Terceira geração
Segundo o Departamento de Energia dos EUA, existem hoje 441 reatores nucleares operando em 31 países que provêem 17% da eletricidade do planeta. Mais 32 estão em construção na China, Índia e arredores.
Energia nuclear é produzida por fissão atômica. Um átomo grande (geralmente urânio ou plutônio) quebra em dois menores, liberando energia e nêutrons. Os nêutrons disparam outras quebras e daí em diante. Se esta reação em cadeia puder ser controlada, a energia liberada pode ser usada para ferver água, produzir vapor e mover uma turbina que gera eletricidade. Mas se ela não puder ser controlada, aí acontece um derretimento e um acidente (ou, em casos extremos, uma explosão nuclear – apesar nada ser tão extremo num reator porque o combustível é menos fusível do que aquele utilizado numa bomba).
Nos novos desenhos de usinas, os nêutrons e a reação em cadeia são mantidos em controle fazendo com que passem por água para que diminuam a velocidade. Esta água é exposta a uma pressão de aproximadamente 150 atmosferas, o que significa que ela se mantém líquida mesmo em altas temperaturas.
A reportagem da Economist detalha como funcionam as novas usinas nucleares, mais seguras.
Ainda sobre o assunto:
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Pedro, eis um post que chega em boa hora. Chernobyl deixou uma mancha e um medo de difícil superação. Entretanto, tenho cá comigo que o grande problema em Chernobyl foi o sistema político/econômico/administrativo e não a energia nuclear, mas eis aí um assunto difícil de ser debatido seriamente, sem pedradas e sapatadas.
A geração de energia nuclear é bastante segura atualmente e deveria ser encarada com melhor predisposição.
Os danos ambientais que as barragens projetadas para diversos rios amazônicos poderão trazer são terríveis e não dependem de acidentes improváveis para acontecer.
Concordo que, hoje, há uma segurança maior, mas ainda falta resolver e ou solucionar o que fazer com os resíduos, esses, sim, para mim, são perigosos e se mal dimensionados podem virar um desastre.
Trabalhei no complexo nuclear de Angra. As usinas são seguras. O problema é sempre administrativo…
Profissionais mal remunerados e baixa motivação podem ser problemas mais sérios que segurança de projeto.
Esse comentário do “Eu” é bem interessante e, na verdade, faz parte da sucessão de erros que provocaram Chernobyl. Claro, há que se guardar gigantescas proporç?es entre Angra e Chernoby (um projeto antigo, bem pior que Angra) e entre o Brasil e a falecida URSS, ainda mais em seus instantes finais.
Na Scientific American de alguns meses atrás há um artigo interessantíssimo sobre esse tema. O futuro da energia está nas usinas nucleares, inclusive por raz?es ecológicas.
Porém são usinas com uma nova tecnologia, que aproveita 90% mais da matéria-prima e produz muito menos resíduos, sendo que esses só precisariam de décadas de isolamento, ao contrário dos atuais que precisam de milênios.
Não li o artigo, mas já gostei.
Não há energia sem impacto ambiental, mas o que diferencia a energia nuclear é a dimensão de um possível acidente. Nada se compara a um Chernobyl. Vale a pena correr o risco, mesmo se a probabilidade de um m acidente for pequena? Nunca há risco zero. Adicionalmente, o lixo nuclear permanece perigoso por um tempo equivalente à existência do homo sapiens. Alguém consultou a próxima geração, que terá que resover o problema?
Excelente o debate da Edge sobre o maoismo digital. O tipo de matéria que daria um belo artigo no NoMínimo, se alguém se dispusesse a fazê-lo…
Se não me engano, o engenheiro responsável por Chernobil já tinha antecedente em outro acidente num reator de um submarino.
Acho que ele era apadrinhado.
Gunnar, se voce le SA, sabe que eles tambem publicam, quase todo mes uma novidade em energia solar. Em especial tecnicas de producao de hidrogenio por celulas solares.
Nao que eu nao concorde que energia atomica seja uma boa solucao. Mas nada como encher o tanque do carro em casa, de um tubo que sai de uma celula de hidrogenio no telhado.
Também acho que existem energias como solar, eólica e outras que devem continuar a ser pesquisadas e exploradas, mas não são nem serão suficientes para atender a demanda que cresce assustadoramente. A solução é atômica, principalmente em países sem o potencial hidrelétrico como o Brasil.
Mas, pra não falar muita besteira, meu usual, mandei o artigo para um grande amigo, físico nuclear pós doutorado da USP. Prometo divulgar sua resposta se ele permitir.
ps.: Acreditem, esses caras ganham pouco mais de 5 mil reais aqui no Brasil. Vocês acham que isso é bom para nosso futuro no assunto?
Naum entendi nada, mas energia seja nuclear ou não, é imprecendível.
Ruy, leia o artigo da SA. As usinas nucleares da nova geração são sim praticamente 100% seguras, mesmo em caso de acidente.
E como bem foi dito, hidrelétricas da vida não precisam de acidentes para serem agress?es violentas ao meio ambiente.
Ô Leonel de Souza, se você nao tivesse escrito “naum” eu não iria falar nada, mas já que usou esta coisa horrível, aí vai : é imprescindível que você aprenda a escrever “imprescindível”.
Vichiiiiiiiiiiiiiii, Observador, um dia escrevi no blog que sou péssimo em língua estrangeira, talvez por ser estrangeiro.
Poxa, Observer, você pegou no pé do Leonel de Souza, só por causa de um “naum”!?
Eu uso de vez em quando também. Para fazer graça apenas. Claro que se alguém entrar aqui falando “açim” será mandado à fogueira……depois de exorcizado, evindentemente!
:o)
Amigos, recebi a resposta do meu amigo Físico Nuclear da USP que passo abaixo. Ele afirma que não é especialista no assunto, mas deu um depoimento interessante. Vejam…
“Oi Pax,
obrigado pelo artigo. É muito bom e acho que dá uma boa idéia do futuro destes reatores de terceira e quarta geraç?es. Numa das conferencias que participei, conversei com um físico alemão que é especialista em energia nuclear e ele era francamente favorável a produção de energia nuclear com estes reatores de terceira geração. Estes reatores foram concebidos para produzir energia e não para fazer bombas como os antigos reatores que ainda estão em funcionamento. Por isso são extremamente seguros segundo ele. Têm paredes que podem suportar a colisão com um avião de grande porte sem problemas. Além disso produzem energia com uma impacto ecológico mínimo comparado com termoelétricas e mesmo hidroeletricas. O problema do lixo atômico ainda existe e é o grande defeito. Também não é uma fonte renovável pois o Urânio um dia vai acabar.
Tem muita pesquisa sendo feita nesta área. A construção de reatores acoplados a aceleradores de protons (Accelerator Driven System ADS) é uma possibilidade que pode no futuro permitir o reprocessamento do lixo nuclear e a reutilização de combustível de urânio natural em reatores de fissão o que seria uma possível solução para o problema do lixo e tornaria mais eficiente a utilização do combustível. Neste ADS o acelerador de protons produz os neutrons que faltam para a produção de energia no reator fazendo com que possa-se utilizar um combustível com menor grau de enriquecimento. Ou seja é mais eficiente na produção de energia e o que seria lixo para um reator normal, nestes ADS pode ser ainda combustível. Isso por enquanto é pesquisa mas pode ser uma luz no fim do túnel para o problema do lixo atômico.
um abraço,
Amigo do Pax”
Boa contribuição, Pax. Esse post, realmente, foi muito bom e oportuno. No sul do país já foi dada a autorização para as termelétricas jogarem carvão (ou mais carvão) nas caldeiras. Se termelétrica a gás já é meio brabinha, e muito pior com óleo, imaginem com carvão!
No Ocidente o único acidente de grande monta que tivemos foi justamente o de Three Mile Island, um nada perto de Chernobyl (se bem que mesmo esse “nada” já foi demais para quem vivia por ali), e isso significa alguma coisa.
Seja como for, essas notícias são muito animadoras.
Enquanto isso, na Bacia do Xingu todo mundo corre para começar Belo Monte. Se ela de fato for levada a cabo, teremos um belíssimo exemplo, não digo de desastre ambiental, sejamos otimistas, mas de prejuízos ambientais de grande magnitude. E podem por aspas no belíssimo aí atrás.
Queria apenas acrescentar, Emerson, que o projeto de Belo Monte é o menos agressivo ao meio ambiente de todas as hidroelétricas já construídas ou em projeto na Amazônia.
A área alagada será a que já alaga na cheia do rio, a diferença é que ficará de forma permanente. E a descida íngreme proporcionada pela curva de Belo Monte dá à água uma força que permite uma produção de energia maior do que o normal, já que a casa das máquinas se situará 50 quilômetros após a barragem.
É um projeto inovador e que buscou minimizar os impactos ambientais.
Pois então pode-se construir hidrelétricas com o mínimo de agressão ao meio-ambiente. Não podemos é abrir mão desse handicap energético que a natureza nos brindou.
O debate em torno da energia eólica, solar, do biodiesel é necessário e deve se transformar em aç?es de implantação, tanto no sentido de substituição de parte do uso de fontes mais custosas e poluidoras quanto na efetivação de uma gama maior de opç?es.
A energia nuclear será uma realidade, não sabemos dentro de quanto tempo. Se na França 60 por cento da energia consumida vem de centrais nucleares, isso se deve à ausência das prerrogativas naturais que (ainda) temos com certa folga. Daí que, pela falta de pressa, o debate tem tempo para amadurecer e ganhar a qualidade técnica devida.
Marcus, posso e espero estar errado, mas, infelizmente, há muito deixei de acreditar nos impactos mínimos associados às hidrelétricas, particularmente às que criam grandes represas. O fato da represa inundar de forma permanente uma área que fica sob as águas durante parte do ano já é um impacto sobre toda a região, sem dúvida. Não é um impacto grave apenas sobre as possíveis utilizaç?es econômicas dessa área por nós, que seriam mínimas ou nulas. Há indícios, já, de problemas graves na Bacia do Xingu, em vários de pequenos (para os padr?es amazônicos) rios formadores, causados pelo assoreamento. Isso nada tem a ver com Belo Monte, é claro, mas é parte do problema e pode implicar em danos futuros. Aliás, há muito não vejo nenhum estudo da Itaipu sobre o assoreamento da represa, um problema visto como muito sério anos atrás.
E, Anraphel, temos, sim, um ainda enorme potencial hidrelétrico a ser explorado, mas boa parte dele localiza-se em áreas ambientalmente sensíveis. Sinceramente, não acredito que tenhamos muita folga para pensar e discutir essa questão.
E, por falar em tempo, não podemos esquecer que a geração de eletricidade no Velho Chico tem lá suas ameaças próprias, independente do projeto megalômano e tolo do governo em desviar parte de suas águas. Tal como hoje ocorre de forma ainda inicial no Alto Xingu, a Bacia do São Francisco sofreu e continua sofrendo intenso processo de degradação. A gente levanta poeira ao caminhar por onde há poucos anos pequenos peixes fugiam da gente.
E, acreditem, o que menos me preocupa nessa história são os “peixinhos”.
Pedro, por favor, que tal substituir: “(…) soltando energia e nêutrons.” por “(…) liberando energia e nêutrons.” e físsil por fusível?
Esprit de porc: boa. Grazie.
Pô, ofendi…. não fosse pelo Emerson não teria nenhum agradecimento ao meu amigo físico nuclear que fala até das usinas de quarta geração… Assim não dá pra continuar essa relação ! Qual que é? sou sensível…! :=)
Alguem de voces faz a minima ideia do que acontece com a vegetacao coberta pela agua das represas hidroeletricas?
Yeap: viram metano, gas estufa, tao ou mais problematico que CO2 das termoeletricas… nas palavras do Tuty: isso a oposicao nao ve!
Caro Pax!
Isso reforça o que disse, em minha absoluta ignorância, sobre o assunto, sem sombra de dúvida, que hoje para acontecer acidentes com o de Three Mile e o de Chernobyl as possibilidades são bem menores, principalmente com a evolução tecnológica e, um cuidado maior com a preparação dos técnicos mas, tal como, no passado, continua a existir o problema do lixo, que como, bem, disse seu amigo a solução do problema está longe.
De qualquer forma, é bom saber que há um estudo para uma solução e, se Deus quiser, em um futuro bem próximo.
É claro que a instalação de novas hidrelétricas deve ser alvo também de debates. Como- exemplo, a capacidade do São Francisco de abastecê-las. Aqui, uma discussão séria, livre de politicagens, levaria ao imperativo da tomada de medidas que levam o nome de revitalização do Velho Chico, uma empreitada caríssima pelo descaso passado e presente.
Também deve ser considerado que o nosso maior potencial hídrico situa-se numa região de baixo consumo, distante dos grandes centros consumidores e que é nitroglicerina pura em termos ambientais, como ressaltou Émerson. Ainda assim, é um potencial a ser bem utilizado.
Por fim, o debate sobre usinas nuclares deve levar em conta essa nova geração tecnológica, a deslocar um pouco o foco de apreensão representado pela inescapável identidade usina nuclear/bomba atômica.
E que prossigam os debates sobre as outras formas de produção de energia.
Anraphel, o mais incrível é que a revitalização do Velho Chico não é muito cara em termos financeiros, mas é muito cara em termos, sei lá, digamos… hummm… políticos. Por que? Porque não “rende” e não rende votos, não implica em obras faraônicas (e comiss?es idem), não implica em “eu fiz”, “eu faço”. A revitalização é um conjunto de inúmeras aç?es localizadas, desde plantar um pé de ingá até construir coletores de esgotos e estaç?es de tratamento para nossos resíduos. Isso é capaz de não render votos sequer na Suécia! hehehe E o grosso do programa, sem dúvida, estaria ligado à conscientização, assistência e financiamento de produtores rurais para eliminarem a erosão e adotarem práticas que segurem a água das chuvas onde elas caem, através da sua infiltração no solo, abastecendo os lençóis freáticos.
E por aí vai.
Putz, papo seríssimo da galera aqui nesta lista. Pax , Emerson, Anraphel, Gabriel, Luiz Alberto e outros. Super esclarecedores. Mas , dando uma de OMI - nada a ver com minha identidade “secreta”!-, eu tenho um texto que fiz há trocentos anos para “GD-Folha-Política- Brasil” que gostaria de ver vocês desancarem ou , na melhor das hipóteses, rolarem de rir da boutade. Se bem que estou convencido que não é uma boutade. Enfim, êi-lo:
…………………………………
acabo de descobrir que “ele” se foi, digo: o texto sobre o S.Francisco! :o(
Síntese: Em vez de diminuir ainda mais a vazão do São Francisco porque não fechar a Foz de uma vez e desviá-lo para o Sertão mais seco _pelamordedeus!_ do Brasil, fazendo um lago perene lá. Uma Riviera Nordestina!
Peço perdão antecipado.
Abs.
tá perdoado.
Em sua versão atual, o projeto para a hidrelétrica de Belo Monte afirma ter 2 vantagens em relação aos projetos anteriores:
1 - A superfície a ser alagada é menor.
2 - A área alagada é a parte baixa do terreno às proximidades da represesa, que, todos os anos, permanece vários meses submersa, durante as cheias do Xingu.
O que não se fala, ou se fala pouco, é qual a diferença entre a potência nominal e a potência firme dessa usina.
Se a diferença for muito grande, é certo que, no futuro, para diminuí-la, serão criados outros lagos à montante da usina. Alguns engenheiros barrageiros já estão falando em outros 7 lagos…
Se for isso tudo, talvez o “lagão” do primeiro projeto fosse menos mal…
pois é, toda energia tem custo ambiental.
Falou-se aqui de reatores a Fissão Nuclear, lixo atômico, danos ao meio ambiente, usinas de última geração, etc., mas ninguém atentou para o fato de que os estudos a respeito da FUSÃO NUCLEAR, estão bastante adiantados. O processo é similar ao que ocorre no interior do Sol e de outras estrelas. Poderá ser uma fonte de energia inesgotável para as geraç?es futuras. Apresenta ainda grandes vantagens ambientais: não há reaç?es em cadeia e a radiotoxidade dos detritos da fusão é comparável aos detritos de uma usina termo-elétrica. Os detritos não apresentam efeitos acumulativos para o futuro. Além disso, a fusão não produz mudanças climáticas ou poluição atmosférica. Entretanto, para torná-la economicamente viável, são necessários ainda grandes estudos e altos investimentos. Quanto as células de combustível - Hidrogênio - são praticamente uma realidade em nossos dias. Geradores com essa configuração já estão à venda. Por enquanto, ainda são relativamente caros, mas com o avanço da tecnologia, seu barateamento é inevitável.
Como podemos ver, não será por falta de opç?es energéticas que a humanidade perecerá.
Delcio, e se a gente desviasse o Iguaçu (ou era Iguassu? Agora ja nem sei mais) para o S. Francisco via Planalto Central?
Luiz; Fusao de Hidrogenio esta ha umas decadas de uso pratico e domestico ainda. O melhor reator estavel do mundo consegue gerar energia para um chuveiro eletrico, a custos espetaculares, por alguns minutos no máximo. O mundo precisa de alguma solucao meio que urgente.
Delsio, não sei se você fez a pergunta a sério ou de brincadeira, mas vamos lá. “Fechar” a foz de um rio, mesmo pequeno, implica em problemas terríveis ao ambiente marinho. Tome como exemplo o Valo Grande, na Foz do Ribeira de Iguape. Imagine, então, fechar a foz de um São Francisco! Além disso, teríamos a virtual destruição de toda uma enorme região que é o Baixo São Francisco.
Um dos pontos idiotas do projeto idem do governo lulla da Silva, é o custo para elevar as águas do São Francisco, isso porque a calha do rio está em plano inferior ao do sertão e semi-árido. E por aí vai…
Um detalhe interessante: a diminuição da vazão do São Francisco, fruto inequívoco da destruição de muitos de seus rios formadores, tem provocado um avanço cada vez maior do mar rio adentro. Dependendo da maré e da vazão em tempos de seca, esse avanço, se a memória não me trai, já alcançou a bagatela de mais de trinta quilômetro. É o sertão já virando mar.
Bem, Emerson, este era um dos percalços que eu previa com “meu” projeto e claro que um estuário -onde se encontram a água doce e salgada- é um grande alimentador da fauna marinha -não sei se até mesmo da flora- já que peixes vão se procriar lá, bem como os manguezais contribuem para isto. Então já está mais que na hora de agir para a proteção destes rios formadores, sejam do São Francisco , seja de qualquer outro.
Por outra, se o mar avança tanto -eu já sabia deste detalhe- e corre o risco de salgar , estiolando ainda mais a região. O fechamento da foz salvaria esta condição com um prejuízo para certas epécies marinhas mas talvez valesse. Quanto a calha ser mais baixa que o sertão, será que buldozer não resolveriam o problema?
Bem apesar da minha idéia um tanto absurda, pelo menos recebi uma resposta que estava há mais de três anos esperando!
:o)
Delsi falando serio agora faz tempo que eu nao estudo Geografia, nao ia dar problemas com o espelho d`agua nao a evaporacao a umidade do ar em volta a temperatura do ar mais pesado..
Tira um pouco da poera aqui do ” moinho de asneiras”
eu ñ acho nada nesta bosta só porcaria já procurei por tudo mas n~acho nada