheiras, gostei.
    Curioso.

  • 86 Henrique // 22/July/2006 às 20:09

    Como eles mesmos dizem no site, o lado dos ataques que a CNN não mostra:
    http://www.fromisraeltolebanon.org/

  • 87 Carlos Humberto de Carvalho Neto // 22/July/2006 às 20:16

    Não devemos cair nas mentiras de Israel, Israel cara de pau diz querer salvar o Libano dos Terroristas,mesma retorica do Iraque.Lembrem-se que é o Hizbollat quem vai morrer na linha de frente pelo povo do Libano. A solução é, prender, julgar e condenar Bush e seus cumparças, intervenção e desarmamento do estado de Israel e devolução dos territórios surrupiados por Israel. O resto é consequencia. Não se pode fazer nada, pois é o mau quem está ditando quem é terrorista e quem não é. O mundo está infectado por pessoas pro Israel e Pro EUA e essas pessoas legitimam os crimes de Isreal e EUA.

  • 88 Carlos Humberto de Carvalho Neto // 22/July/2006 às 20:18

    No meu ponto de vista apoiar a causa Palestina é uma questão de carater. A verdade está estampada para todos olharem. O unico país do mundo que tem suas fronteiras muradas e vigiadas metro a metro é Israel, mas Israel não vive com suas fronteiras muradas e fortemente armada para empedir seus inimigos de entrar em seus territórios, Israel tem suas fronteiras muradas para garantir o pedaço de terra surrupiado, e outros países jogam pedras na fronteira e usam cercas de arame farpado junto aos muros de Israel para Israel não furtar ou se apropriar de mais territórios. Israel e o Governo Americano formado por descendêntes de Judeus são os donos do poder no mundo, são juizes e promotores, tudo que acontece ou se fala no mundo tem que ser confirmado por americanos para ser legitimado. Israelenses e americanos usam uma tatica suja que chama todos os seus inimigos de terroristas e que terrorista não tem direito a nada e quem der espaço a palavras, opini?es e argumentos desses supostos terroristas são também terroristas, portanto, quando americanos e Israelenses proibem qualquer forma de contato ou da população saber o argumento da outra parte sendo os unicos a informar a noticia e a mostrar os culpados, automaticamente americanos e Israelenses passam a ser os donos da verdade, quando vc cala a boca do inimigo e passa a ser o unico a apresentar argumentos e criticas vc também passa a ser o dono da verdade, mesmo que essa verdade seja uma mentira desvairada. Desde o dia que o HAMAS assumiu o governo da palestina os EUA e Israel fizeram de tudo para provocar essa situação, desde matar os palestinos de fome e doenças até assasinar inocêntes e prender políticos palestinos diariamente. Israel nitidamente provocou tudo isso, mais infelizmente os governos cretinos e vasalos fingem que não viram nada e não estão vendo nada, repetindo a retórica americana que Israel é vítima e a culpa é de quem realmente não tem culpa e é marginalizado pelo verdadeiro terrorista(Israel x EUA). Hafik Hariri foi morto pela CIA e pelo serviço secreto de Israel para que o mundo forsa-se a Síria a sair do Libano, era a Síria quem tinham os jatos, os mísseis terra ar que derrubariam os jatos Israelenses, os tankes, artilharia e 38 mil soldados. Como fizeram no Iraque, desarmaram o país e depois atakaram. Porque vcs acham que os EUA fizeram o maior estardalhaço para retirar a Síria do Libano? Por Bondade!!!! Os Americanos e Israelenses são perigosos pois eles tentam jogar o mundo na fogueira, com essa História de que todos os inimigos dos EUA e Israel são terroristas inimigos da liberdade e da democracia americanos e israelenses imp?e ao mundo que seus inimigos são tambem nossos inimigos. Temos que dizer a Americanos e Judeus que nós não somos marionetes tapadas e que os inimigos de Israel e EUA não são nescessariamente nosso inimigos. Na minha ópinião essa é a luta do bem contra o mau, e o mau o lucifer e o diabo são os governantes dos EUA de Israel e seus seguidores. O Hizbolla nasceu do nazismo dos Israelenses no Libano, Hizbola é muito mais que um grupo de resistencia, é o Hizbola que vai para a linha de frente morrer pelo o povo do Libano.

  • 89 Carlos Humberto de Carvalho Neto // 22/July/2006 às 20:37

    Não me venham com respostinhas sem vergonhas, porque se não eu vou começar a falar de Sabra e Shatilla, vou começar a perguntar o porque Israel quando invadio o Libano em 1982 mudou o rumo da AGUA para Israel pouco se importando com os outros seres humanos que dependiam daquela aguá a uma eternidade de vida. Não me venham com respostinhas egocêntricas arrogântes porque eu vou querer saber o porque que um Estado que possui apenas 58 anos de idade, que possui grande parte de seu território surrupiado dos seus visinhos se acha no direito de chamar suas vítimas de terroristas. quando alguém chega ao ponto desesperatório de se matar estraçalhado e ainda matar inocentes juntos é porque sofreu muito na pele, sofreu ou está sofrendo igual ou pior que os judeus sofreram nas maos de Hitler. Eu queria saber também porque vcs usam armas quimicas no Libano? porque?

  • 90 Marcos Araújo // 22/July/2006 às 20:44

    Oi galera! Tava puxando um baseado bem gostoso ainda agora ao lado da minha muchacha cheirosinha e gostosa (acabamos de dar uma trepada deliciosa neste sábado maravilhoso) e resolví voltar ao blog do Doria e dar uma olhada no que os palpiteiros de plantao, lunáticos quase todos, andaram inventando por aqui.

    Pô, quanta asneira! Cabe uma perguntinha pros “gênios” nazistófilos que sequestram o blog e disparam balela atrás de balela (ispizinhadô, Chesterton, Mr.X, Pai Francisco (que codinome mais piegas, parece nome de jegue!):

    Se o Esbolá é o demônio em pessoa e filhinho do grande Belzebu do Oriente Médio (Iran) que lhe dá vida e nutre, porque diabos Israel nao pulveriza o Iran, ein finórios, matando o mal pela raiz??? Ao invés de pulverizar um paízinho indefeso, o Líbano?? Assim é fácil dimais, pessoá!

    No que toca o gostosao aqui, quando tenho um espinho no pé faço questao de extirpar o mesmo logo loguinho, senao a tortura continua e pode até se infectar. O que está esperando Israel para fazer o mesmo com o Iran??? Cadê a coragem, gente? Coragem pra matar passarinho tem demais, mas pra pegar gaviao…

    Já sei, já sei, lá virao o nazista Chesteron ou o Ispizinhadô, onanista intelectual, com a resposta prontinha e asna: Nao vai demorar! Vamos explodir tudo; nem poeira vai ficar” Por que será que os dois anoes nao se alistam agorinha na Tsahal e, munidos de sua imensa coragem - só de boca, é claro - dao uma maozinha a Israel no serviço?

    O negócio, amigos, é que Israel, que blefe como quiser, nao conseguirá acabar com o Esbolá. Se invadir de vez, o Esbolá mete o sarrafo e depois recua. Se Israel permanece, continuará a comer fogo. Se sair, o Esbolá volta (e ninguém no planêta o impedirá de voltar). Tá vendo babacas? Nao existe soluçao pela fôrça bruta.

    Como sugerí antes, palpiteiro que sou (dus bao!), o negócio é todo mundo se se acalmar, sentar, fumar um baseado, e negociar uma paz durável. E mando mais: Israel volta às fronteiras de 1967, esvazia as colônias da Cisjordania onde nunca foi chamado, retorna o Golan à Síria e dá-se por criado o estado palestino. Ao mesmo tempo que todo mundo - sem exceçao - reconhece Israel e seu direito de existir dentro das fronteiras de 1967, desbanda-se o Esbolá que se integra ao exército libanês e à vida política, cria-se uma zona tampao no sul do Líbano (uma que funcione de verdade, capaz de meter fogo brabo em quem nao respeitá-la) e que cada qual volte ao seus afazeres, trepando gostoso e fazendo menino. Todo mundo se desculpa (tudo nao passou de um mal-entendido, né mesmo?), se abraça e se beija e tamo conversados!

    Difícil?? Que nada! É fácil, desde que o cretino do Bush nao meta a cuié di pau.

    Palpitao dus bao, né nao? Bem mió do que lí por aqui! Peace and love, galera!

  • 91 Euzinha // 22/July/2006 às 21:07

    “Entender a origem de um problema não é o mesmo que o resolver…É muitíssimo mais importante entender a mecânica dos problemas humanos, como funcionam e o que fazer a respeito do que especular sobre suas causas.”
    “Quando perceber que está dentro de um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar.” A.J.B.
    Se eu fosse judia teria um pensamento. Se fosse libanesa, teria outro, se fosse palestina seria outro, e assim por diante. Quem sou eu para emitir um julgamento sobre algo fora da minha janela?! Realmente, disparar palpites (como se fossem mísseis) sobre a vida dos outros é muito fácil. Aliás, grandes soluç?es e palpites o ser humano só consegue elaborar para o vizinho. No entanto, mal damos conta de nossa vida comezinha.
    A paz não reinará, porque assim caminha a humanidade há séculos.

  • 92 Pax // 22/July/2006 às 21:21

    Desculpe-me euzinha, doce euzinha. Eu consigo emitir opinião sim. Acho uma imbecilidade sem tamanho. De um lado e de outro. E esta imbecilidade comete atrocidades. De um lado e de outro. E covardias, de um lado e de outro.

    Não consigo ver lado nenhum com razão nessa história toda. São todos culpados.

    E os inocentes é que morrem e sofrem por causa destes imbecis culpados. Nessas horas que me pergunto que deus é este por quem estes povos oram. Se existisse seria um outro culpado, por permitir isso tudo.

  • 93 Fábio Max // 22/July/2006 às 21:27

    Taí,

    Com fuminho ou sem fuminho, bem que o Marcos Araújo tá com razão!

  • 94 chesterton // 22/July/2006 às 22:02

    Tem canabiseiro e cheiradora de cola no blog, a favor dos terroristas…e depois dizem que a maconha é da paz….

    Antonio Augusto, você não é Fluminense, você é Flamengo ou vascaino, nem vem que não tem.

  • 95 Guilherme // 22/July/2006 às 22:31

    Todas as vezes em que que se trata de Oriente Médio, os comentários por aqui ficam exaltados. Acho que todos sabem, mas muitos, no afã de defender seus pontos de vista, acabam se esquecendo de que , na prática, a guerra, qualquer guerra, só interessa a meia dúzia.
    Imaginem um país onde todos os políticos, partidos, líderes sindicais, empresariais, etc…deixassem de lado por um tempo todos os seus projetos pessoais, seus interesses próprios, carreirismos e ânsia de poder, e se unissem em torno de um projeto que visasse ao bem coletivo. Tudo começaria a melhorar a olhos vistos, claro.

    Quando líderes religiosos fanáticos pararem de colocar merda nas cabeças de tanta gente já idiotizada por tanta besteira, quando os governos começarem a formar cidadãos críticos, e não pseudos patriotas, esses absurdos começam a acabar. O povão é imbecilizado. O homem-bomba, o guerrilheiro, o soldado israelense, o povão que leva bala, nenhum deles sabe direito o que está fazendo.

    Quem sabe quando Saturno (que pelo jeito já deixou o Sistema Solar) entrar em Virgem, Escorpião, Capricórnio, sei lá.

    Ah ! E Zagallo diz que quer continuar na Seleção !!

  • 96 Marcos Araújo // 22/July/2006 às 22:47

    Euzinha querida, vem cá que te amasso! Coisinha fôfa…

    Peace and love!

  • 97 Marcos Araújo // 22/July/2006 às 22:49

    Chesterton querido, você sem dúvida é cheirador de bunda de nazista!

    Peace and love, meu amor…

  • 98 Carlos Humberto // 22/July/2006 às 22:52

    Todos os dias, a mídia mostra quase o mesmo de Israel. Um tiroteio na faixa de Gaza. Depois jogam umas bombas na Síria. A base de Yasser Arafat é colocada sob cerco. Outro homem-bomba ou mulher-bomba se explode em alguma rua de Israel. Quantas vezes não vimos isto?

    Muitos então devem até se perguntar, se o preço do sionismo não foi e é uma guerra sem fim. Figuras famosas mesmo dos EUA, não raro exigem de Israel mais moderação com os islâmicos. Numa incrível e notória farsa transformam vítima em culpado e vice-versa. E a opinião pública mundial vai sendo convencida pela mídia, que Israel é mesmo culpado. Que Israel é assassino de islâmicos, Israel é um obstáculo à paz, etc.

    A analogia que se deve fazer das mortes, no eterno conflito islâmico-israelense é aquela entre a aviação comercial e os demais meios de transporte. Todos os dias, mais de dois milh?es de pessoas viajam por avi?es. É tão raro que algumas delas morram, que qualquer acidente aéreo comercial, mesmo que nos confins da Conchinchina será, de imediato noticiado no mundo inteiro. Mesmo que nenhum brasileiro tenha sequer falado com qualquer das vítimas deste acidente, todos os jornais brasileiros importantes darão a notícia e na primeira página.

    Na verdade, como toda pessoa consciente bem sabe, corretamente, a aviação comercial salva vidas, pois caso estas pessoas que viajam de avião usassem outros meios de transporte, o número de mortos seria muito maior. Além de ser mais seguro, avi?es são mais rápidos e dependendo da distância até pode ser mais barato voar. Os transatlânticos desapareceram do Atlântico depois que seus usuários viram que voar era mais rápido, mais barato e mais seguro. Daí que avi?es comerciais são uma fonte de benefícios e segurança. Avi?es comerciais salvam vidas, não as abreviam. O preço que se paga com este ou aquele acidente é pequeno, pois sem avi?es comerciais muito mais pessoas morreriam enquanto viajassem por outros meios.

    Assim como a aviação é uma forma de salvar vidas humanas, apesar de alguns poucos acidentes, Israel é uma forma de trazer paz e segurança ao mundo. Assim como no caso da aviação, o que parece para alguns desavisados um absurdo é uma realidade indiscutível. Sim, Israel é uma fonte de paz.

    A mídia sempre destaca as mortes de hoje. Alguns se enganam e pensam que foi a criação de Israel o início do conflito entre judeus e islâmicos. Não é verdade. No início do Islamismo, Maomé mandava os islâmicos rezarem em direção à Jerusalém. Tão logo Maomé passou a mandar escravizar e matar judeus, ele afirmou ter recebido uma revelação divina, declarando que dali em diante, os islâmicos rezariam prostrados para Meca e não para Jerusalém. Por sinal isto segue até hoje. Quem afirma ser coisa recente, o conflito entre islâmicos e judeus mente. A criação de Israel ocorreu mais de 1.200 anos após os primeiros conflitos entre islâmicos e judeus.

    Uma outra lenda em que muitos acreditam é aquela que afirma ser a posse de Jerusalém, pelo estado de Israel, o verdadeiro problema. Uma lenda. Quando Maomé mandou massacrar judeus, em Jerusalém não podiam viver judeus, sob pena de morte. Jerusalém vivia então, sob o domínio do Império Bizantino, não sob uma suposta ocupação israelense. E nem por isto as relaç?es entre judeus e islâmicos era melhor com Maomé vivo do que é hoje.

    A tola idéia de ser a ocupação israelense de Gaza e Cisjordânia a causa dos conflitos e combates é outra imbecilidade. Até 1967, estas regi?es viviam sob controle respectivamente do Egito e da Jordânia. Nem por isto qualquer país árabe reconhecia Israel então. Nem por isto, os atentados de terroristas islâmicos a Israel eram menores que hoje. Nem por isto, multid?es iradas de islâmicos deixavam de urrar “Morte a Israel !”, “Morte a todos os judeus!” ou coisas do mesmo nível.

    A causa do conflito entre islâmicos e judeus não se deve às fronteiras de Israel serem diferentes daquelas de 1966. Israel é vítima e não culpada pelo conflito com fanáticos que insistem em querer que o mundo viva no século VII.

    Uma lenda muito divulgada é aquela que diz ser Israel o maior foco do conflito entre islâmicos e o resto do mundo. De fato, Israel tem os holofotes da mídia mas esta esquece que islâmicos estão em guerra com russos pela Chechênia, com indianos pela Cachemira, com africanos pelo sul do Chade, etc. No próprio mundo de língua portuguesa, Timor Leste foi invadido por um ditador islâmico, começando uma ocupação que duraria muitos anos e custaria o genocídio de quase um terço da população não islâmica daquele indefeso país.

    Quando um míssil de israel mata o mais vil dos terroristas islâmicos, toda a mídia noticia. Duvido que a mídia dê a mínima para a escravização em massa de negros por islâmicos no Sudão. Procurar um jornal importante publicando que os islâmicos massacram muito mais gente que qualquer outra religião, é uma tarefa inútil no Brasil.

    Religi?es à parte, os islâmicos são os maiores assassinos deles mesmos. Em Bangladesh morrem centenas de milhares de islâmicos todos os anos, por falta de água tratada. Nem um milésimo das mortes de islâmicos no mundo se devem ao conflito entre árabes e judeus. Ainda assim, a mídia nem sugere a permanência de milhares de mortes de islâmicos por tifo, malária, cólera e febre amarela. Apenas a segunda doença mata mais de mil vezes mais islâmicos que todas as Forças Armadas de Israel juntas e todos os anos. Israel não é a causa das guerras entre islâmicos. Elas seriam muito maiores se Israel não existisse.

    Israel é uma fonte de paz, pois graças a este pequeno estado, o mundo viu a derrota ou o início dela, de ditadores islâmicos que queriam dominar o mundo. Um exemplo já esquecido foi o ditador do Egito, Gamal A. Nasser. Este finado ditador exigia o domínio do mundo islâmico e a destruição de Israel. Ele quebrou a cara numa guerra que durou apenas seis dias e transformou a montanha de armas, doada pela então URSS, em um monte de sucatas.

    Mais recentemente, o então ditador iraquiano Saddam Hussein meteu-se a usar a bilionária receita de petrodólares de seu país, em um programa atômico. Tinha tal psicopata a meta de ter um arsenal atômico e dominar o Oriente Médio e seu petróleo, sendo assim um líder de uma potência global. Evidentemente que seus torturadores filhos seriam seus únicos prováveis sucessores quando ele morresse, sendo o estuprador filho, seu mais provável sucessor. Este pesadelo foi duramente atingido em 1981, quando Israel destruiu o reator de Osirak. Embora só este ano a ameaça de um Saddam atômico tivesse sido eliminada em definitivo, ainda assim, graças a Israel iniciamos a ficarmos livres de ver um psicopata anti-semita nos ameaçar com armas atômicas. O caso do reator de Saddam é a maior prova de que Israel é uma fonte de paz.

    Na verdade, qualquer ditador ou Aiatolá com planos malignos terá que levar em conta a existência de Israel. Antes de mais nada, os ditadores malignos da região pensam em Israel. Tem que ser assim, pois eles temem quebrar a cara.

    O Aiatolá que governa o Irã pensa em desenvolver seu arsenal atômico. Ele não teme matar mulheres por elas traírem seus maridos. Ele não teme matar algum cristão que ouse ensinar cristianismo a um islâmico. Ele não teme matar quem publique coisas não aprovadas por mulás e aiatolás. No entanto, todo Aiatolá teme que Israel transforme em sucata seu projeto atômico.

    Ao lado dos imensos benefícios que Israel tem trazido aos judeus que o habitam, Israel tem trazido imensos benefícios também aos outros povos do mundo. Não falo dos progressos na Agronomia, Aviação, Física, Medicina, Química, Engenharia. Falo também que Israel traz paz, apesar de alguns tiroteios ocasionais, assim como o avião traz segurança, mesmo com alguns acidentes.

    Os benefícios que Israel tem trazido ao mundo desde sua criação, são inúmeros mas a paz é o maior deles. Graças a Israel, toda a vez que um fanático mulá disser que o melhor é vivermos no século VII, ele será desmentido pelo alto padrão de vida de Israel, ao lado da miséria reinante no mundo islâmico. Toda vez que um tirano quiser dominar a região, ele terá que pensar no pequeno estado de Israel.

    Israel não é um obstáculo à paz no Oriente Médio mas sua única base forte. Este minúsculo país estará sempre nos pensamentos de psicopatas que querem escravizar o mundo. Eles mandarão seus bajuladores na mídia sempre exigirem que Israel faça isto ou aquilo. Eles mandarão que seus mulás façam estas ou aquelas manifestaç?es com queimas de bandeiras de Israel. Enquanto Israel existir, estes pretendentes a Imperador do Mundo terão um obstáculo a levar em conta. E este obstáculo se chama Israel. Enfim, longe de ser um problema para o mundo, Israel é uma fonte de paz.

  • 99 Euzinha // 22/July/2006 às 22:56

    Pax, meu meio-que-zangado Pax, como é doce saborear suas palavras.
    Não existe certo ou errado, existe somente o curso da vida, algo muito maior do que sonha nossa vã filosofia.
    Alguém questiona Deus quando está tudo lindo e maravilhoso?! Assim como não damos os créditos da paz a Ele (somente agradecemos, numa saudação automática, ela ter chegado), não devemos Lhe perguntar “Why???” nos momentos difíceis.
    Coloque um gato e um rato juntos. O que acontece? O curso da vida.
    Coloque seres humanos que se odeiam bem perto. O que acontece?
    Pelo menos você acha que todos lá estão errados. Menos mau.
    Julgamentos é que me dão arrepios. Deixo essa tarefa para Ele no dia do Juízo Final.

  • 100 Euzinha // 22/July/2006 às 23:02

    Marcos Araújo

    Love-love-love e mais e mais love é que dá uma sensação de paz deliciosa.

  • 101 Marcos Araújo // 22/July/2006 às 23:09

    Páre com essa tentaçao, Euzinha! Paz deliciosa deve ser me enroscar em você, coisinha doce.

  • 102 Clara // 22/July/2006 às 23:33

    Pax, só agora percebo que interpretação de texto não devia ser o seu forte no colégio, pois não? Apesar de eu não ser professora, me dou a liberdade de te dar 0(zero) nas suas duas quest?es.

    Evidentemente eu estava sendo irônica com todas as pessoas cheias de opini?es e da certeza de que pensam o certo, e tive a humildade de me incluir. Eu não estava falando dos judeus, estava falando de todos nós. Lembre-se de Shakespeare: Nada do que é humano me é estranho, só para você ter idéia da minha linha de raciocínio.

    Ou se ainda assim restar dúvida, peço ao Elias para me emprestar algumas palavras que escreveu, que achei rudemente corretas e cortantes e com as quais concordo:

    Só a imbecilidade extrema, ou a má-fé extremada, pode conceber que a questão palestina caiba num raciocínio tão simplório. Ali vive-se uma realidade escrota, onde não há inocentes. Nenhum dos lados ali é “mocinho” nem tampouco “bandido”. Além de escrota, a realidade é cachorra. E morde.

    Agora, por favor, não dê uma como aqueles políticos que ameaçam com pastinhas e dossi?s. Não tenho rabo preso com nada nem com ninguém, siga a sua consciência, rapaz. Com um nick como Pax, e ainda me chama de arrogante, é cada uma…

  • 103 Nassau // 22/July/2006 às 23:33

    Euzinha, gostei de seu comentário, aliás sejam bem vindas as mulheres neste blog, é bom perceber o olhar feminino diante destas quest?es tão complicadas, e “hards” envolvendo política, guerras por terras, poder, petróleo, ideologias, ódios e infelizmente muitas mortes, dor e sofrimento.
    Nassau.