Terceira China

China · 6/06/2006 - 16h11 - 20 Comentários

O Clarín preparou para seus leitores um guia de exportação para a China. É coisa rudimentar, apenas para dar uma pincelada inicial, mas traça um perfil curioso. De certa forma, lembra um bocado o Brasil:

O vertiginoso ritmo de desenvolvimento chinês se reflete na velocidade com que novas tecnologias substituem as antigas antes que elas tenham se estabelecido. A China apenas começava a distribuir suas linhas de telefonia fixa quando irromperam os celulares. Muitos consumidores não esperaram ter um telefone fixo e passaram diretamente para os celulares.

Mas também é um bocado diferente:

Em termos de geografia econômica, a China não é um país mas três: por um lado, as metrópoles prósperas de Beijing, Guangzhou e Xangai; por outro, as zonas rurais atrasadas; por último, a ‘terceira China’ de cidades médias como Xi’na, Nanquim e Wuhan. As grandes aglomerações são o mercado por excelência das corporações multinacionais. Ali é difícil competir. Melhor lançar o olhar sobre a ‘terceira China’, onde existem excelentes oportunidades não exploradas.

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