Israel chegará aos 100 anos?
Agora que, cada vez mais parece, o Processo de Paz desandou de vez, não custa voltar à dúvida de Benjamin Schwarz, editor de literatura da veterana revista norte-americana The Atlantic Monthly:
O número de nascimentos nos territórios ocupados é bem maior do que o em Israel. Muito rapidamente, os judeus serão minoria nas terras que governam entre o Rio Jordão e o Mediterrâneo. (Pelos cálculos de alguns, já são minoria.) Alguns demógrafos prevêem que, em quinze anos, judeus serão 42% da população na área. Durante décadas, israelenses discutiram se era sábio anexar os territórios. Nos últimos cinco anos surgiu o consenso nas comunidades de inteligência, política e militar de que o país deve sair de quase todas, se não todas, aquelas terras. Em caso contrário, fatalmente os judeus israelenses serão obrigados a escolher entre viver num Estado judaico ou viver numa democracia. Acontecerá de os palestinos cobrarem não seu próprio país mas um país binacional, baseado no princípio de um homem, um voto. Neste momento futuro, explica o vice-premiê israelense Ehud Olmert, ‘nós perderemos tudo’.
Olmert é, hoje, o premiê. O caminho da paz não é simples: numa pesquisa de 2001, 98,7% dos palestinos nos territórios ocupados diziam não estar dispostos a abrir mão do direito de retorno. Enquanto este desejo se mantiver, o impasse permanece. O direito de retorno às terras deixadas em 1948, afinal, traria o mesmo resultado que Israel precisa evitar para garantir sua sobrevivência: uma ampla população árabe. Foi, no fim das contas, por ter medo da reação de seu povo caso abrisse mão do direito de retorno que Yasser Arafat não assinou um acordo definitivo para a criação da Palestina, com Ehud Barak, em 1999.
Poder militar, Israel tem para sobreviver. Mas a paz não pode demorar indefinidamente para vir. Se demorar demais, Israel acaba.
Ainda sobre o assunto:
- Assim nasceu Israel
(nos 60 anos de sua vida) Hoje é Yom Haatzmaut. Ou Nakba. É o Dia da Independência, em Israel; ou a Catástrofe, para os Palestinos. O... - O que Israel oferece à Palestina A Al-Jazeera tem nas mãos um documento que, acredita, representa a proposta final que Israel está disposta a fazer aos...
- Israel, 2040 Yehezkel Dror, cientista político israelense, traça dois cenários para Israel em 2040: No primeiro, houve um aumento populacional de 50%,...
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UN mediator Count Folke Bernadotte was assassinated by Lehi in Jerusalem in 1948.September 17, 1948, Lehi assassinated the UN Mediator, Count Folke Bernadotte, who had been sent to broker a settlement in the dispute. The assassination was directed by Yehoshua Zetler and carried out by a four-man team led by Meshulam Markover. The fatal shots were fired by Yehoshua Cohen. Lehi leaders Nathan Yellin-Mor and Matitiahu Schmulevitz were arrested two months after the murder. Most of the suspects involved were released immediately and all of them were granted general amnesty on the 14th of February, 1949.
Neither Jewish morality nor Jewish tradition can negate the use of terror as a means of battle.
We are quite far from moral hesitations on the national battlefield. We see before us the command of the Torah, the most moral teaching in the world: Obliterate - until destruction. We are particularly far from this sort of hesitation in regard to an enemy whose moral perversion is admitted by all.
But primarily terror is part of our political battle under present conditions and its role is large and great.
It demonstrates, in clear language, to those who listen throughout the world and to our despondent brothers outside the gates of this country of our battle against the true terrorist who hides behind his piles of papers and the laws he has legislated.
It is not directed against people, it is directed against representatives. Therefore it is effective.
If it also shakes the Yishuv from their complacency, good and well.
Only so will the battle for liberation begin.
In November 6, 1944 Lehi assassinated Lord Moyne in Cairo. Moyne was the highest ranking British government representative in the region and was directly responsible for blocking Europe’s Jews from reaching Palestine during the Holocaust. The assassination act rocked the British government, and outraged Winston Churchill the British Prime Minister. The two young assassins, Eliahu Bet-Zouri and Eliahu Hakim were captured and used their trial as a platform to make public their struggle for freedom to the world. Although rejected by the official Zionist leadership and enraging the British authorities, their dignified behavior and bold statements publicized their cause to the West and even won them the sympathy of Egyptian Muslim students. The two boys refused to ask mercy from a court they did not recognize and were each sentenced to death by hanging. When asked by their hangman why they appeared to be in such high spirits before their death, Hakim answered that they were “smiling to the next generation that would see a Jewish flag over Jerusalem”. Like all Irgun and Lehi prisoners sentenced to death in those years, both sang Hatikva (the Zionist anthem) directly prior to their execution.
a única atitude moral hoje em dia é defender Israel, até os árabes que conheço, brasileiros de origem árabe, quero dizer, defendem Israel.
eles gostam de guerra, ambos perseguem a derrota total do adversario, não há interesse de acomodação como ocorre em guerras em outros paises, arabes querem jogar os judeus no mediterraneo e os judeus quer mandar os para além do Eufrates.
chesterton, porque defender Israel e a unica atitude moral?
?rabes e judeus são espiritualmente doentes. O cristianismo também.
quando eu li esse post pela primeira vez a resposta veio instantaneamente a minha cabeça: …israel vai deixar de existir com o tempo…, então deixa o tempo passar e o problema estará resolvido…(risos)
mas depois de ler esse comentário…
“- Neste prazo nenhum dos palestinos expulsos de Israel em 1948 estará mais vivo, e o “direito de retorno” será uma expressão cada vez mais vazia a medida em que o tempo passar.”
eu tive que modificar a abordagem brincalhona do comentário que eu pretendia postar…
esse comentário para mim é o cúmulo do mau caratismo, daqueles que professam como se fosse uma coisa correta a questão de dois pesos, duas medidas…
se nós prosseguirmos na lógica desse comentário infeliz podemos pensar que já que nos dias atuais, pessoas sobreviventes do holocausto pedem indenizaç?es pelos seus sofrimentos e perdas, então daqui a algumas décadas esses clamores vão cessar,e o holocausto cairá no esquecimento…
Desculpa, andrea, mas a sua “abordagem brincalhona” é “israel vai deixar de existir com o tempo?, então deixa o tempo passar e o problema estará resolvido?(risos)”?
“esse comentário para mim é o cúmulo do mau caratismo”.
E isso só para citar vc “(risos)”
abs
a andrea é o tipico exemplo de fascista que nem sabe que é fascista… se amanha uma bomba nuclear destruir Tel Aviv e matar milhoes de civis ela nem vai piscar… vai ficar so com seus “risos”… Afinal sao so israelenses “malvados”…
Que se fodam qualquer um que não fale a minha língua, tanto faz - judeus ou palestinos…
What a Hell….
Chesterton, meu velho e bom Chesterton.
Eu não consigo defender Israel quando Israel assume seu lado covarde. É lógico que não dá pra aguentar o Hezbolá sequestrando seus filhos de dentro do seu próprio quintal. Não, realmente não dá. Mas que destrua o Hezbolá e não tudo em volta de forma covarde. Cadê o melhor serviço secreto do mundo? Porque não faz o serviço de forma limpa e precisa? Precisa matar e destruir todo o L?bano?
Minha resposta é: NÂO ! Tá errado e covarde do jeito que tá. Tem muito inocente pagando.
Na sua essência o povo judeu, que se diz o povo escolhido (acho isso um absurdo), gosta que haja raiva contra si, usa isso para sua própria perpetuação e continuidade de seu povo e religião.
Tem maluco pra tudo. De um lado Hezbolás e de outro os Torás.
E a gente como nossos PCCs… Lulas e Alckimins… é tem maluco pra tudo.
Como a maioria das pessoas de bom senso já pôde perceber, a mídia, que teria de ser isenta, está quase invariavelmente contra Israel, bem como quase todos países do mundo. E quando eu falo estar contra Israel, eu não estou especificando um determinado comportamento de Israel, mas sim o país como um todo, englobando todas as suas aç?es em todos os períodos de sua história (quem tem dúvida quanto a isso, favor consultar http://www.deolhonamidia.org.br e honestreporting.com ). Não importa o fato, não importa a verdade, não interessa quem começou, Israel é culpado . Uma vez estipulado que Israel é culpado, resta à tarefa de procurar o motivo para justificar isso.
Antes de Israel ter se retirado de Gaza (exército e população), todos os ataques realizados por terroristas árabes palestinos da Faixa de Gaza ( leia-se: ataques com mísseis Kassam) eram plenamente justificados segundo a opinião mundial. Israel “ocupava” território dito palestino. Apesar de que Gaza, Judéia e Samária jamais na história pertenceram ao povo árabe refugiado que decidiu se auto-proclamar de povo palestino ( qualquer judeu, cristão, muçulmano nascido na região de Israel hoje antes de 1948 também recebia o status de palestino ). Interessante que entre 1948 e 1967 o Egito não era chamado por ninguém de “ocupador” de Gaza. Então, em função desta “ocupação”, todo e qualquer ataque realizado por terroristas árabes palestinos com foguetes atirados em cidades israelenses fora da Faixa de Gaza era “justificado” .
Bem, faz um ano que Israel se retirou de Gaza totalmente, e desde então foram atirados mais de 500 foguetes Kassam contra Israel. Alguém se manifestou contra no mundo? Alguém disse que não há mais justificativa para isso? Alguém condenou os ataques? Não, afinal, quem se preocupa com a vida dos israelenses?
Ocorre que chegou um momento que este pequeno país não suportou mais e decidiu reagir. Porém, Israel não deve, segundo o mundo, responder com mísseis também, afinal de contas, Israel é um país democrático, que respeita os direitos humanos, etc.
Então, o quadro é o seguinte:
a) Se não respondemos, eles continuam atirando e o mundo não fala absolutamente nada.
b) Se respondemos matando terroristas, somos condenados por assassinatos seletivos.
c) Se respondemos contra a população no geral, somos condenados por assassinatos indiscriminados (note que não importa a maneira como Israel mata, ele acaba sempre culpado, seja qual for o tipo de assassinato, afinal, israelense só pode morrer, matar nunca).
d) Se matamos terroristas e como efeito colateral morrerem civis, somos condenados duplamente, por termos matado terroristas e por termos matado civis.
Acontece que o mundo (mídia internacional, União Européia, Rússia, etc. ) também não pode fazer tamanho papel de idiota. Seqüência de eventos: o exército cai em uma emboscada, um soldado israelense é seqüestrado fora da Faixa de Gaza; dentro de Israel (note como mesmo após termos saído “eles” vem atrás da gente, depois nós que “ocupamos”). Logo após, dois soldados são seqüestrados em Israel por terroristas do Hizbullah na fronteira com o Líbano, que também em um ataque mata oito soldados. Bem, com três soldados seqüestrados, oito soldados assassinados, o mundo também não poderia dizer que somos os vil?es, os culpados. Entretanto, ninguém critica os terroristas árabes palestinos, nem os do Hezbollah, enfim, ninguém comenta a situação, afinal de contas, como comentar uma situação totalmente favorável a Israel que está fazendo o papel de vítima? Fica tudo por isso mesmo. Passados 10 dias do final da copa do mundo, a cabeçada do Zidane ainda tem mais importância do que soldados israelenses seqüestrados.
Então, o quadro muda completamente com o ataque de Israel. É possível um país ser condenado por defender sua população, e ir em busca de soldados seus seqüestrados? Não. Mas os hipócritas que não faltam pelo mundo encontraram a palavra mágica: “Desproporcional”. Reconhecem que Israel foi atacado, reconhecem que Israel tem que fazer alguma coisa, mas o ataque de Israel é “desproporcional” . Vamos analisar bem a questão. O que seria um ataque “proporcional”? Seqüestrarmos dois terroristas do Hezbollah e matarmos exatamente oito deles? Ou seja, Israel só tem o direito de responder a um ataque causando o mesmo dano que foi sofrido por ele, é isso? Alguma vez ocorreu isso na história do mundo? Alguma vez um país deixou de ser vítima para se tornar vilão por sua reação ter se tornado “desproporcional”? Bem, então devemos condenar os aliados que acabaram com a Alemanha nazista, afinal de contas, aquele ataque também foi desproporcional. Israel não tem o direito de utilizar toda a sua força até cessar o ataque do inimigo?
Quem mandou o Hezbollah começar? Agora que agüentem as conseqüências. Tanto o grupo terrorista, como o país que o abriga, onde o grupo possui 23 cadeiras no parlamento de um total de 128. Interessante que é muito fácil julgar Israel. Ninguém se coloca na posição dos israelenses, nem da família dos soldados seqüestrados. Não se sentem na pele deles. Mas todos do dia pra noite se tornaram ultra simpatizantes dos civis inocentes do Líbano . Existe hipocrisia maior? Para termos uma idéia melhor do absurdo, vamos transformar esta situação macro para uma situação micro. Imaginemos um destes palhaços, que falam que a reação de Israel é desproporcional, estando dentro de sua própria casa. De repente ele escuta o barulho de um ladrão tentando arrombar a porta, e se vê com várias opç?es para impedir o ataque:
- um cacetete
- uma faca
- uma pistola
Qual arma ele irá usar esperando o ladrão romper a porta? Claro, ele irá usar a melhor arma que se adequa para o contexto, e que tenha a maior eficácia possível contra o ladrão. Afinal, ele se preocupa com a vida dele e de sua família . Mas o mesmo não pode ser aplicado a Israel. Israel não pode se defender com o que tem de melhor. Israel não pode matar pessoas de outro pais como matam os seus cidadãos ( para quem não sabe, um soldado israelense é apenas um civil vestido de verde). Temos que ter todo o cuidado possível, afinal, a vida humana aqui no Oriente Médio apenas torna-se importante quando quem matou é um judeu . Pois enquanto morremos em atentados, ataques, foguetes, etc. ninguém parece dar muita importância. E no caso de cinco ladr?es quererem assaltar três pessoas, apenas devemos nos defender atirando em três dos ladr?es, afinal de contas, eles apenas causariam dano em 3 pessoas. Logo, não podemos “danar” cinco. Isso é desproporcional.
Você, um destes palhaços a quem eu me referi, da próxima vez que você for assaltado, por favor, não utilize uma arma melhor do que a do ladrão, não tente reagir contra um grupo de cinco bandidos que tentam assaltar APENAS você, sua mulher e sua filha (3 pessoas). Afinal de contas, dependendo da arma que você for usar, ou da quantidade de bandidos a quem você for causar um dano, tua ação poderá ser qualificada como desproporcional. Ou desproporção não interessa quando o assunto é a TUA vida?
Ao longo da história os judeus sempre foram perseguidos e massacrados.
E o mundo se acostumou com isso achando que o papel dos judeus no mundo sempre foi de servir de bode expiatório. E isso acabou subitamente em 12 de julho de 2006.
Sem avisar ninguém, Israel mostra que à partir de agora, os judeus fazem parte
do mundo, ou seja, bateu-levou. ? partir de agora os árabes vão pensar bastante antes
de atacar Israel ou seus cidadãos. O Líbano será o exemplo do que pode se transformar
uma Síria, um Irã ou qualquer outro país que ataque Israel. Israel se levantou e mostrou
ao mundo que se é para sacanear, então vamos sacanear. Se quiser conversar, podemos
conversar. Agora se jogar bomba ou seqüestrar soldado, vai arcar com os prejuízos que
serão lamentados por 100 anos. E ao mesmo tempo vai mostrar aos países que abrigam
terroristas, o risco que isso representa para a sua soberania, paz e prosperidade.
Na Síria, quando a população da cidade de Hama resolveu se levantar contra o ditador Assad Pai, o exército local massacrou dezenas de milhares de seus habitantes, destruiu completamente 100% das construç?es de Hama (com os corpos de seus moradores dentro) e depois mandou achatar tudo e passar uma autovia por cima. Nunca mais houve um levante interno na Síria, nem com Assad Pai e nem agora, com Assad Filho.
Os próprios árabes podem massacrar seus povos (vide o exemplo do “setembro negro”), mas todo mundo se levanta quando Israel se defende das agress?es que sofre.
Infelizmente, essa é a lei da tribo. É a lei que eles entendem. Cada vez que Israel se vê obrigado a agir de acordo com as leis do deserto há um retrocesso. Um retrocesso na nossa visão humanista e democrática.
Israel não entra num país e faz o que faz por mero sadismo. O faz depois de ser muito espezinhado e provocado. Então Israel deixa um pequeno recado, informando de que também sabe jogar com as leis da tribo.
Entretanto, Israel nunca jogos com essas leis na mesma intensidade com que os próprios árabes jogam. Quando a Jordânia resolveu acabar com as suas diferenças com os palestinos matou logo 20 mil duma vez. Quando Assad Pai resolveu acertar as contas com Hama, achatou a cidade inteira debaixo de uma estrada.
Israel antes de atacar sobrevoa seus alvos e atira panfletos em árabe, pedindo que a população civil se retire ou busque abrigo. Ou seja, mesmo quando joga com as regras da tribo, Israel se contenta em usar de mão leve.
A população da Arábia Saudita apesar de viver num regime de monarquia absolutista medieval e teocrático vive relativamente em paz, a população da Jordânia, do Egito, do Qatar, do Iemem, Kwait, para citar apenas estes, também vivem em sossego, pelo menos não perdem seus jovens na guerra e não se vêem bombardeados em suas cidades e infraestrutura, me parece que a população de todos eles não morre de amores por Israel, alguns até se volutariam para lutar em facç?es de grupos armados religiosos radicais mas o povo destes países vivem as suas vidas normalmente conforme a cultura de cada um deles ( não quero fazer juízo de valor ). Enquanto isso, Iraque que financiava casas para as famílias dos homens bombas, Líbano que abriga o Hesbollah, Síria que alimenta milícias armadas que atacam Israel, Irã que exporta sua revolução islâmica, pretende construir a bomba atômica (se vêem as voltas com bombardeios e constante ameaças de retaliaç?es econômicas e guerra). Os palestinos que são dominados pelo Hamas, Jirrad islâmica, vivem num verdadeiro inferno. Será que vale a pena alimentar tanto ódio? Sendo práticos, sem inocentar Israel, o que eles tem ganhado com isso? Só destruição e morte, tem valido a pena? Por que não negociar a paz, negociar é uma troca, perde-se algo, ganha-se outro. Israel é um fato consumado, é um Estado soberano reconhecido pelo Brasil, pelo Vaticano, pelo Egito, pela ONU, pelo conselho das naç?es, posso não concordar com a sua criação mas o que fazer agora, expulsar toda a sua população, massacra-los? Jogar uma bomba nuclear lá? A terra era, não era deles? Deve-se evacuar toda a população branca e negra dos EUA, do Canadá por que a sua população original era indígena? Fazer o mesmo no Brasil? Eu não sei onde ficaria pois provavelmente tenho índios, negros e portugueses na minha árvore genealógica. Por que não aceitar o fato consumado e olhar para frente, para o futuro? O Brasil dizimou praticamente toda a população masculina do Paraguai, o que eles devem fazer agora? Que tal se os negros americanos e brasileiros constituissem milícias armadas e começassem a atacar os brancos por que eles os escravisaram? Imaginem se a Alemanha que foi destruídas pelos soviéticos, americanos ao invés de tocarem as suas vidas só alimentassem sentimentos de vingança? Os japoneses que morriam pelo Imperador, que representava o Império a Pátria foram vítimas de duas bombas atômicas americanas, o que fizeram eles, o que fazem eles? Reconstruíram as suas vidas, e hoje vivem em paz e são duas potências econômicas, tecnológicas e seus povos são prósperos, não conheço nenhuma organização paramilitar exigindo vingança e atacando americanos, russos, nem os seus governos alimentando o ódio em suas populaç?es. Se não for assim, se não houver disposição para ceder, esta guerra continuará interminável, para o bem de suas populaç?es de seus povos eles teriam muito mais a ganhar se aceitassem o fato consumado da existência de Isreal, e abrissem mão de Jerusalém, afinal os católicos tem o Vaticano, e seus santuários de Aparecida, Lurdes, etc, os muçulmanos tem Meca, Medina. E os judeus só tem Jerusalém, que poderia ser reivindicada por cristãos não católicos inclusive que não tem outra cidade santa de peregrinação. Não se trata de gostar de Israel, você como brasileiro de esquerda pode não gostar dos EUA e de suas aç?es, pode considera-los imperialistas, eles nos exploram? o que você acha que o governo brasileiro deveria fazer? Atacar os EUA, ou manter relaç?es diplomáticas, comerciais, tentar conviver e negociar reconhecendo as nossas limitaç?es e fragilidades enquanto buscamos o nosso próprio desenvolvimento em paz? Não se trata de Israel estar certo e os palestinos errados, se trata de fatos consumados, de se perder menos, para mim destruição de cidades e morte de amigos, vizinhos e familiares, tanta dor e sofrimento para expulsar o povo de um País estabelecido e aceito internacionalmente, muito mais poderoso econômicamente, belicamente e tecnológicamente, a troco de algumas baixas do lado de lá, muito menores ainda que indefinidamente não compensa é o tipo de guerra que não terá fim mas quem mais sai perdendo são os palestinos.
Nassau
Na boa, tem que ter muito saco pra aguentar esses arabes malucos. Metade fica se lamuriando e metade fica matando os outros ou a si mesmos.
Grandes Nassau e Wiliam,
posso até não concordar com tudo que voces escreveram, mas a linha está correta e merece aplausos.
Não pude ler tudo aqui, mas SP, voce é da TFP? Esse “decálogo de Lenin” que voce colocou é muito comum entre o pessoal desse movimento de extrema direita.
Comunismo?
Será que uma discussão sobre comunismo é o que realmente importa agora?
Não seria mais objetivo perguntar onde Israel quer chegar?
Desarmar os extremsitas do Hesbolá, do Hamas…destruir totalmente o Libano e a Palestina ( com as populaç?es dentro) para que os grupos não tenham como se armar e não ameaçar Israel.
Pedir para que os EUA joguem logo umas bombas atomicas no Irã e na Siria. Acabando com as fontes de recursos para os extremistas.
É esse o brilhante plano de sobrevivencia de Israel?
Não claro, o problema são os comunistas, so pra lembrar o maior país do mundo a China é comunista..de verdade…será preciso acabar co a China também?
todos xingam e julgam mas nenhum é capaz de dar resposta à minha colocação…
pensando bem essa atitude já é uma resposta…triste mas é…
Que colocação, Andrea? Que eu saiba, quem tá devendo resposta aqui é você…
Pegou o comentário 171 de novo, heim? (gargalhadas)
Se para os árabes aqueles que morrem contra o inimigo vão para o paraíso e tem direito a 70 virgens (haja virgens árabes, heim), qual é o grande problema que está ocorrendo no Líbano?
Nesse exato momento o que acontece no Libano, com a população Libanesa, independentemente das posiç?es de Israel e do Hezbollah é UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE! E ninguém escreve sobre isso! Assistimos passivamente um massacre de inocentes enquanto Condolezza Rice prop?e um plano de paz para daqui a uma semana, SEM PROPOR UM SESSAR-FOGO, enquanto nega qq poder à ONU!!
É ridiculo, é horroroso, é horrendo. A posição dos EUA é a mesma de um policial que, vendo alguém ser espancado na rua diz ao agressor que ele deve para em 4 horas, não mais.
Tenho amigos no Líbano, amigos próximos dos quais não sei mais nada. São médicos, profissionais liberais, dentistas, trabalham em bancos, aposentados. Nenhum terrorista, pelo contrário, gente de uma doçura e de um coração enormes! A prefeitura de Baabda, aonde se encontra a embaixada do Brasil no Líbano, foi colocada abaixo e, para quem conhece a geopolítica local, Baabda é um entorno cristão (para eles isso faz diferença).
No Brasil existem 6 milh?es de Libaneses, o governo Brasileiro não faz nada, Israel espera a evacuação dos extrangeiros nas próximas 48hs para realizar uma verdadeira carnificina… isso tudo é NOJENTO
E NINGUÉM AQUI ESCREVE NADA!!!
PS.: Estou com um amigo que está lá, ao telefone… um horror, um país totalmente demolido, ele grita, me arrepia. Tem 65 anos, foi passar provavelmente o último verão com sua mãe de 87… e sabe-se lá se eu o verei novamente.
Nada toca as pessoas se não houver morte ao lado. O ser humano é um animal horroroso.
http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=11770&editoria_id=9
Quanto sangue, né Antônio Augusto? Imagina só quanta tinta vermelha esse Maringoni gastaria pra fazer uma charge sobre os 120 milh?es de mortos que os comunistas deixaram?
Ah, o Maringoni também é comunista? Entendi…
Cessar-fogo já!
Basta de barbárie!
http://fromisraeltolebanon.info/
Ih, a doença de “slogan man” do Antônio do Carmo pegou no xará dele…
AA, esse cessar fogo inclui os foguetes do Hamas e Hezbollah e seus sequestros?
continuo esperando uma resposta equilibrada…
Retiram os estrangeiros de países do primeiro mundo para perpetrar depois um massacre mais completo dos civis libaneses.
A concretização do imediato cessar-fogo, que já conta com a adesão de países, personalidades políticas e religiosas, inclusive o Papa, evitará as mortes de civis libaneses, palestinos e israelenses.
A comunidade internacional precisa deter a guerra de Israel contra duas populaç?es indefesas, a libanesa e a palestina.
Cabe a qualquer cidadão pressionar o governo do seu país rumo a uma ação efetiva para deter a barbárie.
http://br.news.yahoo.com/060721/5/170fi.html
Taí! Eu apoio o cessar-fogo!
Inclusive já existe um caminho muito seguro para ele: Basta que o governo libanês faça uso de suas forças armadas e expulse de vez o Hezbollah do país, obrigando-os antes a devolver os dois soldados israelenses seqüestrados. Sem o Hezbollah, acaba a influência terrorista sírio-iraniana e Israel poderá voltar para casa.
O fim do Hezbollah significará o fim das aç?es terroristas vindas do território libanês contra Israel. O fim do Hezbollah possibilitará a paz para duas naç?es (Israel e Líbano), possibilitará o fim de uma ocupação (a da Síria no Líbano) e o conseqüente fim do derramamento de sangue israelense e libanês.
Ou seja, a receita para o cessar-fogo é mais simples que ovo frito: Delenda Hezbollah Est!
Ou como diria George W. Bush, “acabar logo com essa merda!”
Educando pelo ódio na Palestina:
http://www.intelligence.org.il/Eng/bu/hamas/education.htm
Se para os árabes aqueles que morrem contra o inimigo vão para o paraíso e tem direito a 70 virgens (haja virgens árabes, heim), qual é o grande problema que está ocorrendo agora no Líbano?
A O Espezinhador: Israel luta desde o primeiro instante após sua fundação para continuar existindo. Um estado que sobreviveu desde então apesar de toda adversidade de seus vizinhos, que começaram por não reconhecê-lo e depois empunharam a bandeira de sua extinção, com certeza chegará e passará dos 100 anos. Fica aqui meu apoio nessa hora dificil por que passa o povo israelense, tendo que mais uma vez se mobilizar em uma guerra para manter seu país.
apoio porra nenhuma…ao inferno com eles tb…
E quem vota a favor da expansao da guerra, com a entrada dos EUA e Inglaterra num bloco contra Ira e Siria, onde é que assina? ;-)
Estamos na III Guerra Mundial, pessoal… Da pra adiar, mas nao pra evitar. Dizem que dia 22 de agosto é o teste nuclear dos aiatolas iranianos… Espero que seja so lenda urbana.
Numa guerra nao existem “pacifistas”, existem apenas aqueles que (sabendo ou nao) estao do outro lado.
O AA nao respondeu se o cessar-fogo vale pros dois lados ou so pra Israel… Nem se o Hizballah deve devolver os soldados…
Israel vai passar dos 100 anos sim. Dos 1000, até, se D-us quiser. Abraços aos israelitas do blog! :-) :-D
Que Deus??????????
Porque ele não resolve o problema??????????
Mané!!!!!!!!!
E eu vou saber? Pergunte a Ele! :-P
Oras…
uns aqui escrevem de Israel como se todo o povo de Israel fosse uma só massa, um só pensamento. Escrevem do Líbano como se todo Libanês pensasse da mesma forma, agisse da mesma forma, tivesse o mesmo pensamento… Oras, que falta de sensibilidade! Quem está “em guerra” no momento é uma facção xiita radical, Hezbollah, que luta contra os militares e militantes Israelenses. A população civil, pacifista, dos dois lados, essa nunca é ouvida, é manipulada de acordo com as vontades e necessidades daqueles que promovem a guerra. A ’sugestão’ de enviar as tropas libanesas para ‘limpar’ o Hezbollah do sul do Líbano é ridícula, sabe-se bem que o exército libanês foi desmontado nas últimas décadas. Dizer que a luta do estado de Israel contra o Hezbollah é ilegítima também sería injusto, já que existe sim uma constante ameaça desse grupo (que não é majoritário no país) contra o estado Judeu. Dizer que a luta do Hezbollah é ilegítima também é querer tapar o sol com a peneira, afinal de contas a comunidade internacional criou um estado artificial para implantar os Judeus na sua Terra Santa sem resolver os problemas geopolíticos e sociais locais.
O que vemos hoje é o resultado de décadas de desmandos, violências, abusos e absurdos. Ao invés de investirem em educação e infraestrutura nos territórios ocupados a “comunidade internacional” (diga-se os donos do poder nos países desenvolvidos) acharam melhor investir em armas. Armas dão dinheiro à poucas pessoas e grandes grupos o que não dá dinheiro é investir em escolas, educação, cultura, saúde, infra-estrutura nesses países, tanto na Palestina quanto no Líbano, afinal de contas o interesse maior dos donos do poder nessas áreas de conflito é eliminar fisicamente a resistência.
Diz-se que é direito de um, que é direito de outro, que é direito de A ou B. Ninguém diz lá o que é direito de se fazer, de se encontrar uma solução que não seja a de cessar-fogo mas sim de paz. E o que os territórios invadidos necessitam realmente é de desenvolvimento econômico e social, possibilidades de melhorar a qualidade de vida de onde vivem. Enquanto isso não for atingido não haverá paz, porque paz significa comida no ventre, água para beber, ocupação remunerada, desenvolvimento. Mas isso não é de interesse, escolas não dão cobertura na CNN, Al-Jazeera, BBC, Le Monde ou o que quer que seja.
Não existe PAZ porque o maior predador da face da Terra, o ser humano, não deseja paz. Só não continuamos canibais porque não é mais politicamente aceito, de resto fazemos tudo o que sempre fizemos desde os últimos 30.000 anos, desde que nos agrupamos: destruir o grupo rival.
Quem não entende isso não entende o ser humano; quem não enxerga isso não enxerga o que acontece; quem não se enxerga nisso nunca encontrará a tal propalada paz.
jsa, Deus deu ao homem o livre-arbítrio.
A univa paz aceitavel é a destruição de grupos terroristas islâmicos, por favor, deixem Israel acabar o serviço. Nós só temos a lucrar com isto.
chesterton, o que a natureza privilegiou ao homem foi puro instinto de sobrevivência!
Israel tem tanto direito de existir quanto o Brasil.
Se os misseis e foguetes libaneses erram o alvo a matam civis israelenses, os misseis israelenses também erram o alvo e matam libaneses.
Todos os dias, a mídia mostra quase o mesmo de Israel. Um tiroteio na faixa de Gaza. Depois jogam umas bombas na Síria. A base de Yasser Arafat é colocada sob cerco. Outro homem-bomba ou mulher-bomba se explode em alguma rua de Israel. Quantas vezes não vimos isto?
Muitos então devem até se perguntar, se o preço do sionismo não foi e é uma guerra sem fim. Figuras famosas mesmo dos EUA, não raro exigem de Israel mais moderação com os islâmicos. Numa incrível e notória farsa transformam vítima em culpado e vice-versa. E a opinião pública mundial vai sendo convencida pela mídia, que Israel é mesmo culpado. Que Israel é assassino de islâmicos, Israel é um obstáculo à paz, etc.
A analogia que se deve fazer das mortes, no eterno conflito islâmico-israelense é aquela entre a aviação comercial e os demais meios de transporte. Todos os dias, mais de dois milh?es de pessoas viajam por avi?es. É tão raro que algumas delas morram, que qualquer acidente aéreo comercial, mesmo que nos confins da Conchinchina será, de imediato noticiado no mundo inteiro. Mesmo que nenhum brasileiro tenha sequer falado com qualquer das vítimas deste acidente, todos os jornais brasileiros importantes darão a notícia e na primeira página.
Na verdade, como toda pessoa consciente bem sabe, corretamente, a aviação comercial salva vidas, pois caso estas pessoas que viajam de avião usassem outros meios de transporte, o número de mortos seria muito maior. Além de ser mais seguro, avi?es são mais rápidos e dependendo da distância até pode ser mais barato voar. Os transatlânticos desapareceram do Atlântico depois que seus usuários viram que voar era mais rápido, mais barato e mais seguro. Daí que avi?es comerciais são uma fonte de benefícios e segurança. Avi?es comerciais salvam vidas, não as abreviam. O preço que se paga com este ou aquele acidente é pequeno, pois sem avi?es comerciais muito mais pessoas morreriam enquanto viajassem por outros meios.
Assim como a aviação é uma forma de salvar vidas humanas, apesar de alguns poucos acidentes, Israel é uma forma de trazer paz e segurança ao mundo. Assim como no caso da aviação, o que parece para alguns desavisados um absurdo é uma realidade indiscutível. Sim, Israel é uma fonte de paz.
A mídia sempre destaca as mortes de hoje. Alguns se enganam e pensam que foi a criação de Israel o início do conflito entre judeus e islâmicos. Não é verdade. No início do Islamismo, Maomé mandava os islâmicos rezarem em direção à Jerusalém. Tão logo Maomé passou a mandar escravizar e matar judeus, ele afirmou ter recebido uma revelação divina, declarando que dali em diante, os islâmicos rezariam prostrados para Meca e não para Jerusalém. Por sinal isto segue até hoje. Quem afirma ser coisa recente, o conflito entre islâmicos e judeus mente. A criação de Israel ocorreu mais de 1.200 anos após os primeiros conflitos entre islâmicos e judeus.
Uma outra lenda em que muitos acreditam é aquela que afirma ser a posse de Jerusalém, pelo estado de Israel, o verdadeiro problema. Uma lenda. Quando Maomé mandou massacrar judeus, em Jerusalém não podiam viver judeus, sob pena de morte. Jerusalém vivia então, sob o domínio do Império Bizantino, não sob uma suposta ocupação israelense. E nem por isto as relaç?es entre judeus e islâmicos era melhor com Maomé vivo do que é hoje.
A tola idéia de ser a ocupação israelense de Gaza e Cisjordânia a causa dos conflitos e combates é outra imbecilidade. Até 1967, estas regi?es viviam sob controle respectivamente do Egito e da Jordânia. Nem por isto qualquer país árabe reconhecia Israel então. Nem por isto, os atentados de terroristas islâmicos a Israel eram menores que hoje. Nem por isto, multid?es iradas de islâmicos deixavam de urrar “Morte a Israel !”, “Morte a todos os judeus!” ou coisas do mesmo nível.
A causa do conflito entre islâmicos e judeus não se deve às fronteiras de Israel serem diferentes daquelas de 1966. Israel é vítima e não culpada pelo conflito com fanáticos que insistem em querer que o mundo viva no século VII.
Uma lenda muito divulgada é aquela que diz ser Israel o maior foco do conflito entre islâmicos e o resto do mundo. De fato, Israel tem os holofotes da mídia mas esta esquece que islâmicos estão em guerra com russos pela Chechênia, com indianos pela Cachemira, com africanos pelo sul do Chade, etc. No próprio mundo de língua portuguesa, Timor Leste foi invadido por um ditador islâmico, começando uma ocupação que duraria muitos anos e custaria o genocídio de quase um terço da população não islâmica daquele indefeso país.
Quando um míssil de israel mata o mais vil dos terroristas islâmicos, toda a mídia noticia. Duvido que a mídia dê a mínima para a escravização em massa de negros por islâmicos no Sudão. Procurar um jornal importante publicando que os islâmicos massacram muito mais gente que qualquer outra religião, é uma tarefa inútil no Brasil.
Religi?es à parte, os islâmicos são os maiores assassinos deles mesmos. Em Bangladesh morrem centenas de milhares de islâmicos todos os anos, por falta de água tratada. Nem um milésimo das mortes de islâmicos no mundo se devem ao conflito entre árabes e judeus. Ainda assim, a mídia nem sugere a permanência de milhares de mortes de islâmicos por tifo, malária, cólera e febre amarela. Apenas a segunda doença mata mais de mil vezes mais islâmicos que todas as Forças Armadas de Israel juntas e todos os anos. Israel não é a causa das guerras entre islâmicos. Elas seriam muito maiores se Israel não existisse.
Israel é uma fonte de paz, pois graças a este pequeno estado, o mundo viu a derrota ou o início dela, de ditadores islâmicos que queriam dominar o mundo. Um exemplo já esquecido foi o ditador do Egito, Gamal A. Nasser. Este finado ditador exigia o domínio do mundo islâmico e a destruição de Israel. Ele quebrou a cara numa guerra que durou apenas seis dias e transformou a montanha de armas, doada pela então URSS, em um monte de sucatas.
Mais recentemente, o então ditador iraquiano Saddam Hussein meteu-se a usar a bilionária receita de petrodólares de seu país, em um programa atômico. Tinha tal psicopata a meta de ter um arsenal atômico e dominar o Oriente Médio e seu petróleo, sendo assim um líder de uma potência global. Evidentemente que seus torturadores filhos seriam seus únicos prováveis sucessores quando ele morresse, sendo o estuprador filho, seu mais provável sucessor. Este pesadelo foi duramente atingido em 1981, quando Israel destruiu o reator de Osirak. Embora só este ano a ameaça de um Saddam atômico tivesse sido eliminada em definitivo, ainda assim, graças a Israel iniciamos a ficarmos livres de ver um psicopata anti-semita nos ameaçar com armas atômicas. O caso do reator de Saddam é a maior prova de que Israel é uma fonte de paz.
Na verdade, qualquer ditador ou Aiatolá com planos malignos terá que levar em conta a existência de Israel. Antes de mais nada, os ditadores malignos da região pensam em Israel. Tem que ser assim, pois eles temem quebrar a cara.
O Aiatolá que governa o Irã pensa em desenvolver seu arsenal atômico. Ele não teme matar mulheres por elas traírem seus maridos. Ele não teme matar algum cristão que ouse ensinar cristianismo a um islâmico. Ele não teme matar quem publique coisas não aprovadas por mulás e aiatolás. No entanto, todo Aiatolá teme que Israel transforme em sucata seu projeto atômico.
Ao lado dos imensos benefícios que Israel tem trazido aos judeus que o habitam, Israel tem trazido imensos benefícios também aos outros povos do mundo. Não falo dos progressos na Agronomia, Aviação, Física, Medicina, Química, Engenharia. Falo também que Israel traz paz, apesar de alguns tiroteios ocasionais, assim como o avião traz segurança, mesmo com alguns acidentes.
Os benefícios que Israel tem trazido ao mundo desde sua criação, são inúmeros mas a paz é o maior deles. Graças a Israel, toda a vez que um fanático mulá disser que o melhor é vivermos no século VII, ele será desmentido pelo alto padrão de vida de Israel, ao lado da miséria reinante no mundo islâmico. Toda vez que um tirano quiser dominar a região, ele terá que pensar no pequeno estado de Israel.
Israel não é um obstáculo à paz no Oriente Médio mas sua única base forte. Este minúsculo país estará sempre nos pensamentos de psicopatas que querem escravizar o mundo. Eles mandarão seus bajuladores na mídia sempre exigirem que Israel faça isto ou aquilo. Eles mandarão que seus mulás façam estas ou aquelas manifestaç?es com queimas de bandeiras de Israel. Enquanto Israel existir, estes pretendentes a Imperador do Mundo terão um obstáculo a levar em conta. E este obstáculo se chama Israel. Enfim, longe de ser um problema para o mundo, Israel é uma fonte de paz.
Lá vem o Humbertao que nao tem tamanho! Vem cá, rapagao, fumar o baseado dus bao comigo e por ordem nas idéia, homi!
Se o Brasil que desocupou os índios pode existir, então Israel também pode.
Se os misseis libaneses podem errar o lavo e atingir civis israelenses, os misseis israelenses também erram o alvo e atingem civis libaneses.
Pax, você não consegue apoiar Israel porque Israel faz o que você não pôde fazer.
Chesterton, meu velho e bom Chesterton. Ok, entendi seu ponto. Mas eu disse que também não apoio o Hezbolá e nenhum movimento terrorista. E agora? Que sinuca heim Chesterton.
E você acha mesmo que Israel vai acabar com todos os movimentos terroristas? Caramba chesterton. História da Carochinha tb acredita? Em deus também? Tá difícil esse diálogo. Mas eu posso te dizer minha opinião: Vai criar muito mais terrorismo do que você possa imaginar, algo incontrolável. Esse é um movimento que veio pra ficar, reflexo da imbecilidade religiosa do mundo e Israel joga gasolina na fogueira e assopra. Eu acho isso. Espero estar errado. Enfim, acho que vou mudar meu nick pra Belix de uma vez.
O misseis e o genocidio de milhares terá o condao de trazer a paz.
pax, se omitir é apoiar tacitamente.
eliminar o risbolá e o ramás é terefa necessaria, se outros vierem, matêmo-los e convertamo-los.
Eu concordo que a situação de Israel sempre será delicada a longo prazo, mas acho que B. Schwarz não captou totalmente como a retirada de Gaza (e futuramente da Cisjordania) e a construção do muro mudaram radicalmente a situação. O tempo agora está no decididamente do lado de Israel:
- A taxa de crescimento populacional dos árabes israelenses não é sustentável e inevitavelmente vai cair nos próximos anos. Não é razoável projetar a taxa de crescimento atual para até 2050.
- A imigração de judeus para Israel, principalmente vinda da Rússia e Leste Europeu, tem compensado o menor crescimento vegetativo da população judia.
- Neste prazo nenhum dos palestinos expulsos de Israel em 1948 estará mais vivo, e o “direito de retorno” será uma expressão cada vez mais vazia a medida em que o tempo passar.
Em resumo, não acredito que o fator populacional vá realmente afetar Israel mesmo a longo prazo. A verdadeira ameaça é militar - Israel irá durar enquanto continuar tendo superioridade sobre os vizinhos islâmicos.
Comentário de Fernando ? 19/07/2006 @ 2:47 pm
Adiciono apenas que o crescimento populacional de Israel é significativo junto aos fundamentalistas. Cada famíla tem , em média, 5 filhos. Em geral 4 continuam a tem mais 5 filhos fundamentalistas e 1 não. A população votante de Israel vai mudar muito em 1 geração, onde os partidos religiosos obterão parte considerável do poder político. Uma das raz?es pelass quais o govêrno está tentando adotar uma Constituição para Israel, em lugar da lei Religiosa, que é hoje a adotada.
Quanto ao crescimento populacional árabe, o Fernando tem razão, ele não se sustentará, ainda mais porque Gaza e Cisjordania não disporão de recursos naturais ( água, etc) suficientes para abrigar populaç?es muito maiores do que as que lá se encontram.
Temos que separar as coisas.
Libano é uma coisa, Palestina é outra.
No líbano nós temos uma organização terrorista financiada por agentes externos que querem promover a destruição de um estado, no caso o de israel, em prol do controle da região mas que não podem mostrar a cara diretamente pois isso acarretaria uma intervenção internacional imediata.
Palestina é outra coisa.São dois povos constituídos que brigam pelo mesmo território.Não que na região não haja financiamento esterno para promover a baderna, mas ao menos lá há um motivo palpável.Israel impos o medo em um primeiro momento, irá agora afastar os terroristas da fronteira para depois pedir à ONU intervensão na área com tropas para garantir a segurança e principalmente poder cobrar das organizaç?es mundiais que por vezes são opositores ferrenhos dos métodos de Israel, a tão sonhada segurança na fronteira. Se os terroristas dispararem um morteiro se quer para o lado Israelense eles irão reclamar com quem em tese pode fazer algo, a ONU.
Boa Estratégia.
São povos guerreiros.Não conhecem muito além de matar, destruir, derrubar e assim vai
Acreditoque só irão parar quando nada mais existirânem gente, nem plantas, nem prédios, nem animais. Mais nada, sómente areia e pedra.
Que pena……
Não sou a favor de guerra alguma, nem tampouco tenho a intenção de inocentar os atos de Israel, mas convenhamos que se qualquer um de nós usasse uma medalha no pescoço e por um motivo qualquer todos resolvessem nos agredir pelo uso daquela medalha, seria conveniente retirá-la do pescoço. Ainda mais se a dita medalha tivesse espelho e agredisse a visão alheia.
Por que então o Libano não expulsa o Hizbollah do seu território? Alguém mais bem informado que eu, já disse em um outro momento que o exercíto libanês está sucateado e que portanto, o Libano não teria como fazer isso. Acredito que se solicitada, ajuda é o que não vai faltar. Esse Hizbollah não parece ser muito querido.
Naum sei se vcs são ateus, mas mesmo se forem, será que naum conseguem enxergar que a restauração de Israel foi um milagre e quem se lhe opuser será derrotado! Mas esta nova crise esta cercada de ares apocalipticos,vejam bem. Amanhã me escrevam, depois da Síria e Irã terem sido varridos…..Vejam, Deus naum é ecumênico!
steiner, o mesmo deus que segundo voce “fez” Israel é, por acaso o mesmo deu que fez a alemanha nazista? é o mesmo deus que fez o Chaves ?(da Venezuela não do SBT) ou por acaso é o mesmo deus que permite que milhares de criancinhas morram de fome na ?frica?? Caso voce esteja falando deste deus, pode ficar com ele. Eu prefiro acreditar que deuses não existem a concluir que eles enlouqueceram …
O GENOCIDIO PERPETRADO PELOS SIONISTAS E AS PERSPECTIVAS DO PROXIMO FORUM SOCIAL MUNDIAL:
O sistema de poder mundial faz água por todos os lados. O fracasso da rodada de Doha, da OMC, e a guerra movida por Israel contra o Líbano e a Palestina - revelam, de forma mais clara -, a incapacidade do modelo econômico neoliberal e da “pax americana” de promoverem nem sequer uma ordem, ainda que precária e injusta, para o mundo.
Esgotou-se a capacidade de negociação da OMC. A guerra do Líbano não encontra nenhuma instância para intermediar os conflitos e buscar soluç?es harmônicas e justas - salvo que alguém leve a sério que o governo dos EUA, protagonista essencial desta guerra também, possa funcionar como mediador de um conflito em que é parte ativa.
O movimento por “um outro mundo possível” nasceu da crítica das políticas de livre comércio da OMC, em Seattle. Os FSMs tiveram na crítica à hegemonia das grandes potências e dos conglomerados internacionais promovida pelas políticas da OMC um de seus temas fundamentais. E agora, quando a OMC fracassa, o que o FSM tem a propor? Foi correta a luta de resistência às políticas de livre comércio. Como passar da resistência às alternativas?
Não se parte do zero. As teses do “comércio justo” encontram hoje na ALBA um bom exemplo, mesmo se regional. ? preciso levantar os princípios do “comércio justo”, aquele em que cada país entra com o que possui, independente do valor de seus produtos de exportação no mercado internacional. Um comércio baseado na solidariedade e nas necessidades mútuas, que o governo de Evo Morales chama de Tratado de Solidariedade entre os Povos.
O FSM, se quiser estar à altura da luta atual por um “outro mundo possível”, precisa formular imediatamente nossas propostas, buscando convencer aos governos comprometidos com uma ordem mundial mais justa, para estabelecer uma aliança entre os movimentos sociais e as forças que podem concretizar um comércio justo. Foi assim que se constituiu o Grupo dos 20, como articulação de governos, em Cancun, depois das mobilizaç?es contra a OMC levadas a cabo pelos movimentos sociais.
Algo similar acontece com a paz no mundo. Nunca houve tantos focos de guerra ao mesmo tempo. E nunca houve uma ausência tão completa de instancias buscando acordos de paz justos e duradouros. O FSM teve iniciativas paralelas de encarar a luta pela paz no mundo como seu problema. Mas nunca incorporou à sua programação oficial o tema da luta contra a guerra. Mesmo se as maiores manifestaç?es da história da humanidade tivessem sido organizadas a partir dos movimentos que participam dos Fóruns Sociais - aquelas contra a guerra do Iraque -, o FSM não fez, até aqui, como sua, essa luta. E no entanto, não existirá “um outro mundo possível,” sem derrotar a política imperial de guerra dos EUA e sem se formular propostas para cada um dos focos de guerra - Iraque, Afeganistão, Colômbia, Palestina, Líbano -, que mostrem que um outro mundo é possível, um mundo de paz e sem guerras.
É a hora do FSM, que soube construir o espaço de luta por “um outro mundo possível”, de propor os caminhos para a construção desse mundo.
Publicado originalmente no “Blog do Emir” (Carta Maior)
Steiner, já que estamos falando de genocídio, vê se poupa a língua portuguesa do massacre …
Tudo o que vemos é o preço a ser pago pela vaidade humana. Crianças morrem de fome na ?frica por causa da vaidade, islâmicosânazistas e afins tentam exterminar hebreus por vaidade, Israel procura se defender por direito que lhe assiste!!!!!!!!!! Deus, cujo nome é YAVEH, escolheu Abraão, é por ser fiel mantém a palavra com os hebreus, desde 1948 já é aconselhavel não por a cara com Israel. MAs vc não pode compreeder issoânão?!?!
Steiner, se quer justificar o Estado de Israel ( eles TEM direito de existir!!) não meta deuses no meio. Não transfira as culpas humanas aos alter egos humanos. Eu prefiro acreditar que deuses não existem a concluir que são sádicos.
Não sou - repito, NÃO SOU, nem nunca fui ou serei, antes que tentem me acusar disso e desmerecer o que tenho a dizer a priori - anti-semita. Porém, não é um pouco demais Israel atacar tudo e todos, como vem fazendo? Matar zilh?es de pessoas, pricipalmente civis, destruir a infraestrutura de um país e dar um tapa na cara do mundo inteiro matando representantes da ONU (que aliás tinha alertado os israelenses da presença e da localização destes representantes) é um pouco demais, não? Só resta torcer para que alguém decida tentar conviver pacificamente com os outros povos da região. Se não for o caso, talvez o fim de Israel seja apenas uma conseqüência natural da postura de certos grupos… Que acordem, antes que seja tarde.
Israel deveria então “dar a outra face” e abrir suas fronteiras aos terroristas ??
Nem terroristas são. São apenas uns fanátricos imbecís utilizados pela Síria e Irã para aporrinharem Israel. Como estes paises não tem “peito” para um “mano a Mano” cm Israel, ficam açulando os cães do rezbolá. Guerra é guerra. Matar é humano, matar é coisa de animal e o que somos nós alem de bípedes ???