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A paz que nunca vem

June 29th, 2006 · · 269 Comentários

Omar Abdel Razek, ministro palestino da Fazenda, foi preso esta madrugada pelas Forças de Defesa de Israel. Além dele, Samir Abu Aysha, Khaled Abu Arfeh, Naef Rajoub – todos ministros palestinos. No total, o exército israelense prendeu 64 deputados e políticos sem mandato do Hamas. O vice primeiro ministro, Nasser a-Shaer, caiu na clandestinidade.

As prisões vem por conta do acirramento das relações entre Israel e Autoridade Palestina desde a eleição do Hamas, que recusa-se a reconhecer o Estado judaico. As prisões são também prova contundente de que, apesar das aparências de que há governo, Israel faz o que bem entender.

Acaba começar a pior crise entre palestinos e israelenses desde o dia em que Itzaac Rabin e Yasser Arafat cumprimentaram-se nos jardins da Casa Branca.

Tags: Israel e Palestina

269 Comentários até agora ↓




  • 1 Rodrigo Goulart // 29/June/2006 às 9:17

    Isso não tem jeito. É uma pena, mas vai durar até o fim dos tempos.

  • 2 Grande Líder da Silva // 29/June/2006 às 9:30

    Que coisa. Um país sequestrando os líderes de outro país… parece um livro do Frederick Forsyth

  • 3 O Cara // 29/June/2006 às 9:51

    “Isso não tem jeito. É uma pena, mas vai durar até o fim dos tempos - Rodrigo Goulart”

    Talvez o fim dos tempos venha daí mesmo…

  • 4 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 10:11

    Levando-se em consideração que os “líderes” em questão, antes de líderes de um estado soberano são líderes de uma organização terrorista, a opção de capturá-los e de mantê-los sob custódia ao invés de simplesmente matá-los é até branda.

  • 5 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 10:28

    Aliás, sobre essa “paz que nunca vem”, tem uma frase ótima da ex-primeira-ministra de Israel, Golda Meir:
    A paz virá quando os palestinos passarem a amar mais os seus filhos do que odeiam os filhos de Israel”.
    Só!

  • 6 Duda // 29/June/2006 às 10:56

    eu ia até dar meu palpite, mas se o Victor está aqui não vou perder meu tempo.
    vou procurar uma discussão com menos chatos…

  • 7 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 11:03

    Vai pela sombra, Duda…

  • 8 smoker // 29/June/2006 às 11:03

    qualquer semelhança com a Alemanha de 1933-1939 terá sido uma mera coincidência….

  • 9 träsel // 29/June/2006 às 11:05

    OK, já encheu o saco essa guerra deles, lá. Que se matem uns aos outros logo. Há mais de 50 anos estão nesse rame-rame.

    Como sempre, a baderna é cortesia das potências imperialistas européias. Nada como criar fronteiras arbitrariamente.

    Vamos falar de outros assuntos. Não tem algum conflito com chance de ser resolvido por aí, não?

  • 10 Antônio Augusto // 29/June/2006 às 11:09

    O Brasil condenou a nova escalada terrorista de Israel e chamou a embaixadora desse país ao Itamarati para explicaç?es.
    Ao adotar as aç?es dos extremistas de ultra-extrema-direita, cujas posic?es, histéricas e típicas, também parecem aqui no “blog”, Israel, ao intensificar os crimes do terrorismo de Estado, se isolará progressivamente.
    Urgem aç?es da comunidade internacional para condenar e deter a nova onda de agress?es e crimes contra a integridade territorial, a autoridade e a população palestina, relacionadas à presente escalada terrorista de Israel.

  • 11 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 11:12

    “Escalada terrorista de Israel” é ótima, AA! Conta uma de português agora, vai…

  • 12 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 11:14

    Fico imaginando o informe que a embaixadora repassou para Jerusalém: “O governo daquele primata bêbado e corrupto que acha que dirige uma superpotência não gostou de nossa reação. Ele, que “dirige” um país onde morrem por ano 35 mil pessoas vítimas de violência acha que pode nos dar lição de moral.”

  • 13 clelio // 29/June/2006 às 11:16

    O pessoal daqui é bem engraçadinho. Quer dizer que os terroristas fazem um tunel sequestram e matam oficiais do exército de Israel, sequestrma e matam civis e os terroristas são os israelenses, que prenderam os incentivadores do Terror. Ou será que a Velhinha de Taubaté está por aqui e acredita que o Hamas é um Partido Político. Pobre mundo onde o anti-semitismo renova-se a cada dia.

  • 14 Esprit de porc // 29/June/2006 às 11:30

    Muito bem, Victor, o tio Mr X deve estar orgulhoso (ou será que vocês são amantes?) ;)

  • 15 André Pessoa // 29/June/2006 às 11:33

    Os comparsas do assassino de Itzaac Rabin, que freqüentam esse espaço, estão muito felizes com a nova escalada de violência na região.

  • 16 L. L. // 29/June/2006 às 11:43

    Primeira e última vez que leio os comentários daqui.

    Ao invés de guerrear entre si, israelenses e palestinos podiam se unir pra caçar uns pseudo-intelectuais-engraçadinhos-reprimidos. Aí sim o mundo melhoraria.

  • 17 Radical Livre // 29/June/2006 às 11:44

    Eu sou a favor da solução da bomba-atômica. Joga uma bomba atômica bem potente no meio de Israel, mata todo mundo (tanto judeus quanto palestinos) e começa o jogo a partir do que sobrar. Com certeza a paz virá com mais facilidade depois disso.

  • 18 Delsio // 29/June/2006 às 11:49

    Eu não ia falar nada porque a situação está tão precária que fica difícil avaliar.

    Agora, Radical Livre, você não acha que é pra isso mesmo que o Mahmoud Ahmadinejad quer A Bomba?!

    Abs.

  • 19 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 12:09

    Já apareceu o homem-que-pensa-em-manifestês (Antônio Augusto), o xingador (Espirit de Porc - que nome perfeito!) e o delirante (André Pessoa). Que outras vers?es da falta de imaginação esquerdista ainda aparecerão?

  • 20 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 12:11

    Smoker, quer saber mesmo onde estão as semelhanças com o nazi-fascismo? Então leia o texto abaixo:
    Islã: a conexão Nazista
    por Heitor De Paola em 19 de março de 2003

    Terminada a Primeira Guerra Mundial, com a derrota do Império Otomano, a Turquia ficou reduzida à Anatólia e ao enclave europeu. O resto do Oriente Médio foi dividido entre mandados e protetorados ingleses e franceses de forma arbitrária e seguindo normas geográficas que não refletiam divis?es efetivas de povos diferentes. T.E. Lawrence, o da Arábia, havia reunido diversas tribos beduínas que viviam em luta constante entre si. Na hora da divisão foram criadas “dinastias” baseadas nos principais chefes beduínos. Posteriormente Síria e Iraque estabeleceram ditaduras baseadas no mesmo Partido, o Baath, só que de facç?es diferentes e inimigas entre si. Outros territórios foram sendo criados para “acomodarem” outros aliados: o Reino Hachemita do Jordão (Jordânia), Kwait, Emirados, Qatar, etc.

    Na Arábia Saudita, onde predomina a tribo sunita wahabita, toda religião que não a islâmica é proibida, os avi?es que sobrevoam seu território tem que suspender o serviço de bebidas alcoólicas, existe uma polícia religiosa que tudo pode, até mesmo levantar a roupa das mulheres para ver se estão usando lingerie ocidental ou perfumes. A pena pode ser o apedrejamento, as mulheres não podem trabalhar, estudar, nem sair à rua sem a companhia do marido ou irmãos. Ainda existe a prática da ablação do clitóris para impedir o orgasmo feminino. Em recente declaração o Ministro da Defesa, Príncipe Sultan, disse que estão proibidos templos de quaisquer outras religi?es.

    A atitude em relação à religião pode ser resumida nas palavras do Mufti Al-Tayyeb: “A civilização Ocidental é diferente da Oriental primeiramente por sua atitude em relação à religião, que é de inspiração divina. Para nós, no Oriente, a religião é sagrada e é o ápice da honra. No Ocidente (…) a sociedade não está interessada na religião. Mesmo que haja pessoas religiosas, é um sociedade que não se posiciona em relação à religião, é uma sociedade secular. (…) Respeitamos os costumes ocidentais nos seus territórios, mas nos nossos Países não aceitamos que os ocidentais disseminem idéias contrárias à religião, em nome de direitos humanos.” Ou então, como disse o ex-Embaixador Iraniano na ONU Sa?id Raja-i-Khorassani: “a idéia de direitos humanos é uma invenção Judaico-Cristã, estranha ao Islam”.

    Pode-se usar a Turquia como contraste. Lá, o fim da Primeira Guerra Mundial um grupo de oficiais, os Jovens Turcos, comandados por Mustapha Kemal, posteriormente cognominado Ataturk (Pai dos Turcos), derrubou o Império e impôs leis que restringem ao máximo o alcance da religião: o cha?dor é proibido, assim como, para os homens, o uso de bigodes ou o fez (chapeuzinho típico), e o sapato de bico retorcido que eram características dos turcos. Desde então os militares detém um poder supra constitucional que impede a volta dos velhos costumes.

    Também o Egito luta desesperadamente para manter a ordem política separada da religião. Em discurso na Universidade do Cairo o Professor de Teologia e Religião Aghajari argumentou que “existe um batalhão de clérigos que se desenvolveu no Islam, que pretende se colocar entre Allah e os crentes – algo que vai completamente contra a natureza do Islam, no qual difere do Cristianismo. (Criticou duramente) estes clérigos que estão no poder no Irã por seu conservadorismo e petrificação, por bloquearem o desenvolvimento da Sociedade e por explorarem o nome de Allah”.

    Pontos de identificação

    “Nada tenho contra o Islam porque ele educa os

    homens destas divis?es (SS) para mim e promete

    a eles o Paraíso se lutarem e morrem em ação.

    É uma religião muito prática para soldados”

    Reichsfüehrer-SS Heirinch Himmler

    Sendo o Islã visceralmente autocrático e antidemocrático é inevitável sua ligação umbilical com outros movimentos socialistas ditatoriais e tirânicos, principalmente com o nazismo, com quem tem em comum o anti-semitismo [1], mas também com o comunismo. Já desde o início do século passado a versão em língua árabe da farsa denominada Os Protocolos dos Sábios do Sião era amplamente divulgada com o total apoio das autoridades muçulmanas religiosas e laicas. Os princípios que guiam as duas ideologias são similares: a visão de um povo unido frente à dominação estrangeira – principalmente Ocidental – que traz “deterioração moral e cultural. Ambas são ligadas, de forma bastante semelhante, à morte pelo martírio como instrumento de depuração sacrificial. A morte é vista como o supremo bem. Enquanto Hitler se baseava nas velhas lendas inspiradas nas sagas dos Nibelungen, do Valhalla como campo dos heróis nacionais mortos em combate, das Valkírias, e da superioridade do Homem Nórdico, o Islam se baseia nas lendas de Sinbad, nos Cavaleiros ?rabes e do Rubayyat de Omar Kahyyam, povoadas de guerreiros e mortais que desafiam os deuses pela glória da morte pelo martírio.

    Entre 1920 e 1948 a Palestina foi governada pela Inglaterra sob mandato internacional que estipulava que aquela região deveria se tornar um Lar para os Judeus. No início deste mandato um Professor e Jornalista Palestino extremamente nacionalista, Haj Amin el-Husseini, instigou um progrom em Jerusalém e foi condenado a 10 anos de prisão, da qual escapou. Ironicamente, o primeiro Alto Comissário Britânico na Palestina, Sir Herbert Samuel, um Judeu que não queria parecer demasiadamente pró-Judeu, nomeou-o em Março de 1921 Mufti de Jerusalém, título que ele pessoalmente auto-promoveu a Grã Mufti.

    Em maio de 1930, Mohammed Nafi Tschelebi, estudante sírio estudante na Universidade de Charlottenburg fundou a Associação Germano-Islâmica (Deutsch-Moslemiche Gesselshaft) com a finalidade de estimular a camaradagem (Kameradeschaft) entre os povos. Já desde 1927, junto com Abdel Jabbar Kheiri havia fundado associaç?es estudantis denominadas “Islamyia” e “El-Arabyia”.

    Em 1937, mais de vinte anos antes da fundação do Estado de Israel, o Grã Mufti se encontrava com o enviado especial do Führer, Adolf Eichmann. Husseini se opunha ativamente à formação de um Estado Judeu na Palestina e fomentou a revolta árabe em 1936. Em outubro de 1939 o Mufti visitou o Iraque, na época submetido a Nuri el-Said, pró-britânico. O Mufti exerceu enorme pressão contra este dirigente até que conseguiu substitui-lo pelo Governo pró-alemão de Rashid Ali (1 de abril de 1941). Este novo Governo durou pouco por causa da invasão britânica e, em 2 de maio de 1941, Husseini se exilou na Alemanha, empregando o resto de seus dias trabalhando para os Nazistas, inclusive formando batalh?es muçulmanos SS (como a Waffen-Gebirgs-Division-SS Handschar [Adaga]) – por ele considerada como a “nata do Islam” - e organizaç?es nazistas no Egito, Palestina, Síria e Iraque.

    O golpe pró-nazi no Iraque contou ainda com a ajuda de Kharaillah Tilfah, por mera coincidência (sic) tio e tutor, e posteriormente sogro, de Saddam Hussein. Outra estranha coincidência (sic) é que o verdadeiro nome de Yassir Arafat é Abdul Rauf el-Codbi el-Husseini, sendo um dos sobrinhos do Grã Mufti. Arafat é um codinome retirado de uma colina próxima a Meca e significa “a culminância de uma peregrinação” (hadj), neste caso a libertação de toda a Palestina.

    No Oriente Médio, diferentemente de nossa civilização ocidental, a importância dos simbolismos é imensa.

    Em 1941 o Mufti foi enviado por Hitler para a Bósnia ocupada aonde obteve o título de “Protetor do Islam”. Lá foram exterminados 200.000 Cristãos Sérvios, 40.000 Ciganos e 22.000 Judeus. Ele, entretanto, se intitulava “Führer der Arabischen Welt”, Líder do Mundo ?rabe. Além disto foi estabelecido uma Associação de Amizade ?rabe-Germânica que funcionava no Restaurante Berliner Kindl, na Kufürsterdamm além de um Instituto Islâmico em Dresden (Islamische Zentralinstitut) e o Mufti foi agraciado com um Governo Nazi-Islâmico no Exílio

    A Jihad contra os Judeus foi pregada inicialmente pelo Grã Mufti já em 1943, em pleno apogeu do Holocausto, aliás sugerido por ele, quando dissuadiu Hitler de mandar os Judeus para a Palestina sugerindo, ao invés disto, a chamada “solução final do problema judaico na Europa” através do extermínio físico. A Jihad foi exigida por Al-Husseini numa locução na Rádio Berlin: “matem os Judeus aonde os encontrarem, isto agrada a Allah” [2]. Existe evidência sobre a influência direta do Mufti [3] .

    Em 1945 ele foi colocado em prisão domiciliar de luxo, sob custódia protetora da França mas, “milagrosamente”, escapou para o Cairo em Maio de 1946.

    Tais apelos à Jihad formaram o embrião da maioria dos grupos terroristas atuais, como o Jihad Islâmico, o Hamas, o Hizbollah, a OLP, que recebem apoio material e ideológico e cujos “mártires” são tidos como heróis. Saddam Hussein doa U$ 245,000.00 para as famílias dos “mártires” , homens-bomba ou mortos em confronto com forças de Israel. Integrantes da Frente de Libertação ?rabe Palestina estimam que o total já chegou a 35 milh?es de dólares, somente desde o início da Intifada há 29 meses.

    Enquanto a história do Mufti é bem conhecida, não é a única que indica a estreita colaboração. Na Europa do Leste, principalmente na Ucrânia, nos Estados Bálticos e na Bielo-Rússia inúmeros muçulmanos nativos formaram batalh?es voluntários como corpos auxiliares das Waffen-SS, chamados Askaris – nome originalmente dado aos soldados negros da ?frica Alemã na Primeira Guerra Mundial, o que já indica o desprezo que os alemães lhes dedicavam. Os Askaris tomaram parte, principalmente, na Operação Reinhardt de deportação e de guarda dos campos de extermínio, principalmente os de Belzec, Sobibor e Treblinka. Da mesma forma batalh?es muçulmanos foram os primeiros a tomarem parte da liquidação do ghetto de Varsóvia. Geralmente eram usados como “bucha de canhão”.

    A Quarta Conferência da Academia Islâmica de Pesquisa na Universidade Al Azhar, em 1969, à qual compareceram 24 países muçulmanos reiterou a necessidade da Jihad contra os Judeus. Naquela reunião o “Ministro da Guerra” da OLP recebeu o nome de Abu Jihad (literalmente “Pai da Guerra Santa”). Segundo a agência espanhola EFE, o xeque Mohamed Sayed Tantawi, o Grande Imã da mesquita egípcia de Al Azhar, a instituição religiosa mais prestigiada do Islã sunita, procurou esclarecer que “há uma grande diferença entre o terrorismo e a “Jihad” (guerra santa). “A Jihad na religião islâmica significa que o muçulmano defenda sua fé, seu país com seus bens e integridade territorial. Se o inimigo invadir um país muçulmano, a guerra santa contra ele é um dever” , afirmou o clérigo ao jornal árabe “Asharq Al Awsat”. Por outro lado, o terrorismo, que tem como objetivo o assassinato de civis inocentes, é algo que o Islã repudia e condena, destacou Tantawi. Mas para eliminar esta diferença, basta considerar o Estado de Israel como invasor, e é claro, aí pode tudo!

    Finalizo citando um texto do Jornalista José Roitberg, Onde estão os Judeus de Esquerda?: “Sabe que dói e demonstra a aculturação até dos que se afirmam progressistas intelectualizados preferirem demonizar Israel e compartilhar termos como “Sharon Nazi”, “Bush Nazi” e nazi-sionistas, deixando de lado os verdadeiros nazistas brasileiros como Castan e Editora Revisão? Será tão mais fácil para o pessoal de esquerda esquecer o nazismo e o neo-nazismo? (…) Será que alguém podia nos responder por que as esquerdas cujo inimigo primordial era o nazismo e o fascismo não se interessam mais pelos verdadeiros inimigos, preferindo taxar os democratas de fascistas?”

    FONTES PRINCIPAIS

    - Burkhard Schr?der, Führer unter sich

    - Chuck Morse, Nazi Origins of Arab Terror

    - Jamie Glazov, Symposium: Islam,a Religion of Peace or War? Part I, FrontPage Magazine

    - Joachim Fest, Hitler

    - Joseph B. Schechtman, The Mufti and the Führer, revisão de Linda Dangoor-Khalastchi

    - Michael J. Martin, Arab Nazism: Then and Now, FrontPage Magazine

    - T.E. Lawrence, Os Sete Pilares da Sabedoria

    [1] O argumento de que anti-semitismo é também contra os árabes, também descendentes de Sem não procede por ser falacioso. Em primeiro lugar não se confunda árabes com muçulmanos pois existem muçulmanos não-árabes, como os iranianos, indonésios, kazaks, usbeks, etc, e também árabes pertencentes a outras religi?es, como os coptas, cristãos maronitas e católicos, etc. E também porque foram exatamente os árabes que se aliaram aos nazistas anti-semitas desde o início. Pelo contrário, tais países mais a Nigéria e a Turquia jamais aceitaram a Jihad e mantém boas relaç?es com Israel, assim como o Líbano, até a sua destruição pela Síria e seus aliados do Hizbollah.

    [2] Ver http://www.rb.org.il/Islam-Israel/commentary/islam25.htm -

    [3] ver livro de Schechtman citado

  • 21 leonel de souza // 29/June/2006 às 12:14

    Antonio Augusto, até parece que Israel tá com medo do Brasil. Aquela região não tem jeito mesmo, desde que petróleo não suba, que se matem.

  • 22 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 12:19

    Já subiu faz tempo, Leonel. Desde 72, depois que tentaram mais uma vez destruir Israel e não conseguiram, a OPEP decuplicou o preço do barril de óleo e lançou o mundo na chamada Crise do Petróleo.
    Quando você se lembrar de que você paga pela sua gasolina muito mais do que deveria, agradeça aos santinhos árabes, Tá?

  • 23 acir vidal // 29/June/2006 às 12:36

    Aí, Pedro Dória, dê esse toque aí pra mim:
    A globo.com (nada em cima) está me sacaneando há 5 dias. Explico: o meu blog está sem interatividade, ou seja, ninguém pode comentar nada nele. Eu ligo pra lá e…nada. Desde ontem, nem o telefone geral deles atende. Pode? Abs, Acir.

  • 24 Carlos Marques // 29/June/2006 às 13:02

    “…as aç?es dos extremistas de ultra-extrema-direita…” E os homens-bomba ? seriam extremistas de ultra-extrema-esquerda ? Parece papo de botequim discutindo se a seleção tem lateral ou ala na Copa do Mundo ! Dá-lhe Israel, antes que o Irã cumpra as ameaças!

  • 25 Mr X // 29/June/2006 às 13:17

    O que acontece é que, graças ao “brilhante” trabalho da midia, poucos entendem realmente este conflito.

    Tudo faz parte da jihad.

    O problema, do ponto de vista dos palestinos, ao menos os mais radicais (ou seja, seus lideres) é que eles nao aceitam a existencia de Israel, por varios motivos (o principal é ser um pais nao-islamico) e querem ter um estado que corresponda a TODO o territorio israelense (basta ver o emblema da Fatah e do Hamas). Portanto, o problema é irresolvivel, salvo que Israel desapareça da face da Terra.

    O problema, do ponto de vista de Israel, é que ha seis milhoes de pessoas vivendo em uma zona sem fronteiras definidas, quase sem qualquer produçao economica, vivendo de esmolas internacionais e governadas por um governo inimigo de Israel que diariamente coordena açoes terroristas contra o pais e lava os cerebros das crianças para que odeiem os judeus desde o jardim de infancia. Nao ha, evidentemente, como tirar aquelas pessoas dali, mas mesmo sair do territorio, como foi feito em Gaza, so aumentou o terrorismo. Os israelenses estao cansados de guerra, so querem que os palestinos parem com o terrorismo e reconheçam a soberania de Israel. Tentaram os acordos de Oslo. Nao adiantou, o terrorismo continuou. Tentaram o acordo aquele do Clinton. Nao adiantou, o terrorismo continuou. Agora sairam de Gaza e vao sair de partes da Cisjordania. Nao esta adiantando, o terrorismo so aumentou. O problema, portanto, é irresolvivel, salvo que os palestinos reconheçam Israel e decidam-se a parar com o terrorismo (mesmo o muro, apesar de ajudar, nao conseguiu resolver todos os casos de homens-bomba).

    O Hamas - que é mais ou menos como se o Comando Vermelho tivesse assumido a prefeitura do Rio de Janeiro - nao reconhece Israel. Agora, alem de continuar coordenado ataques com foguetes, raptou um soldado. Como reagir? A “escalada” é lamentavel, mas certamente foi prevista, e quem sabe até planejada, pelo Hamas. Para Israel, negociar com terroristas equivaleria a estimular o sequestro, transformando-o em uma industria como no Iraque. Ha quem nao entenda isso. Tambem ha quem nao entenda que 2+2 = 4.

    Ou seja, os objetivos de ambos sao diferentes: o Hamas quer o fim de Israel, Israel quer ser reconhecido. E’ por essa razao, e nao pelo mitico “ciclo de violencia”, que o conflito nao acaba.

  • 26 Antônio Augusto // 29/June/2006 às 13:45

    Palestinos denunciam a escalada da agressão.

  • 27 Antônio Augusto // 29/June/2006 às 13:49

    Cliquem no meu nome acima e vejam o “link”.
    Ou então:
    http://electronicintifada.net/new.shtml

  • 28 Gabriel // 29/June/2006 às 13:50

    Eu acho que…

    … ah… Esquecam. Esses comentarios tao ficando meio extremamente massantes. Tudo que eu previ aqui aconteceu: alguem disse que isso eh desumano (embora Israel nao tenha matado ate agora NINGUEM), que os judeus sao nazistas, que eh essa a melhor solucao, que o X isso, que o PD aquilo, que os Arabes aquilo outro… Tem ate gente cobrando “va estudar historia” e se nao teve ainda, vai ter logo logo.

    Dai alguem vai citar o Chapolim Colorado, e outro vai dizer que o Joaozinho Trinta aquilo outro…

    Olha, sou pacifista. Nao por horror a guerra e a injustica a qual ela incorre, mas por estar definitivamente convencido de que nao vem a ser solucao para coisa nenhuma.

    Ai que eu apoiei Oslo.
    E levamos chumbo.

    Ai eu apoiei todos os que vieram depois. Ate votei Meretz duas vezes seguidas.
    E levamos chumbo.

    E ai eu apoiei com alegria a saida de Gaza - dessa vez sem acreditar que seria solucao perfeita, mas convencido de que as coisas se acalmariam.
    E levamos chumbo. (5 Kassam por dia sobre Sderot… Nao eh brincadeira).

    Dai o Hamas toma o governo da ANP (que, como foi bem comparado, seria como se o CV tomasse o governo do Rio - oficialmente).

    Olha, sigo sendo pacifista, exatamente pelos motivos do passado. Mas estou comecando a suspeitar que quando alguem te da um, dois, tres socos na cara… esse alguem nao vai parar ate que voce faca algo a respeito.

    E estrategicamente falando, acho muito dificil qualquer exercito ou policia do mundo, bem equipados ou nao, fazerem um trabalho melhor do que o exercito de Israel tem feito nos ultimos dias.

    Imaginem uma incursao numa grande favela do Rio, com mais de 3000 soldados e tanques, avioes e helicopteros e nao haver NENHUM - repito: NENHUM morto?

    Repito que nao acredito que va levar a algo, a nao ser mais problemas, e portanto nao apoio esse ataque. Mas que tinha gente do lado de la pedindo para isso acontecer, ah, isso tinha.

  • 29 Gabriel // 29/June/2006 às 13:59

    E, PD, vou discordar de dois pontos aqui.
    1) O Hamas nao eh exatamente um partido politico, pois tem um braco armado: portanto eh na verdade uma faccao militante - ou como vem provando nos ultimos meses - paramilitar. Qualquer “politico sem mandato do Hamas” eh na verdade um membro de uma organizacao paramilitar que tem como objetivo destruir Israel. E na verdade os que tem mandato tambem. Portanto, a palavra “politico” aqui esta mais deslocada que o Roberto Carlos em campo.

    2) “Pior Crise” eh questao de opiniao, que de fatos, por definicao (o ataque apenas comecou) nao temos muitos ainda.

  • 30 Radical Livre // 29/June/2006 às 14:04

    Delsio, meu caro.
    Com a paciência do mundo ocidental se esfarelando em relação a ambas as partes, minha proposta não precisaria passar necessariamente pelo Irã, qualquer dos vinte países que já têm a bomba serviria.

    Um engano seu: o Irã quer a bomba para não ser atacado, já que viu pela experiência com a coréia do norte e com o paquistão que os EUA têm outra atitude com detentores da bomba.

  • 31 Delsio // 29/June/2006 às 14:07

    Bom que entrou o Gabriel para esclarecer ,ou alinhava,r o que foi dito.

    Outro ponto positivo foi a destruição de uma fábrica de morteiros ou coisa assim que vimos nas primeiras horas da incursão! O palestinos deveriam cuidar de suas instituiç?es e dar educação de verdade à população e não ficar mandando Kassans diariamente contra Israel. Você provoca , provoca e fica esperando que se aceite todo o acúmulo de provocaç?es?! Não!

    Valeu!

  • 32 Delsio // 29/June/2006 às 14:11

    Essa de bomba dissuasiva não cola mais, Radical Livre. EUA não pulveriza o governo da C do Norte pois iria mexer com a China. Um vespeiro. Já o Paquistão já é um fato consumado sua entrada no Clube Atômico, infelizmente. O que deve ser evitado a todo custo é o aumento de sócios nesse clube macabro!

    Abs.

  • 33 andrea // 29/June/2006 às 14:13

    vou seguir o conselho do meu guru duda…

  • 34 Delsio // 29/June/2006 às 14:13

    O segundo “já” é desnecessário!

    Tks.

  • 35 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 14:21

    A paz tem que vir porque Israel existe e não vai deixar de existir assim. E a paz tem que vir porque os palestinos tem que ter seu estado e um estado de normalidade. Ponto. Isso é ser pacifista? Ok, então tembém sou pacifista. Mas existem os “pacivistas”, que acham que Israel deve dar a outra face sempre. Só que não se trata de um tapinha…
    Mas a paz não vem e não virá mais cedo por diversos fatores. O principal é que uma das partes não quer paz. O Hamas no poder é exatamente isso.

  • 36 Alexandre Monteiro // 29/June/2006 às 14:27

    O Pedro Dória esqueceu-se de dizer que as pris?es aconteceram após um grupo terrorista palestina sequestrar um soldado e a seguir chantagear Israel com isso.
    Um pequeno detalhe…

  • 37 Mr X // 29/June/2006 às 15:35

    Eu ia dizer algo mais, mas o Gabriel ja disse tudo, e ele sabe bem mais do que eu.

    E o Alexandre Monteiro ta certo, o PD esqueceu de mencionar o “pequeno detalhe” da causa das prisoes. De graça, nao foi.

    Alias, me parece até uma boa tatica: sequestrar os sequestradores… E nao liberta-los até o soldado nao aparecer.

  • 38 deca // 29/June/2006 às 15:36

    Puta merda, esse Weblog só tem notícia de judeus, iraquianos, palestinos e do conflito incessante naquela região do mundo. Saco!

  • 39 Zé Antônio // 29/June/2006 às 15:43

    Veja bem, não quero causar polêmica, é só uma pergunta que estou fazendo. Será que podemos dizer que Israel esta fazendo hoje com a Palestina o que os Alemães fizeram com eles no passado.

  • 40 Mr X // 29/June/2006 às 15:46

    Nao, nao podemos, Zé Antonio. A Alemanha nazista matou seis milhoes de judeus em 5 anos. Em 30 anos de conflito com Israel o numero de palestinos pulou de um milhao para seis milhoes. Se é um “genocidio”, é o genocidio mais incompetente que ja existiu. E nem vou perguntar onde ficam as “cameras de gas” dos isralenses. Tenha santa paciencia. As vezes eu me pergunto se certas pessoas sao tao burras mesmo ou dizem tais besteiras so pra provocar.

  • 41 Antônio Augusto // 29/June/2006 às 15:55

    Zé Antônio, não existe o extermínio em massa dos fornos, mas há diversas semelhanças.

  • 42 ISAAC // 29/June/2006 às 16:13

    E COMO EU VAI FAZER PRA MANDAR DINHEIRINHO PROS MINHAS FILHINHAS QUE ESTAM NA GUERRA?

  • 43 chesterton // 29/June/2006 às 16:15

    AA vê semelhanças onde não há.
    Me explique como é que um paisinho daquele tamanho dá pau nos árabes com territorios 100 vezes maiores, cheios de petroleo e cheios de gente. Como?

  • 44 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 16:15

    Assim como Hitler apoiou o Mufti de Jerusalém durante a guerra, hoje a esquerda apóia os palestinos com os mesmos objetivos. Essa é a semelhança.

  • 45 João Daltro // 29/June/2006 às 16:42

    De repente surge um legião de defensores de Israel, todos devidamente escondidos atrás de pseudônimos ridículos (têm medo ou vergonha de assumir seus pontos de vista?) e tentam explicar o fato de Israel não querer a paz, querer apenas a aniquilação total dos palestinos. Os mesmos palestinos que sempre foram os donos daquelas terras, seja no século 20, seja nos tempos bíblicos.
    Quando o Hamas, levado pelas press?es internacionais, resolve reconhecer Israel, que faz o governo israelense? Assassina duas famílias israelenses, sabendo que o Hamas daria o troco.
    ? perda de tempo discutir, nunca haverá paz no Oriente Médio simplesmente porque Israel não quer. Ela quer completar o genocídio dos palestinos, coisa que vem desenvolvendo há mais de 60 anos. Ela quer realizar um holocausto que deixe o de Hitler no chinelo.
    E se alguém quiser me contradizer, por favor, que não seja x, y ou z. Que seja alguém que não se envergonhe de suas idéias. Este é um espaço democrático. Na democracia todo mundo mostra sua cara.

  • 46 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 16:53

    Não fala merda, cara! Não é possível ser tão cego e burro!
    Palestinos sempre foram donos daquela terra? Você não sabe chongas de história mesmo! Quem estava lá há dois mil anos atrás? Palestinos nos tempos bíblicos? Antes da invasão romana? Que “palestinos”?
    Hamas reconhecendo Israel? Quando? Você vive num universo paralelo?
    Israel assassinou duas famílias israelenses para “atrapalhar”? Você anda bebendo?
    Israel desocupa Gaza, devolve terras sem nenhuma garantia e é Israel que não quer a paz? Tu é muito estúpido mesmo, João Daltro! Democraticamente eu estou aqui pra dizer isso.

  • 47 Juca Bunda // 29/June/2006 às 17:02

    Aos judeus, o mar!

  • 48 confetti // 29/June/2006 às 17:05

    insuportavel a propaganda, a parcialidade, a desinformaçao !
    PD adoro seus posts mas vou te largar pq seu blog bichou ! mossad tomou conta !
    que penaaaaaa !
    ( olhando fixamente pros carinhas ali que vao vomitar odio em mim….)

  • 49 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 17:15

    Aulinha de História:
    O nome Palestina surgiu no ano 70 D.C., quando o Império Romano conquistou Israel, destruiu o Segundo Templo e aprisionou os israelitas. Jerusalém foi destruída e rebatizada com o nome de Aelia Capitolina. De judaica, passou a ser uma cidade romana, onde se adoravam os deuses da mitologia greco-romana. Entretanto, os judeus permaneceram na região desde esta época. Com a “conversão” do Império Romano ao cristianismo por Constantino, Jerusalém volta a ter seu nome original e se torna uma cidade cristã.
    Os Islã só surgiu no século VII e a região da Palestina Romana tornou-se maometana somente depois da fragmentação do Império Romano. A antiga Israel se tornou rota de passagem dos grupos nômades árabes sem perder a presença judaica. Os cristãos são expulsos. Durante a Idade Média as Cruzadas vindas da Europa tentam conquistar a Terra Santa dos islâmicos sem sucesso. Não há nenhuma entidade nacional na região com nome nenhum. Essa realidade dura até depois do século XV, quando toda a região do Levante se torna parte do Império Turco-Otomano, que sucedeu o Império Romano do Oriente. “Palestina” é apenas o nome de uma província deste império.
    No século XIX, pioneiros sionistas afluem da Rússia até a província palestina onde compram terras dos árabes para estabelecerem-se. Fundam-se os primeiros kibbutz. Não existem palestinos na região, apenas turcos-otomanos nômades.
    No início do século XX, com a derrota e dissolução do Império Turco-Otomano, a região é dividida entre ingleses e franceses. Aos ingleses coube a região hoje compreendida por Israel e Jordânia e que foi batizada de Transjordânia. Judeus sionistas continuam a voltar, a adquirir terras e a implementar os kibbutz. Lord Balfour assina em 1917 a declaração que leva seu nome, onde promete aos sionistas o direito ao estabelecimento de um Lar Nacional na Transjordânia.
    Em 1922, a Transjordânia é dividida. A margem Leste do rio Jordão se transforma no Reino Hachemita da Jordânia e a parte Oeste é rebatizada com o nome romano de Palestina.
    Antes da Segunda Guerra, graças a influência de Hitler, o Grão-Mufti de Jerusalém, autoridade religiosa máxima dos islamitas na região, passa a ser hóspede oficial dos nazistas em Berlim, de onde comanda aç?es terroristas contra os judeus. Com o fim da guerra, o Grão-Mufti volta para Jerusalém. A Inglaterra abre mão da administração da região. A ONU decide dividir a Palestina entre judeus e árabes. As lideranças sionistas aceitam a partilha. As árabes não. Com a saída de cena dos ingleses, em 1948, seis países árabes invadem Israel no mesmo dia em que é declarada a sua independência. Os países árabes fazem um apelo aos muçulmanos: “Saiam de suas casas para deixar o caminho livre para nossa invasão. Vamos atirar os judeus ao mar e vocês voltarão”. A maioria dos muçulmanos deixou suas casas. A guerra se arrasta por quase um ano. Os judeus perderam Jerusalém mas conseguem derrotar os países árabes. Os moradores árabes que permaneceram em suas casas têm suas propriedades respeitadas e são incorporados à população de Israel, gozando de todos os direitos de cidadania. Os muçulmanos que deixaram suas casas tormam-se refugiados nos países árabes, que, entretanto, não lhes concede abrigo.
    Até a década de 60 ninguém fala em “palestinos”, nem mesmo os próprios árabes. Os “palestinos” nasceram somente quando Israel conquistou a Cisjordânia e a Faixa de Gaza da Jordânia e do Egito e os refugiados de 48 que lá residiam passaram a viver sob a jurisdição de Israel.

  • 50 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 17:16

    Vai pela sombra você também, Serpentina…

  • 51 Victor, o Espezinhador // 29/June/2006 às 17:16

    Ao Juca Bundão, o pinico!

  • 52 Mr X // 29/June/2006 às 17:37

    Qual desinformaçao, confetti? So pode ser a sua. Porque nao fala o seu “ponto de vista” se tem algum?

    O que é triste é constatar, nao apenas que a maioria das pessoas nao tem a menor ideia de como sao realmente as coisas em Israel, como nao quer nem mesmo saber. Preconceito é fogo.

    Mas respondendo ao Joao Daltro:

    “fato de Israel não querer a paz, querer apenas a aniquilação total dos palestinos”.

    Se Israel quisesse “aniquilar” os palestinos, bastaria bombardea-los ou, ao menos, expulsa-los de Gaza e da Cisjordania. Nao lhe faltaria capacidade militar para isso. E’ o contrario, o problema se arrasta justamente porque Israel nunca quis “aniquilar” os palestinos. Um ditador arabe teria resolvido o problema de outra forma. Alias, como foi que a Jordania tratou os palestinos mesmo?

    “Quando o Hamas, levado pelas press?es internacionais, resolve reconhecer Israel”

    ?? Quando foi isso, que eu perdi??!?!

    “palestinos sempre foram os donos daquelas terras, seja no século 20, seja nos tempos bíblicos.”

    Aaaaaaaaaaaaaah! Sera que o Joao Daltro tem cera demais nos ouvidos e nunca escuta? Estas coisas foram repetidas dezenas de vezes aqui no blog, até pelo proprio PD. Nunca existiu um pais chamado “Palestina”. Existia uma regiao assim chamada, ocupada pelos britanicos, depois dividida por um plano de partiçao entre os arabes e os judeus. Os arabes nao aceitaram, queriam tudo. Continuam querendo. Quanto aos tempos biblicos, baseia-se na falacia de que “palestinos” seriam descendentes dos “filisteus”. Nada mais falso. Os palestinos sao arabes indistinguiveis etnica e culturalmente dos jordanianos. Nao tem nada a ver com os filisteus biblicos.

    “Assassina duas famílias israelenses”

    Uma dessas “familias” transportava foguetes Kassam em uma caminhonete. Estariam indo fazer um pique-nique?

    “quer completar o genocídio dos palestinos, coisa que vem desenvolvendo há mais de 60 anos”

    Deixeuver… Hitler realizou o seu genocidio em 5 anos, os turcos mataram milhoes de armenios em 1 ano e os tutsis 800.000 em alguns meses… Hum, esses israelenses sao realmente incompetentes! 60 anos e a populacao palestina nao para de crescer?

    “E se alguém quiser me contradizer, por favor, que não seja x, y ou z”

    x, nao, Mr X. :-P

  • 53 andrea // 29/June/2006 às 17:38

    delsio, nem tudo está perdido no reino do tio sam…
    http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1055720-EI294,00.html

  • 54 Mr X // 29/June/2006 às 17:47

    “Uma mentira repetida mil vezes acaba virando verdade” (Goebbels)

    O grande truque de Arafat, um toque realmente de genio, digno de Goebbels, foi transformar o que era basicamente um conflito entre arabes e israelenses (dezenas de paises arabes contra um unico paisinho israelense) no conflito “Israel imperialista contra pobres palestinos”. O conflito continua basicamente o mesmo: todos os paises arabes (e islamicos nao-arabes tambem) sao inimigos de Israel e poucos o reconhecem. So’ que, nao tendo derrotado o pais em guerras convencionais, tentam faze-lo de modo indireto. Os palestinos sao vitimas sim, mas de seus lideres, de seus religiosos, de seus grupos armados. Sao massa de manobra, mantidos porpositalmente na miseria, no odio e na ignorancia para ser uma permanente pedra no sapato de Israel.

    O problema de muita gente como o Joao Daltro, é que confundem o governo de um povo com o proprio povo. Assim, para apoiar o povo palestino, teria que se apoiar o Hamas. E’ o contrario: é so’ acabando com o Hamas e todas essas organizacoes criminosas e/ou fanaticas, que os palestinos terao alguma chance.

    Mas talvez para o Joao Daltro, tambem o Comando Vermelho deveria ser considerado o “legitimo representante do povo das favelas cariocas” e eles deveriam receber territorio em troca de paz.

  • 55 Gabriel // 29/June/2006 às 17:49

    Joao, eu costumo discordar de 98% do que voce escreve. Os 2% restantes sao fatos, e contra fatos nao se pode discordar.

    COstumo respeitar a tua opiniao (embora nao concorde sempre) porque sao colocadas com logica e baseadas em fatos.

    Essa tua postagem agora foi longe demais. Hamas NUNCA, jamais, never reconheceu o direito de existencia de Israel. Alias, bem como o Iran, sempre chamou o pais de Palestina Conquistada.
    Israel nao quer paz? Olha, venha para ca discutir isso. Veja por si mesmo. Conheca a populacao, entenda os problemas e pare de ficar dando opiniao sobre o que voce le por ai sem ter sentido no sangue um ataque.

    Eu quero paz. Eu e mais de 65% da populacao de Israel esao dispostos a dar TODOS os territorios conquistados. TUdo. QUalquer coisa pela paz.

    Acontece que pelo jeito isso nao vai trazer paz a ninguem. Por que? Porque o objetivo dos grupos extremistas (concordo: ha extremistas dos dois lados) eh acabar com o outro lado. Hamas quer o fim total e completo dos “sionistas”.

    Te imploro: pare de escrever sandices baseadas na tua opiniao pessoal e no pouco que voce conhece sobre a vida e o dia a dia em Israel.

    Eu estou ca para te contradizer. Tenho nome, sobrenome, blog, Orkut e ate telefone disponivel on-line. Ninguem esta aqui para matar palestinos. Ja mostrei isso: 3000 soldados e sei la quantos tanques, avioes, navios e helicopteros e nao morreu NINGUEM. Uma unica bala perdida.

    Por ano morrem mais palestinos assassinados pela violecia interna que por forcas de Israel. Morreram mais palestinos na historia mortos por outros paises (jordania, por exemplo) que por Israel.

    Como assassinos em massa, acho que Israel tem feito um pessimo trabalho em 58 anos de existencia, nao?

  • 56 ALCEUCG // 29/June/2006 às 17:56

    Ô, vitinho, se toca, vergonha do povo judeu!! Nem um judeu ultra-ortodoxo seria capaz de distorcer, deturpar ou simplesmente mentir inventando tanta lorota pra colocar nesse espaço!! Cara, esse seu método é manjado, colocar pág. e páginas de asnices nesse espaço sabendo que ninguém a não ser outro de sua espécie perderia seu tempo as lendo! QU?! QU?! QU?! E o pior de tudo, cagão, é que vc é exatamente igual aqueles vira-latas que ficam latindo na segurança do quintal de seus donos. Vai lá pra Israel, babaca, e se alista no exército judeu, vc não é o machão que na frente do seu 486 prega a morte de todos os não judeus do O.M.?

  • 57 chesterton // 29/June/2006 às 18:03

    meu Deus, quando eu achava que não podia ficar pior, aí aparece quem?

  • 58 Kissinger // 29/June/2006 às 18:05

    Tem gente se matando em tudo que é lugar. A única importância geopolítica desse conflito é o petróleo que jorra aos borbot?es ali pertinho. Esperem 50, 60 anos. Os poços secam e a região vai se tornar absolutamente insignificante. E vai ter tanto espaço na mídia quanto os conflitos na ?sia e na ?frica.

  • 59 andrea // 29/June/2006 às 18:07

    gabriel, eu ia procurar onde li a notícia mas resolvi simplesmente escrever…
    o incidente que foi o ponto de partida para toda essa insanidade foi um ataque feito por paramilitares que não aceitam a autoridade do governo palestino, que resultaram em 4 mortos e no sequestro do soldado…
    o que pode ter desencadeado essa ação é o fato que o primeiro ministro do hamas é um moderado e estaria disposto ao diálogo, algo a que uma parcela do hamas se op?em frontalmente, sob a liderança de um membro do hamas que reside na síria…então a colocação do joão daltro não é assim tão delirante quanto você acha, isso é o que está na imprensa (os fatos, algumas análises são minhas)…
    por esse motivo essa reação brutal de israel, na falta de melhores termos, porque eu vou ter que sair daqui a pouquinho, vai dar em uma grande melda…
    hasta la vista

  • 60 João Daltro // 29/June/2006 às 18:12

    Caro Mr. X
    Ao falar de x, y e z não me referia a você, participante antigo deste papo. Apenas usei as letras que na álgebra (contribuição dos árabes à ciência) reservam-se às incógnitas. Porque de repente surgem vários “y” (pronto, deixei o x pra lá), com nomes diferentes e estilo e pouca educação iguais, querendo, no grito e com insultos, fazer de Israel o campeão da paz e da tolerância.
    Os palestinos não são árabes e você sabe disso. Embora o nome tenha se estendido aos povos da região por onde expandiu-se os islamismo, árabes são apenas os povos da península arábica. Aliás, o islamismo expandiu-se na região não por força dos árabes, mas dos otomanos, aqueles mesmos que quebraram pau com os cristãos das cruzadas.
    Pouco importa que nome os dominadores ocidentais deram à região, os povos hoje conhecidos como palestinos descendem dos que lá sempre viveram, fossem eles filisteus ou de outras denominaç?es. Por não serem árabes, os palestinos jamais contaram com a solidariedade real da Arábia Saudita. Mas os palestinos são semitas, mais semitas do que a maioria dos judeus que hoje moram em Israel, descendentes que são de indo-europeus.
    Eu jamais confundi o governo de Israel com o povo judeu. Pelo contrário, quem tem a paciência extrema de ler meus comentários sabe que eu sempre frisei a diferença. O povo de Israel, assim como o povo palestino, quer a paz. Mas o governo de Israel não quer e não quis jamais.
    Também nunca existiu um país chamado Israel na antiguidade. Existiu um reino minúsculo, no meio de centenas de reino minúsculos, que se resumia, na prática, a uma cidade e seus arredores. Assim como os reinos dos palestinos, com esse nome mesmo, uma vez que palestino é a evolução, em português, do nome filisteu (na sua língua natal, Mr. X, você bem sabe que eles se chamam philistines) E todos eles sempre subjugados a um poder estrangeiro. O Templo de Jerusalém, por cujo último muro tanto choram os judeus ortodoxos, não foi construído por um judeu, mas por um elamita a quem os romanos entregaram o poder.
    Por isso, a terra por lá já era dos palestinos quando os judeus chegaram tocando suas trombetas. São os próprios judeus que o afirmam.

  • 61 chesterton // 29/June/2006 às 18:28

    existe lingua palestina?
    O pan arabismo de Nasser incluia os palestinos?

  • 62 Gabriel // 29/June/2006 às 18:44

    Andrea, entendi teu post. E ele faz muito sentido quando colocado frente a frente com as noticias e comentarios que eu ando lendo nos jornais brasileiros.

    O problema eh que o Hamas nao tem moderados. Tem, sim, lideres de aparencia moderada. Sai bem na foto. (Se houver algum moderado MESMO, juro que eu vou ser o primeiro a soltar confete e fogos de artificio em seu nome, que eh o sonho da maioria aqui em Israel).

    Alem disso, o ataque foi dado depois do sequestro porque essa foi a gota d’agua, e nao o motivo. Sao mais de 5 kassam por dia sobre o Neguev oriental (as vezes 20) e algo como 30 tentativas de atentados frustradas diariamente - repito: diariamente. Varios ministros entram e saem do Egito com milhoes de dolares. Se voce ve que nao se pagam salarios aos funcionarios publicos faz um tempao, voce pode imaginar para onde vai esse dinheirao todo.

    Como diria o Tutty, essas coisas os jornais da oposicao nao ve… O raca!

  • 63 Delsio // 29/June/2006 às 18:47

    Andréa, Brutal?!!
    Se o Gabriel acabou de dizer que com toda massiva ação de tanques e tropas não ocorreu nenhuma morte até agora no 2? dia da incursão?!

    Está na hora do povo palestino dar um basta ao Hamas isso sim, com ele não se vê disposição para a paz!

    Abs.

  • 64 João Daltro // 29/June/2006 às 19:31

    No dia 23 de maio deste ano, o Hamas ofereceu a Israel uma trégua de muitos anos, com a condição de que Israel se retirasse da Cisjordânia. É um reconhecimento tácito, que pede em troca que Israel saia de uma região que ocupa ilegalmente, como já estabeleceram mais de uma resolução da ONU. Isso está em todos os jornais e minha cera no ouvido não me impediu de ler.
    Em resposta, Israel assassinou duas famílias palestinas (e não israelenses, óbvio, como antes escrevi, num lapso). O mundo inteiro protestou. Israel inventou a história de que as famílias teriam armas terríveis em suas “cestas de piquenique”. Nenhum país, a exceção dos Estados Unidos, engoliu a “explicação”. Com seus ouvidos limpíssimos, Mr. X certamente leu essa condenação mundial nos jornais do mundo.
    Agora alguém vem aqui dizer que Israel não matou ninguém desde que reinvadiu Gaza. Que engraçado. Os jornais aqui do Brasil devem estar mentindo demais, porque eu leio coisa diferente neles.
    Vejam um rápido apanhado de manchetes da Folha:
    24/05 – Incursão israelense deixa 4 palestinos mortos e 60 feridos.
    26/05 – Artilharia israelense mata quatro palestinos na faixa de Gaza.
    29/05 – Exército israelense mata palestino na fronteira com Gaza.
    29/05 – Ataque aéreo israelense deixa 1 morto e 9 feridos em Gaza.
    30/05 – Soldados israelenses matam 7 palestinos em 24 horas.
    05/06 – Ataque aéreo israelense deixa 2 mortos e 3 feridos em Gaza.
    07/06 – Ataque de Israel mata 3 palestinos e fere 4 em Gaza.
    08/06 – Ataque de Israel mata líder extremista e outros 3 palestinos.
    09/06 – Ataques israelenses matam 10 palestinos na faixa de Gaza.
    11/06 - 3 palestinos morrem em ataque de Israel
    13/06 – Ataque aéreo de Israel mata 11 palestinos em Gaza.
    13/06 – Exército de Israel mata extremista palestino na Cisjordânia.
    15/06 – Ataque de Israel mata 3 extremistas palestinos em Gza.
    16/06 – Israel mata extremista palestino em gaza.
    20/06 – Ataque israelense mata 3 e fere 14 civis em Gaza.
    21/06 – Israel mata 2 civis e fere 13 em ataque aéreo na faixa de Gaza.
    22/06 – Oficial de segurança da ANP é morto por soldados israelenses.
    Durante todo este período não há notícias de israelenses mortos pelos palestinos. Só a partir do dia 25 morrem 2 soldados israelenses. Daí em diante a coisa tem desandado.
    Portanto, Mr. X, retire a ofensa que você fez ao dizer que os israelenses são incompetentes no seu mister de matar palestinos.

  • 65 Delsio // 29/June/2006 às 19:50

    João Daltro você torce tudo! Aí não dá!
    Quem disse que Israel não mata palestino?!Geralmente terroristas e casualmente, por infelicidade, algum civil por perto.
    Longe, anos-luz mesmo de sua afirmação do desejo do governo de Israel de exterminar o povo palestino!

    Abs.

  • 66 chesterton // 29/June/2006 às 21:35

    o apoio dos esquerdistas aos palestinos se dá por algumas raz?es.
    1. eles apoiam aç?es terroristas porque pretendem fazer as mesmas coisas no futuro
    2. eles apoiam os terroristas porque foram terroristas no passado, como no governo, que tem assaltantes sequestradores, guerrilheiros marxistas e toda esta escumalha.
    3. porque identificam Israel com um imperio que não existe ( o que existe é um pequeno pais que luta diariamente contra várias naç?es árabes e…ganha. A esquerda não pode simpatizar com vencedores, certo? O vencedor é de “direita’;
    4 e tambem por inveja, como é que um país daquele tamanho produz avi?es, medicina de primeira linha, democracia? É uma afronta para os que pretendem viver sob regras do século 7 da cristandade.

  • 67 smoker // 29/June/2006 às 22:32

    victor,
    obrigado pelo seu esforço, mas tenho acesso à maioria das fontes citadas.

    não denego o holocausto, o que aconteceu ao povo judeu oriental (ashkenazi) foi algo que não existem palavras para descrever.
    a boçalidade de hitler e seus sequazes teve a paga devida em nuremberg.

    mas nada muda o que está acontecendo na palestina:

    a raça inferior está sendo murada em suas cidades (antigamente o nome era gueto, mas não fica bem dizer que israel está prendendo os palestinos em guetos);
    as heróicas forças armadas de israel atacam as cidades palestinas com blindados, avi?es, artilharia e canh?es navais… enquanto os palestinos são proibidos de ter aeroportos, artilharia, blindados, foguetes anti-aéreos e anti-tanques.

    se isto não te lembra varsóvia, você tem que voltar às suas fontes.

    e lembre-se, é um antigo ditado árabe:
    o inimigo de meu inimigo é meu amigo. é cultural. e lembre-se também, os palestinos de 1920 a 1948 lutavam pelas suas casas e propriedades, afinal por que os ingleses não construiram o lar judeu, por exemplo, em cingapura? ou na tasmânia?

  • 68 Andre Fucs // 29/June/2006 às 23:04

    Andrea,i

    Serei um tanto grosseiro mas o seu “suposto” conhecimento é um tanto pedante, não? :-) O Gabriel MORA em Israel. Se ele não se mudou ainda mora no Sul, a menos de 1 hora de Gaza. Meu caso é igual. Moro a menos de 1 hora de gaza e para completar ontem eu fui ao sul de israel numa cidade litoranea q é fronteira com o Egito… você lê a BBC, as materias da AFP, etc e vem querer dar lição sobre “lider moderado”? Fala sério…

  • 69 Delsio // 29/June/2006 às 23:19

    Apóio a Srta. Júlia na reprovação deste estado de coisa no Weblog. Está muito travado. Sabe aquela sensação tipo quando você contata pelo MSN uma pessoa que gosta de falar e aí você quer bater papo com ela e espera dois minutos para uma resposta pois ela está mais interessada com as outras duas ou três que estão linkadas?! Pois é, parece que o Pedê está meio atarefado demais com outras coisas mais importantes. Uma sensação que abandonou isto aqui!

    Abs.

  • 70 chesterton // 29/June/2006 às 23:33

    Smoker, você está enganado, diametralmente enganado. Varsovia foi cercada e os indesejados foram presos dentro dos muros, em Israel, o muro é para manter os indesejados fora dos muros. Israel encastelou-se.

  • 71 Zeza // 30/June/2006 às 0:28

    Quando a Andrea e o Gabriel estabelecem um debate civilizado aparece o André dando uma de dono da verdade.
    Assim dá para ver porque o diálogo lá é tão difícil, se aqui já conseguem dificultar qualquer tipo de entendimento até entre brasileiros!

  • 72 Liliane // 30/June/2006 às 0:47

    Não acredito mais em “povo palestino que quer a paz” desde que elegeram o Hamas, o grupo mais violento entre os candidatos.

    Os árabes poderiam ter aceito Israel desde o início. Para que eles precisam das terras de Israel? Há muito petróleo em seu subsolo? Querem mais espaço para espalhar seus pobres?

    Acredito que Israel trouxe mais riqueza e tecnologia para o local. Se tivessem aceito o Estado palestino desde o início, todos teriam ganho.

    A tendência deste conflito é aumentar, de repente a luta dos EUA contra a Al-Qaeda e a luta de Israel vão se transformar em uma guerra só.

  • 73 Marcus // 30/June/2006 às 1:12

    Pedro, gostaria de algum comentário a respeito do chocolate que o governo Bush levou da Suprema Corte, a respeito dos tribunais de exceção que queria criar.

  • 74 Napoleão // 30/June/2006 às 1:48

    Estava lendo o texto Islã: a conexão Nazista, quado quando deparei com o trecho “…Rubayyat de Omar Kahyyam, povoadas de guerreiros e mortais que desafiam os deuses pela glória da morte pelo martírio”, fiquei esarrecido! Não é esse o livro que eu conheço (que ao meu ver lembra demais o Eclesiastes [Qohélet], em alguns aspectos. Há trechos deste maravilhoso livro, do qual só uma besta, melhor, um grande deturpador, melhor ainda, um invencionista descarado, pode tirar o que foi transcrito acima,que Haroldo de Campos traduz a partir da tradução de Edward Fitzgerald para o inglês, em seu livro O Anticrítico. Só um pouquinho mostra o absurdo dito no texto:

    LXV

    Inferno ou Céu, do beco sem saída
    Umma só coisa é certa: voa a vida,
    E, sem a Vida, tudo o mais é Nada.
    A Flor que for logo se vai, flor ida.

  • 75 Napoleão // 30/June/2006 às 1:50

    leia-se:

    fiquei esarrecido!

  • 76 Napoleão // 30/June/2006 às 1:59

    leia-se:

    fiquei estarrecido! (agora,sim)

  • 77 Zeza // 30/June/2006 às 2:05

    Napoleão, não é de agora que existe essa deturpação. Foi mostrada uma mensagem que um homem bomba deixou e mostrada pela CBS com uma tradução totalmente diferente do que ele havia dito realmente. Apenas alguns blogs denunciaram, a questão passou em branco pela “grande” imprensa. Não sei se é daí que vem essa história das 70 virgens para os que se sacrificavam. Pelo que eu tenho lido é dito que os que morrerem em atos de extrema valentia em defesa do Islã seriam respeitados na “outra” vida.

  • 78 Andre Fucs // 30/June/2006 às 5:39

    Zeza,

    Muito pelo contrário… eu não sou dono da verdade mas felizmente moro mais perto dela do que a maioria aqui. Nem assim acho que sei da missa a metade. É pedante demais se julgar capaz de dar lição sobre o que está acontecendo só porque leu o Robert Fisk ou uma matéria da AFP. Quando você chega a esse ponto, acaba caindo em cliclês do tipo “o diálogo lá é tão difícil”, “conflito milenar” e coisas dos gênero.

    Eu hoje lendo a folha online me diverti com essa legenda aqui…

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/galeria/imagemdodia/p_20060629_09.shtml

    “Judeu ortodoxo ajuda soldado israelense ferido, na base militar de Mefalsim, no sul de Israel”

    Informação de “qualidade”. O soldado nem ferido está. Só está se preparando para rezar. Os ortodoxos adoram oferecer o “test drive” da reza com o teflin aos judeus não praticantes na esperança de que esses sejam impelidos a uma vida mais religiosa. Na mão da Folha ou da EFE acabou virando soldado ferido… :-)

    Engraçado é que quando começam os clichês e a lógica vai pro brejo. Na ótica de muitos é assim. Os EUA estão errados por manter Guantanamo desrespeitando as leis internacionais e deveriam tratar os terroristas palestinos como soldados inimigos, ou seja de acordo com a convenção de Genebra mas ontem ocorreu o enterro de um jovem de 18 anos que levou um tiro da cabeça depois de ser sequestrado enquanto esperava uma carona e ficou por isso mesmo… Ninguem aqui nos comments dá um pio.

    Me desculpem senhores mas trata-se de uma lógica simples, se dar um tiro na cabeça é ato de defesa contra “ocupação” então a tortura, e detenção de indivíduos sem julgamento como os EUA têm feito, são ato de defesa! Eu particularmente não concordo nem com um nem com o outro. Assim como acredito no Estado de Direito.

    Porém assim como no Brasil, ali do outro lado do muro os assassinos do jovem não precisam se preocupar com quase nada… Não é a toa que o Arafat morreu tão rico.

  • 79 Antônio Augusto // 30/June/2006 às 6:25

    Entrevista de escritora palestina, publicada hoje em “O Globo”, desmistifica mentiras e clichês da propaganda de Israel.
    http://oglobo.globo.com/jornal/mundo/284488641.asp

  • 80 Gabriel // 30/June/2006 às 6:41

    Antonio Augusto: Boa entrevista. Extremamente objetiva e clara. Baseada em fatos concretos e esclarecidos, dado por uma pessoa neutra e sem qualquer interesse propagandistico, desengajada e com o unico interesse de apresentar a situacao como ela realmente eh. A entrevista eh larga, conta com enorme profundidade, altissima preparacao do entrevistador e profundo espirito jornalistico.
    Depois dessa FAN-TAS-TI-CA entrevista (de 4 paragrafos) fiquei completamente convencido de que fui enganado esses anos todos com mentiras e cliches. Israel eh um pais maligno, nao?

  • 81 Antônio Augusto // 30/June/2006 às 7:06

    Gabriel, neutro só Deus, mas há controvérsias sobre sua existência.

  • 82 Mr X // 30/June/2006 às 7:16

    Re: Guantanamo

    A parte mais ilusa da esquerda quer o “respeito as convencçoes de Genebra” para terroristas que nao respeitam convençao nenhuma. As convençoes de Genebra sao tratados entre os que participam. Os terroristas da Al-Qaeda nao assinaram tratado nenhum. Ergo…

  • 83 ne // 30/June/2006 às 7:29

    Cadê o Vitor, (de Vitória), o ALCE botou ele prá correr?
    Interessante os aspectos históricos por ele apresentados, mas o que fica, e como está o conflito no Oriente médio e o que passa pra gente é mais ou menos o que aconteceu com Fidel, de libertador do povo cubano em 59, hoje ele é o último ditador da América Latina. Parece que agora estão se criando outros. O mesmo acontece com os judeus de Israel a imagem que se tem, inclusive com aqueles muros, é a de que eles estão fazendo com os palestinos o que hitler (não o povo alemão) fez com eles. Quanto ao Vitor, é o próprio exemplo do porquê ainda não se resolveram os problemas daquele lado do mundo.

  • 84 Victor, o Espezinhador // 30/June/2006 às 9:35

    Como dria Jack, o Estripador, vou por partes:
    A primeira vai para meu amiguinho ALCEUCaGão. Alce, você é imbecil assim desde que nasceu ou fez cursinho? Você sabe muito bem que eu já moro em Israel há seis meses! Aqui não precisamos de cachorro no quintal para tomar conta de casa. Talvez aí no seu paiseco de terceiro mundo, administrado por um analfabeto corrupto (que você ama e sonha em ter na cama) os cães de guarda sejam necessários. Aqui não são. O resto é coisa da sua cabecinha oca delirante. Só pra terminar, você tem fontes que contestem a minha aulinha de história? Não, né? Então só resta aos iletrados como você xingar. Vamos ao próximo:
    Andrea, ou você vive num universo paralelo ou realmente anda cheirando talco boliviano. “Primeiro-Ministro do Hamas moderado” é algo de muito engraçado! No comments. Terceiro:
    Napoleão, há tempos que eu venho insistindo por aqui que temos que separar o que é o verdadeiro Islã das deturpaç?es fundamentalistas que foram feitas em seu nome. Infelizmente, o fenômeno fundamentalista que foi criado no início do século 20 chegou a este ponto. Não aceito jamais que se diga que “o problema é o Islã”, mas sim que há um problema com o Islã. Se tem gente que ainda me chama de radical, azar de quem é burro de dizer isso. Próximo:

    Smoker, você está forçando a barra. Olha a diferença: 1) O Gueto de Varsóvia era parte de uma cidade e de um país invadido e ocupado por um exército agressor. A “Palestina” é composta de partes de outros países (Jordânia e Egito) conquistadas durante uma guerra onde Israel foi a parte agredida. 2) Não haviam saídas no Gueto. Quem lá fosse confinado só saia morto. A área sob administração da Autoridade Palestina tem saídas. Muitos dos seus moradores ainda trabalha fora dali e depende de Israel para seu sustento. 3) O objetivo do Gueto era fazer com que seus moradores morressem num processo acelerado de fome e exaustão. A área sob controle da AP tem autonomia administrativa e recebe recursos generosos da União Européia e dos EUA. 4) Milhares de pessoas morreram de fome, doenças e exatustão dentro dos guetos. Não há uma situação de fome na Palestina. Há hospitais e quando há necessidade os palestinos são tratados nos hospitais israelenses (como os feridos pela explosão na praia de Gaza este mês). 5) O traçado da Cerca de Segurança (este é o nome) delimita o que será o futuro país Palestina. Se a luta dos palestinos é por um país, então eles não podem reclamar da existência de uma fronteira.
    Em resumo, quaisquer comparaç?es com guetos, pris?es ou coisas semelhantes é completamente fora de cabimento. Um conselho: venha ver como é! Próximo:
    João Daltro, quando você não delira, sofisma. Você não é tão lolinho a ponto de não ter entendido que o Gabriel se referiu a esta incursão israelense, iniciada há dois dias. O que tem acontecido anteriormente não faz parte desta operação. Israel mata palestinos? Mata, e eu nunca neguei isso. Mas mata quais palestinos? Com que objetivos? São execuç?es sumárias, sem critério ou operaç?es de defesa e de desbaratamento de células terroristas?
    Você sabe muito bem que essas mortes acontecem num contexto de conflito. Morrem inocentes também e isso é terrível! Mas não morreriam inocentes se não houvesse culpados. Não haveriam operaç?es do exército se o governo palestino não fosse composto por terroristas que se recusam a aceitar a existência de Israel e que passam o tempo todo bolando ataques terroristas. Essa é a verdade por mais que você minta, torça e sofisme. Próximo:
    Antônio Augusto, que entrevista tocante! A mulher diz que o Hamas só visa os soldados. E todos os atentados contra civis israelenses? Os ônibus que eles explodem, os mercados, boates, pizzarias, cafés, universidades? Visavam o quê? Marcianos? O garoto que foi enterrado ontem, morto com um tiro na cabeça, ele era soldado?
    Quer um exemplo do cinismo dessa gente? Uma vez, no site http://www.vermelho.org.br (do PCdoB), havia um artigo de uma jornalista palestina que trazia uma bomba (com trocadilho): Israel estava prestes a invadir a Patagônia argentina.
    Como ela chegou a essa brilhante conclusão? Simples, viajando pela região, ela viu alguns rapazes israelenses por lá. “Reconheceu-os” como soldados e botou a boca no trombone. Até hoje tô esperando Israel ocupar a Patagônia…
    Por último, ne. “Impressão” é algo extremamente subjetivo. Você tem essa impressão baseado no que a grande imprensa do mundo publica (e que está a anos-luz de distância da realidade daqui) e nas “brilhantes conclus?es” do Daltro, da Andrea e quejandos. Por isso mesmo é que você tem também a “impressão” de que a culpa de toda a violência aqui é minha. Eu tenho a impressão de que você tá me superestimando demais…

  • 85 Ãrrãm // 30/June/2006 às 10:11

    Para Victor, o espezinhador de palestinos
    Olha, confesso que não li todos os comentários acima, mas VICTOR, não dá!
    Começa pela transcrição do texto “ISLÃ, A CONEXÃO NAZISTA “. Heitor de Paola tendo como fonte o “Frontpage magazine”, Chuck Morse, Joseph B. Schechtman… só podia sair aquilo mesmo. Um texto tendencioso escrito a partir de fontes tendenciosas. LIXO! LIXO MESMO, TRAVESTIDO DE PESQUISA SÉRIA!!!
    A credibilidade é a primeira vítima quando se exagera nas tintas.
    A talvez a paz nunca chegue, mas OS CULPADOS estão bem distribuídos DOS DOIS LADOS.
    Se o nome escolhido para conceituar é “nazista”, me desculpem os judeus, porquê sei que essa talvez seja a pior ofensa, mas se um o é, o outro também… Gostaria de saber a opinião dos autores acima sobre Sabra, Chatila e outras tantas arbitrariedades cometidas por Israel. Infelizmente Israel nã? está sozinho - os Palestinos também fazem das deles…
    Sinceramente, não vejo diferença entre as aç?es das duas partes - as duas lutam com as armas que têm à mão, sem escrúpulos nem limites, mas com preconceito de sobra.

  • 86 Ãrrãm // 30/June/2006 às 10:19

    Victor, bota o link da matéria da invasão à Patagônia. Nesse link só cheguei à primeira página, fiz uma busca por Patagônia e não achei nada.
    Não estou duvidando, tá, só fiquei curioso…

  • 87 chesterton // 30/June/2006 às 10:41

    desqualificar autores e sites é típico de quem não quer discutir o assunto.

  • 88 Ãrrãm // 30/June/2006 às 10:54

    Chesterton,
    não é só desqualificar autores e sites. Se você conhecer alguns dos autores acima saberá do que estou falando. É simplesmente perceber parcialidade na informação. Pior quando há aparência de coisa séria, com fontes citadas, parecendo uma pesquisa bem fundamentada
    Não sou especialista no assunto, infelizmente tenho pouca informação acrescentar, mas reconheço pesquisa mal feita, quando alguém apresenta informaç?es tendenciosas, que tampouco acrescentam à discussão.

  • 89 Victor, o Espezinhador // 30/June/2006 às 11:09

    Ãrrâm, você tem algo que desminta a informação de que o Grão-Mufti de Jerusalém, tio de Yasser Arafat não foi um agente nazista? Essa é a “moral da história”. Você desqualifica as fontes mas não dá uma base para sabermos o que te leva a isso.
    O link da “matéria” sobre a Patagônia eu também procurei agora e não encontrei. Talvez tenha sido retirado. Mas vou dar mais uma pesquisada. Se encontrar, coloco aqui.

  • 90 Victor, o Espezinhador // 30/June/2006 às 11:13

    Achei!, mas em espanhol: http://www.animalweb.cl/n_o_imperial/latinoamerica/patagonia_zionista.htm

  • 91 Mr X // 30/June/2006 às 11:15

    “O mesmo acontece com os judeus de Israel a imagem que se tem, inclusive com aqueles muros, é a de que eles estão fazendo com os palestinos o que hitler (não o povo alemão) fez com eles.” (ne)

    Eu gostaria que as pessoas parassem de repetir semelhantes cretinices. Ja é a terceira ou quarta pessoa so neste bloco de comentarios que faz a esdruxula comparacao entre a Alemanha nazista e Israel. Tal comparaçao nao apenas é propositalmente ofensiva, feita para insultar os descendentes do maior genocidio da historia até hoje, como é totalmente ridicula. Cade as covas rasas de palestinos mortos? Cade as cameras de gas? Cade a morte indiscriminada de milhoes? Se Israel fosse igual a Alemanha de Hitler, nao teria sobrado um unico palestino para contar a historia.

    Os crimes de Israel:

    a) aceitar a criaco do proprio estado, com a divisao da antiga Palestina sob dominio britanico em duas partes, uma para os judeus, uma para os arabes, sendo que os arabes até hoje nao aceitaram a partiçao (querem tudo! Mas é possivel que nao se entenda isso?? Leiam o estatuto do Hamas!!!!! Ah, vcs nao sabem ler?)

    b) foi invadido duas vezes por paises arabes, vencendo as guerras e obtendo territorio, que no entanto esta agora abandonando;

    c) construiu um muro para se proteger de constantes ataques terroristas, tal muro, evidentemente, impede a livre circulaçao de palestinos em Israel, nao apenas dos homens-bomba mas tambem de cidadaos comuns (nao ha muito como diferenciar um de outro, na duvida melhor deixar todos de fora).

    d) causar mortes acidentais de civis em operaçoes para matar terroristas, que nao tem semelhante preocupaçao.

  • 92 Victor, o Espezinhador // 30/June/2006 às 11:18

    É bom que se expliquem alguns detalhes: é tradição em Israel que os jovens, quando terminam seu periodo de serviço nas Forças Armadas, que eles saiam pelo mundo em viagem, em esquema “mochileiro”, a fim de relaxar das tens?es. São viagens particulares, desvinculadas com suas atividades militares e custeadas pelos próprios jovens ou suas famílias. É comum em determinadas épocas do ano encontrar muitos jovens israelenses em viagem em todos os lugares do mundo. No Rio de Janeiro, por exemplo, entre dezembro e fevereiro eles chegam ás duzias, ficam hospedados em albergues baratos e vão curtir a vida, em paz, numa boa.
    Kawther Salam não ignora isso, tanto que na matéria reproduzida na época pelo site http://www.vermelho.org.br até há uma foto da própria (um verdadeiro canhão palestino) ao lado de dois jovens israelenses. Ora, que raios de “operação de sondagem” é essa cujos “agentes” se deixam fotografar sorridentes ao lado justo de uma palestina???

  • 93 Mr X // 30/June/2006 às 11:22

    Ate agora tentei explicar o ponto de vista pro-Israel. Hoje vou tentar ser advogado do Diabo.

    Entendo o ponto de vista contrario: eles acreditam piamente que Israel é uma “potencia colonizadora”

    Nunca tinha entendido muito bem porque tanta simpatia pelos palestinos quando comparados com outros grupos, i.e. os sudaneses de Darfur, os famintos da Africa, os pobres da catinga nordestina, os tibetanos, os curdos, os presos politicos iranianos, os fazendeiros do Zimbabwe,

  • 94 Victor, o Espezinhador // 30/June/2006 às 11:24

    Curioso é que a Cisjordânia era da Jordânia e a Faixa de Gaza era do Egito (não de “Palestina” nenhuma) e foram conquistadas em 1967 depois da Guerra dos Seis Dias. No anos 80, quando o governo Menachen Beguin devolveu toda a Península do Sinai, os egípcios se recusaram a receber Gaza de volta e, mais tarde, com os acordos de paz com a Jordânia eles também não quiseram saber da Cisjordânia. E mais: a Jordânia não quer saber de palestinos por lá, tanto que também os cercou e os massacrou. Até hoje, o maior morticínio de palestinos de toda a história foi perpetrado pela Jordânia, em setembro de 1970, quando 20.000 (VINTE MIL) PALESTINOS FORAM MASSACRADOS.
    Curioso é que ninguém “se lembra” de dizer que a Jordânia se parece com a Alemanha Nazista nessas horas. Mais: “lembram” de Sabra e Chatila, mas “esquecem” que quem perpetrou o massacre foram cristãos libaneses.
    Memória seletiva é f…!

  • 95 Victor, o Espezinhador // 30/June/2006 às 11:26

    Israel é um “país colonialista” que devolve terras. Engraçado, né? Devolveu toda a Península do Sinai (que era um território maior que o restante de Israel), devolveu o Sul do Líbano recentemente, evacuou Gaza, deu autonomia aos palestinos… Curioso modo esse de ser expansionista, né?

  • 96 Ãrrãm // 30/June/2006 às 11:30

    Victor,
    O que estou questionando são as FONTES.
    O jornal é porta voz do conservadorismo. Chegou a ver as matérias? E as camisetas que eles vendem? Tem uma que diz: “IRAN WANTS NUKES? GIVE THEM TO’EM”. As demais fontes citadas não ficam atrás. Uma coisa o autor conseguiu é um coral afinado. Não há uma dissonância, aliás, também não existem muitas notas…
    É como fazer uma matéria sobre a CORRUPÇÃO NO GOVERNO LULA com depoimentos de DONA MARIZA, JOSÉ DIRCEU, MERCADANTE, BENEDITA, BERZOINI…
    Se a idéia é discussão precisamos de mais imparcialidade, perceber que com fontes de extrema direita - ou de extrema esquerda - não se avança em nada.
    A propósito: não sei se o Grão Mufti era nazista, mas se estas são as únicas fontes o acusam eu não tenho razão para acreditar. A acusação é séria demais para deixarmos à mercê de cortinas de fumaça.

  • 97 Mr X // 30/June/2006 às 11:31

    Ops. Começo de novo.

    Ate agora tentei explicar o ponto de vista pro-Israel. Hoje vou tentar ser advogado do Diabo e explicar como pensam os pro-palestinos radicais e os esquerdistas que odeiam Israel.

    Quase entendo o ponto de vista “contrario”: essas pessoas, como o Joao Daltro, o Antonio Augusto, o ne, etc, acreditam piamente que Israel é uma “potencia colonizadora” que “roubou as terras da Palestina”. Embora os fatos contradigam tal versao (nunca houve “terras Palestinas”, a regiao foi ocupada por dezenas de povos ao longo do tempo, dos romanos aos turcos aos ingleses, até que foi dividia em duas partes pela ONU. Os arabes NAO ACEITARAM essa divisao. Sera que é preciso repetir? OS ARABES NAO ACEITARAM A DIVISAO. Invadiram Israel e se deram mal. Tivessem aceitado, hoje teriam um Estado soberano, muito maior do que o que podem ter hoje. Nao quiseram. Foram trouxas achando-se espertos. Mas Israel nao “roubou” coisa nenhuma.

    Nunca tinha entendido muito bem porque tanta simpatia pelos palestinos quando comparados com outros grupos, i.e. os sudaneses de Darfur, os famintos da Africa, os pobres da catinga nordestina, os tibetanos, os curdos, os presos politicos iranianos, os fazendeiros do Zimbabwe. Mas, pensando bastante no assunto, descobri que as razoes sao apenas tres:

    a) o problema palestino, ao contrario do drama de dezenas de outros povos (especialmente aqueles sob ditaduras, onde nao ha liberdade de imprensa), aparece muito na midia

    b) praticam o terrorismo, que é romantizado pela esquerda (Che, Zapatistas, FARCs, MST, etc).

    c) sao “brancos”, “ricos”, judeus.

  • 98 Antônio Augusto // 30/June/2006 às 11:32

    Extremistas sectários, como Victor, autodenominado Espezinhador, são chatos e perigosos.
    Deturpam e falseiam tudo, conseguem citar “textualmente” o que não está escrito, como fica evidente na “leitura” da entrevista da escritora palestina Sumaya Farhat Naser.
    Mas reconheço na verborragia do Espezinhador um grande mérito: ao ver as posiç?es preconceituosas, expansionistas e intolerantes do governo israelense, por ele expressas, nós, naturais de um “paiseco de terceiro mundo”, desprezado por ele, ficamos convictos da justiça da causa palestina.

  • 99 Mr X // 30/June/2006 às 11:32

    (as vitimas do terrorismo, digo - portanto sua morte é “justificada”.)

  • 100 Mr X // 30/June/2006 às 11:33

    Depois continuo…

  • 101 Mr X